Fui Feito De Otario Pela Minha Namorada; Ela Me Fez De Corno Com Meus Próprios Amigos - PARTE 1

Um conto erótico de cornoadestrado
Categoria: Heterossexual
Contém 5585 palavras
Data: 14/02/2026 02:43:34

Eu e minha namorada gata, a Larissa, estávamos juntos havia uns seis meses e as coisas iam muito bem. Tão bem que a gente até estava pensando em morar junto depois que terminássemos a faculdade.

A Larissa é um avião, cara. Todo dia eu agradecia por ter encontrado alguém como ela. Ela era bem baixinha, só um pouquinho mais de um metro e meio, e bem magrinha. Os peitos dela não eram enormes, mas davam uma mão cheia e combinavam perfeitamente com o corpo miúdo dela. Podiam até ser o melhor atributo físico dela se não fosse pela bunda incrível que ela tinha. Cabelo loiro sujo comprido e olhos azuis claros completavam a mulher perfeita pra mim. A cereja do bolo era que ela provavelmente era a pessoa mais legal e confiante que eu já tinha conhecido.

Aconteceu que alguns eventos não planejados anteciparam nosso cronograma de morar juntos. A casa onde ela morava teve um cano estourado e ficou cheia de água, então pediram pra ela sair enquanto faziam os reparos.

A Larissa veio falar comigo e perguntou se ela podia ficar na minha casa por um tempo até o lugar dela voltar a ser habitável. A gente já vinha conversando sobre morar junto, então a Larissa achou que seria um "teste" divertido. Eu não tinha certeza de quão justo seria esse teste, morar com quatro caras é diferente de só nós dois morando sozinhos. Mas eu estava animado pra passar mais tempo com ela.

Eu também estava secretamente animado por outro motivo. Meus colegas de república eram todos solteiros e eu estava ansioso pra poder esfregar na cara deles e mostrar minha namorada linda.

Mas a mudança não era sem preocupações. Nossa casa não é muito grande e muitas vezes fica apertada só com nós quatro, então os caras não estavam muito empolgados em trazer mais um corpo pra dentro. Mesmo um corpo tão gostoso quanto o da Larissa. Eu passei um tempão conversando com os caras e garantindo que a Larissa ia ajudar com a limpeza, aluguel e comida, e não ia só ocupar espaço. Eles relutantemente concordaram que ela podia ficar por um tempo.

Minha principal preocupação era que ela não ia ficar muito confortável aqui. Ela sabia como era nossa casa, já tinha visitado várias vezes, mas eu não tinha certeza se ia curtir aquilo dia após dia. Nossa casa era uma república típica de macho. Tinha treco de esporte e videogame espalhado por todo lado e uma boa faxina estava atrasada havia tempos. Não exatamente um paraíso feminino. A Larissa me garantiu que ia ficar de boa e que ela realmente não tinha outro lugar pra ir mesmo.

Deixa eu te contar um pouco sobre os colegas de república com quem divido nossa casa alugada. Eram três caras além de mim. O primeiro é o Felipe, meu melhor amigo desde o colégio. Eu podia confiar nele com qualquer coisa. Mesmo sendo bonitinho e um cara legal, crescendo ele nunca foi muito de fazer sucesso com as minas. Ele tá saindo mais agora que tá na faculdade, mas não tem namorada fixa. O que tá suave, se eu não tivesse alguém como a Larissa eu também taria pegando por aí pra ver o que o mundo tem pra oferecer.

O segundo colega é o Renan. O Renan gosta de se achar o comedor, e por um tempo realmente teve uma galera de minas novas desfilando pela casa. Engraçado é que eu nunca vi a mesma mina duas vezes. Não sei se é escolha dele ou delas. De qualquer jeito, ultimamente ele tá numa seca e vive reclamando da falta de ação.

Meu terceiro colega é o Murilo. O melhor jeito de descrever o Murilo seria dizer que ele é o fiel escudeiro do Renan. O Murilo normalmente não sai sem o Renan, e as minas que ele pega geralmente são a amiga menos atraente da mina que o Renan tá pegando.

Mesmo tendo concordado que a Larissa podia ficar, o Renan reclamou sem parar que ela provavelmente ia monopolizar o banheiro, enquanto o Murilo sugeriu que ela provavelmente ia deixar novela ou filme de mulherzinha na TV o tempo todo. Os dois estavam preocupados com o efeito que ela teria em trazer minas pra casa.

Quando a Larissa finalmente chegou, os caras foram educados mas não muito receptivos, e ela logo sumiu no meu quarto pra desempacotar. Ela ficou lá a maior parte da noite, só saindo pra pegar comida antes de voltar rapidamente pro esconderijo.

Depois de um ou dois dias dela se escondendo no nosso quarto, fui falar com ela sobre isso.

"Você tem a casa inteira aqui, não precisa ficar trancada no nosso quarto," eu disse pra ela.

"Eu só sinto que não sou bem-vinda e que tô invadindo o espaço de todo mundo," ela me disse tristemente.

Eu falei que ela era bem-vinda aqui e que, já que ela tava pagando aluguel igual todo mundo, ela tinha tanto direito quanto eles. Eu disse pra ela agir como agia na casa dela e não se sentir como uma visita.

"Eu vou tentar, mas acho que o Renan e o Murilo não gostam de mim," ela disse com uma cara preocupada no rosto.

"Eles só não te conhecem ainda," eu expliquei. "E isso é meio difícil se você ficar trancada aqui dentro. É só ser você mesma, gostosa, brincalhona, e eles vão acabar curtindo você."

A Larissa sorriu, me agradeceu e prometeu tentar.

No dia seguinte era sábado e meus colegas de república e eu tínhamos uma pausa bem-vinda da faculdade. Nós quatro estávamos sentados na sala vendo beisebol e conversando sobre nada em particular.

A Larissa finalmente saiu do nosso quarto vestindo o shortinho de algodão rosa mais apertado e pequeno que eu já tinha visto. Deixava tão pouco pra imaginação que podia muito bem ter sido tinta corporal. Ela combinou isso com uma camiseta cortada minúscula.

Eu me lembrava de ter falado pra ela se vestir e agir como fazia no lugar antigo dela. Eu sabia que às vezes ela andava só de calcinha quando a gente tava sozinho no apê dela, mas eu não esperava que ela fosse usar roupas tão reveladoras na frente dos caras. Decidi não falar nada, estava feliz que ela finalmente estava ficando confortável e saindo do nosso quarto.

A Larissa estava arrastando um saco grande de roupa suja atrás dela e dava pra ver os peitos sem sutiã dela balançando embaixo da camiseta enquanto ela lutava com o peso.

O Renan percebeu ela primeiro e os olhos dele quase saltaram da cara. Ele deu uma cotovelada no Murilo nas costelas e o cara olhou pra cima com um "Caralho!" baixinho que chamou atenção minha e do Felipe.

"Oi, gente!" ela disse alegremente jogando o cabelo comprido pra trás do rosto. "Vou lavar roupa, se vocês precisarem lavar alguma coisa é só trazer que eu lavo junto com a minha."

Ela deu um chutão estilo karatê no saco lotado escada abaixo pro porão e desapareceu atrás dele até a lavanderia.

O Renan levantou e foi pro quarto dele. "Pô, já que ela ofereceu."

Ele voltou uns minutos depois com um monte de meias e cuecas sujas no braço.

"Sério, cara?" eu disse.

O Renan só riu. "Melhor ela do que eu," e desceu as escadas.

Depois de uns cinco minutos ele subiu com um sorrisão na cara, sussurrou alguma coisa pro Murilo que rapidamente pegou roupa suja dele e seguiu de volta pra baixo.

Mais uns cinco minutos se passaram e nem os caras nem minha namorada apareceram.

Decidi descer pra ver o que tava rolando. Talvez ela esteja tendo problema com a máquina de lavar, pensei, ela é velha e pode ser chata de ligar.

Quando cheguei no meio da escada fiquei chocado ao ver a Larissa encostada na máquina de lavar sem blusa, os peitos completamente à mostra pros meus dois colegas tarados. Ela estava conversando casualmente com o Murilo e o Renan como se tudo fosse completamente normal.

"Oi, amor!" ela sorriu e acenou quando me viu. "A máquina não quis ligar no começo, mas a gente conseguiu fazer funcionar."

"Beleza, que bom," eu consegui dizer ainda tentando processar a cena na minha frente. "Por que você tá sem blusa?"

"Ah," a Larissa deu risadinha. "O Renan apontou que eu tinha derramado alguma coisa na minha blusa então joguei na lavagem também."

Olhei pro Renan que tinha um sorrisão enorme no rosto.

"Entendi," eu disse devagar.

A Larissa percebeu que eu não parecia muito feliz com a situação.

"É tudo inocente," ela disse tentando me tranquilizar. "Eu não ia tirar a blusa no começo mas o Renan tava me contando sobre a viagem dele pra Europa e como as mulheres ficam de peito de fora lá o tempo todo e é completamente normal."

Ela tava falando tão rápido que eu mal conseguia acompanhar.

A Larissa continuou tagarelando: "Eu achei meio maneiro como todo mundo lá é tão de boa com nudez e não tão neura igual o pessoal daqui. Ele me disse que já viu tantos peitos que pra ele não é mais nada demais."

Ah, sim, o Renan o sofisticado viajante mundial. Se bem me lembro ele teve umas férias curtas na Europa com a família quando era criança. Imagino que a maior parte do conhecimento dele vem de navegar em sites de praias de nudismo na internet, coisa que ele não tinha vergonha de compartilhar. Eu ia precisar conversar com o Renan sobre isso depois, não queria fazer uma cena e constranger a Larissa que acabou de ser enganada pra tirar a roupa.

"Na real," a Larissa disse, "antes de você descer tudo, pode pegar uma blusa limpa no nosso quarto? Tá meio frio aqui embaixo."

"É, a gente tá percebendo," o Murilo disse enquanto ria com o Renan.

A Larissa olhou pros próprios mamilos duros, ficou meio vermelha e riu. "Para com isso, vocês são engraçados demais."

Subi as escadas e resmunguei baixinho que pelo menos eu devia agradecer por o shortinho dela não estar sujo.

Peguei uma blusa menos reveladora e voltei pra lavanderia jogando pra ela.

"Valeu, amor!" ela disse enquanto vestia, devagar demais pro meu gosto.

"Bom," o Renan disse enquanto levantava e me dava um tapinha nas costas. "De volta pro jogo." Ele virou pra minha namorada. "Foi legal conversar com você."

"É, você também," ela sorriu calorosa. "Talvez você possa me contar mais sobre a Europa depois."

"Ia adorar," o Renan respondeu e sumiu.

"Larissa—" comecei assim que ficamos sozinhos.

Ela me fez calar. "Sério, não tá rolando nada. Não fica tão neurótico. São só peitos. Como o Renan disse, as mulheres ficam de peito de fora o tempo todo na Europa e não é nada demais."

Tentei explicar rapidamente que embora fosse verdade que em algumas partes da Europa algumas mulheres possam ficar de peito de fora, isso não era nenhuma praia no sul da França, isso era meu porão.

Ela só me deu um beijinho na bochecha e dispensou meus argumentos com um: "Eu te amo, e acho fofo você tão preocupado com os caras me vendo. Mas são só peitos. Não é nada demais, né? Igual na Europa, não é nada demais."

O sorriso caloroso e os olhos azuis lindos dela tornaram impossível continuar discutindo.

Tentei ficar de olho nos caras ao longo do dia, mas nada mais pareceu acontecer além deles ficarem olhando pra ela e fazendo o comentário sexual ocasional.

Achei que a Larissa ia ficar irritada com os caras e seus comentários às vezes excessivamente sexuais, mas ela só ria e dava uns tapinhas brincalhões nos caras.

Comecei a relaxar um pouco quando vi que ela sabia se cuidar. O Renan e o Murilo pareciam ter tido sua diversão e a Larissa tava começando a retaliar com comentários engraçados dela mesma.

A Larissa tava se sentindo muito melhor em relação à estadia dela e me contou isso. "Acho que eles tão começando a me curtir," ela disse empolgada.

Ela ainda queria causar uma boa impressão nos outros caras, então foi lá e fez um jantar muito bom pra todos nós. Ela ficou radiante quando meus colegas de república elogiaram as habilidades culinárias dela e disseram como era ótimo ter uma mulher em casa.

Depois de terminarmos de comer ela nos enxotou pra sala enquanto limpava tudo.

"Tenho que dizer, você tem uma namorada incrível," o Renan disse levantando o copo. "Desculpa por antes hoje, eu e o Murilo távamos só zoando. Não é sempre que a gente tem uma mulher gostosa feito ela nessa casa."

Aceitei o pedido de desculpas e ficamos sentados assistindo um filme.

Devo ter cochilado por um tempo, barriga cheia e cerveja fizeram um estrago em mim. Acordei bem a tempo de ver a cena final e os créditos.

"Merda, parece que eu perdi tudo," murmurei enquanto acordava.

O Murilo e o Renan riram. "Dormiu no ponto, perdeu o bonde, cara."

A Larissa tava enroladinha aconchegante aos meus pés comendo pipoca, ela olhou pra cima quando acordei. "Bora, dorminhoco, vamos pra cama."

"Até amanhã," o Renan disse enquanto levantava, tinha um sorrisinho engraçado no rosto.

"É, eu tô morto também," o Murilo disse.

"Eu acho melhor ir dormir também," o Felipe murmurou, um olhar meio culpado no rosto.

Eu e a Larissa fomos pro quarto. Ela tava muito a fim de transar e partiu pra cima de mim no momento que a porta do quarto fechou. Normalmente eu tenho que passar um tempinho esquentando ela e deixando ela pronta, mas essa noite a buceta dela tava ensopada desde o momento que tirei o shortinho e a calcinha dela.

A Larissa deitou de costas e abriu as pernas bem abertas enquanto eu metia meu pau nela. Ela gemeu alto quando chegou no orgasmo. Fiquei preocupado que ela tava gemendo alto demais, não achei que meus colegas de república precisassem nos ouvir transando, mas obviamente ela não tava nem aí.

Adorei ver os peitos dela balançando enquanto eu fodia ela com força e não demorou muito até eu ter meu próprio orgasmo, explodindo dentro da buceta quente dela.

A Larissa virou de lado e esfregou a bunda no meu pau mole, encaixando ele entre as nádegas dela. Fiquei de conchinha com ela enquanto a gente descia das nuvens depois dos orgasmos.

Depois de uns dez minutos a Larissa virou pra mim. "Tô muito feliz que seus colegas parecem estar gostando de mim," ela disse.

Bom, óbvio que eles gostam, pensei, você tirou a blusa pros caras. Decidi que não era a melhor coisa pra falar então só concordei com ela.

Mais alguns minutos se passaram em silêncio antes dela começar a dar risadinha.

"Do que você tá rindo?" perguntei.

"Seus colegas são tão engraçados," ela disse. "Você pensaria que eles iam cansar de olhar pros meus peitos depois de algumas vezes, mas eles nunca parecem cansar."

Eu tava com sono e demorou um instante, mas meu cérebro finalmente entendeu o que ela disse. "Algumas vezes?" perguntei sonolento. Achei que tinha ficado de olho nela o tempo todo.

"Bom," ela respondeu, "teve a lavanderia. Mas você já sabia disso. Aí quando eu tava na cozinha limpando depois do jantar o Renan entrou e pediu pra ver de novo."

"E você deixou?" perguntei, já suspeitando qual seria a resposta.

"É," ela respondeu, "mas não é nada demais. Ele já tinha visto mesmo. Então não foi grande coisa, né?"

"É, né," suspirei.

A Larissa me beijou na bochecha. "Eu sabia que você ia entender. Por isso você é o melhor namorado do mundo. É tudo brincadeira, tipo eu sendo um dos caras. Eu quero que seus colegas gostem de mim enquanto eu tiver aqui."

"Então é só isso?" perguntei.

"Bom, durante o filme eu precisei fazer xixi e o Murilo trombou comigo quando eu tava saindo do banheiro," ela disse.

"Deixa eu adivinhar, você deu uma piscada pros peitos pra ele também?" falei.

A Larissa riu. "Só uma piscadinha rápida. Ele gosta muito quando eu balanço meus peitinhos pra ele. O Murilo disse que meus peitos são perfeitos. Você acha que eles são perfeitos?"

Concordei que sim.

"Bom, parece que você teve um dia divertido," falei esperando que fosse o fim disso.

"Foi divertido," ela disse e pausou por um momento, "mas o Murilo e o Renan fizeram uma brincadeirinha comigo que me deixou meio bolada no começo."

"O que aconteceu?"

"Ah, não foi nada," ela disse.

"Não, vai, pode me contar," encorajei ela. Se meus colegas de república estavam sendo malvados com a Larissa eu queria saber.

"Tá bom, mas promete que não vai ficar bravo," ela disse.

Não gostei da ideia de prometer uma coisa que eu não sabia nada sobre, mas concordei pra ela me contar a história.

"Bom, o Murilo disse que meus peitos eram perfeitos demais e provavelmente eram de silicone," ela reclamou.

Fechei os olhos, acho que sabia pra onde isso tava indo.

"O Murilo não acreditava em mim não importa o quanto eu mostrasse e balançasse pra ele. Tentei explicar que silicone não se move daquele jeito mas ele não quis nem saber. Finalmente ele chamou o Renan e os dois discutiram sobre meus peitos. Levantei minha blusa de novo e balancei eles e pulei pra cima e pra baixo mas eles ainda tavam indecisos se eram naturais ou de silicone," ela reclamou.

"Que merda, amor, eu sei que são naturais e perfeitos," falei agora realmente não querendo saber pra onde isso tava indo.

A Larissa me beijou de novo. "Eu te amo, amor, você é tão fofo."

"Então o Murilo e o Renan acham que você tem peito de silicone," falei.

"Bom, não mais..." a Larissa disse meio sem graça.

"Porra," falei um pouco alto demais, "eu vou—"

A Larissa me cortou. "Por favor não fica bravo," ela implorou. "Foi tudo brincadeira. Eles só tavam fazendo uma gracinha comigo e zoando, tipo eu sendo um dos caras. Eles até pediram desculpa depois. Por favor, por favor não faz nada precipitado, eu quero que a gente se dê bem enquanto eu tiver aqui. Na real foi muito engraçado e a gente riu pra caramba. São só peitos, né?"

Respirei fundo. Eu devia saber que o Murilo e o Renan iam tentar outra coisa. Me culpei por trazer a Larissa pra tudo isso e deixar ela morar aqui. Decidi que precisava ficar ainda mais vigilante. Mas a coisa surpreendente era que a Larissa não tava brava, ela achou engraçado. Talvez eu tivesse exagerando.

"É, são só peitos," suspirei. "Continua."

"Eles disseram que o único jeito de saber com certeza era tocando," ela explicou. "Eu fiquei meio bolada que eles achavam que eram de silicone então deixei os dois apalparem um pouco."

"E isso finalmente convenceu eles," falei sem acreditar no que tinha acontecido.

"Levou um tempo, mas finalmente sim," a Larissa concordou.

"Então onde eu tava enquanto isso tudo tava acontecendo?" perguntei depois que me acalmei.

"Você tava dormindo no sofá."

"Claro," suspirei derrotado. "Só tenta maneirar de agora em diante, beleza?"

A Larissa me deu um abraço apertado. "Prometo que vou me comportar."

"Você não mencionou o Felipe, ele fez alguma coisa?" Eu tava esperando que meu melhor amigo não tivesse envolvido em tudo isso.

"Bom, ele não queria..." a Larissa disse timidamente não querendo me deixar bolado de novo depois que acabei de me acalmar.

"Mas..."

"Bom, ele foi o desempate," ela explicou. "O Murilo e o Renan me levaram de volta pra sala. Eles fizeram eu tirar a blusa, sentar de frente pra ele pra ele poder dar uma boa olhada e balançar meus peitos. Dava pra ver que o Felipe tava sem graça, acho que ele não tá acostumado a ver peito. Talvez ele devesse ir pra Europa? De qualquer jeito, o Felipe disse que acreditava que meus peitos eram naturais mas o Renan e o Murilo não aceitaram a resposta dele então fiz o Felipe tocar neles também. Aí todo mundo ficou feliz. Foi quando eles me contaram que era brincadeira e que sabiam que eram naturais o tempo todo. Foi muito engraçado e a gente riu pra caramba. Foi só uma brincadeira inofensiva, então tá de boa, né?"

Enterrei meu rosto no travesseiro.

"É muito divertido ser um dos caras, você deve se divertir pra caramba morando aqui!" ela exclamou.

"É, é uma montanha-russa sem parar," murmurei.

***

Acordei na manhã seguinte me sentindo muito melhor. Ainda tava chateado que os caras tinham enganado a Larissa várias vezes pra tirar a blusa e até apalpar os peitos dela, mas já que a Larissa não parecia incomodada e na real achou engraçado, decidi deixar pra lá.

Outro motivo pelo qual me sentia melhor era porque eu e a Larissa teríamos a casa só pra nós a maior parte do dia. O Felipe ia visitar a família e o Renan e o Murilo precisavam trabalhar.

Olhei pra Larissa que ainda tava dormindo pacificamente pelada. Ela parecia um anjo. Se existisse uma coisa chamada anjo do sexo.

Levantei e fui pra cozinha pegar um café da manhã rápido. O Renan e o Murilo já tinham saído pro dia mas o Felipe ainda tava lá terminando o cereal dele.

"E aí," o Felipe disse. Ele parecia envergonhado demais pra me olhar nos olhos.

"Fica suave, tá de boa," falei. "A Larissa me contou tudo. Ela disse que foi brincadeira e tudo diversão. Ela não tá brava e eu não tô bravo."

O Felipe deu um suspiro de alívio. "Valeu, cara."

"Pode me fazer um favor?" perguntei.

"Claro, pode falar," ele respondeu.

"Quando eu não tiver por perto você pode ficar de olho no Renan e no Murilo? Não confio neles perto da Larissa."

"Sem problema. Não te culpo," o Felipe disse enquanto colocava a louça dele na pia.

O Felipe foi embora e eu me joguei no sofá pra ver o que tinha na TV.

Tava mudando de canal aleatoriamente tentando achar alguma coisa interessante quando a Larissa saiu pra ficar comigo. Ela tava vestindo uma das minhas camisetas e não muito mais que isso. Ela deitou no sofá e esticou as pernas sobre meu colo. Passei as mãos pelas pernas dela até a calcinha branquinha minúscula que agora mal tava coberta pela camiseta já que tinha subido.

"Aaah," ela suspirou enquanto se espreguiçava, "tão bom ter a casa só pra gente."

Passamos a manhã só relaxando e curtindo a companhia um do outro. A gente brincou sobre os eventos de ontem e logo aquilo virou só uma memória engraçada pra mim também. Descobri que de certo jeito eu até gostava que minha namorada fosse tão gostosa a ponto dos outros caras ficarem loucos por ela. Talvez eles tenham visto os peitos dela, mas eu era o cara que comia ela toda noite.

O celular da Larissa apitou indicando uma mensagem de texto. Ela se inclinou pra mesa de centro e pegou o aparelho.

Fiquei olhando enquanto ela sorria com a mensagem e rapidamente respondia, colocando o celular virado pra baixo na barriga quando terminou.

A Larissa tinha um monte de amigos então certamente não era nada fora do comum ela receber mensagens de texto, na real acontecia o tempo todo e eu me perguntava como ela conseguia acompanhar tudo.

O celular apitou de novo. Ela deu outra olhada, riu, respondeu e deixou o celular ali.

O celular apitou pela terceira vez. A Larissa sorriu, levantou e foi pro banheiro. "Já volto," ela disse.

Ela voltou uns um minuto depois e sentou de pernas cruzadas numa cadeira ali perto, um sorrisão no rosto.

Outra mensagem chegou, ela riu, suspirou e saiu da sala de novo voltando um minuto depois.

Depois da terceira vez eu tive que perguntar o que tava rolando.

"Seus colegas são tão engraçados," ela disse. "Eles não param de pedir fotos dos meus peitos."

"Hã?" falei surpreso. Eu nem sabia que eles tinham o número dela.

"O Renan e o Murilo," eles querem mais fotos, ela disse se levantando.

"Mais?!" soltei. "O que você mandou pra eles?"

A Larissa pareceu chocada que eu tava chateado. "Só umas fotosinhas. Achei que era uma boa ideia e que você não ia se importar. Se eles tiverem fotos não vão precisar ficar pedindo pra eu mostrar meus peitos de novo."

Não sei se algum dia vou me acostumar com a lógica da minha namorada, mas na cabeça dela mandar fotos pelada pros meus colegas de república tava me fazendo um puta favor.

"Por que você tá chateado?" ela perguntou genuinamente confusa.

"Bom, primeiro," eu tava lutando pra achar meus pensamentos e explicar de um jeito que fizesse algum sentido pra ela, "eu sou seu namorado e você nem manda fotos pra mim."

"Ah!" ela disse. "Desculpa, nunca pensei nisso. Pronto."

Ouvi meu celular apitar no outro quarto.

"Então tá de boa agora?" ela sorriu.

"Não," gaguejei, "você tá mandando fotos pelada pra outros caras!"

A Larissa revirou os olhos. "Não são peladas. Só umas fotos de peito. Achei que a gente tinha concordado que ver meus peitos não era nada demais. Como isso é diferente?"

Esfreguei a cabeça. Ela simplesmente não parecia entender. "Me mostra as fotos," falei.

A Larissa sentou do meu lado e abriu a galeria de fotos dela. "Essas três," ela disse.

A primeira era só um close dos peitos dela, eu reconheceria em qualquer lugar. Passei pra segunda, ela tava de pé na frente do espelho do banheiro sem blusa, dava pra ver da cabeça até logo acima da cintura. A cabeça dela tava levemente inclinada pro lado e ela tava fazendo aquele sorrisinho fofo.

"Precisei mandar a segunda porque os caras disseram que sem meu rosto podia ser peito de qualquer uma," ela explicou.

A terceira era a Larissa empoleirada meio torta na beirada da banheira segurando a barra da cortina com uma mão pra se equilibrar, a outra segurando o celular. Ela só tava vestindo a calcinha branquinha minúscula.

"Por que você tá fazendo isso?" perguntei.

A Larissa deu de ombros. "Eles zoaram com aquela foto também. Queriam uma foto de corpo inteiro. Aparentemente eles não acreditavam que eu tava de calcinha."

Devolvi o celular pra Larissa, as fotos eram ruins, mas não tão ruins assim. Não era realmente pior do que saber que o Renan, o Murilo e o Felipe apalparam ela ontem à noite.

"Por favor não manda mais foto de peito pra eles," falei.

"Ah, beleza," ela respondeu feliz e sentou de volta satisfeita que tava tudo bem.

Alguns minutos depois o celular apitou de novo. Olhei pra Larissa enquanto ela lia a mensagem. Ela olhou pra mim. "Eles querem outra foto de peito."

Balancei a cabeça. "Não."

A Larissa mandou a resposta de volta.

O celular apitou de novo e a Larissa começou a morrer de rir. "Eles te chamaram de chato do caralho e mandaram aquele emoji de coco com olhinhos."

Ela tava rolando no chão rindo até cair o lágrima. "Esse emoji sempre me faz rir," ela disse depois de alguns minutos, respirando fundo e se acalmando.

"Vou tomar banho," murmurei. Precisava esfriar a cabeça e a ideia de tirar o espelho do banheiro de perto dela podia não ser uma má ideia.

Entrei no chuveiro e deixei a água fria escorrer pela minha cabeça. Eu tava começando a me arrepender seriamente de ter concordado em deixar a Larissa morar comigo e tava tendo problemas em entender como ela achava que deixar meus colegas de república verem ela meio pelada, apalparem os peitos dela e mandarem fotos pelada pra eles era 'nada demais'. Eu tinha certeza que isso não era normal, nem mesmo na Europa. Mal podia esperar até a casa dela ser consertada.

Saí do chuveiro, me sequei e fui pro meu quarto pra trocar de roupa. A Larissa tava saindo bem quando cheguei lá.

"E aí, gato, tá melhor?" ela disse alegremente enquanto passava por mim.

Entrei no meu quarto e percebi logo de cara que o espelho que normalmente ficava apoiado na minha cômoda agora tava no chão. Rapidamente me vesti e fui pra sala confrontar a Larissa.

"Você mandou outra foto de peito pra eles?" falei quase gritando.

Assustei a Larissa tanto que ela quase pulou pra fora da pele.

"Não, claro que não. Você me pediu pra não mandar," ela respondeu parecendo confusa que eu sequer precisava perguntar.

"Por que meu espelho tá no chão?" perguntei mais calmo agora, percebendo que provavelmente tinha uma resposta razoável.

"Eles queriam uma foto da bunda, e esse é o único espelho que achei que funcionaria," ela respondeu baixinho esperando que eu não explodisse de novo.

Fechei os olhos e respirei fundo. Pra ser justo eu só disse não mais fotos de peito.

"Pode me mostrar?" perguntei hesitante.

A Larissa me passou o celular dela. "Essas três. Mas não sei por que você tá tão chateado. Ver uma bunda nem é tão ruim quanto ver peitos. Eles até mostram bundas na TV às vezes."

Ela tinha razão ali, uma foto de bunda podia não ser tão ruim. A primeira foto era a Larissa de pé no quarto, as costas viradas pro espelho e ela levantou a blusa pra mostrar a bunda coberta pela calcinha. O espelho ainda tava na cômoda nessa foto e no geral era bem de boa. Fiquei feliz que tava se revelando nada demais.

A segunda foto foi tirada com o espelho no chão. Ela tava ajoelhada no chão olhando por cima do ombro com a bunda virada pro espelho. Era um close bem bom da bunda dela, mas pelo menos ela ainda tava de calcinha.

Fiz uma careta quando olhei pra última foto.

A calcinha da Larissa tava enrolada nos joelhos dela. Do jeito que ela tava curvada com as costas arqueadas dava pra ver claramente o cuzinho e a buceta dela por trás.

"Você não mandou essa de verdade, mandou?" perguntei.

A Larissa ficou vermelha. "Essa mostrou muito mais do que eu pretendia e não percebi até já ter mandado. Mas os caras disseram que iam deletar então não se preocupa."

Tenho certeza que iam, pensei.

"São só fotos. Nada demais, né? Além disso, tirei mais umas especiais que mandei só pra você," ela disse com um sorriso sexy. "Dá uma olhada no seu celular e me diz o que achou."

Fui pro quarto e peguei meu celular. Tinha várias mensagens esperando da Larissa. Abri o app e dei uma olhada nas fotos baixadas.

"Puta merda," falei baixinho. Tinha uma série de fotos da Larissa com as pernas abertas obscenamente na frente do espelho. Ela era tipo minha própria estrela pornô particular. Bom, exceto pelo fato dela ter mandado fotos pros meus colegas de república também. Ela é minha estrela pornô semi-particular?

A Larissa tava atrás de mim. Ela sussurrou no meu ouvido: "Achei que você ia gostar. Queria ter sabido antes o quanto vocês gostam de receber fotos."

Ela desceu a mão e agarrou meu pau duro. Eu rapidamente tava esquecendo das fotos que ela mandou pros meus colegas de república e tava focado só na minha linda e gostosa Larissa.

"Me deixou muito excitada tirar as especiais pra você também," ela sussurrou no meu ouvido. "Vem, me toca e vê."

Ela guiou minha mão pra buceta dela, igualzinho ontem à noite tava pingando molhada e pronta.

"Me fode," ela implorou.

Joguei a Larissa na cama e a gente fodeu feito coelhos, não sei se já tinha visto ela tão tarada em todo o tempo que a gente tava junto.

Ela gritou meu nome, tava tão alta que fiquei feliz que não tinha ninguém em casa mas tava pensando que os vizinhos do lado e até os da rua de baixo podiam ouvir.

"Me fode, Caio," ela gritou, "fode minha bucetinha! Fode a buceta que o Renan, o Murilo e o Felipe queriam ter!"

Fodi ela por muito tempo e fodi ela com força. Ela não queria amor suave, ela só queria uma foda animal bruta e eu tava mais do que feliz em dar isso pra ela.

A Larissa agarrou minha bunda e tentou me puxar cada vez mais fundo nela enquanto soltava um orgasmo enorme grunhindo. Não consegui segurar mais e enchi o buraco esperando dela com jato após jato de porra.

"Meu deus, eu te amo," a Larissa sussurrou, a voz rouca de tanto gritar. "Você tá de boa com as fotos, né? Você gostou das que eu mandei pra você?"

"As que você mandou pra mim foram muito quentes," falei cansado.

A Larissa ficou muito empolgada que eu disse aquilo.

"Tô tão feliz que você gostou. Adorei tirar elas pra você. Quer que eu tire mais? Posso te mandar muito mais," ela disse ansiosamente.

"Eu ia gostar muito," falei.

"Desculpa mesmo por ter te deixado chateado com as fotos pro Renan e pro Murilo, vou tentar ter mais cuidado e não mostrar tanto. Posso mandar mais se eu tomar cuidado? A gente tava só se divertindo. Eram só fotos divertidas. O Renan me disse que na Europa até alguns jornais têm mulheres de peito de fora, então não é nada demais, né?"

Assenti levemente enquanto começava a apagar, acho que a Larissa deve ter interpretado como uma confirmação positiva.

Ela pausou por um momento e me beijou suavemente nos lábios. "Tô muito feliz que você sabe que qualquer coisa que eu mandei pra eles foi só diversão e não significou nada. Você é quem eu amo."

"Eu te amo também," falei, não tava realmente prestando atenção.

"A gente tá de boa então? Nada demais?" ela repetiu suavemente.

"É," murmurei antes de adormecer, "nada demais."

CONTINUA…

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Comentários

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Mais um conto de corno frouxo e vamos de mais do mesmo

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Mesma história que o contradio traduziu e adaptou, até o momento segue pro mesmo caminho,apenas com nomes e locais trocados

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