A Saga De Sabrina - Parte 4

Um conto erótico de Ramon66
Categoria: Heterossexual
Contém 2065 palavras
Data: 10/02/2026 23:55:38

## Parte 4: Rio de Janeiro, Janelas Abertas e "Eu Te Amo"

(Bem-vindo à Saga da Sabrina! Esta é a história do meu relacionamento com uma garota chamada Sabrina. Esta é a **Parte 4**. Recomendo que comece do [início] – cada parte vai te levar para a próxima. Mas se você não quer começar da parte 1 (tá perdendo!), essa parte faz sentido pra um leitor novo.

Um lembrete rápido de como a Sabrina é: ela é um chaveirinho de gente, gostosa compacta, ruiva meio moleca, corpo de violão e a bunda mais grossa deste lado do Equador segundo o Guinness Book que existe na minha cabeça.)

Depois que a Sabrina terminou o trabalho de portfólio dela, voltamos a passar quase todo dia juntos. Embora a gente nunca ficasse se agarrando em público ou dissesse que éramos um casal, acho que nossos amigos começaram a desconfiar do que estava rolando. Devia ser óbvio pra caralho agora que penso nisso. Considerando o quanto transávamos na faculdade — universitários, o que esperar? — não quero simplesmente listar cada encontro sexual. Levaria uma eternidade pra escrever e ficaria entediante. Estou focando nas paradas mais suculentas. Isso me leva às nossas férias de verão no Rio de Janeiro.

Já falei que a Sabrina cresceu na mesma cidade da nossa universidade. Mas quando chegaram as férias eu voltei pra casa. Estou tentando esconder o máximo de informação pessoal possível, mas eram mais de 5 horas de estrada. Então a oportunidade de nos vermos era limitada. E lembra, esse é o verão de 2001. Não existe "nude por WhatsApp". Não existem fotos safadas do corpo perfeito da Sabrina pra me fazer companhia, a menos que ela tirasse umas fotos, revelasse num laboratório fotográfico, botasse num envelope e mandasse pelo correio. Que sugestão estranha, né? Definitivamente não sugeri isso como um universitário carente e tarado. De qualquer forma, a Sabrina não curtiu a ideia. Estávamos com saudade um do outro. Pensei em convidar ela pra minha casa por uma semana, mas minha mãe era conservadora e tinha uma política de "nada de sacanagem nessa casa". Estava sem ideias. E então me bateu: pai. Ele ficou surpreso que eu estava ligando, mas feliz pela ligação. Perguntei o que ele estava fazendo, sabendo muito bem que ele estava de volta ao Rio por algumas semanas a trabalho. Perguntei se eu podia ficar no apartamento dele no Rio enquanto explorava a cidade. Ele topou de boa.

E foi assim que dois universitários de 20 anos se viram passando uma semana juntos no Rio num apartamento foda. Não era uma cobertura nem nada. Mas era nos andares de cima de um prédio maneiro em Ipanema, e meu pai nunca economizava nos luxos. Era o tipo de apartamento com aquelas janelas enormes de vidro que significa que qualquer um pode ver pra dentro do seu apartamento a menos que você feche as cortinas. Tinha uma cozinha incrível. Tinha uma banheira gigante. Tinha uma mesa de sinuca num dos quartos de hóspedes. Não faço ideia do porquê a mesa estava lá, mas a Sabrina e eu estávamos empolgados com isso de qualquer jeito.

Nossa semana no Rio pegou essa rotina: acordávamos quando queríamos, talvez transávamos, ou tomávamos café da manhã, jogávamos sinuca, tomávamos banho juntos, provavelmente transávamos, então passávamos o dia explorando o Rio, voltávamos pra casa e cozinhávamos o jantar e relaxávamos juntos (nós dois vínhamos de situações de classe média alta, mas não tínhamos grana de "comer fora no Rio todo dia") e então transávamos. Eu devia ter saído daquela semana com queimaduras de terceiro grau de fricção no pau. A Sabrina saiu com infecção urinária. C'est la vie. Se você não se importa de eu ser fofo — explorar o Rio foi uma experiência maravilhosa mesmo sem o sexo. Estávamos agindo como um casal. Era nojento o quanto éramos apaixonados. A Sabrina planejava tudo. Ela me arrastava pros museus de arte que ela queria ver e ficava olhando transfixada pra toda a arte enquanto eu ficava olhando transfixado pra Sabrina transfixada. Era inebriante ver ela no elemento dela e tão apaixonada.

Mas você não veio aqui pra ler sobre mim ficando todo meloso. Você veio aqui pela trepada. Tem dois momentos que quero focar pra garantir que isso não vire um romance.

A primeira coisa então era relacionada àquela presença estranha no quarto de hóspedes: a mesa de sinuca. Veja, a Sabrina e eu tínhamos uma apostinha rolando. Jogávamos uma partida antes do banho toda manhã. Se eu ganhasse, ela tinha que me chupar no chuveiro e eu podia gozar na cara dela. Se ela ganhasse, eu tinha que dar uma massagem nela sem que virasse sexo anal. O problema era que se sua namorada tem uma bunda perfeita e grossa e está nua numa cama deitada na sua frente, e você está sentado nas coxas dela, massageando as costas dela, a bunda dela é tipo um buraco negro que tem uma grande força gravitacional no seu pau. Não importa o quanto eu tentasse (nunca tentei), o óleo de massagem sempre acabava no cuzinho dela, meu pau pressionando nela enquanto eu massageava os ombros dela. Me sinto um pouco mal sobre isso, mas também não me sinto porque, sério, a bunda dela era perfeita e eu conseguia comer. Mas voltando à aposta. Pelos primeiros três dias eu ganhei e aproveitei minha recompensa. No quarto dia percebi algo. A Sabrina não estava tentando ganhar. Ela era competitiva pra caralho, mas estava deliberadamente errando tacadas que ela podia fazer. Percebi então que talvez eu não fosse o único que ficava excitado com gozadas na cara.

Aquela manhã fiquei ainda mais duro quando entramos no chuveiro, sabendo que a Sabrina realmente queria minha porra respingada na cara dela. Estávamos ambos pelados, o chuveiro caindo nas minhas costas enquanto a Sabrina ficava de joelhos na minha frente. Tinha visto muita arte aquela semana, mas nada tão de tirar o fôlego quanto aquela vista. O cabelo vermelho dela descendo pelas costas, gotículas de água na pele, os olhos azuis encarando pra cima pra mim enquanto ela subia e descia a boca no meu pau. Pra melhorar, a bunda dela também ficava empinada, visível de cima. Não consigo acreditar que já pensei que mulheres magras eram meu tipo. Os dedos da Sabrina agarraram meus quadris enquanto ela continuava a chupar e fazer barulho no meu pau, a língua dela uma maestrina rodopiante. Eventualmente minhas mãos desceram pra cabeça dela, pegando o cabelo dela nos meus dedos, segurando ela firme enquanto eu começava a investir na boca dela. Tinha levado um tempo pra descobrirmos exatamente quão fundo eu podia empurrar antes dos reflexos de ânsia dela ativarem — ela nunca conseguia me engolir inteiro — mas quando você está fodendo a cara de uma garota gostosa, não reclama. Eventualmente saquei o pau e bati duas vezes antes de explodir na cara dela, minha semente espirrando nela. Ela me olhou com aquele biquinho coberto de porra e fingiu que não queria e, meu Deus, essa era a mulher pra mim.

A segunda história do Rio foi no quarto dia. Tínhamos voltado de alguma galeria e decidimos que era cedo demais pra cozinhar o jantar. Sorri malicioso pra Sabrina, agarrei ela pelas mãos e conduzi ela pro quarto que estávamos usando (não o do meu pai!). Eu já estava duro depois de quatro segundos de beijo. A Sabrina tinha esse efeito em mim. Lambi os lábios, me afastando e me movi pra fechar as cortinas. A Sabrina diz:

— Não fecha.

Santo. Caralho. Meu cérebro grita. Agora não é como se alguém da rua pudesse ver a gente, estávamos alto demais, a cama longe demais da janela. Mas tem pelo menos três ou quatro outros prédios que parecem ter um ponto de vista claro pro nosso quarto. E é meio da tarde. A Sabrina está cagando. Ela começa a se despir. Eu encaro boquiaberto parecendo um idiota enquanto ela tira a calça e a blusa, ficando de pé no sol da tarde completamente nua. Ela parecia uma deusa e meu pau reiniciou meu cérebro com um tapa forte do lado e em segundos eu também estava nu, e estávamos na cama ficando como se fosse nosso último dia na Terra.

Num momento ela me vira de costas e sobe em cima. Não tem penetração imediatamente. Ela esfrega os lábios dela contra meu pau e consigo sentir o quanto ela está molhada. Não sei se ela pretendia prolongar isso, fazer esse momento sensual e luxurioso. Mas sou um garoto de 20 anos e agarro ela pelos quadris, angulo meu pau e invisto pra cima. Nós dois gememos. Então ela começa a cavalgar. O método preferido da Sabrina de me cavalgar era menos quicando — o que cansava ela e também ela ficava preocupada de literalmente quebrar meu pau ao meio — mas era mais rebolando, trabalhando os quadris pra frente e pra trás. Eu não tinha reclamações. Ocasionalmente eu empurrava o corpo dela pra frente, em parte pra beijar ela e em parte pra investir eu mesmo, pra conseguir algum movimento de entrar e sair, mas o rebolado também era incrível. Aquela tarde porém ela estava possuída pelo fantasma de uma atriz pornô muito vingativa dos anos 70. A Sabrina rebolou, mexeu, balançou e quicou por todo o meu pau. Ela ficava brincando com o próprio cabelo, agarrando os próprios peitos pulantes. Percebo com tesão que ela está ficando excitada com a ideia de alguém poder estar assistindo a gente.

Não posso deixar esse momento ir pro lixo. Começo a falar tão sujo quanto ela já tinha feito comigo.

— Você acha que alguém está assistindo a gente agora? Assistindo você se foder no meu pau? Aposto que estão. Aposto que não conseguem tirar os olhos da sua bunda. Porra. Aposto que estão batendo punheta pensando nisso, desejando que pudessem estar te comendo.

Você pega a ideia. Simplesmente deixei jorrar da minha boca e a Sabrina olha pra baixo pra mim e ela está demente. Olhos loucos. O rosto dela está congelado em algo tipo choque ou prazer. Ela alcança entre nossos corpos e começa a esfregar o clitóris dela tão rápido que fico preocupado que ela possa começar um incêndio florestal. Ela continua a me cavalgar. Eu continuo a contar pra ela que todo mundo no prédio do outro lado da rua está assistindo o corpo nu dela se contorcendo. Quando ela goza, é tipo um terremoto. O corpo inteiro dela treme, a buceta dela aperta ao meu redor por mais tempo do que nunca. Ela desaba em cima de mim ofegante e envolvo meus braços ao redor, apenas segurando ela, meu pau duro ainda enterrado nela.

Finalmente ela lembra onde está e olha pra baixo pra mim com um sorriso sonolento e satisfeito.

— Como você quer que eu te faça gozar? — ela pergunta.

Sorrio e digo:

— Por que você não se vira e mostra os peitos pra eles?

A Sabrina não perde o ritmo. Ela me conhece. Sou transparente pra ela.

— Mais tipo por que eu não me viro e mostro minha bunda pra você? — ela diz revirando os olhos.

Culpado como acusado. Digo:

— Não posso evitar. Você sabe que amo essa bunda.

Durante a semana estivemos jogando uma brincadeira de chicken com a palavra "amo". Já disse pra ela que amo cada parte do corpo dela, mas ainda não disse "eu te amo". Não sei se ela quer que eu diga. Apesar da revirada de olhos, ela se vira de qualquer jeito. Ela me cavalga de costas e sou presenteado com a vista daquelas bandas grossas e brancas quicando pra cima e pra baixo no meu pau, tremulando, ondulando. Minhas mãos descem pra apertar, amassar e dar tapas naqueles gloriosos globos até que não tenho mais autocontrole e esvazio minhas bolas dentro dela.

Ela deita na cama ao meu lado. As cortinas ainda estão abertas. Qualquer um ainda pode olhar pelas janelas grandes e ver nossos corpos nus abraçados na cama. Tento recuperar o fôlego e decido mergulhar de cabeça. Eu digo.

— Eu te amo.

Tem uma pausa de dois segundos. Os dois segundos mais longos da minha vida. E então ela diz:

— Eu te amo também.

Não é Shakespeare, mas serve.

E mais tarde naquela noite enquanto estamos assistindo algum filme de ação horrível enquanto comemos nosso jantar, a Sabrina diz que acha que gostaria de namorar comigo. De verdade — Exclusivo — Um casal de verdade. Deus abençoe você, Rio de Janeiro.

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