Meu nome é Andressa, e aos 49 anos, carrego o corpo de uma mulher que a vida moldou com generosidade: curvas suaves, marcas discretas do tempo que só realçam minha confiança, um formato que ainda me faz sentir acima da média. Há duas décadas, casei com Leonardo, um homem sério e exigente, mas de um carinho inabalável. Nosso casamento é daqueles que, no papel, parece perfeito — tranquilo, sem escândalos ou queixas. Somos conservadores por natureza: jantares em família, churrascos discretos aos domingos, conversas sobre trabalho e filhos, sempre com o respeito como régua.
Tudo mudou quando a carreira de Leonardo nos trouxe para esta nova cidade, longe das raízes. A solidão inicial era palpável, mas o destino teceu novas laços. Conhecemos Marcelo pelo trabalho do meu marido — um colega confiável, de fala mansa e postura impecável. Logo veio Adriane, sua esposa, uma mulher serena como nós, com quem dividi confidências sobre receitas e rotinas maternas. A amizade cresceu devagar, como se deve entre casais como os nossos: primeiro, um convite formal para café; depois, churrascos em casa, onde as risadas vinham contidas, as piadas leves e as crianças brincavam supervisionadas.
Nossa convivência era o epítome da tranquilidade conservadora. Marcelo, pai dedicado e marido exemplar, tratava Adriane com uma gentileza que admirava; Leonardo e ele trocavam ideias sobre futebol e negócios, enquanto Adriane e eu falávamos de viagens seguras e escolas. Raramente bebíamos além da conta, e as noites terminavam cedo, com apertos de mão firmes e promessas de "até a próxima". No primeiro churrasco em nossa casa, notei um olhar demorado de Marcelo sobre mim — um brilho fugaz, logo disfarçado por seu respeito impecável. Nunca houve investidas, nem toques acidentais; éramos todos pilares de decência. Mas, em silêncio, uma admiração minha por ele fermentava: sua força quieta, sua atenção aos detalhes.
O domingo passou voando entre mergulhos na piscina, risadas contidas e petiscos leves. O sol se pôs sem que percebêssemos, e o que era uma tarde casual virou convite inevitável: "Por que não ficam para um jantar improvisado?", sugeri, já sentindo o vinho da piscina aquecer minhas veias. Leonardo acenou em aprovação, e Marcelo e Adriane trocaram olhares cúmplices. Na mesa da sala, pratos simples — carnes grelhadas, saladas frescas —, mas o álcool pós-jantar elevou o clima. Uísque puro para os homens, taças generosas de vinho tinto para nós. As bochechas coraram, as vozes baixaram, e o conservadorismo começou a rachar.
Adriane quebrou o gelo com um sorriso provocante: "E se a gente confessasse fetiches que ninguém sabe? O meu é troca de casais — imaginar meu homem se entregando a outra enquanto eu exploro". O vinho nos impeliu: Marcelo admitiu, olhos fixos em mim, seu fetiche por mulheres mais velhas como eu, maduras e confiantes; Leonardo revelou seu desejo de ser guiado, rendido a comandos suaves e mãos que ditam o ritmo; eu confessei meu anseio por sexo mais selvagem, urgente e sem freios. Então, o papo deslizou para drogas — Adriane mencionou uma "lembrancinha" de viagem, linhas de cocaína que ela nunca ousara. Para surpresa de Leonardo e Adriane, revelei minhas experiências antigas, de uma juventude rebelde; Marcelo confirmou o mesmo, segredo que Adriane desconhecia, piscando chocada mas intrigada. Ri nervosa e rebati em tom de brincadeira: "Toparia na hora... mas cada casa em sua casa, hein? Nada de bagunça aqui". Risos explodiram, mas o ar carregava eletricidade. Marcelo propôs, voz rouca: "E se a gente levasse a sério? Vocês viajam esta semana, nós também. Troca de casais por sete dias — eu fico com Andressa aqui, Leonardo com Adriane lá. Sem culpas, só... experimento". Brindes quentes selaram o pacto.
A noite encerrou com despedidas carregadas — cada casal para sua casa, o desejo inflamado pelas confissões. Em nosso quarto, Leonardo e eu nos entregamos com fúria renovada; minhas unhas cravadas em suas costas enquanto eu o guiava, selvageria que ele aceitava de olhos fechados. Na casa deles, ouvi depois, Adriane tomava as rédeas, explorando o pacto em sussurros.
O Primeiro Dia da Troca
Às 19h, o dia 1 começou de verdade, pós-trabalho. Leonardo chegou primeiro à casa de Adriane, mala na mão, recebido com um beijo casto na porta. Eu, em casa, ouvi a campainha pontual: Marcelo, terno amarrotado do expediente, sorriso amplo. "Cheguei para nossa semana", disse, entrando com uma garrafa de vinho. Na sala, conversamos devagar, nos conhecendo além da superfície — ele falou de pressões no trabalho, eu de saudades da família; compartilhamos intimidades leves, como viagens secretas e sonhos adiados. Vinho fluía, taças tilintando, o ar aquecendo.
Meu pulso acelerou com a memória das confissões. "E se relembrássemos o pó, como ontem falamos?", sugeri, olhos nos dele. Marcelo assentiu, empolgado. Peguei o celular e disquei para Carla, uma amiga discreta de antanho — "o contato certo para emergências assim", como ela brincava. "Preciso de cinco gramas, urgente", sussurrei; meia hora, prometeu ela. Enquanto aguardávamos, olhei as taças de vinho pela metade e propus: "Vamos trocar por whisky? Algo mais forte para combinar com o que vem aí". Marcelo sorriu malicioso, servindo doses generosas com gelo — o ardor do uísque desceu queimando, afrouxando ainda mais nossas inibições, conversas virando flertes abertos sobre toques imaginados.
O pacote chegou discreto, um zip lock pequeno e opaco dentro de um envelope pardo simples, sem marcas ou remetente — Carla sempre soube ser profissional. Com mãos ligeiramente trêmulas de expectativa, abri o zip lock na mesa de centro de vidro, o pó branco fino e cristalino reluzindo sob a luz suave da sala, cheiro químico sutil pairando no ar. Usando meu cartão de crédito pessoal — aquele de compras rotineiras —, tracei duas linhas perfeitas e retas, longas o suficiente para uma dose generosa cada, polvilhando o excesso com cuidado para não desperdiçar. Marcelo pegou um canudo de metal curto que trouxera no bolso, oferecendo-me primeiro: "Você abre a porta". Inclinei-me sobre a mesa, nariz direito pressionado no canudo, aspirei devagar — o pó subiu fino e ardente pelo septo, queimando como fogo líquido inicial, gosto amargo-metálico na garganta enquanto engolia involuntariamente. Passei para ele; Marcelo inalou com maestria, limpando o nariz com o dedo e sorrindo. O fogo subiu lento pelo nariz, espalhando euforia elétrica em ondas: primeiro, um zumbido quente nas narinas se irradiando para a cabeça, clareando a mente como um flash; depois, coração acelerando em batidas fortes e ritmadas, pupilas dilatando para captar cada detalhe — a veia pulsando no pescoço dele, o suor perolando minha clavícula; pele arrepiada em ondas de prazer tátil, mamilos endurecendo sozinhos sob a blusa, tesão pulsando como um coração selvagem entre as coxas, boceta inchando úmida e latejante, pronta para o que viria.
O sexo veio comportado no início, como um ritual conservador se desfazendo camada por camada, respeitando as raízes de decência que nos moldaram. Começamos com beijos castos na boca, lábios se roçando timidamente no sofá, como se testássemos o terreno proibido; devagar, evoluíram para carícias medidas — suas mãos grandes e calejadas deslizando sob minha blusa fina de algodão, palma quente pressionando a pele da barriga, subindo até roçar os mamilos endurecidos sob o sutiã de renda. "Você é mais linda de perto, Andressa... essas curvas me enlouquecem há meses", murmurou rouco, voz grave vibrando contra meu pescoço enquanto desabotoava a blusa com dedos trêmulos de desejo contido. Tirei sua camisa, revelando o peito largo e peludo de homem maduro; ele me despiu devagar, beijando cada centímetro exposto — colo, ombros, a linha dos seios —, como se desembrulhasse um presente há muito sonhado. Nuos, nos admiramos: explorei seu corpo atlético com mãos curiosas, traçando os músculos dos braços, descendo à virilha; seu pau grosso e veiudo já ereto, latejando quente na palma, veias salientes pulsando sob meus dedos. Chupei com devoção reverente, língua plana circulando a glande salgada e inchada, sugando devagar enquanto saliva escorria, ele gemendo baixo "Assim, devagar... porra, que boca perfeita", mãos firmes em meus cabelos cacheados, guiando sem forçar. Ele retribuiu ajoelhando-se entre minhas coxas abertas, boca faminta na boceta úmida e depilada — lábios sugando os grandes lábios carnudos, língua ávida chupando o clitóris inchado e sensível, dois dedos grossos curvados penetrando devagar, acertando meu ponto G com precisão ritmada, bombeando em círculos que me faziam arquear as costas. "Você é tão molhada, tão doce", rosnou entre lambidas, o prazer acumulando como onda; gozei trêmula pela primeira vez, pernas bambas tremendo ao redor de sua cabeça, sucos escorrendo pelo queixo dele, corpo convulsionando em espasmos longos e intensos.
A cocaína inflamou tudo, transformando o ritual em incêndio descontrolado — o pó amplificava cada toque, cada respiração, tornando o ar espesso de urgência primal. "Quero te foder agora, Andressa... aguenta?", grunhiu Marcelo, olhos selvagens dilatados, erguendo-me nos braços fortes contra a parede fria da sala, minhas pernas envolvendo sua cintura. Penetrou devagar primeiro, glande rompendo a entrada apertada e esticando-me com precisão milimétrica, pau grosso preenchendo cada centímetro vazio, eu gemendo "Lento... ah, sim, assim" enquanto me ajustava à grossura dele, paredes internas pulsando ao redor. Mas o pó acelerou o ritmo como um motor turbo: bombadas urgentes e profundas começaram, quadris batendo com força contra os meus, minhas unhas cravadas em suas costas musculosas, riscando pele vermelha, gemidos ecoando altos pela casa vazia — "Mais fundo, Marcelo, me quebra!". Puxou-me para o tapete macio, virei de quatro instintivamente, bunda empinada e aberta para ele; meteu fundo de uma vez, pau inteiro desaparecendo na boceta encharcada, bolas batendo no clitóris a cada estocada violenta, mãos grandes apertando minhas curvas, tapas leves virando médios na bunda carnuda e marcada pelo tempo — "Mais forte!", implorei rouca, selvageria que meu corpo maduro suplicava há anos, ondas de prazer explodindo do útero. Ele acelerou, grunhindo "Você é apertada demais... vou gozar", e eu gozei gritando primeiro, contrações violentas apertando seu pau como um torno, leite escorrendo pelas coxas trêmulas; ele explodiu dentro segundos depois, jatos quentes e grossos de sêmen inundando-me, escorrendo devagar pelas pernas enquanto colapsávamos suados, ofegantes, rindo da intensidade que o pó e o pacto haviam libertado.
A Noite de Adriane e Leonardo: Intensidade no Básico
Enquanto isso, na casa de Adriane, a noite seguiu o ritmo conservador dela — sem drogas além do vinho tinto generoso que ela serviu em taças altas de cristal, doses cheias aquecendo o estômago e soltando as amarras do dia, bochechas coradas e risadas baixas enchendo a sala de jantar iluminada por abajures suaves. Conversaram primeiro sentados no sofá de veludo, ela guiando com comandos suaves como confessara na véspera: "Vem cá, Leonardo... sente-se mais perto, me olhe como se fôssemos velhos amantes". Beijos iniciaram castos e educados, lábios se roçando com hesitação de quem respeita limites, evoluindo devagar para pressionados e profundos — línguas se entrelaçando lentas e exploratórias, gosto de vinho tinto misturando-se ao hálito quente, mãos por cima das roupas traçando contornos familiares: palma dela firme no peito largo dele, sentindo o coração bater acelerado; dedos dele deslizando pela curva esguia da cintura dela, subindo até roçar os seios pequenos e firmes sob a blusa de seda. "Deixe-me guiar você esta noite... devagar, como eu gosto", sussurrou Adriane, voz baixa e autoritária mas carinhosa, despindo-o com paciência ritualística — camisa primeiro, revelando o torso atlético de executivo; calças depois, pau semi-ereto saltando livre, veias pulsando sob o toque leve dela. Ele a despiu por igual, admirando o corpo esguio de pilates, pele clara e lisa; nuos, migraram para a cama king size com lençóis impecáveis, ela deitando-o de costas e subindo sobre ele para o básico puro: missionário tradicional, pernas dela entreabertas ao redor dos quadris dele. Sem preliminares elaboradas como oral ou dedos — só o essencial vaginal, mas com intensidade crescente pelo álcool e novidade: ela posicionou a boceta úmida e depilada na glande dele, penetrando devagar centímetro por centímetro, paredes internas apertando o pau médio e firme com precisão ritmada, gemidos abafados ecoando "Assim... devagar, bom menino, sinta cada pedaço de mim". Movimentos controlados e profundos, quadris dela ditando o compasso lento mas implacável, fricção interna acumulando calor como brasa, mãos dela pressionando os ombros dele, unhas marcando levemente a pele enquanto o vinho amplificava cada pulsação — ele gemia rouco "Você manda tão bem... não para", arqueando as costas para ir mais fundo. Sem variações ousadas, só o básico elevado à paixão: ela acelerou no clímax, contrações ritmadas pulsando ao redor do pau dele como um torno suave, corpo esguio arqueando em ondas trêmulas até gozar com suspiro longo e satisfeito, unhas cravadas; ele explodiu dentro segundos depois, jatos quentes e grossos de sêmen enchendo-a completamente, sêmen escorrendo devagar pelas coxas dela enquanto desabavam entrelaçados, ofegantes mas contidos, o vinho selando o êxtase simples e profundo de casais que preferem o conhecido.
Pós-Sexo: Contrastes do Pacto
Andressa e Marcelo: Selvageria Prolongada
O pó ainda corria em nossas veias, mas acabara — as cinco gramas railadas até o fim naquela maratona de prazer, zip lock vazio jogado no lixo. Servimos mais uísque puro, doses triplas sem gelo para reacender o fogo; o álcool queimou a garganta, misturando-se ao gosto salgado de sêmen e suor. Segunda rodada veio imediata: montei Marcelo no sofá, pau revigorado deslizando fundo na boceta inchada e sensível — lubrificada por nossa mistura pegajosa, cavalguei selvagem com quadris girando, unhas cravadas no peito peludo dele, gritando "Me fode de baixo, seu puto!" enquanto ele bombava para cima, mãos apertando minha bunda carnuda. Gozamos exaustos ao amanhecer, corpos colados em lençóis úmidos, vício selado.
Adriane e Leonardo: Romance Tranquilo com Toque Oral
Do outro lado da cidade, o pós-sexo foi puro aconchego — sem pó, só o vinho tinto restante em taças na cabeceira, goles lentos entre beijos suaves e carícias preguiçosas na cama desfeita. Após o missionário intenso, Adriane sussurrou "Agora me chupe devagar, como um bom menino", guiando a cabeça dele entre suas coxas; ele obedeceu, língua ritmada lambendo o clitóris sensível e os lábios úmidos dela, sugando com devoção até um segundo orgasmo trêmulo dela, gemidos baixos ecoando. Ela aninhou-se no peito dele depois, dedos traçando círculos no abdômen, sussurrando "Você foi perfeito... amanhã repetimos devagar". Conversaram baixinho sobre o pacto, risadas leves e abraços longos até dormirem entrelaçados, intimidade doce como um vinho envelhecido, prometendo dias serenos.
A troca mal começara, mas os contrastes já definavam nossos caminhos — selvageria e doçura, lado a lado.