Uns dias depois daquela noite mágica (e suja) debaixo do lençol, a tia anunciou que precisava ir à cidade comprar umas coisas: remédios na farmácia, mercado e parar na praça pra pegar um tempero com a conhecida. Ela ia de carro, o famoso Uno vermelho que rangia em todo buraco da estrada de terra. E, claro, Melissa e eu íamos junto. Era o passeio da semana.
Na hora de se arrumar, Melissa me puxou pro quartinho e fechou a porta devagar.
— Hoje é dia de desafio maior — ela sussurrou, com aquele sorrisinho malicioso. — Você vai de calcinha. Mas não é qualquer uma… com protetor diário.
Meu estômago deu um nó. Protetor diário? Aquilo que as meninas usam todo dia, fininho, mas que gruda na calcinha e muda a sensação.
— Tá louca? A gente vai sair, andar na rua, entrar em loja…
— Eu também vou usar um. Pra te fazer companhia. — Ela mostrou dois protetores diários na mão, daqueles discretos, com aba adesiva. — Se você conseguir o dia inteiro sem tirar, sem reclamar… eu te compenso à noite. Prometo.
Ela me entregou uma calcinha branca simples (da dela, claro), e eu mesmo colei o protetor ali no meio. Quando vesti, senti o tecido colar na pele, o absorvente fininho pressionando levemente. Era diferente da calcinha comum — mais "presença", como se meu corpo estivesse sendo lembrado o tempo todo de que eu estava usando algo de menina.
— Pronta, menininha? — ela perguntou, já vestindo a dela por baixo da saia jeans.
— Pronta… mas se eu não aguentar, você me deve mais que uma compensação.
Saímos. A tia já estava buzinando no Uno vermelho parado no portão. Entrei no banco de trás, Melissa do lado. O carro era apertado, quente, e cada solavanco na estrada de terra fazia o protetor roçar de leve. Eu apertava as coxas, tentando não me mexer muito.
Primeira parada: farmácia. A tia entrou pra comprar remédio pra pressão. Melissa e eu ficamos no carro, mas ela desceu rapidinho pra "ver uma vitrine". Eu fiquei sozinho, sentindo o calor subir. O protetor estava ficando úmido — não de xixi, mas de excitação pura. Toda vez que eu mudava de posição, ele se ajustava mais, grudando.
— Tá difícil? — ela perguntou quando voltou, entrando no carro com um sorrisinho.
— Você não tem ideia…
Segundo lugar: mercado. A tia empurrando carrinho, pegando arroz, óleo, farinha. Melissa e eu atrás, fingindo ajudar. Em um corredor, ela me cutucou.
— Olha como tá discreto. Ninguém percebe. Mas você sente, né?
Eu só balancei a cabeça, vermelho. O protetor agora estava bem molhado na frente. Eu sentia o líquido escorrendo devagar, sendo absorvido. Era humilhante e excitante ao mesmo tempo.
Última parada: a praça. A tia parou pra conversar com a amiga do tempero. A gente ficou sentado num banco, sob a sombra das árvores. O sol batia fraco, brisa leve. Melissa encostou a perna na minha.
— Tá aguentando bem… — ela murmurou. — Tô orgulhosa.
Eu estava latejando. O protetor grudado, a calcinha apertada, o risco de tudo aquilo… Meu pau roçava no tecido úmido a cada respiração. Quase gozei ali mesmo, no banco da praça, com a tia a 10 metros de distância conversando.
No fim do dia, voltamos pra casa. O Uno vermelho subindo a estrada de terra devagar. Eu sentia tudo molhado lá embaixo, o protetor encharcado. Melissa me olhou pelo retrovisor e piscou.
À noite, depois do jantar, a casa ficou quieta. A vó já dormia cedo. Melissa e eu fomos pro quartinho, luz apagada.
— Você conseguiu… — ela sussurrou, deitando do meu lado. — Merece a recompensa.
Mas antes que a gente pudesse começar qualquer coisa, ouvimos. Do quarto ao lado, da tia. Um gemido baixo, abafado. Depois outro. O som de algo se mexendo na cama. Respiração acelerada. Um "ahhh" baixinho, ritmado.
A gente congelou. Melissa apertou minha mão.
— Ela tá… se masturbando — eu sussurrei, chocado.
— Shhh… escuta.
Os gemidos continuaram, devagar no começo, depois mais intensos. A cama rangia levinho. Era como se a tia estivesse tentando ser discreta, mas o silêncio da casa traía tudo. Melissa começou a rir baixinho no meu ouvido.
— Acho que a tia também tem segredos…
Eu não aguentei. O dia inteiro de tensão, o protetor ainda molhado na calcinha, e agora isso. Meu pau endureceu de novo na hora. Melissa percebeu, enfiou a mão por baixo do lençol.
— Relaxa… deixa eu te ajudar a relaxar de verdade.
Enquanto a tia gemia do outro lado da parede, Melissa me masturbou devagar, com a mão dentro da calcinha. O protetor grudado, tudo úmido, escorregadio. Quando eu gozei, foi forte, sujando tudo de novo. Ela gozou também, mordendo o travesseiro pra não fazer barulho.
A gente ficou ali, ofegantes, ouvindo os últimos suspiros da tia se acalmarem. Depois silêncio.
— Acho que o verão tá ficando cada vez mais interessante… — Melissa sussurrou.
Eu só sorri no escuro. Sabendo que, sim, estava ficando.
E que isso era só o começo.