Capítulo 2: Domando a Minha Prima Ninfeta no Carnaval

Um conto erótico de Bruno
Categoria: Heterossexual
Contém 2007 palavras
Data: 14/02/2026 10:40:04
Última revisão: 14/02/2026 10:50:44

O silêncio do quarto era uma mentira. Por trás da parede fina, o ritmo da cama da minha tia Valéria era constante, acompanhado de gemidos que ela tentava, sem sucesso, abafar no travesseiro. Aquele som, misturado ao mormaço de Cabo Frio, era como um curto-circuito na minha cabeça. Deitei de lado, ficando de conchinha com a Letícia, sentindo o calor daquela bunda redonda pressionando com força a minha cueca.

Meu pau estava como pedra, pulsando contra a lombar dela. Letícia não esperou. Ela empurrou o quadril para trás, esfregando-se no meu volume com uma vontade que o álcool só tinha ajudado a aflorar. O cetim da camisola dela estava ensopado, grudando na pele.

— "Você sente isso, né? Sua mãe tá sendo esfolada lá do lado... e você tá aqui, molhando o lençol e me implorando sem dizer uma palavra" — sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo da sua orelha.

— "Eu não aguento mais, Bruno... acaba comigo, primo. Me fode do jeito que você queria na cozinha" — ela implorou, a voz rouca e desesperada.

Virei ela de uma vez, mas antes de penetrar, eu precisava marcar aquela safada. Puxei a camisola para cima e afundei meu rosto entre as pernas dela, que já exalavam um cheiro inebriante de desejo e álcool. Chupei com vontade, usando a língua com força no clitóris dela, ouvindo-a ganir enquanto eu bebia cada gota do seu líquido, fazendo-a gozar com as pernas tremendo nos meus ombros. Só quando ela estava totalmente entregue e pulsando é que montei por cima, prendendo seus pulsos acima da cabeça.

— "Como você é safada, priminha... veio de São Paulo achando que ia me dominar?" — Minha voz era um rosnado enquanto eu enfiava meu pau nela de uma vez, sem aviso. Letícia deu um grito abafado contra o meu peito. — "Ouve a Valéria gritando, Letícia. Agora você vai gritar igual a ela."

O sexo foi visceral. Comecei com uma estocada forte, marcando território, enquanto ela gemia frases sujas, pedindo para eu ser ainda mais bruto. Virei ela de quatro, puxando seu cabelo com força para que ela olhasse para a parede onde os gemidos da mãe dela ecoavam.

— "Olha pra lá, safada! Ouve o seu pai foder a sua mãe enquanto eu te arregaço aqui" — eu dizia, cada palavra saindo como um tapa. — "Diz pra mim: de quem é essa bucetinha?"

— "É sua, primo... fode sua priminha, destrói tudo!" — ela gritava, o corpo tremendo a cada impacto.

Alternamos posições com uma pegada imponente; eu a usei como quis, mostrando a atitude de garanhão do Recreio. No ápice, quando eu estava para explodir, ela se ajoelhou e tomou tudo na boca. Bebeu cada gota do meu leite com uma sede assustadora, limpando o canto da boca com o dedo.

— "Puta que pariu, primo... seu leite é muito gostoso. Quero todo dia" — ela sussurrou, com um olhar de completa perdição.

Depois do estrago, nem nos preocupamos com roupas. O quarto estava trancado, a chave girada, nos dando a segurança que precisávamos. Adormecemos agarrados, pele com pele, pelados e exaustos, mergulhados no cheiro do sexo e no barulho do ar-condicionado.

Acordei com o sol invadindo as frestas da janela. Ver a Letícia pelada ao meu lado, os cabelos bagunçados e o corpo dourado, foi o melhor despertador possível. Trocamos um sorriso cúmplice antes de nos arrumarmos para o café. Na mesa, a tensão era palpável. Eu via o brilho nos olhos da Tia Valéria e os olhares furtivos da Letícia.

— "O dia hoje pede mar!" — anunciou meu pai, já abrindo a primeira cerveja do dia.

Fomos para a praia bem em frente à casa. O sol de Cabo Frio estava impiedoso. Montamos o guarda-sol e o cooler estava abarrotado de latas trincando. Minha mãe, Helena, estendeu a canga. Ela estava um espetáculo: o biquíni preto de cortininha parecia pequeno demais para segurar seus seios rígidos e o abdômen trincado.

— "Bruno, passa protetor nas minhas costas? Não alcanço aqui embaixo" — ela pediu, entregando o frasco.

Ajoelhei atrás dela. Ao espalhar o creme gelado na pele quente e descer a mão até o início daquela bunda dura de atleta, senti meu sangue ferver. Era minha mãe, o pensamento de que aquilo era errado martelava, mas o toque na carne firme e o cheiro do protetor misturado ao suor dela me deixaram duro no mesmo segundo. Minha bermuda de tactel saltou para frente, um volume impossível de ignorar.

— "Valeu, filho" — ela disse, se virando e me dando um sorriso inocente que só aumentou minha culpa e meu tesão.

— "Vou pro mar, tá muito quente!" — saí quase correndo, mergulhando na água gelada para tentar baixar o mastro.

Eu estava com a água no peito, tentando me acalmar, quando Letícia nadou por baixo e emergiu colada em mim. Ela sentiu o volume imediatamente.

— "Você ficou duro passando protetor na própria mãe, seu safado? Não perdoa ninguém da família mesmo, né?" — ela sussurrou, rindo baixo contra o meu pescoço. — "Ainda bem que você tem uma boa prima aqui pra te ajudar a aliviar essa tensão. Relaxa e aproveita o banho, Bruno."

Sob a água azul e cristalina, ela abriu o cordão da minha bermuda. Suas mãos começaram uma punheta frenética e rítmica, o contraste da mão quente com a água gelada era de enlouquecer. Eu olhava para a areia, vendo meu pai e meu tio conversando, e a adrenalina de gozar ali, na frente de todos, me fez explodir em segundos. Gozei na água, sentindo o corpo relaxar, enquanto Letícia limpava a mão discretamente no mar.

Saímos da água e a Tia Valéria já nos esperava na beira, segurando duas latas de cerveja. Ela estava com um biquíni de oncinha cavadíssimo, deixando metade daquela bunda imensa de fora. Ela entregou uma cerveja para mim, deixando os dedos roçarem nos meus de um jeito demorado.

— "O banho tava bom, Bruninho? Você e a Letícia demoraram lá no fundo..." — ela disse, com um tom carregado de malícia.

Bebemos ali mesmo, com a água nas canelas. A cerveja gelada desceu queimando e a inibição foi para o ralo. Em um momento que o pessoal na areia se distraiu, Valéria se aproximou, fingindo que ia mergulhar. Ela esbarrou o corpo todo no meu, deixando seus seios fartos pressionarem meu peito por baixo da água.

— "O sol tá forte, mas o calor que você emana é maior, sobrinho" — ela sussurrou, a voz carregada de segundas intenções. — "Parece que você está sempre pronto para um 'mergulho' mais profundo, não é?"

— "Cuidado, tia... o mar aqui é traiçoeiro, e quem mergulha comigo corre o risco de não querer voltar pra superfície" — respondi, no mesmo tom, sentindo o corpo dela colado ao meu sob o movimento das ondas.

— "Pois eu sempre fui uma excelente nadadora, Bruno. Gosto de desafios que me deixem sem fôlego" — ela rebateu, passando a mão pela minha coxa por baixo d'água, um toque rápido e proibido que me fez estremecer antes de ela dar um mergulho exibindo aquela bunda monumental e sair da água rebolando.

Eu fiquei ali parado, sentindo o sal do mar e o calor do meu próprio sangue. Meus pensamentos estavam um caos; eu não conseguia acreditar que a Tia Valéria, aquela mulher que eu via como um monumento intocável no Instagram, estava me dando mole daquele jeito, debaixo do nariz do Tio Jorge. A audácia dela me deixava maluco, e a sensação do corpo dela colado no meu por baixo d'água fez meu pau latejar de novo, mesmo depois do que a Letícia tinha acabado de fazer. Respirei fundo, mergulhei o rosto na água gelada para tentar recuperar a sanidade e voltei para a areia tentando parecer o sobrinho exemplar, enquanto a ereção teimava em não baixar.

Voltamos para casa no final da tarde, com a pele ardendo de sol e o corpo pesado de cerveja. O plano geral dos mais velhos era relaxar, mas o meu vigor não me deixava sossegar. Enquanto meu pai e meu tio se jogavam no sofá, eu já estava sob o chuveiro gelado me preparando para o fervo de Cabo Frio.

Terminei de me vestir e Letícia entrou no quarto, já montada de Diabinha. O biquíni vermelho era minúsculo, e a saia de tule não escondia nada daquela bunda perfeita. Eu improvisei uma de Pirata, com a camisa aberta mostrando o peito bronzeado. Quando saímos para a sala, o clima foi de despedida familiar.

— "Juízo vocês dois, hein!" — gritou meu pai, do sofá.

O Tio Jorge se levantou, meio cambaleando da cerveja, e pôs a mão no meu ombro:

— "Bruno, cuida bem da Letícia. Vigia essa menina, o Carnaval de rua aqui é brabo, não tira o olho dela, beleza?"

— "Pode deixar, tio. Vou cuidar dela como se fosse minha" — respondi com um sorriso cínico, sentindo a mão da Letícia apertar minha cintura por trás.

O centro de Cabo Frio era um mar de gente e pecado. Mulheres lindas por todos os lados, fantasiadas de anjinhas, coelhinhas e marinheiras, de todos os tipos, o cheiro de confete, suor e bebida no ar. Encontrei alguns conhecidos do surf que tinham vindo de Búzios e Saquarema, e a rodada de shots de tequila começou a girar. Letícia não me dava fôlego; ela dançava roçando aquela bunda de diabinha no meu pau, me provocando na frente de todo mundo.

— "Ninguém imagina o que o 'primo protetor' tá fazendo, né?" — ela sussurrou, a voz carregada de malícia. — "Me leva em algum lugar agora, Bruno. Eu quero você aqui no meio do fervo."

Puxei ela pela mão até um beco escuro atrás de um casarão antigo. O som da bateria do bloco batia nas paredes, fazendo o chão tremer. Prensei ela contra o muro de pedra áspera, levantando aquela saia de tule de uma vez.

— "Você quer que eu te destrua aqui, Letícia? Com todo mundo passando ali na esquina?"

— Minha voz era um rosnado de puro domínio.

— "Fode sua diabinha, primo! Me arromba nesse muro!" — ela gemeu, já se abrindo toda.

Eu não tive paciência. Tirei meu pau para fora e enterrei nela com uma violência animal. O sexo foi sujo, rápido e agressivo. Eu a socava contra a pedra enquanto ela gritava palavras sem pudor, pedindo para eu empurrar com força, dizendo que queria chegar em casa com a boceta completamente ardida. Eu a peguei de todos os de jeito, de quatro contra o muro, sentindo o suor dela misturado ao meu, enquanto a gente ouvia a multidão delirando a poucos metros.

— "Diz quem manda nessa buceta, Letícia!" — eu comandava, dando tapas firmes na bunda dela que ecoavam no beco.

— "É você, Bruno! Você é o meu dono, me fode mais!" — ela gritava entre dentes.

Eu não tive piedade. Com o barulho da bateria do bloco explodindo a poucos metros, eu a usei como um animal. Virei Letícia de frente, puxando suas coxas para cima e cravando as costas dela contra a pedra fria do casarão. Eu a socava com uma força imponente, ouvindo os gemidos dela se misturarem aos gritos da multidão. No ápice da loucura, eu a coloquei de joelhos ali mesmo, naquele chão sujo de confete e pecado.

— "Engole tudo, Letícia. Bebe cada gota do seu dono" — comandei, segurando-a pelos cabelos loiros enquanto eu descarregava jatos quentes e grossos de porra na garganta dela. Ela não desviou o olhar; bebeu tudo com uma sede insaciável, limpando o canto da boca com um sorriso de satisfação plena.

Nos arrumamos como pudemos e voltamos para o meio do bloco para tomar as últimas cervejas da noite. Chegamos em casa completamente bêbados mas ficamos no modo furtivo, com os pés descalços. Antes de entrarmos no quarto, a urgência bateu de novo. Ali mesmo, encostados na porta da sala, iniciamos um sexo rápido, sujo e desesperado. Eu a possuía em silêncio absoluto, trocando sussurros pervertidos.

Entramos no quarto e, por instinto, trancamos a porta. Desabamos na cama pelados, pele com pele. Sabendo que a família acordaria em poucas horas, Letícia escondeu nossas roupas sujas e jogou um lençol leve sobre nós. Adormecemos agarrados, mergulhados no cheiro um do outro, protegidos pela chave na fechadura.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Contos_do_Lobo a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Contos_do_LoboContos_do_LoboContos: 8Seguidores: 11Seguindo: 0Mensagem Onde o instinto encontra a escrita. Aqui, as fantasias mais profundas ganham vida em forma de contos. Entre e perca-se nas histórias de quem observa o desejo de perto.

Comentários