Primeira vez sendo feita de corna pela minha namorada

Um conto erótico de Grazi
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1118 palavras
Data: 13/02/2026 20:40:51

Acordei com o sol batendo na cara, domingo de manhã, o quarto da Carol todo iluminado. Aquele quarto era claro demais pro meu gosto. Que falta faziam umas cortinas. Ela ainda tava dormindo de conchinha comigo, o braço jogado por cima da minha cintura, o rosto encostado na minha nuca. O cheiro dela misturado com o meu, o lençol embolado, tudo parecia... normal. Namoradinha. Como se ontem não tivesse existido plug, chupação de pé, sentada na cara me sufocando, foto do mestre. Por um segundo, eu esqueci.

Ela se mexeu, abriu os olhos devagar e sorriu daquele jeito preguiçoso e doce que só aparecia quando o tesão dela tinha baixado. “Bom dia, amor...”, sussurrou, me dando beijinhos leves na bochecha, na testa, na ponta do nariz. Eu sorri de volta, sentindo um calorzinho no peito.

Não teve ordem, não teve “ajoelha”, não me chamou de corninha. Ela só rolou por cima de mim, devagar, beijando minha boca com carinho, língua suave, sem pressa. As mãos dela passeavam pelo meu corpo como se eu fosse algo precioso: acariciando os peitos, descendo pela barriga, abrindo minhas pernas com delicadeza. Eu abri pra ela, gemendo baixinho, e ela desceu beijando meu pescoço, meus mamilos, a barriga, até chegar na buceta. Lambeu devagar, gostoso, sem forçar, só me fazendo sentir bem. Eu segurei o cabelo dela, arqueei as costas, e gozei quietinha, tremendo, com ela olhando pra mim o tempo todo, sorrindo entre as minhas pernas.

Depois, deitamos de lado, pernas entrelaçadas, beijando devagar, rindo de bobagem. Parecia um sonho adolescente. Namoro normal. Eu queria que durasse pra sempre.

Mas aí veio a hora de eu ir embora. Eu já tinha arrumado minha mochila, guardado nela por ordem da Carol o mesmo plug que usei antes e lubrificante, tomado banho, vestido a roupa de ontem. Carol me acompanhou até a porta, me deu um abraço apertado, um beijo longo na boca.

“Se cuida, amor”, ela disse, voz meiga. Depois, sussurrou no meu ouvido: “Assim que você for embora, eu vou tomar banho e vou pra casa do meu dono. Quer receber fotos?”

Meu estômago gelou. O ciúme veio forte, como uma facada, mas junto veio aquele tesão torto, me esquentando e molhado entre as pernas. Eu odiava a ideia dele tocando nela, mas queria ver.

“Quero sim”, respondi, voz tremendo.

Ela sorriu, beijou minha testa. “Boa menina. Quando chegar na sua casa me manda mensagem pra eu saber que chegou bem.”

Voltei pra casa de uber, cabeça a mil. Cheguei, e mandei mensagem pra ela, recebendo de volta um “Fica bem” com emoji de beijinho e coração. Joguei a mochila no quarto, comecei a lavar louça, passar roupa, arrumar as coisas pra segunda. Toda hora olhava o celular. Nada. Até que veio a primeira notificação: foto de visualização única. Carol toda arrumada em frente ao espelho, vestido curto preto, maquiagem leve, cabelo solto, salto alto. Legenda: “Indo ver meu dono. Já tô com saudades, corninha.”

Meu coração disparou. Depois veio vídeo curto, também visualização única: ela no uber, sorrindo pra câmera e filmando por baixo do vestido. “Sem calcinha. Assim que eu chego lá, tenho que tirar a roupa rapidinho, porque cadela não usa roupa.” Eu já ensopei.

Mandei um “Você tá uma delícia, hein?” Ela não visualizou. Depois silêncio por uns minutos, achei melhor voltar a fazer minhas coisas. Eu tava na cozinha, lavando louça, quando veio a enxurrada de fotos e videos, tudo visualização única. Sequei as mãos no pano de prato e corri pro quarto.

Foto: Carol de joelhos, boca aberta, um pau enorme em cima do rostinho lindo da minha namorada. Na seguinte, o mesmo pau entrando garganta adentro. Close na cara dela, olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelo queixo.

Vídeo: Ela de costas, sendo segurada pelo cabelo, ele batendo na bunda dela com a mão aberta, marcas vermelhas de dedos naquela pele branquinha, enquanto fodia ela por trás igual uma britadeira... Ela gemendo alto, escandalosa, falando putaria e pedindo pra ele foder mais.

Foto: Costas dela marcadas com linhas vermelhas que pareciam cintadas, suor brilhando, buceta inchada e vermelha, escorrendo algo branco, provavelmente a porra dele.

Vídeo: Ela de frango assado, barulho de foda forte, ele focava a câmera no rosto dela, e ela tava gemendo coisas incoerentes e revirando os olhos, fazendo caretas, como se tivesse tendo um derrame, a câmera descia pelo corpinho dela, toda suada e cheia de marcas de tapa, cintadas, mordidas, chupões… Lá embaixo o pau grosso como o meu pulso arregaçando a buceta da minha namorada.

Eu tava tremendo, celular na mão, buceta latejando forte. Ciúme doía no peito, mas o tesão era maior. Eu queria chorar, queria gritar, queria tocar uma siririca até gozar. Pedi autorização. “A senhora me autoriza a gozar?” Visualizado, mas não respondeu.

Minutos depois ela diz “Pode, mas põe o plug antes e masturba de joelhos no chão, vendo o vídeo que vou te mandar.” Eu corro no banheiro pra lavar o cu do jeito que ela me ensinou, lubrifico o plug e vou aos poucos tentando enfiar. Dessa vez entrou bem mais fácil que da primeira. Chega o vídeo, visualização única. Ajoelhei no chão como ela mandou. Abri o video: A legenda dizia “Imagina você aqui me limpando com a boca.” Close da buceta dela toda arrombada, lábios inchados, porra branca vazando devagar, misturada com o mel dela, ela contrai aquela buceta larga, e sai de dentro montes daquele leite branco, fazendo bolhas e barulhinho.

O video terminava, eu colocava pra tocar de novo. Meu dedo no grelo, rápido, forte. Gemi alto, pensando nela de joelhos pra ele, pensando em mim ali servindo, limpando, tendo de lamber porra direto da buceta dela, imaginando o nojo que eu sentiria daquele leite gosmento. Gozei forte, cu apertando o plug, corpo tremendo, lágrimas nos olhos, gemendo. Terminei, mas toquei o video mais umas vezes, vendo bem cada detalhe, até decidir fechar. Tinha uma mensagem dela: “Gozou gostoso?” Eu respondi “Sim, senhora. Te adoro!” Queria dizer “te amo” mas achei demais.

Ela não visualizou. Silêncio. Eu fiquei ali, ofegante, suada, com o coração a mil e a buceta ainda pulsando. Minutos depois, mensagem dela: “Boa menina. Vou deixar o telefone de lado. Amanhã na escola te conto os detalhes.” Eu odiava ele por abusar dela daquele jeito. Odiava ela por gostar. Me odiava por querer lamber aquela porra nojenta saindo da buceta dela. O namoro era real, mas a dor de corna também. E eu tava viciada nas duas coisas. Fazendo um pouquinho de força, o plug saiu sem muita dificuldade, só doendo um pouco na parte mais grossa. Terminei minhas tarefas e fui tentar dormir com a cabeça a mil, imaginando o que ele ainda estaria fazendo com ela.

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