Uma pequena observação da parte um. Diz que estávamos casados há 15 anos. Desculpa, foi erro de digitação, deveria ser 10 anos.
Na parte um dessa história, o Rique e eu tínhamos acabado de chegar nessa aldeiazinha no meio da selva. Fomos presenteados com uma cabana de sapé para ficar pelo Cacique Zoomama. Depois de um banho gostoso embaixo de uma cachoeira, o Rique e eu fomos para nossa cabana para fazer amor. Tínhamos acabado de transar quando olhei para cima e vi o Jameraka, nosso guia de safári, parado na porta nos observando. Não tinha a menor ideia de quanto tempo ele estava lá parado nos assistindo. Tudo o que sabia com certeza era que ele tinha acabado de me ver ter um orgasmo sentada no pau duro do meu marido. Não me pergunte por quê, mas nunca disse uma palavra para o Rique sobre o Jameraka nos observando. Ah sim, o Jameraka nos disse antes do banho que a tribo ia fazer um banquete e dança para nós pouco antes de escurecer.
Agora, continuando a história, pegando exatamente de onde parei.
Inclinei-me e dei um beijo longo e quente no Rique antes de descer do pau agora murcho dele. Quando fiquei em pé ao lado da esteira, senti o esperma do Rique começar a vazar de dentro de mim e escorrer pela parte de dentro das minhas duas coxas. Olhei para baixo e disse:
— Meu Deus, de onde você tira toda essa porra? Parece que você bombeou litros dentro de mim!
O Rique sorriu para mim da esteira e disse:
— Desculpa por ter feito essa bagunça na sua bucetinha gostosa.
Respondi:
— Hmmmmm, eu gosto desse tipo de bagunça — enquanto me inclinava e dava outro beijo nele.
Nós dois nos limpamos na nossa cabana enquanto começávamos a nos arrumar para o banquete daquela noite.
Perguntei ao Rique:
— O que você acha que eu deveria vestir hoje à noite?
Sorrindo de orelha a orelha, o Rique disse:
— Que tal só uma calcinha vermelha transparente e mais nada?
— Ah, claro, como se eu fosse me vestir assim! — respondi. — Nos seus sonhos!
— Por que não? — o Rique respondeu. — Aquele sutiã molhado que você estava usando não escondia nada. Todo mundo aqui agora sabe como são seus mamilos duros. Então por que não deixar eles verem balançando livres? Nenhuma das outras garotas aqui cobre os peitos.
Olhei para ele e disse:
— Você tá de brincadeira comigo? Você realmente gostaria que outros caras me vissem completamente de peito de fora? Você não ficaria puto com eles me olhando?
— Claro que não. Aliás, acho que ia me deixar com muito tesão. E acho que ia te deixar com tesão também. E você sabe o que vai acontecer quando nós dois ficarmos excitados.
Olhei para ele sorrindo e disse:
— Bom, continua sonhando, querido. Não vou andar de peito de fora. Tops sexys, sutiãs ou o que for é até onde essa garota vai, desculpa.
Tendo dito isso, vesti uma camiseta amarela, deixando meus seios sem sutiã. Depois vesti uma calcinha de renda azul clara. Por último, vesti um shortinho jeans bem curtinho.
Coloquei minhas mãos embaixo dos dois seios, virei de frente para o Rique. Comecei a balançá-los para cima e para baixo enquanto dizia:
— Como está esse visual? Não de peito de fora, mas balançando livres, tá bom assim?
O Rique sorriu e disse:
— Você está linda, mas de peito de fora seria melhor.
Terminamos de nos arrumar e saímos da cabana. Fizemos a curta caminhada pela aldeia até onde o banquete e a dança seriam realizados. Quando entramos na área, vimos o Jameraka sentado numa mesa comprida ao lado do Cacique Zoomama. Ele acenou para nós e me disse para sentar do outro lado do Cacique e para o Rique sentar ao meu lado. Os olhos do Jameraka continuaram me medindo de cima a baixo enquanto tomávamos nossos lugares. Ele olhou meu shortinho jeans apertado e depois subiu para meus seios balançando sob a camiseta. Me senti tão estranha por dentro sabendo que ele tinha acabado de me ver totalmente nua e transando há menos de uma hora.
Uma vez sentados, o Cacique se virou e disse algo para nós dois na língua nativa dele. O Jameraka então traduziu que ele estava nos dando boas-vindas e que esperava que aproveitássemos a comida, bebidas e dançarinos. Nós dois sorrimos e agradecemos, sem ter certeza se ele nos entendeu ou não.
Os tambores começaram e alguns membros tribais, homens e mulheres, começaram a dançar e pular no ritmo das batidas dos tambores. Outras pessoas começaram a trazer comida e bebidas para todos os outros membros da tribo. Colocaram algum tipo de comida na frente de todos nós também. Também nos deram copos fofos feitos de coco com nossa bebida dentro. Minha bebida era rosa e a do Rique era amarela. Olhei e vi que tanto o Cacique Zoomama quanto o Jameraka tinham uma bebida transparente. Perguntei ao Rique o que é essa coisa enquanto apontava para o copo de coco.
Ele pegou o dele, tomou um golinho e disse:
— Hmmmmm é algum tipo de suco de frutas, experimenta, é muito bom. Mas o que eu realmente gostaria de saber é que tipo de carne é essa, mas tenho medo de perguntar!
Nós dois rimos enquanto eu experimentava um gole do suco de frutas também para descobrir que o Rique estava certo, era muito bom.
Comemos e bebemos feito porcos enquanto nós quatro sentados à mesa assistíamos o povo tribal fazer o show para nós. O Rique continuava fazendo comentários sobre os peitos negros nus balançando na frente dele. Eu tinha meus próprios comentários sobre como as rolas compridas dos dançarinos apareciam de vez em quando por baixo dos tangas deles.
Pouco tempo depois, de repente, minha visão ficou muito embaçada. Estava tentando focar nas pessoas dançando e não conseguia. Virei para contar ao Rique o que estava acontecendo comigo só para encontrá-lo apagado, ainda sentado com a cabeça caída para trás como se estivesse olhando para o céu. Sacudi ele e ele não acordou. Disse ao Cacique e ao Jameraka que algo estava errado com o Rique, ele não acorda!
O Cacique tinha aquele olhar de "não entendo o que você está dizendo" no rosto, mas o Jameraka falou e disse:
— Não se preocupe, moça sexy, ele está bem. Ele só bebeu kekpa demais, como vocês dizem no país de vocês, ah sim, ele apagou de bêbado.
— Você tá brincando comigo? Bêbado? Eu não sabia que esse suco tinha álcool.
O Jameraka riu e respondeu:
— Ah sim, moça sexy. É feito de plantas locais, diferente do que vocês fazem no Brasil, como vocês dizem, pinga. Vai te apagar pela noite se você beber demais. Não se preocupe, vou mandar meus homens levarem ele para sua cabana.
Ele então disse algo para dois homens e eles vieram direto e pegaram o Rique e começaram a carregá-lo em direção à nossa cabana.
Levantei para ir com eles. Minha visão ainda estava embaçada e me senti como se estivesse pegando fogo ou algo assim. Me senti muito estranha por dentro. O Cacique disse algo para mim e olhei para o Jameraka para traduzir.
— O Cacique disse que sente muito que seu companheiro desmaiou e que gostaria que você ficasse e se divertisse.
Respondi:
— Diga a ele obrigada, mas não estou me sentindo bem também e que é melhor eu ir. Por favor, diga a ele obrigada e que nos divertimos muito hoje à noite.
Voltei para nossa cabana e não tinha certeza do que estava acontecendo comigo. Não me sentia bêbada ou chapada. Não tenho certeza do que sentia, tinha essas sensações acontecendo dentro do meu corpo que nunca senti antes. Não eram sensações ruins, mas como sensações prazerosas. Os dois garotos tinham jogado o Rique na esteira e estavam saindo da nossa cabana quando cheguei. Entrei e fechei a porta de capim. Queria que tivesse uma tranca para poder impedir o Jameraka de espiar sempre que tivesse vontade.
Estava começando a escurecer, então acendi a pequena tocha para dar luz à nossa cabana. O Rique estava apagado de costas, dormindo feito um bebê. Tirei a camisa e o short dele, deixando-o deitado lá só de cueca. Eu mesma estava morrendo de calor, então tirei minha camiseta. Fiquei surpresa ao ver meus dois mamilos saltando e duros como pedras. Beber sempre pareceu me deixar um pouco com tesão, mas não me lembro de ter deixado meus mamilos tão duros. Passei minha mão direita sobre meu mamilo esquerdo, ai meu Deus, quase gozei na hora. Fiquei lá alguns minutos brincando com meus dois mamilos super duros. Estava apertando e rolando eles entre meu polegar e indicador. Estava pensando "meu Deus, por que meus mamilos estão tão sensíveis hoje à noite?"
Me deixei tão excitada brincando com meus mamilos que tive que deitar e me masturbar. Empurrei meu shortinho jeans pelas minhas pernas e saí dele. Agora vestida apenas com minha calcinha de renda azul clara, deitei ao lado do Rique na esteira. Enquanto rolava meu mamilo direito, passei lentamente minha mão direita pela minha barriga até minha calcinha. Bem devagar comecei a passar os dedos sobre o meio molhado da calcinha. Podia sentir o contorno dos lábios quentes da minha buceta através do meio molhado. Meu clitóris durinho estava tentando fazer um buraco na minha calcinha quando o encontrei e comecei a esfregá-lo. Olhei para o Rique e gemi:
— Ai Deus, amor, por que você desmaiou em mim? Deus, eu preciso tanto de você essa noite!
Podia sentir um orgasmo começando no fundo do meu corpo enquanto continuava brincando com meu mamilo direito e esfregando meu grelo através da calcinha molhada. Fechei meus olhos e estava novamente pensando em todas aquelas rolas pretas compridas que vi nessa viagem. Na minha mente, um dos garotos tribais estava esfregando a cabeça quente e emborrachada da rola preta dele bem no meu clitóris. O melzinho dele estava vazando por todo o meu grelo, deixando escorregadio e mais molhado.
— AI MEU DEUS!
Empurrei meus quadris contra meus dedos e comecei a gozar bem ao lado do meu marido apagado.
— HMMMMM DEUS ME FODE AGORA!
Gemi alto enquanto na minha mente um dos caras negros tinha acabado de me fazer gozar esfregando meu clitóris duro com a rola dele e eu estava pronta para ele enfiar dentro de mim agora.
Quando meu orgasmo começou a diminuir, abri meus olhos e olhei para o Rique, que ainda estava apagado e dormindo feito um bebê. Alcancei e puxei o pau murcho dele para fora da abertura da frente da cueca dele. Gemi:
— Hmmmmm amor, deixa essa coisa dura para mim — enquanto o colocava na minha boca.
Fiz o meu melhor para deixar o pau dele duro, mas simplesmente não ia acontecer. Beijei, chupei e lambi e ainda nada. Parei de brincar com ele e olhei para o rosto tranquilo dele. Gemi:
— Puta que pariu, Rique. A noite que eu preciso de você, a noite que minha buceta está pegando fogo, você desmaia em mim.
Deus, eu precisava de um pau dentro de mim. Nunca estive tão excitada na minha vida. Não conseguia tirar as mãos dos meus mamilos duros; estavam tão duros que parecia que iam explodir. Nem conseguia tirar as mãos do meio molhado da minha calcinha, que agora estava ainda mais molhada. Merda, por que não trouxe aquele vibrador que o Rique tinha me dado alguns anos atrás? Cara, podia ter colocado aquela coisa para trabalhar agora.
Levantei e comecei a procurar na minha mala por algo que pudesse usar como pau para satisfazer minha buceta pegando fogo. Olhei para o porta-escovas onde estava minha escova de dentes, mas coloquei de volta. Tinha certeza de que ia se desmontar e eu ia ficar com metade dele enfiado lá dentro da minha buceta. Seria difícil explicar por que eu precisava voltar para a cidade para removê-lo. Então peguei minha escova de cabelo.
"Hmm", pensei, "cabo comprido, tem uma curvinha".
Peguei a escova e deitei de volta ao lado do Rique. De novo estou pensando: "Que diabos está errado comigo? Por que estou tão excitada?" Estava tão com tesão que se o Jameraka ou qualquer um dos outros garotos ou homens entrasse pela porta agora, eu me daria a eles. Deixaria eles me comerem até o fogo na minha buceta se apagar.
Bem, não podia esperar alguém entrar pela porta para me foder, então empurrei minha calcinha de renda azul clara pelas minhas pernas e tirei. Abri minhas pernas e passei meus dedos indicador e médio direto pela minha fenda quente e molhada. Ai meu Deus, eu estava molhada, quente e molhada. Minha buceta estava pegando fogo e precisava de uma rola.
Olhei para o Rique de novo e gemi:
— Hmmmmm, seu babaca — enquanto empurrava devagar o cabo da escova para dentro da minha buceta molhada.
Ai Deus, que delícia quando comecei a esfregar meu grelinho duro e molhado no ritmo do cabo da escova. Mais uma vez fechei meus olhos imaginando uma daquelas rolas pretas compridas afundando dentro de mim. Na minha mente, o jovem que eu tinha visto se tocando no rio estava agora me enchendo com a rola preta comprida dele.
O Rique estava agora totalmente fora da minha mente. Nem parei para pensar o que ele acharia se acordasse e me encontrasse me fodendo com minha escova de cabelo. A única coisa que me importava naquele momento era gozar. Eu precisava gozar e gozar muito. E eu sabia que do jeito que estava bombeando aquela escova dentro de mim, não demoraria nada até eu estar gozando de novo.
Cada vez mais rápido comecei a bombear aquela escova na minha xana. Rebolando meus quadris para cima enquanto enfiava o mais fundo que ia. Me revezava esfregando meu clitóris e apertando meus dois mamilos duros. Então aconteceu. Gemi:
— AHHHHH SIMMMMMM!
Empurrei o cabo da escova fundo dentro da minha buceta enquanto apertava meu grelo e gritei:
— AI MEUUUUU DEUS EU TÔ GOZANDOOOOOOO!
Meus quadris continuaram pulando contra a escova enquanto continuei gozando e gozando.
Pode acreditar, já me masturbei antes, mas nunca tive um orgasmo como o que estava tendo naquele momento.
Uma vez que meu corpo começou a se acalmar um pouco, virei e dei um beijo no rosto do Rique. Gemi:
— Ah amor, por favor, acorda, eu preciso de você.
Não conseguia acreditar que ainda estava com tesão. Comecei a brincar com o pau dele de novo, tentando acordá-lo. Ao mesmo tempo, enfiei dois dedos fundo na minha buceta molhada e gemi:
— Que porra está acontecendo comigo?
Então tirei a cueca do Rique e deitei em cima dele. Comecei a rebolar em cima dele enquanto pressionava o monte da minha buceta contra o pau mole dele. Estava beijando ele e ainda esperando que ficasse duro e me comesse do jeito que eu precisava ser comida. Mas depois de alguns minutos vi que o Rique não ia conseguir ficar duro, então passei minha mão entre nós. Enfiei dois dedos dentro da minha buceta molhada, depois os tirei com meus sucos neles e comecei a esfregar no meu clitóris. Agora estava esfregando meu grelo enquanto rebolava no pau mole do Rique. Não conseguia acreditar que estava a caminho de me fazer gozar de novo.
Não sabia se o povo tribal podia ouvir todos os meus gemidos fora da nossa cabana ou não. O que sabia era que estava no ponto de gozar de novo e estava pronta para isso acontecer.
Estava beijando o Rique e rebolando no pau mole dele cada vez mais rápido quando meu orgasmo começou a percorrer meu corpo.
— AI DEUS, RIQUE, AI DEUS, RIQUEEEEE! — gemi enquanto começava a gozar.
Afundei meus dedos o mais fundo que pude dentro da minha buceta quente e molhada e quase gritei:
— AHHHH CARALHO EU TÔ GOZANDOOOOOOO!
Continuei trabalhando meus dedos para dentro e para fora da minha buceta molhada, deixando ainda mais molhada enquanto continuava gozando e gozando. Minha mente voltou direto a pensar que estava agora gozando numa daquelas rolas pretas. Estava encharcando aquela rola preta com os sucos da minha buceta naquele momento.
Uma vez que meu orgasmo chegou ao fim, rolei de cima do Rique para o meu lado ao lado dele. Estava tremendo e tentando recuperar o fôlego. Passei meus dedos de novo sobre meu mamilo direito para descobrir que ainda estava duro como pedra e precisando ser chupado.
Não conseguia acreditar no que estava acontecendo comigo. Minha outra mão tinha vida própria enquanto fazia o caminho entre minhas pernas de novo. Minha buceta estava agora ainda mais molhada quando afundei meus dedos dentro de mim novamente. E de novo puxaria alguns dos meus sucos para fora e lubrificaria meu clitóris quente e durinho enquanto o esfregava.
Estava me revezando apertando meus mamilos duros e me dedilhando de novo. Estava empurrando o monte da minha buceta contra meus dedos e bem a caminho de mais um orgasmo. Então não sei o que aconteceu comigo, tudo ficou preto. Estou pensando que quando comecei a gozar devo ter desmaiado.
Quando estava acordando, pude ver que agora era dia pela luz entrando pelas frestas ao redor da porta da cabana. Não conseguia acreditar que minha buceta ainda estava pegando fogo e precisando de atenção. Gemi:
— Hmmmmm Deus, o que está acontecendo? — quando senti que estava prestes a ter um orgasmo.
Olhei para baixo e encontrei a cabeça do Rique entre minhas pernas lambendo e chupando minha buceta.
— AHHHHHH!
Minha cabeça caiu para trás na esteira enquanto meus quadris começaram a trabalhar no ritmo da língua do Rique.
— AHHHH MEU DEUS SIMMMMMM! — gemi enquanto gozava na língua quente do Rique.
Uma vez que meu orgasmo terminou, o Rique beijou subindo pelo meu corpo, parando para dar em cada um dos meus mamilos duros um beijo longo e quente de chupada. Uma vez que ele estava cara a cara comigo, senti o pau duro dele lentamente afundando dentro de mim.
— HMMMMM SIMMMM! — gemi enquanto empurrava contra ele.
— Você gosta de acordar com uma língua na sua buceta? — ele perguntou.
Gemi:
— Hmmmmm sim, mas estou brava com você, babaca!
Ainda bombeando para dentro e para fora de mim bem devagar, ele perguntou:
— O que eu fiz?
— Não é o que você fez, é o que você não fez. Você desmaiou em mim ontem à noite.
— Eu sei, tudo que me lembro é de comer e beber aquele suco. Hmm, aquele suco devia ter alguma coisa nele.
Gemi:
— Hmmmmm isso é tão gostoso — enquanto empurrava contra o pau duro do Rique e disse: — É chamado kekpa, é algum tipo de bebida feita de uma planta local.
O Rique respondeu:
— Merda, eu não sabia que era bebida alcoólica ou não teria bebido tanto. Desculpa por ter apagado em você, amor. Te derrubou também?
Olhando para ele, gemi:
— Hmmmmm, não, não me derrubou. Não bebi tanto quanto você. Teve um efeito totalmente diferente em mim.
Aumentando um pouco a velocidade agora, o Rique disse:
— Que tipo de efeito teve em você?
Prendendo minhas pernas em volta das costas dele, gemi:
— Hmmmmm amor, me deixou com tesão. Hmmmmm Deus, eu estava tão excitada ontem à noite. Ah sim, sim, não para, amor. Ai Deus, isso é tão bom.
Beijando meu pescoço, o Rique então disse:
— Por que você não me acordou?
Dei um tapa no braço dele e disse:
— Porra, Rique, eu fiz tudo menos sentar na sua cara para te acordar. Você estava morto para o mundo, não tinha como te acordar.
— Então o que minha esposa com tesão fez? Por favor, me diz que um dos caras aqui cuidou das suas necessidades?
Dei outro tapa no braço dele e respondi:
— Não, nenhum dos caras aqui cuidou das minhas necessidades. Eu nunca faria isso com você. Às vezes uma garota tem que fazer o que uma garota tem que fazer!
O Rique estava agora bombeando em mim ainda mais rápido quando perguntou:
— Então o que você fez? Você se tocou?
Rebolando contra ele, gemi:
— Hmmmmm talvez um pouquinho!
Essa conversa suja estava mexendo com o Rique, e comigo também, quando ele perguntou:
— Você está me dizendo que você gozou aqui do meu lado e eu perdi?
— Hmmmmm sim, amor — gemi para ele. — Eu gozei algumas vezes ontem à noite. Deus, eu estava tão fodidamente excitada que não aguentava. Ai Deus, Rique, me fode, hmmmmm sim.
Agora estávamos transando a toda velocidade. O Rique estava martelando o pau duro dele o mais fundo dentro de mim que conseguia.
Ele gemeu:
— Algumas vezes? Quantas vezes você gozou?
Um orgasmo incrível estava apenas começando dentro de mim quando gemi:
— Hmmmmm amor, acho que quatro ou cinco vezes!
Minha resposta mexeu com o Rique. Ele respondeu:
— Quatro ou cinco vezes? AI CARALHO!
Ele então empurrou fundo dentro da minha buceta molhada e começou a me encher com a porra quente dele.
O pau dele pulsando me detonou também quando empurrei contra ele e gozi também. Estava trabalhando minha buceta molhada para cima e para baixo no pau latejante dele enquanto gemia:
— AI DEUS ME ENCHE, AMOR, EU PRECISAVA DA SUA PORRA DENTRO DE MIM ONTEM À NOITE. AI DEUS SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO!
Depois de um orgasmo incrível, o Rique rolou de cima de mim e disse:
— Porra, isso foi bom. Você gostou?
Beijei ele e gemi:
— Hmmmmm sim, muito.
Então o Rique sentou e disse:
— Que tal você fazer de novo e me deixar assistir dessa vez?
— Fazer o quê? — perguntei.
— Se tocar. Nunca te vi se fazer gozar, muito menos cinco vezes. Vamos, amor, faz para mim. Eu adoraria te ver se dedilhando.
Ri e disse:
— Desculpa, mas não vou fazer isso para você, amor. Eu estava numa situação desesperadora ontem à noite e aquela foi minha única saída!
— Vamos — o Rique gemeu — só uma vez para eu ver.
Sorri e disse:
— Vou fazer um acordo com você. Você bate uma punheta primeiro e me deixa assistir. Depois que terminar, eu faço para você. Que tal? Fechado?
O Rique fez uma cara estranha e respondeu:
— Nem fodendo, não vou fazer isso.
Sorri e disse:
— Tá bom, caso encerrado — enquanto lhe dava outro beijo.
O Rique então me deu um daqueles olhares e disse:
— Que tal um desses caras negros? Você gostaria de pegar um dos caras negros e me deixar assistir?
— Sai fora, como se isso fosse acontecer.
— Poderia acontecer se você deixasse acontecer. E eu adoraria ver como você agiria com uma daquelas rolas compridas enfiada dentro de você. E fala a verdade, você tem ficado de olho neles. E eu sei que você gostaria de experimentar uma, não é? — ele perguntou.
— Você tá brincando comigo? Você gostaria de assistir outro homem me comendo, um negro ainda por cima? Eu sou sua esposa, não alguma vadia local. Como você pode pensar assim de mim? Você está me dizendo que não ia ficar puto se algum cara estivesse me fodendo?
O Rique me abraçou e disse:
— Amor, amor, o que estou dizendo é o seguinte: estamos a milhares de quilômetros de casa. Se você sentisse vontade de experimentar uma dessas rolas pretas compridas que você tem ficado de olho o tempo todo desde que chegamos aqui, eu tô de boa com isso. Não é como se você fosse fazer pelas minhas costas. Posso ser doente, mas tenho sonhos de te ver gozar com uma rola preta dura e comprida bem funda na sua buceta. Então, se isso acontecesse, quando voltarmos para casa ninguém lá vai saber de nada. Seria algo entre você e eu pelo resto de nossas vidas.
Olhei para o Rique em choque e disse:
— Você não está brincando, está?
— Não, amor, não estou brincando — o Rique respondeu com um sorriso.
Ele me fez pensar. Ele estava certo. Eu tinha estado olhando, olhando muito. E não conseguia tirar aquelas rolas pretas compridas da minha cabeça. Mas será que eu conseguiria fazer sexo com um deles? Estou pensando que nunca poderia fazer isso. E será que conseguiria fazer isso com o Rique me assistindo? Isso seria realmente bizarro. E se eu tivesse um orgasmo com outro homem e o Rique estivesse assistindo acontecer? Como eu poderia encará-lo de novo?
Olhei para o Rique, dei um beijo nele e disse:
— Amor, acho que essa selva transformou você num maluco. Estamos casados há tempo demais para jogar tudo fora por causa de sexo. Por enquanto, acho que vou continuar só transando com você. Sempre podemos brincar na nossa cabeça de que estamos transando com quem quer que seja. Além disso, não esquece do fato de que posso engravidar e isso seria difícil de esconder dos nossos amigos e família quando voltássemos para casa. Então eu digo: continua sonhando, garanhão!
O Rique disse:
— Tá bom, beleza, mas a proposta está aí para você, aceita se sentir vontade. Com certeza acho que seria sexy te ver sendo fodida. Bom, se você não está afim disso, que tal você se dedar para mim agora mesmo?
Beijei ele e disse:
— Talvez um dia eu faça isso para você, mas não hoje. É melhor levantarmos e sairmos dessa cabana. O Jameraka vai estar esperando por nós. Você sabe que hoje é dia de trilha.
Hoje era dia de trilha. Tínhamos chegado ao fim da estrada, então o resto do safári ia ser a pé todos os dias. Nossa base ia ser essa aldeia para voltar toda noite.
Nos limpamos na cabana e começamos a nos vestir para um dia de caminhada. Vesti uma calcinha de renda rosa. Depois um short jeans apertado, não curtinho, mas bem justo que marcava minha bunda do jeito que o Rique gosta. Devido ao fato de que íamos caminhar sabe-se lá quantos quilômetros, vesti um top esportivo branco. O Rique não ficou muito feliz com isso, mas eu era quem ia ficar com os seios doloridos no final do dia por causa deles balançando o dia todo. Depois foi uma camisa branca sem mangas de botão, meias brancas e minhas botas de trilha. Meu boné branco do Corinthians e estava pronta para ir.
Uma vez que o Rique estava vestido, saímos da cabana e encontramos o Jameraka e o Cacique Zoomama tomando café da manhã. O Jameraka acenou para nós e disse:
— É melhor vocês dois comerem algo antes de começarmos.
Depois do café da manhã, o Jameraka, uns dez caras dele e nós começamos a sair da aldeia por uma trilhinha entrando na selva. O Jameraka e seus caras todos tinham armas. O Rique e eu só tínhamos a nós mesmos.
Caminhamos o que pareceram oitenta quilômetros. Sei que devem ter sido uns dez ou onze. De qualquer forma, pareceu um longo caminho. No começo da tarde, o Jameraka disse para seu povo e para nós que era hora de voltar para a aldeia. Precisávamos voltar antes de escurecer.
Tinha sido uma caminhada ótima. Vimos todos os tipos de animais pelo caminho. Macacos, pássaros, até vimos três hipopótamos no rio.
Enquanto voltávamos, o Rique veio ao meu lado por trás e começou a dar tapinhas e apertar minha bunda enquanto caminhávamos. Ele disse:
— Mal posso esperar para voltar para a aldeia e naquela cachoeira para um banho gostoso. O que você acha de tomar um banho de peito de fora hoje à noite?
Olhei para ele enquanto revirava os olhos e disse:
— Deus, você não desiste, não é?
O Rique sorriu e respondeu:
— Não, nunca vou desistir. Então devo interpretar isso como um sim? Você vai dar um showzinho de peitos para todos os homens na cachoeira hoje à noite?
Ri enquanto batia no braço dele e disse:
— Continua sonhando, parceiro, continua sonhando.
De volta à aldeia e na nossa cabana nos preparando para nossos banhos, o Rique de novo começou a me encher o saco para ir de peito de fora até o rio.
— Vamos, amor, você fica tão gostosa naquela calcinha rosa de renda. Só usa ela e nada mais, por favor? — o Rique implorou.
Fiquei um pouco brava quando respondi:
— Meu Deus, Rique, dá um tempo. Não, não vou andar de peito de fora na frente de todos esses homens e garotos aqui. Você continua esquecendo que sou sua esposa, não alguma vadia. Eles têm sorte de me ver de sutiã e calcinha. Vou sem sutiã se isso te deixar tão feliz assim de ter caras encarando meus peitos. Mas é só até aí que vai!
— Tá bom, beleza — foi a única resposta que recebi de volta do Rique. Sabia pelo tom da voz dele que estava puto também.
Então descemos para a cachoeira sem falar um com o outro. Eu estava usando minha calcinha rosa de renda e meu top esportivo. O Rique estava vestido de cueca.
O banho fez nós dois nos sentirmos muito melhor. Pedimos desculpas um ao outro e nos beijamos embaixo da queda d'água. O Rique estava me deixando muito excitada. Enquanto nos beijávamos, ele estava apertando e brincando com minha bunda coberta pela calcinha molhada. O pau dele estava ficando duro e cutucando a virilha da minha calcinha.
Ri e disse:
— Hmmmmm, parece que o pau do Rique está acordado — enquanto alcançava entre nós e dava uma apertadinha no pau duro dele. — É melhor você não beber muito daquele kekpa hoje à noite. Vou estar procurando um pouco desse pau do Rique mais tarde.
O Rique sorriu e disse:
— Te dou um pouquinho agora mesmo, se quiser?
Me afastei dele e disse:
— É melhor esperar, muitos olhos estão nos observando agora — enquanto olhava em volta para ver que todos os olhos estavam em nós, nos assistindo brincar um com o outro.
Terminamos de tomar banho e voltamos para a aldeia. O Jameraka nos disse no caminho para nossa cabana que o jantar estaria pronto em breve, mas não haveria dança ou shows hoje à noite.
Na cabana, uma vez que estava toda seca, vi que era hora de fazer a barba. Peguei minha vasilhinha de água e os itens de depilação. Primeiro depilei as axilas e pernas, depois passei para o monte e a buceta. O Rique adorava esse showzinho de depilação que eu fazia para ele. Então comecei a procurar algo para vestir naquela noite.
O Rique então disse:
— Por que você não veste algo sexy hoje à noite para mim?
Comecei a pensar: "Ah, que se foda, por que não deixar ele escolher minha roupa para a noite?" — desde que não fosse de peito de fora.
Disse:
— Tá bom, Rique, você escolhe o que gostaria que eu vestisse e eu visto só para você.
Ele sorriu e disse:
— Caralho!
Sentei na esteira nua enquanto o assistia fuçar nas minhas malas procurando aquela roupa sexy para vestir. Uma vez que tinha os três itens que eu devia usar separados, ele olhou para mim e disse:
— Você está de boa com essa roupa?
Sorri e disse:
— Sim, tudo bem, posso usar isso.
Levantei e vesti uma calcinha roxa transparente. Puxei ela para cima e no lugar, depois girei completamente para dar um showzinho para ele.
O Rique gemeu:
— Hmmmmm sim, essas são lindas. Consigo ver sua bucetinha bonitinha direto através delas.
Apenas balancei a cabeça e sorri enquanto depois vesti uma saia jeans curtinha. Puxei ela sobre meus quadris e alcancei atrás para fechar o zíper. De novo girei completamente para ele. Não chamaria a saia de mini saia, mas era meio curta. Talvez uns oito ou dez centímetros abaixo da virilha da minha calcinha roxa sexy. Então a última coisa para vestir foi um top tomara que caia amarelo. Puxei sobre meus seios e tive que ajustá-los para deixar ambos sentados no mesmo lugar no meu peito. Dava para ver só uma ponta da minha aréola rosa através do material fino. Mas meus mamilos estavam saltando à mostra. Uma vez vestida, dei outra volta completa para a aprovação do Rique.
— Hmmmmm — o Rique gemeu. — Seus peitões estão lindos todos arredondados no seu peito assim. E essa sainha fica perfeita em você. Você vai se abaixar e deixar todos os caras conferirem essa bunda sexy coberta de calcinha?
Caminhei até o Rique e dei um beijo nele enquanto as mãos dele subiam por trás das minhas pernas por baixo da minha saia. Ele estava apertando minhas duas nádegas através da calcinha enquanto eu gemia:
— Talvez eu faça isso para você hoje à noite. Isso realmente te deixaria com tesão se eu fizesse algo assim?
Ele gemeu:
— Ai Deus, sim, deixaria.
Ele agora tinha um dedo dentro da abertura da perna da minha calcinha roxa e estava acariciando meus lábios úmidos.
Me afastei do Rique e do dedo investigador dele e disse que era melhor pararmos de brincar ou íamos perder o jantar.
Antes de sair da nossa cabana, virei para o Rique e puxei minha saia o máximo que pude, mostrando a ele a frente da minha calcinha. Então disse:
— Pega leve nessa coisa de kekpa hoje à noite ou você vai perder a chance de entrar nessas aqui mais tarde. Se você desmaiar em mim de novo hoje à noite, eu te arrebento.
O Rique agarrou meu monte coberto pela calcinha com a mão enquanto os dedos dele acariciavam meu clitóris. Ele me olhou nos olhos e disse:
— Pode confiar, não vou beber demais hoje à noite. Mal posso esperar para entrar nessa calcinha roxa.
Dei um beijo nele e me afastei, alisando minha saia de volta para baixo e disse:
— Tá bom, não esquece que vou te cobrar isso.
Saímos da cabana e fomos até a clareira onde comemos.
De novo hoje à noite, quando entramos na clareira, vimos o Jameraka sentado na mesa comprida ao lado do Cacique Zoomama. Ele acenou para nós e de novo me disse para sentar do outro lado do Cacique e para o Rique sentar ao meu lado. E de novo hoje à noite eu podia sentir os olhos do Jameraka queimando buracos na roupa que eu estava usando. Ele estava passando muito tempo encarando meus seios e mamilos duros. Uma vez sentados, nós dois dissemos olá para o Cacique e ele disse algo de volta para nós. Então o povo tribal começou a colocar comida na frente de nós. E de novo nos deram aqueles copinhos fofos de coco cheios de kekpa.
Quando o Rique pegou o copo dele para tomar um gole, dei um tapa na perna dele e disse:
— Só um hoje à noite.
Ele riu e disse:
— Deus, relaxa, eu conheço meus limites.
Sorri e disse:
— É melhor mesmo — enquanto fizemos o brinde e batemos nossos copos juntos.
Começamos a comer, seja lá o que era, mas estava bom. Conforme o tempo passou, nós dois tínhamos bebido todo nosso kekpa. Um jovem encheu meu copo de novo, mas não o do Rique. Ri e disse:
— Viu? Eles sabem que você não precisa de mais.
Alguns minutos depois, outro jovem passou e encheu o copo do Rique. De novo hoje à noite reparei que minha bebida era rosa e a do Rique era amarela. Então perguntei ao Jameraka:
— Por que nossas bebidas não têm a mesma cor e por que a sua é transparente?
O Jameraka respondeu que vinham de diferentes tipos de plantas locais. Por isso a cor não era a mesma.
Tinha acabado de terminar de comer e tinha bebido cerca de metade do meu segundo copo de kekpa quando olhei para encontrar o Rique de novo apagado com a cabeça para trás como se estivesse olhando para o céu de novo hoje à noite.
Bati e sacudi ele e disse:
— Porra, nem fodendo que você está fazendo isso comigo de novo hoje à noite.
O Jameraka olhou para nós e disse:
— Eu te disse ontem à noite que o kekpa ia te apagar. Parece que ele bebeu demais de novo hoje à noite. Vou mandar meus homens colocarem ele para dormir.
Ele então disse algo para alguns caras na língua nativa dele para levar o Rique para nossa cabana.
Uma vez que o pegaram, comecei a me levantar também para ir com ele. O Cacique Zoomama segurou meu braço e disse algo para mim.
Olhei para o Jameraka para traduzir o que ele tinha me dito.
O Jameraka disse que o Cacique gostaria que você ficasse, que ele sente que você não gosta da hospitalidade dele.
— Ah não, por favor, diga a ele que só vou ficar com meu marido, que ele não está se sentindo bem — respondi.
O Jameraka disse ao Cacique o que eu tinha falado e o Cacique respondeu de volta para ele. O Cacique disse que seu companheiro está bem, ele está apenas dormindo. Ele vai dormir a noite toda por causa de todo o kekpa que bebeu. Se você for embora, faz ele parecer mal na frente de todo o seu povo. O Jameraka então acrescentou que o Cacique se sente como um grande homem sentado na mesa principal com uma mulher branca de outra terra sentada ao lado dele. Então, por favor, se puder, fique um pouquinho e o faça se sentir bem. O Rique já era hoje à noite, e você não pode fazer nada por ele. E o Cacique pode achar que vocês não gostam dele depois de tudo que ele fez por nós!
Sorri para o Cacique e disse tá bom enquanto sentava de volta ao lado dele. Olhei para o Jameraka e disse:
— Diga a ele que fico um pouquinho, mas o kekpa está começando a me fazer sentir estranha por dentro também. Posso ter que ir embora antes de desmaiar também.
O Jameraka deu um sorrisão naquele rosto negro dele que mostrou todos os dentes brancos enquanto respondia:
— Você não precisa se preocupar, gatinha. Você não vai desmaiar. O kekpa não tem o mesmo efeito nas mulheres que tem nos homens.
Ele então disse ao Cacique o que tinha acabado de me dizer e os dois começaram a rir enquanto o Cacique olhava para mim e balançava a cabeça que sim.
— Do que você está falando, o mesmo efeito? O que ele faz nas mulheres? — perguntei.
O Jameraka disse:
— Nada, gatinha, não se preocupe, não é nada. Uma mulher pode beber muito mais kekpa do que um homem, só isso, e não me pergunte por quê. Então bebe e aproveita a noite boa que estamos tendo.
Ainda não tinha certeza do que ele estava falando ou se confiava nele ou não. Tomei outro gole do meu kekpa e sorri para o Cacique tentando meu melhor para ser o mais amigável possível.
De repente, pouco tempo depois, começou de novo. Minha visão ficou muito embaçada. Estava tentando focar no Cacique e no Jameraka e simplesmente não conseguia. De novo hoje à noite não me sentia bêbada ou chapada. Não tinha certeza do que meu corpo estava sentindo. Tinha essas sensações acontecendo dentro do meu corpo igual ontem à noite. E não eram sensações ruins, mas como sensações prazerosas percorrendo tudo de novo.
Comecei a me levantar para ir embora de novo, mas o Cacique agarrou meu braço e meio que me forçou de volta para o meu assento. Então ele disse algo para o Jameraka enquanto ainda segurava meu braço. Comecei a ficar muito quente. Não, era mais tipo muito quente. Meus mamilos estavam doendo quando olhei para baixo para vê-los prestes a fazer buracos no meu top tomara que caia fino. Sabia que não podia tocá-los naquele momento, mas eles precisavam ser tocados urgentemente. Minha buceta também estava começando a formigar de um jeito que estava me deixando muito excitada. Olhei para baixo no meu colo pensando que ia ver fumaça saindo de baixo da minha saia curta.
O Jameraka então disse que o Cacique gostaria de me dar um tour pela cabana dele. Não são muitas pessoas que chegam a ver o interior dela. Eu deveria me sentir honrada que ele pediu!
Respondi:
— Diga a ele obrigada, mas estou começando a me sentir mal e deveria ir para minha cabana e deitar.
O Jameraka olhou para mim e disse:
— Por favor, gatinha, não faça o Cacique sentir que você não gosta dele ou está menosprezando ele. Vai fazer ele parecer mal na frente de todo o povo dele se você não fizer o que ele pede. Tudo que você tem que fazer é ir olhar a cabana dele, sorrir um pouquinho para deixá-lo feliz e depois voltar para sua cabana. Não é grande coisa e vai manter todos nós em bons termos com o Cacique. Então o que você diz? Só por um minutinho?
— Só por um minutinho — respondi. — Depois tenho que voltar para nossa cabana e ver como está o Rique.
— Tudo bem — o Jameraka me disse antes de começar a falar com o Cacique. Estava presumindo que ele estava dizendo ao Cacique o que eu tinha acabado de dizer a ele. Eles conversaram por um minuto ou mais. Depois, rindo, o Jameraka deu um tapinha nas costas do Cacique.
O Cacique se levantou, me pegou pela mão e meio que me conduziu como uma criança em direção à cabana dele. Todo o povo tribal parecia estar nos observando enquanto ele mais ou menos me puxava. Estava esperando que todos não tivessem a ideia errada sobre o que estava acontecendo.
Uma vez na cabana do Cacique, ele segurou a porta de capim aberta para eu entrar. Uma vez lá dentro, não conseguia acreditar como essa cabana era limpa e grande. Ele tinha uma cama de esteira igual a nossa, a única coisa era que a dele era alta enquanto a nossa ficava direto no chão. Ele fez um gesto de bater com a mão para eu sentar na esteira enquanto ia até essa mesa no canto. Na mesa tinha alguns copos de coco e jarras com algo. Ele encheu um dos copos com algo e trouxe e me entregou.
Vi que era mais do kekpa rosa no copo e balancei a cabeça não enquanto tentava devolver para ele. Disse:
— Não, obrigada, senhor, já bebi demais.
O Cacique disse algo enquanto dava um passo para trás e fez o movimento com as mãos como se estivesse bebendo algo. Entendi como significando para eu beber o kekpa. Então, para mantê-lo feliz, sorri e tomei um golinho do copo. Ele então ficou com um sorriso no rosto e deu um passo para frente na minha frente.
Sabia que tinha que sair da cabana desse homem e voltar para a minha, e rápido. Meus mamilos estavam agora ainda mais duros, se isso fosse possível. E minha buceta formigando estava agora muito molhada e tenho certeza fazendo uma mancha molhada grande na minha calcinha roxa. Deus, eu precisava me aliviar tão mal. Então montei esse planinho na minha cabeça e coloquei em ação. Virei o copo de kekpa para manter o Cacique feliz. A próxima parte do meu plano era dizer obrigada e boa noite a ele. Voltar para minha cabana e ver se conseguia acordar o Rique e atacá-lo!
Quando escorreguei da esteira para ficar em pé, meus joelhos não me seguraram. O Cacique me pegou antes de eu cair completamente no chão. Pegando-me por baixo dos braços, ele me sentou de volta na esteira. Ele disse algo para mim, mas quem sabe o quê? Ainda minha visão estava indo de boa para embaçada enquanto ficava sentada lá tentando me recompor.
De repente senti meu seio esquerdo sendo apertado e tocado. Olhei para baixo para ver a mão preta grande do Cacique segurando meu seio. A mão dele parecia realmente preta no meu top tomara que caia amarelo que cobria meus seios.
Empurrei a mão dele e balancei a cabeça não enquanto dizia:
— Você não pode me tocar aí, eu sou casada!
Sabia que ele não entendeu o que eu tinha acabado de dizer. Então apenas alguns segundos depois ele segurou meus dois seios e começou a apertá-los de novo. Agarrei os dois pulsos dele para tirar as mãos dele de mim. Ele era forte demais para mim, além disso os polegares dele começaram a esfregar meus mamilos duros. Ai Deus, aquilo era tão gostoso, do jeito que ele estava rolando meus mamilos e apertando meus seios ao mesmo tempo. Gemi nãooooo, enquanto fechei meus olhos e parei de lutar contra ele.
Então senti uma rajada de ar frio nos meus seios. Abri meus olhos para ver que o Cacique tinha puxado meu top tomara que caia amarelo para baixo, libertando meus dois seios para ele ver. Ele foi direto de volta a brincar com meus dois mamilos duros. E de novo fechei meus olhos e deixei ele fazer o que quisesse. Ele bem devagar me empurrou para trás na esteira até eu estar deitada de costas. Ele então pegou minhas pernas e as colocou na esteira também. Abri meus olhos para vê-lo parado no pé da esteira. Minhas pernas estavam abertas talvez uns sessenta centímetros e ele estava olhando pela minha saia curta para minha calcinha roxa. Tinha esquecido que eram transparentes e ele estava olhando direto para minha bucetinha molhada. Naquele momento não tinha certeza do que estava acontecendo no meu corpo.
Não me pergunte por quê, mas não me movi, não tentei levantar ou nada enquanto o assistia ir até a mesa e pegar outro copo de coco. Apenas fiquei deitada lá com meus mamilos duros e nus apontando para o teto da cabana. Não parecia me importar nem um pouco que esse homem estava me vendo de peito de fora e olhando por baixo da minha saia.
Ele voltou para o lado da esteira sorrindo com esse copo na mão. Olhei para ele e disse:
— Tenho que ir para o meu marido antes de fazer algo realmente errado!
Sabia no fundo da minha mente que estava tão excitada que não conseguia impedir esse homem de fazer o que quer que ele sentisse vontade de fazer comigo. Sabia que estava errado estar aqui do jeito que estava, de peito de fora na cama desse homem. Mas não conseguia reunir força de vontade para me levantar e ir embora, ou mesmo puxar meu top de volta para cima e me cobrir.
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Continua…