Olá,
Meu nome é Caroline e tenho 25 anos, sou carioca. Branca, cabelos pretos e escovados até o meio das costas. Tenho 1,69, 67kgs.
Eu vim até algum site de contos, pois, precisava desabafar o que aconteceu nesta sexta-feira,no Metrô da Linha 2 (Pavuna).
Os blocos de carnaval no RJ já estão uma loucura e muitas empresas liberaram cedo ou deram folga na sexta(a minha empresa deu folga). Eu e meu noivo gostamos muito de sair com amigos, barzinhos e carnaval. Somos muito fiéis um ao outros e não temos muitos fetiches. As vezes gostamos de fazer amor a noite na janela do AP dele, uma sacanagemzinha no carro... mas não passa disso.
Eu trabalho no centro do RJ e estou acostumada a pegar o metrô em horário de pico. Fomos no bloco das carmelitas só que meu noivo não estava se sentindo muito bem e pediu para irmos para o AP dele que fica próximo a Vicente de Carvalho. Entramos no primeiro metrô as 17:30 e descemos na estação Presidente Vargas para trocar de linha, já que é uma estação mais tranquila do que a Central.
Eu estava vestida com um maio preto bem cavado e uma calça amarela toda furadinha que parece uma meia calça que vai até a cintura. Imaginamos que o metrô não estaria tão cheio devido as folgas, mas quando chegou o Pavuna na plataforma estava cheio de foliões e trabalhadores, mas não tão lotado.
A porta abriu e estávamos de mãos dadas, mas junto conosco entraram mais 6 pessoas e ai ficou apertado. Na hora de entrar, entrou um rapaz de uns 35 anos moreno claro, 1,85, barba e um corpo normal. No empurra-empurra, eu fiquei com as pontas dos dedos no ferro do meio, porquê já tinha uma mulher imensa ocupando o espaço e não deixava eu chegar. Meu noivo ficou quase do meu lado, um pouquinho na diagonal e o rapaz que eu mencionei estava grudado atrás de mim. Eu pensei, gente o que eu faço agora ? Eu to com as pernas e a bunda de fora aparcendo e tem um homem estranho grudado em mim. Mas não tinha o que fazer, eu não podia me mexer e nem ele. O metrô partiu em direção a central e eu comecei a sentir a rola dele latejando na minha bundinha. Eu falei pra mim mesma, ainda bem que vai chegar a central e vai descer algumas pessoas... assim eu posso me afastar um pouco dele. Não desceu quase ninguém e entrou mais umas 10 pessoas.
A gorda foi um pouco mais para trás e minha bunda do lado esquerdo apertou a rola do menino de um jeito que dava para sentir até a textura, como se ele tivesse sem cueca. Eu fui olhar pro meu noivo para ver se ele conseguia me puxar para perto dele ou fazer alguma coisa.
Quando eu olhei para o lado, ele estava olhando exatamente em direção a minha bunda. Ou seja, ele estava vendo que o rapaz estava com o pau totalmente encostado na minha bunda. Eu pensei que meu noivo não falou nada para não arrumar uma confusão maior, ninguém tinha culpa daquela lotação toda. Resolvi ficar calada.
O pau dele ficou pulsando em mim pela Cidade Nova e até a chegada de São Cristóvão. A gorda desceu em São Cristóvão e falei: "Uffa, vou conseguir me mexer um pouco". Como estou acostumada com metrô, desgrudei rápido e virei de frente para ele e meu noivo. Nisso entraram umas 5 pessoas empurrando igual loucos e o rapaz, que era até bonito, veio mais para perto de mim. Ele segurava sua mochila com a mão para baixo por educação como recomenda o metrô. Quando eu olhei pra baixo, eu vi o quanto o pau dele estava duro e marcando uma calça jeans. Eu arregalei o olho, porquê, para marcar uma calça jeans daquele tamanho devia ser muito grosso. O problema de ele ter chegado perto de mim é que a mão que ele estava segurando a mochila estava muito perto do meu Maio. No balanço do metrô em direção a estação de Triagem que é muito longe os dedos dele ficava encostando na minha bucetinha, eu olhava pra baixo e via que o safado estava botando de propósito, ele até virou a mão para os dedos encaixarem certinho. Quando chegou em Triagem ele deixou os dedos dele encostados nos lábios da minha buceta. Quando o Metrô partiu em direção a Maria da Graça, eu tomei coragem e falei baixo para ninguém perceber:
"Moço, seu dedo ta pegando bem no meio da minha buceta. Você não consegue virar um pouquinho ?"
Ele respondeu baixo também: "Desculpa, mas tá cheio. Quase não consigo me mexer"
- Eu reparei que meu noivo estava prestando atenção no que a gente estava falando e quase morri de medo.
Meu noivo tocou no braço do rapaz e disse:
"Caramba, o metrô é sempre cheio assim ? Não tem pra onde ir, né ?"
Nisso eu vi que ele olhou pra mão do cara que estava, literalmente, mexendo no meu grelo de um lado para o outro por cima do Maio.
O rapaz só balançou a cabeça afirmando que sim.
O safado ficou me masturbando até a Estação de Del Castilho. Eu olhava pra mão dele brincando com minha bucetinha, olhava de canto de olho pro meu noivo e notava que ele via o que estava acontecendo e não fazia nada. Só olhava. Eu comecei a ficar toda melada por causa da situação. O bico do meu peito estava marcando o tempo todo a fantasia. Gente, é involuntário, mas você acaba ficando com tesão. E quando desceu bastante gente na estação, não teria mais desculpas.. Ele poderia sair dali. Eu vi ele tirando a mão da minha pepekinha, levou os 2 dedos até a boca e chupou os 2 dedos.
Que safado, ainda me provou. Quando achei que ele fosse sair de perto, já que tinha espaço para nós ficarmos distantes.. ele abaixou a mão, abriu os lábios da minha bucetinha e botou o dedo lá de novo. Eu fiquei me segurando com uma mão na barra e dei a outra pro meu noivo me puxar dali, ter alguma atitude. Eu mesma poderia sair agora, mas queria que ele me tirasse.
Perguntei:
"Vamos ? É a próxima ?"
"Não amor, fica ai. Ainda falta mais uma".
Olhei pra baixo para ver o movimento do rapaz mexendo na minha bucetinha que ja estava molhando todo maio, por sorte, era preto e não parecia tanto. Olhei pro meu noivo e ele estava olhando para os dedos do cara na minha buceta fixamente. Ele soltou minha mão e apertou o próprio pau pela bermuda sem olhar na minha cara.
Eu pensei: - Ué ? Ele ta vendo o cara mexendo na buceta da futura esposa dele e não tá com raiva ?
Descemos em Vicente e o rapaz seguiu a viagem. Chegamos no AP dele que fica a uns 5 minutos andando da estação. Ele me empurrou no sofá, afastou a frente do meu Maio pro lado e meu coração acelerou. Ele ia ver que eu estava totalmente excitada. Eu estiquei o pescoço para ver e minha pepeka chegava a estar pegajosa, muito melecada. Ele me lambeu da pontinha do meu cu até a testa da buceta.
Eu entendi que ele queria ver como aquele safado tinha me deixado e resolvi arriscar brincar com a situação para a reação. Ele me colocou montada em cima dele.
Durante a cavalgada bem lentinha, eu fui até o ouvido dele e falei:
"Amor, você não deve ter visto... mas no metrô o rapaz do seu lado botou o pauzão dele na minha bunda. Era enorme e ficava latejando. Eu tive que deixar, não podia fazer nada. Com essa roupa minuscula dava pra sentir todo o formato"
- Ele ficou calado.
"Depois ele ficou brincando na porta da minha bucetinha com a mão até ela ficar toda babadinha. Ele era um safado. Essa buceta é só sua e ele ficou mexendo nela."
- Ficou um pouco ofegante
"Agora eu sei onde ele pega o Metrô voltando do trabalho, se eu encontrar com ele, vou falar que ele pode até brincar com minha bucetinha, mas só você que come ela, tá ?"
Nisso ele comecou a socar mais forte e acelerar a foda.
Eu falei:
"Eu gozo na mão dele e você goza dentro de mim."
Ele urrou como nunca e preencheu toda minha pepeka de porra quente. E virou de lado para dormir. No dia seguinte, perguntou que dia eu volto a trabalhar e se eu quero que ele me busque.
Eu falei, eu volto na quinta-feira amor, mas não precisa me buscar. Eu já pego o Metrô há muito tempo, sei me virar.
Claro que se eu encontrar o rapaz eu não vou falar e nem fazer nada, mas eu fiquei chocada que meu homem, mesmo me amando, pode sentir prazer em ver outro tirando uma casquinha de mim.
Moço do Metrô, eu não vou fazer nada, porquê eu amo meu noivo. Mas normalmente eu saio do trabalho às 17:50 todos os dias. E gosto de entrar sempre um vagão antes do feminino.
