Eu e a Camila íamos receber dois amigos meus da faculdade no fim de semana, e ela tava meio pilhada se eles iam gostar dela. Esses caras e eu éramos os melhores amigos na época e eu ainda falava muito com ela sobre nossas histórias antigas, e já que eles trabalhavam em cidades diferentes, essa era uma ocasião rara.
Ela era ansiosa por natureza e finalmente conhecer meus amigos tava deixando ela insegura que nem uma menina do ensino médio. Tentei acalmar ela, dizendo que eles eram engraçados e zoeiros, mas isso só deixou ela mais assustada.
—E se eles acharem que sou chata?! — Ela perguntou preocupada. — Ou pior, se eu acabar com o clima de vocês nesse fim de semana? Eu devia ter deixado vocês ficarem sozinhos!
—Nem ferrando! Já falei pra eles que você se mudou comigo e que vai estar aqui. Eles iam achar que tem algo errado com a gente.
—Não sei não, amor.
—Só não liga pras zoeiras e vai ficar tudo certo.
—Mas e se eu for chata mesmo e não conseguir aguentar?
—Relaxa, eu te amo, tenho certeza que eles vão te amar também!
—Vou dar o meu melhor.
***
O Marcos dirigiu o carrão dele até nossa casa. Foi uma viagem de 6 horas mas ele preferiu vir no carro dele. Dos três amigos, ele era de longe o mais bem-sucedido. Nós estávamos fazendo as contas fecharem no fim do mês, mas esse cara tava MUITO bem de vida. No momento que ele chegou, a gente virou criança completa.
—MALUUUCO!!!
—MARCÃO!!!
A gente gritou um pro outro se abraçando e pulando como se tivéssemos ganho o Brasileirão ou algo assim.
—Cadê o Bruno? — perguntou o Marcos depois que acalmou.
—Ele tá vindo de ônibus, vou buscar ele na rodoviária quando chegar.
—Beleza, achei que a gente ia ficar louco agora mesmo tipo... CARALHO, QUEM É ESSA GATINHA?! — ele finalmente percebeu a Camila parada ali com um sorriso meio sem graça. Ela tava usando um vestido de verão simples que caía bem nela, mas discreto, insinuando o corpão gostoso por baixo.
—Camila, Marcos. Marcos, Camila. — acrescentei rápido e meio sem jeito.
—Oi! Tô feliz de finalmente conhecer os amigos do Lucas! — Ela respondeu nervosa, ficando toda vermelha com a atenção repentina.
—O prazer é TODO MEU! — Ele respondeu exagerando e beijando a mão dela. — Lucas, seu sortudo filho da puta, que pedaço você arrumou!
—Valeu, eu acho... — respondi meio sem jeito mas de certa forma orgulhoso. A Camila ficou ainda mais vermelha e deu uma risadinha.
Nós três conversamos por um tempo, acho que ele percebeu que ela tava nervosa e pegou mais leve no modo zoação e ficou fazendo perguntas pra incluir ela. Depois mostramos o quarto de hóspedes pra ele e ele se acomodou e desfez a mala em uma das camas de solteiro. Vi ele olhando pra Camila várias vezes enquanto descarregava as coisas e meio que me senti ainda mais orgulhoso. O Marcos sempre foi o cara que ficava com as minas mais gatas da faculdade, ver ele babando pela Camila me fez sentir o sortudo filho da puta que ele mencionou.
Ele foi tomar banho pra se refrescar depois da viagem e nos deixou sozinhos na cozinha. Perguntei:
—Então, não tá tão ruim ainda, né?
—Nada ruim, ele é meio legal, talvez um pouco convencido.
—Viu, eu falei pra você não se preocupar, parece que ele gostou de você também.
—Acho que ele gostou DEMAIS de mim, peguei ele olhando pra mim várias vezes, achei que você tinha notado.
—Eu vi isso também, mas ele é assim mesmo. Você não precisa se preocupar.
—Quando mostrei o quarto e as camas pra ele, ele olhou tipo um lobo faminto.
—Te incomodou? Talvez eu possa falar com ele.
—Tô de boa com isso, mas você tem CERTEZA que VOCÊ tá de boa? Não quero que ele fique sem graça.
—Tô tranquilo, olhar não machuca e sinceramente, não posso culpar ele, acho que eu sou mesmo um sortudo filho da puta. — falei zoando e beijei ela enquanto agarrava a bunda dela e sentia a pele macia da bunda e da calcinha rendada pequenininha por baixo do vestido, puxando ela pra mim. Ela me beijou de volta e também se pressionou de leve contra mim.
Ela quebrou nosso beijo e me empurrou de brincadeira e disse:
—Depois! A gente tem visita! — mas deu pra perceber que ela tava meio excitada.
Ouvi meu celular vibrando e fui procurar ele. Tinha uma mensagem dizendo que o Bruno tava chegando na rodoviária a alguns minutos de casa.
—Vou pegar o Marcos pra ir comigo buscar o Bruno. — falei pra ela.
—Beleza, vocês vão, eu termino o jantar e espero vocês.
Subi as escadas pra ver o Marcos, e então ouvi um som muito familiar pra qualquer homem. Não acreditei nos meus ouvidos e tive que chegar perto da porta e escutar além da água. Pequenos tapas ritmados de pele me deixaram com certeza. O Marcos tava batendo uma!
***
Desci as escadas o mais rápido e silencioso que consegui pra ele não me ouvir e tentando esconder da Camila meu estado perturbado. Peguei minhas chaves e gritei que tava indo pra rodoviária, ela gritou de volta que me amava e saí correndo.
Na direção até a rodoviária, só conseguia pensar em como o Marcos provavelmente tava se masturbando pensando na Camila. Ficava imaginando de novo e de novo. Só fazia sentido. Ela era a única mina que ele tinha visto depois de uma viagem longa, ele ficou olhando pra ela com tanto tesão que até ela percebeu.
Minha mente tava a mil imaginando mil cenários. Será que ele tava pensando nela chupando ele? Cavalgando nele? Talvez ela de quatro. Será que ele viu alguma coisa? Talvez a calcinha dela ou um mamilo.
Então caiu a ficha, eu tava durão, mal conseguindo prestar atenção na estrada pensando em um dos meus melhores amigos batendo punheta pra minha namorada! O que tinha de errado comigo?! Por que eu tava excitado com isso?!
***
Peguei o Bruno na rodoviária, nós dois ficamos felizes e comemoramos tipo campeões de novo. O Bruno tava todo empolgado fazendo um monte de perguntas sobre minha vida, trabalho e os velhos tempos. Ajudou minha mente a clarear e se afastar dos eventos e pensamentos estranhos de antes.
Quando chegamos em casa, o Marcos tava nos esperando na varanda da frente, e mais dança e gritos de campeões mas não tinha sinal da Camila. Tava escurecendo, a lua já tava aparecendo e o Marcos tava gritando e uivando com o Bruno, entrei pra dentro procurando a Camila.
Ela tava na cozinha e tinha trocado o vestido de verão por uma blusa preta justinha com um belo decote e uma saia branca curta. Ela parecia concentrada arrumando os pratos e copos pro jantar. Quando percebeu que eu tava olhando pra ela, ela sorriu nervosa e tímida.
—Então, você trocou de roupa — apontei tentando começar algum tipo de conversa.
—É, um pouco de molho caiu naquele vestido... e acho que vou te matar! — Ela respondeu com um sorriso nervoso/bravo.
—Por quê?! — perguntei com medo que de alguma forma meus pensamentos sujos tivessem sido descobertos.
—O incidente do molho aconteceu alguns minutos depois que você saiu — Ela manteve uma expressão diabólica — Tentei limpar a mancha na pia, tava ficando pior ainda então tirei o vestido e coloquei na máquina pra lavar o mais rápido possível...
—Aaah! O Marcos... ele te viu?! — comecei a perceber.
Ela continuou — ... Subi as escadas só de calcinha e sutiã já que você disse que VOCÊ E o Marcos iam buscar o Bruno. — ela disse cerrando os dentes — Quando cheguei lá em cima o Marcos abriu a porta do banheiro usando só uma toalha na cintura.
—E? — perguntei imaginando mil possibilidades.
—Eu gritei, ele se assustou com o meu grito e... a toalha dele caiu... — Ela tava ficando toda vermelha.
—Aaaah... e? — fiquei realmente surpreso que ela tinha visto o pau dele.
—A gente congelou por um tempo e então não sei por que eu pedi desculpas e ele disse pra não pedir desculpas de jeito nenhum e que qualquer hora que eu quisesse mostrar meu corpo gostoso pelado pra ele eu podia e ele deu risada e chegou mais perto, ele não pegou a toalha dele, só ficou lá parado na minha frente, pelado!
—E aí? — Eu tava ficando duro.
—Eu corri pro nosso quarto.
—Ah!
Minha decepção foi perceptível então a Camila perguntou intrigada:
—Você não deveria estar com ciúmes ou algo assim? Sua namorada só de lingerie vendo seu amigo completamente pelado? — Colocando dessa forma eu percebi que DEVIA ter algo errado comigo, eu não tava só pouco ou nada com ciúmes, eu tava durão!
—Eu tô... — comecei sem ter certeza e a Camila não tava comprando então decidi ser mais honesto — ... mas é estranho, ele te viu... você viu ele também... — Eu tava tentando fazer algum sentido da bagunça na minha cabeça — Acho que é inofensivo, só olhar e... até umas provocações, é só pra zoar. Você ainda é só minha... ele pode olhar, mas não pode ter.
—Tá, beleza. Você tem certeza que tá de boa com isso? — ela verificou pra ver se não era uma armadilha.
—Lucas, onde eu ponho minha mochila? — O Bruno nos interrompeu.
Subi as escadas e mostrei pra ele o quarto de hóspedes que ele dividiria com o Marcos. Minha mente tava sobrecarregada com tudo e eu tava me sentindo meio envergonhado então fiz o meu melhor pra não pensar em nada disso.
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O jantar foi ótimo, a comida tava uma delícia, o Marcos tinha trazido umas garrafas de vinho e uísque muito boas. Eu e os moleques estávamos curtindo o uísque e a Camila tava adorando o vinho. Fiquei surpreso que eles tavam se comportando, as piadas tavam leves e o nível de zoação tava tranquilo e pensei comigo mesmo: “Será que eles amadureceram ou só gostaram e respeitaram a Camila tanto assim?!”. Eles tavam adorando ela, a conversa e as risadas tavam fluindo e parecia que eles se conheciam há anos. Me senti meio orgulhoso da minha conquista, a Camila não era só linda, ela era agradável, educada, divertida, cozinhava muito bem e também era foda na cama! Senti que tinha ganhado na Mega-Sena!
Depois do jantar, a Camila pediu pro Bruno ajudar ela a tirar a mesa, o Marcos e eu decidimos jogar Mario Kart igual na época da faculdade. Fui na cozinha pegar gelo pra encher nossos copos enquanto o Marcos ligava o emulador na TV.
Na cozinha, ouvi o Bruno rindo com a Camila. Parei na hora pra eles não me verem.
— Para com isso! — disse a Camila rindo.
— O quê? Só tô te ajudando a alimentar a máquina de lavar louça como você pediu. — Ele tava rindo também, atrás dela e segurando os braços dela feito uma marionete, pegando a louça na pia, empurrando ela até a máquina e colocando a louça lá dentro. — Não quero quebrar nada, se alguma coisa quebrar desse jeito a culpa vai ser sua.
— Haha! Vai quebrar com certeza agora. — Ela tava altinha por causa do vinho e rindo muito.
Ele tava fazendo ela se curvar pra soltar cada prato e levantar pra pegar outro. Prato por prato, ela ia se curvando com ele atrás, segurando os braços dela. Eles tavam se divertindo e rindo feito dois idiotas chapados e eu comecei a ficar duro vendo ela esfregando a bunda nele.
Depois de alguns pratos, a saia dela tinha subido tanto que eu conseguia ver boa parte da bunda dela aparecendo. Meu coração disparou, meu estômago revirou, dessa vez eu tava com ciúmes mesmo. Uma coisa é olhar, desejar, ou até bater uma pra ela, isso aqui era outro nível. Ele tava pressionando o pau na bunda dela agora com essa “brincadeira” e quando ele soltasse ela daquele aperto, ele ia ver a bunda dela aparecendo.
Mas apesar do meu ciúme, não fiz nada pra parar eles, eu queria ver onde isso ia dar e, pior, talvez quisesse que fosse além, com o pau doendo de tão duro!
A calcinha preta de renda tava toda de fora, a saia tava muito alta na barriga dela e o Bruno tava “brincando” ainda mais forte. Vi ele ajustando rápido o pau mirando entre as bandas da bunda dela e forçando ainda mais. Com esse movimento, qualquer chance dele ser inocente foi pro ralo. Minhas entranhas reviraram de novo e meu pau doeu um pouco mais. Um prato bateu forte na máquina e a Camila ficou meio preocupada que tinha quebrado e disse pro Bruno parar. Dessa vez ela falou sério e ele parou na hora. Ela tava checando o prato procurando danos enquanto ele admirava a bunda dela antes dela arrumar a saia.
— Caralho, Camila, sua bunda é incrível! — E ele agarrou e deu um tapa gostoso nela.
Ela se curvou calmamente e colocou o prato na máquina sem ligar pra bunda dela totalmente exposta e deu pro Bruno uma última visão espetacular. Ela se levantou, se ajeitou e disse pra ele em tom de brincadeira:
— Se comporta, moço! — Esperei um pouco e apareci procurando o gelo e os dois caíram na risada.
Enchi nossos copos e notei que a Camila tava na metade da segunda garrafa de vinho sozinha. Ela não era de beber muito, então me senti diabolicamente imprudente enchendo a taça dela, mas a noite tava só começando e ela tava claramente se divertindo.
A Camila e o Bruno se juntaram a nós no sofá em L e o jogo começou comigo e o Marcos. Logo eu perdi e o Bruno entrou no meu lugar. Fui pra cozinha e a Camila veio atrás de mim.
Ela pulou em mim, claramente altinha e excitada, me beijando com vontade.
— E aí, tá se divertindo?! — perguntei depois do beijo longo.
— Sim, seus amigos são ótimos!
— Tão se comportando?! — perguntei já sabendo a resposta.
— Na maior parte do tempo — ela riu e ficou um pouco vermelha — a gente meio que passou dos limites.
— É mesmo? Como isso aconteceu?
— Você parecia meio animado quando a gente falou sobre o Marcos me ver e até disse que uma provocaçãozinha tava de boa. — ela mordeu o lábio — Então eu provoquei o Bruno um pouco pra ele gostar de mim também. Mas... — ela tava hesitante em me contar o que eu vi, então tranquilizei ela.
— Uma provocaçãozinha não faz mal, somos todos amigos aqui.
— Eu meio que fui além de uma provocaçãozinha...
Ouvindo isso, puxei ela pra perto e perguntei louco de tesão, pressionando meu pau nela.
— Sério? O que aconteceu? — Eu já sabia, mas tava morrendo pra ouvir a versão dela e fiquei aliviado que ela não planejava esconder nada de mim.
— A gente tava brincando na cozinha e ele tava meio que brincando comigo de boneca por trás, mas o pau duro dele ficou me provocando, eu tava sentindo ele na minha bunda e... não sei se foi o vinho, mas fiquei doida e empurrei de volta contra ele com mais força ainda. — ela tava com um pouco de medo de eu estar bravo.
— Uau, isso parece divertido. — Limpei qualquer medo dela e empurrei meu pau mais forte, aí ela soube que tava tudo bem.
— Amor, minha saia subiu... e... ele viu e sentiu minha bunda. Ele viu a calcinha que eu tô usando pra você hoje à noite, os dois viram agora! Ele até agarrou minha bunda e me deu um tapa.
— Uau, os dois devem estar loucos pela sua bundinha linda, mas só eu vou tirar essa calcinha hoje. Tô meio que gostando de ver eles babando por você.
— Então já que você tá gostando, devo continuar provocando eles? — ela disse sentindo meu pau duro na mão dela.
— Com certeza! Só provocando, lembra que você é minha!
— Sou todinha sua!
— Tem algum limite? Onde eu devo parar?
— Só não transa com eles, eu acho, haha! — brinquei falando sério pensando nessa possibilidade, a Camila riu também.
— Ok, vou tentar me controlar! — ela brincou de volta, eu espero.
***
Voltamos pra sala e o Marcos perdeu pro Bruno e eu assumi o lugar dele. A Camila deitou na parte maior do sofá em L e as pernas dela tavam tirando a atenção de um jeito incrível. Ela tava com uma perna dobrada e a outra esticada. Era uma visão linda, especialmente com aquela minissaia. O Marcos levantou pra encher nossos copos, apesar de não estarem vazios. Ele pegou o vinho devagar e serviu a Camila e depois o uísque pra gente, demorando de propósito, só parado ali, tendo uma visão privilegiada da virilha dela.
A Camila começou a alternar entre sentar e escorregar de volta pra posição deitada, fazendo a saia subir com o atrito. As pernas dela tavam totalmente à mostra e a virilha aparecia um pouco. Comecei a ganhar muito, o Bruno e o Marcos mal olhavam pra tela.
A noite avançou com as piadas e perguntas ficando mais safadas conforme as garrafas esvaziavam. Eu tava ganhando outra corrida contra o Bruno, mas ele me acertou um "casco azul", e eu perdi. O Bruno riu e zoou:
— Bem por trás!
— Hmm, do jeito que eu gosto, haha! — A Camila brincou e eles se olharam imaginando a cena. Já que eu perdi, perguntei:
— Quer jogar, amor? — O Bruno e o Marcos olharam pra mim na hora surpresos e talvez um pouco bravos porque ela provavelmente teria que se arrumar pra pegar meu lugar e jogar.
— Claro, espero que vocês não se importem de eu chupar... no jogo, quero dizer, haha — ela completou insinuando as ideias deles.
Ela levantou sem se ajeitar e o lugar que eu deixei era entre eles. A saia desceu um pouco sozinha, mas a Camila não fez esforço nenhum pra arrumar, ainda tava mostrando a parte debaixo das bandas da bunda, não tão alto como tava na cozinha, mas tenho certeza que eles tinham uma bela visão. Ela sentou e uma pequena parte da calcinha preta continuou visível. Ela virou o resto do vinho e me deu a taça pra pegar mais, provavelmente pra eu deixar ela sozinha com eles por um tempo.
Fui pra cozinha abrir outra garrafa de vinho pra ela, mas minha mente ficou totalmente naquela sala, a mistura de ciúmes e tesão era insana. Só conseguia pensar no que tava prestes a acontecer. Se eu ia voltar e encontrar ela pelada ou algo ainda mais safado e provocante. Ela tava amando provocar eles, claramente cheia de tesão e bêbada, e os caras não tavam muito diferentes.
Demorei abrindo a terceira garrafa dela e também enchendo a minha. Quando tava prestes a voltar, ouvi eles rindo e ela disse alto:
— Não existe isso de Mario Kart strip-tease! — todos eles tavam rindo e resmungando protestos.
Olhei pra eles da cozinha e tavam sentados do jeito que eu deixei. Parte de mim ficou aliviada, mas outra parte ficou decepcionada. Decidi ir no banheiro mijar e dar mais um tempo sozinhos pra eles. Minha cueca tava encharcada de tanto vazar, minhas bolas tavam inchadas e doíam um pouco de ficar duro por Deus sabe quanto tempo. Também lavei o rosto e me olhei no espelho — "QUE PORRA EU TÔ FAZENDO?!" — meu estômago revirou igual uma máquina de lavar enquanto eu me questionava por que deixei ela sozinha. Ela era a MINHA namorada! Tava na hora de parar com a provocação e pegar ela de volta, eles já tinham material de punheta demais.
Eu tava voltando pra cozinha pra pegar os copos e vi eles sentados. O Marcos tinha virado o corpo pra Camila e a mão dele tava descansando na coxa dela, perto demais da virilha exposta dela. Meu coração disparou e meu pau ficou duro de novo na hora. Eles notaram minha volta e o Marcos foi encher o copo dele na cozinha comigo. Eu queria falar alguma coisa, e felizmente ele começou.
— Olha cara, você sabe que é como um irmão pra mim, né?
— Claro! — Isso me desarmou totalmente e lembrei de um monte de coisas que a gente já passou.
— A gente percebeu que a Camila tava agindo um pouco "brincalhona" demais, mas não queremos cruzar nenhuma linha. A gente só tá se divertindo e eu precisava deixar as coisas claras com você, qualquer hora que você quiser que a gente pare, é só falar que a gente para na hora, sem perguntas.
— Beleza, irmão, só tô deixando ela se divertir, mas é bom ouvir isso.
— Tenho que dizer, ela é única! — Fiquei tão orgulhoso de mim mesmo agora, o Marcos sabia exatamente quando NÃO ser um babaca e garantir as coisas, talvez seja por isso que ele ficou tão bem-sucedido.
— É, ela é sim!
Pegamos os copos e voltamos pro sofá e a Camila tinha perdido. Ela olhou pra mim sorrindo, levantou e me beijou, mostrando a bunda pro deleite do Bruno.
— Então, quem é o próximo? — Camila perguntou.
O Marcos tava mais perto e sentou onde ela tava. Entreguei a taça pra ela, mas ela agarrou minha mão e me guiou pra cozinha.
— Amor, tô ficando louca provocando eles. Se eu soubesse antes como isso era divertido!
— Haha, eles tavam babando com a sua saia daquele jeito.
— Oops — ela brincou e riu, depois pegou minha mão e colocou na buceta dela, tava encharcada! Ela viu meu queixo cair. — Eu sei, né?! Haha, tô sendo muito má, amor.
— Caralho, amor, acho que não aguento mais segurar, quero você agora!
— Hmm, então você quer acabar a noite e me ter só pra você... — ela sussurrou perto do meu ouvido — ou me ter provocando seus amigos mais um pouco?! Sendo uma namorada safada! — ela tava acariciando meu pau duro através do short, eu tava no limite de gozar e talvez de um colapso mental.
— Ahh... eu... — eu simplesmente não conseguia falar.
— Não te ouvi, amor, fala, fala que você quer que eu provoque seus amigos ainda mais forte, fala que você quer que eles me vejam pelada, fala que você quer que eles gozem pra mim. — Ela continuou provocando devagar meu pau enquanto sussurrava.
— Siiim... provoca eles, se mostra... sim — ela parou de repente pra eu não gozar. Ela me beijou e disse:
— Segura mais um pouco, eu vou compensar você. Quero que você assista... uma última provocação e a gente sobe! — Eu tava tão desesperado pra gozar que faria qualquer coisa. Então só concordei com a cabeça. Ela saiu andando mordendo o lábio e com um olhar sexy, colocou as mãos por baixo da saia e pescou a calcinha pelas pernas. Ela entregou a calcinha de renda encharcada pra mim e disse: — Eu te disse que a calcinha era pra você.
***
Uou, que porra ela ia fazer!? Eu devia parar ela!? Ela entrou furiosa na sala e parou na frente da TV. Eles pausaram o jogo e olharam pra ela igual cachorrinhos pidões.
— Beleza, cavalheiros, que tal a gente deixar as coisas um pouco mais interessantes e fazer uma aposta amigável como vocês tavam sugerindo!? — ela tava uma mistura de altinha, mandona e sexy. — O vencedor da melhor de três corridas ganha um prêmio.
— Que prêmio? — Marcos perguntou interessado.
— Bom, já que todos concordamos que eu tenho sido uma menina levada, tava pensando que o vencedor devia me dar três tapas na bunda.
— Boa! — disse o Bruno.
— Hmmm, que tal assim — Marcos negociou — quando eu ganhar, quero que você mostre esses seus peitos lindos pra gente E fique de quatro com essa bunda gostosa empinada pro ar pra eu bater nela. — Eu não conseguia acreditar na sugestão dele, a ideia dela já era louca o suficiente e eu sabia que ela não tava usando nada lá embaixo.
A Camila olhou pra mim pedindo aprovação e eu só consegui concordar com a cabeça mordendo forte meu lábio inferior.
— Fechado! — Ela parecia animada com a aposta maluca.
Eles reiniciaram a corrida, a Camila tava torcendo aleatoriamente pra um e pro outro. O Bruno ganhou a primeira corrida e tava sorrindo igual um maluco. A Camila então disse que teve uma ideia:
— Vou sentar no colo do vencedor de cada corrida! — O Bruno sorriu ainda mais e abriu espaço no colo pra ela sentar.
Ela sentou no colo dele provocando, mexendo a bunda devagar pra ficar confortável. Minha cabeça explodiu!
Com ela sentada no colo dele, o Bruno perdeu a próxima e ela fez o mesmo show sentando no colo do Marcos. A próxima corrida era o desempate e ela pensou em como o Marcos ia ficar convencido se ganhasse, então decidiu dificultar as coisas pra ele. Ela começou a rebolar no colo dele. De onde eu tava, conseguia ver o rosto dela e parecia que ela tava em transe, sentindo o pau duro dele roçando tão perto da buceta desprotegida dela, ela tava pensando em como ia ficar exposta daqui a pouco e a buceta dela parecia uma cachoeira.
A ideia dela funcionou que foi uma beleza e finalmente o Marcos perdeu, ele ficou com uma cara de decepção, e ela tava curtindo a derrota dele até o Bruno dizer: — Então... cadê meu prêmio!?
A realidade bateu nela com força e as pernas dela viraram gelatina. O que ela tava pensando!? Mas não tinha como voltar atrás, pelo menos o Bruno não era convencido. Desliguei a TV e apaguei algumas luzes, tentando deixar ela mais confortável.
Ela tirou a blusa e mostrou pra eles os peitos lindos naquele sutiã de renda preto, ficou de joelhos entre as pernas do Bruno e desabotoou, deixando eles livres. Os dois ficaram hipnotizados pelas auréolas rosinhas incríveis dela, o Bruno não resistiu e agarrou eles com as duas mãos, vi ele beliscando suavemente os mamilos dela e ela sentiu um choque de excitação. Ele aproveitou o tempo dele massageando e beliscando e pareceu uma eternidade pelo que tava sendo adiado.
Ela levantou e virou de costas pra ele. Minha respiração parou esperando isso acontecer como se fosse em câmera lenta. Primeiro o botão, depois o zíper, as mãos dela segurando os lados da saia, um rebolado lento pra ajudar a saia a passar pela bunda incrível dela, e finalmente ela tava toda pelada! Fiquei impressionado, mas imediatamente me virei pra olhar a cara de incredulidade deles. Tenho certeza que eles ficaram agradavelmente surpresos! A cara dela também não tinha preço, os dois de queixo caído e babando na bunda nua incrível dela. Ela se virou mostrando a buceta raspada brilhando só com um risquinho de pelos, fez o três com os dedos e disse:
— Três tapas pro vencedor! — e virou de novo se curvando um pouco.
O Marcos interrompeu e disse: — Peraí! Isso não é empinada pro ar!
Ela lembrou das condições dele e mesmo com o Bruno ganhando ele exigiu. Ela foi pra parte maior do sofá, ficou de joelhos e apoiou a cabeça e os ombros no sofá e perguntou: — Assim?
— Perfeito! — ele respondeu.
A buceta dela tava brilhando com a pouca luz, ela tava insanamente molhada, o Bruno se posicionou atrás dela, mas todos nós ainda conseguíamos ver a buceta e o cuzinho perfeitos dela.
PLÁ! Ela reagiu um pouco chocada mordendo o lábio inferior pro primeiro tapa um pouco na banda esquerda da bunda. Ele levou o tempo dele "se preparando" pros próximos tapas admirando o mel dela escorrendo pelas coxas.
PLÁÁÁ! Um tapa bem mais forte na banda direita deixou a marca da mão vermelha quase instantânea, ela soltou um gemido suave de dor e excitação. Era uma visão maravilhosa de onde eu tava e só conseguia imaginar o quanto devia ser melhor pro Bruno. Eu e a Camila nunca fizemos nada assim de palmada, mas dava pra ver que ela tava adorando. A gente nunca tinha feito nada tão extremo e eu fiquei emocionado que o Bruno pôde curtir algo que eu nunca nem considerei fazer com ela.
Ele se ajeitou e mirou nas duas bandas da bunda e na buceta pingando dela. Um tapa ainda mais forte que o segundo mandou um choque na buceta dela e ela deixou um gemido alto escapar. O mel dela pingou no sofá e ele inspecionou a mão molhada dele. Eu não conseguia acreditar que isso tava acontecendo, mesmo testemunhando. Aquela cena e aquele gemido vão ficar gravados pra sempre na minha mente!
Ela finalmente saiu da posição de castigo depois do que pareceu uma eternidade pra mim, o rosto dela tava vermelho vivo e ela ainda respirava rápido, e disse provocando/brincando: — Obrigada, Bruno, eu fui uma menina levada e precisava de uma lição! — eles riram um pouco. Ela tava sentada completamente pelada, eles tavam comendo os peitos e a buceta dela com os olhos e meu ciúme foi pra lua, mesmo depois de eles terem visto muito mais um minuto atrás. Ela era minha! O que a gente tava pensando!? Isso era demais!
— Acho que meu namorado vai concordar comigo que tá na hora de encerrar por hoje.
— É... eu concordo — eu mal conseguia falar.
— Boa noite, meninos, a noite foi muito divertida — disse a beldade nua. — Ela levantou como se nada tivesse acontecido, virou o resto da taça de vinho e me deu a mão, nem ligou de pegar as roupas dela.
— Foi mesmo. Boa noite — disse o Bruno curtindo uma última olhada no corpo nu dela.
— Noite foda, nunca vou esquecer! — Marcos disse com malícia enquanto via a bunda dela com a marca da mão indo embora.
De mãos dadas saímos da sala e fomos pro nosso quarto e deixamos eles. Assim que a porta do nosso quarto fechou a gente se beijou apaixonadamente como se o mundo fosse acabar.
— Eu te amo, Lucas! — ela disse depois que o beijo acabou.
— Eu também te amo! — respondi ela. Qualquer dúvida ou arrependimento que eu pudesse ter foi embora naquele beijo, foi só uma diversão inofensiva, o coração dela era todo meu, não tinha nada de errado em dividir um pouco o corpo dela com meus amigos, imediatamente depois ela era toda minha de novo.
Ela me beijou de novo, dessa vez com lascívia, ela pressionou a buceta nua no meu pau duro. A gente ainda tava atrás da porta mas ela tava prestes a pular em mim, talvez literalmente. Minhas mãos percorreram o corpo nu dela e as mãos dela tiraram minhas roupas como se ela tivessem morrendo de fome. Minha mão alcançou a buceta dela e eu nunca senti ela ou qualquer outra mulher tão molhada. Conseguia sentir a buceta dela encharcada e até um pouco do mel frio que escorreu pelas coxas dela.
— Você viu, amor? Sua namorada levando tapa? — ela disse no meu ouvido enquanto segurava e provocava a cabeça do meu pau com o dedo.
— Eu vi! Você gostou de ser vista?! — Agarrei a bunda dela com as duas mãos e puxei ela pra mim.
— Amor, acho que eu gozei um pouquinho naquele último tapa! — ela tava pressionando a cabeça do meu pau na entrada dela.
— Uau! Sério?! — Eu tava prestes a me enfiar nela, mas fiquei com medo de gozar na hora então meti o dedo por trás com a mão enquanto ela pressionava meu pau no clitóris dela.
— Sim, eu tava com tanto tesão e no limite, ele beliscou meus mamilos e aí eu tava tão exposta, tão vulnerável... quando ele deu o tapa na minha buceta senti uma onda de prazer percorrendo meu corpo todo, nunca senti nada igual, amor! — Dava pra ver que ela tava prestes a gozar então levei ela pra cama com a bunda empinada pro ar igual ela tava a pouco tempo atrás... e vi as marcas vermelhas das mãos na bunda dela... quase gozei só de olhar! Então comecei a lamber a buceta dela por trás loucamente, o mel dela tava escorrendo e ela começou a gemer alto.
Como ela nunca tinha feito anal, ela não ia me deixar nem chegar perto do cuzinho dela e eu nunca tinha lambido ela daquele jeito, mas pareceu perfeito.
Dei um tapa em cada banda da bunda dela e agarrei forte uma em cada mão e enterrei minha cara ainda mais forte devorando a buceta dela! Ela tava gemendo como se tivesse possuída e gozou forte na minha boca soltando ainda mais líquido! Tenho certeza que o Bruno e o Marcos ouviram ela e isso me deixou com mais tesão ainda.
Lambi mais um pouco até os espasmos pararem. Ela tava recuperando os sentidos e pediu: — Por favor, me come, Amor! — Agarrei o cabelo dela e puxei a orelha dela pra perto da minha boca e perguntei:
— Você quer meu pau na mesma posição que você tava se mostrando pra eles!?
— Sim, por favor, preciso do seu pau dentro de mim! — ela tava louca de tesão!
Ela se posicionou exatamente como tava no sofá se mostrando e levando palmada pros meus amigos que ela acabou de conhecer! Dei um tapa nas bandas da bunda dela, primeiro na esquerda e depois na direita mais forte igual o Bruno fez mas em vez de um terceiro tapa eu soquei meu pau todo em uma estocada! A buceta dela tava tão molhada que deslizou perfeitamente. Ela gemeu tão alto e de repente parou sem fôlego.
Segurei lá dentro um pouco e comecei a estocar, primeiro devagar e movendo só um pouco, mas logo eu tava socando tudo com toda a força que eu tinha!
Ela tava em transe e entre gemidos disse que tava prestes a gozar de novo. Dei tudo que eu tinha e soquei ela o mais forte que consegui. Senti a buceta dela apertando e os gemidos dela ficaram mais altos e lembrei de quando ela gozou no terceiro tapa. Gozamos juntos e eu descarreguei minha porra dentro dela o mais fundo que consegui no orgasmo mais intenso que tive na vida.
Me mantive dentro dela por um tempo e depois desabei exausto do lado dela. Ela arrumou a posição e se acomodou mais perto de mim. O rosto dela era pura satisfação e paz, ela era incrível! Beijei gentilmente a testa dela e nós dois apagamos num sono pesado.
***
Continua?!?!
