Ouvi Minha Mãe e Tia Conversando Sobre Meu Pau, Então Dei uma Exibida - PARTE 6

Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 3748 palavras
Data: 01/02/2026 02:44:33

Duas semanas tinham se passado desde aquela sexta-feira surreal com a Júlia. Duas semanas onde minha vida sexual tinha se transformado num cronograma militar de "manutenção" e "teoria". Eu me sentia mecanicamente perfeito - sabia onde tocar, quanto tempo esperar, como respirar. A Júlia estava nas nuvens, achando que eu tinha virado um deus do sexo da noite para o dia, mal sabendo que cada movimento meu era uma reprodução do que tinha sido treinado no sofá da minha casa.

Mas em casa... em casa o clima era de insatisfação silenciosa.

Minha mãe me olhava com um misto de orgulho e frieza. Como um treinador olímpico que vê o atleta ganhar a medalha de bronze, sabendo que ele podia ter levado o ouro se tivesse se esforçado mais. Eu sentia que, apesar de ter passado no teste com a namorada, eu ainda estava no nível amador para os padrões *delas*. Faltava algo visceral. Faltava a entrega total que a Júlia, com sua doçura inocente, jamais exigiria de mim.

Foi numa quinta-feira à noite que a bomba caiu.

"Faz as malas," minha mãe disse, entrando no meu quarto sem bater e jogando uma sunga preta nova, ainda na embalagem, em cima do meu teclado. "A gente vai pra Angra amanhã cedo."

"Angra? Nós três?" perguntei, girando a cadeira, o coração já acelerando com a perspectiva. "Posso chamar a Júlia? Ela tá livre esse fim de semana."

Minha mãe parou na porta, girou nos calcanhares e me deu um olhar que teria congelado o inferno. Um sorriso de canto de boca, carregado de deboche, surgiu nos lábios dela.

"Júlia?" ela riu, seca. "Filho, a Júlia é o treino de quinta série. A gente vai pra um pós-doutorado. Você não leva o caderno de caligrafia pra defender sua tese de mestrado. Angra é laboratório fechado. Só eu, você e sua tia. E se prepara, garoto, porque o que aconteceu aqui na sala... vai parecer brincadeira de criança perto do que planejamos."

***

A casa de Angra ficava numa ilha privada, isolada, cercada por uma mata atlântica densa e um mar verde-esmeralda que batia nas pedras com violência. O calor era absurdo. Um mormaço úmido e salgado que fazia a roupa grudar no corpo no segundo em que a gente saía do ar condicionado do carro.

Chegamos na sexta perto do almoço. Minha tia já estava lá – o tio Marcos, convenientemente, teve uma "emergência inadiável" na empresa e não pôde ir. O cenário estava perfeitamente montado para o crime.

O clima mudou assim que pisamos na areia. Não era férias. Era concentração. Era um campo de treinamento sensorial.

Minha mãe e minha tia não vestiram saídas de praia ou cangas esvoaçantes. Elas ficaram de biquíni o tempo todo. E não eram biquínis normais, de "tia". Minha tia usava um fio-dental de oncinha que desaparecia na bunda dela a cada passo, desafiando a gravidade. Minha mãe... porra, minha mãe estava usando um biquíni preto, cortininha, minúsculo, que mal continha os seios fartos e deixava a virilha depilada perigosamente exposta. Cada vez que ela se abaixava para pegar algo, eu tinha um vislumbre de algo que nenhum filho deveria ver, mas que eu não conseguia parar de olhar.

"Primeira lição do fim de semana," minha mãe anunciou enquanto a gente almoçava na varanda, o som das cigarras gritando lá fora competindo com o barulho das ondas. "Privação e Foco. Você confia demais nos seus olhos, menino. Você vê um rabo bonito, seu pau sobe. Você vê um peito, você quer pegar. Isso é instinto básico. É animal. Um amante de elite não usa só a visão. Ele usa o tato, o olfato, a audição. Ele navega no escuro."

"Como assim?" perguntei, tentando manter o olhar no meu prato de peixe e não no suor que escorria pelo vale entre os seios dela.

"Você vai entender," minha tia sorriu do outro lado da mesa, chupando uma azeitona de forma obscena, os olhos fixos em mim. "Mas saiba de uma coisa, sobrinho: a partir de agora, seus olhos são inimigos."

A tarde de sábado foi o inferno na Terra. Um inferno delicioso, mas torturante.

Fomos para a área da piscina. Elas me proibiram de usar óculos escuros. Me fizeram deitar na espreguiçadeira sob o sol forte.

"Fecha os olhos," minha mãe ordenou, a voz não admitindo réplica. "Não abre por nada. Se abrir, a gente volta pro Rio agora e o treino acaba pra sempre."

Fechei. A escuridão vermelha das pálpebras contra o sol brilhante. O calor na pele. O som da água. O cheiro de protetor solar.

"Agora, adivinha," a voz da minha tia sussurrou no meu ouvido direito, tão perto que senti o calor da respiração dela.

Senti algo gelado pingar no meu peito nu. Gelo. O choque térmico fez meus mamilos endurecerem na hora, dolorosamente. Depois, uma mão quente, oleosa, começou a espalhar o líquido gelado. A mão desceu pelo meu abdômen, firme, técnica, explorando cada gomo.

"Quem sou eu?" a voz perguntou, mas não era a voz da tia nem da mãe. Era um sussurro rouco, disfarçado, quase um gemido.

"Tia?" arrisquei, tentando buscar na memória a textura da mão dela.

A mão deu um beliscão forte, quase cruel, na minha barriga.

"Errado," a voz da minha mãe disse, normal agora, vindo de cima de mim. "Você tá tentando adivinhar pela lógica. 'Ah, a tia é mais brincalhona'. Esquece a lógica, filho! Sente a pele. A pele da sua tia é mais fina, mais delicada. A minha tem mais tônus muscular, é mais firme. Sente o cheiro. O meu protetor é de coco. O dela é de cenoura. Presta atenção nos detalhes!"

Passamos horas nisso. Elas passavam óleo em mim. Elas me faziam passar óleo nelas, de olhos fechados. Eu tateava curvas, sentia peitos pesados, bundas firmes, coxas torneadas, tentando desesperadamente identificar quem era quem apenas pelo toque e pelo cheiro.

E eu errava. Errava muito. No calor, com o suor, com os óleos misturados, a pele delas parecia igual. A maciez, a temperatura, a excitação que emanava delas... eu estava ficando louco. E o pior: meu pau estava duro há horas, latejando na sunga molhada, comprimido, doendo de tanta vontade, e eu não podia tocar.

"Ele tá confuso," ouvi minha tia comentar, rindo baixinho, enquanto eu massageava o que achava ser a perna dela (mas, pelo silêncio da minha mãe, devia ser a da minha mãe). "O bichinho tá perdido no meio de tanta mulher."

"É exatamente o ponto," minha mãe respondeu, a voz distante. "Ele precisa se perder pra se encontrar."

***

A noite caiu pesada sobre Angra. O jantar foi leve – salada, peixe grelhado, muito vinho branco gelado. A conversa morreu. A tensão na mesa era sólida, quase dava para cortar com uma faca.

"Vem," minha mãe disse, levantando-se e pegando minha mão. O toque dela estava frio por causa da taça de vinho.

Elas me levaram para a suíte master no segundo andar. Portas de vidro abertas para a varanda, o barulho do mar quebrando nas pedras lá embaixo enchendo o quarto e mascarando qualquer som sutil. A única luz vinha de alguns abajures no canto, deixando tudo numa penumbra dourada e misteriosa.

No centro da cama king size, perfeitamente estendida com lençóis de algodão egípcio branco, havia uma venda. Uma gravata de seda preta, larga, masculina.

"A aula final," minha tia disse, fechando a porta e trancando. O *click* da chave girando na fechadura ecoou no meu estômago.

"Tira a roupa," minha mãe mandou.

Tirei a sunga. Meu pau, liberado da compressão do dia todo, saltou para a liberdade com violência, apontando para o teto, veias dilatadas, cabeça inchada e roxa. Vinte e três centímetros de pura necessidade acumulada.

"Lindo," minha mãe elogiou, aproximando-se e passando a unha levemente na base, fazendo meu corpo todo estremecer. "Mas hoje você não vai ver nada. Venda."

Ela amarrou a gravata nos meus olhos. Apertou bem. Escuridão total. Agora, o som do mar parecia mais alto. O cheiro do quarto - lavanda, maresia e o perfume doce, inebriante, misturado delas - ficou mais intenso, invadindo minhas narinas.

"Deita," a ordem veio seca.

Deitei de costas. Vulnerável. Aberto. Exposto.

"A regra é a seguinte," a voz da minha mãe veio da esquerda, depois da direita (ela estava andando ao redor da cama?). "A partir de agora, não existem nomes. Não existe 'mãe' e não existe 'tia'. Existem apenas corpos. Prazer. Sensação. Você está proibido de falar qualquer nome. Se você perguntar 'é você, mãe?', a aula acaba. Se você disser 'vai tia', a aula acaba. Você vai ser usado. E você vai aceitar sem questionar."

"Entendido," minha voz saiu falhada, a garganta seca.

Senti o colchão afundar dos dois lados.

O jogo começou devagar. Mãos. Muitas mãos.

Senti dedos longos, com unhas afiadas, arranharem levemente a sola do meu pé. Ao mesmo tempo, lábios quentes beijavam meu pescoço, chupando a pele sensível abaixo da orelha com voracidade.

"Mmmm..." gemi, as mãos agarrando o lençol.

A mão que estava no pé subiu. Panturrilha. Coxa. Virilha. Roçando perigosamente perto do meu saco.

"Relaxa, garoto," um sussurro no meu ouvido esquerdo. O hálito era de vinho e hortelã.

"Abre mais as pernas," outro sussurro, no ouvido direito. O mesmo cheiro. Elas tinham bebido o mesmo vinho, usado a mesma pasta de dente? Era diabólico. Era planejado.

Senti um corpo quente se pressionar contra o meu lado direito. Peitos macios, livres de qualquer biquíni, esmagados contra meu braço. Uma perna entrelaçando na minha, a pele lisa roçando nos meus pelos.

Do outro lado, alguém começou a lamber meu mamilo. A língua era áspera, experiente, circulando a auréola até o bico ficar duro como pedra, enviando choques elétricos direto para a minha virilha.

Eu tentava desesperadamente montar o quebra-cabeça na minha cabeça: *Ok, a mão na minha coxa tem um toque mais firme, deve ser a mãe. Mas a língua no meu peito é muito ousada, muito "puta", deve ser a tia.*

Mas aí elas trocavam. A sensação mudava. A mão firme virava um carinho suave. A língua ousada sumia e virava um sopro gelado. Eu estava num carrossel sensorial, girando no escuro, tonto de tesão, sem âncora.

De repente, as mãos pararam. O contato corporal cessou.

Senti uma boca envolver meu pau.

Não houve aviso, toque preliminar ou hesitação. Foi uma engolfada úmida, quente, perfeita. Lábios macios cobrindo os dentes, garganta aberta, sucção poderosa que parecia querer arrancar minha alma.

"Oh, porra..." joguei a cabeça para trás no travesseiro, arqueando as costas.

A técnica era absurda. Quem quer que fosse, sabia exatamente onde estava o freio, onde estava a parte mais sensível da cabeça. A língua trabalhava em espirais enquanto a mão (de quem? da mesma pessoa? da outra?) massageava minhas bolas com um ritmo hipnótico, apertando e soltando.

Enquanto meu pau era devorado, senti beijos no meu abdômen, subindo. Outra boca.

Eram duas.

Uma no meu pau, fazendo um boquete de outro mundo, profundo, intenso. Outra no meu peito, beijando, mordiscando, descendo em direção ao umbigo e subindo de volta.

"Isso é bom?" a voz veio de cima, da boca que estava no meu peito. Mas era um sussurro tão baixo, tão descaracterizado, que não deu pra identificar o timbre.

"É... muito bom," respondi, ofegante, perdendo a noção de espaço.

A boca do pau soltou com um estalo úmido *ploc*. O ar frio do quarto bateu na pele molhada de saliva, fazendo a cabeça latejar.

"Ele tá pronto," a voz de baixo disse. Seca. Clínica.

Silêncio. Apenas respirações pesadas, entrecortadas. O som de pele roçando em pele. O som da cama rangendo sob o peso dos corpos se movendo.

Senti um peso subir na cama, sobre minhas pernas. Alguém engatinhando por cima de mim, um joelho de cada lado do meu corpo.

Um joelho se apoiou de um lado da minha cabeça, outro do outro lado.

Uma buceta quente, úmida, com um cheiro almiscarado e forte de excitação feminina pura, pousou sobre a minha boca. Posição 69.

Não precisei de ordem. Minha língua saiu instintivamente e encontrou a fenda. Ela estava encharcada, pingando. O gosto era salgado, doce, divino – gosto de mulher excitada.

Ao mesmo tempo, senti outro peso sobre o meu quadril. Alguém montando no meu pau.

Meu cérebro, desesperado por controle no meio do caos sensorial, tentou formular uma lógica para não enlouquecer:

*Raciocínio:* Minha mãe é a "Mestra". Ela supervisiona. Ela impôs a regra estrita de que eu não podia tocá-la. Portanto, ela deve estar na minha cara. Receber oral é mais passivo, mais "seguro" para manter a barreira do tabu, enquanto ela assiste a "cobaia" (minha tia) sendo fodida por mim. A tia é a puta do teste. A mãe é a diretora.

Fazia sentido. Tinha que ser isso. Era a única forma de manter a hierarquia que ela tinha estabelecido.

Então, a mulher no meu quadril deve ser a tia. A mulher na minha cara, a mãe.

A mulher de baixo segurou meu pau com as duas mãos. Senti as unhas dela arranharem de leve a base, possessivas. Ela alinhou a cabeça do meu pau com a entrada dela.

Desceu.

"Ahhh..." ela gemeu alto quando a cabeça entrou, rasgando-a.

Era apertado. Meu Deus, como era apertado. Muito mais que a Júlia. Muito mais do que eu lembrava dos dedos da tia na semana passada. As paredes vaginais dela pareciam me abraçar, me sugar, moldar-se ao meu formato com uma precisão aterrorizante.

Ela desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro. Senti a pressão aumentar, o calor envolver meu eixo, até que meus pelos bateram na pele molhada dela. Encaixe perfeito. Fundo. Total.

"Tão grande..." a mulher de cima (na minha cara) sussurrou, rebolando contra minha boca, exigindo mais língua, esfregando o clitóris no meu nariz.

A mulher de baixo começou a se mover.

Não era um movimento suave. Era possessivo. Ela quicava, moendo o quadril em círculos, apertando os músculos internos a cada descida. Era uma cavalgada de quem sabia exatamente como extrair prazer, de quem tinha anos de experiência em sentir um pau dentro de si e sabia como ordenhá-lo.

Eu estava no limite da sanidade.

Fodendo uma, chupando a outra. Cego. Guiado apenas pelo instinto animal e pelo cheiro de sexo que saturava o quarto.

Meus quadris começaram a responder, empurrando para cima, encontrando o ritmo dela. *Plaft, plaft, plaft.* O som de pele batendo contra pele, suor misturando com suor, enchia o quarto.

"Isso... chupa," a mulher de cima gemia, pressionando a buceta contra meu nariz, me sufocando deliciosamente, as coxas tremendo ao redor das minhas orelhas. "Usa a língua, garoto."

"Mete... mete fundo," a mulher de baixo ordenava, a voz rouca, irreconhecível, arranhando meu peito com as unhas, deixando marcas vermelhas na minha pele. "Me parte no meio."

A tensão sexual acumulada de dias, a privação visual, o tabu implícito, o mistério... tudo se concentrou na ponta do meu pau. Eu sentia cada nervo, cada veia pulsando, pedindo alívio.

A mulher de baixo acelerou. Ela estava frenética. Sentia os peitos dela (grandes, pesados) balançando e batendo contra o meu abdômen a cada quicada violenta. O suor dela pingava no meu peito, misturando-se ao meu.

"Vou gozar!" a mulher de cima avisou, o corpo ficando rígido, as mãos puxando meu cabelo com força.

Minha língua trabalhou rápido no clitóris dela, sugando, vibrando. Ela tremeu, gritou um som abafado e contraiu as coxas ao redor da minha cabeça, esmagando minhas orelhas. O gosto do orgasmo dela inundou minha boca, forte e inebriante.

Isso foi o gatilho final.

A mulher de baixo sentiu meu pau pulsar, prestes a explodir dentro dela. Ao invés de parar, ela aumentou a pressão. Ela se inclinou para frente, o cabelo roçando no meu pescoço, e sussurrou bem no meu ouvido, com uma urgência desesperada:

"Não segura. Eu quero tudo. Enche minha buceta de leite. Agora! Me engravida!"

O comando detonou minha resistência. A palavra "engravida" foi a chave que abriu a comporta.

Segurei os quadris dela com as duas mãos (cegamente, sentindo a pele macia, a curva larga, a cintura firme) e soquei para cima com toda a força que tinha. Uma, duas, três vezes. Fundo. Batendo no útero.

Explodi.

Foi um orgasmo violento, doloroso de tão forte, que parecia vir da medula. Senti minha alma sendo drenada pelo meu pau, jatos espessos e intermináveis de sêmen sendo bombeados para dentro daquela mulher misteriosa que me cavalgava com tanta fúria.

Ela gemeu junto comigo, um grito longo e rouco, contraindo tudo lá dentro, ordenhando cada gota de mim, como se quisesse sugar minha vida.

Ficamos ali. O tempo parou. O universo se resumiu àquela cama.

Eu estava ofegante, o coração parecendo que ia sair pela boca. A venda estava ensopada de suor. Meus músculos tremiam.

A mulher de cima saiu do meu rosto, rolando para o lado na cama, a respiração pesada, recuperando o fôlego.

A mulher de baixo colapsou sobre mim. Senti o peso dela no meu peito. Senti o coração dela batendo contra o meu, em sincronia perfeita. O pau, agora mole, escorregou para fora dela com um som úmido *schlop*, deixando um rastro de sêmen e lubrificação nas nossas barrigas coladas.

Fiquei imóvel. O silêncio voltou ao quarto, apenas o mar lá fora e nossas respirações descompassadas.

Minha mente começou a clarear. A lógica voltou a operar.

*Ok. Foi incrível. A tia manda muito bem cavalgando, quem diria. E a mãe... caramba, fiz a mãe gozar com a boca. Passei no teste.*

Senti uma mão delicada ir para trás da minha cabeça. Os dedos desataram o nó da gravata de seda, soltando a pressão.

A venda afrouxou. Caiu no travesseiro.

Apertei os olhos contra a luz suave do abajur. Pisquei uma, duas vezes, limpando o suor dos cílios, tentando focar.

Olhei para a minha esquerda.

Sentada na beira da cama, bebendo água de uma garrafa, nua, com as pernas cruzadas e um sorriso satisfeito no rosto, os cabelos bagunçados, estava a **minha tia**. Ela piscou para mim, o queixo ainda brilhando com a minha saliva.

*Espera.*

O mundo parou.

Se a tia estava ali... sentada, bebendo água... a tia era a mulher que estava sentada na minha cara. A tia era a mulher em quem eu fiz oral. A tia era a "supervisora" do rosto.

Um frio percorreu minha espinha. Um frio elétrico, aterrorizante e excitante que congelou meu sangue.

Olhei para baixo. Para o meu peito.

Deitada sobre mim, com o rosto escondido na curva do meu pescoço, os cabelos espalhados como um leque negro sobre meu ombro, estava a mulher que eu tinha acabado de foder. A mulher que me cavalgou até a exaustão. A mulher dentro de quem eu tinha despejado tudo. A mulher que gritou para eu engravidá-la.

Ela levantou a cabeça devagar.

Os olhos dela encontraram os meus. Estavam dilatados, escuros, líquidos de prazer. Os lábios estavam inchados e vermelhos. O rosto estava corado, brilhando de suor.

Era a **minha mãe**.

O ar sumiu dos meus pulmões. O quarto girou.

"Mãe...?" a palavra saiu num sussurro incrédulo, quase inaudível, carregada de pânico e desejo.

Ela sorriu. Não era o sorriso de professora. Não era o sorriso de mãe. Era um sorriso de mulher. De fêmea alfa que acabou de ser satisfeita pelo macho que escolheu.

Ela se apoiou nos cotovelos, ficando com o rosto a centímetros do meu. O cheiro dela - aquele cheiro de coco e pele que eu tentei identificar a noite toda - agora era inconfundível, misturado com o cheiro do meu gozo que escorria de dentro dela.

"Mas... a regra..." gaguejei, o choque brigando com o tesão residual. "Eu achei que fosse a tia... eu não podia te tocar... você disse..."

Minha mãe riu, um som baixo e gutural na garganta. Ela passou a mão no meu rosto, limpando uma gota de suor da minha testa com uma ternura assustadora.

"Você achou errado, meu amor," ela disse, a voz suave, hipnótica. "A regra era que *você* não podia iniciar o toque. A regra era sobre controle consciente. Mas hoje... hoje a lição era sobre instinto."

Ela olhou para baixo, para a nossa união desfeita, para a bagunça de fluidos brancos na barriga dela e na minha.

"Seu corpo sabia," ela continuou, olhando fundo nos meus olhos, penetrando minha alma. "O tempo todo. Seu pau sabia onde estava entrando. Você sabia que era eu. Por isso gozou desse jeito. Por isso foi tão fundo. Por isso obedeceu quando eu mandei encher."

Olhei para a minha tia, buscando alguma explicação lógica, algum sinal de que aquilo era uma alucinação. Ela só deu de ombros, rindo, enquanto pegava um lenço para se limpar.

"Não olha pra mim com essa cara de susto, garoto," minha tia disse, se espreguiçando, os seios balançando livres. "Sua mãe precisava ter certeza. A Júlia é uma gracinha, sobrinho, mas ela não tem a bagagem, não tem o quadril. Sua mãe queria saber se a 'genética' funcionava na prática. E olha... funciona."

Minha mãe se moveu, saindo de cima de mim. O movimento foi lento, deliberado, fazendo eu sentir cada centímetro da pele dela se desgrudando da minha, pegajosa. O sêmen escorreu pela coxa dela.

"Agora você está formado," ela decretou, ficando de pé ao lado da cama, nua, majestosa, sem um pingo de vergonha, exibindo o corpo que eu tinha acabado de possuir. "O protocolo de venda acabou. Não tem mais mistério. Não tem mais dúvida."

Ela se inclinou e me deu um beijo na boca. Um selinho demorado, com gosto de sêmen, de sexo, de tabu quebrado para sempre.

"Você pode voltar pra sua Júlia durante a semana," ela sussurrou contra meus lábios, mordendo meu lábio inferior. "Brinca de casinha com ela. Treina com ela. Mas nos fins de semana... o laboratório de Angra vai estar sempre aberto para reciclagem. E aqui... aqui a gente não usa camisinha, e a gente não tem regra."

Ela se virou e caminhou em direção ao banheiro, o rebolado hipnótico, deixando eu e minha tia na cama, no meio dos lençóis revirados que cheiravam a incesto.

"Vem, mana," ela chamou sem olhar para trás. "Vamos tomar um banho. Acho que o menino precisa de um tempo pra processar que acabou de foder a própria mãe... e que gostou mais do que de qualquer outra coisa na vida."

As duas riram, cúmplices. E eu fiquei ali, deitado, nu, olhando para o teto de madeira, sentindo o corpo vibrar, a mente explodir, e uma certeza absoluta e aterrorizante se instalar no meu peito: eu nunca mais seria o mesmo. E, Deus me perdoe, eu mal podia esperar pelo próximo fim de semana.

***

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