Eu Tinha o Casamento Perfeito; Até Que Aquela Putinha Apareceu Em Minha Vida; A Gostosa Da Minha Filha [Pt. 11] [FIM]

Um conto erótico de Maridoperfeito
Categoria: Heterossexual
Contém 12193 palavras
Data: 12/02/2026 01:47:23
Última revisão: 12/02/2026 02:22:35

**(Fernanda)**

É melhor o Marcelo ter uma puta boa explicação de por que não atendeu meu caralho de telefone. É melhor ele ter levado a Brenda de volta pra casa da mãe e esquecido o telefone, ou o telefone dele tá descarregado, e a Brenda foi chutada de casa. Contanto que a Brenda tenha ido embora. Essa é a chave.

Tava puta demais quando o caminhoneiro caipira começou a dar em cima de mim enquanto me levava de volta pra cidade depois de esperar por três putas horas na estrada enquanto esse idiota tentava me achar. E a viagem de hora e meia de volta pra cidade foi uma delícia. Ouvindo as divagações e histórias idiotas dele, ouvindo a música sertaneja horrível, e sentindo os cheiros maravilhosos que ele exalava.

Levou duas horas pra viagem de hora e meia, e o sol tava começando a nascer quando finalmente peguei um táxi pra casa. Precisava me lavar, trocar de roupa, trocar de calcinha, e verificar que aquela vadiazinha que causou tudo isso tava fora da minha casa.

Conforme me aproximava de casa, só podia esperar que o Marcelo tivesse feito o certo e cuidado daquela vadiazinha de uma vez por todas.

**

**(Brenda)**

O sol bateu no meu corpo enquanto cavalgava na rola do meu papai.

Agora o Papai tava em forma muito boa. Tipo maduro, sexy, forma gostosa de coroa. Mas nenhum coroa, não importa quão em forma, consegue acompanhar os apetites sexuais nojentos de uma adolescente.

Tinha dado pro Papai a ilusãozinha dele de que tava no controle, mesmo nós dois sabendo que eu comandava o show. Era fofo como ele achava que podia realmente me controlar. HA! Era fofo como ele ouvia minhas ordens e de alguma forma se enganava achando que eram ideias dele. Era fofo que a solução dele pra culpa era agir como se tivesse me punindo e me fazendo uma pessoa melhor, quando a verdade era que ele achava que eu era gostosa e queria me comer pra caralho. Era fofo como ele achava que podia ser o papai na cama e me dominar. Tudo que ele fez foi o que eu queria. Tava conseguindo o que queria. Eu tava no controle.

Mas depois de algumas horas de sexo pai-filha intenso, e quero dizer intenso pra caralho, a verdade tava emergindo. As fachadas tavam caindo. No começo, ele era só raiva e fanfarronice, gritando e berrando, bravo e culpado pelo fato de estar curtindo o sexo safado com a filha. Mas tudo isso tinha se desgastado. A energia dele sumiu. A raiva sumiu. A lógica sumiu. Tinha desgastado ele com meu conhecimento incrível de sexo e corroído ele até o núcleo. Uma besta xingando e no cio. Tava funcionando no instinto, sem pensar. Sem palavras. Tudo que sabia era que tinha uma garota gostosa, sexy e comível em cima dele, e era dever dele como homem comer essa garota forte e encher ela com a porra doce e dar um bebê.

Não tinha ilusões de ser meu Papai, de estar no controle, de eu ser a princessinha dele pra comer como quisesse. Não, eu era a vadia. Era a amante. Era a filha. Eu tava no controle, como deveria ser.

Quando a energia dele começou a minguar, conforme ficou exausto assumi controle completo. Virei ele, de costas. Montei nele. Coloquei a rola dele de volta dentro da minha buceta encharcada. Controlei o ritmo. Ele só ficou deitado e aceitou, tipo o bom garanhão que era.

Os olhos dele tavam se fechando de exaustão, mas ainda tava semiconsciente, e ainda duro feito pedra. Mas eu não. Tava bem acordada. Tava cheia de energia. Tava assumindo o controle.

Quiquei no pau dele, sentindo que tava chegando perto. O quarto era uma puta sauna, e nós dois távamos pingando de suor. Me inclinei, esfreguei meus peitos no peito dele do jeito que ele gostava, e movi meus lábios pro ouvido.

— Papai — comecei num sussurro, plantando um beijinho suave na orelha. — Eu sei que você tá cansado (beijo). Eu sei que depois de mais uma gozada, você não vai ter força pra se mexer (beijo). Mas a parada é essa (beijo). A Fernanda vai chegar logo (beijo). Então tava imaginando (beijo), você quer que eu cuide dela (beijo)? Deixar ela saber que você me escolheu (beijo)? Eu realmente deveria, tipo, comecei essa parada. Deveria terminar (beijo). Seria uma punição de verdade se você me fizesse falar com ela (beijo).

— Beleza — o Papai disse fracamente.

— Obrigada, Papai (beijo). Vou quicar um pouco mais forte (beijo), e realmente apertar minha buceta (beijo), e então quero que você goze (beijo). Tá bom? — perguntei.

— Aham — o Papai grunhiu.

Com isso, sorri e acelerei o ritmo, nossa pele batendo uma na outra de novo. Sabia que não levaria muito, então fui na velocidade máxima rapidamente. Quiquei no pau dele, então apertei com a buceta, contraindo contra ele com a bunda. Pula. Aperta. Pula. Aperta. Pula. Aperta. Pula. Aperta.

— Ah! — o Papai disse baixinho. Conforme contraía contra ele e apertava minha buceta contra ele, senti a rola dele jorrar de novo com outra carga de porra gostosa e nutritiva (Acredita em mim, provei). Mesmo o saco dele tendo que estar quase vazio, ainda achou um jeito de me encher com outra gozada enorme de porra. Que papai bom!

Me tirei dele, nós dois uma bagunça suada. Podia ver que ele tava prestes a desmaiar, então dei uma última coisa pra lembrar.

— Papai, essa cama é incrível! Perfeita pra mim. Se consegue aguentar meu tipo de trepada, aguenta qualquer coisa. Obrigada — eu disse, dando um último beijo conforme os olhos dele ficaram pesados demais pra manter abertos e ele caiu no sono.

A Fernanda demorou mais do que esperava, então consegui tomar banho e me livrar do cheiro de sexo que tava em mim. Vesti meu biquíni preto e peguei uma cerveja da geladeira justo quando ouvi a Fernanda entrar na casa. Vi ela perto da porta da frente, olhando em volta, procurando por mim sem dúvida.

— Papai disse que eu podia ficar — eu disse, andando até ela da cozinha enquanto abria a garrafa de cerveja e tomava um gole.

— O quê? — a Fernanda cuspiu, olhando pra minha falta de roupa com nojo.

— Ficou quente aqui ontem à noite — expliquei.

— Por que você tá bebendo? São 7 da manhã. E você não tem idade ainda! — a Fernanda disse.

— Papai disse que eu podia — respondi, tomando um gole.

— Onde tá o Marcelo? — a Fernanda disse com lábios apertados.

— Ele tá cansado. Não quer te ver — expliquei com uma risadinha.

— Tô cansada dos seus joguinhos, Brenda. Arruma suas coisas. Vai embora logo — a Fernanda disse, indo em direção às escadas.

— Ela tá dizendo a verdade, Fernanda — o Papai disse, em pé no topo das escadas, usando uma calça de pijama e nada mais, expondo o peito pelado sexy.

— O quê? — a Fernanda disse surpresa.

— Você me pediu pra escolher, Fernanda, entre você e ela. Escolho ela — o Papai disse simplesmente, encarando a Fernanda.

— Como é? — a Fernanda disse alto.

— Se tenho que escolher entre minha esposa e minha filha, tenho que escolher minha filha. Tem tanta coisa que precisamos fazer juntos — o Papai disse.

— Você a conhece há tipo dois meses! — a Fernanda disse.

— Você que deu o ultimato, Fernanda! Você que tá me fazendo escolher! Bom, Fernanda, é isso que acontece quando você faz isso! Se você continuar me fazendo escolher, em algum ponto, não vou escolher você — o Papai disse alto.

— Marcelo, eu, escuta, a gente pode resolver algo... — a Fernanda gaguejou, recuando do ultimato e começando a chorar.

— Não — o Papai disse simplesmente, me fazendo sorrir. — Você perdeu esse direito no segundo que saiu ontem. Saiu de mim de novo, tipo fez na faculdade! Você nunca mudou, Fernanda! Trabalhei tanto pra te tirar da casca, mas você ainda é a mesma garota raivosa e imatura que sai assim que as coisas ficam difíceis.

— Marcelo, eu... não consigo fazer isso sem você! — a Fernanda disse, chorando.

— Nunca saí de você. Mesmo quando você me tratou como lixo! Mesmo quando foi horrível comigo. Já tive o suficiente. Acabou. Não é tudo sobre você, Fernanda. Tira a cabeça da bunda! Se você pudesse achar um jeito de se importar com coisas além de como afetam você, talvez pudesse realmente amadurecer um pouco. Acho que é bom que você não é mãe! — o Papai cuspiu, todas as questões dele com a esposa finalmente vindo à superfície. Ver ele tão bravo. Tão emocional. Tava realmente deixando meus bicos duros.

— Marcelo... — a Fernanda disse.

— Se você quer alguma esperança de salvar nosso casamento, vai embora agora, e talvez, a gente converse depois — o Papai exigiu. Dando uma última olhada pra nós dois, a Fernanda correu pra fora, uma bagunça chorando.

Eu e o Papai, ficamos em silêncio, sozinhos de novo.

— Ela acabou de falhar no teste, não foi Papai? Ela acabou de sair de novo — eu disse, sorrindo, sabendo que tava certa, sabendo que a Fernanda acabou de terminar o próprio casamento desistindo e não lutando mais pelo amor. Me senti tão superior à Fernanda, que podia entender o marido dela, meu papai, mais do que ela. O Papai me deu um olhar de raiva e voltou pro quarto. Terminei a cerveja e segui atrás. Tirei a parte de baixo do biquíni antes de entrar no quarto.

— Papai — chamei. Ele tava com a cabeça nas mãos. — Obrigada por ter me defendido — eu disse, andando até ele. — Eu sei que você tá bravo. Eu sei que você tá chateado. Mas tudo que você precisa saber é que te amo e nunca vou te deixar ir — cheguei mais perto, deixando meu cheiro atingir o nariz dele. — Mas, sei que você tá bravo, então se precisar descontar em mim, entendo. Se vai fazer você se sentir melhor, vou chupar seu pau.

Subi na cama e rastejei em direção ao Papai. Ele não ofereceu resistência enquanto agarrei a barra da calça, levantei, e peguei o pau duro dele pra fora. Minha boca molhada tava pronta conforme desci nele, pegando a rola dura na minha boca aberta. Minha baba logo tava escorrendo pelo pau dele conforme dava uma chupada expert. Me inclinei de volta e fui pro ouvido.

— Sinta-se livre pra bater na minha bunda se vai fazer você se sentir melhor — sussurrei, voltando pro pau, indo mais fundo nele com a boca enquanto mantinha a bunda levantada, pronta pro Papai descontar a raiva furiosa de ter o casamento desmoronado. A espera pela mão firme do meu Papai tava enlouquecedora. Olhei pra frente e me vi no espelho. O pau do meu papai na minha boca, meus peitos pendurados, minha bunda pelada no ar. Perfeição. E vi a mão do meu Papai atrás de mim, subindo no ar.

TAPÃO!

*******

**(6 meses depois)**

**(Fernanda)**

Nunca conversei com o Marcelo depois que saí da nossa casa. Ele não fez esforço pra falar comigo, e nunca retornou minhas ligações. Meu próximo contato com ele foi através de um advogado, os papéis do divórcio na mão.

Passei tudo pela minha cabeça de novo. Deveria ter lutado mais forte. Deveria ter lutado pelo Marcelo. Pelo nosso casamento. Mas aquela vadiazinha entrou no caminho, chegou no Marcelo e virou ele contra mim. Ela explorou a conexão deles pra me tirar do caminho. Juro que se visse ela de novo não sei o que faria.

Tava tão... brava. Nunca tinha ficado tão brava antes. Descontei em todo mundo. Perdi meu emprego, perdi meu casamento, e não queria ver ninguém. E quando alguém fazia esforço pra chegar em mim, explodia. Dei um tapa nessa menina jovem, uma menina asiática bonitinha da idade da Brenda, que tava procurando direções pra uma casa na minha antiga rua. Ela me disse que só precisava relaxar, e tinha me perguntado se eu tinha uma filha, ou se conhecia alguma menina da idade dela pra sair. Parecia uma garota doce. Tava visitando a avó, mas me lembrou da Brenda, e ela me perguntando se eu tinha uma filha só me fez ver vermelho. Então é, fui presa e mandada pra cadeia por um tempo por isso. Fiquei livre, cumpri minha pena, e tive que fazer serviço comunitário também, pintando paredes em negócios velhos no centro, incluindo um que tinha trabalhado antes. Tinha feito a decoração de interiores por dentro, e agora tava decorando por fora. Era humilhante.

Cumpri minha pena, e finalmente consegui um apartamento. Um apartamento de uma pessoa, pequeno e não o melhor. Fiz o melhor pra decorar, mas não é tão divertido decorar pra um. Sentia falta da minha casa. Sentia falta do meu marido. Sentia falta da vida que tinha antes da Brenda aparecer.

Tive tempo pra muita autorreflexão. Cheguei na conclusão que durante nosso relacionamento, amei o Marcelo mais do que ele me amou. Claro, ele me perseguiu, foi atrás de mim, lutou por mim. Mas quando saí dele, ele buscou conforto nos braços de outra mulher. Foi capaz de jogar fora o que tínhamos em meros dias pra estar com outra mulher. E nos seis meses que tínhamos estado separados, não tive pensamentos de estar com mais ninguém além do Marcelo.

Ele era meu marido. Minha alma gêmea. Meu verdadeiro amor. E ele me largou. Por minha causa. Por causa da minha fraqueza. Minha própria insegurança e raiva.

Tudo isso era minha culpa.

**

**(Papai)**

Tinha feito a escolha certa.

Claro, alguns podem não entender. Mas ter minha filha como minha parceira de trepada foi a melhor escolha que já fiz.

Nunca tinha me sentido tão feliz, tão livre, tão realizado como me sentia quando tava com a Brenda. Fazendo coisas de pai-filha. Indo às compras. Vendo filmes. Comendo ela três ou quatro vezes por dia. Sabe, coisas típicas. Sei que parece ruim, mas não era nossa culpa sermos atraídos um pelo outro. Tava no nosso sangue.

Tinha parado de lutar contra meus impulsos sombrios. Amava comer minha filha de corpo gostoso. Ela me realizava de um jeito que nenhuma mulher tinha antes. Não importava que ela era minha filha. A Brenda era a mulher mais sexy que já conheci. Só... aqueles peitos, e aquela bunda, e aquele rosto, ela era o pacote completo. E era minha filha de 18 anos!

Busquei mudar os maus hábitos da Brenda. Era por isso que não sentia mais culpa em comer ela. Era por uma boa causa. Fiz tudo que podia pra transformar ela num membro efetivo da sociedade. Mas ela ainda era uma vadia. Então tinha que pegar pesado com ela... pesado mesmo.

Toda vez que saíamos, tinha que ser a sombra dela. Ela simplesmente não conseguia se controlar. Se deixasse ela sozinha por até um minuto, algum cara emergiria do nada e flertaria com ela. Tinha que ir até a Brenda, colocar meu braço em volta dela, e deixar todo mundo saber que eu era o papai dela. Mas era tanto trabalho. Em todo lugar que ia via caras comendo a Brenda com os olhos. Tava começando a entender por que a Brenda era tão vadia. Os caras ficavam em cima dela! Então tinha que mandar sinais pra assustar esses caras.

Na fila do cinema lotado, tinha que colocar minha mão embaixo da sainha da minha filha e apertar a bunda dela possessivamente. Talvez passar os dedos por baixo da calcinha fio dental e pela rachinha da bunda. E se realmente tivesse que mandar uma mensagem, enfiava dois dedos no cu dela, deixando todo mundo saber que ela não era pra ser mexida. Sempre tínhamos que sentar na última fila no cinema, porque se não algum tarado sentaria atrás de nós na próxima fila e ficaria olhando pro decote da Brenda. Mas mesmo quando sentávamos atrás, alguns babacas achariam uma razão pra sentar bem do lado dela. Então a Brenda tinha que abrir minha calça e me chupar durante os créditos de abertura, assustando eles.

Eu via caras comendo ela com os olhos do outro lado do restaurante, então enfiava meus dedos por baixo do jeans dela e deixava bem óbvio que tinha dois dedos na buceta jovem. Ela mordia o lábio, batia na mesa com os punhos, e grunhia um orgasmo violento. E o engraçado era que nos conhecíamos tão bem, que tudo isso era ideia dela. Ela me disse pra dedilhar o cu dela. Ela me disse pra fazer ela chupar meu pau. Ela me disse pra dedilhar ela. Ela sabia a punição que precisava, e eu tinha que fazer, pra expor a natureza vadia dela, fazendo ela gozar em público, envergonhando ela expondo que vadia ela era fazendo ela fuder o papai em público, de novo e de novo. Ela tava progredindo.

De repente, parecia tão insegura de qualquer compra que fazia. Tinha que ter minha opinião sobre tudo. Era por isso que eu e ela íamos às compras de calcinha com frequência. O gosto dela tendia pro minúsculo. Pro safado. Pro estilo 'puxa meu fio dental acima da bainha do jeans e deixa todos os meninos verem'.

Ficava extra safada quando comprávamos calcinha dela. Via homens comprando coisas pras esposas, e fazia tudo que podia pra atrair a atenção deles. Tinha que mandar ela pra outro lado da loja pra evitar as cantadas.

Se recusava completamente a comprar algo sensato, então acabei tendo que julgar qual fio dental favorecia melhor a bunda dela. Qual fio dental, qual fio-dental fazia ela parecer mais vadia. Ela precisava saber que vadia ela era pra mudar os caminhos. E se tinha que fazer isso, avaliar a calcinha dela, teria que entrar escondido no provador pra poder ter uma boa visão dela. E era lá que punia ela por ser uma vadia safada. Uma provocadora. Provocando todos aqueles homens com a bunda empinada e os peitos balançando. Provocando o papai com o corpo gostoso e calcinha imunda. Um orgasmo gritante normalmente acalmava ela.

Não queria ela festejando em lugares que não conhecia, mas ela era tão festeira que não conseguia tirar isso dela. Uma garota como ela causaria muito estrago se deixada aos próprios dispositivos. Então fazíamos festas na nossa casa. Mantendo ela em casa, perto do Papai, porque eu sabia o que era melhor pra ela. Ela sabia como eu me sentia sobre alguns dos caras com quem andava, então muito poucos meninos acabavam comparecendo. Era principalmente garotas. Garotas da idade da Brenda. Garotas adolescentes jovens e gostosas, garotas tão vadias quanto ela. E fui rápido em aprender que a Brenda ficava feliz em me mostrar apreciação por deixar as amigas dela saírem e festejar e beber na nossa casa. A Brenda ficava feliz em deixar eu mostrar às amigas dela a mesma punição que dava pra ela pelo comportamento vadio.

Puta merda! Não sei onde essas garotas aprenderam essas coisas ou onde tavam quando eu era mais novo, mas caralho essas meninas jovens sabem como foder hoje em dia. Socando outra garota jovem apertada de 18 anos com minha filha esfregando os peitos pelados nas minhas costas enquanto sussurrava encorajamentos no meu ouvido, me urgindo pra comer as amigas dela mais forte, era simplesmente incrível. E as amigas safadas dela! Meu Deus, a Carla e a Alison, caralho essas garotas e seus corpinhos gostosos eram incríveis. Incríveis e loucas pra caralho. Essas garotas eram doidas. Aprendi tudo sobre o que constituía uma noite do pijama com aquelas três vadias. Como qualquer homem poderia recusar uma orgia com quatro com três deusas do sexo vadias de 18 anos? Dá pra me culpar?

E não era só as amigas vadias da Brenda também. Conhecemos uma garota na rua que tava visitando e cuidando da avó doente. Outra garota asiática jovem, 18 anos, Trina, extremamente inteligente, meio certinha, mas ainda muito linda. Ela disse que ia se tornar médica, e era tipo um prodígio já que tava dois anos na faculdade. Não era uma vadia louca tipo minha filha e as amigas. Mas definitivamente dava a vibe de que tava exausta e tava afim de alguma diversão. A avó tava muito doente, e além disso, alguma mulher louca atacou ela assim que entrou na cidade quando pediu direções. Tava claramente sobrecarregada, então a Brenda convidou ela pra relaxar na nossa casa, e ela aceitou. E vamos só dizer que vapor não foi a única coisa que ela tava liberando no final da noite. E nada poderia fazer uma garota se sentir melhor do que cavalgar numa rola gigante por algumas horas numa noite longa e quente e esquecer dos problemas por um tempo.

Não mantive contato com a Fernanda. Ela saiu de mim e se era isso que queria, não ia tentar mudar a cabeça dela. Isso era parte do território de sair. Tinha deixado de sentir qualquer obrigação com ela naquele momento. E a Brenda era mulher mais do que suficiente pra manter toda minha atenção nela. Nunca tinha me sentido tão realizado como me sentia com a Brenda. Não sentia falta da Fernanda tanto quanto provavelmente deveria com alguém com quem tinha sido casado por tanto tempo. A ruptura entre nós foi surpreendentemente limpa e fácil. E não olhei pra trás.

Acho que teve alguma melhora com a Brenda, no que diz respeito à atitude dela. Claro, tenho que bater na bunda gostosa dela toda vez que pego ela sendo safada, mas parecia ser efetivo. Fiz ela refletir sobre si mesma e confessar todas as coisas safadas que tinha feito.

Minha carreira profissional tinha florescido. Meu tempo com a Brenda, criando ela, tinha me mostrado que tinha que ser mais assertivo do que era. Tinha acabado de ser capacho no trabalho, deixando as coisas passarem por mim. Tinha sido promovido a treinador principal do time de futebol do colegial e o time tava num começo recorde. Tava rapidamente me tornando uma lenda da escola através da minha sorte e sucesso, e a palavra era que tava na fila pra subir dentro do corpo docente. Mal sabiam todos que as coisas que me faziam um ótimo técnico foram todas ensinadas pra mim pela minha experiência com minha filha vadia.

***

Eu e a Brenda éramos um time perigoso. Ela ficava pendurada no meu braço em público. Tinha um jeito de encontrar garotas tipo ela, vadias safadas, vadias que precisavam da minha marca de punição. Garotas tipo ela, com problemas com o pai, que precisavam experimentar as consequências das ações. A Brenda abriu meus olhos pra tanta coisa. Como garotas tipo ela amavam homens que eram poderosos. Tipo papais fortes. Ou professores durões. Ou técnicos poderosos. E ela tava certa. E graças à Brenda, metade das cheerleaders do time de futebol americano concordariam. Aquele cara Rodrigo que tinha orientado antes tinha bom gosto. A namorada dele, a Bianca, era uma trepada insaciável. Ela me disse que nunca dava pra ele. Sorri quando percebi que só levou um pouquinho de papo doce de um homem mais velho tipo eu pra fazer aquela vadia abrir as pernas. Claro, tinha terminado um casal feliz, mas ei, com que frequência você tem a chance de comer a rainha do baile... na noite do baile? Com que frequência você tem a chance com a capitã das cheerleaders? Com que frequência você tem uma garota tipo ela sussurrando dicas no seu ouvido sobre como meter até o talo em cada uma das amigas vadias? Com que frequência um cara tipo eu podia encarar essas putinhas e saber que metade delas tinha tido minha porra nelas em algum ponto das vidas? Com que frequência o técnico de futebol é convidado pras festas delas?

Também viajamos, bastante, usando parte do dinheiro que eu e a Fernanda tínhamos guardado pra nossa aposentadoria. Viajamos o mundo, vendo coisas que nunca tinha visto antes, e isso era só as coisas que a Brenda fazia na cama! Minha filha tava do meu lado enquanto viajávamos, vendo as vistas, curtindo os muitos cenários tropicais pelo caminho, ocasionalmente pegando uma gostosa local e mostrando pra ela a confusão que podíamos aprontar juntos. Tipo aquelas duas gatas da praia, nos fios dentais minúsculos. Ambas tavam afim de uma açãozinha Papai-Filha, e caralho, aquelas garotas seguraram a parte delas da barganha. Hmmmmmm, aquela coisa que fizeram com as línguas... Como disse, a Brenda e eu éramos um time perigoso.

Mas com sucesso vem atenção, e a última coisa que precisava era alguém cavando na minha vida pessoal e descobrindo o que tinha estado fazendo. Rapidamente percebi que pra ser um sucesso profissionalmente, precisava colocar minha família em ordem.

Tipo uma boa filha, a Brenda tava bem à minha frente. Já tinha chegado na mesma conclusão que eu, e ela até tinha criado uma solução. Conforme sussurrou no meu ouvido, tremi. O que ela disse foi tão chocante. Tão safado. Tão perfeito.

Fiz uma ligação, uma ligação muito importante, e a voz feminina do outro lado tava tão feliz em ouvir de mim. Ela disse que sabia o quão errado eu tinha sido quando nos separamos, e concordei. Perguntei se ela queria vir pro meu lugar, e ela me disse que poderia estar aqui em algumas horas.

Algumas horas passaram quando finalmente ouvi uma batida na porta. Andei até a porta, abri ela totalmente, revelando a mulher que tinha ligado:

Renata Oliveira.

Deixei ela entrar, colocando minha mão nas costas dela conforme a guiei pra sala de estar. Tava vestida pra matar, uma blusa decotada expondo a extensão de pele leitosa dos peitos. O jeans apertado moldado na parte de baixo, parecendo mais jovem que os 40 anos.

Ela sentou no sofá de dois lugares e sentei no sofá em frente a ela.

— Tô tão feliz que você me ligou — a Renata disse, brincando com o cabelo.

— Tô feliz em te ver de novo — eu disse. — Você tá ótima — eu disse, olhando pros peitos dela.

— Ah, obrigada — ela disse, nada ofendida. Que vadia. — Sua esposa tá aqui? — ela perguntou, não que ligasse. Tava aqui pra me comer de qualquer jeito.

— Sem esposa. Larguei ela — respondi com um sorriso.

— Sério? Isso é uma boa notícia — a Renata respondeu, feliz com a notícia. Teve uma pausa longa antes dela perguntar — Nossa filha tá aqui?

— Sim, ela tá na cozinha, fazendo o jantar — eu disse.

— Ah é? Nunca conheci ela cozinhando na vida — a Renata respondeu.

— Bom, por cozinhar, quero dizer pegando um pedaço de pizza que pedimos — brinquei, fazendo a Renata rir.

— É o máximo de cozinhar que ela vai fazer — a Renata acrescentou com um sorriso.

— Bom, Renata, a parada é essa: eu consegui. Achei um jeito de controlar o comportamento dela. Ela tá em casa quando mando ela estar, e ela faz o que eu digo. Posso ainda fazer algo dela — disse pra ela com orgulho.

— Você tá brincando — a Renata disse.

— Brenda, vem aqui! — chamei. Ouvi ela andando em direção a nós. Ela emergiu pra mãe dela poder ver. Tava usando jeans apertado azul claro, pintado nela. Tava usando um par de tênis All Star pretos, amarrados firme. Tava usando uma regata preta apertada que se moldava nos peitos enormes. Também tinha um moletom cinza, que deixou aberto. Parecia tão linda quanto sempre, mas nenhuma dessas coisas foram o que a Renata notou primeiro.

A primeira coisa que a Renata notou foi que a barriga da filha tava inchada pra fora, esticando a regata, saliente no sexto mês de gravidez.

— Oi Mamãe — a Brenda disse.

— Uau, Brenda. Você tem estado ocupada — a Renata brincou. — Então, a Brenda tá se comportando, mas conseguiu ficar grávida? — a Renata perguntou brincando.

— Quer ver como fiz? Como consegui ela fazer o que eu digo? — perguntei firmemente.

— Claro — a Renata disse curiosamente.

— Brenda, você sabe o que fazer — disse pra ela, mas ela tava bem à minha frente. Abriu o zíper do jeans, puxou até as coxas, e se curvou sobre meu colo, descansando a barriga grávida entre minhas pernas, a bunda apontada pra cima, usando o fio dental rosa favorito.

— O que é isso? — a Renata perguntou, confusa, mas com os bicos duros.

— É assim que eu puno ela — expliquei. — Brenda, como você foi safada hoje? — perguntei, levantando minha mão.

TAPÃO!

— AHHHH! Quando saí pra fazer compras, conheci esse cara. Ele tava comprando com a esposa, mas continuava me comendo com os olhos — a Brenda disse.

TAPÃO!

— FUHHHH! Fui em direção ao banheiro, e ele escapou pra me seguir.

TAPÃO!

— MERDA! Parei no corredor pros banheiros, e não tinha ninguém lá. Coloquei minhas mãos na parede e esperei ele.

TAPÃO!

— AHHH! Ele chegou por trás de mim e esfregou minha barriga de grávida. Então pegou meus peitos por um tempinho e esfregou a rola na minha bunda.

TAPÃO!

TAPÃO!

TAPÃO!

— DESCULPA PAPAI, DESCULPA TANTO! Percebi o que tava fazendo e escapei. Também, outra pessoa apareceu e interrompeu, mas escapei e vim direto pra casa. Desculpa.

TAPÃO!

TAPÃO!

— Nunca deixe acontecer de novo! — ordenei.

— Não vai, Papai, não vai — a Brenda implorou.

— O que é isso? — a Renata perguntou, os olhos arregalados de choque.

— É isso que acontece com garotas safadas que precisam de punição — expliquei. Podia ver as engrenagens girando na cabeça da Renata.

— Brenda, quem é o pai do seu bebê? — a Renata perguntou.

— Ora, o Papai é, claro — a Brenda riu.

— O quê? — a Renata ofegou.

— É assim que o Papai me mantém comportada, Mamãe. Ele sabe que não consigo evitar abrir as pernas pros meninos. Então ele me mantém satisfeita. Ele fez um sacrifício enorme só por mim. Ele largou a esposa por mim. Ele me pune por todas as coisas ruins que faço. Ele me come em cada buraco, me dá palmadas, e me deixa grávida com o bebê dele. É assim que ele me fez me comportar. É assim que ele me fez ouvir — a Brenda explicou.

— Brenda... isso não tá certo — a Renata gaguejou, levantando. — Vocês não deveriam estar fazendo isso.

— Mas Mamãe, é isso que eu queria — a Brenda sorriu malignamente.

— Marcelo, isso é tão errado. Você sabe melhor. Deveria denunciar vocês dois pra polícia — a Renata disse. Mesmo sendo uma vadia, parecia que até ela tinha limites.

— Você sabe melhor que eu que ficar grávida muda a atitude de uma garota. Faz você se arrumar e voar direito. E olha pra ela. Ela não transa mais com metade dos caras da cidade. Ela cresceu. Ela é leal a um homem, e esse homem sou eu. O 'Papai' dela. É isso que queríamos. É isso que uma mulher adulta faz. Então isso é errado, Renata? Ou é possível que seja o único jeito de gerenciar uma vadiazinha tipo nossa filha querida? Talvez seja isso que você precisava. Você precisava de um homem pra assumir, punir você por todas as coisas safadas que fez, tipo enganar caras pra deixar você grávida — eu disse. Os olhos dela encontraram os meus, o segredo dela exposto.

— Renata, você precisa fazer uma escolha agora. Você viveu uma vida indisciplinada por anos, e olha onde você tá. Solteira, sozinha. Acho que você precisa de alguém pra te guiar, pra fazer você confessar todas as coisas safadas que fez — eu disse.

— Marcelo, nunca soube que tinha esse lado de você — ela explicou.

— Eu sei como vadias tipo você pensam, Renata. Você age mortificada sobre o fato de eu ter comido nossa filha, mas acho que é mentira. Você tá excitada com isso, não tá? Aposto que sua buceta tá encharcada — eu disse, na ofensiva.

— Não! Claro que não! — a Renata disse, os bicos aparecendo pela blusa.

— Acho que tá. Acho que você tá com ciúmes. Com ciúmes da sua filha porque ela fez o necessário pra me pegar. Ela me fez voluntariamente fazer uma criança com ela, não me enganar tipo você fez. Você quer provar que é melhor. Você quer outra chance comigo. Bom, pode conseguir. Você pode descer esse jeans, expor a bunda de fio dental, e se curvar sobre meu colo, tipo a Brenda fez. Você precisa aceitar sua punição. Você sabe que quer isso. Você acha tão gostoso que tô comendo a Brenda. Você é uma vadia, e vadias gostam safado. Você precisa aceitar isso. Então, eu, você e a Brenda, podemos ser a família que éramos pra ser — expliquei.

A Brenda saiu do meu colo enquanto observava a Renata. O peito dela tava agitado, os peitos maduros transbordando da blusa. O peito tava corado, e os bicos tavam latejando. Tava claramente excitada. Dei tapinhas nas coxas convidativamente. A Renata tava olhando, e pro meu pau inchado. Ela me olhou nos olhos.

Ela iria sair furiosa, expor meu caso secreto e arruinar minha vida nova? Ou se juntaria a nós?

Assisti ela me olhando com raiva, mas sabia o que faria. Com raiva, abriu a calça, baixou até as coxas, e se curvou sobre meu colo, expondo a bunda pra mim.

— Você quer isso, não quer? — perguntei, passando os dedos pelas nádegas firmes e empinadas, e o fio dental branco correndo entre as nádegas. A virilha e as coxas dela tavam absolutamente encharcadas.

— CARALHO, SIM! Eu preciso. Eu quero você, Marcelo. Quero entrar! Quero que você me puna, me puna por todas as coisas ruins que fiz! É tão gostoso que você tá comendo sua própria filha. Eu amo! É tão safado! E eu também! Eu preciso! Preciso que a gente fique junto! Quero que a gente seja uma família! — a Renata implorou, rebolando a bunda no meu colo.

— Ah, seremos — eu disse, sorrindo pra Brenda. Pairei minha mão sobre a bunda da Renata.

TAPÃO!

**

**(30 Minutos Depois)**

TAPÃO!

Dei um tapa na bunda da Renata enquanto metia a rola nela. Passei os dedos pela bunda cremosa, agora inchada e vermelha depois do que fiz. Olhei pra baixo onde a bunda dela batia na minha virilha. Minha virilha agora pelada, depilada por sugestão da Brenda. Lá no lugar tinha uma tatuagem de uma única palavra, tatuada na mesma fonte da tatuagem na bunda da Brenda. A palavra era:

Papai.

— AHHH! É tão bom! — a Renata disse, liberando a boca por um segundo antes de voltar ao trabalho.

Olhei pra cima pra ver a cabeça da Renata entre as pernas da filha, lambendo furiosamente a buceta da Brenda. Olhei pra cima pra Brenda, deitada pacificamente, a mão na cabeça da mãe enquanto a mãe chupava a buceta. A barriga inchada de grávida tava pelada e parecia incrível. Os peitos tinham inchado ainda maiores do que eram antes, e a Brenda tava brincando com eles, aumentando o próprio prazer. Assisti as costas dela arquearem conforme a mãe talentosa fazia ela gozar com os lábios, boca e língua.

— ISSOOOO! — a Brenda gritou.

— Você gosta disso, Brenda? Você precisa de uma mãe, não precisa? — perguntei.

— Sim, Papai! Eu preciso de uma Mamãe boa. Preciso de uma Mamãe por perto em casa, tratando a filha dela tipo uma princesa tipo o Papai faz. Sua vida não é mais sobre seu prazer, vadia. É sobre o meu. Você tá aqui pra facilitar minha vida, Mamãe. Você tá aqui pra cozinhar e limpar pra mim e pro Papai, porque eu odeio essa merda, então preciso que você faça pra eu não ter que fazer. Você tá aqui pra chupar minha buceta, tipo deveria ter feito antes. Isso mesmo, Mamãe. Você pertence bem aqui, chupando minha bucetinha doce. Eu tenho gosto de doce, não tenho? — a Brenda disse.

— SIIIMMM! — a Renata disse, abafado, a boca cheia de buceta.

— Você faz o que eu mando, Mamãe. Você tá na cama minha e do Papai porque eu deixo. Porque essa boca sua foi feita pra algo além de reclamar comigo. Você pode dar pro Papai porque eu deixo. Você precisa fazer seu dever como Mamãe e dar bem pro Papai então ele pode tirar as mãos da princessinha dele por um tempinho pra ela poder fazer as coisas. Pra ela poder ser um membro funcional da sociedade, e não ficar na cama o dia todo. Só a maior parte do dia. Não se engane, Mamãe. Eu sou a número um do Papai. Sou a principal. Não esquece disso. Qualquer pau que você conseguir, qualquer bebê que ele te der, é só porque eu deixo. E só vou deixar se você fizer um bom trabalho — a Brenda continuou.

— Você tá aqui pra fazer o sexo que tenho com o Papai melhor, tá? Se ele tá comendo minha buceta, é melhor você estar chupando meu cu! Se ele tá comendo meu cu, é melhor você estar chupando minha buceta. Se o Papai tá chupando um bico, quero você chupando o outro. Entendeu? — a Brenda gemeu.

— SIMMMM! — a Renata gemeu.

— É tão bom que você finalmente descobriu que você pertence aos meus pés, Mamãe — a Brenda acrescentou convencida.

Deslizei pelas costas da Renata e alcancei por baixo, pegando os peitos maduros mas ainda incrivelmente empinados nas mãos.

— Você gosta disso? — rosnei no ouvido dela.

— Sim! — a Renata ofegou.

— Você quer que eu goze em você, te dê outro bebê? — perguntei.

— SIM! AI, CARALHO! SIM! — a Renata gritou, gozando na minha rola, a buceta tremendo de prazer. Foi suficiente pra me mandar além da borda.

— Bom, vai ter que esperar — sussurrei. Com isso, tirei da Renata, e rapidamente rastejei pela cama. Coloquei a ponta da minha rola na boca da minha filha.

— AHHHHHHHHHHH! — gritei, disparando minha porra na boca da minha filha em ondas, enchendo a boca com meu esperma.

Era sempre uma visão tão emocionante assistir minha porra enchendo a boca da minha filha sexy. Só a ideia da minha porra cremosa cobrindo a língua, enchendo a boca até a borda, e assistindo ela girando, saboreando antes de engolir num grande e fofo gole... uau, era suficiente pra me manter duro mesmo depois dos orgasmos fortes que ela sempre me dava. Era emoção suficiente que nem consigo contar quantas vezes tinha forçado ela de joelhos e feito ela me chupar. Chupar até eu acabar, chupar até eu cobrir a língua com minha semente grossa. E ela sabia o quanto eu curtia a visão. Às vezes, brincava comigo. Mantinha a boca cheia de porra pelo que parecia eras, me provocando não engolindo minha gozada cremosa e espumante. Ela sorria convencida com a boca cheia. Às vezes deixava a porra escorrer da boca, cobrindo o lábio inferior carnudo. Era a visão mais sexy. Ela me fazia esperar, prolongava e me provocava, até finalmente, abençoadamente, ela engolia minha semente grossa num gole limpo. Sempre mandava um arrepio de tesão por mim.

A Brenda mudou dessa vez. Engoliu minha porra tipo uma boa vadia direto da fonte conforme explodia de mim, ao invés de me provocar com ela. Meu pau continuou bombeando conforme a Brenda tirou da boca. Olhei pra baixo pra ela, curioso sobre o que tava fazendo. Ela olhou pra cima pra mim, os olhos brilhando com diversão que só pode ser compartilhada por amantes perfeitamente combinados no auge da luxúria. Um olhar compartilhado por duas pessoas que topam qualquer coisa.

— Cobre meu rosto, Papai. Mostra pra Mamãe que sou a menina do Papai e cobre meu rosto com sua porra — a Brenda gemeu. Não podia culpar ela por querer fazer um show na frente da mãe vadia. Obedeci conforme ela apontou meu canhão pro rosto, os jatos de porra disparando cobrindo as bochechas em porra quente, pegajosa. Era uma visão do sexo puro e fodido que nós dois adorávamos.

— Não é justo — a Renata gemeu, assistindo essa exibição depravada de incesto.

— Se você puder provar pra gente que pode mudar, parar de ser uma vadia e se dedicar a um homem, então vou te dar um bebê. Dar pra Brenda um irmãozinho ou irmãzinha. Mas até lá, você tem que esperar. Entendeu? — exigi.

— Sim... Papai — a Renata disse, acenando em compreensão.

Olhei pro meu trabalho. Tinha acabado de fazer a rara ménage mãe-filha, a ménage mais safada possível, com minha própria filha e a mãe dela, e fazendo isso, criei a família que tinha faltado na minha vida. Precisava delas duas. Precisava da Brenda. Precisava da Renata. E essas duas vadias seriam capazes de me dar todos os bebês que pudesse pedir. Tava feliz. Tava realizado.

Tinha ido de, meros meses atrás, estar feliz casado e sem filhos pra agora ter uma ménage com minha trepada da faculdade e uma garota de 18 anos da rua que por acaso era minha filha.

Que porra tinha acabado de acontecer comigo?

**

**(Fernanda)**

Tava num lugar bem ruim por um tempo. Coloquei na cabeça que pelo meu próprio bem... tinha que espionar o Marcelo. Tinha que descobrir o que tinha acontecido, que talvez não fosse eu que tava errada. Que talvez o Marcelo tivesse mudado. Que a Brenda tinha infectado ele com os jeitos corruptos e malignos. Tinha que ver se talvez, só talvez, eu não tinha cagado tudo, não tinha sabotado minha própria vida. Que talvez o Marcelo fosse o único que tinha virado contra mim.

Ainda amava ele e desesperadamente queria ele de volta. Queria a vida que tínhamos antes da Brenda aparecer e arruinar tudo. Queria o Marcelo que existia antes dele saber que tinha uma filha, e toda a lealdade dele mudou de mim pra ela. Não tava torcendo pro Marcelo ter se tornado um babaca malvado, tava torcendo pra ver que era a Brenda que tinha mudado ele. Tava torcendo que ele sentisse que o dever como pai tinha precedência sobre mim, que mesmo amando e me preferindo, se sentiu obrigado a ficar do lado dela depois que dei meu ultimato. Tava torcendo pra ver o rosto dele, e ver que ele sentia arrependimento sobre o que tinha acontecido com a gente. Tinha que ver ele. Tinha que ter um brilho de esperança que o amor da minha vida ainda se importava comigo.

Continuei dirigindo pela casa esperando ver eles. Por dias dirigia passando, mas nunca pegava um vislumbre deles. Só via os carros, estacionados na garagem, nunca saindo. Tinha outro carro lá, um que não reconhecia, que tava sempre lá também. Dirigia passando cinco vezes por dia, torcendo pra só ver algo. A única ação que vi foi que numa noite, a casa parecia estar hospedando uma festa muito barulhenta com carros estacionados pela rua toda. Vi muita gente jovem lá da idade da Brenda, então parece que o Marcelo era muito permissivo com ela. Continuei vendo garotas entrando e saindo da casa usando essas roupas sujas, positivamente vadias, me fazendo pensar como qualquer pai deixaria as filhas saírem em público vestidas assim. Essas garotas tavam bebendo, fumando cigarro e o que parecia ser maconha. O Marcelo era aparentemente muito, muito permissivo. Provavelmente poderia ter chamado a polícia e mandado acabar com a festa, mas não queria colocar o Marcelo em problema. Nunca ousei me aproximar da casa também, com medo de ser pega. Só sentei e observei.

Por muito tempo, só observei, nunca vendo sinal deles. Então um dia, tipo qualquer outro dia, tava dirigindo pela casa. Não vi sinal deles de novo mas conforme dirigi adiante, olhei pro lado e assim mesmo, vi o Marcelo e a Brenda, andando à minha frente na calçada. Mas não tavam sozinhos. Tinha outra pessoa com eles. Uma mulher.

Engoli seco e encostei no lado. Conforme virei pra olhar pra eles, eles viraram e entraram num parque. Perdi de vista, então sentindo que precisava arriscar pra dar uma olhada no Marcelo, saí do carro e fui seguir eles.

Entrei no parque de uma direção diferente da que eles entraram então não me veriam. Era um parque grande, então era fácil se esconder. Era um parque legal e aberto, com muito gramado e árvores e lugares pras pessoas relaxarem. Andei um pouco, procurando por eles, até olhar pelo parque e ver eles. Achei um banco por perto e sentei pra observar.

**

**(Fernanda)**

Meus olhos arregalaram conforme encarei eles pela primeira vez, por algumas razões. A primeira coisa que chamou minha atenção foi a barriga inchada da Brenda. Engoli seco com essa visão. Aqueles velhos sentimentos de inadequação ferveram dentro de mim de novo. O fato daquela vadiazinha poder carregar vida na barriga, que ela tava vivendo meu sonho, que ela poderia tão casualmente estar grávida, como se estar grávida fosse a coisa legal, descolada e da moda pras garotas da idade dela estarem fazendo. Ela tava desfilando, exibindo a barriga de grávida orgulhosamente na regata apertada como se a gravidez fosse uma declaração de moda. Ela nem ligava! Ela nem ganhou o direito de ter filhos! Era só uma vadiazinha que ficou prenha de algum idiota que ela nunca mais vai ver.

E a pior coisa era que a Brenda tava com uma aparência foda. Ela tava radiante. Tava brilhando na gravidez, e isso fazia ela parecer ainda mais linda do que antes. Ainda ficava ótima nas roupas da moda. Tudo ainda servia nela e valorizava o corpo. Ela não ficou toda gorda e inchada tipo algumas mulheres ficam. Não, ela só tinha uma barriguinha fofa e saliente. Mas fora isso, parecia a mesma. Que vadia do caralho.

Olhei além dela pro Marcelo. Olhei pro rosto bonito, esperando ver o mesmo arrependimento que eu sentia. Mas não vi nada disso. Ele parecia incrivelmente seguro de si, incrivelmente orgulhoso de si mesmo, incrivelmente satisfeito, incrivelmente... feliz. Nunca tinha visto ele parecer tão relaxado, tão em paz consigo mesmo. Isso fez meu coração afundar. Não vi arrependimento. Não vi saudade pela esposa perdida. Ele só parecia feliz consigo mesmo. Orgulhoso da filha. E olhei pra mão dele, e percebi que tava unida com a mulher em pé ao lado dele.

Olhei pra ela, e engoli seco de novo. Meu marido tava com outra mulher, e ela era linda. Era bonita, reconhecidamente mais bonita que eu. O cabelo parecia perfeito, como se ela gastasse muito dinheiro mantendo perfeitamente estilizado. Olhei pro corpo dela, e não parava. Os peitos eram enormes. Parecia ter minha idade, então era chocante pra mim que os peitos pudessem ainda ser tão firmes e empinados. A blusa branca tava aberta pra mostrar só um pouco da decotagem incrível. A barriga era sarada e firme, e as pernas eram longas e lisas. O jeans estiloso grudava nela, mostrando as pernas longas e quando virou pra encarar o Marcelo, notei como o jeans grudava na bunda incrível. Olhei pra cima a tempo de ver ela subir nas pontas dos pés e dar um beijinho suave. Um beijo que era obviamente um compartilhado por dois amantes. Duas pessoas que eram muito íntimas uma com a outra.

Senti um nó no estômago com isso. A última coisa em que ele tava pensando era em mim. Ele tinha seguido em frente. Tava com essa mulher nova e a vadia da filha, e não podia estar mais feliz. Não podia estar mais satisfeito.

A mulher virou, e agora o Marcelo tava flanqueado pelas duas mulheres da vida dele. Encarei as duas, e percebi que tinham muito em comum. Tinham corpos similares, rostos similares, olhos similares. Até tinham maneirismos similares.

Puta merda! É a Renata Oliveira! Aquela vadia que enganou meu marido pra deixar ela grávida numa trepada de bêbado agora tava com minha alma gêmea. Agora tavam juntos. Agora tavam namorando. E julgando pelo beijo cheio de luxúria que tinham acabado de compartilhar, agora eram amantes. O Marcelo tava com a mãe da filha, formando essa família nova e fodida. Por todas as contas, pareciam uma família perfeita e linda. Mas eu sabia o quão malvada a Brenda era, e a mãe não era santa também. Mas o Marcelo tinha escolhido elas, e me deixou no chinelo. Era loucura!

Mantive meus olhos neles por muito tempo. Assisti eles andarem preguiçosamente pelo parque. Assisti conforme eram repetidamente parados e entravam em conversas com pessoas aleatórias. Assisti conforme garotas da idade da Brenda paravam pra conversar. Assisti casais felizes pararem e conversarem com essa família aparentemente perfeita. Essas pessoas se juntavam e riam junto com as personalidades contagiantes do meu marido e da Brenda e da Renata. Assisti conforme uma mulher de aparência profissional era sugada por essa família aparentemente amorosa e vivaz. Assisti essa profissional total ser puxada pelo comportamento extrovertido da Brenda. Assisti conforme a Brenda convidava essa mulher pra sentir a barriga de grávida. Assisti essa mulher felizmente aceitar e felizmente sentir o estômago dessa garota adolescente. Assisti ela elogiar a Brenda, empolgada pelo parto iminente. Ninguém tava olhando pra Brenda por baixo por ser uma grávida de 18 anos. Ninguém tava enojado por esse ato descarado de irresponsabilidade. Todos tavam empolgados por ela. Felizes que essa vadia adolescente tava trazendo uma vida nova no mundo. Orgulhosos que essa vadiazinha tinha ficado grávida.

Tive que virar. Fervi nos meus pensamentos por muito tempo. Parecia que o mundo tinha sido virado do avesso. Todas as regras que pensava entender foram viradas de cabeça pra baixo. A Brenda era uma vadia! Mas, ninguém parecia ligar. Todo mundo tava feliz por ela. Ela não tava em posição de criar uma criança na idade dela. Mas todos tavam cegos pros defeitos por causa da boa aparência, corpo ótimo, e o carisma incrível. Sentia que era a única pessoa sã que sobrou. Era uma pessoa lógica e de pensamento claro. Mas, essa vadiazinha burra tinha invadido minha vida, me empurrado pra fora, tomado meu lugar, e ninguém odiava ela por isso! Ela tinha essa vida perfeita. Tinha quebrado todas as regras. Era uma vadia! Uma desistente! Uma putinha maldosa e rancorosa! E ela tem a vida perfeita. Tem uma casa grande e legal e tinha trazido os pais de volta juntos, unidos por ela. E tava brilhando, grávida de criança. Tinha uma família amorosa, uma casa perfeita, uma vida perfeita. E eu fui deixada em ruínas, e tinha tentado fazer todas as coisas certas. Não tinha justiça aqui! Isso era tão contra tudo que pensava que o mundo era.

Não tinha mais ninguém pra mim. Sem família. Sem emprego. Sem amigos. A Brenda tinha amigos. Tinha família. Tinha amigos. Tinha amor na vida que eu não tinha, e isso me deixava tão... frustrada! Como minha vida deu errado?

Fui tirada dos pensamentos quando alguém sentou no banco ao meu lado. Olhei pra cima e meus olhos arregalaram conforme percebi que sentada ao meu lado tava a Brenda. Encarei ela como se tivesse encarando um fantasma. Minha boca abriu. Não tinha ideia do que dizer.

— O que você tá fazendo aqui? — a Brenda perguntou, parecendo enojada. Não sabia como responder. Olhei além dela pra ver o Marcelo e a Renata longe conversando com outro casal.

— Eu... eu... eu... — gaguejei.

— Você tá tipo, perseguindo a gente, ou algo assim? Você tá sendo uma psicopata? — a Brenda cuspiu.

— Não, uh, é só que... — gaguejei de novo. Não tinha resposta e ela sabia disso.

— Você queria ver o Papai? É isso? — a Brenda perguntou, o tom suavizando. Olhei pra ele de novo, e ela fez o mesmo.

— Ele tem tudo que sempre quis. O Papai nunca foi tão feliz — ela disse com um sorriso no rosto, olhando de volta pra mim, as palavras aparentemente amigáveis, mas pude sentir a verdadeira malícia nas palavras. Senti a escuridão e o mal dentro dela. Ela viu minha expressão cair. Senti como se um peso de chumbo tivesse sido largado no meu estômago.

— Você tá bem, Fernanda? Você tá triste? Você deveria estar feliz por ele. Ele tem tudo que sempre quis. Eu sei que ele teve que te largar pra conseguir isso, mas você ainda deveria estar tão feliz que ele tá feliz. Você sabe lá no fundo que ele tomou a decisão certa pra ele. Você deveria ter abraçado ele e agradecido ele no instante que ele te largou... quando você viu como ele tava feliz comigo — a Brenda disse, de novo o tom doce escondendo a verdadeira escuridão.

Lágrimas incharam nos meus olhos. Não tinha nada que pudesse dizer pra enfrentar ela. Não sei por que tava tão intimidada por essa garota adolescente. Meus olhos foram atraídos pra barriga de grávida.

— Ah... você gosta? — a Brenda disse com um sorriso, exibindo o estômago saliente. — Eu sei que sou jovem, mas tô tão pronta pra ser mamãe! O médico disse que sou tipo, super fértil. Acho que não deveria ter sido tão... imprudente. Mas você sabe como fica, quando você perde todo o controle. Bom, talvez você não saiba. Mas o Papai tá tão feliz por mim. Ele mal pode esperar pra ter um bebê em casa. E a Mamãe tá tipo, com tanto ciúmes. É incrível! — ela disse empolgada.

Ela sentou pra trás e puxou a blusa, expondo a pele nua do estômago.

— Quer sentir? — ela perguntou.

— Uh, eu, uh, eu não, uh... — gaguejei.

— Sente — ela disse firmemente, quase um comando. Não conseguia me mexer. Ela calmamente se moveu pra frente, agarrou meus pulsos, e trouxe minhas mãos pro estômago de grávida. Minhas mãos tavam espalhadas no estômago. Pude imediatamente sentir a vida crescendo na barriga, girando. Senti o bebê chutar nas minhas mãos, e uma lágrima desceu pela minha bochecha. Sentir um bebê chutando era algo que sempre quis sentir, mas não podia. E agora tava sentindo esse chute na barriga de uma vadia adolescente. Meu sangue tava fervendo mas ainda tava congelada.

— Isso mesmo. Continua sentindo, Fernanda — a Brenda disse.

— Não quero te ver de novo — a Brenda disse friamente. — Você tá sendo bem psicopata. O Papai seguiu em frente, e eu nunca precisei de você. Isso é o mais perto de ter uma família que você vai ter, sua vadia estúpida. Então, quero que você fique feliz por mim. Viva através de mim. Você nunca vai ter um bebê, então a única coisa que mulheres tipo você podem fazer é olhar pra gente, garotas bonitas e jovens que ficam grávidas e desejar ser a gente. A gente pode fazer os bebês, a gente pode ter os bebês, e você não. A única coisa que mulheres tipo você podem fazer é ficar felizes pela gente, passar por essa experiência de fora, viver através da gente. Você não pode ser a gente. Você não pode criar o bebê. A única coisa que pode fazer é ficar longe. Tagarelar pros amigos que você tem sobre mim. Me idolatrar pra caralho, deixar claro que deseja ser eu. Deixar claro que idolatra uma garota de 18 anos pras suas melhores amigas, deixar elas verem o quanto você é uma fracassada de verdade. Você pode mandar dinheiro, mandar presentes pro bebê, mandar um cartão no Natal. Mas você não vai ter parte nas nossas vidas. Você não pode vir aqui. Você não pode ver o bebê. Você não pode ver o Papai. E isso é pro melhor. Porque ver a gente vai piorar pra você. Tudo que você pode fazer é sentar no seu apartamentozinho de merda e desejar ter a vida que eu tenho. Isso é o mais feliz que você vai ficar. Isso é o mais perto que você vai chegar do Papai. Isso é o mais perto que você vai chegar de mim. Essa é a última conversa que vamos ter. A única coisa que pode fazer é mandar presentes, ficar feliz pela vida que tamos vivendo, e torcer que talvez eu mude de ideia.

Tava congelada no lugar, incapaz de dizer qualquer coisa, pega de surpresa por como ela era verdadeiramente fria.

— Então sente minha barriga de grávida. Sente bem, vadia. Porque é o mais perto que você vai chegar de ter um bebê. Lembra desse sentimento e sonha que era você carregando o bebê. Passe o resto da sua vida desejando ser eu. Passe o resto da sua vida fantasiando sobre esse sentimento. Passe o resto da sua vida tendo ciúmes de mim e da vida perfeita que tenho. Então você vai me agradecer pelo prazer de sentir minha barriga. Você vai me parabenizar por ficar grávida. Entendeu? — a Brenda disse. Ela olhou pra mim, esperando uma resposta conforme minhas mãos sentiam a barriga.

Não conseguia pensar. Tava congelada, de alguma forma intimidada por essa vadia de 18 anos. Mas, ela tava certa. Tinha ciúmes dela. Trocaria tudo pra estar no lugar dela. Com filho, compartilhando uma casa com meu amor. Ela tinha perfeito e eu odiava ela pra caralho por isso. Nunca ia conseguir nada tipo o amor que já tive com o Marcelo. A única coisa que podia torcer era pro Marcelo mudar de ideia. E... a única forma de fazer isso era chegar perto deles de novo. E a única forma de fazer isso era dar pra Brenda o que ela queria.

— Parabéns, Brenda — resmunguei. — Obrigada por me deixar sentir sua barriga.

Ela sorriu pra mim, convencida, como se tivesse vencido a guerra que tínhamos travado. E ela tinha vencido, facilmente, sem luta minha. Não tinha base pra me sustentar.

A Brenda ficou em pé na minha frente, puxando a camisa sobre a barriga, me forçando a olhar pra cima pra ela. Ela olhou de volta pra mim.

— Se fode, Fernanda. Vai pra casa. Nunca quero te ver de novo — a Brenda disse, zombando de mim tipo se eu fosse lixo. Ela virou e saltitou em direção aos pais. Olhei pra ela, e notei como a calcinha fio dental tava obscenamente exibida acima da barra da calça, um rabo de baleia, apropriado pra uma vadia tipo ela. O Marcelo permitia a filha se vestir desse jeito. Ele tava feliz em deixar ela se vestir tipo vadia. E ela fazia, até na frente do próprio pai. E ele não ligava. Não incomodava ele nem um pouco. Ele não ligava que a filha exibia orgulhosamente que era uma vadia enorme. Ele não ligava que era forçado diariamente a encher os olhos daquele corpo ridículo. Minha mente pulou pra uma conclusão estranha. Será que... não, não é possível. Ele tinha mudado, mas não tinha se tornado tão depravado.

Tinha imaginado sobre o que faria quando confrontada com a Brenda. Tinha imaginado todas as coisas que diria pra ela. Mas quando o momento chegou, não fiz nada. Recuei, me curvei ao capricho de uma garota de 18 anos. Me senti tão pra baixo. Me senti tipo uma fracassada.

As palavras duras eram verdade. Nunca sentiria a alegria que ela tava sentindo. Nunca sentiria o presente de dar à luz. Passaria pela vida, sonhando com um sentimento que nunca teria. Era triste, mas verdade.

Olhei pra cima pra onde o Marcelo e a Renata tavam, mas a Brenda e eles já tinham ido embora há muito tempo. O Marcelo tava fora da minha vida. Ele tinha seguido em frente pra uma vida nova. Ele nem ligava pra mim. Não sentia arrependimento. Não sentia nada por mim mais. O único homem que já conheceu a verdadeira eu, o único homem que se importou o suficiente pra conhecer a verdadeira eu, tinha ido embora. Ele tinha visto a verdadeira eu e me largado. Ele tinha visto a verdadeira eu e me rejeitado. O único homem que conhecia a verdadeira eu não queria nada comigo mais. Nunca tinha me sentido tão pra baixo. Tão indesejada. Tão desnecessária.

Sentei no parque por algumas horas, perdida nos pensamentos. Ninguém falou comigo. Ninguém me reconheceu.

Eu tava sozinha.

**

**(5 Meses Depois)**

**(Brenda)**

Nunca percebi o quão importante família era até conseguir uma de verdade. E uma vez que consegui, me perguntei como tinha passado tanto tempo sem a família amorosa que desesperadamente precisava.

O bebê Bruno tava no berço. As pessoas sempre zoavam aqueles pais que davam pros filhos nomes parecidos com o próprio. Chamando eles, sabe, de vaidosos, egocêntricos, mas eu sempre achei tão fofo. E o Bruno era o bebê menino mais lindo e saudável que já tinha visto. Tão fofo, tão tímido, tão pacífico. E ele dormia a noite toda quase toda noite. Ele ia crescer e ser grande e forte tipo o pai. Eu simplesmente sabia.

Eu era tão sortuda. Era mãe! E tinha o Papai pra agradecer por isso.

O Papai tava lá por mim. Segurou minha mão quando dei à luz. Segurou o filhinho dele, e nunca tinha visto ele mais feliz. Tinha dado pra ele o que sempre quis. Tinha dado pro meu Papai o que nenhuma outra mulher tinha: a experiência completa do parto, da concepção ao nascimento. Era o quão próximos éramos. Aquele era um vínculo pra vida. Íamos ficar juntos pra sempre.

Pensei na ex-esposa velha dele, a burra e feia da Fernanda. Apesar de ter dito o contrário, ela ainda seguia a gente por aí. Tinha me assistido, a Mamãe e o Papai andando por aí, a Mamãe empurrando o bebê no carrinho. Ela assistia de longe tipo a covarde que era. Não me incomodava muito. Ela era uma fraca. Me deu um presente pro bebê e um cartão de parabéns, apesar do fato de ter roubado o homem dela. Eu mandava naquela vadia pra caralho. Coloquei as mãos dela na minha barriga e fiz ela me parabenizar por ficar grávida do homem dela e fiz ela me agradecer pelo privilégio. O pensamento de o quanto eu mandava naquela vadia deixava meus bicos duros.

Talvez eu fosse só uma garota sortuda, talvez fossem meus genes fodas, mas o peso da gravidez literalmente derretou de mim! Eu sei, né. Agora aqui tava eu, dois meses pós-bebê, e tava de volta em forma de luta. O único peso extra que tinha sobrado tava nos peitos. E adivinha quem amava isso! Tinha aumentado um tamanho completo de sutiã conforme meus peitos incharam com leite, como se eu precisasse de peitos maiores. E embora o Bruno fosse um bebê muito faminto, tinha a tarefa impossível de drenar o leite das minhas tetas gigantes. Meus peitos tavam cheios demais, mas felizmente, ele tinha ajuda.

Então aqui tava eu, descansando na cama que o Papai fez pra mim, completamente nua, apoiada na cabeceira. No meu peito esquerdo tava o meu papai, as bochechas afundadas conforme drenava meu peito do leite doador de vida. Ele sabia o jeito certo de fazer também, apertando meus peitos, canalizando o leite através do bico e pra dentro da boca sugadora, fluindo pro estômago. Meu peito esquerdo era o favorito dele, pois colocava a cabeça dele ao lado do meu coração. A batida do meu coração empolgado acalmava ele conforme o ato de amamentar frequentemente facilitava ele num sono pacífico pós-sexo. E no meu peito direito tava... minha mamãe.

A Renata tava tão empolgada quanto o Papai, conforme tava vorazmente chupando o leite dos meus bicos duros. Tinha provado, e tenho que dizer, aquela coisa era boa. Tanto o Papai quanto a Mamãe tavam sempre atrás dos meus peitos, alegando que meu leite era viciante. Acho que só gostavam de estar tão perto da filha querida, mordiscando meus peitos incríveis. Passei os dedos pelo cabelo deles, orgulhosa que todas as peças tinham se encaixado.

O Papai tinha mantido a encenação por um tempo, vivendo a mentirinha dele de 'me punir' mesmo que tudo que fazia era me fazer gozar pra caralho. Eu não tinha mudado nem um pouco. Ainda era uma vadia. Ainda flertava pra caralho com todos os garotos. Nunca dava pra nenhum homem, exceto pro Papai. Por que deveria quando tô sendo metida em casa quase o dia todo pra caralho? Ainda assim... deixei alguns caras chegarem perto, tipo aquele pai casado no supermercado que me pegou e... bom... digamos que ele chegou um pouquinho mais longe do que contei pro Papai. Mas fora isso, era a mesma vadia safada que sempre fui. A mesma garota festeira.

O Papai foi quem mudou. Não era mais o pai bravo e culpado comendo a filha apesar de o quão errado era. Ele parou de achar desculpas pra me punir. Era difícil me punir quando eu mal tinha que sair de casa. Passava a maior parte do tempo esvaziando as bolas do Papai, então era difícil entrar em muito problema de outra forma. A fachada logo caiu. A encenação foi largada. Os jogos desapareceram. Ele não sentia culpa em me dar controle, deixando eu mandar no show, me comendo do jeito que eu queria ser comida. Ele aprendeu a fazer o que eu queria que ele fizesse sem eu nem ter que dizer o que fazer. Tinha moldado ele no papaizinho dedicado perfeito.

Nós dois continuamos jogando o jogo, apesar de sabermos que era mentira. Ele amava ter uma filha gostosa pra punir, e eu amava ver o Papai ficar tão... apaixonado... comigo.

Eu tinha um jeito de fazer o Papai fazer o que eu quero. Amava exibir meu paizão forte e grande. E sabia exatamente o jeito de fazer. Tipo aquela vez. Ele tava na garagem, construindo uma cômoda nova pra mim ou algo assim. Tava sem camisa, já que a garagem ficava muito quente. Então tinha ficado todo suado com o trabalho duro, e o suor escorria pelos músculos sarados e sexy de 'Papai', e tudo que conseguia pensar era em lamber o suor dos abdominais. Poderia continuar sobre o quão gostoso ele era, mas isso tava fora de questão. Eu desfilaria pra dentro da garagem, e o clique dos meus saltos fazia ele me notar. Ele olharia pros meus saltos altos, subindo pelas meias-calças brancas grudadas nas minhas pernas firmes. Subindo pras minhas coxas nuas, tão obscenamente expostas. Subindo pra barra da minha sainha minúscula de colegial. Subindo pro meu estômago nu, minha barriga lisa. Subindo pra camisetinha branca minúscula, amarrada apertado embaixo dos meus peitos gigantes. Subindo além da minha decotagem enorme pro meu rosto lindo, perfeitamente maquiado, parecendo uma princesa. Meu cabelo estiloso tava feito em dois rabicho, completando o visual de colegial. O Papai tinha aprendido a amar o visual de colegial.

— Papai — eu disse, mordendo o lábio. — Tava pensando, tipo, tenho sido uma menina má. Então tava pensando que talvez você pudesse me levar pro shopping e me fazer andar por aí com você, parecendo uma vadiazinha colegial. Me faria sentir tão safada se tenho que andar por aí com você, parecendo assim, então todo mundo olharia pra gente e pensaria que sou sua namorada e você é meu namorado, mesmo você sendo na verdade meu papai. Todo mundo olharia pra mim e pensaria que sou sua vadia colegial, porque nenhum pai andaria por aí com a filha parecendo assim. Nenhum papaizinho ficaria tão perto da filhinha safada. E todos pensariam que assim que a gente saísse, estaríamos transando tipo animais. Metendo pra caralho um no outro. Papai... isso me faria sentir... tão... muito... safada — eu disse, olhando pra cima pro Papai enquanto os olhos dele se banqueteavam no meu corpo.

Nem preciso dizer que, algumas horas depois, estaríamos saindo do shopping, sacolas cheias de coisas novas pra mim, rebolando a bunda conforme andava ao lado do Papai, fazendo todas as velhas esposas me olharem com nojo enquanto os homens procuravam uma olhadinha da minha calcinha fio dental embaixo do meu vestidinho minúsculo. E, nem preciso dizer, eu e o Papai estaríamos tão excitados um pelo outro que ele passaria o resto do dia metendo pra caralho em mim.

Nesse ponto, éramos mais que só um papai e uma filha. Éramos basicamente namorado e namorada. Amantes safados. Praticamente marido e mulher. Definitivamente almas gêmeas.

Eu amava compartilhar meu Papai com outras garotas. Amava ver as expressões no rosto de tantas garotas conforme o Papai fazia elas gozarem. Tava tão orgulhosa! Todas aquelas garotas, aquelas duas gatas argentinas, aquela mulher de negócios que amava sentir minha barriga de grávida, aquela professora da escola do Papai que fez aquela coisa com a língua... ei, amo pau tanto quanto qualquer uma, mas seria uma idiota em perder toda a buceta excelente por aí. Tipo essa garota mais velha que conhecemos, que era linda mas uma sapatão total que tinha jurado largar os homens. Ela só tinha que me ter, mas deixei ela saber que não vou a lugar nenhum sem meu papai. Apesar da antipatia por homens, ela tava tão afim de mim que tava disposta a fazer qualquer coisa pra me colocar entre os lençóis. Foi assim que terminei deitada em cima daquela mulher, o cintaralho grosso enterrado no meu cu enquanto o Papai socava o pau grosso em mim. Estar sanduichada entre o Papai e uma mulher linda... êxtase.

E então tinha a Renata. Minha mamãe. Odiei aquela vadia pelo tempo mais longo. Combinado com o fato de não ter planos de cozinhar ou limpar ou trabalhar, tipo, nunca. Tinha que achar alguém que faria. Era aí que a Mamãe entrava. Aquela vadia tinha feito minha vida um inferno por anos. Nunca foi a mamãe que precisava que ela fosse. Então... ela pagaria. Eu faria dela uma boa mamãe.

Coloquei a pulga atrás da orelha do Papai, e tipo um bom Papai, ele fez acontecer. Atraiu a Mamãe aqui, e aquela puta tava feliz em pular de volta pra cama com ele. E eu não sabia o quanto ela era vadia até ela estar mordiscando minha buceta de grávida. Sabia que ela era safada, mas chupar a buceta da própria filha grávida, isso é simplesmente imundo pra caralho.

A Mamãe tinha que pagar. Pelos anos de inferno, onde me tratou tipo inferior. Pelos anos que ficou longe do Papai. Pelos anos que me manteve em segredo do Papai. Tipo disse pra ele, a Renata precisava aprender o lugar dela.

E pra minha surpresa, ela aprendeu! Minha mamãe vadia se tornou uma donzinha de casa. De repente, a Mamãe podia cozinhar tipo a melhor chef do mundo. Ela tava feliz em ir às compras. Ela tava feliz em fazer o que eu e o Papai mandávamos. Ela tava feliz em manter as aparências, que éramos uma grande família feliz. Era a esposa perfeita. A esposa dedicada ao Papai, pelo menos legalmente. Ela mantinha qualquer olho intrometido longe, permitindo o Papai se dedicar à garota número um dele: Eu.

A Mamãe tinha aberto um mundo totalmente novo pra gente. Eu e o Papai às vezes conseguíamos literalmente transar o dia todo. A Mamãe nos mantinha alimentados, hidratados e estimulados. Ela tava se tornando uma boa mamãe.

Ela tava lá por mim durante a totalidade da minha gravidez. Ela tava feliz em massagear meus pés doloridos, massagear minhas costas doloridas, lamber minha buceta dolorida e beijar meu cuzinho gostoso. Era uma boa mamãe. E o que foi preciso pra fazer a Mamãe concordar com isso? Digamos que, é incrível o que um pouquinho de buceta adolescente e um pau gordo e maduro fazem com você.

A Mamãe tinha feito um bom trabalho, então cedi e deixei ela pegar um pedaço do pau do Papai regularmente. E disse pra ela sem meias palavras que se o Papai daria um bebê pra ela ou não cabia a mim, então era melhor ela fazer um puta trabalho bom em ser uma mamãe. E pra uma vadia louca por bebê tipo ela, isso foi tudo que precisou.

Tinha que admitir, a Mamãe ainda podia ir. Era uma trepada excelente. Podia dar crédito pra ela por isso. Tinha herdado os genes de sexo dela assim como do Papai. Mas quando comparada comigo, e o jeito que transo, ninguém culparia o Papai por me dar o melhor absoluto e dar pra ela o que sobrou. Felizmente pra ela, o Papai era uma máquina. Mas a maior parte do trabalho da Mamãe na cama focava em mim. Chupando o esperma do Papai da minha buceta pra eu não ficar grávida. Lambendo o esperma do meu cu só pra garantir. Chupando meus peitos balançando enquanto o Papai me socava.

Então, acho que ela merecia um bebê. Tinha feito tudo que pedimos. E, sem saber nenhum detalhe específico, do jeito que a barriga dela tava começando a inchar, imaginei que o Papai tinha plantado a semente nela de novo.

Sorri com o pensamento da ex-esposa do Papai vendo tanto eu quanto a Mamãe empurrando nossos bebês em carrinhos pelo parque. Ela suspiraria e choraria de fora, olhando pra vida que não podia ter. E talvez minhas e da Mamãe barrigas estariam grávidas de novo, exibindo pra Fernanda o quão trepaveis nós duas éramos e o quanto o Papai amava ter bebês. Mas tento não pensar mais naquela vadia burra ex-esposa dele.

Não ligava que a Mamãe tava grávida. Tava excitada demais pra ligar. Tava vivendo o sonho. A Mamãe e o Papai, ambos nus, chupando meus peitos, me drenando do meu leite. Minha buceta tava cheia de esperma, e parte de mim suspeitava que o Papai tinha feito o truque comigo ainda de novo.

A Mamãe tinha ficado preguiçosa! Desde que meus peitos tinham inchado com leite, a Mamãe esqueceu tudo sobre a refeição normal da hora de dormir de buceta cheia de esperma e focou mais no meu leite nutritivo. Era culpa dela a filha estar grávida de novo.

Mas por que ficaria chateada? A Mamãe e o Papai faziam tudo por mim, me davam tudo que queria, fossem roupas, joias ou bebês. Não tinha que trabalhar. Não tinha que mexer um dedo pra caralho. Só conseguia ficar em casa o dia todo e ser comida. Êxtase imensurável. Conseguia ficar deitada e deixar meus pais tarados chuparem meus peitos gigantes, sugando o leite de mim, enchendo as barrigas toda noite antes de adormecer. E era assim que iria flutuar num sono pacífico. Recém-comida, meus peitos sendo cuidados, meu bebê dormindo profundamente, minha família toda junta, numa casa. Eu era quem mandava. Eu tava no controle. E eles nunca sonhariam em me deixar.

Minha vida era perfeita.

***

[FIM]

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