Namoradinho inocente. (7)

Categoria: Grupal
Contém 5492 palavras
Data: 13/02/2026 15:55:52

Parte 7.

O Giles abriu a porta da sauna e botou a cara na abertura, mas devido à claridade de onde ele vinha, não enxergou nada. O tio disse:

— Entra corninho, senão o calor se escapa.

Eu ia retirar os pés do pinto dele mas o tio segurou meus tornozelos e manteve os pés ali, dizendo:

— Não retire. Continue o que estava fazendo. Deixa o corninho se acostumar. Você está aprendendo.

Giles entrou e fechou a porta atrás de si. Esperou a vista se adaptar com a penumbra e me notou ali a menos de um metro, sentada nua de lado no banco de madeira, de frente para o tio, com o pau duro dele entre meus pés. Eu falei:

— O tio está me ensinado como fazer massagem erótica com os pés. Chama-se footjob.

Giles teve um ligeiro sobressalto, quase imperceptível, pois não esperava aquilo. Arregalou os olhos. Mas, em vez de achar ruim, apenas ficou com expressão admirada, como se duvidasse do que via. O tio falou:

— Venha, corninho, sente-se aí no banco lateral e aprende. Olha como a sua namorada está ficando boa nisso. Me deixando excitado e de pau duro com seus pezinhos lindos.

Eu continuei massageando o pau grosso, com a sola dos meus pés, tocava com os dedinhos na parte da cabeça, às vezes, pressionava os dois pés, prendendo a rola entre as minhas solas, e masturbava um pouco. O tio ofegava, ensinando:

— Isso, ufa… assim… masturba mesmo… dá um tesão danado. Depois, alisa com a sola, de leve.

Eu obedeci, e falei:

— Ah, tio, gostei de aprender isso. Sentir o seu pau duro e vibrando nos meus pés me dá muito tesão também. Estou com a xoxotinha toda melada ao saber que provoco isso.

O tio respondeu:

— E você não sabe como é gostoso ver e sentir seus lindos pezinhos me masturbando. Eu também adoro isso. Saber que você sente tesão de me massagear aumenta ainda mais o meu prazer também.

Vi que o Giles olhava aquilo completamente admirado. Ele já respirava meio ofegante, e ficou de pau duro.

O tio me pediu:

— Mostra sua bocetinha como está meladinha de tesão.

Abri um pouco as coxas, e puxei um pouco a pele em cima, exibindo minha bocetinha, que se mostrava melada. Procurei falar com o Giles:

— Amor, estou aprendendo com o tio para depois fazer com você. O que você acha?

Giles ainda estava com a sunga azul de nadar e dava para ver o volume do pau dele já duro sob a malha justa. Ele deu uma pigarreada, engoliu seco e falou:

— Acho que deve ser muito bom. O tio parece estar muito excitado.

O Gatito confirmou:

— Estou sim corninho. Com muito tesão. Se a sua namoradinha continuar com isso, eu acabo gozando nos pés dela.

Giles soltou um suspiro emocionado. Disse:

— Que coisa mais excitante.

Na sequência, o tio perguntou:

— Por que você não fica pelado também? Já está de pau duro só de ver. Na sauna a gente fica sem roupa. Tira essa sunga.

O Giles meio envergonhado no começo, obedeceu, e foi abaixando a sunga. O pau duro saltou para fora. Ele confessou:

— Fico um pouco tímido, estou assim, de pau duro.

Eu comentei:

— Natural, amor! Ficou excitado de ver sua namorada masturbar pintão do tio com os pés? Não foi?

Os olhos do Giles brilhavam de excitação quando eu perguntei. Ele fez que sim, apenas com a cabeça. Mas não respondeu. Eu disse com voz de tesão:

— Não precisa ficar assim só porque está com tesão. É normal. Olha só corninho, que gostoso que é, deixei o pau dele bem duro, vibrando. Eu que provoquei isso com meus pés. E eu também fiquei com muito tesão praticando footjob. Saber que eu que causei essa reação nesse pau grandão é muito bom.

O tio incentivou:

— Aproveita que o seu corninho está excitado e chupa o pau dele como você aprendeu comigo.

Eu estiquei a mão e peguei na mão do Giles, puxei-o para perto de onde eu estava e pedi:

— Vem, amor, dá o seu pinto para eu chupar.

O Giles, de pé ao lado do banco, meio envergonhado, perguntou:

— Na frente do tio?

— Que o problema, amor? - Questionei.

Nisso, o tio se levantou e ficou de pé, ao lado do Giles, e se aproximando colocou a pica bem dura na minha frente, dizendo:

— Mama na minha rola, para o corninho ver que não precisa ter vergonha de nada.

Eu peguei no cacete dele e dei uma lambida, depois um beijinho na cabeça, e falei:

— Veja, amor, nós estamos aprendendo. O tio disse que eu já chupo muito bem.

Nesse momento o tio pegou o pau e bateu na minha cara, dizendo:

— A sua namoradinha já chupa muito gostoso, como uma verdadeira putinha. Aprendeu muito bem. Você vai adorar.

Giles, tímido, perguntou:

— É, amor? Chupou muito o pau dele?

O tio respondeu:

— Olha como ela faz.

Eu voltei a colocar a boca naquela rola grossa, a cabeça mal cabia. Mamei um pouco, sugando a cabeça da pica, olhando para o Giles, masturbava um pouco, e parei. Estiquei a mão e peguei no pau do Giles, trazendo-o para bem perto. Quando já dava para eu alcançar com a boca, lambi a cabeça do pau dele também. Ele se contorceu de prazer.

— Ahhh, que gostoso!

Coloquei na boca a cabeça do pinto e chupei, passando a língua. O Giles ofegou e o tio falou:

— Isso, safadinha, já sabe como deixar um macho tesudo, com essa boca deliciosa.

Eu dei umas chupadas no pau do Giles, ouvindo que meu namorado soltava gemidinhos e suspiros. Não estava acostumado com aquilo e ficava tremendo de tesão. Depois de um tempinho, para ele não gozar, mudei para o pau do tio, lambendo e chupando com vontade. O tio exclamou:

— Ahh, caralho, que delícia de boca. Mama com tesão. Essa sua namorada já gosta muito de rola, muito safada essa garota. Agora já está mesmo uma verdadeira putinha.

O Giles ouvia aquilo tão excitado que mal respirava.

Eu fiquei alternando as mamadas entre uma pica e a outra, dava umas mamadas, engolia a rola até bater na minha garganta e retirava a boca, passando para a outra. O tio exclamava:

— Isso, assim, mesmo. Muito boa!

Eu babava nas duas picas e lambia. Os dois suspiravam de prazer. O Giles exclamou:

— Você aprendeu isso agora?

O tio respondeu:

— Ontem de noite eu e o seu pai ensinamos enquanto você estava dormindo. Ela começou a aprender lá. Praticou com a gente.

De repente, o tio esticou o braço e enfiou a mão entre as minhas coxas, e acariciou minha xoxotinha. Soltei um suspiro seguido de um gemido:

— Ahhhh, que bommmm isso, tio!

O tio falou:

— A bocetinha da sua namorada está toda melada de tesão, corninho. Ela fica toda tarada com uma pica na boca.

O Giles, estremecia muito excitado, ouvindo aquilo. O tio provocava:

— Está pronta para levar uma pica nessa bocetinha. Não está?

Parei de chupar o pau do Giles, olhei para eles com jeito de safada, para responder:

— Estou só esperando as lições de vocês, para eu dar para o meu namorado. Estou louca de vontade. Quero muito.

O tio exclamou:

— Isso! Assim que eu gosto, ela não tem vergonha de falar! Olha só que putinha mais assumida, sobrinho. Louca de tesão para dar essa bocetinha. Você tem que aprender logo para poder comer essa delícia.

Notei que o Giles respirava muito ofegante e seu pau dava saltos. Por pouco ele não gozou ali naquela hora. Eu falei:

— Gostou, amor? Calma, assim, você goza muito rápido. Espera, aguenta mais um pouco.

Voltei a chupar a rola do tio, e ele comentou:

— Precisa ver agora, como você tem que fazer, corninho, para comer a sua namorada. Eu quero mostrar para você em detalhes.

Giles estava travado, olhando para nós, sem saber o que dizer. Eu falei:

— O tio sabe mexer na minha pepekinha, me deixa louca de tesão. Me fez gozar só com toques dos dedos. Mostra logo então, tio. Estou com muito tesão.

O tio perguntou para o Giles com voz baixa e cúmplice:

— Quer ver, corninho? Quer ver como se deve foder a sua namoradinha? Depois você vem fazer igual?

Giles soltou um gemido abafado:

— Ahhhh, nossa… acho que sim,... eu quero. Mas, você vai foder antes?

O tio explicou:

— Vou apenas mostrar como faz. Quem vai meter primeiro o pau todo na bocetinha dela é você, para ser mesmo o primeiro a penetrar na sua namorada.

Perguntei:

— Sente tesão, corninho?

Giles confirmou:

— Siiiimmm!

O Gatito explicou para o Giles:

— Depois que você inaugurar essa bocetinha com o seu pinto, eu meto nela, e ensino como você deve fazer para foder muito gostoso. Vai ver como ela vai gostar.

Giles estava tão excitado, e tenso que concordou acenando a cabeça, mas nada falou. Acho que ele nem conseguia falar, de tão nervoso.

O tio desligou a chave da sauna, para deixar de aquecer. O ambiente estava mesmo muito quente. Depois, o tio me puxou para ficar sentada de pernas abertas de frente para ele no banco de madeira. Eu ainda estava de lado no banco. Ele se ajoelhou no banco na minha frente, e se sentou nos calcanhares com as pernas dobradas, como um samurai, bem entre as minhas coxas.

Puxou minhas pernas para cima das coxas dele e foi me puxando, de modo que nossas virilhas ficaram bem próximas. Eu fiquei recostada, apoiada nos cotovelos, com o tio encostado em mim. Pegando na rola, ele deu uma batida com a pica pesada sobre minha xoxota. Ofeguei:

— Ahhh, tio… é bom isso!

O tio explicou ao Giles:

— Primeiro, você mostra que chegou, bate a sua rola na entradinha, para despertar a vontade nela, encosta a cabeça da sua pica na bocetinha e fica pincelando, só para excitar a sua putinha, que solta mais lubrificação. Ela se prepara assim para receber a rola. Olha só.

O tio pincelou a cabeça da pica na minha xoxotinha e eu gemi exclamando:

— Ah, tio… é gostoso! Isso dá muito tesão.

De fato, eu estava tendo contrações no abdômen e meus peitos pulavam excitados. Louca para ser penetrada.

Olhei para o Giles e ele estava vendo aquilo de olhos arregalados e o pau duro.

Eu falei:

— Olha só corninho, como o tio faz ficar bem gostoso!

O tio voltou a repetir aquilo umas três vezes, pincelando minha xoxota. Eu ofegava a cada cutucada:

— Uiii tio, que gostoso! Isso é bom. Dá vontade de dar a minha bocetinha e sentir o seu pau entrando.

Ele falou com o Giles:

— Olha só como ela já está louca para ser fodida. É uma putinha muito gostosa. Você encaixa a cabeça da pica na porta da bocetinha. Assim ó.

O tio encostou a cabeça na entrada vagina e eu quase que me atirei de encontro ao cacete, de tão louca que eu estava para receber aquela rola. Estremeci. Ofegante, toda arrepiada eu suspirei:

— Nossaaaa. Que gostosoooo! Vontade de meter, tio…

Ele comentou:

— Ela já está tão tarada, com vontade de dar, que a boceta se mela inteira, lubrificada, e fica preparada para ser penetrada.

Eu gemi:

— Ah, é verdade, estou cheia de vontade de dar minha bocetinha!

O tio se afastou e chamou:

— Vem agora, corninho, fica aqui onde eu estou, e faz exatamente, como eu fiz.

Na mesma hora ele saiu do meio das minhas coxas, e o Giles veio ocupar o lugar dele. Meu namoradinho tremia, tanto de nervoso como de tesão. Mas estava lindo, tarado e de pinto duro. Ia meter pela primeira vez na vida. Quando ele segurou no pinto e bateu sobre minha xoxotinha, eu exclamei:

— Ahhh, amor, que gostoso! Agora sim, corninho. Hoje, agora, eu vou ser sua! E você perde a virgindade comigo!

O Giles estava compenetrado em repetir o que o Gatito ensinou, e ficou passando a cabeça da piroca na entrada da minha bocetinha que escorria lubrificação. Ele tinha um pinto médio, gostoso, e estava muito duro.

Sentada no banco, fiquei meio recostada nos cotovelos, para ver o que acontecia. Com minhas pernas abertas vi meu namorado entre elas, passando o pau duro na minha bocetinha. O Tio me perguntou:

— Está bom, safadinha? Está gostando?

— Estou sim, estou tarada! Emocionada. A primeira vez com meu namorado. Acho que vou ser mesmo uma putinha. – Respondi.

— Estou igual. Muito nervoso e cheio de tesão. – Disse o Giles.

— Então, agora, encaixa a cabeça da pica na xoxota. Sua putinha está louca para receber a sua piroca. Vai ser a sua primeira vez. Enfia com cuidado. – Disse o tio.

Do jeito que falamos, o meu namorado nem percebia que era a primeira vez dele, sem referência à minha. Mas ele tinha que acreditar nisso. O Giles encostou a cabeça do pau, que foi se encaixando. Estava duro e quente. Eu gemi exclamando:

— Ahhh, delícia! Finalmente, com a ajuda do tio, você vai me foder, amor! A nossa primeira vez! Você não será mais virgem!

O tio orientou:

— Se está pronta, pede para ele meter.

— Estou pronta, amor! Mete seu pinto, enfia tudo, que eu quero ser sua. – Pedi com vontade.

O Giles forçou um pouco a entrada, eu apertava a boceta, contraindo a musculatura, para dificultar um pouco a penetração, não queria que fosse fácil. Ele com cuidado forçava aos poucos. Mas foi tentando. Até que, alguns segundos depois, eu relaxei e soltei um grito abafado, quando a piroca se enterrou:

— Aaaaiii! Entrou! Delícia, amor! Está dentro. Nem doeu!

Giles estava com a rola atolada na minha bocetinha, e ofegante. Ele perguntou:

— Não doeu?

Respondi:

— Só um pouquinho, na hora que entrou. Está gostoso!

O Tio orientava:

— Calma agora, corninho, segura, espera, senão você goza logo. Espera um pouco. Espera ela se acostumar com a pica. Controle o seu prazer. Você já sentiu como é gostosa essa bocetinha, quentinha, já provou essa delícia. Agora mete um pouquinho só, para ela se acostumar, mas não goza, retira a rola e espera, que eu quero mostrar como você deve foder para valer.

Giles deu umas bombadas suaves, ainda sem jeito, e parou. Ele respirava ofegante, quase gozando. Retirou a pica melada da minha bocetinha e exclamou:

— Tenho que parar. Estou quase gozando!

Ele se afastou. O Gatito voltou a se ajoelhar na minha frente. O tamanho do pau do tio era bem maior do que o do corninho. Vi que o Giles ficou do meu lado, olhando para o tio, indeciso. E perguntou:

— Você vai meter nela? Com esse pau gigante?

O tio explicou:

— Só vou mostrar como você deve fazer. Não se preocupe, ela já recebeu o seu pau, que abriu o caminho. Já não é mais virgem. A boceta se dilata, eu tenho experiência e sei como fazer.

— Mas seu pau é muito grande tio! – Giles tentou argumentar.

O Gatito contestou:

— Depois que ela já deu para você, que seu pau entrou todo, já não tem mais dificuldade, eu vou meter para você aprender, ela vai aguentar este cacete maior sem problemas. É só ir com jeitinho.

O Giles não parecia estar convencido. Insistiu:

— Tio, fala sério? Vai meter essa rola grossa e grande na minha namoradinha que deu para mim pela primeira vez?

O Gatito já havia se colocado ali entre as minhas coxas. Ele falou:

— Aprende, corninho. A boceta é um músculo elástico, ela se dilata até passar a cabeça de um feto. Uma criança sai daqui. Só tem que dar o tempo dela se dilatar. Não se preocupe, que depois que a mulher dá a primeira vez, inaugurou a bocetinha, se não doeu dessa primeira vez, não vai doer mais. Se o fodedor fizer com jeito, com calma, só vai ter prazer.

O Giles me olhou admirado e perguntou:

— Você quer isso mesmo, amor?

Eu, louca de tesão, pedi:

— Deixa ele meter, amor, deixa ele nos ensinar. Você não quer aprender? É para a gente depois saber foder bem gostoso. Eu estou cheia de tesão para gozar com você.

Giles se convenceu. Suspirou profundamente e disse:

— Tudo bem. Então tá… mete, tio… Mas tenha cuidado.

O Tio voltou a bater a piroca na minha bocetinha e eu gemi novamente:

— Ah, que gostoso. Seu pau é grande mesmo. Pesadão tio.

Eu queria estimular o Giles também, para que ele ficasse com tanto tesão que participasse daquele ménage disfarçado. Perguntei:

— Está feliz, amor? Agora eu já sou sua! Senti sua pica aqui dentro da minha bocetinha. Adorei. E vou aprender com o tio a dar bem gostoso para você.

O tio passava a cabeça da rola na minha xoxota e eu suspirava. Ele perguntou:

— Quer rola, safadinha?

— Quero. – Respondi ofegante.

— Pede minha pica então, minha delícia. Está louca para sentir novamente a piroca aí dentro não é? – O tio provocava.

Eu gemi excitada:

— Isso! Estou sim! É gostoso! Mete logo tio, me dá essa pica. Fiquei com muito tesão! Quero sentir ele aqui dentro.

Virei para o Giles e falei:

— É muito gostoso dar a boceta, vou aprender direitinho com o tio, corninho. Estou amando!

Depois falei com o tio:

— Ensina meu corninho como se faz, tio.

O Gatito estava me torturando, com a cabeça da rola na entrada da xana. Fazia que ia enfiar, forçava, eu ofegava, ele depois recuava. Eu rebolava e gemia, ele esfregava na rachinha novamente. Aquela provocação aumentava mais ainda meu desejo. Vi o Giles ali assistindo admirado. Eu falei com ele:

— Ah, amor, olha só como ele faz! É muito gostoso isso! Só provocando o prazer. Está me deixando louca de tesão!

O tio falou:

— É isso, precisa deixar a putinha maluca de vontade de levar rola!

O tio foi empurrando a caceta para dentro, com calma, lentamente, valorizando cada centímetro, e eu ofegando, pois a rola era mesmo grossa, e sempre ficava muito apertada.

O Giles, com voz rouca e emoção, murmurou:

— Nossa, nem acredito que o tio vai meter em você.

O Gatito, safado, notando o Giles muito admirado ao ver aquilo, e de pau duro, aproveitou o momento e me perguntou:

— Fala putinha. Está louca de tesão para dar para o tio?

— Estou sim, tio! Estou tarada! – Respondi.

— E o corninho está gostando de ver? – O tio perguntou.

— Está, né amor? – Eu reforcei.

Giles ofegava, e mal conseguia falar. Ele, em vez de concordar, exclamou:

— Nossa! Nunca vi... Que tesão isso que dá! Você aguenta?

— Ai, corninho, eu acho que aguento sim! Dá tesão mesmo! Quero tentar. Fala para o tio meter? Vamos aprender com o tio? – Eu perguntei suspirando com voz de tarada.

O Tio foi enfiando muito lentamente e eu ofegante, perguntei:

— Você está com tesão de ver isso, amor? Aiii... olha... está entrando... vai meter tudo...

Giles tremia e não tinha voz ao falar:

— Que... tesão... é esse? Estou maluco!

— Quer ver eu meter tudo? – O tio perguntou.

— Sim! Mete... vai... Mete tudo tio... enfia nela. Quero ver...

O Gatito falou:

— Olha bem, corninho, como vou fazer para foder a Sérvia, bem gostoso. Ela vai gozar muito na pica do tio. Assim você aprende.

Ele segurou firme com as duas mãos bem na minha cintura, uma mão de cada lado nas laterais sobre o osso da bacia, e me puxou um pouco, forçando o caralho com um empurrão da pélvis. A piroca foi se afundando mais, entrando apertadinha, atolando toda a boceta e eu gemi deliciada:

— Nossa, amor! Que pau grosso que o tio tem! Está me atolando inteira! – Exclamei.

— Está doendo? – O Giles perguntou.

— Não, não dói, está gostoso! Mas é muito grosso, me arregaça toda! Olha minha bocetinha como fica! – respondi, ofegante.

O Gatito parou com a rola enterrada, e falava:

— Olha só, corninho, eu não disse? Boceta aguenta muita rola, ainda mais quando está tarada para dar. Logo ela vai gozar na piroca para você ver.

Giles perguntou:

— Está tarada amor?

Eu vi que ele estava excitado e preocupado ao mesmo tempo. Respondi tentando sorrir:

— Ah, querido, depois que você meteu tudo e retirou, eu fiquei tarada. Muita vontade de ser fodida. Queria um pau aqui dentro. Agora quero sentir como o tio faz, aprender com ele e saber como é foder bastante.

Gatito era muito safado, sabia que eu estava provocando o Giles, que sentia tesão me vendo na rola do tio, e ele provocava também:

— Está com tesão de ver a sua namorada tesuda, dando a bocetinha?

Giles soltou um bufo de excitação:

— Nossaaa! Demais...

O Gatito falou:

— Eu sabia que você ia gostar de ver. Isso deixa o corno muito tarado, sempre.

Giles soltou outro bufo ofegante:

— Caralho, tio, estou muito excitado! É muito louco ver isso!

O Gatito enfiou e recuou a pica lentamente dentro da minha xoxota. Ele falou:

— Olha só como eu meto suave, entro com calma na boceta para ela se acostumar com a rola. E vou até no fundo... Enterro e espero. Depois volto.

Meu corpo estava inteiro arrepiado, minha respiração muito entrecortada:

— Mete... mete... assim! Está... gostoso... tio! Pode... meter mais. Me fode gostoso. – Eu gemi. E já não conseguia mais segurar o desejo de ser fodida para valer.

A pica foi até no fundo da minha vagina, até bater no útero, depois ele recuou, e meteu de novo, lentamente.

Eu gemi novamente, deliciada:

— Ah, fode, tio... como isso é boooom!

Ele disse:

— Aprende garoto! Vou foder bastante a sua namorada, para você ver como se faz. Vou fazer ela gozar muito. No começo eu vou fodendo com calma.

O tio, safado, provocador, deu uma parada e perguntou:

— Está vendo como é? Está gostando?

— Estou... É demais! – Balbuciou o Giles.

O tio falou:

— Olha só, corninho, o pau todo dentro. Ela já se acostumou com a minha pica. Agora ela quer gozar. Quero ouvir você me incentivando. Me pede para foder a sua namorada.

O Giles falou com voz rouca e grave:

— Caralho! Assim eu fico louco, tio.

Eu gemi em voz alta:

— Ahhhh, corninho, vai... pede para ele me comer gostoso! Eu estou tarada!

O Giles falou:

— Vai, tio, ela pediu, mete, mete com tudo, tio, quero ver ela gozar.

O tio começou a foder mais ritmado, projetava a pélvis e me puxava contra ele. Eu fui perdendo o controle e já rebolava, não disfarçava mais nada, ofegante, com as pernas arguidas, e a boceta atolada, gemia, suspirava, bufava, pedindo:

— Isso, soca, tio, mete tudo. Que tesão me deu essa rola!

Já fazia barulho: “Floc”... “Floc”... “Floc”... As socas ritmadas do Gatito. Meu corpo se agitava com as enterradas.

Eu suspirava dizendo:

— Que delícia, tio, fode, fode a sua sobrinha para o corninho ver! Estou louca de tesão!

O tio exclamou:

— Olha só corninho! Que safadinha! Sua namorada já aprendeu a gostar de uma boa foda! E já gamou na minha rola. Ela vai dar sempre, com esse tesão maluco!

— Isso, tio, não para, está bom demais, me fode forte. – Pedi.

O tio perguntou:

— Está bom?

— Está... estou adorando aprender a dar assim bem gostoso! – Eu falei, já me debatendo de tesão.

Olhei para o lado e chamei o Giles:

— Vem me beijar, meu corninho. Obrigada por me ajudar. Eu estou louca de prazer, com essa rola grossa, adorei aprender. Me beija, que eu vou gozar com o tio!

O Giles se debruçou sobre o meu peito e me deu um beijo na boca, ávido, também tomado pelo tesão. Ele murmurou:

— Que loucura, amor! Uma foda incrível! Estou ficando maluco também de tanto tesão!

Enquanto nos beijávamos o tio continuou metendo, começou a sugar meus peitos e me apertar a bunda, e eu já estava estremecendo, comecei a gemer:

— Eu vou gozar, eu vou gozar! Ahhhh, eu... vooouuu... gozaaaarrr...

O Giles ofegante disse:

— Eu também estou quase gozando só de ver você gozar.

O tio socava agora mais firme, e eu gemia a cada enfiada:

— Ahhh,... isso.... ahhh, ... mete,... isso... Ah que pau gostoso esse!

O tio exclamou:

— Aí, corninho, agora a putinha já aprendeu a dar e a gozar numa rola de macho. Só falta você aprender a foder assim. Não pode gozar logo, tem que esperar ela gozar muito.

Eu entrei em orgasmo intenso, incontrolável, me debatendo, deliciada com as estocadas do tio e beijando a boca do Giles, que gemia também, como se estivesse gozando junto comigo. Peguei no pau do Giles e apertei. Eu falei no ouvido dele:

— O tio fode muito gostoso, amor! Estou alucinada de tesão!

O Giles até gemia de tão tarado. Mas, o tio não gozou e me fez gozar duas vezes seguidas, sem parar de meter.

Acho que ele me comeu por uns cinco ou seis minutos. Quando eu gozei pela terceira vez, ainda estava me sentindo muito mole. O Gatito retirou a pica da minha boceta, e ainda estava dura como no início. Ele se recostou no banco de madeira, e me chamou:

— Vem safadinha, agora mais uma lição para os dois, eu vou ensinar você a cavalgar uma rola. Monta a cavalo no meu ventre.

Eu me levantei com a ajuda do Giles, que me deu a mão. Fui para o colo do tio e montei a cavalo. Os joelhos apoiados sobre o banco de madeira. O tio pediu:

— Pega na piroca e coloca na boceta.

Eu enfiei a mão entre os nossos corpos, segurei no pau e tentei guiar para a xoxota, mas o pau era grande e a posição em que eu estava não ajudava. O pau não se encaixou. O tio pediu:

— Ajuda aí Giles. Pega no meu cacete por trás da bunda dela, e encaixa na bocetinha da sua namorada.

O Giles ficou olhando para nós como se não tivesse coragem de pegar na rola. Eu pedi:

— Vai, amor, ajuda. Põe o pinto do tio na minha rachinha. Vamos aprender logo que eu estou tarada demais. Depois quero fazer o mesmo com você.

O Giles se resolveu na mesma hora, ajoelhado no banco, enfiou a mão por trás da minha bunda, entre as coxas minhas e do tio, segurou no pau dele e embicou a pica para minha bocetinha. Me ergui um pouco mais para a frente. Eu senti a cabeça da pica na entrada da boceta novamente e já fui rebolando, exclamando:

— Isso, encaixou. Obrigada amor. Que pauzão grosso que o tio tem! Está entrando de novo! Bem apertado. Muito gostoso!

— Se acostumou já com a piroca grossa né, safada? – O Gatito perguntou.

Respondi:

— Isso. Me acostumei, mete fundo, eu estou querendo mais. Quero gozar de novo...

O Gatito deu um tapa forte na minha bunda, bem estalado, e mandou:

— Então, agora, putinha, rebola, e cavalga na minha rola. Vaz para o seu corninho aprender também.

Comecei a mexer, subir e descer no cacete, rebolar descaradamente, gemendo, ofegante, tal qual uma vadia, e exclamei:

— Ahhh, tio, que delícia que é foder assim com você! Me deixa muito tarada!

— Gostou? Então, vai, mete, senta-se na caceta até o talo. Logo já vai saber foder igual putinha safada.

O Giles estava ali, colado, assistindo aquilo, tomado de tesão. Eu perguntei:

— Está gostando de ver, amor? Seu tio fode muito gostoso! Vou ser uma putinha safada com você também!

Eu estendi a mão, fiz um carinho no rosto dele e pedi:

— Vem, amor, me dá a mão e me beija. Quero você junto comigo enquanto eu dou para o tio.

O Giles, já estava totalmente tomado pelo tesão, se acostumou com aquilo, e obedeceu. Enlaçou os dedos nos meus, a mão esquerda dele segurando por cima a minha mão esquerda. Eu pedi:

— Põe a sua mão na minha bocetinha aqui embaixo, sente o pau do tio entrando.

Giles chegou a ter um tremelique ao ouvir aquilo. Achei que ele fosse gozar. Ele colocou novamente a mão direita por baixo da minha bunda entre as nádegas. Eu senti os dedos dele apalpando a xoxota com a piroca enterrada. Exclamou:

— Que loucura, amor! Está tudo dentro de você!

— É gostoso, corninho! Dá muito prazer! – Eu disse.

Eu me virei e beijei seus lábios. Ele falou:

— Esse cheiro de sexo na sua boca de novo, dá muito tesão.

— É cheiro de pica amor, chupei vocês dois, não lembra? – Respondi.

O Gatito deu outro tapa na minha bunda e exclamou:

— Vai, safada, mexe essa bunda que eu quero ver você gozando de novo.

Eu me entreguei completamente àquela foda, e passei a me esfregar corcoveando sobre a caceta que me estocava, roçava meu grelinho na base do pau, meu corpo inteiro vibrava de prazer e eu gemia exclamando:

— Ahhhh, que loucuraaa! Que tesão que é esse tio! Eu vou gozar novamente nesse pau gostoso!

— Gosta do pauzão do tio? – Ele perguntou.

Consegui responder quase gritando:

— Nossa! É uma delícia! Eu adoro! Vou gozar... vou gozar! Vou gooozaaar!!!

E foi mesmo um gozo avassalador, que me agitou o corpo completamente, minha pele parecia em brasa, e minha boceta se contraía em espasmos intensos, ondas de prazer me agitavam como se eu fosse um ramo de palma ao vento. O Giles vendo aquilo, começou a gozar e soltar jatos de porra sem nem sequer tocar no próprio pau, a porra saltava de seu pinto e batia nas minhas pernas. Ele se sentou no banco, com o pau jorrando porra. Nesse momento o tio exclamou:

— Ah, putinha mais tesuda! Essa sua bocetinha é uma delícia! Quero gozar nessa bocetinha, posso?

Eu fiquei meio perdida pois estava ainda fora do ar, devido ao orgasmo, e perguntei:

— Deixa ele gozar amor? Deixa o tio gozar junto comigo?

Giles estava meio travado com a questão, ainda se recuperando da gozada. O tio falou:

— Eu sou vasectomizado. Posso gozar sem perigo.

Giles me perguntou:

— Você quer que ele goze?

Respondi na hora:

— Eu quero, amor, estou cheia de tesão com ele, quero sentir como é a porra jorrando aqui dentro.

O tio cortou:

— Não! Mudei de ideia. Vou gozar outra hora. Agora não. Deixa o seu corninho gozar primeiro. O primeiro a gozar tem que ser o Giles. Eu tenho pílula que comprei na farmácia. Depois você toma.

Eu já estava no meio de todo aquele prazer e não falei mais nada. Só terminei de desfrutar as sensações. Sentia líquidos em jatos descendo da minha bocetinha.

O Giles falou:

— Obrigado tio. Você foi muito parceiro!

Depois de quase um minuto naquele êxtase, eu me deixei tombar sobre o peito do tio, ainda de mãos dadas com o Giles, que ficou ali ao lado. Exclamei:

— Ahhh tio! Que gostoso que foi. Que prazer delicioso! Gozei demais. Fiquei muito feliz! Acho que aprendi bastante agora.

Permaneci ali, exausta, tentando normalizar a minha respiração, por cerca de mais uns dois minutos. O Giles estava ali ao lado sentado. O pau murcho. O Gatito falou:

— Viu como é? Essas putinhas ficam loucas de prazer. A sua mãe também gozava muito comigo. Agora, seu pai e você já são corninhos que aprenderam comigo.

O Giles era inteligente, entendeu o que acontecia e comentou:

— Você é muito experiente tio, mas acho que demorou para ser assim. Eu ainda mal comecei. Mas vou aprender.

Eu entrei na conversa e falei:

— Mas com um professor desse, estamos aprendendo muito. E rápido. Se não fosse o tio você ainda era virgem e eu não ia ter uma foda como essa de hoje. Nunca mais vou esquecer a nossa primeira vez, e sou muito grata ao tio.

O Gatito sorriu e completou:

— Podemos aproveitar muito mais. Mas agora, é você corninho, que tem que fazer como eu fiz. Vem foder sua putinha como você me viu fazer.

O Giles tinha acabado de gozar e disse:

— Agora não dá, gozei só de ver. Mais tarde eu faço.

O Gatito logo falou:

— Tudo bem, vai ter mais.

Eu me levantei e saí de cima dele, e senti o pau saindo de dentro da minha bocetinha. Percebi que escorria muita porra. O pau dele já estava meia-bomba mas, ele disfarçou que tivesse gozado. Ele se levantou e disse:

— Nós deixamos o Lírio sozinho na piscina, já faz um bom tempo. Vamos sair agora, para almoçar, e de tarde a gente volta para praticar um pouco mais. Tenho muito que ensinar ainda.

O Giles, inexperiente não olhou e nem percebeu que eu estava toda gozada. O tio teve um orgasmo junto comigo, ejaculou bastante na minha boceta, mas se conteve, e não revelou. Eu fiquei quieta e me levantei. Senti a porra escorrendo em golfadas para fora da boceta. Mas como estava na penumbra ali na sauna o Giles não viu. O tio disse:

— Tem chuveiro do lado de fora da sauna. Vamos tomar uma ducha.

Ele vestiu o calção e saiu na frente, enquanto eu, sentada, vestia o meu biquíni. O Giles também vestiu a sunga e saiu.

Minhas pernas bambas de tanto gozar, estavam meladas, com porra escorrendo, mas fui a última a sair, eu não dei tempo para o Giles perceber meu estado. Fui saindo da sauna e entrando no corredor do lado de fora, que tinha o chuveiro. Para tomar a ducha.

Continua na parte 8 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

A CÓPIA E A REPRODUÇÃO DESTE CONTO EM OUTROS SITES OU BLOGS ESTÁ PROIBIDA. É EXCLUSIVIDADE DO SITE CASA DOS CONTOS ERÓTICOS.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Leon-Medrado a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 422Seguidores: 942Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

Foto de perfil de P.G.Wolff

Hehe, a suruba está muito boa!O Giles está aprendendo muito, com aulas práticas! E a Sérvia aproveitando os três.

0 0