Capítulo 1: Reencontrando a família no carnaval de Cabo Frio.

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2244 palavras
Data: 13/02/2026 14:38:35

Cabo Frio que me aguardasse. Eu, Bruno, sempre fui o cara que não perdia uma oportunidade. Criado nas areias do Recreio, no Rio, meu habitat natural era a orla, onde o surf e a lábia de malandro carioca me garantiam um currículo invejável de conquistas. Com 21 anos, corpo moldado pelo mar e uma língua afiada, minha expectativa para esse Carnaval era bater recordes na Praia do Forte. Meu pai, Otávio, tinha rachado o aluguel de uma casa de frente para a praia com o irmão dele, Jorge, que morava em São Paulo há sete anos.

Não nos víamos pessoalmente desde aquele Carnaval em Saquarema, há cinco anos. Na minha memória, a família do meu tio era um retrato desbotado. Letícia era uma pré-adolescente magricela e a Tia Valéria era aquela parente bonitona que eu via ocasionalmente em fotos no Instagram. Mas as fotos não têm o brilho do sol batendo na pele, nem o balanço do quadril ao som de um samba.

Quando estacionamos o carro e senti o bafo quente de Cabo Frio, o clima de festa já estava no ar. Ao entrar na casa, o som de um pagode antigo vinha da área da piscina e o choque foi imediato.

— "Olha se não é o nosso surfista favorito! O Recreio ficou pequeno pra ele?" — a voz de Valéria surgiu, vibrante como uma marchinha de carnaval.

A mulher que veio me abraçar era o retrato do amadurecimento impecável. Valéria, aos 38 anos, parecia ter florescido sob o céu de São Paulo. O cabelo era um castanho iluminado, longo e ondulado, caindo sobre um micro-vestido de seda branca que revelava seios fartos e naturais, que balançavam com uma elegância pesada a cada passo. Ao sentir o corpo dela contra o meu no abraço, notei a firmeza das suas coxas grossas. Quando ela se afastou, a curva da sua bunda imensa e empinada desenhou uma linha que prendia o fôlego.

— "Tia... confesso que as fotos do Instagram não entregam nem metade do espetáculo" — eu disse, com um sorriso de canto e aquele tom suave de quem sabe elogiar sem ser invasivo. — "Se o Rio soubesse o que São Paulo estava escondendo, a gente já tinha ido te buscar faz tempo. Você está radiante."

Ela deu uma risada rouca, lisonjeada, e ajeitou a alça do vestido. — "Sempre com o mel na língua, né Bruninho? Cuidado que o Carnaval mal começou."

Antes que eu pudesse retrucar, Letícia surgiu da cozinha, segurando um copo de gelo. A menina de Saquarema tinha dado lugar a uma jovem de 19 anos que parecia ser a dona da folia. Ela usava um biquíni fio-dental minúsculo, que deixava claro que ela não tinha vindo para brincar.

A transformação dela era um escândalo. A cintura tinha afinado até virar uma cinturinha de pilão, destacando seus quadris largos e as pernas douradas. Os seios eram firmes e redondos, mas o destaque era a bunda: perfeitamente redonda, empinada, com o fio-dental sumindo entre as nádegas, revelando uma pele impecável e bronzeada.

— "Vai ficar aí parado com cara de quem perdeu o bloco, primo?" — Letícia provocou, cruzando os braços e exibindo as curvas com a naturalidade de quem nasceu para o sol.

— "Perder o bloco? Pelo contrário, Leti... estou achando que acabei de encontrar o destaque principal" — respondi, mantendo o tom descontraído enquanto a media de cima a baixo. — "Se você pisar na Praia do Forte desse jeito, o trânsito de Cabo Frio não anda mais. Você mudou... e não foi pouco."

Ela sorriu, visivelmente satisfeita com o impacto, e deu uma volta rápida para pegar uma saída de praia de rede. — Cinco anos, Bruno. A gente cresce, né?"

Para fechar o cenário, minha mãe, Helena, apareceu logo atrás com um biquíni preto que parecia pequeno para tanto corpo. Aos 42 anos, ela exibia um abdômen trincado e seios rígidos, frutos de um silicone impecável que marcava o decote. Diferente das curvas de Valéria, Helena tinha um corpo de atleta: coxas secas e musculosas, uma cintura finíssima e uma bunda dura como pedra, empinada e sem nenhuma imperfeição. Ela exibia aquela pele bronzeada e firme do Recreio, com uma postura de mulher alfa que deixava claro que, ali, a genética era de elite.

Meu pai e meu tio Jorge já estavam lá fora na churrasqueira, rindo alto entre um gole de cerveja e outro, felizes com o reencontro e totalmente alheios à voltagem que acabava de subir na sala. O cheiro de carvão, o som do pandeiro vizinho e a visão daquelas três mulheres me fizeram perceber que a "caça" nos blocos da rua podia esperar. O Carnaval mais perigoso e excitante da minha vida estava começando ali, entre quatro paredes.

O som do pandeiro que vinha do vizinho logo foi abafado quando a Tia Valéria, com uma energia que parecia não caber naquele micro-vestido, assumiu o controle da caixa de som da casa.

— "Chega de pagode parado! Se é Carnaval, vamos de marchinha!" — gritou ela, rindo e aumentando o volume.

“Mamãe eu quero, mamãe eu quero...” começou a tocar, e a vibe da casa mudou instantaneamente. Meu pai, Otávio, e o Tio Jorge começaram a batucar na mesa de madeira da varanda, abrindo latas de cerveja em um ritmo frenético. O mormaço de Cabo Frio pedia álcool gelado, e eu, como o bom anfitrião da malandragem, assumi o posto de mestre das caipirinhas.

Fui para a cozinha preparar a primeira rodada. O balcão de granito estava fresco, mas o ar ali dentro estava pesado. Senti um rastro de perfume doce e, antes de me virar, Letícia encostou o corpo no meu, esticando o braço para pegar um limão na fruteira. O biquíni fio-dental dela roçou na minha bermuda, e eu pude sentir o calor da pele dela, dourada de sol.

— "Faz uma caprichada pra mim, primo? Gosto dela bem forte... pra subir logo" — ela sussurrou, passando a língua pelos lábios enquanto me olhava de baixo para cima.

— "Cuidado, Leti. Caipirinha de carioca não é refresco de São Paulo. Pode te deixar soltinha demais" — brinquei, cortando o limão com precisão, mas sem desviar o olhar do decote dela, onde o suor começava a brilhar entre os seios firmes.

— "E quem disse que eu não quero ficar soltinha?" — ela piscou, pegando um pedaço de gelo e passando no pescoço antes de sair rebolando em direção à piscina, deixando a visão daquela bunda redonda e perfeita marcada na minha mente.

Levei a bandeja de drinks para a área externa. O sol de 40 graus batia direto na água azul da piscina. Minha mãe, Helena, já estava dentro d'água, mergulhando e saindo com o cabelo curto jogado para trás, o biquíni preto realçando cada músculo do seu abdômen trincado.

Mas quem roubava a cena era Valéria. Ela tinha tirado o vestido e agora exibia o biquíni de oncinha que eu já imaginava. Ela estava sentada na borda da piscina, com as pernas dentro d'água, deixando a bunda imensa espalhada sobre o piso molhado. Quando me aproximei para entregar o drink, ela se inclinou para trás, apoiando-se nos cotovelos. O movimento fez seus seios fartos subirem, quase escapando do sutiã de triângulo.

— "Você é um anjo, Bruno. Vem cá, entra um pouco... a água está deliciosa" — disse ela, pegando o copo da minha mão e deixando seus dedos roçarem nos meus.

Entrei na piscina, sentindo o choque térmico relaxar meus músculos. O clima era de pura descontração, mas a voltagem sexual era palpável. A certa altura, Valéria e minha mãe começaram a dançar as marchinhas dentro d'água. Era um espetáculo de curvas: as coxas grossas de Valéria contra a definição atlética de Helena.

Em um momento, Valéria mergulhou e, ao subir, "esbarrou" em mim por baixo d'água. Senti a maciez das pernas dela prendendo nas minhas por alguns segundos. Ela emergiu rindo, jogando água no meu rosto, enquanto Jorge e Otávio, já devidamente altos de cerveja, discutiam quem ia virar a picanha.

— "Tá calor aqui fora, né Bruninho?" — Valéria disse, aproximando o rosto do meu, o hálito com cheiro de limão e cachaça. — "Acho que esse Carnaval vai ser o mais quente de todos."

Eu sorri, sentindo o peso daquela bunda colada na minha perna sob a água. Olhei para a Letícia, que nos observava da espreguiçadeira com um sorriso malicioso, e para a minha mãe, que exibia seu corpo de elite com uma naturalidade provocante. Cabo Frio estava em chamas, e o churrasco era apenas o combustível.

Depois da quarta rodada de caipirinha, a formalidade de "parentes que não se viam há cinco anos" foi enterrada junto com as montanhas de latas de cerveja que se acumulavam na mesa. O mormaço de Cabo Frio, misturado ao álcool, tinha deixado todo mundo em um estado de euforia perigosa. Meu pai, Otávio, e o Tio Jorge já estavam naquela fase de abraços apertados e risadas por qualquer bobagem, batucando no balde de gelo enquanto tentavam cantar um samba-enredo que nenhum dos dois lembrava direito.

Eu não estava diferente. O gin tônica que eu vinha preparando para mim estava cada vez mais forte, e a sensação era de que meu corpo flutuava. Minha lábia, que já era boa, estava solta; eu me sentia o dono daquela casa.

Valéria era a personificação da embriaguez exuberante. Ela se levantou da borda da piscina, tropeçando de leve, e começou a sambar com um copo na mão. O biquíni de oncinha estava todo desalinhado, e a bunda imensa balançava com uma liberdade que hipnotizava.

— "Jorge! Olha se eu ainda levo jeito!" — ela gritou, rindo com os olhos brilhando de malícia, jogando o quadril para os lados de um jeito que fazia o fio-dental sumir na fenda profunda. Jorge apenas levantou a caneca, gritando de volta: — "Leva jeito até demais, mulher! Bruninho, olha o que o seu tio tem em casa!"

Aproveitei o momento de distração geral e fui até a cozinha buscar mais gelo. O silêncio lá dentro contrastava com o barulho lá fora, mas o calor era sufocante. Eu estava zonzo, apoiado na bancada, quando Letícia entrou. Ela também estava visivelmente "alta", com as bochechas coradas e o olhar vidrado. Ela não andou até mim; ela cambaleou com um sorriso travesso.

Senti o gelado do corpo dela colando nas minhas costas quentes. Letícia passou as mãos pelo meu abdômen, e eu senti seus dedos trêmulos pela bebida. — "O gelo acabou lá fora, primo... mas aqui dentro o clima está pegando fogo" — ela sussurrou, a voz arrastada e quente no meu pescoço.

Eu não disse nada de imediato. Apenas me virei devagar, segurando o quadril dela e a prensando contra o granito frio da bancada. Olhei fixo nos seus olhos, descendo para a boca entreaberta que desafiava minha reação.

— "Você veio de São Paulo achando que eu ainda era aquele moleque de Saquarema, né?"

— murmurei, a voz baixa, enquanto minha mão descia da cintura dela, contornando a curva da perna até alcançar a lateral do biquíni.

da perna até alcançar a lateral do biquíni.

Puxei o corpo dela para mais perto, sentindo a umidade do biquíni molhar minha bermuda. Com um movimento ágil, deslizei minha mão por baixo do fio-dental. Letícia arqueou as costas, soltando um suspiro pesado quando meus dedos encontraram sua intimidade já úmida e quente.

— "Tá com pressa, Leti? Eu nem comecei direito..." — sussurrei no ouvido dela, enquanto trabalhava com os dedos por baixo do tecido fino, sentindo-a tremer e apertar meus ombros. O prazer dela era silencioso, interrompido apenas por respirações curtas.

Eu estava no ritmo, sentindo a pulsação dela contra minha mão, quando o som de chinelos arrastando no corredor e uma risada alta do meu pai cortaram o ar. O choque de adrenalina foi instantâneo.

— "Bruno! O gelo morreu aí dentro, foi?" — o grito do meu pai veio da área externa.

Nos separamos num salto. Letícia ajeitou o biquíni com as mãos trêmulas e limpou o batom borrado com o polegar, enquanto eu enfiava a mão no freezer e pegava o primeiro saco de gelo que vi pela frente. Saímos da cozinha um de cada vez, recompondo a fisionomia de quem estava apenas "ajudando", e voltamos para a piscina como se nada tivesse acontecido.

A tarde seguiu num borrão de marchinhas e mais doses. Minha mãe, Helena, já estava num nível de embriaguez onde a elegância dava lugar a uma risada alta e gestos largos. Ela me puxou para um abraço demorado, o corpo de atleta colado no meu, e eu senti o volume dos seios rígidos contra o meu peito enquanto ela murmurava que eu era o "orgulho da casa".

A noite caiu pesada. Com o Tio Jorge e a Valéria se trancando no quarto aos risos — e os primeiros rangidos de cama que atravessavam a parede — sobrou para mim dividir o terceiro quarto com a Letícia.

Entrei e o mormaço estava sufocante. Letícia já estava jogada na cama de casal, usando só uma camisola de cetim que não escondia nada daquela bunda empinada. O ar-condicionado de janela rangia, tentando inutilmente resfriar o ambiente.

— "Vai ficar aí parado ou vai vir deitar?" — ela perguntou, a voz embargada, chutando o lençol para o lado e revelando as pernas douradas. — "A gente não terminou aquilo na cozinha, Bruno."

Deitei ao lado dela, sentindo o calor que o corpo dela irradiava. O silêncio entre nós era cortado apenas pelos gemidos baixos da Tia Valéria que atravessavam a parede fina do corredor. Eu sabia que, entre o álcool e aquele calor, a madrugada em Cabo Frio seria longa.

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