Parte 5.
Lírio entrou no quarto, se sentou ao lado do filho sobre a cama. Tinha o pau muito duro e nem disfarçava. Ele pegou na minha cintura e me puxou para a frente dele. Perguntou:
— Meu garoto quer ver como se chupa uma xoxota?
Giles fez que sim, ainda tímido, sem falar nada. Vi que estava bem emocionado. Sua respiração estava bem forte. O Lírio disse:
— Vou ensinar. A sua mãe, sempre adorou ser chupada e eu aprendi com o Gatito chupando a bocetinha dela, para me ensinar.
Giles soltou uma exclamação:
— Que isso, pai! Fala assim da mamãe?
O Lírio respondeu:
— Não tem nada demais isso! Ela gozava muito com as chupadas. Ainda deve adorar.
Ao ouvir aquilo o Giles chegou a suspirar alto e exclamou:
— A minha mãe, chupada pelo tio? Ela gostava?
— Adorava. Ele que nos ensinou como fazer, e eu aprendi. Vou mostrar. – Disse o Lírio.
Sem demora, ele deu uma lambida bem gostosa com a língua toda aberta, em cima da minha bocetinha, vindo bem de baixo até em cima. Soltei um gemido profundo:
— Uuuiii! Assim! É bom isso!
Giles olhava aquilo admirado, a boca aberta, e o pau duro como pedra. O danado continuava com tesão ao assistir o pai me lambendo.
Eu falei:
— Olha só amor, como seu pai faz. É muito gostoso. Ele sabe lamber. Está gostando de ver?
O Giles fez que sim.
O Lírio viu que o filho aceitava aquilo, sem problemas, e resolveu chupar para valer. Me puxou para mais perto dele. E falou:
— Abre um pouco mais as pernas, norinha safadinha, que vai levar uma chupada das boas. Nessa bocetinha que o meu filho vai meter depois.
Enfiou um braço entre as minhas pernas, suspendeu uma delas fazendo com que eu a erguesse, dobrasse o joelho e colocasse o pé sobre a cama do lado da coxa dele. O Giles assistia, ofegante, bem ao lado. A seguir, o Lírio colocou por baixo a mão sobre a minha bunda, me puxando mais para perto, entrou com o rosto entre as minhas coxas e deu outra lambida profunda na bocetinha. Eu suspirei. Em seguida, ele colou a boca no grelinho, sugando um pouco sem retirar os lábios.
Soltei outro gemido mais alto:
— Ahhh, isso! Que gostoso, sogrinho! Bem no meu grelinho! É assim que é bom!
Lírio falou para o Giles:
— Olha só, corninho, como é que se faz. Vou chupar um pouco e deixar sua namorada louca de prazer.
Lírio chamou o filho de corninho e na hora não houve reação. Giles estava muito desnorteado. Excitadíssimo. Lírio colou a boca na minha bocetinha e ficou passando a língua dentro sem descolar os lábios e sem parar de sugar. Minha xoxota ainda escorria melado de porra com lubrificação, mas ele nem ligava. Eu gemia e suspirava, exclamando:
— Ahhhh, que delícia! Isso… Chupa, assim! É gostoso! Eu fico até meio mole. Mostra para o meu amor como ele deve fazer. Estou louca com isso.
Quando o Lírio viu que eu estava até mole de tanto que sentia prazer, ele se afastou e pediu:
— Vem aqui, corninho, vem fazer igual eu fiz e aprender direitinho. Sua namorada safadinha está adorando levar uma bela chupada na bocetinha. Toda mulher adora.
Giles estava tomado por um tesão incrível. Via o pai dele me chupando com o pau duro. Estava confuso, mas o tesão falava mais alto. Veio para mais perto, me puxou para ele, e mergulhou o rosto na minha virilha, lambendo igual viu o pai fazer. Eu exclamei:
— Isso, meu amor! Aprendeu. Muito bom! Assim mesmo! Continua.
O Lírio ao lado dele, acariciava a própria rola, e dava dicas:
— Isso, olha que tesão que dá! Agora, corninho, cola a boca bem na rachinha da bocetinha, e suga o grelinho dela, que ela goza em segundos.
O Giles obedeceu totalmente tomado pelo tesão, e me chupou exatamente como havia visto o pai fazer. Eu já estava me tremendo inteira e disse que ia gozar. Pedi:
— Isso, amor, que gostoso! Lambe e depois chupa, suga forte e passa língua no meu grelinho. Está muito bom! Eu vou gozar na sua boca, querido!
Ele continuou chupando e em menos de um minuto, de fato, eu gozava muito, agitada com os impulsos do prazer:
— Ahhhhh, amor! Que loucura! Estou gozando! Gozandooo!
Quase que eu caí, com as pernas ambas. O Lírio ficou de pé rapidamente e me amparou, me abraçando por trás. Ele me encoxou. O pau duro nas minhas costas. Eu soltei um gemido profundo exclamando:
— Ahhhhhhh, assiiiimmmm! Deliiiiciaaaa! Os dois chuparam muito gostoso!
Depois de alguns segundos de êxtase, amparada pelo Lírio, eu peguei nos cabelos do Giles e afastei a sua cabeça. Me abaixei e dei um beijo muito forte de língua na sua boca. Eu disse:
— Que gostoso você fez, querido! Gozei muito com sua chupada. Foi maravilhoso, igual ao seu pai!
Giles ofegava encantado de ter vivenciado aquele momento tão excitante. Eu não dei nem tempo de ele relaxar. O empurrei-o para que se deitasse na cama, e me ajoelhei a seus pés. Em seguida, peguei em seu pau e comecei a masturbar, dizendo:
— Vou retribuir, meu amor. Farei exatamente como eu aprendi com o seu pai e o tio Gatito.
Logo eu fui com a língua e lambi a cabeça do pinto e o Giles deu um suspiro profundo:
— Ufaaa! Que issoooo!
Eu perguntei:
— É gostoso isso?
— Hum-hum. – Ele respondeu ofegante.
Coloquei a cabecinha da pica na minha boca e fiquei sugando e passando a língua em baixo.
O Giles gemeu forte, exclamando:
— Ahhhh, que gostoso! Você aprendeu isso hoje?
— Hum-hum! O tio me ensinou. – Respondi.
Fiquei dando lambidas no saco, dei uma chupada numa das bolas do saco e ele se contorceu de prazer.
Ele, ofegante, perguntou:
— O tio que ensinou isso?
— Foi sim, amor. Faz pouco tempo. Você gosta?
Sentia o pau dele dando solavancos e ele tentando respirar. Ele perguntou:
— Você chupou o pau, e o saco do tio, desse jeito?
Eu dei mais uma lambida na cabeça da rola, mamei um pouco, para que ele ficasse mais tarado, dei uma parada, e falei:
— Ele estava me ensinando como se faz. Eu fiz desse jeito, como ele disse, e ele gostou muito. Por isso ele falou que eu aprendi rápido.
Giles respirava com dificuldade, e o Lírio que ficou parado ao lado, e assistia aquilo de pau duro, comentou:
— Você está vendo como essas lições são boas? Aproveita bem corninho, pois a Sérvia ainda vai apender muito mais com a gente. Para ensinar a você.
Eu senti o pau do Giles pulsar forte e comecei a mamar a rola com vontade, enfiava o pinto todo na boca, até encostar meus lábios na base da rola, ficava ali um pouco com pressão, sugando, a língua massageando a pica, e depois voltava a retirar. Giles começou a gemer:
— Ahhh, eu não aguento… é muito bom! Assim vou gozar de novo!
— Goza, meu amor, eu quero sentir seu gozo na minha boca. Goza para mim, igual o tio gozou. – Eu pedi.
Giles levantou a cabeça do colchão admirado, e me viu com o pau dele todo enfiado na boca. Eu acariciava o saco dele por baixo, procurando encostar o dedo no cuzinho. Ele quase sem fôlego perguntou:
— Ahhh... que isso… O tio gozou na sua boca?
— Gozou sim amor. Eu engoli tudo. Foi uma lição muito gostosa. Adorei sentir o gozo jorrar na minha boca. Agora, quero ver você, goza para mim também, por favor. – Eu falei e voltei a chupar.
Não precisei mais forçar nada, e o pau dele começou a saltar, ele gemendo de prazer, e vi que ia gozar. Enfiei a rola mais ainda na boca e suguei. Ele começou a soltar os jatos de esperma. Não era mais um gozo farto como das duas vezes anteriores, já era a terceira vez que ele gozava, mas ainda sim jorrou uns três jatos e umas gotas que eu mamei sem retirar o pau da boca. Engoli um pouco, ou quase tudo. Giles mal conseguia respirar. Depois que ele gozou, ficou estirado na cama, e relaxou. Deixei o pau amolecendo e fui me deitar sobre ele, para dar um beijo na boca ainda com um pouco do esperma dele na minha língua. Quando eu beijei ele percebeu o gosto, e perguntou:
— Esse gosto é de porra?
Eu falei:
— Sim, é a sua porra, querido. Gostosinha.
Ele não evitou me beijar. Eu sussurrei:
— Gozou gostoso! Eu amo você, meu amor! Você está sendo maravilhoso comigo. Me deixando aprender e aprendendo também.
Ficamos ali abraçados, respirando com esforço. O Lírio permaneceu apenas assistindo, calado, sem se mover. Mas continuava excitado, a respiração forte, e estava de pau duro, bem tarado. Quando estávamos já respirando quase normalmente, foi que ele falou:
— Gostei de ver filho, você já é um corninho muito bom, do jeito que eu gosto.
Giles pareceu não entender. Olhava o pai com expressão intrigada e perguntou:.
— Corninho como? Por que está me chamando assim?
O lírio se virou, ficou sentado na cama ao nosso lado, e começou a falar:
— Quando um namorado ou marido, é liberal, não tem ciúme, e aceita que a namorada ou a esposa, possa aprender com outros mais experientes, para depois fazer tudo com ele, nós chamamos de corno, ou corninho, carinhosamente. Corninho é um jeito carinhoso de falar. Não é ofensivo. É o corno que é cúmplice total da parceira e aprendem juntos. Como eu fui da sua mãe e do tio.
— Eu pensava que corno era o marido traído. Que leva chifre. – Falou o Giles.
Eu também comentei:
— Eu também pensava assim, pois ouvia as pessoas falando isso, mas o seu pai me explicou. Se for traído, é o que foi enganado. Mas este não é o caso. Aqui não tem traição nenhuma. Estamos todos fazendo tudo abertamente e com cumplicidade, para nosso bem.
O Lírio completou
— Você só é corno se não for enganado, se for cúmplice, e estiver de acordo com tudo que estamos fazendo. Não queremos nada escondido. Não estamos enganando ninguém. E você está gostando de aprender, não está?
Giles não respondeu logo, pensando no que acabara de ouvir. O Lírio explicou mais:
— Corno não é ser traído, é o contrário. É ser parceiro e cúmplice da namorada ou da esposa, como você está sendo da Sérvia. Por isso eu falei. Deixando que ela aprenda, para você aprender. É como eu fui corno com a sua mãe, que aprendeu muita coisa com o seu tio.
Giles parecia estar delirando. Olhava o pai admirado, sem saber o que dizer. Por fim, ainda perguntou:
— O senhor foi corno? O tio que ensinou minha mãe?
— Isso mesmo, filho. Ela não sabia quase nada de sexo, no começo do nosso casamento, mas gostava de sexo, assim como a Sérvia gosta. Faltava experiência. Eu pedi para o meu mano que é bem mais experiente, ensinar. O tio ensinou, sua mãe, lá na nossa casa, ela gostava muito dele ensinando, eu assistia para aprender, e ela aprendeu muito bem. Mas depois de um tempo, por azar, deu problema.
— Qual problema? – Giles quis saber.
— O bestalhão do seu tio, deixou que o nosso segredo escapasse sem querer, e sua mãe ficou revoltada com ele e comigo também, e quis se separar. Para não ser alvo de ataques e ofensas. Por isso ela se mudou da cidade e me deixou. Ficou com vergonha e raiva, pelo fato das pessoas saberem que ela dava para o tio. Nunca perdoou o seu tio nem a mim, por ter falhado, deixando o nosso segredo vazar.
Giles admirado, ouvia boquiaberto:
— Eu não sabia de nada disso! Ela nunca falou.
O pai explicou:
— Ela não ia falar para você, que era menor, e inocente, e não ia entender coisa alguma. Agora, que já é maior e está aprendendo a ser corno também, podemos contar.
Giles olhava admirado, boca aberta, atento ao que o pai contava.
O Lírio prosseguiu:
— Mas, não foi culpa do tio, foi uma peguete do tio, lá da academia, que, por ciúmes, fuçou no celular dele e descobriu umas cenas gravadas com a sua mãe dando para ele. Foi isso. Amanhã ele pode contar melhor essa história. Agora já está tarde e temos que descansar porque vamos acordar cedo para aproveitar bem o dia. Só temos amanhã.
Ele se levantou da cama, com o pau duro, me mostrou a rola e falou:
— Amanhã eu ensino mais, norinha safadinha, e dou meu pau para você chupar de novo. Para praticar bem.
Foi saindo do quarto. Mas antes, parou na passagem e disse:
— Boa noite norinha, boa noite filho. Adorei ver vocês aprendendo e já praticando. Fico muito feliz de poder ensinar aos dois.
Ele saiu do quarto e eu me ajeitei melhor sobre a cama do lado do Giles. Ele me olhava admirado, sem saber o que pensar ou dizer. Estava ainda processando tudo que viu e ouviu. Eu dei um beijo gostoso nele, e falei:
— Amor, adorei saber essa história. E você? Seu pai é um exemplo para nós.
Giles parecia pensativo, olhava de um jeito vago, sem saber o que dizer. Ele perguntou:
— Que história? Da minha mãe com o meu tio? Do pai ser corno?
— Não, bobo. Da gente poder aprender com eles que são experientes. – Respondi.
Giles fez que sim, com a cabeça, sorriu tímido, depois concordou:
— Sim, é verdade. Nunca imaginei nada disso. Mas fiquei com um pouco de ciúme de você com meu tio. Ele gozou na sua boca!
Dei mais um beijo nele, sorri e expliquei com voz carinhosa:
— Que ciúme nada, seu bobo. Ciúme do quê? Estava aprendendo. O tio gozou e eu engoli, igual fiz com você. É limpinho. Pense como temos sorte. Se não fossem eles, a gente não estava aqui neste lugar, dormindo juntos, não tínhamos aprendido nada, estaríamos ainda só nos beijinhos lá na sua casa, e passando um aniversário muito calmo, bem xoxo, sem esse passeio maravilhoso e sem essas lições tão boas. Eles estão só nos ajudando muito. Aproveita, amor! E relaxa.
O Giles sorriu mais descontraído, e perguntou:
— Jura? Acha que não tem problema? É só isso mesmo?
— Qual problema? – Perguntei.
— Do tio ficar muito tarado em você, amor.
— Seu bobinho. Problema nenhum não. Quanto mais tarado ele ficar, mais vai querer ensinar. É uma sorte tremenda a gente ter essas lições. Poucas pessoas têm essa oportunidade. Eles são muito legais com a gente. É seu pai e seu tio, nossa família. Tenho total confiança. Não está gostando?
Finalmente, ele concordou. Ficou um pouco em silêncio, pensando, suspirando, depois falou:
— Quando ele me chamou de corninho eu assustei. Não entendia nada disso.
Eu sorri, e falei em voz abafada, como se contasse um segredo:
— Pois eu acho que o seu pai e o seu tio só estão querendo nos ajudar. Você ser corninho é muito legal. Está sendo cúmplice como ele foi. É muito bom ter esses dois homens experientes, assim, bem íntimos, e que você também pode confiar. E eu adorei seu jeito animado, excitado, cheio de tesão, aprendendo rápido. Você já está sendo um corninho maravilhoso.
— É? Você acha? Gosta disso? Quer mesmo que eu seja corninho? – Ele queria ouvir a minha visão ou aceitação.
— Claro, está me deixando aprender com eles, para depois a gente fazer. Não precisa ter ciúme. Não foi bom? – Eu questionei.
Giles concordou:
— Sim, foi muito bom.
— Gozou gostoso comigo, chupando? – Perguntei.
— Demais. Nunca imaginei – ele confirmou.
— Nem eu sabia. Eu nem sabia chupar assim. Nunca, nem sonhei. Não vejo a hora de acordar amanhã e continuar a aproveitar. Quero aprender muito mais. – Falei.
Ele ficou calado, pensativo, e eu dei outro beijinho:
— Você também sente tesão de saber que seu pai e seu tio estão me ensinando né?
Giles concordou com um aceno de cabeça, pensou, depois de segundos, falou:
— Eu vejo que você gosta de aprender com eles, que sente tesão também, e isso me excita. Quando vejo você gostando, fico excitado.
Eu sorri feliz e respondi:
— Por isso eles me chamam de safadinha, pois sabem que eu estou adorando, aprendendo muito, e disseram que você é meu corninho. Porque está gostando que eu aprenda com eles.
Dei uma pausa, e disse:
— Agora, vamos dormir, corninho, que amanhã acordamos bem cedo.
Ele sorriu. Eu falei:
— Gostei. Vou chamar você assim. Corninho. Posso?
— Pode, depende... só entre nós. – Giles falou baixinho.
— Claro, amor. É nosso segredo. – Confirmei.
Ficamos ali abraçadinhos, relaxados, e pegamos no sono. Eu também estava exausta pois tinha sido um dia muito intenso. Já devia ser quase três da madrugada. Foi um sono profundo.
Acho que dormi umas cinco horas e acordei sentindo umas mãos acariciando o meu corpo, passando na minha bunda, bem levemente. Despertei e firmei a vista.
O Lírio estava ali do lado da cama e fez sinal com o dedo sobre os lábios para eu ficar quieta e fazer silêncio. Ele fez outro sinal com a mão me chamando, e saiu do quarto. Me levantei cuidadosamente para não acordar o Giles, e reparei que o dia havia amanhecido, uma claridade maior entrava no quarto. Saí dali e fui encontrar com os dois homens na outra cama. Logo que eu cheguei, começaram a me acariciar, e trocar beijos comigo. Eu revezava entre um e outro. O Lírio disse:
— Agora o meu filho já está gostando. O corninho já está mais preparado para aceitar tudo.
Eu concordei:
— Ele me confessou que fica com tesão quando sabe que eu estou gostando de aprender com vocês. Sente ciúme, mas também fica excitado, de pau duro, quando eu conto o que estava fazendo.
O Lírio falou:
— Está no caminho certo. Vai ser um corno perfeito. Hoje ele vai acabar de perder a virgindade. E vai pensar que foi ele que fez o cabaço da sua putinha. O inocente ainda é muito verde. Mas vai ficar bom logo. Com o tempo ele aprende tudo.
O Gatito se sentou na beirada da cama e me puxou contra ele para que eu me sentasse em seu colo. Eu me sentei nua com as pernas um pouco abertas, encostada no peito musculoso dele, e o pau duro dele saía por baixo encostado na minha xoxota.
O Lírio em pé na minha frente tinha o cacete empinado. Eu peguei no pinto do sogro e comecei uma punheta, enquanto me esfregava na rola grossa do tio.
— Você gosta mesmo de uma rola hein, norinha?
Eu logo dei uma lambida na caceta, olhando para o pai do meu namorado, com expressão de safada, encantada de ver como ele era também um homem bonito, e viril. Eu disse:
— Homens maduros e excitados, de pau duro, me deixam cheia de desejo.
Naquele momento, eu roçava a bocetinha na pica do tio, mas naquela posição, não estava fácil de entrar. Apenas a cabeça se encaixava na xoxotinha. A sensação era ótima, e eu estremecia querendo fazer com que se enterrasse. Fui rebolando, gemendo, pedindo:
— Vem, tio, enfia, me fode gostoso. Estou louca de tesão. Enterra essa pica grossa na sua putinha.
Ele me agarrou pela cintura, deu uma erguida, com a maior facilidade, como se eu fosse uma boneca, e depois veio me encaixando sobre a rola. Suspensa pelas mãos dele, pude abrir e erguer um pouco mais as pernas, e com isso, a pica encontrou a entrada da boceta e se encaixou, começando a abrir caminho e deslizar para dentro. A rola grossa foi me invadindo. Eu não larguei a pica do Lírio, mas parei de chupar por uns instantes, ofegante com a grossura daquela piroca que me atolava. Exclamei:
— Ah, que caralho mais grosso! Assim é que é bom.
— Rebola putinha. Rebola na minha Rola. – Disse o tio.
Quando senti que a maior parte da rola já estava dentro da minha boceta, e parecia que não cabia mais, pois batia no útero, comecei a rebolar, gemendo como uma gata no cio, deliciada com aquela metida gostosa, enquanto chupava a pica do Lírio. Eu apoiei os dois pés no chão para poder mexer minhas cadeiras de forma lasciva, e me deixar foder com as puxadas que o Gatito me dava, forçando a pica a ir cada vez mais fundo. Ficamos fodendo ali daquele jeito mais uns dois minutos, já fazendo barulho do pau se atolando, “Floc”... “Floc”... “Floc”... até que eu percebi que o tio estava quase gozando.
Eu também estava quase, mas, como me distraía, chupando a rola do Lírio, conseguia me segurar. Quando o Lírio gozou com as minhas chupadas, soltando jatos de porra na minha boca, eu passei a mexer minha bunda com mais intensidade, e a xoxota apertando a rola. Senti finalmente o tio gozando, agarrado nos meus peitos. Ele gemia um grunhido forte:
— Rhuuuhhhmmm! Tesudaaa! Safada.
Fiquei louca de tesão, e pedi:
— Goza gostoso, tio. Me enche de porra. Eu vou gozar novamente.
Deixei o tio jorrar tudo dentro da minha bocetinha. Mais uma vez eu fui muito bem fodida por ele e tinha me acabado na pica. O Lírio se sentou na cama, ofegante.
Foi quando o tio se levantou comigo ainda engatada na sua rola e foi andando para o banheiro. Ele disse:
— Vamos tomar um banho, putinha, que nós estamos fedendo a porra desde ontem.
O tio abriu a torneira do chuveiro e quando a água esquentou nós entramos debaixo do jato de água morna. O tio foi me dando banho, e trocávamos beijos deliciosos. Eu peguei no pau dele e acariciava, adorando toda aquela intimidade.
— Não acredito que minha bocetinha aguenta essa rola enorme. – Falei.
Ele sorriu, falando:
— Mulher com tesão, acaba ficando maior por dentro do que por fora.
Achei graça naquilo. Quando já havíamos ensaboado e cada um lavado cuidadosamente o outro, o tio me virou de costas para ele, me fez apoiar as mãos na parede e empinar a bunda. Ele estava novamente de pau duro, e encaixou a rola no meio das minhas nádegas, enquanto me acariciava o corpo. Eu rebolava satisfeita, estava achando que ele ia me foder novamente, de pé dentro do chuveiro, mas, naquele momento, ouvimos o Giles falando com o pai:
— Bom dia pai. Onde está a Sérvia? E o tio?
— Estão tomando banho. – Respondeu o Lírio num tom de voz mais alto para ser ouvido por nós.
Eu ia me afastar mas o tio me prendeu e disse:
— Deixa ele ver, eu com o pau nas suas coxas. Ele vai gostar.
Na mesma hora o Giles entrou no banheiro, e viu que eu estava ali, nua, dentro do chuveiro, junto com o Gatito. Eu virada de bunda para ele e o tio de pau duro encaixado no meio das minhas coxas. Ele ficou olhando e eu falei:
— Olá, amor. Bom dia. Acordou? O tio veio tomar banho comigo.
O Gatito falou:
— Estava ensinando umas massagens sensuais para a sua namorada, corninho. Depois ela vai mostrar a você.
Eu chamei:
— Vem aqui, amor. Entra junto para tomarmos banho.
Giles entrou no box, e eu o puxei para baixo do jato de água. O tio recuou, encostou-se na parede e cedeu espaço para que eu desse banho no Giles, passasse sabão e acariciasse seu corpo todo. Na mesma hora ele ficou com o pau duro e eu exclamei:
— Você e seu tio ficam logo de pinto duro. Basta encostar a mão no corpo.
O Gatito, demonstrando naturalidade falou:
— Uma gostosa como você, com essas mãos deliciosas me dando banho, não tem como não sentir tesão. Fico de pau duro na hora. Não é mesmo Giles?
Giles sorriu e concordou:
— É verdade tio. É muito gostoso. Dá muito tesão.
O tio comentou enquanto eu lavava o corpo do namorado:
— Pensa que você vai ter sempre essa delícia para tomar banho junto. E dar banho em você. É um abençoado.
Eu falei:
— Eu posso dar banho em você quando você vier nos visitar, tio. O meu corninho vai deixar, não vai amor?
Giles concordava com a cabeça, já de pau muito duro, mas estava tímido, e eu acariciava seu saco. Eu falei:
— Olha só como ele está com tesão, tio. Meu namorado está aprendendo a ser corninho, e é bem tarado, também. Eu fico muito contente, e excitada, só de ver isso.
O Gatito respondeu:
— Aos poucos, com as nossas lições, vocês estarão prontos para fazer sexo de verdade. E o seu corninho vai perder a virgindade. Faço questão de ensinar. Mas agora, acabem esse banho e vamos tomar nosso café lá no refeitório.
Ele saiu do banheiro, e eu e o Giles ficamos terminando nosso banho. Eu falei:
— Estou adorando tudo isso, querido. E você?
Giles, me olhava com certa desconfiança, e falou:
— Não sei, amor. Eu fico meio enciumado com tanta intimidade sua com meu tio. Você disse que vai sempre dar banho nele.
Tratei de contestar na mesma hora:
— Que isso, amor. Você tem cada coisa, é só de vez em quando, se ele vier nos visitar. E não tem nada demais. O tio está sendo maravilhoso com a gente, ensinando tudo, e eu estou muito contente de aprender. Você não está? Mas, se você quiser, se não está contente, a gente para com tudo.
Giles me olhava, nitidamente dividido. Mas recuou:
— Não, não quero parar. Não é isso. Só que eu sinto um pouco de ciúme.
— Relaxa, querido. Um pouco de ciúme é bom. Mostra que gosta mesmo de mim. Amanhã, eles já vão embora, e nem sabemos quando voltam. Foi seu aniversário. Estamos tendo a oportunidade fazer coisas que nunca sonhamos, e temos dois homens experientes, que gostam de nós, que são de nossa confiança, e querem nos ajudar. Eu fico toda emocionada de saber que você sente ciúme, mas não precisa. É você que eu amo. Gosto do seu pai e do seu tio porque eles são muito atenciosos e carinhosos comigo e ainda cúmplices da gente.
Giles fechou o chuveiro e pegou a toalha. Começamos a nos enxugar e foi nessa hora que ele reparou na minha bocetinha que estava vermelha e toda inchada de levar pirocada do tio. Ele perguntou:
— Sua xoxotinha está bem vermelha. Parece inchada. O que houve?
Eu sorri com expressão marota e falei:
— Amor, você esqueceu que chupou aqui, forte, igual o seu pai ensinou, e me fez gozar como uma louca? Fiquei muito excitada e tive muito prazer. Chupar faz ficar assim.
Giles sorriu, e concordou:
— Nossa! Verdade. Que gostoso que foi.
Comentei:
— Você viu seu pai fazer e logo já fez igualzinho! Aprendeu muito rápido. Adorei.
O Giles já estava novamente com o pinto duro. Perguntou:
— Você também gozou com ele chupando?
Sorri, e respondi francamente, fazendo um carinho no rosto:
— Claro, amor. Foi ele que me ensinou, para eu fazer com você. Quando estava me ensinando eu gozei muito, pois nunca tive uma chupada igual. E depois ele ainda mostrou a você como se faz. Eu adorei tudo. Gozei as duas vezes. Mas, foi assim que a gente aprendeu. Estou muito feliz porque você sendo meu corninho, cúmplice, deixando eu aprender, só tem a ganhar também.
Notei que ele estava com o pinto empinado e ofegante, e perguntei?
— Você sente tesão em saber disso? Que a sua namorada gozou quando estava aprendendo com seu pai e com seu tio? Está excitado!
Giles concordou. Não tinha como negar. Eu dei um beijo nele e falei:
— Eu gosto de você assim. Sempre sincero. É muito bom ser assim. Vai, corninho, veste a roupa e vamos tomar café. Temos que aproveitar o dia.
Saímos do banheiro e o tio jogou uma camiseta branca, para mim, falando:
— Olha aqui, Sérvia, pode vestir essa camiseta. Eu empresto. Vai servir como um vestido folgado para você.
Peguei na camiseta e agradeci. Vesti na mesma hora sem colocar nada por baixo, e vi que cobria até a altura do meio da coxa. Minhas minissaias eram mais curtas do que aquilo. Ficava folgada mas não tanto. Peguei a alça fininha de couro da minha bolsinha, soltei os dois fechinhos de pressão, que prendiam as pontas da alça na bolsa e improvisei um cinto para o vestido. Falei:
Estou pronta. Vamos.
Giles também se vestiu e saímos, seguido o Lírio e o Gatito. No refeitório, só estávamos nós. Os demais hóspedes já haviam tomado o café da manhã.
Quem servia a mesa era um rapaz até bem interessante, de uns 23 anos, com uma barba baixa, bem aparada e cabelos curtos. Ele ficava ali pelo salão arrumando as coisas, retirando pratos das mesas, e trazendo nossos pedidos. Às vezes dada uma olhada para o meu lado.
Enquanto comíamos o Lírio falou:
— Temos aqui a piscina, que é muito gostosa, está um belo dia de sol, tem também uma trilha de um quilômetro, subindo, que leva a uma cachoeira, onde a maioria dos hóspedes gosta de ir, deve estar com pessoas lá, e tem, para baixo, as saunas secas, que são três cabines que ficam bem perto do lago, mais abaixo. Depois, se quiserem, tem a opção de passeio a cavalo, ou de bicicleta, que eu não sei se interessa a vocês.
Ficamos nos olhando para ver quem falava alguma coisa e o Lírio foi o primeiro a propor:
— Podemos ficar um pouco na piscina, aproveitar o sol da manhã. O sol vai deixar marquinhas lindas do biquíni novo no corpo da Sérvia. Depois a gente decide se vai na cachoeira ou se damos uma volta de pedalinho no lago.
Eu concordei:
— Eu acho boa essa ideia. Quero usar o meu biquíni novo.
Enquanto estávamos comendo, eu sentada, distraída, apoiei um pé na barrinha do apoio lateral da cadeira, a perna ficou dobrada mais alta, e não reparei que minha camiseta curta subiu muito até na virilha, e deixava a minha pepekinha aparecendo. Eu não tinha reparado que o rapaz da copa estava toda hora andando pelo salão para poder olhar, e quem percebeu foi o Giles que estava do meu lado. Ele falou:
— Amor, sua pepeka inchada e vermelha está aparecendo.
Eu olhei e vi a camiseta repuxada. A bocetinha aparecendo. Arrumei a camiseta, e agradeci, dizendo:
— Eu nem tinha reparado que a camiseta subiu.
O Giles disse:
— O rapaz da cozinha não parou de olhar. Toda hora vinha dar uma conferida. Foi assim que eu notei.
O tio achou graça e falou:
— Essa bocetinha ficou inchada e vermelha de tanto você chupar, ontem, não foi, seu safadinho?
Eu corrigi:
— Primeiro foi você que chupou, tio para eu aprender, depois foi o sogrinho. Ele estava me ensinando também e chupou bastante. Depois ele voltou a chupar para ensinar o Giles. E no final o Giles que me chupou até eu gozar. Fiquei inchada.
O tio me perguntou:
— Você gostou? Gozou muito?
— Nossa! Demais. – Respondi.
— Então, valeu a pena. – Disse o Gatito.
O Lírio perguntou:
— No fim, você também gostou, meu filho? Foi bom aprender isso?
Giles sorrindo, meio envergonhado, confirmou:
— Foi muito bom. Adorei. Mas eu fico meio envergonhado de falar isso assim, tão abertamente.
— Vergonha do quê? – Perguntou o Gatito.
— De saber que a minha namorada gozou sendo chupada por você e pelo meu pai. – Ele confessou.
— Deixa de ser bobo, meu filho. Quando a chupada é boa a mulher goza. É bom para ela, e não arranca pedaço. – Falou o Lírio.
O tio perguntou:
— Fala a verdade. Você ficou excitado com isso, não ficou?
Giles concordava em silêncio, discretamente. Ainda tímido. O tio perguntou:
— Quando você chupou, foi bom? A bocetinha estava inteirinha, não faltava pedaço? Ou faltava?
Giles olhava intrigado com a pergunta, e o tio explicou:
— Aprende, corninho, sexo não arranca pedaço. Quanto mais se faz, mais fica bom. Agora que você sabe como é bom, e a Sérvia também sabe, pode deixar sua namorada aproveitar à vontade, que quanto mais ela for chupada, mais ela vai gostar de que você a chupe. Mulher adora ser chupada. E nunca arranca pedaço.
Giles me olhava para saber o que eu estava achando daquela conversa. Eu falei:
— Amor, eu estou aprendendo para a gente poder aproveitar. Não precisa ter vergonha de nada e nem de ninguém, pois o tio e o seu pai sabem que nós dois somos iniciantes, e precisamos aprender. E eles vão nos ensinar tudo. Não foi isso que a gente conversou no banheiro?
Giles concordou, e falou:
— Sim, foi isso. É que eu ainda estou me acostumando com isso tudo. Vocês falam como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Tá certo, filho, está sendo tudo muito rápido mesmo, eu concordo, mas é o tempo que nós temos. Amanhã iremos embora e nem sabemos quando voltar – Disse o Lírio.
O Gatito aproveitou a conversa para contar:
— Fui eu que ensinei muitas coisas boas no sexo para a sua mãe. No começo ela era também inexperiente. Depois que aprendia, ela fazia igual com o seu pai. Mas, por um descuido meu, a história de que ela aprendia comigo, vazou, e por isso ela brigou com a gente e se separou. Seu pai já contou isso a você?
Vi o Giles olhar para o pai sem saber se confirmava. O Lírio respondeu:
— Eu falei por alto, e disse que você que vai contar melhor essa história para ele. Pode contar tudo. Não temos segredos entre nós. Meu filho já é maior de idade.
O Tio respirou fundo, e explicou:
— Com calma eu vou contar tudo. Mas, é só para você saber que o seu pai foi corno meu e da sua mãe, e aprendeu muito. E sua mãe adorava aprender comigo. A Lourdes gosta muito de uma boa foda. Pena que deu ruim. Mas, eu acho que ela no fundo ainda gosta do Lírio, sente saudade, e se o seu pai insistir com ela, a safada volta.
Giles ouviu concordando com a cabeça. Mas estava sério. Vi que ele não queria falar nada de sua mãe.
Nisso, nós terminamos o nosso café da manhã e eu disse que tinha que ir colocar o biquíni. Subimos para o quarto, eu ia na frente com o Giles, e atrás o Gatito e o Lírio. Na escada o tio passava a mão na minha bunda e eu soltei um suspiro e falei:
— Ah, tio, assim eu fico toda arrepiada.
O Giles perguntou o que foi, e eu contei:
— O tio ficou passando a mão no meio das minhas nádegas. Estou sem nada por baixo. E me deu um certo tesão.
O Gatito falou:
— Não consigo ver uma bundinha gostosa como essa e não ter vontade de passar a mão. Mas foi só uma carícia, sem maldade.
O Giles me perguntou:
— E você sente tesão quando ele passa a mão?
Respondi:
— Eu sinto, ué. Carícias sempre me excitam. Ele não fez por mal, só para me provocar.
Depois completei:
— Você tem que entender, sentir tesão com uma carícia do tio, não altera que eu sou apaixonada por você. Não misturo isso. Eu amo o meu namorado corninho. E não vou deixar nada mudar isso.
Vi que o Giles gostou de ouvir. Ele até me deu um beijinho.
Entramos no quarto e fomos trocar de roupa.
Eu estava animada com o dia cheio de possibilidades, e com o Giles cada vez mais disposto a aprender com o Pai e com o tio.
Continua na parte 6 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com
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