. Desde os meus 11 anos, eu sentia uma atração muito forte pela minha própria mãe. O motivo pode ter sido eu ter escutado e, depois, visto ela pelada. Eu escutei e, até hoje, lembro-me como se fosse hoje: ela traiu meu pai com um policial. Eu a ouvi gemendo e gritando muito, dizendo: 'Gostoso, vai, vai, soca, soca forte no meu cuzinha'. Ela começou a gemer alto até gritar que estava tendo orgasmos e depois continuou gemendo. Meu pai abriu a porta e foi para cima do policial. Eu a vi deitada, toda molhada de tesão. Ela pediu para eu pegar a roupa dela e eu peguei; ela me abraçou, toda molhada, e me pediu desculpas. Ela estava muito quente e suada." Que corpo quente e delicioso peguei a calcinha dela e entreguei para ela ela se sentou em u.a cadeira e me chamou e me abraçou comecou a chorar e me pedir desculpas, eu abracei ela e senti pela primeira vez aquele corpo delicioso, me lembro apenas dela, aquela bunda branca linda, me lembro que vi a perereca dela toda raspadinha e ainda pensei ué pessoas velhas tem pelos e minha mãe nao, enfim ela foi embora para cidade de Resende foi mirar com minha vó, nesse período eu nunca fui visitar ela, so por telefone era nosso contato, ate ela se juntar com outro homem e ir morar na casa nova deles, meu pai comecou a deixar eu e meu irmao ir visitar ela, assim que tive meu primeiro contato com ela em um abraço, minha memória voltou naquele dia, que voltade de ver ela pelada, nao entendi dureito esse sentimento meu sobre ela, em Queluz, na casa do meu pai, a vida tinha uma ordem clara, mas bastava eu cruzar a fronteira para Resende, para a casa onde minha mãe vivia com meu padrasto, que o mundo mudava de cor. Assim que o motor do carro dele sumia na distância da rua, uma ansiedade visceral tomava conta do meu corpo de doze anos. Não era um convite, era um ímã. Eu atravessava o corredor no escuro, com o coração martelando contra as costelas, e ia até a cama dela. No silêncio daquela madrugada, eu buscava o contato, passando a mão nela, explorando um território que eu ainda não compreendia, mas que já me dominava.
O risco era uma sombra constante. Um dia, meu irmão me seguiu até a cozinha e perguntou por que eu estava ali todas as noites. Eu tive que aprender a ser ator antes de ser homem; disse que era apenas sede, que era apenas o banheiro, e ele acreditou. Naquele isolamento, minha mãe começou a me pedir para morar com ela definitivamente. Criamos uma bolha dentro daquele quarto, onde o tempo parecia não correr da mesma forma que no resto da casa.
O tempo passou e as distâncias aumentaram. Meu irmão foi servir à Pátria na Academia Militar das Agulhas Negras, vestindo a farda e a disciplina que eu nunca quis para mim. Eu continuava em Queluz com meu pai, mas as sextas-feiras tornaram-se o meu verdadeiro destino. Eu dizia que ia visitar meu irmão, mas o foco era outro. Com a ausência dele e os horários do padrasto, as barreiras caíram por completo. O que era um toque na madrugada tornou-se um desejo urgente e exposto. Transávamos na sala, na cozinha, na varanda; o vestido dela era o único limite, e um limite que caía com facilidade. Eu sentia o poder do meu corpo crescendo, e ela se entregava a essa intensidade que nos consumia em cada canto da casa.
Houve um intervalo. A juventude me levou para as festas em São José do Barreiro, Areias e Cruzeiro. Comecei a beijar meninas da escola, a beber com meu irmão, a viver a vida que todos esperavam de um rapaz da minha idade. O segredo ficou guardado, adormecido nas idas e vindas pela Via Dutra. Mas o destino sempre volta para o lugar de origem. Aos dezoito anos, decidi morar com ela. Tentei a carreira militar, mas o corpo magro me dispensou do quartel, me devolvendo exatamente para onde eu deveria estar.
A mudança aconteceu em um domingo. Assim que meu irmão se despediu para voltar à Academia, o silêncio da casa se tornou cúmplice novamente. Ela me olhou e fez a pergunta que selou nosso pacto: "Qual vestido você quer hoje?". O desejo voltou com a força de um soco. Desde então, nossa vida é uma engrenagem de precisão técnica e prazer clandestino. Eu trabalho no segundo turno da Volkswagen, entre o peso dos caminhões e o ritmo da fábrica; meu padrasto trabalha no primeiro. Quando eu chego em casa, às 03:30 da manhã, o ciclo se fecha. Eu deixo as roupas de lado, atravesso o mesmo corredor de anos atrás e encontro aquele corpo delicioso, molhado cheio de tesão com aquelabundona branca e um cuzinho rosinha, eu nao entendo se foi um momento muito marcante em minha vida, que eu gozo em minha mae so de abracar ela e me lembrar do primeiro dia que vi ela toda pelada, me sinto realizado, hoje eu faço ela muito feliz, eu amo ela, ja tentei me relacionar com outros mas nao consego senti o mesmo prazer que por ela.
Todas minhas férias ela vai comigo e ficamos uma semana sozinhos em alguma cidade longe e lá vcs podem imaginar kkkkkkkk
