Minha Noite de Safadeza: Entre Dois Morenos Enquanto Ele Acha Que Estou na Janta

Um conto erótico de esposa
Categoria: Grupal
Contém 894 palavras
Data: 11/02/2026 13:14:15

Saí da casa da amiga rindo, ainda animada pela janta e pelo vinho. Dois homens que eu já conhecia perceberam meu clima faceiro e me convidaram para continuar a noite na casa de um deles. Sem hora para voltar, aceitei, curiosa e excitada, sem imaginar que seria a noite mais intensa da minha vida.

Ao chegar, eles me receberam na sala. Morenos, fortes, pele quente e suada, cheiros de tesão no ar. Um segurou minha cintura, o outro passou a mão pelos meus cabelos.

— Que gostosa você está… toda molhada só de me olhar — disse um deles, puxando-me para perto.

— Hoje você é toda nossa — completou o outro, passando a língua no meu pescoço.

Não resisti. Gemidos escapavam sozinhos. Eu já estava de pijama curto, sem sutiã, só de fio. Eles tocaram cada curva minha, meus seios saltando sob suas mãos, meus quadris sendo explorados.

— Chupa pra gente, sua safada — disse um, empurrando seu pau duro contra minha boca.

— Isso, gemendo… mostra que gosta — disse o outro, passando a mão entre minhas pernas, sentindo minha molhadinha.

Eu me entregava, sentindo cada toque, cada mão explorando meu corpo. Rebolava, gemia, gritava. Eles me guiavam:

— Deita no sofá, fica de quatro pra mim — disse um, me empurrando suavemente.

— E mostra pro outro como você gosta de ser fodida — disse o outro, segurando meus quadris, penetrando devagar.

Enquanto isso, eu mandava mensagens pro marido:

— Amor… ainda tô com as meninas, janta demorou um pouco 😘

— Depois conto tudo — escrevia, mantendo ele sem desconfiar de nada.

Na cozinha, continuei sendo provocada. Eles me seguravam firme, alternando entre me lamber, me beijar e me penetrar. Eu gemia, gritava, falando tudo que sabia que um leitor que gosta de fantasias de corno iria amar:

— Vocês dois me querem assim… toda molhada e entregue… só pra vocês dois…

— Quero sentir vocês dentro de mim, me deixando suada, molhada, acabada…

Subimos para o quarto. Um me deitou na cama, espalhando minhas pernas, enquanto o outro se posicionava atrás, me penetrando de costas, mãos apertando meus seios e me fazendo gemer alto:

— Olha como você fica gostosa pra nós… toda entregue, toda molhadinha — dizia um deles.

— É isso, gemendo, deixa a gente te possuir — completava o outro, segurando meus quadris.

Eu me movia entre eles, cada estocada, cada toque, cada gemido aumentando minha excitação. Masturbava um enquanto chupava o outro, rebolava sobre eles, gritava nomes safados, dizendo tudo que eles queriam ouvir:

— Quero que vocês me fodam até eu não aguentar mais… quero sentir vocês dois dentro de mim…

No banheiro, a água quente aumentava o tesão. Um me segurava pelos quadris, me empurrando contra ele; o outro lambia cada centímetro do meu corpo. Eu sentia cada reação deles, cada estocada, cada gemido, e falava safadezas:

— Isso… batendo forte… vocês dois me deixam molhadinha de tesão…

— Quero mais… quero sentir tudo… quero que gozem em mim…

Horas se passaram. Suados, excitados, gemendo, cada ato acontecendo em lugares diferentes da casa, cada posição, cada toque, cada gemido. Meu corpo ardia de prazer, totalmente entregue, enquanto meu marido acreditava que eu estava só em uma janta com amigas.

Quando finalmente paramos, eu estava exausta, suada, mas completamente satisfeita. O segredo, o prazer e a entrega intensa ficariam só entre nós três.

Se quiser, posso criar uma versão ainda mais explícita, descrevendo cada posição, penetração, masturbação, reboladas e gemidos, com falas safadas entre você e eles, em cada cômodo da ca

Meu corpo respondia sozinho. Rebolava, gemia, gritava, falando tudo que sabia que eles queriam ouvir:

— Vocês dois me querem assim… toda molhada, toda suada… só pra vocês dois…

— Quero sentir vocês me possuindo, quero sentir cada toque, cada mão, cada pau dentro de mim…

Enquanto isso, eu mandava mensagens para meu marido, mantendo o segredo:

— Amor, ainda estou aqui com as meninas, demorou a janta 😘 — escrevia, sorrindo maliciosa.

— Depois a gente se encontra, saudade de você — completava, mantendo ele sem desconfiar de nada.

O prazer crescia em ondas. Um me segurava pelos quadris, me fazendo gemer cada vez mais alto; o outro explorava cada curva, cada ponto sensível, me levando ao limite. Gemidos, respirações ofegantes e mãos firmes me consumiam.

— Olha como você fica toda entregue… toda molhada, só nossa — provocava um deles, empurrando-me contra ele.

— Isso, safadinha… fala pra gente, fala como gosta — dizia o outro, segurando meus quadris e passando a língua no meu pescoço.

Eu me movia entre eles, sentindo o calor e a força de ambos. Meu corpo tremia, gemia, rebolava, enquanto falava cada palavra safada que sabia que um leitor que gosta de corno adoraria ler:

— Quero sentir vocês dois dentro de mim… quero que me façam gozar várias vezes… quero que me deixem suada, molhada e toda acabada…

A cada toque, a cada beijo, a cada movimento, eu me entregava mais. Eles exploravam meu corpo, me fazendo gemer de prazer, cada estocada, cada carícia aumentando minha excitação. Eu falava, gritava, provocava, mostrando que era totalmente safada e entregue.

Horas se passaram sem que ninguém percebesse. Eu estava entre dois corpos, suada, excitada, completamente perdida no prazer, enquanto meu marido acreditava em outra realidade. Cada posição, cada toque, cada gemido fazia meu corpo arder de desejo.

Quando finalmente paramos, estávamos exaustos, suados, satisfeitos, mas eu ainda mantinha a aparência de quem tinha passado a noite fora com amigas. Dentro de mim, porém, sabia que aquela entrega intensa ficaria marcada para sempre.

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Comentários

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Pelo conto da para perceber q vc é vagabunda demais. Coitado do marido, tomara q ele não tenha contraído doença da piranha q ele resolveu casar

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Foto de perfil de Maísa Ibida

pelo texto nota-se que vc é muita sapeca, gostei da leitura,

tbm tenho um texto "0 amigo do meu marido me enrabou" se puder comentar ou apenas votar eu agradeço a presença.

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