Pra explicar meu cunhado, basta resumir com “conversa fiada” e “touro”. Pronto, esse é o Rafael. Sabe aquele cara falador que tem assunto pra todos os momentos, adora papear e tá sempre com a piada pronta na ponta da língua? É o marido da minha irmã, ele é exatamente assim. A parte do touro é porque o apelido dele é Tourudo, graças ao porte físico.
Cunhadão nem é tão alto, deve ter no máximo 1,72m, mas seu corpo é largo e grosso, daqueles que você olha e sabe que se trata de um homem rústico. Rafael não é bombado ou saradão, pelo contrário, ele é parrudaço, tem aquela barriga que fica marcada nas blusas e não esconde de ninguém que adora bater pratão de peão. Mas também, vou ser honesto: o cara merece comer bem.
Trabalha desde os 13, passa a semana inteira na rua carregando e descarregando caminhão de mudança, ajuda a mãe a trazer os caixotes pesados da feira aos sábados e ainda tem disposição pra dar uma força pro pai na oficina aos domingos. Ufa! Isso pra não falar que ele ainda tem energia e fôlego pra aturar as birras da minha irmã.
Tá entendendo por que meu cunhado tem o corpo que tem? Seu peitoral firme e repleto de pelinhos enrolados transmite imponência; os ombros são definidos do trabalho braçal diário e se destacam nas blusas que ele veste, principalmente as de manga; os braços idem, com bíceps e tríceps saltados e visíveis a olho nu; a pele é branca, mas com o típico bronze do sol carioca. Cabelo curto, loiro e quase sempre penteado pro lado, pés largos nº40, axilas cheias, pernas cabeludas e 29 anos de idade, quase trintão.
Quem não conhece, acha até que Tourudo é lutador de alguma coisa, porque ele tem porte de atleta mesmo, não fosse pela barriga de bom bebedor. Aquele ali não dispensa gelo com os amigos depois da pelada. Eu fico pra morrer quando ele vem jogar bola com os colegas no campo aqui do bairro e inventa de passar lá em casa depois do jogo, ensopado de suor, o calção caindo na cintura e o bichão deitado de lado no pano.
- Fala, Luizinho. Tranquilidade, moleque? Toca aí.
- Sai fora, Rafael! Tu tá todo suado, nem tomou banho ainda. Não chega perto de mim. – reclamei.
O filho da mãe olhou pro lado, viu que estávamos sozinhos no quintal e não resistiu em fazer as piadas que adora fazer sempre que ficamos a sós.
- Tá com nojo do meu suor, Luizinho? Isso é cheiro de macho, pô. Até parece que viado não gosta de cheirão de homem.
- Lá vem você de papinho furado. Começou... Quem falou que eu sou viado? Me respeita, inferno. Gosto de mulher. – menti.
- Tehehe! Tá bom. Vou fingir que acredito. Teus pais e tua irmã não tão aqui, não. Comigo tu pode abrir o jogo, não precisa se esconder. Sou bom de farejar viado.
- Hm, entendi. Quer dizer que meu cunhado heterossexual tem faro pra boiola, é? Essa história tá esquisita... – tentei inverter o jogo.
- Tenho mesmo. E tu não me engana, seu cuzão. Tu é viado que eu sei.
- Fala baixo, cara! Já pensou se alguém ouve?
- Ué, tá com medo? Acabou de dizer que gosta de mulher e agora tá com medinho de escutarem? Não tô te entendendo, Luíz. Beheheh!
- Ah, vai se ferrar! Você adora me perturbar, hein.
- Vou perturbar até tu sair do armário pra mim. Quando tu admitir que dá ré no quibe, aí eu paro.
Sabe o que o desgraçado fez? Abaixou, tirou as chuteiras, removeu os meiões pesados de suor e espremeu ambos na minha frente. As gotas caíram no chão quente do quintal, subiu aquele vapor fudido de testosterona de futebol e eu me senti o pior irmão do mundo por ficar de pau duro no cheiro do marido da minha irmã.
O mais foda é que o Rafael fez isso olhando na minha cara, como se estivesse testando minha paciência e minha resistência, e não parou por aí: ele ficou na ponta dos pés, ergueu os braços, exibiu os sovacões mega peludos e se despreguiçou na minha frente. Por causa desse movimento de se esticar, a penca do piruzão cruzou o short, apontou pro lado e o elástico acabou descendo demais, deu pra ver o púbis parrudo e pentelhudo do sacana.
- Depois tu diz que não é biba, ó. Só falta babar. Teheheh!
- Não enche, Rafael. Já falei que não sou.
- Ah, né não?
- Não, nunca. Gosto de mulher, pô. – menti de novo.
- Então se eu pedir pra tu dar uma coçada no meu saco, tu vai negar? – ele segurou o riso e deixou claro que era zoação.
- LÓGICO QUE VOU NEGAR! – só eu sei como doeu dizer que não.
- Calma, Luizinho, tô te gastando! Fica nervoso à toa, cuzão. Gehehe!
- É que você fica de conversa fiada e eu ainda perco tempo contigo. Tu é um chato, isso sim. – dei as costas, fui pro quarto e deixei Rafael falando sozinho.
Eu acho ele chato? Sim, demais. Mas a verdade é que só me mandei pro meu quarto porque não aguentei passar nem mais um segundo na presença daquele macho peludo, suado e recém chegado do futebol. Mesmo tendo barriguinha, deu pra ver as descidinhas no oblíquo do marido da minha irmã e a todo momento meus olhos buscavam o volume chamativo nas dobras do calção molhado, por isso achei melhor sair de perto e não dar ideia pro Rafael.
Só que tomar distância não adiantou...
Na semana do carnaval, meu cunhado ficou sem dinheiro pra viajar e topou fazer uns fretes em cima da hora, o que deixou minha irmã puta da vida. Eles já tinham marcado de viajar com meus pais pra Jaconé, mas ele teve que ficar pra trabalhar e acabou furando os planos, daí ela se revoltou, foi na frente com os coroas e deixou Rafael pra trás. Coitado...
Eu planejei ficar no Rio e curtir os blocos com meus amigos, então me admirei quando abri a janela da sala no sábado de manhã e vi o caminhão de mudança estacionando na calçada.
- Não era pra você estar em Jaconé com a família? O que rolou? – me fiz de bobo.
- O que rolou é que tua irmã tá muito esquentadinha pro meu gosto. Já não quer fuder, agora resolveu viajar sem mim. Que se foda, tô nem aí. – ele desceu da boleia e bufou, visivelmente emburrado e sem paciência.
- Vish... Brigaram. E pelo visto, você tá de ovo virado.
- Ovo viradaço, ó como tá meus ovo. – Rafael apertou a mala na calça jeans, bateu a porta do caminhão e andou comigo em direção ao quintal. – Vim pegar umas cordas que teu pai deixou pra mim, ele falou?
- Falou não. Ah, pera... Vê se é isso aqui.
Fomos no quartinho de tralhas do coroa e eu encontrei as benditas cordas já embaladas sobre a mesa, meu pai só esqueceu de avisar que o Rafael ia aparecer pra buscar.
- Tá ocupado, vai sair...? Vou fazer mudança pra um parceiro meu, tá a fim de dar uma força?
- Pô, eu... – pensei duas vezes, tirei o macho dos pés à cabeça e pensei de novo.
E de novo, de novo... Cunhadão tava de regata, com os brações de fora e os músculos inchados do trabalho, com suor escorrendo no vão das axilas. Dava pra ver os pelos dos sovacos sobressaindo até quando ele fechava os braços, mas acho que o que mais me pegou foi o fato do filho da puta estar de calça jeans e chinelos. Eu fico com água na boca quando o cara esconde a pica e deixa os pezões de fora, ainda mais se for no horário de trabalho, durante o expediente e de corpo quente.
- Eu vou sair à tarde, mas acho que dá tempo de te ajudar. Não custa, né? – respondi.
- Show. Bora lá, é aqui perto.
Troquei de roupa, pegamos as cordas, subi no caminhão e fomos lá em Turiaçu fazer a tal mudança do colega dele. Enquanto dirigia e prestava atenção na rua, Rafael desabafou sobre o casamento, contou que minha irmã tava fazendo greve de sexo desde que se converteu à igreja e confessou que eles não transavam há pelo menos três meses. Meu queixo caiu nessa hora, não deu pra acreditar que um macho gostoso feito ele estava vivendo literalmente de saco cheio.
- Meu Deus, homem! E como você tá fazendo pra aliviar? – tive que perguntar.
- Tô me virando, Luizinho. Apelando pro cinco a um, igual todo homem faz. – ele apertou o volume no meio das pernas e riu.
- Ah, não creio! Punheta, Rafael? Logo você, o vulgo Tourudo, tendo que bater bronha? Hahahah!
- Qual foi, cuzão? Tá zoando, seu viado?
- Não, é que... Sei lá, eu sempre achei que punheta fosse brincadeira de adolescente. Tu é casado, pode transar a hora que quiser... Nunca imaginei um homem feito você tendo que se masturbar pra aliviar.
- Punheta é universal, moleque. Tem essa de idade não, ou tu acha que velho não se masturba? Faz parte, porra.
- Foi mal, não quis ofender.
- De boa. Mas eu entendo o que tu quer dizer. É que eu sou casado e tô tendo que bater punheta, saquei. É foda mesmo.
- Sim. Na minha visão, você e ela transavam todos os dias.
- Quem dera. Se eu comesse buceta todo dia, não taria de cabeça cheia do jeito que eu tô. O que não falta é fogo, Luizinho. Geheheh... – Rafael deu a segunda patolada na pica por cima da calça, beliscou o prepúcio e não escondeu que falar de sexo o deixa instigado.
Especialmente num contexto onde o coitado não tá transando, concorda? Ele deu várias coçadas no malote, estacionou o caminhão na porta do apartamento do colega e nós descemos pra descarregar a mudança. Só que o amigo dele não tava, então subimos no segundo andar, tocamos a campainha e esperamos até alguém atender, porém ninguém apareceu. Até o celular do sujeito só dava desligado e o Whatsapp sem receber mensagens.
- Caralho, e agora? Não acredito que esse arrombado me fez vir aqui à toa. – Rafael pisou com raiva no chão e ficou andando pra lá e pra cá no corredor.
- Relaxa, cunhado. Agora já tamo aqui, não adianta ficar puto. – tentei acalmá-lo, mas a realidade é que não tirei os olhos da borracha deitada de lado no jeans surrado.
Sabe quando o macho é tão roludo que a pica marca até quando tá mole? Puta merda! Foi tortura psicológica ver Rafael coçar o saco na minha frente e não poder me oferecer pra ajudar a aliviar a coceira dele. Teve uma hora que o sem vergonha cansou de esperar, encostou na parede, sentou no chão do corredor e abriu as pernas, aí sim acumulou aquele relevo imenso de piroca entre as coxas, e olha que jeans não é tão fácil de marcar.
- “Não é possível que tudo isso é piru!” – pensei alto. – “Como minha irmã tem CORAGEM de negar buceta pra esse homem?! Fala sério!”
Quando digo relevo de piroca, é porque parecia um relevo mesmo, uma cordilheira inteira formada pelos altos e baixos da caceta, dos testículos e da pentelhada, um tombado por cima do outro. Tipo uma massa que não dava pra dizer exatamente o que era saco e o que era tromba, mas foi suficiente pra eu saber que Rafael não é apelidado de Tourudo à toa. Olhei tanto que ele percebeu as manjadas, me encarou e não perdoou.
- Qual foi, moleque, tá com a mão limpa aí?
- Tô, por quê? – eu já sabia que vinha papo fiado, como sempre.
- É que como, tá coçando pra caralho aqui. – coçou a mala e fez cara de coitado. – Tua mão tá limpa? Se tiver, dá uma coçada pra mim.
- Ah, pronto. Tava demorando... Vai começar a palhaçada de sempre. – suei à beça pra resistir à tentação.
- Papo reto, Luizinho. Só tem eu e tu, precisa ter vergonha não. Coça aqui pro cunhadão, aproveita que tá com a mão limpa. Sei que tu quer. – outro aperto no caralho, aquela olhada torta e a mordida na boca, só pra me deixar de pau duro e cuzinho piscando.
Como se nada disso bastasse, ele esticou as pernas na minha direção, um dos chinelos caiu do pé e eu fiquei frente a frente com aquela sola larga, massuda, cheia de carne e com dobradiças suculentas. Meu pau envergou quando senti o cheiro das plantas dos pés do Rafael, o perfume natural do chinelo suado e a quentura da testosterona dele.
A gente tinha acabado de descarregar alguns móveis do caminhão, seus músculos estavam inchados do esforço físico, a respiração ofegante e o corpo transpirando firme, eu me controlei pra não levantar de onde estava sentado e ir lá coçar o saco do cunhado.
- Aproveita que eu tô carente sem fuder. Vem, coça aqui.
- Rafael... – apontei na cara dele. – Se tu continuar brincando assim comigo, eu vou-
- Vai o quê? – ele segurou minha mão e me puxou pro lado dele. – Vai confessar que tu curte homem, viadinho? Baitola. Sai logo do armário pro teu parceiro aqui, confia.
- Por que você quer tanto que eu seja gay, posso saber? – fiquei curioso.
- Porque eu quero um amigo viado pra coçar meu saco quando eu mandar. Tehehe... – o safado riu, mas falou bem sério. – Vem, coça pra mim. Pode coçar, eu deixo.
Não deu pra continuar ali sem fazer nada. Estávamos a sós no corredor do segundo andar, nada do amigo dele aparecer e, enquanto aguardávamos, o filho da puta ficou me atiçando, me provocando. Segurou a piroca na calça, puxou minha mão e desafiou minha resistência, mas eu sabia que aquela era só uma das várias zoações do Rafael, por isso resisti ao máximo e custei pra ceder à pressão.
- Desisto, Luizinho. Agora tu provou que é hétero mesmo.
- Provei?
- Pensei que tu ia coçar minha pica, mas tu não tá nem aí pra mim.
- E se eu coçasse?
- Eu ia deixar. Tá coçando, quero que coce.
Perdi a batalha e a guerra. Já que ele queria tanto e eu também não aguentava mais de curiosidade, sentei do lado dele, estendi o braço e apertei a mala com vontade, pra sentir cada centímetro daquele picão quiludo. Mas essa não foi a atitude certa, porque o Rafael arregalou os olhos, caiu na risada e se mostrou surpreso com a minha ousadia, ou seja, eu estava certo: era tudo papo furado, zoeira da parte dele.
- CARALHO, MOLEQUE, TU É VIADO MESMO!? CAÔ?
- Aff, vai se fuder! E eu aqui te dando trela. Cansei, Rafael. Não sei por que eu vim ajudar na mudança, sinceramente. – tirei a mão, bufei e fiz que ia sair dali.
- Não, porra, pera lá! – ele pegou minha mão e levou de volta à vara. – Aperta, pode apertar! Só tô surpreso que tu é biba mesmo. Heheheh!
- Surpreso de quê? Você sabe desde o início e insiste pra eu sair do armário. Parabéns, saí. Eu sou gay. Tá feliz?
- Gay é o caralho, tu é viado. Tu é boiola, tu é meu viadinho. – apontou o dedo na minha cara. – Bem que eu tô precisado de um amigo tchola pra me fortalecer, até que enfim saiu do armário. Hehehe! Coça meu piru, para não.
- Seu cretino... Aposto que tá comendo geral depois que minha irmã começou a greve de sexo, tá não?
- Pior que não, antes tivesse. Tenho medo de trair, não sou homem disso.
- Não é? E tá deixando eu pegar na tua rola por causa de quê, posso saber?
- Tu é meu cunhado, moleque. Ninguém vai desconfiar. Não é de hoje que eu tô de olho nesse teu jeitinho meio fresco. Pra segurar minha piroca tu não tem frescura, né? É um viadinho mesmo.
- Tá falando de mim, mas o pau do maridão hétero não para de crescer na minha mão. Acho que alguém não é tão hétero assim. Hahahah. – debochei.
- Tô crescendo mesmo. Nome disso é carência, mó tempão que não faço um sexo bolado.
- Ah, entendi. Culpa da carência, saquei. Tá bom... Claro que é a carência. Quer que eu pare de mexer na sua pica então, senhor hétero? Melhor, né?
- Pelo contrário, viado. Quero que tu abra o zíper e bote meu caralho pra fora, pra ver como ele é no ao vivo.
- Ué, mas o senhor não é o machão hétero?
- Sou. E é por isso que quero a opinião do cunhado viadinho. Vê se minha piroca é do tamanho que tu gosta, puxa minha calça. – Rafael abaixou o zíper, desceu o jeans suado na altura dos joelhos e botou a peça pra rolo, ainda mexeu a cintura pros lados pra fazer a banana balançar.
Minha primeira reação depois de ver a pica dele pela primeira vez foi perdoar todas as conversas fiadas, zoações e piadinhas que o cunhadão faz comigo desde o dia que a gente se conheceu. Sério, impossível não perdoar.
Queria não ser superficial e dizer que não foi a rola que me fez desculpá-lo, mas sim, eu sou falocêntrico ao ponto de perdoar as zombarias do macho por culpa do tamanho da vara dele. E tipo, na verdade não apenas pelo tamanho, no caso do Rafael foi pelo formato. O piru dele é simplesmente o pau mais bonito que já vi na vida, sem brincadeira!
- Ah, não... Não acredito... Só pode ser piada.
- Que foi? Não gostou, Luizinho? – ele não entendeu minha cara.
- Né possível que minha irmã faz greve de sexo tendo um MACHO desses dentro de casa! PUTA QUE PARIU! Nem parece que é minha irmã! – falei tudo que tinha que falar, não poupei sinceridade.
- É isso aí, porra! É essa fome que eu queria que ela tivesse. Mas já que ela não tem... – Rafael deu um passo à frente, esbarrou a glande no meu beiço e apertou a mão na minha nuca pra mostrar qual era seu desejo.
Entendi o recado, abri a boca e engoli pelo menos metade dos 16cm de jeba que meu cunhado esconde na calça surrada. Isso mesmo que você leu, 16cm, mas 16cm curto e grosso, com um rompante de caralho que deita qualquer viado sem fazer esforço.
Pensa numa giromba humilde no comprimento, mas estratosférica na largura e com a cabeça quase do tamanho de um punho fechado. Agora imagina essa lapa de madeira pulsando que nem um coração, latejando em carne viva e implorando por uma mamada faminta. A saliva escorre no canto da boca, né? É terrível.
- Mmmm! Piruzão bom de mamar, pesado toda vida. Enorme!
- Então mama, perde tempo não. Tô carente de uma chupada quentinha, chupa.
- É pra já. – enchi a boca.
- SSSSS! Adoro ser mamado, pode chupar à vontade. ISSO! FFFF! – ele mordeu o beiço logo de primeira, não bancou o difícil.
Os 16cm mais singelos que já encarei num piru, mas picão, do tipo que eu arreganhei os beiços pra tentar tragar tudo e nem assim consegui. Normalmente não se engole um caralho inteiro por conta do comprimento, porém com o Rafael foi culpa da largura mesmo. Eu só dei conta de abocanhar a cabeçona vermelha e olhe lá.
Me senti sugando um cogumelo, lambuzado na babinha, no suor e no cheiro forte de macho trabalhador, ainda mais com o tanto de pentelhos suados ao redor do meu nariz.
- Cheira essa pica, moleque! Tá sentindo esse cheiro!? SSSS!
- UHUM! – tentei falar de boca cheia.
- Cheiro de macho, sei que tu gosta! Sempre soube, nunca me enganou! Cunhado tem faro pra putinha, não adianta negar. FFFF!
- Você não vale nada! Não é de hoje que me imagino ajoelhado pra tu, não vou mentir.
- Sei disso, eu acredito. Tá na tua cara que tu é boiola, Luizinho. Percebo quando tu fica me olhando, faço de propósito pra tu manjar mesmo. Põe a língua pra fora. – mandou.
Obedeci, senti o peso da pilastra nas papilas e ele emulsionou baba grudenta na minha língua, misturada com suor e testosterona vencida do trabalho. Amargão de macho, sabe qual? Aquele azedume que, das duas, uma: ou confirma que tu nasceu pra ser cadela de alfa, ou tu sente nojo e se arrepende de tudo que fez. Meus olhos encheram d’água no gosto e no cheiro. Pra completar, ele abriu minha boca e cuspiu.
- Puta! Cachorra! Vou fazer contigo tudo que tua irmã não deixa eu fazer, tá fudido. Já era.
- Pode fazer, dou permissão. Desconta em mim a greve de sexo. Se ela não quer, eu quero. Meu macho, minha obsessão. – respirei fundo e me deixei dopar no cheiro forte de peão.
- Cheira meu saco, filha da puta! Isso! SSSSS!
Não vou mentir e nem poupar detalhes: Rafael Tourudo tava suado PRA CARALHO e a piroca dele idem, se é que você me entende. Não é todo dia que tu tem a chance de mamar um parrudão peludo e grosso feito ele, então eu ignorei os resquícios de queijo ao longo do prepúcio borrachudo, engoli até onde pude e só sosseguei quando meus lábios finalmente fecharam ao redor do talo, aí sim tive certeza que o boquete valeu à pena.
- GRRRR! TUDÃO, QUERO VER TUDÃO! SÓ O SACO DE FORA! FFFF! – ele cresceu na minha faringe.
- HHHRR! GHHRRR! – e eu lutei pra não tossir e engasgar.
- AGUENTA O TRANCO, CACHORRA! LEMBRA QUE TU É VIADO E GOSTA DE MAMAR, CADÊ!? QUERO VER! BAITOLA! QUEM É MEU PUTINHO!?
- Mmmm! – nem parei pra responder, mas eu sabia bem quem era o putinho do cunhadão.
Não foi apenas um boquete, foi garganta profunda suada e necessitada, pois eu sabia o quanto meu cunhado precisava fuder goela. Foi isso que aconteceu. Ele nem usou a mão pra forçar minha cabeça, só chegou a cintura pra frente, entendeu minha habilidade de engolir e pulsou devagar pra alcançar além das amídalas. Segurei suas pernas cabeludas, senti a envergadura e a tração nelas, a boca pesou na trolha do cunhadão e eu delirei com cada latejo, cada inchada da pica na glote, até lacrimejei de nervoso.
- SSSS! Fico maluco quando tu engole, papo reto.
- Tô vendo! Haja garganta pra aguentar uma piroca grossa dessas, tomar no cu.
- Tá caprichando, gostei de ver. Sempre soube, moleque.
- Eu sei. Você fala que eu te olho, mas tu também fica me olhando e não é de hoje.
- Fico mesmo. Sabia que ainda ia te botar pra mamar. Tu gosta muito. Mmmm!
Saber que era o marido da minha irmã deveria ter sido empecilho, mas acabou que esse detalhe atiçou meus instintos redeu aquele tom de “proibido” na nossa putaria. Eu sabia que o que estávamos fazendo era sigilo do mais absoluto, sob risco do casamento dele acabar e da família me odiar pro resto da vida, porém nada disso evitou o contato.
- Gargareja na minha pica, vai? Assim, para não! FFFFF!
- Nunca encarei um caralho grosso que nem o seu.
- Sempre tem uma primeira vez pra tudo, viado. Hehehe. Agora mama, quero ver. SSSS!
Lidar com macho que assume esses riscos por culpa do instinto de fuder mexe muito comigo. O cara tá apostando a própria vida num curto momento de prazer físico, não tem cu que não pisque diante de um canalha desses. Homem cafajeste é do caralho, né?
- Dá uma atençãozinha no meu saco, vem. Tua irmã tem nojo, tenho que aproveitar. Isso! Boquinha quente, tomar no cu! SSSS!
- Você gosta de mamador, hein?
- Pra caralho! Ah, se tua irmã mamasse assim... Tava feito. Mmm! – ele ficou na ponta dos pés com a chupada na glande, se descontrolou, segurou minhas orelhas e entrou em ritmo acelerado pra esculachar minha goela, aí sim eu gargarejei no talo da peça.
Pensar que ele fez comigo o que não faz com a minha irmã foi o ápice. Como que o sujeito sobe ao altar, promete fidelidade e constrói uma história com a mulher, mas não tem coragem de se soltar 100% na cama com ela, a ponto de preferir se soltar com outro cara fora do casamento? É de uma vaidade extrema, luxúria masculina sem fim.
Mas... Por outro lado, parando pra pensar, tem que ser com outro homem mesmo. Esse tipo de intimidade e de permissão só rola entre machos, não adianta. É que nem sintonia, frequência de rádio. Tem que ser macho no macho.
- Falando em cu, Luizinho, tem uma parada que eu quero fazer contigo. – ele tirou a tora da minha boca e olhou pro meu lombo.
- Que parada, Rafael?
- Não se faz de bobinho, moleque. Curto pra caralho uma putaria, tá ligado? Mas só mamada não vai me aliviar. Tua irmã não tá liberando a buceta, tu sabe bem o que eu quero.
- Mas eu não tenho buceta, cara. Só tenho cu, serve?
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