O novinho e a coroa

Um conto erótico de Sam
Categoria: Heterossexual
Contém 2407 palavras
Data: 14/02/2026 21:48:12

Sam e Renata

(Nomes fictícios para esta história)

Sam (eu) tinha 20 anos, 1,70 m de altura, corpo esguio mas já meio definido pelos treinos casuais de musculação. Pele morena clara, cabelo curto e bagunçado, sorriso tímido que escondia uma curiosidade crescente. Entre as pernas, carregava 18 cm de pau que, quando excitado, ficava grosso na base, reto e pulsante, algo que eu ainda estava descobrindo como usar com calma. Renata, aos 35, era morena de pele bronzeada, cabelo preto longo e ondulado caindo até as costas, olhos castanhos escuros cheios de malícia. Corpo de mulher madura: curvas generosas, cintura marcada, quadril largo, bunda redonda e firme que chamava atenção em qualquer roupa. Os peitos eram fartos, tipo 44/46, cheios e pesados, com auréolas grandes e escuras que endureciam ao menor roçar ou olhar insistente. Ela exalava experiência e sensualidade, com uma voz rouca que parecia prometer segredos e um perfume amadeirado que ficava no ar depois que passava.

Tudo começou num site de conversa aleatória, daqueles que você entra sem muita expectativa. Eu tava em Toledo-MG, entediado numa noite de sexta, rolando o chat sem compromisso. De repente, ela apareceu: “Oi, novinho… o que um garoto como você tá fazendo acordado a essa hora?”. O nick dela era algo simples, tipo “Rena_35”, e a foto de perfil mostrava só o decote generoso de uma blusa preta, o suficiente pra me fazer responder na hora. Conversamos por horas ali mesmo. Depois de umas três horas, ela jogou: “Me passa teu número, Sam. Quero ouvir tua voz direito”. Troquei o WhatsApp na hora.

Estava com muito tesão só de pensar em estar perto de macetar uma mulher mais velha, sentir aquelas curvas pesadas se rendendo pra mim, ouvir ela gemer alto enquanto eu metia sem dó. No WhatsApp, o papo escalou rápido: fotos dela de calcinha rendada mostrando a bunda empinada, eu mandando close do pau duro na cueca marcando tudo. Combinamos que eu iria buscá-la na casa dela em São Paulo — ela morava numa casa simples no interior da zona sul —, e ela passaria alguns dias comigo no sítio que eu tinha comprado com o dinheiro que juntei trabalhando desde pequeno em serviços pesados, entregas, ajudando na roça da família. Com 20 anos já tinha meu carro próprio e um cantinho isolado na serra, com casa de taipa reformada, piscina pequena e muito mato ao redor pra ninguém ouvir os gritos. Era só uns 200 km de estrada.

No dia marcado, dirigi até SP, pau latejando a viagem inteira só de imaginar o que ia rolar. Cheguei na porta dela no fim da tarde; ela saiu com uma mala pequena, short jeans curtinho que mal cobria a bunda, top justo marcando os peitos enormes e um sorriso de quem já sabia que ia me dominar. Entramos no carro, ela jogou a mala no banco de trás e sentou do meu lado, abrindo as pernas de leve pra eu ver que não tinha nada por baixo.

Assim que estávamos no caminho de volta pro sítio, ela parecia ser bem safada e vagabunda mesmo. Mas aí veio o deboche: “Sabe, Sam, eu não curto mais novo não… vocês aguentam cinco minutos e já querem dormir. Uma mulher igual eu precisa de macho que aguente o tranco, que me faça gozar até não aguentar mais andar”. Bem convencida, olhando pro lado com aquele sorrisinho superior, me deixou com uma raiva gostosa misturada com tesão. Meu pau pulsava forte na calça, e eu só pensava numa coisa: mostrar pra essa coroa que ela nem ia conseguir andar direito depois que eu terminasse com ela. Ia deixar ela de quatro, latindo igual cadela no cio, implorando pra eu meter mais fundo, até ela esquecer essa pose de experiente e virar só uma puta gemendo meu nome.

Chegamos no sítio já no escuro. Descarreguei as malas dela e levei tudo pra dentro da casa. Mostrei o lugar rapidinho: a varanda com rede, a cozinha simples, o quarto com cama grande de casal, a piscina iluminada lá fora e o curralzinho com as galinhas e os dois cachorros que latiram animados quando viram gente nova. Depois fomos comer algo leve que eu tinha preparado antes — frango assado, arroz, salada — sentados na mesa da cozinha. Ela comia devagar, ainda com aquele short e top, peitos quase pulando a cada movimento.

Aí ela reclamou, esticando os braços pra cima:

— Ai, tô toda dolorida do carro, do corpo todo… viagem longa, sabe?

Eu, que já tinha experiência com massagem, vi a oportunidade na hora.

— Quer que eu te faça uma massagem? Sou bom nisso, relaxa o corpo inteiro.

Ela ergueu uma sobrancelha, sorriu de lado.

— Tá bom, novinho… me mostra o que você sabe fazer.

Fui pro quarto, coloquei uma música relaxante baixa, acendi uma luz amarelada fraca. Ela tirou o short e o top sem cerimônia, ficando só de sutiã preto de renda e uma calcinha fio-dental que mal cobria nada da bunda redonda. Deitou de bruços na cama. Peguei o óleo, esquentei nas mãos e comecei a massagear as costas, ombros, cintura, coxas grossas. Cada vez que apertava mais forte, ela soltava gemidinhos roucos, rebolando de leve o quadril.

— Hmm… aí, isso… mais forte… — murmurava ela, empinando a bunda.

Eu sentia o pau latejando. Quando ela já estava toda mole e gemendo, eu sugeri a venda. Amarrei a faixa preta nos olhos dela com firmeza, cobrindo completamente. Ela riu baixinho, safada:

— Pode colocar, menino. Mas cuidado…

Foi aí que eu mudei o jogo. Sem avisar, peguei duas cordas finas e macias que eu tinha guardado na gaveta. Segurei os pulsos dela, juntei os dois atrás das costas e amarrei bem apertado, fazendo um nó firme. Depois amarrei os tornozelos juntos, dobrando as pernas dela pra trás num leve hogtie, deixando a bunda empinada e a buceta exposta por baixo da calcinha molhada. Ela puxou os braços, testando, e soltou um gemido surpreso.

Comecei a abusar do corpo dela devagar, lambendo cada pedaço como se fosse meu. Primeiro o pescoço: lambi devagar, chupando a pele morena, mordendo de leve a nuca enquanto ela tremia. Desci pelas costas, passando a língua quente pela coluna, até chegar na bunda. Puxei a calcinha pro lado com os dentes, expondo a buceta inchada e brilhando de tesão, e lambi tudo: da entrada da buceta até o cuzinho apertado, devagar, fazendo círculos com a língua, sentindo o gosto doce e salgado dela.

— Caralho… Sam… — ela gemeu, puxando as cordas.

Eu dei um tapa mais leve na bunda, acariciando logo depois.

— Relaxa… deixa eu te fazer sentir bem.

Peguei o plug anal pequeno de silicone preto, molhei com óleo e cuspe, encostei na entradinha do cuzinho dela e empurrei devagar. Ela arqueou as costas, gemendo alto quando o plug entrou inteiro. Depois peguei o vibrador rabbit roxo, grosso, com a orelhinha pro clitóris. Liguei no modo médio e enfiei na buceta dela, a orelhinha vibrando direto no botão inchado.

Ela se contorcia nas cordas, gemendo alto. Eu aumentei a velocidade devagar, acariciando as costas dela.

— Isso… goza pra mim, Renata… deixa vir.

Ela gozou a primeira vez rápido, corpo tremendo, esguichando um jato quente no lençol.

— Ai… tô gozando… — sussurrou, voz rouca.

Eu não parei. Tirei o vibrador, lambi o mel dela dos dedos e enfiei de novo, agora mais suave.

— Mais uma… você merece.

Lambi os peitos que eu tinha soltado do sutiã, chupando os mamilos grandes e escuros, lambendo devagar até ela choramingar de prazer. O plug balançava no cuzinho a cada tremor. Depois de uns minutos metendo o vibrador com carinho, ela gozou a segunda vez, gemendo meu nome baixinho.

— Sam… tô gozando de novo…

Continuei lambendo o corpo todo: barriga, coxas internas, voltando pro cuzinho com o plug dentro, chupando ao redor enquanto o vibrador trabalhava. Ela gozou a terceira vez, corpo convulsionando, sussurrando:

— Sam… de novo… por favor…

Só então eu tirei o vibrador e o plug, deixando ela ofegante, buceta aberta e pulsando. Virei ela de bruços com cuidado (ainda amarrada), posicionei atrás dela e enfiei meu pau de uma vez, os 18 cm grossos abrindo caminho na buceta encharcada e quente.

— Vem comigo… — murmurei no ouvido dela.

Meti devagar no começo, depois mais forte, segurando os quadris dela com firmeza. Ela gemia suave, empinando pra encontrar cada estocada. Depois de uns minutos intensos, gozamos juntos — eu enchendo ela de porra quente, jato após jato, sentindo ela apertar ao meu redor enquanto tremia no orgasmo final.

— Isso… toma tudo… — falei baixo, beijando as costas dela.

Soltei as cordas devagar, tirei a venda. Ela virou pra mim, olhos suaves, sorrindo fraco enquanto a porra escorria devagar pelas coxas. Nos abraçamos, corpos quentes e suados, e fomos pro banho juntos. Lá, ela se ajoelhou e me fez um boquete lento e carinhoso, lambendo tudo com calma, fazendo minha perna tremer de prazer. Engoliu tudo quando gozei na boca dela, olhando pra cima com um sorriso satisfeito.

Depois do banho, fomos pro quarto. Ela quis ver o curral dos cavalos — tinha dois ali, um garanhão preto grande e forte. Levamos uma lanterna, ficamos olhando o bicho na noite fresca. Ela ficou quieta um tempo, depois falou baixo:

— Imagina… um pau daquele tamanho… deve ser intenso.

Eu ri, surpreso, mas excitado com a ousadia dela.

— Tá pensando nisso mesmo?

Ela assentiu, apertando as coxas.

— Só imaginando… me deixa quente.

Falei algumas coisas sujas, mas mais provocantes que humilhantes:

— Se você quiser, a gente pode brincar com isso… imaginar, sentir o quanto estica.

Ela ficou excitada pra caralho, mamilos duros marcando a camisola. Voltei pro quarto, peguei um dildo enorme — um modelo realista de pau de cavalo, grosso e longo. Entreguei pra ela.

— Se masturba pra mim… mostra como seria.

Ela deitou, abriu as pernas, enfiou devagar a cabeça grossa na buceta ainda cheia da minha porra. Revirava os olhos de prazer, gemia baixo, empurrando mais fundo enquanto sussurrava:

— Ai… imagina isso… me abrindo toda…

Era intenso ver ela assim, olhos revirando, corpo tremendo de tesão. Me aproximei, segurei a cabeça dela e botei pra mamar de novo.

— Chupa enquanto pensa nisso…

Ela chupou com vontade, mas eu não aguentei muito — já tinha gozado duas vezes antes daquele boquete no banho. Gozei na boca dela pela terceira vez, enchendo a garganta enquanto ela gemia e engolia tudo, ainda empurrando o dildo enorme.

Nós dois gozamos forte naquela última brincadeira, corpos exaustos e satisfeitos. Nos deitamos na cama grande, ela se aninhou no meu peito, perna jogada por cima da minha.

— Foi incrível… — murmurou ela, voz sonolenta.

Eu beijei a testa dela.

— Você é incrível.

Adormecemos assim, abraçados, o silêncio do sítio só quebrado pelo som distante dos animais e o vento nas árvores.

Acordamos com beijos preguiçosos, mãos bobas passeando pelo corpo um do outro. Eu apertava os peitos dela devagar, ela roçava a coxa na minha ereção matinal, rindo baixinho entre os beijos. Tomamos café na cozinha: pão fresco, café forte, ovos mexidos que eu fiz rapidinho. Ela sentou no meu colo pra comer, rebolando de leve só pra provocar, e eu mordia o pescoço dela enquanto ela gemia suave.

Depois fomos alimentar os animais. Jogamos ração pras galinhas, demos água pros cachorros, e chegamos no curral dos cavalos. O garanhão preto estava lá, forte, balançando a cauda, o pau semi-ereto pendurado, enorme e grosso como ela tinha comentado na noite anterior. Renata parou na cerca, olhos fixos nele, mordendo o lábio.

— Ainda tô pensando nisso… — disse ela, voz baixa e rouca. — Olha o tamanho… imagina sentir isso.

Eu me aproximei por trás, abracei a cintura dela, pau já duro roçando na bunda dela por cima do short.

— Você quer mesmo brincar com isso de verdade?

Ela virou o rosto, beijou meu pescoço.

— Só imaginar já me deixa louca… mas se você quiser me ver mais perto…

Amarrei o cavalo na cerca com uma corda longa, pra ele ficar quieto e seguro, sem risco. O bicho bufou, mas ficou parado. Renata se aproximou devagar, de joelhos na palha do curral, respirando pesado. Eu fiquei atrás dela, segurando o cabelo solto, guiando o rosto dela pra perto do pau do cavalo, que já estava mais duro com a presença.

— Vai… lambe — falei baixo no ouvido dela, voz firme mas excitada. — Mostra pra mim como você faria se fosse de verdade.

Ela esticou a língua devagar, tocou a ponta grossa e quente, lambendo de leve a glande enorme, sentindo o cheiro forte e animal. Gemeu alto, corpo tremendo, mão descendo pro próprio short pra se tocar.

— Caralho… é tão grande… tão quente… — murmurou, lambendo mais, passando a língua ao longo do comprimento, babando, olhos fechados de tesão.

Ela não aguentou mais. Levantou um pouco o quadril, puxou o short e a calcinha pro lado, posicionou a buceta bem na frente da cabeça grossa do pau do cavalo e empurrou devagar pra trás. O bicho instintivamente avançou um pouco, e a glande enorme começou a entrar nela, esticando a buceta ao limite. Renata soltou um gemido longo e rouco, corpo inteiro tremendo, olhos revirando de prazer misturado com choque.

— Ai… Sam… tá entrando… caralho… tá me abrindo toda… — gemia ela, voz entrecortada, mãos apertando a palha.

Eu me aproximei rápido, segurei a cabeça dela com as duas mãos e botei meu pau na boca dela, igual ontem no quarto.

— Chupa, minha safada… mama enquanto sente isso.

Ela chupou com vontade, boca esticada no meu pau, gemendo abafado enquanto o cavalo metia mais fundo, devagar mas firme, enchendo ela completamente. O pau enorme pulsava dentro dela, e de repente o garanhão gozou forte — jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela, transbordando pelas coxas, escorrendo em fios grossos. Renata não aguentou de tesão: corpo convulsionou, gozou intensamente ao redor do pau do cavalo, esguichando misturado com a porra animal, gemendo alto no meu pau, olhos revirados, pernas tremendo.

Eu gozei na boca dela logo depois, enchendo a garganta enquanto ela engolia tudo, ainda tremendo do orgasmo brutal. O cavalo se afastou devagar, pau pingando, e Renata caiu de lado na palha, ofegante, buceta aberta e cheia, porra escorrendo em abundância, sorriso exausto e satisfeito no rosto.

— Foi… demais… — sussurrou ela, voz rouca, olhando pra mim com olhos vidrados.

Eu me deitei do lado dela, puxei ela pro meu peito, beijando a testa suada.

— Você é louca… e eu adoro isso.

Ficamos ali um tempo, recuperando o fôlego, o sol da manhã batendo no curral, o cheiro de terra e sexo no ar.

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