Minha esposa trabalha no exército

Um conto erótico de Votax
Categoria: Heterossexual
Contém 401 palavras
Data: 13/02/2026 20:42:45

Minha esposa é médica no exército. Em geral, ela apenas trata lesões nos soldados e se precisar, atende os familiares deles.

O fatídico exame de analisar os alisados pelados geralmente não é com ela. Porém, uma vez sobrou para ela. Ela teve que compor a equipe responsável para o exame.

Tentou recusar durante toda a semana, mas não teve jeito, sobrou para ela. Ela até chegou a falar comigo pra vê se eu estava bem com a ideia e eu estava. Trabalho é trabalho.

Chegou o fatídico dia. Ela foi para o trabalho e estava nervosa. Eu ri muito da situação.

Quando chegou em casa, já chegou reclamando que estava exausta, mas estava mais leve. Até riu um pouco da situação.

Ela foi tomar banho e se deitou para dormir um pouco.

Uma hora depois ela acordou morrendo de fome. Foi direto para as panelas. Deixei para perguntar como tinha sido mais tarde.

Após o jantar, nos deitamos no sofá para assistir TV. Colocamos Stranger Things. Ela ama, eu odeio. Como odeio, decidi perguntar a ela sobre o dia dela.

- “Meu bem, como foi seu dia?”

- “Eu nunca mais quero ver tanta rola na minha vida.”

- “Eu espero que nao (falei rindo)”

- “Deixa de ser bobo, eu nunca vi tanta gente esquisita como hoje. Alguns garotos que nunca teriam chance no exercito. Outros bem fortes, uma pena que o exército vai destruir eles.”

- “Nossa, tinha um gordinho que tremia igual vara verde. Baixinho, diria que é nerd. Nunca deve ter encostado numa mulher na vida. Quando ele me viu lá, ficou mais branco do que já era. E coitado, não tinha nada de rola. Ainda bem que o exame é rápido. Devia ser o mesmo que tortura pra ele.”

- “Muitos detalhes, senhorita (falei enciumado ou excitado, um pouco dos dois.

- “Você me encheu o saco com isso, agora aguenta.”

- “Também tinha um garoto negro, que seria um desperdício no exército. 18 anos e já com quase 2m. A SeleçãoBrasileira de Basquete precisa de um pivo - (basquete é uma das paixões dela). Ele era forte. Já complemente desenvolvido. E tinha uma bela rola.

- AMOR????! (Falei sem acreditar, mas rindo).

Ela seguiu me contando mais alguns casos, até ter um sorriso de volta no rosto. Serviu como sessão de terapia.

Para terminar a noite, passei a rola nela para lembrar quem manda. Precisava me impor depois de relatos detalhistas demais da minha doutora.

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