Meu cachorro Lambeu meu Pau junto com minha tia(historia real)

Um conto erótico de Thiagooo
Categoria: Zoofilia
Contém 936 palavras
Data: 13/02/2026 22:14:33
Assuntos: Incesto, Zoofilia

Olá, me chamo Thiago, tenho 24 anos, e essa história aconteceu há quatro anos, em 2022. Naquele período, fui morar com a minha tia por alguns meses por causa de um trabalho que consegui perto da casa dela. A casa era simples, silenciosa, e quem também morava lá era o Luke, um pastor alemão grande e muito bonito.

Como não havia quarto sobrando, passei a dormir na sala. Meu computador também ficava ali, então privacidade era algo raro. Eu só conseguia me masturbar quando ficava sozinho em casa ou no banheiro, em momentos bem rápidos.

Um dia, tive a sorte de ficar sozinho. Não pensei duas vezes. Fui direto para o sofá, tirei a roupa e comecei a me masturbar. A casa estava silenciosa, e aquela sensação de liberdade me deixou ainda mais excitado.

Foi então que ouvi o barulho das patas no chão. Quando percebi, o Luke estava na minha frente, curioso, se aproximando. Antes que eu pudesse reagir direito, ele tentou me lamber. Afastei ele no reflexo, surpreso com a situação. Mas a sensação, a ideia, tudo aquilo mexeu muito comigo. O tesão falou mais alto, e acabei deixando ele continuar.

A experiência foi intensa e diferente de tudo que eu já tinha sentido. Quando terminei, a adrenalina foi passando, e a consciência começou a pesar. Fiquei meio confuso, sem saber o que pensar, mas tentei deixar aquilo de lado.

Só que, nos dias seguintes, o pensamento voltava. A lembrança da sensação não saía da minha cabeça. Comecei a procurar vídeos, contos, qualquer coisa relacionada ao assunto. Sem perceber, aquilo virou um hábito.

Com o tempo, o Luke já parecia saber o que fazer. Bastava eu chegar do trabalho, abaixar a calça, e ele vinha. Aquilo passou a fazer parte da minha rotina, sempre escondido, sempre em silêncio.

Até que, numa noite, tudo mudou.

Eu estava sentado no sofá com a minha tia, assistindo televisão. A sala estava iluminada pela luz azul da TV, e o clima era tranquilo. O Luke, como sempre, deitou perto de mim. De repente, ele tentou se aproximar do meu colo de um jeito que me deixou em pânico. Afastei ele rapidamente.

Minha tia percebeu na hora.

— O cachorro tentou lamber você? — ela perguntou, com uma expressão curiosa.

Eu fiquei sem saber o que dizer, mas acabei respondendo que sim, que ele andava com essas manias ultimamente. Achei que ela fosse brigar, achar estranho, qualquer coisa assim.

Mas a reação dela foi totalmente diferente do que eu esperava.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse pensando. Depois, com uma naturalidade que me deixou sem chão, disse que o Luke só fazia isso porque ela mesma tinha ensinado.

Naquele momento, meu coração disparou. Eu não sabia se tinha ouvido direito.

Ela continuou falando, explicando que aquilo era algo que ela já fazia há um tempo, como se estivesse contando um segredo antigo. Eu não conseguia parar de imaginar a cena. A cada palavra dela, minha mente criava imagens, e o clima na sala foi mudando.

Ela percebeu minha reação. Olhou para mim, depois para o volume no meu short, e deu um leve sorriso.

— Você gosta disso, né?

Eu não consegui mentir. Acabei contando tudo: o primeiro dia, o susto, a curiosidade, como aquilo tinha virado rotina. Falei com vergonha, mas também com um certo alívio, como se finalmente estivesse tirando um peso de dentro de mim.

Enquanto eu falava, ela me olhava com atenção, os olhos brilhando de um jeito diferente. Não parecia julgamento. Parecia interesse.

Quando terminei, o silêncio tomou conta da sala por alguns segundos. A televisão continuava ligada, mas eu nem prestava atenção. Só conseguia ouvir minha própria respiração.

Então ela chamou o Luke, como se quisesse confirmar algo que já suspeitava. O cachorro veio obediente, abanando o rabo, e ficou ao lado do sofá. O ar na sala pareceu mudar. A televisão continuava ligada, mas nenhum de nós dois prestava atenção.

Minha tia se inclinou um pouco para frente, observando a cena com curiosidade. Havia algo diferente no olhar dela, uma mistura de interesse e provocação. Ela passou a mão no pelo do cachorro com calma, como se estivesse conduzindo a situação.

— Então é assim que ele faz? — perguntou, com a voz baixa.

Eu não sabia o que responder. Meu coração batia rápido, e minhas mãos estavam suando. Ela percebeu meu nervosismo e deu um sorriso discreto, quase cúmplice.

Sem pressa, se aproximou mais de mim no sofá. O espaço entre nós diminuiu, e o clima ficou carregado de tensão. Não parecia mais uma conversa comum entre tia e sobrinho; havia algo silencioso acontecendo ali, um entendimento estranho e proibido.

Ela manteve os olhos em mim, esperando uma reação. Eu me sentia dividido entre a vergonha e o desejo. Era como se aquele segredo, que antes era só meu, agora estivesse sendo compartilhado.

Ela guiou o Luke a me lamber enquanto tirava a roupa revelando o corpo aos poucos, como se quisesse provocar cada reação minha, chupei aqueles peitos enquanto o cachorro me lambia ficamos nisso por uns minutos, foi quando ela começou a chupar meu pau junto com o Luke não consegui aguentar tanto tempo e

acabei gozando MUITO, os fizeram o boquete de limpeza em mim e depois fiquei conversando com minha tia sobre o assunto.

Naquele momento, percebi que nada mais seria como antes. O que tinha começado como um acidente estranho estava se transformando em algo que envolvia nós dois. A cumplicidade surgiu ali, silenciosa, naquele sofá, enquanto o Luke permanecia ao nosso lado, como parte daquele segredo que agora dividíamos.

podem fazer perguntas que vou responder todas

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