Peguei Meu Pai Comendo Minha Irmã - 3

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Lésbicas
Contém 1009 palavras
Data: 15/02/2026 07:29:03

O dia seguinte foi daqueles que parecem perfeitos demais pra ser verdade. Solzinho entrando pela janela da cozinha, cheiro de café fresco, pai chegando do trabalho mais cedo do que o normal, com aquele sorriso cansado mas feliz que ele dá quando vê a gente.

Ele entrou pela porta da frente, jogou a mochila no canto e abriu os braços.

— Minhas meninas! — disse, voz grave e quente.

Eu corri pra ele primeiro. Ele me pegou no colo como se eu ainda tivesse dez anos, me deu um beijo estalado na testa e apertou forte contra o peito largo. Senti o cheiro dele: sabonete misturado com um pouquinho de suor do dia, aquele cheiro que sempre me acalmava… mas hoje me deixou com os mamilos duros debaixo da blusinha fina. Eu me segurei nele um segundo a mais do que o normal, sentindo o calor do corpo dele, imaginando se ele percebia que eu tava sem sutiã e que meus peitinhos roçavam nele.

— Tá crescendo rápido, hein, filhota? — ele brincou, me colocando no chão com carinho.

Depois foi a vez da Laura. Ele a abraçou por trás enquanto ela mexia a panela, beijou o topo da cabeça dela e murmurou algo no ouvido que fez ela rir e dar um tapinha no braço dele. Os peitos dela balançavam de leve enquanto ela mexia o molho, e eu fiquei olhando, sentindo aquela inveja velha misturada com um tesão novo que não saía da cabeça.

A gente preparou o jantar juntos. Pai cortando cebola e contando história engraçada do colega de trabalho que derrubou café no chefe, Laura rindo alto e me passando os temperos, eu colocando a mesa e tentando não olhar demais pro peito peludo do pai que aparecia na camisa meio aberta. Cada vez que ele passava por trás de mim pra pegar algo na geladeira, o braço roçava na minha cintura e eu sentia um arrepio descer direto pra buceta. Tinha que apertar as coxas pra não gemer baixinho.

No jantar, a mesa cheia de risada. Meu pai serviu comida pra gente primeiro, como sempre, elogiou o tempero da Laura, perguntou sobre meu dia na escola. Eu respondi qualquer coisa, mas minha cabeça tava longe: imaginando ele me servindo de outro jeito, me colocando na mesa e abrindo minhas pernas. Laura piscou pra mim quando o pai não tava olhando, como se soubesse exatamente o que passava na minha mente.

Depois do jantar, sofá. Ele sentou no meio, um braço sob o ombro de cada uma de nós. Assistimos uma novela boba, ele comentando as cenas, a gente rindo das burrices dos personagens. Eu encostei a cabeça no ombro dele. Meu coração batia forte. Entre as pernas, uma pulsação insistente. Eu imaginava a mão dele descendo devagar, entrando por baixo do short, tocando onde eu tava molhada desde a hora do abraço. Mas eu só sorria, fingia prestar atenção na TV, enquanto minha calcinha ficava cada vez mais encharcada.

Fui pro quarto cedo, disse que tava cansada. Deitei na cama ainda vestida, corpo quente, mente fervendo. Fechei os olhos e apaguei quase na hora.

O sonho veio rápido e forte.

Começou igual ao jantar. A gente na mesa, pai servindo. Mas de repente ele derramava molho quente nos meus peitinhos por “acidente”. O molho escorria devagar pelo decote. Ele olhava pra mim com aqueles olhos escuros e dizia baixinho:

— Deixa o papai limpar, filhinha.

A mão grande dele entrava na blusa, limpava o molho com os dedos, depois levava à boca e lambia devagar, me olhando nos olhos. Laura ria do outro lado da mesa, se inclinava e lambia o resto do meu peito, a língua quente circulando o mamilo. Eu gemia alto, sem vergonha. Depois ela me beijava, língua na minha boca, e o pai se juntava, virando um beijo a três molhado e faminto.

A cena pulou pro sofá. Pai massageando meus ombros “pra relaxar depois do jantar”. As mãos desciam pros meus peitinhos, apertavam os mamilos durinhos por cima da blusa. Eu arqueava as costas, gemia. Laura tirava a camisa dele, revelava o peito peludo, depois abria a calça e o pauzão saltava pra fora — grosso, veias saltadas, cabeça brilhando. Ela segurava na base e guiava minha boca.

— Chupa o pau do papai, Aline. Mostra que você quer.

Eu abria a boca, engolia devagar, sentindo o gosto salgado, o pulsar na língua. Pai gemia rouco, mão no meu cabelo:

— Agora você é minha mulherzinha também, Aline.

Acordei no meio da noite, ofegante, suada, calcinha encharcada. O lençol tava úmido entre as pernas. Toquei rápido, esfreguei o grelo inchado e gozei de novo em segundos, mordendo o travesseiro pra não gritar. Mas ainda tava frustrada. Era só sonho. Eu queria o real.

Levantei tremendo, fui na ponta dos pés pro quarto da Laura. A luz do abajur tava acesa, ela tava acordada no celular. Quando me viu, abriu um sorriso safado.

— Eita que te aconteceu?

Entrei, fechei a porta, sentei na cama dela.

— Sonhei… muito. — contei tudo, detalhes sujos, o pau na minha boca, metendo na buceta, gozando dentro. — Eu quero de verdade, Laura. Não aguento mais só imaginar.

Ela largou o celular, me puxou pra perto, mão no meu cabelo.

— Eu sei, maninha. O real vai ser melhor que qualquer sonho. Mas, se você quiser realmente fazer isso, é melhor você se preparar…

Ela me deitou na cama dela, tirou minha blusinha devagar, chupou meus peitinhos até eu gemer. Depois desceu, abriu minhas pernas e lambeu minha buceta encharcada, me preparando.

Saiu rapidinho e voltou com o consolo — 20 cm de borracha realística, grosso, veias marcadas, cabeça protuberante. Parecia vivo.

— Chupa primeiro — ela disse. — Treina a boca pro pau do papai.

Eu chupei, engoli o máximo, babando, imaginando ele.

Depois ela me deitou de costas, abriu minhas pernas, lambeu mais um pouco pra lubrificar. Guiou o consolo na entrada, penetrou devagar. Doía um pouco, ainda assim, pedi:

— Mais… mete tudo…

Ela meteu fundo. Acelerou, eu rebolava, gozei forte encharcando aquele consolo.

Se eu estava me sentindo assim com aquela brincadeira, mal podia esperar pelo real.

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