Estoque explosivo

Um conto erótico de Carinhosa dos contos
Categoria: Grupal
Contém 871 palavras
Data: 14/02/2026 01:25:57

O shopping estava cheio. Luzes brancas refletiam no piso polido, vitrines iluminadas chamavam a atenção, mas Ana Lídia não olhava nada disso. Ela tinha outro plano.

Ao lado dela, Salvador caminhava distraído, o namorado seguro e protetor, mas despreparado para o que se aproximava. Ana Lídia fingia interesse pelos vestidos, passando a mão pelo tecido, experimentando poses e, ao mesmo tempo, provocando discretamente o corpo dele. Um roçar sutil na cintura, uma aproximação de quadril, um sorriso quase imperceptível — cada gesto cuidadosamente calculado.

— O que foi? — ele murmurou, olhando nos olhos dela.

— Nada… só vendo se essa camisa te valoriza — respondeu Ana Lídia, mordendo o lábio inferior, provocando mais do que qualquer roupa.

A tensão cresceu. A mão dela deslizou pela cintura dele, descendo levemente. Salvador suspirou, mas antes que pudesse falar de novo, Ana Lídia inclinou-se perto do ouvido dele:

— Aqui não dá. Precisamos de privacidade.

Ela olhou ao redor, observou a porta que levava ao estoque semiaberta, e sorriu. Um brilho travesso nos olhos.

— Vem — sussurrou, puxando-o com delicadeza e firmeza ao mesmo tempo.

O estoque era apertado. Cheiro de tecido novo, caixas empilhadas, luz fraca. Quando fecharam a porta, o clique metálico ecoou pelo espaço, e o público do shopping desapareceu. Agora, só existiam eles.

Salvador encostou-a de leve na parede, segurando o rosto dela entre as mãos. Ana Lídia não recuou; pelo contrário, aproximou-se, beijando-o com urgência. Cada gesto era provocativo, uma mistura de entrega e comando.

O vestido marcava cada curva. O tecido colado ao corpo realçava os seios, os quadris e as coxas, cada movimento amplificando a tensão entre eles. Ela arqueava levemente as costas, apoiando-se, mas deixando claro que podia comandar e ceder ao mesmo tempo.

— Você sempre faz isso? — murmurou Salvador, tentando recuperar o fôlego.

— Nem sempre — respondeu ela, com um sorriso que carregava toda a travessura do mundo.

Então, a porta se abriu. A gerente entrou. 55 anos, postura impecável, olhar experiente e autoritário. Nenhuma surpresa no rosto dela. Apenas uma análise silenciosa da cena à sua frente. Fechou a porta atrás de si e se aproximou, com passos lentos e medidos.

— Interessante escolha de lugar — disse a gerente, calma, mas carregada de intenção.

Ana Lídia olhou para Salvador, mordendo o lábio, desafiadora:

— Precisamos mesmo de privacidade… e talvez de mais companhia.

O ar ficou pesado. Cada toque, cada respiração, cada aproximação carregava tensão elétrica. Ana Lídia sentiu o corpo da gerente próximo ao seu, o toque discreto mas firme no braço enviando arrepio por toda a pele. Salvador percebeu a mudança imediata: a dinâmica havia mudado, carregando mais intensidade, mais perigo, mais desejo.

Ana Lídia fechou os olhos por um instante, absorvendo cada sensação: a mão de Salvador na cintura, os beijos urgentes, a presença da gerente, a roupa colando na pele, a respiração ofegante. Tudo se misturava, criando um turbilhão de prazer implícito, psicológico e humano.

Ela arqueou-se, respondendo a cada toque. Um suspiro baixo escapou de seus lábios, quase involuntário. A gerente se aproximou ainda mais, firme e dominante, intensificando a tensão. Ana Lídia sentiu-se observada, desejada, entregue e no controle ao mesmo tempo.

O estoque pequeno demais para tanta energia tornou cada gesto, cada respiração e cada movimento exagerado. O calor humano misturado ao toque de tecidos, cabelos, mãos e respiração criava um ambiente intoxicante, quase sufocante, mas delicioso.

Ana Lídia riu baixo, rouca, carregada de prazer e travessura. O ar vibrava com eletricidade. Cada instante parecia mais intenso que o anterior, cada gesto mais ousado, cada suspiro mais audacioso. Ela não era apenas namorada de Salvador. Era desejo encarnado. Provocação viva. Mulher inteira, entregue ao calor do momento, ao limite do proibido e à eletricidade que percorria todos ali.

O tempo parecia dilatado. Cada toque, cada olhar, cada gesto era amplificado pelo espaço confinado e pelo silêncio do estoque. A tensão era quase palpável, carregando um prazer implícito que não precisava ser verbalizado. Ana Lídia, Salvador e a gerente compartilhavam aquele momento proibido, intenso, psicológico e humano.

Quando, finalmente, Ana Lídia recobrou a calma, respirando fundo, ela ajustou o vestido, arrumou os cabelos encaracolados e pegou o crucifixo no peito. Olhou para ambos com um sorriso confiante, cheio de poder e satisfação silenciosa:

— Acho que o estoque agora tem um novo significado — murmurou, e saiu.

O calor do momento permaneceu no ar, e os dois ficaram ali, observando a porta fechar, conscientes de que todos tinham sido levados ao limite do desejo, do controle e da provocação, mas sem nunca cruzar o ponto do explícito.

Como sou formada em letras, parece poético, quando na realidade foi isso mas de forma safada.

Ela colocou a calcinha de lado e sentou na cara dele!

Depois me deitou e fez a mesma coisa, enquanto meu marido ficou de costas pra parede ela abriu as nádegas dele e lambia a bundinha dele.

Ela fazia tudo mas ela tinha mais prazer que nós, ela jogou roupas na minha cara e me chamava de caloteira enquanto lambia minha bucetinha morena, chamava meu marido de gerente enquanto ele enrabava ela de quatro, sério, real, mas talvez não tão boa pra contar histórias assim, sou de São José dos Campos e isso aconteceu no shopping Center Vale, só não vou falar o nome da loja....

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Foto de perfil genéricaCarinhosa dos ContosContos: 53Seguidores: 50Seguindo: 2Mensagem Eu e meu esposo gostamos de contar nossas aventuras

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