Namoradinho inocente. (8)

Categoria: Grupal
Contém 6578 palavras
Data: 14/02/2026 01:32:43

Parte 8.

Do lado de fora da cabine da sauna, na lateral, havia uma parede que formava um corredor estreito. No fundo, havia um chuveiro na parede e sua função era essa mesma, ter uma ducha ao sair da sauna. Quanto eu saí o Giles estava tomando a ducha. O tio já havia tomado, estava na entrada do corredor e falou:

— Pode tirar o biquíni e tomar banho sem nada. Aqui é protegido de olhares externos. E está sem ninguém por perto. Fique à vontade.

Fiz o que ele disse e me despi logo que entrei sob a ducha. O Giles ficou ali ao lado e eu virei meio de lado para lavar minha bocetinha que estava escorrendo a porra do Gatito. Depois, olhei para o Giles e disse:

— Vem aqui, amor, me ajuda a tomar banho.

Giles despiu a sunga e veio novamente para debaixo do chuveiro e passando a mão pelo meu corpo, me lavava. Ele acariciava meus seios e minhas costas até na bunda. Era a primeira vez que ele fazia aquilo assim, abertamente. Percebi que ele era cuidadoso, ainda tímido, como se não ficasse à vontade me tocando nua no banho, na frente do tio. Eu falei:

— Pode me tocar à vontade, amor. Agora eu já sou sua por inteiro. Você já meteu na sua namorada. Perdeu a virgindade comigo. Sou completamente sua. Não precisa ter vergonha de nada. Estou muito feliz.

Giles abriu um grande sorriso, demonstrando que estava satisfeito e feliz, me abraçou, me deu um beijinho, e disse:

— Eu adoro você, amor. Seu jeito direto, sem frescura, sem ter vergonha, e assumido, me encanta muito. Adoro ver como você é tarada e gosta de sexo. Eu não consegui segurar o tesão ao ver você gozando com o tio e gozei antes. Nunca pensei que fosse tão excitante ver isso. Me desculpa?

Eu o abracei mais forte, colei meu corpo com ele e falei no ouvido:

— Não tem problema amor, nós vamos ter oportunidade muitas outras vezes. Agora que a virgindade foi quebrada você poderá meter comigo sempre que puder e quiser.

Depois olhei nos olhos dele e perguntei:

— Você sentiu tesão vendo o tio me comendo? - Corrigi rápido: — Ele me ensinando?

Giles falou com sinceridade:

— Nossa! Que coisa mais doida! Eu fiquei louco de tesão de ver você gozando com o tio. Ele manda muito! Você gemia muito gostoso! E eu não resisti. Vi que você estava muito tarada. Deve ter sido muito bom.

Eu concordei:

— Foi sim. Eu não acreditava que fosse aguentar aquele pintão. Mas ele sabe fazer. O tio me fodeu de um jeito maravilhoso, meteu tudo na minha bocetinha. Estou adorando aprender assim. Aquele pauzão dele é uma delícia, eu gozei muitas vezes. Nunca imaginei nada igual.

Giles já estava de pau duro novamente ao falar e lembrar o momento.

Dei uma pausa, para em seguida falar:

— Nossa, temos que aprender mais, com eles, praticar o máximo que pudermos, antes deles partirem. E depois nós praticamos o que aprendemos.

— É? Você quer aprender mais? – Giles falava meio trêmulo, já com muito tesão. — Vai querer dar para ele de novo?

Respondi com firmeza:

— Eu quero, amor. É nossa chance. Você não sabe praticamente nada ainda, e eu não tenho com quem aprender. Veja só quanta coisa boa eles nos ensinaram desde ontem. Giles disse:

— Mas... Tem hora que eu ainda sinto um pouco ciúme. Você gozou muito com o tio, e beijou na boca parecendo apaixonada.

Contestei:

— Ah, que isso, amor! Ciúme dele? Eles só querem nos ajudar. Estão ensinando nós dois, e você, assim, vai aprendendo a ser corno do tio, igual o seu pai. Eu beijei o tio pois eu queria agradecer muito o prazer que eu senti, amor. E também os ensinamentos que ele nos deu. Ele ensinou você o tempo todo, não foi? Sempre mostrando como ele faz?

Vi que o Giles me olhava, atento, dividido entre o ciúme e o desejo. Ele disse:

— Você tem razão, amor. Eu não sabia nada disso, e ele ensinou tudo. Mostrou muito bem. Mas também, foi muito excitante ver o tio quase gozando na sua bocetinha. Foi por pouco. Achei que ele ia gozar. Fiquei maluco.

Eu dei um beijo nele e falei:

— Ele estava mesmo quase... mas, deixou para você gozar primeiro. É sinal de que ele respeitou sua prioridade, e a aula foi muito boa para nós dois. Eu nunca imaginei que ia conseguir aguentar aquele pinto enorme, e ainda gozar tanto. Nossa, coo eu gozei!

— Verdade, amor, eu fiquei admirado de ver como você gozou! – Ele confirmou.

Eu disse:

— Ele é mesmo um grande mestre.

O Giles estava de pinto duro e eu acariciava enquanto nos lavávamos. Eu falei:

— Aposto que o seu pai, vai ter coisa para nos ensinar também. Cada um ensina uma coisa. Ele já é um corno experiente. Você tem que aproveitar, e perguntar tudo para ele.

O Giles, de pau duro, se enxaguando, falou:

— Vou perguntar. Mas será que ele vai querer comer você também?

Eu sorri, percebendo que ele estava com tesão e um pouco de ciúme só de imaginar o pai me fodendo. Então, respondi:

— Tenho certeza que vai, amor. Seu pai também ficou com tesão desde ontem, quando me chupou para ensinar você. Ele sentiu o gosto da minha bocetinha e ficou de pau duro assistindo a gente gozar. Você viu que ficou com vontade. É o seu pai, amor. Se ele quiser, temos que aproveitar para saber o que ele vai nos ensinar. Sei que ele vai querer meter em mim também, agora que sabe que eu posso levar rola na bocetinha. O que você acha?

Percebi que a pele do corpo do meu namorado estava toda arrepiada. Ele, excitado a ponto de gozar de novo, me olhou por uns instantes, e perguntou:

— Acho que vai querer sim. E você? Tem vontade de dar para ele?

Eu abracei o Giles de frente deixando o pinto dele entrar entre as minhas coxas, apertei juntando as pernas, colei meus peitos no peito dele, e falei no ouvido:

— Eu tenho sim, corninho. Quero dar para o seu pai, junto com você, e aprender tudo que a gente puder. Eu tenho que aproveitar enquanto eles estão com a gente, para aprender mais. O prazer de poder fazer isso com quem podemos confiar. Acho que vai ser muito bom, meter com ele também. Seu pai deve ter uma metida diferente, vou sentir um pau diferente na minha pepekinha. Isso é experiência. E ele também vai saber como é a bocetinha da sua namorada. Acho que é importante, não acha?

Giles suspirava excitadíssimo. Falou:

— Você sente tesão de meter com eles?

— Eu sinto sim, amor, porque é gostoso, mas tenho muito mais satisfação de saber que é para aprender a meter com você. Tudo isso temos que aprender com os dois. Fiquei com muito tesão ontem, com ele também me chupando, e sei que vou aprender mais ainda, e gozar bem gostoso como gozei com o tio. É uma forma de ter mais experiência. E acho que você vai de novo ficar maluco de tesão de assistir. Não é mesmo?

Giles não respondeu logo. Parecia travado de tão excitado com o pinto enfiado entre as minhas coxas. Ele se mexia de leve, parecendo um cachorrinho no cio. Eu sentia o pau dele pulsar e me excitava. Eu pedi:

— Se quer gozar de novo, pode amor, sei que está muito excitado. Goza nas coxas da sua namorada, goza... Eu quero sentir você gozando.

Na mesma hora o Giles estremeceu e começou a soltar jatos de gozo gemendo e exclamando:

— Ahhh, amor, que tesãããoooo! Você é incrível. Estou gozandoooo!

O tio apareceu novamente na entrada do corredor e gritou:

— Vamos logo com esse banho meus pombinhos safadinhos. Depois vocês brincam de novo. O Lírio já deve estar cansado de nos esperar. E temos que almoçar. Deixem de safadeza, depois a gente brinca mais um pouco.

Deixei a água lavar o gozo das minhas coxas. O Giles se lavou. Desliguei a torneira do chuveiro, deixei o Giles tentando se vestir, peguei meu biquíni, e saí do chuveiro, pedindo:

— Me ajuda aqui, tio, para amarrar o biquíni.

Eu queria ficar pertinho dele e disse:

— Meu corninho gozou nas minhas coxas, enquanto eu falava que ia dar para o pai dele. Ele tem tesão de saber essas minhas vontades.

Enquanto o Giles calçava sua sunga molhada, o tio me ajudou a vestir o biquíni e amarar.

Ele viu a minha boceta bem vermelha e inchada e disse:

— Bocetinha ficou bem estufadinha de levar pirocada. Está até vermelha.

Eu respondi:

— Seu pinto é muito grossão tio. Me arregaçou. Eu adoro, mas se deixar meter muito eu fico larga.

O tio deu risada e contestou:

— Que nada, em minutos tudo volta ao seu estado normal. Essa coisinha gostosa que você tem entre as coxas, foi feita para levar rola mesmo. É só músculo.

— Mas não laceia? – Perguntei.

— Você pode dar para mais cinco pirocudos, que amanhã sua bocetinha volta a ser como antes. Apenas se acostuma mais a levar rola.

O Giles chegou e perguntou o que falávamos, e eu disse:

— O Tio disse que a minha bocetinha ficou bem vermelha de levar pirocada. Mas logo volta ao normal.

O Giles já estava de mãos dadas comigo e disse baixinho:

— Nossa, amor, sua bocetinha ficou muito vermelha mesmo, e pareceu inchada.

Eu sorri para ele e disse:

— Também com essa pica grossa do tio! Mas foi gostoso! Estou adorando cada lição.

O tio falou:

— Ela já está se acostumando. Mais tarde vou ensinar mais um pouco. Cada vez que leva pica, ela se acostuma mais. E você vai aprender outras posições.

O Giles disse:

— Você também aproveita, né tio?

O Gatito sorrindo falou:

— Tenho o maior prazer em ensinar aos dois. Eu adoro ensinar. E sei que vou ensinar mais. Mas primeiro, agora, vamos almoçar.

Subimos a trilha que levava ao pátio andando de mãos dadas. Eu no meio e um de cada lado. Quando chegamos na beira da piscina o Lírio estava deitado numa das cadeiras espreguiçadeiras, na sombra de um guarda-sol, cochilando. Chegamos conversando e ele acordou. Trocamos ideia de ir almoçar e ele logo concordou, se levantou e deu um mergulho na piscina, para acabar de despertar.

Saindo da piscina ele perguntou:

— Então, onde vocês estavam?

O Gatito disse:

— Na sauna. Estava ensinando a Sérvia a dar essa bocetinha para valer. O Giles provou, e meteu primeiro. Agora, não é mais virgem, já inaugurou a foda com a namorada. Mas ainda é meio inexperiente. Depois que ele meteu, eu meti e ensinei como que eles devem foder.

Na mesma hora o pau do Lírio ficou duro dentro do calção e fez volume. Ele ajeitou a rola e disse:

— Que maravilha! Fiquei até com tesão de ouvir! Queria estar lá para ver. Então já não temos mais virgens aqui? Que avanço! Isso é ótimo. Estão aprendendo depressa.

Depois ele perguntou para o Giles

— Parabéns filho! Gostou da sua primeira vez? Aprendeu com o tio? Agora você já é mesmo um corninho mais experiente!

Giles concordava com a cabeça, ainda meio envergonhado de falar alguma coisa com o pai. O tio falou:

— Ele adorou. Quando ele viu a Sérvia gozando muito na minha rola, o corninho ficou tão tarado que gozou sozinho, cheio de tesão, só beijando a namorada.

Reparei que o Giles ficava meio embaraçado de ouvir o tio contar. Eu falei:

— Não precisa ter vergonha disso, amor, você sentiu muito tesão, o que é normal. É isso mesmo. Estamos aprendendo, e tudo que acontece é para a nossa experiência.

O Lírio tranquilizou o filho:

— Relaxa, filho, se você gozou só de ver, é porque sentiu muito tesão mesmo. Isso é muito normal. É muito bom ver a namorada gozando gostoso com outro.

Ele deu uma pausa, ajeitando o pau na sunga e falou:

— Eu também gozei muito vendo o seu tio fodendo com a sua mãe e ela gozando demais na rola do meu irmão. Ela gemia deliciada. Morri de tesão de ver. Ela e eu aprendemos muito com ele. Seu tio é um mestre da foda.

Giles perguntou:

— Você não sentia ciúme da mãe?

— Sentia um pouco, mas eu não achava ruim. É até gostoso um pouco de ciúme. Dá até mais tesão. – Disse o Lírio.

Percebi que aquela explicação deixava o Giles mais tranquilo, e ele até sorriu, ao contar:

— Nossa, pai, eu não sabia que era assim. Quando vi a Sérvia gozando com o tio, perdi o controle. Me deu muito tesão mesmo. Ela gemendo, cheia de prazer, se tremendo inteira na pica grossa do tio.

Lírio deu um tapinha no ombro do Giles e respondeu:

— Vai se acostumando, corninho. Ainda tem umas lições que vocês vão gostar muito. Ainda vai ver a sua namorada gozar muito mais. E você vai aprender a fazer a safadinha gozar muito, e também deixar ela gozar o quanto quiser, quando quiser, e como quiser.

Giles concordou sem falar nada, e eu o abracei, dando um beijinho. Ele disse:

— Eu fico admirado como a Sérvia é corajosa e atirada. Não teve medo de nada.

O Gatito explicou:

— O Giles não acreditava que a putinha era capaz de aguentar a minha rola. Eu fui metendo bem calmo, e ela aguentou tudo, deliciada, sem reclamar. Foi uma lição perfeita.

O Lírio sorriu, e concordou:

— É, o tio tem uma pica grande mesmo, mas sabe fazer. Mulheres gostam de rola grande. Eu também não pensava que sua mãe ia gostar tanto. E ela adorou dar para o cunhado. Agora, você viu... A sua namorada aguenta bem e gostou também.

Giles concordava, sempre acenando com a cabeça. Reparei que ele havia ficado novamente de pau duro sob a sunga. Eu disse:

— O meu corninho já está excitado. Ele também gosta de me ver com tesão e muito prazer. Ficou tarado de me ver gozando com o tio.

Eles riram simpáticos. O Lírio falou:

— Eu sabia que você seria um corninho muito bom, igual seu pai. Sinto orgulho de você, meu filho. Ontem você era um rapaz bem inocente e sem experiência nenhuma, aprendeu a chupar a bocetinha, gozou na boca da safada, e hoje já perdeu a virgindade com a namorada, e já aprendeu a ser corninho dela. Viu ela gozar com outro e ficou cheio de tesão. É assim mesmo. Vai aprender rápido mesmo.

Giles parecia contente de ouvir aquilo. Parecia que tinha entendido o sentido de ser corninho. Ele disse:

— Agora estou entendendo o que é ser corninho. É ver a Sérvia gozar com o tio, dando para ele, gostar de ver e ficar com tesão no prazer dela.

— Exatamente filho. É isso mesmo. Assim que você aprende rápido.

Depois dessa conversa, pegamos toalhas, nos embrulhamos, e subimos para o quarto, para colocar roupa e descer ao refeitório.

O Lírio e o Gatito voltaram a colocar calções e camisetas, o Giles retirou a sunga e vestiu uma bermuda e a mesma camiseta da véspera.

Eu despi o biquíni, que estava molhado, peguei a camiseta que o tio havia emprestado, e vesti, sem colocar nada por baixo, apenas amarei o cinto improvisado com a alça da bolsinha, para ajustar nos quadris.

Ao chegarmos no refeitório, perto das 13h30, vimos que vários hóspedes estavam almoçando, só havia uma mesa desocupada. Nós ocupamos as quatro cadeiras livres. Eu me sentei, o Giles se sentou à minha direita, depois sentou o tio Gatito em frente, e à minha esquerda o Lírio.

Logo veio o rapaz que atendia aquele dia no refeitório, saber o que desejávamos almoçar, se eram pratos especiais ou se íamos comer o prato do dia. O tio perguntou qual era o prato do dia, e o rapaz informou que poderia ser galeto na brasa com batata frita, ou bife de Alcatra com purê de batata. Mas, podíamos também escolher no cardápio outra coisa, que eles preparavam. Só demorava um pouco mais. Eu aceitei galeto assado com batata frita, pois eu adoro, e todos os três pediram a mesma coisa. O rapaz disse que aquilo saía bem rápido pois os galetos já estavam assados, era só fritar as batatas.

Quando ele pegou os pedidos das bebidas, eu reparei que ele olhava muito para o meu peito. Quando ele se afastou eu olhei melhor e reparei que como a camiseta que o tio me emprestou é daquelas de malha bem macia e fina, modelava levemente os meus seios e deixava os mamilos bem-marcados. Eu fingi que nem tinha percebido, mas o tio, muito atento e safado, notou e falou para o Giles:

— O rapaz não tirou o olho dos peitos da Sérvia. Ficou vidrado na sua namorada.

Reparei que o Giles me olhou sem saber o que responder e eu falei:

— Deixa ele olhar, não tira pedaço. Se eu fosse feia ou tivesse peito caído ele nem ia olhar. Sinal de que eu estou sendo admirada. Sou a sua namorada, ele que fique só com a inveja ou a vontade.

Giles sorriu com a minha resposta, e o Lírio comentou:

— Assim que se fala, norinha. Eu acho que você deve ficar orgulhoso, filho. Ter uma namorada ou esposa que todos admiram e desejam é para se sentir muito bem. Ela tem razão, não tira pedaço.

Depois disso, logo vieram os galetos e nós tivemos a nossa refeição com tranquilidade.

Durante a refeição, o Giles perguntou:

— Pai, você não sente saudade da mãe?

— Eu sinto, claro. Foi ela que quis me deixar. Mas eu acho que ela ainda sente saudade também. – O Lírio confirmou.

— Acho que sim. – Disse o Giles. Ela não teve ninguém que eu saiba, depois que viemos para cá.

O tio Gatito contestou:

— Duvido que não. Ela deve ter o esquema dela bem discreto. Uma mulher com o tesão da Lourdes, que gosta de foder mais do que a Sérvia, não ia ficar tanto tempo só batendo siririca.

— Com certeza! - Confirmou o Lírio. — Ela deve ter algum caso bem discreto.

— Eu nunca notei nada. – Disse o Giles.

— Você é um garoto inocente, filho. Sem malícia, e não ia ficar reparando na sua mãe. – Disse o Lírio.

Segundos depois o Lírio perguntou:

— Você viu a roupa pendurada no varal da sua casa? Não tem calcinhas fio dental de renda, e lingerie delicada? Vestido curto? Blusinha sexy? Você não vê ela sair assim, mas ela traz para lavar. Deve trocar em outro lugar.

Na hora, reparamos que o Giles ficava admirado. Ele falou:

— Não tinha pensado nisso. Tem toda a razão. Já vi esse tipo de roupa lá.

O Lírio perguntou:

— Ela não tem uns programas que uns dias ela chega mais tarde?

— Sim, nas sextas-feiras ela diz que tem uma reunião do círculo de leituras, e no sábado, ela participa de um grupo de que faz visitas em hospitais e asilos, para ver e ajudar gente necessitada. – O Giles respondeu.

— E nesses dias, ela sai com sacolas? Com roupa para trocar depois do trabalho?

— Sim, quase sempre. Eu não reparo muito pois fico jogando videogame. – Falou o Giles.

— Então, está explicado, filho. Nesses dias ela deve ir encontrar algum amante que ela deve ter. Sua mãe não vive sem dar aquela boceta e gozar numa rola. Eu e o seu tio ensinamos a safada direitinho. Depois que aprende a gozar gostoso com um bom comedor, não para nunca mais.

Vi que o Giles ficou meio abatido com aquilo. E o Lírio falou:

— Não fique triste, corninho. A sua mãe é nova, bonita, sensual, e tem que aproveitar a vida. Não tem por que viver uma vida de solteirona abandonada. Fique feliz, que sua mãe está viva, e aproveitando. Deve dar bem gostoso para algum comedor.

O Giles disse:

— Estava pensando que vocês vão ensinar a Sérvia a ser do mesmo jeito.

O Gatito riu, e confirmou:

— Isso é verdade. Mas quem mais vai aproveitar é você, corninho. Mesmo se ela quiser foder com outro, uma vez ou outra, para experimentar outra rola, você pode deixar, pois ela merece e vai sempre fazer você muito feliz. Porque você também gosta de ver a sua namorada gozando com outro. Não gostou?

Giles ficou olhando para ele, e um pouco sem graça, fez que sim:

— Gostei. Mas porque era você, tio. Outro eu não sei.

Eu cortei:

— Vamos almoçar e parar de sofrer por algo que nem está perto de acontecer? Vocês gostam de criar monstros, e imaginar coisas.

Eles concordaram. O Gatito falou:

— Vocês estão aprendendo. Então, ainda tem muito que descobrir. Relaxem.

Depois dessa conversa, o assunto parou. Mas foi importante para que o Giles pudesse ver que nem tudo que parece é, e que a imagem que ele tinha da mãe, teria que mudar.

Eu me distraí, comendo. Até que olhei para uma mesa mais à frente onde havia dois casais jovens, almoçando. Um dos rapazes, bem bonito, de uns 25 anos, com barba baixa e cabelo preto, estava sentado virado de frente para mim. Reparei que ele me olhava intrigado, e notei que observava minhas pernas e meus pés por baixo da mesa. Eu demorei um pouco para entender.

Sentada distraída, não me lembrando que a camiseta era curta, havia aberto um pouco as pernas, e apoiado novamente, como sempre faço, um dos pés na barrinha lateral da cadeira. Assim, uma perna ficava mais alta.

Era uma postura que eu faço naturalmente, por hábito. Só que, com isso, a perna dobrada e meio erguida, fez a camiseta ficar de novo bem suspensa na virilha e dava para ele ver, por baixo da mesa, o vão das minhas coxas, e achei que do ângulo em que ele olhava, podia notar que eu estava sem a calcinha. O danado, sentado mais encostado na cadeira, estava olhando direto para minha xoxota. Na hora, eu percebi o que acontecia, mas fingi que não sabia de nada e fiquei na minha. Até me ajeitei melhor na cadeira, fazendo a camiseta subir um pouco mais. Deixei ele ver minha xoxotinha e só de saber que estava provocando aquele rapaz eu fiquei excitada, meus mamilos se empinaram, marcando novamente a camiseta. O tio notou e perguntou:

— Você está excitada de novo, Sérvia? O que foi? Lembrou do aprendizado na sauna? Está com vontade de se sentar na rola de novo?

Eu sorri, e fiz que sim, com a cabeça, deixando que ele pensasse o que quisesse.

O Lírio comentou com o Giles:

— Essa sua putinha saiu melhor do que a encomenda. Ela adora uma safadeza. Para a sua felicidade.

O Giles achou graça e eles ficaram rindo daquilo.

Durante o resto do almoço, eu percebi que o rapaz sempre dava umas olhadas disfarçadas, e eu continuei deixando que ele visse, sem demonstrar que estava sabendo.

Eu dava umas movimentadas na coxa, de tempos em tempos, naturalmente, deixado que ele pudesse ver um pouco mais. Minha bocetinha ficou melada, me deu tesão provocar o rapaz, e eu estava adorando, pois nunca mais o veria. Aquilo me manteve excitada o almoço todo.

Quando terminamos a refeição, saímos do salão refeitório e fomos para a varanda, onde havia uns bancos de madeira e umas mesinhas rústicas, onde pedimos o café, com cubinhos de paçoquinha. Uma combinação deliciosa.

Logo depois que estávamos ali, os casais jovens saíram do refeitório e começaram a levar as malas do quarto e colocar no carro, estacionado ali no pátio. Estavam de partida, pois o final de semana deles havia acabado. O Lírio falou:

— Na parte da tarde do domingo, quase todos vão embora, pois devem pegar estrada. As diárias acabam àsFicaremos apenas nós na pousada, eu paguei por isso.

Nisso, eu vi que o rapaz que ficou me olhando no refeitório entrou e subiu para pegar algumas coisas no quarto. Tive uma ideia, só para conferir.

Eu pedi licença, disse que iria escovar os dentes no quarto. Entrei no saguão, atravessei a sala para subir as escadas.

Quando já estava subindo a escada que leva aos quartos, vi o rapaz, ele estava em cima, parado com uma mochila na mão e indicava que ia descer. Ele me viu e me esperou subir. Quando eu cheguei lá em cima ele disse:

— Oi. Sou o Magaldi. Posso pegar seu telefone, e ligar depois? Quero conhecer você.

Sem dizer nada, eu falei o meu número e ele anotou no telefone dele. Quando ele perguntou meu nome eu disse. Ele fez uma expressão de admirado, mas anotou e salvou. Depois, falou que ia me ligar. Eu sorri sem falar mais uma palavra. Depois ele desceu e eu fui até no quarto, escovei os dentes, mas logo voltei para a varanda.

Quando cheguei, o Lírio nos chamou para dar uma volta até perto do lago. Descemos a estradinha de cascalho uns duzentos metros, de mãos dadas, passamos pelas saunas, e continuamos. Eu e o Giles, com o Lírio e o Gatito mais à frente. No meio do caminho eu me lembrei e disse:

— Eu esqueci, não coloquei o biquíni.

O Lírio respondeu:

— Não se preocupe. A pousada ficou vazia de hóspedes. Aqui, longe da casa, estamos tranquilos. Podemos nadar até sem roupa.

Quando chegamos na beira do lago, o sol ainda estava bem forte e logo o tio retirou toda a roupa e entrou dentro da água para nadar. Eu disse que também queria e o Lírio falou:

— Aproveite, pode nadar sem nada.

Eu olhei para o Giles e perguntei:

— Vou nadar nua também. Você vem?

Ele olhou para o Lírio, pois o pai que tinha sugerido. Lírio falou:

— Claro que pode. Deixa a sua namorada aproveitar. É nosso último dia aqui. Não tem mais ninguém. E já ficamos pelados juntos antes.

O Giles fez que sim com a cabeça. Na mesma hora eu arranquei a camiseta que estava usando, dei para o Giles segurar e entrei nua no lago. Fui logo me aproximando do Gatito e como ele já estava num local mais fundo, eu me agarrei no pescoço dele. Ele passou o braço em volta da minha cintura, e me fez ficar com as pernas em volta do seu corpo. Estava com água acima dos peitos. Eu já podia sentir o pau empinado do tio encostando nas minhas nádegas. Eu falei em voz normal:

— Ai, que isso tio, já está com esse pau duro na minha bunda!

Vi que o Giles se virava para me olhar e o Lírio dava uma risada falando:

— Esse Gatito é safado mesmo. Já está provocando a sua putinha.

— O que foi, amor? – Perguntou o Giles.

Eu respondi, rindo:

— Ah, querido, aqui está fundo, tenho que agarrar no tio, e o safado, aproveitou que eu estou abraçada com ele e ficou esfregando o pau duro por baixo na minha bunda. Me provocou um arrepio. Só isso.

O Tio disse:

— Essa sua namorada é muito gostosinha e safada, corninho. Ela se prendeu com as duas pernas em volta da minha cintura, e gostosa como ela é, esfregando a bocetinha na minha barriga, não tem jeito, meu pau ficou duro. É automático.

Giles olhava para nós, sem saber o que fazer ou dizer. Dava para ver que ele ficava em dúvida de reclamar ou me deixar aproveitar. Eu ia falar alguma coisa, mas o Lírio falou primeiro:

— Estou achando que vou nadar nesse lago também. Estou com calor. Você vem Giles?

Giles estava vestido de bermuda e camiseta e ficou meio indeciso. Vendo o pai se despir e entrar pelado no lago, perguntou:

— Nesse lago tem peixe?

— Deve ter. Disse o Lírio.

Ali ele viu uma desculpa para não entrar na água escura do lago, e falou:

— Não, eu prefiro não nadar. Fico segurando a roupa de todos.

Em cinco segundos o Lírio entrou na água e já estava ao nosso lado. Como a água do lago era um bocado escura, não dava para ver o que acontecia abaixo da superfície. Eu já estava me esfregando toda tarada na caceta do Gatito, e o pau dele já estava quase para me penetrar. Eu disse para o Giles:

— Amor, vou aproveitar para aprender mais um pouco com o tio e com o seu pai, aqui no lago. Você não quer vir aprender?

Giles estava dividido. Se entrava na água ou se ficava na margem. Eu percebi que ele não estava querendo entrar no lago por alguma razão, mas não sabia a justificativa para tal. Então, eu falei baixinho para o Lírio:

— Ele parece que não quer nadar. Deve ter medo de nadar pelado aqui no lago.

O Lírio entendeu e pediu:

— Filho, se você não quer nadar, tudo bem, faz um favor para nós, vai no nosso quarto, e coloca todas as nossas coisas nas mochilas. Guarda tudo, adianta e deixa tudo pronto para a saída. Assim a gente pode aproveitar e ficar na sauna mais um pouco, antes de ir embora. Vamos dar mais umas aulas para vocês.

Giles fez que sim. O Lírio completou:

— Vai lá, arruma tudo e quando terminar, volta aqui e nós vamos ensinar algumas coisas para vocês dois, lá na sauna.

Giles deu uma olhada para mim, como se quisesse saber se eu concordava. Eu tratei de dizer:

— Vai sim, corninho, assim ganhamos tempo, e podemos tomar mais umas aulas na sauna. Seu pai disse que vai ensinar. Você quer, não quer?

Giles olhou para o pai, e perguntou:

— Você também vai querer ensinar a Sérvia, e meter nela igual o tio ensinou?

Lírio deu uma risada divertida, e respondeu:

— Claro que sim, meu filho. Quero ensinar tudo que puder. Ontem eu não ensinei você a chupar a sua namorada? Não fez ela gozar na sua boca? Hoje você já perdeu a virgindade, ensinado pelo Gatito, e aprendeu como se fode uma mulher para valer. Eu vou mostrar como foder a sua putinha por trás. Para você ver e aprender. Não quer?

Giles deu uma ajeitada no pau que estava duro novamente. Ele concordou dizendo:

— Claro que eu quero. Quanto mais puder aprender melhor.

Eu disse:

— Então, vai logo corninho. Eu fico aqui só brincando com eles na água e espero você numa boa.

Giles virou as costas e foi subindo a trilha encascalhada que passava pela sauna e levava para a pousada. Nem bem ele se afastou um pouco, uns quinze metros, e o tio me segurou pela cintura e enfiou a rola na minha bocetinha. Eu soltei um grito:

— Aiii... assim com força, dói, tio!

O Giles parou e virando-se para o nosso lado perguntou:

— O que foi isso?

Eu estava louca de tesão, com a pica já enfiada na boceta, rebolando de leve na rola do tio, e ele já fazia movimentos suaves de foder com as cadeiras. Falei:

— Não é nada, corninho! O tio fica cutucando esse pau grosso na minha bocetinha, amor, como se fosse me foder. Só quer me provocar. É muito grande e eu assustei!

O Gatito falou:

— Estou brincando corninho. Apenas encostei a cabecinha na rachinha dela e fiz que vou enfiar. Estou apenas provocando a sua putinha. Vai logo lá em cima e volta. Se demorar eu vou comer a Sérvia e você nem vai estar para aprender mais.

Giles notou que o tio fazia movimentos com o corpo, indicando que já estava metendo. Eu no colo dele suspirava com a respiração ofegante, tentando controlar. O Giles perguntou:

— Vocês já estão de safadeza, né?

— Eu soltei um gemido:

— Aiii... que delícia… é só uma brincadeira, aqui dentro da água, amor. Mas, está gostosinho. Vai logo, corninho, que eu estou tarada para aprender mais.

O Lírio completou:

— Relaxa corninho. Vai lá. Temos a tarde toda para safadezas. Pode deixar que hoje nós três ainda vamos comer muito a sua namoradinha, e ela vai gozar como nunca. Por sorte ela gosta muito de sexo, vamos ensinar vocês dois fazer de tudo e ver a putinha gozar muito. Prometo. Você vai sair daqui hoje um corninho muito safado também.

Giles me deu uma olhada como se estivesse pedindo, “não exagera”. Mas vi que ele também estava excitado, com o pau duro sob a bermuda, sabendo que estávamos pelados e já nos agarrando. Resolvi falar a verdade:

— Demorou, amor. O tio, agora, já enfiou a rola inteira na minha bocetinha. Vai logo, para não demorar a voltar. Senão eu fico aqui fodendo com ele o tempo todo, ele já está me comendo, e acabo gozando.

O Giles olhou novamente, suspirou resignado, virou-se e seguiu pela trilha, andando mais acelerado.

Na mesma hora o Gatito passou a meter mais forte, me puxando sobre a rola, e eu gemendo, com muito tesão:

— Ah, tio, que delícia que é foder dentro da água. É muito gostoso!

O Gatito falou:

— Viu o seu corninho? Já está se acostumando, deixando você dar gostoso sem ficar inseguro. No fundo ele gosta de ver você bem putinha.

Eu disse:

— Ele fica com tesão de saber que eu estou dando e gozando. Ele é safado como o pai e o tio. Só é ainda muito inocente. Mas vai acabar aprendendo. Por isso eu não quero esconder mais nada dele. Ele vai gostar de saber de tudo. E ele ficou muito mais tranquilo quando soube que a mãe dava para o cunhado com a cumplicidade do pai. Agora ele vê a mãe de outro jeito, o pai como corno e admira o pai. E não me vê como se estivesse fazendo nada errado. Até a mão dele fez.

O Lírio me abraçou por trás, esfregando o pau nas minhas costas, e falou:

— Você é muito inteligente, safada e deliciosa. Vamos deixar esse corninho muito acostumado na safadeza, para ele aprender a deixar você foder à vontade, sem sentir ciúme. Ele tem que ver que mesmo dando como uma vadia, você gosta dele e vai ensinar.

O Gatito metia com ritmo, socando fundo. Eu já estava gozando na rola do tio, quando percebi que o Lírio me provocava pressionando dois dedos na entrada do meu cuzinho. Meu corpo ficou mais arrepiado ainda e eu falei:

— Ah, sogrinho, assim eu fico maluca de tesão.

O Lírio me tascou um beijo na boca e falou:

— Vamos foder você de tudo que é jeito, putinha. Fazer uma dupla penetração em você, na sauna, para o corninho assistir e aprender. Depois ele vai aprender a comer seu cuzinho enquanto eu fodo a sua bocetinha.

Só de ouvir aquilo eu quase tive um novo orgasmo. O Gatito continuou socando firme na minha bocetinha e eu não consegui mais segurar e gozei muito, gemendo alto. Ele esperou eu me recuperar um pouco e me passou para o Lírio, que também me abraçou e foi encaixando a rola na minha bocetinha.

Nem bem um cacete saiu de dentro e o outro entrou. Eu estava tarada e apenas prendi as pernas em torno da cintura dele. Lírio falou no meu ouvido:

— Você é uma delícia de safada, adora levar rola, e eu morro de tesão em você.

— Me fode sogrinho, eu quero gozar com você também! Meu corninho ainda não sabe fazer gostoso! Vai demorar para ele aprender.

Senti a piroca me penetrando até o útero e novamente fiquei tarada. Confessei que me dava o maior tesão dar para o meu sogro, com aquela pica deliciosa.

Lírio enfiava e retirava com calma, prolongando as sensações. Acho que ficamos ali fodendo por uns dez minutos. A seguir, eu revezava, fodia com ele, depois mudava para o tio. O Gatito também metia por uns dois ou três minutos e eu estava sempre muito tesuda. Teve uma hora que o Lírio me pegou por trás, eu abraçada no Gatito, e foi forçando lentamente o pau duro no meu cuzinho. Nossa! Nessa hora eu gemia e rebolava, o pau entrou com muita dificuldade, forçando as pregas, enquanto o Gatito me chupava os seios. Com cuidado, ele foi enterrando e eu gemendo:

— Caralho, sogrinho, está me rasgando o cuzinho.

— Só estou preparando o terreno. Na sauna acabamos essa foda.

Acho que o Lírio me fodeu no cuzinho, com muita calma, por mais uns minutos. Eu acabei me acostumando com a pica no meu cu. Mas, logo em seguida ele retirou do cu, e meteu novamente na bocetinha também. Eu estava desesperada de tanto prazer, segurando no pescoço do Gatito e gemendo na pica do Lírio que me pegava por trás. Me virei e o abracei, fiquei beijando meu sogro completamente tarada, nem reparei quando o Giles apareceu ali na margem e falou:

— Você já começaram as lições e nem me esperaram!

Eu estava gozando, no meio de um êxtase delicioso e ainda demorei uns segundos no orgasmo, para me focar e responder. Exclamei, com a voz falhando e a respiração ofegante.

— Ahhh,... amor, vo... cê de… mo... rou. Eu… não… esta...va a... guen... tando... mais de von… ta... de! Meu… te… são es… ta...va mui… to for... te!

Giles perguntou:

— Vocês já estão metendo aí dentro da água?

Eu fui recuperando a respiração e falei:

— Só um pouquinho. O seu pai ficou roçando o pinto na minha bocetinha. Me deu muita vontade de dar para ele. Ficamos com tesão. Eu deixei ele meter um pouco. Para despertar o desejo.

O Giles ficou um pouco enciumado, mas estava de pinto duro fazendo volume na bermuda. Ele deu uma ajeitada no pau e perguntou:

— Eu vi, você já está gozando com meu pai. Não é?

Eu não queria mais esconder. Respondi:

— Es..tou sim... corninho. Gozei gostoso. Queria aprender a dar e gozar dentro da água. Você não quis vir... o seu pai me ensinou. Acabei de gozar. Mas quero muito gozar com você também.

Nisso, o Lírio foi andando em direção à margem, me levando ainda entalada no pau dele. Quando saímos da água eu estava com as penas em torno da cintura dele. O Giles me viu com o pau do pai enfiado na xoxota. O Lírio me colocou de pé no chão sobre um degrau de pedra e retirou aquele pau duro de minha bocetinha, dizendo para o Giles:

— Fica frio corninho. Eu e o tio não gozamos ainda. Só metemos para ela se acostumar, e ensinamos a sua putinha a gozar dentro da água, pois ela queria saber como é.

Eu fui abraçar o Giles e dei um beijo nele dizendo:

— Ah, corninho, você não sabe como foi gostoso! Você tinha que ter entrado na água com a gente.

O Gatito estava saindo da água também e comentou:

— Vamos logo lá para a sauna, para o corninho aprender mais um pouco.

Ele pegou seu calção e a camiseta que estavam no chão e foi subindo, sem vestir a roupa. O Lírio também foi subindo em direção à sauna e levava a roupa na mão. Peguei minha camiseta e dei a mão para o Giles, e ele perguntou:

— Vai assim, pelada?

O Lírio que respondeu:

— Sem problema. A esta hora só estamos nós por aqui.

Puxei o Giles para subir junto comigo. Dei a outra mão para o Lírio e disse:

— Amor, eu não tenho vergonha do meu corpo. Vamos assim mesmo, lá na sauna ficaremos mesmo sem roupa.

A distância até a sauna não era muita, uma caminhada de uns cinquenta metros, e logo chegamos. O Gatito entrou e ligou a chave elétrica para o aquecimento.

Giles se despiu, entramos, deixamos as roupas penduradas em cabides do lado da porta. A luz que penetrava pela pequena janela era muito fraca. Reparei que meu corninho estava com o pinto duro.

Continua na parte 9 - Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

A CÓPIA E A REPRODUÇÃO DESTE CONTO EM OUTROS SITES OU BLOGS ESTÁ PROIBIDA. É EXCLUSIVIDADE DO SITE CASA DOS CONTOS ERÓTICOS.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Leon-Medrado a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 423Seguidores: 942Seguindo: 218Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

Foto de perfil genérica

Acho que eu me perdí, nesse conto foi o primeiro anal dela com eles, certo ?

0 0
Foto de perfil genérica

Que delícia de conto. Ela uma vagabunda de marca maior é o corno e manso e bobo. Ele devia aprender a chupar um pinto também viu

0 0