[…]
Sorrindo para mim, o Cacique Zoomama mergulhou dois dedos no copo de coco. Quando saíram, estavam cobertos com o que parecia mel. Ele então esfregou essa coisa tipo mel por todos os meus mamilos duros.
Quase gozei enquanto ele se revezava cobrindo cada mamilo com esse líquido. Ele estava fazendo tão suavemente que apenas fechei meus olhos e aproveitei a sensação.
Ele parou de brincar com meus mamilos e deu um passo para trás apenas olhando para mim como se estivesse esperando que eu dissesse algo. Abri meus olhos para olhar para ele bem quando algo começou a acontecer com meus mamilos.
Ai meu Deus, seja lá o que era aquela coisa que ele colocou neles estava ficando quente. Não um calor de queimadura, mas um calor muito gostoso. Estava me deixando maluca, era tão bom. Ai Deus, meus mamilos precisavam ser chupados.
Nesse ponto eu estava tão sexualmente excitada que tinha esquecido totalmente do Rique, de ser casada ou qualquer coisa. Tudo que sabia é que meus mamilos estavam pegando fogo e precisavam ser chupados e eu tinha uma pessoa bem ao meu lado para fazer esse trabalho.
Olhei para o Cacique Zoomama e gemi:
— Ai Deus, Cacique, por favor, beija meus mamilos.
Enquanto pedia, minhas mãos tinham vida própria e eu tinha começado a apertar meus próprios seios. Uma vez que meus dedos tocaram meus mamilos duros e grudentos, acabou. Gemi ahhhhhh sim enquanto comecei a apertá-los e rolá-los. Meus quadris começaram a bombear para cima e para baixo enquanto continuava brincando com eles. Fechei meus olhos enquanto minha cabeça começou a rolar de um lado para o outro e comecei a gemer mais alto.
Ai meu Deus, estava tão excitada que ia me fazer ter um orgasmo bem na frente desse homem. E tudo isso só de brincar com meus mamilos duros. Deus, nunca fiz isso nem na frente do meu marido, e agora estava fazendo para um estranho.
Comecei a apertar meus mamilos com força quando meu orgasmo começou a percorrer meu corpo. Gemi:
— AI MEUUUU DEUS SIM, AI SIMMMMMM, SIMMMMMM!
Ai meu, que orgasmo incrível. Continuei gemendo hmmmmm, hmmmmm enquanto ficava deitada lá me recuperando. Então senti alguém puxando minha saia. Olhei para baixo para ver o Cacique tentando tirar minha saia do meu corpo. Não sei por que o ajudei, mas rolei de lado, alcancei atrás de mim e puxei o zíper para baixo. Me joguei de costas e mais um puxão e minha saia desceu pelas minhas pernas e saiu. Me senti tão sexy deitada lá só com minha calcinha roxa sexy e transparente enquanto ele me encarava. Mas a encarada não durou muito. A próxima coisa que senti foram os dedos dele enganchando no elástico da minha calcinha e começando a descer pelas minhas pernas. Até levantei minha bunda da esteira para facilitar para ele remover minha calcinha sexy.
O Cacique então começou de novo a mergulhar dois dedos no copo de coco. Uma vez que estavam cobertos com aquela coisa tipo mel, ele começou a esfregar para cima e para baixo nos lábios da minha buceta. Então ele passou muito tempo garantindo que meu clitóris estava coberto com aquilo. Enquanto ele esfregava no meu grelo, gemi alto e comecei a gozar de novo.
— AI MEUUUUU DEUS EU TÔ GOZANDOOOOOOO!
Estava bombeando meus quadris contra ele enquanto gozava. Não conseguia acreditar que tinha acabado de gozar com um homem que não era meu marido. Nem achava que outro homem pudesse me fazer gozar.
Depois que gozei, ele voltou perto da mesa e estava fazendo algo. Agora minha buceta estava pegando fogo igual meus mamilos estavam. Alcancei para baixo e toquei meu clitóris pensando que ia queimar meus dedos, estava tão quente. Ai meu Deus, o que está errado comigo? Por que estou tão excitada?, pensava enquanto começava a esfregar meu grelo duro e grudento.
Então olhei para o Cacique e quase morri. Ele tinha removido o tapa-sexo e estava parado lá me olhando totalmente nu. Ele estava batendo na rola preta comprida com uma mão e estava esfregando aquele líquido tipo mel nela com a outra. A rola dele parecia ter uns trinta centímetros enquanto ele continuava batendo. Estava toda brilhante e molhada enquanto ele agora começava a andar de volta em minha direção.
Ele chegou ao pé da esteira e sorriu para mim ainda batendo naquele pau preto monstruoso. Ele parou de bater e segurou meus tornozelos e abriu minhas pernas o máximo que pôde. Ele então subiu entre elas enquanto ficava por cima de mim. Então senti a rola quente e dura dele batendo na minha coxa bem abaixo da minha virilha.
Olhei para ele e disse:
— Por favor, por favor, não podemos fazer isso. Eu sou casada. Ai Deus, por favor, não me faça fazer isso.
Não entendendo uma palavra do que eu disse, ele alcançou para baixo, segurou o pau duro dele e alinhou com minha buceta molhada. Olhando para mim sorrindo, ele deu um empurrãozinho no pau e a cabeça preta deslizou direto para dentro de mim. Ele deu um segundo empurrãozinho e foi ainda mais fundo dentro de mim. Ai meu Deus, era tão gostoso enquanto ele empurrava ainda mais para dentro de mim. O melzinho que o pau dele estava coberto agora estava dentro da minha buceta. Deus, minha buceta estava pegando fogo por dentro e a única coisa que parecia boa era aquele pau preto grande deslizando para dentro e para fora.
Bastaram umas cinco ou seis estocadas fundas daquela rola comprida para me transformar na vadia dele. Prendi minhas pernas em volta dele e comecei a foder ele de volta. Nunca em todos os meus sonhos sonhei que um pau comprido podia ser tão gostoso. Ele nem estava todo dentro de mim, mas estava atingindo lugares lá no fundo da minha buceta que o Rique nunca tinha tocado.
O Cacique estava indo num ritmo lento que estava me deixando louca. Comecei a rebolar contra ele quando pela primeira vez na vida gozei no pau de outro homem. Estava gritando:
— AI SIMMMMMM, MEU DEUS SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO, AI NÃO PARAAAAAAAA AI DEUS ME FODEEEEEEE!
Enquanto estava gozando e empurrando contra o pau duro dele, ele também empurrou mais fundo dentro de mim. Isso fez meu orgasmo ficar muito melhor. Enquanto ainda estava gozando, ele deu um empurrão forte no pau. Doeu por um segundo, então acho que a cabeça entrou no meu útero.
Deve ter sido bom para ele também, porque ele gemeu e então enterrou toda a rola preta comprida fundo dentro de mim. Ai Deus, era tão estranho enquanto ele continuava bombeando aquela rola comprida em mim. Olhei para baixo entre nós e não conseguia acreditar. Os pelos pubianos pretos e cacheados dele estavam grudados no meu monte pubiano liso. Eu tinha todo o pau dele dentro de mim.
Ainda transando nesse mesmo ritmo, comecei a gozar de novo. Só que dessa vez foi ainda melhor que a última. Sei que todo mundo na aldeia tinha que ter me ouvido gritando:
— AI ME FODEEEEEEE, SIMMMMMM AI MEU DEUS SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOOOO.
E dessa vez o Cacique estava no ponto sem volta. Ele grunhiu e gemeu, então senti a rola comprida dele explodir bem fundo dentro de mim. Fiz o meu melhor para ordenhar cada gota dele enquanto ele me enchia de esperma quente.
Caí na esteira ofegante enquanto o Cacique começava a puxar a carne dele devagar para fora de mim. Uma vez que a cabeça preta saltou para fora de mim, um rio de porra começou a vazar entre os lábios da minha buceta. Fechei meus olhos e gemi hmmmmm Deus, isso foi tão bom. Minha mente estava indo para todos os lados atrás dos meus olhos fechados enquanto pensava como estava satisfeita naquele momento.
Meus olhos se abriram quando ouvi o Jameraka dizer:
— Olha só, olha só, parece que o Cacique te pegou! E ele te deixou toda preparada e pronta para mim. Cara, gostosa, sua buceta está uma delícia com a porra do Cacique escorrendo dela. Porra, mal posso esperar para bombear mais porra dentro de você também.
Cobri meus seios e comecei a levantar, mas o Jameraka meio que me empurrou de volta para baixo. Tentei uma segunda vez e ele fez a mesma coisa e disse:
— Fica quieta aí, gatinha. Você e eu sabemos que sua bucetinha está pronta para mais pau. Todo o kekpa que você bebeu deixaria qualquer garota com tesão por uma semana. Então relaxa e aproveita mais pau africano preto. Seu marido não vai fazer nada de bom para essa buceta hoje à noite. Então o Cacique e eu vamos ver se conseguimos te mandar para casa uma donzinha de casa branca feliz.
Tendo dito isso, o Jameraka se abaixou e empurrou minhas mãos que cobriam meus seios. Ele então começou a se revezar chupando um mamilo duro e depois o outro. Ai Deus, era tão bom. Então ele enfiou dois dedos fundo dentro da minha buceta melada e encharcada de porra e gemeu:
— Hmmmmm você tem uma bucetinha quente aqui, gatinha.
Bem, não precisou de muita chupada de mamilo e dedada dele para eu estar gemendo mais um orgasmo.
— HMMMMMMM SIMMMM AI SIMMMMMM AI MEUUUUU DEUS SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOO!
Abri meus olhos para ver que o Jameraka estava agora nu e subindo entre minhas pernas bem abertas. A barrigona dele não era nem um pouco sexy, mas a rola preta comprida dele com certeza era. Era mais ou menos do mesmo tamanho da do Cacique, talvez até um pouco mais grossa. O Cacique se aproximou e entregou ao Jameraka o copo de melzinho. Ele mergulhou nele e começou a esfregar no pau dele. Parecia estar ficando ainda mais comprido enquanto ele batia no pau agora bem duro. Uma vez que terminou de se tocar, ele limpou o extra dos dedos nos lábios molhados e melados da minha buceta. Depois ele ficou por cima de mim e disse:
— Tá bom, gatinha, agarra esse pau e coloca onde você quiser.
Minha mente estava enlouquecendo quando disse:
— Não, não, não posso fazer isso. Eu amo o Rique, não posso fazer isso com ele. Estou toda melada aí embaixo, não podemos fazer isso agora!
Então minha mente simplesmente foi totalmente para o outro lado. Deus, eu estava tão excitada. Alcancei entre nós e envolvi meus dedos em volta dele. Parecia mais grosso que o do Rique. E merda, acho que era três vezes mais comprido que o dele. Alinhei a cabeça preta com meus lábios rosinhas da buceta e empurrei contra ele. Foi só isso, o Jameraka lentamente me encheu completamente. Ele gemeu no meu ouvido:
— Ai Deus, eu amo foder a esposa branca de algum cara branco. Sua buceta é tão quentinha e apertada, diferente das garotas negras daqui. E vocês garotas brancas sempre adoram receber todo o pau preto que podem. Aposto que você volta procurando mais pau preto depois de hoje à noite. Meu pau tá gostoso, gatinha?
Ai Deus, estava gostoso sim. Eu estava tão molhada e escorregadia do esperma do Cacique e meus sucos que a rola preta comprida do Jameraka afundou dentro de mim tão facilmente. Gemi para ele:
— Hmmmmm sim, está tão gostoso — enquanto meus quadris entravam no ritmo com ele.
Minha mente estava tentando voltar ao normal, mas simplesmente não conseguia fazer voltar completamente. O Jameraka estava certo. Eu tinha bebido kekpa demais essa noite. Comecei a pensar: "Deus, eu transei com o Cacique pelas costas do Rique. Agora estou transando com o Jameraka, também pelas costas do Rique. Transei com eles um atrás do outro como alguma vadia faria. Que porra estou fazendo transando com dois homens enquanto meu marido está desmaiado do outro lado da aldeia?"
Então o pau do Jameraka pareceu deslizar para dentro do meu útero igual o do Cacique tinha feito. Ai Deus, isso era tão bom que minha mente voltou direto para estar cheia de pau preto duro. O Rique estava totalmente fora da minha mente de novo. Tudo que sabia era o fato de que estava cheia de pau duro e precisava gozar de novo.
O Jameraka continuou falando sacanagem comigo enquanto aumentava a velocidade. Ele agora estava martelando o pau preto dele fundo dentro de mim a toda velocidade.
— Você adora pau preto na sua bucetinha branca de casada, não adora? Você adora receber dois paus pretos, não adora? Acha que seu marido vai gostar de você voltar para casa cheia de porra de dois negões?
Toda essa conversa e a foda especializada dele com aquela rola comprida me levaram ao limite de novo. Entrei direto no jogo dele quando gemi:
— Sim, sim, eu amo seu pau. Ai simmmm, me fode com força com seu pau preto.
Agora bombeando dentro de mim como um trem em alta velocidade, o Jameraka gemeu:
— Hmmmmm gatinha, tá pronta para mais leite de negão nessa bucetinha branca?
Empurrei contra ele e gritei:
— SIM, SIMMMMMM AI MEU DEUS SIMMMMMM EU TÔ GOZANDOOOOOOOOO... AHHHHHH DEUS ME ENCHE TODA, SIMMMMMM!
O Jameraka então empurrou o pau preto dele o mais fundo dentro de mim que pôde. Gemendo no meu ouvido:
— Aaaaaaaaaah — enquanto a rola dele começava a jorrar a porra quente fundo no meu útero.
Meu orgasmo simplesmente continuou e continuou enquanto ele me enchia de esperma quente. Nossos dois corpos tremeram enquanto gozávamos juntos.
Um minuto ou mais depois, o Jameraka rolou de cima de mim. O pau dele fez um barulho alto de sucção quando escorregou para fora da minha buceta. Então pareceu um rio de esperma começando a vazar de dentro de mim. Olhei para baixo para ter certeza de que não estava sangrando. Não vi sangue, mas não conseguia acreditar em quanta porra estava fluindo para fora da minha buceta desses dois homens.
O Jameraka estava sentado ao meu lado quando afundou dois ou três dedos na minha buceta melada e gemeu:
— Porra, gatinha, você é uma foda ótima mesmo.
Sorrindo, ele então disse:
— Acho que o Cacique está pronto para te pegar de novo.
O Jameraka puxou os dedos de dentro de mim e se levantou. Ao mesmo tempo, o Cacique Zoomama estava engatinhando de volta entre minhas pernas de novo.
Olhei para ele e disse:
— Não, não, nós—
Antes de conseguir terminar as palavras, o pau duro do Cacique estava afundando de volta dentro de mim.
O Cacique gemeu e me encheu totalmente com todo o pau duro dele. Dessa vez foi todo para dentro sem problema nenhum. Bastaram apenas alguns minutos dele me comendo antes de eu estar bombeando contra ele.
Em muito pouco tempo estava rebolando contra o pau duro dele e gritando que estava gozando. Não fazia ideia de que podia gozar tantas vezes quanto tinha gozado essa noite. E o Cacique ainda estava bombeando dentro de mim feito um louco. Tinha certeza de que ia me fazer gozar mais uma vez.
Não aconteceu dessa vez. Ele empurrou fundo dentro de mim e gemeu enquanto inundava meu útero com mais esperma quente. O pau dele continuou pulsando e pulsando enquanto ele bombeava a carga dentro de mim. Tentei apertar o pau dele com minha buceta do jeito que o Rique adora que eu faça. Mas estava tão molhada e escorregadia que não consegui.
O Cacique puxou para fora da minha buceta agora ainda mais melada e disse algo para o Jameraka que fez os dois rirem. Olhei chocada para ver que a rola preta comprida do Jameraka estava de novo dura e apontando direto para frente. Ele então olhou para mim enquanto batia nela e disse:
— Tá bom, gatinha, fica de quatro. Você vai ser fodida que nem uma porca no cio!
Fiz o que ele disse enquanto ele se posicionava atrás de mim. Eu era agora uma vadia total para esses dois homens. Não me importava com o que acontecesse, desde que me fizessem gozar de novo. Nunca na vida precisei gozar como precisava naquele momento.
O Jameraka segurou meus quadris e me encheu de pau preto num movimento rápido. Empurrei para trás tentando conseguir ainda mais pau dentro de mim. Ele gemeu:
— Hmmmmm sua buceta está pegando fogo. Cara, a gente fez uma bagunça na sua bucetinha. Da próxima vez que o Rique te foder, ele vai achar que está fodendo um balde de manteiga. Sua buceta vai estar tão arregaçada quando o Cacique e eu terminarmos de te foder.
Ele então se inclinou e pegou meus dois seios balançando nas mãos dele. Começou a apertá-los e brincar com meus mamilos duros enquanto martelava a rola comprida dentro de mim.
Pouco tempo depois estava empurrando para trás contra ele gritando:
— AHHHHHHHHHH SIM EU TÔ GOZANDOOOOOOO!
Meu grito deve ter o detonado também, porque ele largou meus peitos e agarrou meus quadris. Enquanto eu estava gozando na rola dele, ele empurrou fundo dentro de mim e gemeu:
— Ah simmmm.
E de novo minha buceta estava sendo enchida com mais esperma quente.
Uma vez que meu orgasmo terminou, caí de cara na barriga fazendo o pau do Jameraka saltar para fora de mim. Então senti o esperma quente dele escorrendo para fora de mim e cobrindo meu clitóris duro enquanto descia para a esteira.
Acho que estava quase desmaiada quando o Cacique Zoomama segurou meus pés e me virou de costas. Não conseguia acreditar que ele estava duro de novo e engatinhando entre minhas pernas de novo. Ai meu Deus, ele vai me foder de novo. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, estava sendo enchida com pau quente e duro de novo.
O Cacique me encheu com mais porra e depois o Jameraka teve outra vez me fodendo e adicionou a carga dele de esperma na minha buceta transbordante.
Depois que os dois tinham me comido três vezes cada, o Jameraka disse:
— É melhor te levar de volta para seu marido.
Ele pegou um pano e limpou um pouco do esperma vazando de mim. Ele riu e disse:
— Porra, gatinha, você pode ficar vazando porra por uma semana.
Ele colocou meu top tomara que caia de volta no lugar e então me fez vestir minha saia jeans. Ele puxou ela para cima e fechou o zíper. Ele então pegou minha calcinha roxa transparente. Colocou no nariz e inalou profundamente. Ele olhou para mim e disse:
— Aaaaaaaaaah, acho que vou ficar com isso de lembrança.
Minhas pernas estavam fracas enquanto o Jameraka me segurava e andava ao meu lado enquanto fazíamos o caminho de volta para minha cabana.
Deus, eu ainda estava com tesão enquanto fazíamos a curta viagem para nossa cabana. Uma vez na cabana, o Jameraka segurou a porta aberta para eu entrar. Ele entrou também e acendeu a pequena tocha que dava luz à cabana. Quando estava se preparando para sair, ele deu um tapinha na minha bunda e disse:
— Boa noite, gatinha — enquanto dava um passo em direção à porta.
Que diabos estava errado comigo? Eu precisava de mais sexo e o Jameraka parecia o único que ia me dar. Olhei para baixo para o Rique apagado e então agarrei o braço do Jameraka antes que ele saísse pela porta. Ele se virou para me encarar e minha mão foi direto para a virilha dele para pegar um punhado de pau preto através da calça. Olhei nos olhos dele e gemi:
— Por favor, me fode de novo. Deus, eu tô com tanto tesão da porra.
O Jameraka sorriu e disse:
— Eu sabia que a gente ia te viciar em pau preto. Só não sabia que ia acontecer numa noite. Claro, gatinha, acho que consigo levantar de novo para você. Deita aí bem do lado do Rique. Vou adorar te foder bem do lado dele.
Nem pensei nisso, apenas deitei ao lado do Rique na esteira. O Jameraka baixou as calças e se moveu entre minhas pernas. Ele ficou de joelhos, empurrou minha saia para cima em volta da minha cintura e depois puxou meu top tomara que caia para baixo, libertando meus seios. Ele começou a brincar com meus seios e gemeu:
— Cara, gatinha, eu simplesmente amo seus peitos. E esses mamilos, Deus, eles foram feitos para chupar — enquanto chupava um dos meus mamilos duros na boca dele.
Abri minhas pernas o máximo que pude enquanto o Jameraka se deitava entre elas. Ele alcançou entre nós e alinhou o pau duro dele com minha fenda melada. Ele olhou para o Rique e disse:
— Ei, parceiro, vou afundar minha rola preta comprida na sua esposa gostosa.
Tendo dito isso, ele começou a deslizar o pau preto dele dentro de mim.
— Ahhhhhh simmmm — gemi no ouvido dele enquanto ele lentamente me enchia de pau preto.
Sabia naquele momento que tinha me transformado numa vadia enquanto comecei a implorar para o Jameraka me foder. E me fodeu ele, Deus, não sabia que um homem conseguia ficar duro quatro vezes num tempo tão curto. Prendi minhas pernas em volta das costas dele e comecei a dar uma cavalgada que ele não ia esquecer tão cedo. Estava rebolando contra ele enquanto continuava gemendo no ouvido dele:
— Me fode, ai Deus me fode, ai simmmm, simmmm não para.
O Jameraka olhou para mim sorrindo enquanto agora estava martelando fundo na minha buceta receptiva e disse:
— Eu sabia que uma vez que você provasse pau preto na sua buceta ia virar uma vadiazinha branca.
Então olhando para o Rique, ele disse:
— Acorda, parceiro, você vai perder sua esposa gostosa gozando na minha rola preta.
Então olhando para mim, ele continuou dizendo:
— E você vai perder eu enchendo ela com mais leite africano quente.
Eu estava realmente entregue à foda que estava recebendo naquela altura. Nunca na vida tinha estado tão excitada e precisando de sexo. Isso era tão diferente de mim não me importar com nada além de ser fodida e alcançar um orgasmo. Não me importava com o Rique ou com as crianças ou mesmo com meu casamento. Tudo que eu precisava era que esse homem continuasse me fodendo e me fizesse gozar de novo. Por mais ruim que pareça, era verdade.
Logo passei de gemer no ouvido do Jameraka para gritar nele:
— AHHH DEUS NÃO PARA, IAAAAAAA SIMMMMMM — e — SIMMMMMM.
Nessa altura o Jameraka tinha me levado quase ao ponto do orgasmo total.
— AHHHH SIMMMMMM, SIMMMMMM EU VOU GOZARRRRRR.
O Jameraka estava enfiando cada centímetro da rola comprida dele em mim quando ele de novo olhou para o Rique e disse:
— Lá vem ela, parceiro. A bucetinha branca dela vai gozar na minha rola preta comprida.
Isso foi tudo que aguentei. Empurrei contra o Jameraka e recebi cada pedaço do pau dele fundo dentro de mim e gritei:
— AHHHHHHHHHHH MEU DEUS EU TÔ GOZANDOOOOOOOOOOO.
Meu corpo tremeu todo. Minha cabeça estava rolando de um lado para o outro enquanto meu orgasmo rasgava pelo meu corpo.
O Jameraka estava aproveitando eu gozando também. Ainda enfiando fundo em mim a toda velocidade, ele gemeu:
— Hmmmmm isso, goza para mim. Tá pronta para leite de negão? É melhor ficar pronta porque estou prestes a te engravidar.
Apenas segundos depois o Jameraka gemeu:
— Ahhhhhh sim — enquanto empurrava fundo dentro de mim. — Abre essa buceta, amor, lá vem uma bela carga para você.
Então ele me beijou na boca enquanto bombeava o esperma dele dentro de mim. A pior parte foi o fato de que eu beijei ele de volta e recebi bem o pau jorrando dele fundo dentro de mim. Ele então quebrou o beijo, olhou para o pobre Rique e disse:
— Ei, Riquinho, estou enchendo a buceta da sua esposa de porra, é melhor você acordar e assistir isso!
Bom, o Rique não acordou enquanto eu ficava deitada lá ao lado dele deixando outro homem gozar dentro de mim. Eu até estava tentando ordenhar toda a porra dele com minha buceta escorregadia e melada. Não sei como o Jameraka conseguia curtir me foder tão molhada e melada quanto eu estava. Mas na hora não me importei. Aliás, estava esperando que o Jameraka estivesse afim de me comer de novo.
Mas o Jameraka não ficou para me foder de novo. Ele puxou para fora e se levantou no final da minha esteira, puxando as calças de volta para cima. Ele sorriu para mim e disse:
— Que foto isso daria, queria ter uma câmera. Temos uma donzinha de casa branca bonitinha de costas com as pernas bem abertas, com a saia e o top em volta da cintura. Um rio de porra de negão escorrendo da bucetinha dela enquanto o marido está dormindo do lado dela e não sabe de nada.
Sorrindo, ele acrescentou:
— Não fica melhor que isso.
O Jameraka começou em direção à porta e então parou. Olhando de volta para mim, ele disse:
— Gatinha, é melhor mantermos isso entre você e eu. Não acho que seria uma boa ideia contar para seu marido que seu guia de safári estava guiando o pau duro dele dentro de você. Se tiver que contar algo para ele, acho que deveria dizer que você fodeu com o Cacique hoje à noite e deixar por isso mesmo. Ele pode não entender como a esposa boazinha dele pôde deixar dois caras fodê-la a noite toda. Você decide, mas tenho certeza de que vai contar algo para ele de manhã. Ah sim, mais uma coisa, gatinha. Esse safári ainda não acabou, então tenho certeza de que você vai receber muito mais pau preto antes de voltar para o Brasil. Boa noite.
Uma vez que ele foi embora, me atingiu como uma tonelada de tijolos. Que diabos eu fiz? Por que fiz isso, e com os dois? O que esse Safári fez comigo? Me transformei numa puta numa noite. Passei meus dedos para baixo até minha bucetinha ainda excitada mas dolorida. Estava tão molhada e escorregadia com a porra dos dois ainda vazando. Olhei para o Rique e gemi:
— Desculpa, amor, não sei o que me fez fazer isso.
Então comecei a chorar e devo ter desmaiado enquanto esfregava os lábios da minha buceta.
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