Senta, danada

Um conto erótico de Madura safada
Categoria: Heterossexual
Contém 1663 palavras
Data: 13/02/2026 14:24:19

O conto que vos vou relatar passou-se no ano passado, numa pequena vila à beira-mar, próxima de uma pequena mas bonita cidade no litoral centro de Portugal, durante um jantar de Natal de colegas da escola onde eu trabalho. Todos os meus colegas foram acompanhados das respetivas esposas, maridos ou namorados, exceto eu, porque o meu marido não gosta destas festas. Fui acompanhada por um sobrinho meu, o Rafael, filho da minha irmã mais nova e de um cabo-verdiano. O Rafael é um verdadeiro gatinho: 25 anos, olhos verdes, mulatinho, alto, entroncado, cabelos pretos curtos, coxas grossas, um rabinho maravilhoso que só dá vontade de agarrar e um pénis que qualquer mulher sonha ter bem entalado entre as coxas. A festa decorreu num espaço de eventos que tem alguns quartos para alugar e eu aluguei um quarto de casal para mim e para o meu sobrinho. Não estranhem, pois já dormi muitas vezes com o meu sobrinho, principalmente em festas e convívios familiares, e nunca aconteceu nada de mais. Quer dizer, não aconteceu até ao dia em que se passou o que vos estou a contar.

Já tínhamos jantado e um DJ colocava música para dançarmos e a festa ia avançada e animada pela bebida. Estava o convívio quase no fim, cerca da uma hora da madrugada, o DJ pôs uma música que eu não conhecia, de ritmo kizomba. Era uma música que eu considero de má qualidade, quer em termos musicais, quer líricos, cuja letra transmite alguma malícia sexual, muito semelhante a certas músicas de cantores portugueses que nós chamamos de música pimba. Quando pensei em escrever este conto, só me lembrava do refrão, que era assim: "O meu colinho quer tua sentada. Então, senta, danada; então, senta, danada". Para saber mais pormenores, tive que pesquisar no YouTube e fiquei a saber que é cantada por um jovem cantor brasileiro chamado Zé Filipe e um dueto chamado Barões da pisadinha e o título é, precisamente, "Senta, danada". Quanto à letra, não tem muito mais do que o que já escrevi e o refrão é repetido várias vezes.

Logo aos primeiros acordes, algumas pessoas começaram a fazer uma coreografia. Na parte do refrão, as mulheres dançavam sentadas nos colos dos respetivos namorados ou maridos. Como o meu par era o meu sobrinho, dancei no colo dele.

A música começou e lá iniciámos a nossa coreografia. Quando ouvíamos a voz do Zé Filipe cantando "então, senta danada", nós sentávamo-nos no colo do nosso par e rebolávamos. Não sei como faziam os outros pares, mas entre mim e o Rafael, a coisa começou a esquentar. Logo na primeira vez que me sentei no colo dele, o sacana puxou-me pela cintura e fez-me encaixar bem o rabo no pau dele e senti-o bem no meio das minhas nádegas, ainda que através do tecido fino do meu vestido.

Eu estava com um vestido vermelho, solto e rodado, de tecido leve, não demasiado curto, uns 5 cm acima dos meus joelhos, um pouco decotado à frente e atrás, com alças, não tinha soutien, por dentro tinha um conjunto preto de lingerie: meias altas de aba de renda, cinta de ligas e uma cuequinha minúscula de fio dental e nos pés uns sapatos vermelhos de saltos altos.

De, de cada vez que eu rebolava, sentia o pau dele cada vez mais duro, sintoma de que ele estava excitado, mas eu também já estava muito excitada com a brincadeira, já sentia a minha vagina muito quente e molhada e o meu clitóris a latejar. Como se isso não bastasse, quando a música acabou, o DJ voltou ao início e fizemos a coreografia mais uma vez.

Quando a música estava quase no fim, o Zé Filipe e os Barões da pisadinha iam a cantar o refrão pelas últimas vezes, ao sentar-me no colo do Rafael, senti como que um pau duro e escaldante a penetrar-me as entranhas. O sacana do meu sobrinho, aproveitando o facto de estarmos sentados num maple individual, num cantinho da sala um pouco mais escuro, e sem que eu me apercebesse, com uma mão ergueu a parte de trás do meu vestido e, com a outra, pegou-me na cintura e encaminhou-me com muito cuidado para ele e acabei sentada no seu colo com o pénis dele, que já estava fora das calças à minha espera, muito quente e duro, todo enterrado na minha vagina. Nem o fio dental da minha cuequinha impediu que ele entrasse todo.

Fui apanhada desprevenida porque não esperava que o meu sobrinho tivesse coragem de fazer aquilo. Na verdade, ele já tinha feito algumas brincadeiras safadas comigo sempre que havia festas e encontros familiares, quando me apanhava sozinha. Uma vez encontrou-me na cozinha e, enquanto me apalpava o rabo, disse assim: "- Mal empregado rabo. Não acredito que o meu tio coma isto como deve ser", e eu dei uma gargalhada e respondi: "- Tira a mãozinha daí. Já sei que é bom mas não é pra ti" (Esta frase faz parte de uma canção com o título "Tira a mãozinha daí" de uma cantora portuguesa chamada Maria Lisboa, que é uma das tais cantoras de música pimba que eu referi). Uma outra vez, numa festa de casamento de um outro sobrinho meu, primo do Rafael, já era noite, estávamos todos a ver o fogo de artifício logo antes do momento em que os noivos cortavam o bolo, eu estava um pouco afastada atrás dos outros convidados, ele chegou por trás de mim e, enquanto me pegava na cintura e se roçava no meu rabo, falou assim no meu ouvido: "Como é que está esse fogo, tia? Precisas que eu to apague com a minha mangueira?" Dei outra gargalhada e respondi: "Não brinques com o fogo porque te podes queimar." A brincadeira mais ousada que ele teve comigo, foi uma vez que estávamos a passar um fim de semana prolongado numa casa de férias da minha irmã, mãe do Rafael. Só estávamos eu, o meu marido, a minha irmã, o marido e o Rafael. Era verão, estava muito calor, ainda todos dormiam, levantei-me cedo e fui para junto da piscina apanhar um pouco de sol, vestindo apenas um biquini minúsculo de fio dental. Deviam ser perto das 8 e meia da manhã, quando chegou o Rafael vestindo só uma pequena sunga, e, de surpresa, deitou-se em cima de mim, abriu-me as nádegas e, depois de tirar o pénis pra fora da sunga, encaixou-o entre as minhas nádegas, fazendo-me sentir toda a sua ereção e, enquanto se roçava com suaves movimentos de vaivém, sussurrava-me no ouvido: "- Tia, um dia destes não me escapas". Dessa vez, passei-me e ralhei com ele: "- Rafael, estás maluco? Sai daí imediatamente antes que venha alguém". O sacana ainda respondeu com cara de pau: "- Por hoje eu saio antes que alguém venha, mas um dia destes sou eu que me venho neste rabão". Tentei suprimir uma gargalhada mas não consegui e ele ainda respondeu sorrindo com cara de safado: "- Vês, tia? Eu até sei que tu gostas". Eu já adivinhava que mais tarde ou mais cedo ele tentaria comer-me, bastaria ter a primeira oportunidade, mas não esperava que ele fizesse aquilo exatamente naquele lugar com tanta gente à nossa volta.

Fiquei apavorada e o meu primeiro instinto foi gritar, mas tapei a boca com uma mão e suprimi o grito. Olhei em volta e acalmei ao ver que as mulheres faziam as suas reboladas nos colos dos maridos e namorados sem que alguém percebesse o que estava a acontecer. Fiz a minha dança de olhos fechados, mordendo o lábio inferior para evitar gemer para não dar a perceber aos outros o que se estava a passar e rebolei o rabo no colo do Rafael, com o pau dele todo entalado na minha vagina, enquanto o Zé Filipe e os Barões da pisadinha cantavam: "O meu colinho quer tua sentada. Então, senta, danada; então, senta, danada; senta, danada". Aquilo estava tão bom que na ultima vez que o refrão foi cantado, fiz alguns movimentos de sobe e desce no pénis do meu sobrinho e fiquei lixada quando a música acabou.

Acabou a música e acabou a festa. Só ficámos na sala mais uns 15 minutos para uma última bebida e logo eu e o Rafael saímos a correr para o quarto, pois eu tinha umas contas a ajustar com ele. Assim que chegámos, eu entrei na frente, ele fechou a porta, acendeu a luz, agarrou-me por trás e empurrou-me até à cama colado no meu rabo como se estivessemos engatados e poucos instantes depois fodíamos como loucos, gemendo e gritando palavras obscenas, descarregando todo o tesão acumulado durante a coreografia ao som de "Senta danada". Nessa noite demos 5 fodas com direito a tudo. Até o meu cuzinho saboreou aquele pénis escurinho do meu sobrinho.

Ainda hoje, sempre que nos encontramos em festas de família e ouvimos aquela música, a minha libido desperta e, dê por onde der, tenho que dar um jeito de ficar a sós com o meu sobrinho e dar uma boa foda com ele. Até já temos usado aquela música para darmos sinal um ao outro de que estamos com vontade de foder. Uma vez, no verão passado, estava na praia com o meu marido, a minha irmã, o marido dela e o Rafael, passou um pequeno grupo de jovens brasileiros, um deles levava uma pequena aparelhagem sonora ao ombro tocando "Senta, danada". Imediatamente, o meu sobrinho olhou-me sorrindo safado e eu levantei-me e disse em voz alta que ia caminhar um pouco ao longo da praia e o Rafael disse logo que ia comigo. Caminhámos durante meia hora até chegarmos a uma zona da praia completamente deserta, onde tinha umas rochas e ali nos escondemos e demos duas fodas escaldantes num cenário idílico.

E foi assim que uma música, que eu não gosto e considero até de má qualidade, me transformou e, sempre que a oiço, sinto as minhas hormonas aos pulos.

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Comentários

Foto de perfil de Ryu

Conto delicioso Madura!

Entendo vc não gostar da música, mas esse tipo de música é muito estimulante para situações como essas.

Esse teu sobrinho é bem safado mesmo!

Como já comentei, esse português de Portugal da um charme a mais para o texto.

Nesse aqui me chamou a atenção a cueca, que em Portugal se refere a roupa íntima feminina, diferente do Brasil.

3 estrelas!

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