Eu Sempre Quis Fuder A Minha Mãe Gostosa, Finalmente Consegui - PARTE 4

Um conto erótico de incestuozzy
Categoria: Heterossexual
Contém 3625 palavras
Data: 12/02/2026 01:12:28

— VI —

O papai ia chegar a qualquer minuto, então a gente tomou banho rapidinho (separados, infelizmente) e se vestiu. Ele abriu a porta da frente bem na hora que a gente desceu as escadas correndo, com cara de descansados e provavelmente inocentes demais. Eu sempre tinha criticado o papai em silêncio por ser tão desligado, mas agora eu rezava pra ele não perceber aquele brilho inconfundível de êxtase sexual na gente.

— Oi, pessoal — ele disse. — Achei que não tinha ninguém em casa. Deixei recado.

— A gente tinha saído pra dar uma volta quando você ligou — a mamãe disse, abraçando ele de leve e dando um beijinho protocolar na bochecha.

Papai apertou minha mão.

— Caramba, eu fico duas semanas fora e parece que você cresceu mais dois dedos — ele disse, olhando pra cima pra mim. — Você tá ficando tão grande!

— Com certeza tá — a mamãe emendou com um tom arriscado na voz.

Parado atrás do papai pra pegar o paletó dele, dei um sorrisinho maroto pra ela. Ela semicerrou os olhos pra mim e passou a língua devagar nos lábios. Aí ela veio e apertou meu pau por cima da calça e enfiou a língua no meu ouvido enquanto o papai, de costas pra gente, pendurava o chapéu.

— Minha buceta tá tão dolorida — ela sussurrou.

Ela se afastou bem na hora que ele virou.

— Ele é mais que grande, na verdade — a mamãe disse. — Ele é enorme. Acho que puxou a mim.

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Então o papai estava em casa, por pelo menos algumas semanas, e a vida voltou àquela rotina chata de verão. Papai trabalhava, eu malhava e a mamãe mantinha o corpo escultural fazendo raias na piscina. Eu me sentia como se tivesse rolado um jogo fugaz e sexual de dança das cadeiras, com eu e a mamãe ficando pelados e transando, meu pauzão socando a buceta dela e espirrando porra na cara dela no timing perfeito de uma daquelas músicas chiadas do Bon Jovi que tocavam na rádio naquele mês. Mas a festa tinha acabado quando o papai abriu a porta da frente. Mamãe continuava dormindo com o papai, claro, e eu dormia sozinho. Pior ainda, foder a mamãe não tinha nem arranhado meu tesão duro como pedra por ela; eu a queria mais do que nunca.

Papai não percebeu nada de errado. (Mas né, também não é como se ele fosse desconfiar que a esposa e o filho estavam transando. O que eu e ela tínhamos feito era tão impensável que vinha com álibi embutido.) Ele e eu tínhamos aqueles papos de macho sobre a próxima temporada de futebol—nosso único assunto de interesse mútuo—e ele até me acompanhou na academia algumas vezes. Quatro, cinco minutos na esteira e ele já estava acabado. Chama o SAMU. Pede uma pizza extra queijo. Liga pro personal trainer e fala pra ele vir botar meu pai em forma.

Quanto à mamãe, aquele corpo com peitões não precisava de ajuda nenhuma. Numa manhã quando consegui dar uma boa olhada nela de perfil, os peitos grandes estavam esticando uma camiseta fininha tipo dois balões d'água elásticos e a bunda curvilínea estava arredondando uma calça de cotton justinha. Meu pau ficou duro tão rápido que senti a cueca rasgar. Eu tinha que ter ela de novo. Estava perdendo a cabeça.

Ela, por outro lado, agia como se nada tivesse acontecido. Estava flertando como sempre—mas de um jeito sabido, provocante. Ela chegava e jogava os braços em volta de mim, arqueando as costas pra esfregar os peitões em mim e deslizando as mãos até a minha bunda. Ela ronronava de tesão, aí soltava e ia embora antes que eu pudesse retribuir.

Quando eu fazia investidas, ela levantava as barreiras. Uma vez quando cheguei em casa pro almoço depois de uma manhã puxada na academia, encontrei ela relaxando na piscina num biquíni branco que eu nunca tinha visto nela.

— É novo — ela disse com um sorriso safado, e os olhos dela guiaram os meus pelo corpo dela.

As copinhas triangulares esticavam contra os peitões tipo remendos em bóia furada; mais embaixo, sob a barriga chapada e oleada e entre a curva feminina dos quadris, um triângulo minúsculo de tecido revelava um fiapo enlouquecedor da buceta na borda de cima.

— Parece que você gostou — ela disse, encarando meu pau.

Olhei pra baixo. Meu pau estava armando uma barraca monstruosa na calça de moletom tipo um cano de 25 centímetros. Me ajoelhei e passei a língua ao longo do vale entre os peitos. Foi uma viagem longa. A pele dela tinha gosto de coco.

Os mamilos cresceram debaixo do biquíni, mas ela segurou meus ombros e gentilmente me afastou.

— Beto, a gente não pode — ela disse.

Então a seca sexual se arrastou, e comecei a me acostumar. Tinha passado metade da vida querendo comer a mamãe, então a frustração não era nada novo. Saía com os chegados no Lanchão. Comecei os treinos pré-temporada de futebol. Via os peitões da mamãe balançando pela casa e lembrava daquela noite inacreditável.

Aí sem querer encontrei o ponto fraco da mamãe. Chamei uma menina pra sair.

O nome dela era Raquel e ela era da torcida organizada do colégio. Ela tinha um corpo bonito—nada como a mamãe, claro, mas tinha pernas lisas e uns peitos tamanho D. Um cara que tinha ficado com ela no ano anterior me disse que ela era uma boa trepada. Dois ou três encontros e bingo. Pelo menos ia tirar a mamãe da cabeça por um tempo.

As sobrancelhas da mamãe subiram alarmadas quando contei meus planos pra noite.

— Ah, é? — ela disse enquanto a gente estava na cozinha tomando suco de tomate.

Aí os lábios dela fizeram biquinho na rotina de manha de sempre, mas o humor estava ausente. Ela quase soou amarga quando perguntou:

— Raquel, é? Ela é mais bonita que eu, Beto?

Tentei igualar o tom sincero dela.

— Não, mãe. Nenhuma mulher é tão linda quanto você.

— Tá bom — ela sussurrou, os olhos brilhando com lágrimas.

Ela saiu correndo do cômodo.

— Mãe?

— Se diverte, meu anjinho — ela disse, a voz quebrando e sumindo.

Dava pra perceber que ela estava subindo as escadas pro quarto. Um segundo depois a porta bateu.

Ela não precisava ter se preocupado. Meu encontro com Raquel foi chato e eu não via a hora de voltar pra casa. Ela ficou falando sobre a aula de química que tinha rodado e como o Dinho era um babaca. Eu gostava do Dinho e não consegui concordar muito com ela nisso. Em vez disso, parei numa rua lateral e dei outro tipo de atenção pra ela. Ela beijava bem mas parou minha mão quando deslizei por baixo do suéter.

— Eu gosto de você, Beto, mas é até aqui que eu vou no primeiro encontro.

— Claro, tá bom — eu disse.

Levei ela em casa e ela me deu um beijo longo e molhado de boa noite. Ela provavelmente era uma boa trepada, igual o Dinho babaca disse. Falei que ia ligar.

II

Mamãe não perguntou sobre minha noite no dia seguinte e parecia tão animada quanto sempre. Na verdade, estava mais flertando do que nunca. Enquanto eu estava guardando umas caixas numa prateleira alta da despensa, ela veio por trás e apertou meus ombros.

— Mmm, grandes e firmes — ela ronronou. — Você é grande em todos os lugares certos.

Ela esfregou os peitos nas minhas costas e passou uma mão de leve pelo meu pau.

Essa conversa manteve meu pau duro o dia todo. E melhorou. Lá pelas cinco da tarde, ela virou de costas pra mim e disse, do nada:

— Como tá minha bunda, querido? Tá firme e redonda o suficiente?

Olhei pra baixo. Ela estava usando a calça jeans mais apertada e sexy, uma Levi's desbotada com bolsinhos traseiros pequenos e um corte estreito que grudava nos quadris largos e na bunda suculenta tipo papel molhado.

— Tá ótima — eu disse.

Ela girou e meus olhos voltaram pra cima.

— E os meus peitões? — ela perguntou.

As tetas enormes estavam saltando de uma regatinha rosa de decote quadrado, uma das peças mais quentes que ela tinha. Estava tão esticada neles que eu conseguia distinguir claramente o padrão de renda de um sutiã meia-taça branco transparente. Quase gozei nas calças.

— Acha que eu preciso fazer lifting já? — ela perguntou. — Eu não acho.

Ela segurou as mãos em concha por baixo dos globos e levantou, deixando eles subirem e descerem algumas vezes igual tinha feito naquele dia na calçada anos atrás. Reconheci o mesmo sorriso malicioso no rosto dela também.

— Seus peitos são fantásticos — eu disse. — São enormes e são perfeitos.

Dei um passo na direção dela.

— Ver eles quicando assim me dá vontade de apertar e chupar eles e depois enfiar meu pauzão na sua buceta.

Ela puxou o ar e abriu o zíper do jeans.

— Ui, isso, Beto, deixa eu ver esse seu pau grosso e grande. Aí eu quero que você me foda com ele.

Ela segurou o jeans na cintura e começou a puxar pelos quadris. Aí puxou a calcinha preta de corte alto e me mostrou a xereca.

Abaixei a mão e segurei o zíper. Meu pau estava latejando. Ia quebrar ao meio se eu não tirasse da calça e botasse na buceta dela.

Aí ouvi algo que não queria ouvir. Um carro estava entrando na garagem. Um BMW 750i. Papai estava em casa.

Respirando fundo pra se acalmar, eu e a mamãe corremos pra sala e encenamos uma cena normal. O jeans dela estava de volta no lugar, claro, e ela relaxou no sofá com uma revista Caras. Sentei numa poltrona com os pés apoiados desobedientemente na mesinha de centro—só isso já devia ter sinalizado que estava tudo bem.

Papai entrou e disse oi. Sentou no braço do sofá perto da mamãe e parecia mais animado que o normal. Falando rápido, contou pra gente sobre um projeto grande na empresa de petróleo. A firma ia comprar uma empresinha chamada Condutos Aliados, e as ações da companhia iam dobrar de valor.

— Ah, Carlos, que maravilha — a mamãe disse.

— É, legal — imitei sem emoção. Não tinha ideia do que diabos ele estava falando.

— Vamos no cinema! — ele disse.

Eu e a mamãe nos olhamos.

— Claro — a gente disse em uníssono.

Escolhemos uma sessão no início daquela noite num shopping na marginal. Depois do jantar nos preparamos. Papai pegou as chaves do balcão da cozinha e a mamãe jogou um cardigã por cima da regatinha.

Mas bem quando estávamos entrando no BMW, o telefone tocou. Papai voltou correndo pra dentro. Mamãe olhou pra mim e lambeu os lábios. Encarei aquele busto absurdo e senti minhas bolas enchendo de porra tipo os tanques de combustível do ônibus espacial. Será que eu ia levar a mamãe de volta pra órbita?

Abafado pela porta, dava pra ouvir a voz aflita do papai na conversa. Aí ele voltou com cara de cachorro sem dono.

— Ah, merda, chamaram uma reunião emergencial da diretoria sobre essa oferta de compra. Tenho que ir. Desculpa, pessoal.

— Tudo bem, Carlos — ela disse.

Por sorte, ele estava distraído demais pra perceber a falta de decepção dela.

— Bom, vocês dois se divirtam no cinema. Tenho que ir. Peguem o sedã. Vou pegar seu carro, Gisele.

Ela abaixou o vidro do passageiro e jogou as chaves do Jag pra ele. Ele ligou, manobrou pela entrada da frente e foi embora. Só ouvi a marcha rangendo uma vez.

Eu estava quase tremendo de tesão. Me acalmei e deslizei pro banco do motorista do BMW. Mamãe pôs a mão na minha perna e meu estômago deu uma cambalhota. Olhei pra ela.

— Você quer ir no cinema ou ficar em casa? — perguntei.

— Nenhum dos dois. Quero que você me leve pra algum lugar onde a gente possa ficar pelados e você possa me dar, Beto. Você tem que botar seu pauzão de 22 centímetros em mim de novo. Não aguento esperar mais um dia!

— Puta merda.

— Quero que você chupe meus peitos e bombe minha buceta até eu gritar!

Ela praticamente gemeu as palavras. Aí se inclinou e enfiou a língua na minha boca. Eu estava pronto pra comer ela ali mesmo na garagem.

Ela sentiu isso e quebrou o beijo.

— Vamos, amor, dirige pra algum lugar pra gente ir pro pau. Me leva onde você leva seus encontros. Como é que chama? O Túnel? É lá que os caras comem as namoradas?

— É.

O Túnel não era realmente um túnel, só uma estradinha de terra no meio do mato ao norte da cidade com vários acostamentos escuros e pouquíssimo movimento.

— Bom, agora eu sou sua namorada, Beto. Quero que você me leve pro Túnel e me foda. Quero que você me dê uma trepada boa, longa e quente e depois espirre sua porra em mim toda.

— Sim, senhora — eu disse, ligando o carro e saindo da garagem. — Vou espirrar na calça se você continuar falando assim.

— Então vou ficar quietinha até a gente chegar lá. Vou só esfregar seu pauzão por cima do jeans.

A viagem levou uns 20 minutos mas pareceu quatro horas. Sintonizei o rádio numa estação de rock e a mamãe continuou massageando meu pau. De vez em quando ela se inclinava pra enfiar a língua no meu ouvido e choramingar.

Virei o carro num acostamento favorito meu, logo depois de uma curva fechada na estrada e praticamente invisível pra quem passasse. Desliguei o motor e as luzes e abri os dois vidros traseiros alguns centímetros. Ela me encarou no luar pálido.

— Então, é aqui que você traz suas meninas?

— Aham.

— É aqui que você comeu aquela vadia da Raquel ontem à noite?

— Não comi a Raquel ontem à noite.

— Aposto que queria. Aposto que você já botou seu pauzão dentro de um monte de menina aqui.

Dei de ombros. Tinha mesmo.

— Elas são bonitinhas? Todas têm corpinhos gostosos?

Olhei pra ela e dei um sorrisinho.

— Tão gostosos quanto o meu? — ela perguntou desafiadora. — Duvido. Primeiro — ela disse, puxando o suéter dos ombros e levantando a blusa, lutando pra passar pelos peitos — alguma delas tem um par de tanques desses?

Olhei. Ela segurou as mãos com orgulho por baixo dos globos enormes, que estavam praticamente explodindo pra fora do sutiã meia-taça. As auréolas pequenas e escuras estavam claramente visíveis e os peitos tremiam levemente.

— Jesus Cristo — sussurrei.

— Quer chupar meus peitos, Beto?

Não aguentei mais. Pulei e coloquei minhas mãos onde as dela tinham acabado de estar, aí passei a língua apressadamente pelo vale profundo igual tinha feito na piscina alguns dias antes.

— Ui, isso, amor — ela gemeu. — Quero que você me coma igual você come aquelas piranhinhas da torcida. Eu sou uma trepada muito melhor, como você sabe.

Amassei os peitos grandes e firmes por cima das copas do sutiã enquanto lambia o decote largo. Ela passou os dedos pelo meu cabelo e gemeu. A respiração ficou lenta e pesada e os peitos subiam e desciam com ela. Enquanto eu beijava e apalpava os peitos, ela tirou o suéter e passou a regatinha pela cabeça. Aí alcançou pra trás e desapertou o sutiã. Puxou as alças dos ombros e os melões grandes saltaram das copas. Os mamilos estavam saltando pelo menos uns dois centímetros. Peguei o da direita na boca com fome e comecei a chupar. Mamãe ofegou.

— Ai, querido, chupa meus melões grandes. Você faz eles se sentirem tão bem. Ui, Beto, você tá me deixando cheia de tesão pra caralho.

Idem. Meu pau estava latejando e telescopando na calça tipo cilindro hidráulico. Mudei pro outro peito.

— Mmm — ela gemeu. — É isso que você faz nos seus encontros, amor? Chupa os peitos delas? Você não gosta mais de chupar minhas tetas grandes?

— Gosto sim — murmurei.

Mamãe esfregou a palma no meu pau.

— Jesus, você tá duro tipo tijolo.

O mamilo ereto subiu ainda mais na minha boca. Aí a mão dela achou a cabeça pulsante do meu pau, e ela enlouqueceu. Os dedos puxaram freneticamente no meu zíper.

— Ai, Deus, Beto, tira a calça, amor. Jesus Cristo, tira a calça pra eu começar a chupar seu pau.

O pânico dela era contagioso. Abri o zíper, levantei o quadril e rasguei o jeans e a cueca até as coxas. Meu pau saltou e ficou ereto, maior do que eu já tinha visto, subindo da virilha quase até o centro do volante tipo um foguete Saturn V cheio de veias no ar fresco da noite de verão. Senti o banco de couro quente embaixo da bunda. Olhei pra ela com um sorriso safado de orgulho.

— Ui, Beto — ela disse, boquiaberta pro meu pauzão.

Aí ela se inclinou pelos bancos em direção a ele, os peitos pendurados um contra o outro.

— Chupa — eu disse.

A boca dela engolfou meu pau rígido antes mesmo de eu terminar essas palavras. Ela escancarou a mandíbula e deslizou os lábios cheios pela metade de cima dele, e o carro encheu de barulhos de chupadas e estaladas. Numa descida ela engoliu alto. A saliva dela escorreu pelo meu pau até as bolas e brilhou no luar, e arrepios estremecedores subiram pela parte de baixo do meu pau. A boca dela era tipo mingau quente.

— Ai, amor — gemi. — Que sensação gostosa do caralho.

Ela tirou os lábios com um estalo.

— Deus, Beto, seu pau tá ainda maior que da última vez. Mal consigo botar a boca em volta dele.

Ela passou a língua na cabeça.

— Adoro chupar seu pauzão, amor. Muitas meninas já chuparam ele?

— Algumas.

— É? Bom, elas conseguem fazer isso?

Ela puxou um ar fundo pelo nariz, e aí algo desumano aconteceu. Ela pegou meu pau inteiro na boca. Centímetro após centímetro, os lábios deslizaram pelo meu mastro enorme. Senti a cabeça descer pela garganta. Tinha certeza que ela ia engasgar ou desistir, mas a boca desceu direto até as bolas enquanto a ponta do meu pau roçava no que devia ser a epiglote dela. Aí a língua emergiu dos lábios e lambeu minhas bolas. Fiquei vesgo e trinquei os dentes pra evitar despejar uma carga de porra na traqueia dela. Os abdominais tensionaram.

— Mmmmmmmmm — ela gemeu na virilha.

— Ai, Deus. AI, GATA — eu disse entre suspiros. — Você tá chupando meu pau inteiro. Jesus, não acredito. Só não para.

Ela lambeu a base do meu pau por mais um segundo e então lentamente deslizou os lábios de volta pra cima. Perto do topo ela puxou um ar fundo que trouxe ar fresco ao longo do mastro. Foi incrível.

— Deus, Beto, seu pau é tão grande — ela disse. — Mal posso esperar pra você foder minha buceta com ele de novo.

Aí os lábios estavam na cabeça e ela começou a chupar—forte. Era tipo um aspirador de pó humano. Chupou o sangue das pontas dos meus dedos. Chupou meus olhos de volta pro crânio.

— Ack — grasni sem poder fazer nada.

Ela levantou a cabeça e olhou pra mim.

— As meninas sabem fazer tudo isso? — ela perguntou, sorrindo.

— Não — eu disse enquanto passava uma mão pelas costas nuas dela e por cima do jeans pra acariciar a bunda gostosa.

— Era o que eu pensava — ela disse. — Ui, Beto, chupar você me deixou tão cheia de tesão. Vamos pro banco de trás pra você enfiar esse negócio grande em mim.

A gente pulou pra fora e voltou pelas portas traseiras. Tirei o jeans e a camiseta. Encarei os peitões, que saltavam na frente dela tipo o para-choque de uma locomotiva e balançavam pra cima e pra baixo, quase iridescentes no luar. Ela parecia uma pin-up da Playboy—só que com peitos enormes. Puxei ela pra mim e comecei a chupar eles de novo.

— Você pode fazer isso enquanto me fode — ela disse. — Tira meu jeans e me dá. Nunca estive tão cheia de tesão na vida.

Ela se inclinou pro canto e empurrou o quadril pra mim, com a bunda na beirada do banco. O umbigo e a cintura fina eram lindos e dramáticos na luz pálida. Aí abri o zíper do jeans. Não via a hora de ver a xereca dela de novo.

Segurei a cintura do jeans e puxei. Estava tão apertado nos quadris grandes que mal se mexeu.

— Mais forte, querido — ela disse. — Rapidinho enfia seu pauzão na minha buceta.

Puxei com força total, descendo num movimento de gangorra. Puxão após puxão, os quadris nus apareceram.

Desci o jeans até a metade da coxa.

— Ai, merda, já tá bom — ela ofegou. — Não aguento mais esperar.

Ela virou e ficou de joelhos. Aí sem cerimônia arrancou a calcinha da bunda em formato de coração. O mel dela já estava escorrendo pelas pernas.

— Me fode, Beto! Me dá de quatro, amor. Preciso do seu pauzão dentro de mim agora!

Encostei na bunda dela e peguei meu pau na mão.

— Sua buceta tá pronta pro meu grandão, gata?

— Ui, sim, amor, enfia e começa a socar!

Ela rebolou a bunda com tesão e olhou por cima do ombro pra mim com olhos famintos.

— Sim, senhora.

Achei a entrada e deslizei meu pauzão nela. Estava ainda mais apertada do que eu lembrava.

— Ai, sim. AI, BETO! — ela gritou antes mesmo do cabo do meu pau alcançar os lábios dela. — Ugh, querido — ela grunhiu. — Fode minha buceta com esse negócio grande! Jesus, isso vai ser melhor que a primeira vez!

Aí todos os 22 centímetros estavam dentro dela. Comecei a deslizar meu pau grande e comprido pra dentro e pra fora dela rápido e forte, do jeito que eu sabia que ela queria. A membrana quente da buceta chupava meu pau e fazia um barulho molhado a cada estocada.

— Ugh! Ui, isso, amor, satisfaz minha buceta com seu mastro. Tudo pra dentro e pra fora. Você sabe como eu gosto, meu anjinho.

De fato eu sabia. Olhei pra baixo e vi o comprimento inteiro do meu martelo indo e voltando debaixo da bunda dela.

CONTINUA

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