Oi, gente, sou eu de novo, a loira burra que todo mundo acha que só serve pra abrir as pernas e gemer alto. Tô aqui na cozinha agora mesmo, ainda de manhãzinha, com meu corpo todo dolorido e satisfeito depois daquela noite do caralho que nem dá pra explicar direito. Peguei minha xícara grandona de café preto, bem forte, daqueles que queimam a língua e acordam a alma, e tô sentada na banqueta, só de calcinha minúscula e uma regatinha velha que mal cobre os peitinhos durinhos. O cheiro do café sobe, quente, e eu dou o primeiro gole devagar, sentindo o líquido descer rasgando a garganta.
Enquanto engulo, fecho os olhos e a mente volta direto pra ontem à noite. Porra, foi insano. Os latidos ecoando no escuro, o peso daquele labrador montando em mim, o nó inchado travando dentro da buceta, esticando tudo até eu achar que ia rasgar de vez. A porra quente jorrando fundo, escorrendo pelas coxas, misturada com meu gozo que pingava no chão do estúdio. E o cheiro... aquele cheiro forte de animal, de macho selvagem, grudado na minha pele até agora. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, gritando como uma cadela no cio, implorando pra ele não parar nunca. Cada estocada era mais bruta, mais profunda, mais suja. Meu cu ainda lateja do plug que deixei lá dentro a noite inteira, e a buceta tá inchada, vermelha, sensível pra caralho – mas é um tesão que não passa. Só de lembrar, sinto ela pulsar de novo, molhando a calcinha fina.
Dou outro gole no café, forte, e solto um gemidinho baixo. "Ah, que delícia de lembrança...", murmuro pra mim mesma, a loira burra rindo sozinha na cozinha vazia. O café desce quente, e eu aperto as coxas uma na outra, sentindo o latejar lá embaixo. Queria que todo dia fosse assim, nessa paz suja, nessa putaria extrema que me faz sentir viva de verdade. Nada de homem chorão, nada de mulher melosa – só pau de cachorro, nó me prendendo, porra enchendo até transbordar e eu babando de prazer.
Termino o café de uma vez, lambendo os lábios, e me levanto. Hora de preparar o terreno pro próximo round. Saio pro quintal dos fundos, ainda descalça, o sol batendo na pele clara. Vou direto pro muro alto, onde tem aquele buraco maior que o tempo abriu – perfeito pra eles passarem. Pego um balde velho, jogo ração barata misturada com uns restos de carne que sobrou do almoço de ontem. Coloco tudo bem no buraco, espalhando pra chamar atenção. "Vem, seus safados... mamãe tá esperando vocês hoje à noite", falo baixinho, já sentindo um arrepio subir pela espinha. Imagino eles farejando, latindo, pulando o muro um por um pra me foder de novo até eu desmaiar de tanto gozar.
Volto pra dentro, entro no estúdio de depilação. O lugar tá uma zona: lençóis sujos no chão, marcas de patas na maca, cheiro forte de sexo misturado com desinfetante. Eu pego o balde com água quente, sabão e desinfetante forte, e começo a limpar tudo. Esfrego a maca onde me deitei de quatro ontem, onde a porra escorreu e pingou, onde eu gozei esguichando. Passo pano no chão, tiro as manchas, jogo os lençóis na máquina. Enquanto limpo, não resisto: enfio dois dedos na buceta ainda sensível, sentindo o inchaço, o resquício de porra seca grudado nos lábios. "Tá pronta pra mais, né sua cadelinha burra?", falo comigo mesma, rindo e colocando o plug no cu devagar para trabalhar plugada e ficar com mais desejo.
Termino a limpeza, o estúdio fica impecável, cheirando a limão e cera depilatória. As clientes vão chegar em breve, mulheres inocentes sentando na maca pra eu depilar suas bucetas lisinhas, sem nem imaginar que horas atrás eu tava ali mesmo, de quatro, sendo arrombada pelo caralho grosso do labrador de rua. Coloco uma música suave, arrumo os produtos, e me olho no espelhinho do banheiro do estúdio: cabelo loiro bagunçado, olhos castanhos brilhando de tesão contido, sorriso de quem sabe que a noite vai ser ainda mais insano e depravado.
Tô pronta pro dia. Depilar de dia, ser cadelinha à noite. Essa é a minha paz, a minha vida. E vocês? Querem saber o que vai rolar quando os primeiros latidos chegarem hoje à noite? Rsrs. Fiquem ligados, porque a loira burra aqui não tem limite.