Minha mãe não aceitou me perder para outras mulheres.(Parte 1)

Um conto erótico de Jefferson Reis
Categoria: Heterossexual
Contém 3231 palavras
Data: 16/02/2026 23:00:17
Última revisão: 16/02/2026 23:33:23

Me chamo Cauã, sou negro, tenho 1,80 de altura, 26 anos e o meu hobby é a musculação, algo que herdei dos meus pais (Priscila e Cesar), que assim como eu, eles também têm um corpo de dar inveja a qualquer pessoa. Meus pais ganharam diversos concursos quando eram jovens, principalmente minha mãe, ela havia ganhado prêmio de miss em tudo que participou, era considerada a mulher mais gata da cidade com sobras, meu pai também tinha essa fama, sempre foi bastante mulherengo, apesar de ter uma deusa em casa.

O fato de ser uma pessoa bonita, não fazia da minha mãe uma pessoa interesseira ou vulgar, ela poderia muito bem ter o homem que quisesse, mas optou pelo meu pai ainda jovem, eles se conheceram em um desses concursos e viveram juntos até ano passado.

Filho de pais bonitos, eu tive o privilégio de herdar essa característica deles, mainha é do tipo cabo verde, olhos claros, cabelos cacheados que bate na bunda, corpo violão, seios fartos, abdômen trincado, lábios carnudos, tudo nela é perfeito, além dela ser extremamente educada e vaidosa. Ainda garoto eu recebi diversas propostas para ser modelo, participar de concursos, mas nunca gostei, eu queria ser médico, e pra isso estudava bastante, pois sabia que meus pais não teriam condições de bancar uma faculdade particular, e foi assim que eu consegui passar no vestibular em uma universidade pública. Meus pais transbordavam felicidade, e ao mesmo tempo eles sabiam que a hora da saudade iria chegar, eu era filho único, e teria que me mudar para outro estado para estudar.

Outra coisa que herdei do meu pai foi o sucesso com as mulheres, nunca tive dificuldade, apesar de ser solteiro a vida toda, sempre levava pra casa algumas garotas, meu pai achava o máximo, minha mãe apenas me dava conselho para que eu namorasse com uma moça direita, e eu sempre a enrolava dizendo que aquela era a nora dela, mas ela sabia que no outro mês ou na outra semana iria aparecer outra nora rsrs.

A relação entre os meus pais era boa, minha mãe sabia da fama do meu pai, sabia que ele aprontava, mas sempre perdoava, ela não queria desfazer a família, não queria que eu crescesse afastado do meu pai, mas após eu sair de casa pra estudar fora, nada mais impedia minha mãe e em uma dessas traições, em comum acordo minha mãe decidiu se separar do meu pai, eles me ligaram em chamada de vídeo pra me informar, explicou o motivo, eu entendi, e pouco opinei, era um momento triste na nossa família, mas saber que eles terminaram numa boa me deixava mais tranquilo.

Após a separação dos meus pais, a comunicação entre minha mãe e eu se intensificaram, diariamente fazíamos ligações de vídeo, troca de fotos a todo momento, e isso era uma forma de nos aproximar, eu adorava, percebi que minha mãe estava carente, pois ela não tinha muitos amigos, a vida dela era academia, trabalho e casa, diferente do meu pai que sempre teve diversos amigos. Com ele eu falava menos, mas ele sempre ligava, se preocupava comigo, perguntava se eu estava pegando alguém na faculdade, e ele se enchia de orgulho quando eu mandava foto das garotas com quem ficava.

Entre um semestre e outro eu voltava pra casa, minha mãe ficava ansiosa a minha espera, e eu aproveitava pra matar a saudade da coroa, e dar um rolê com os amigos, com meu pai, aproveitava bastante as férias, e é claro, não tinha perdido o costume de levar algumas garotas pra casa. Saía a noite e quando voltava de madrugada era com uma garota, minha mãe sempre tomava um susto de manhã, quando me via descendo a escada com alguém, minha casa é de andar e meu quarto é na parte de cima. Em um desses dias minha mãe me chamou pra conversar.

- Cauã meu filho, como você consegue? Eu já perdi a conta de quantas mulheres já desceram essa escada. Eu só aceito isso porque você é solteiro, tá. Você se previne pelo menos?

- Claro né mãe, esqueceu que eu sou da área de saúde...

- Ainda bem né filho, eu estou falando pro seu bem. Eu sei que você é jovem, lindo, mas eu queria que o senhor sossegasse com uma garota pelo menos. E não vem com esse papo de que não achou a pessoa certa, porque foram dezenas de mulheres que já visitaram seu quarto, isso aqui em casa, comigo aqui, quem dirás lá no seu apartamento... Não é possível que uma dessas não seja legal, e percebe-se que todas são gatas, seu danadinho. Quando você casar, espero que não tenha puxado o lado sujo do seu pai.

- Para com isso mãe, eu só estou aproveitando a minha juventude, em breve eu vou casar rsrs.

Quando eu falei em casar minha mãe não se segurou e deu risada junto comigo.

- Vai tomar café seu moleque, aquela piranha deve ter sugado suas energias a noite inteira.

- Aí que você se engana mãe, a fonte de energia aqui não esgota nunca!

Minha mãe olhou pra minha cara espantada com o que eu disse, e repreendeu me mandando tomar vergonha na cara, mas pude observar um sorriso no canto da boca dela.

No último final de semana das férias, combinei com meu pai de fazer um churrasco aqui em casa, minha mãe não via problemas, até porque eles ainda mantinham contato pra resolver algumas questões judiciais, dentre outras. O domingo chegou e por volta das 11h meu pai buzinou, quando desci para recebe-lo percebi que com ele estava o tio Julio, e a Catia, ex-mulher do tio Guilherme, que havia falecido há alguns anos. Eu nunca tive muito contato com ela, mas percebi que ela manteve o vínculo com a família do meu pai. Eles desceram do carro, meu pai me deu o abraço mais apertado que havia recebido na vida, Tio Julio me abraçou também, eu o adorava, quando criança ele fazia questão de me levar aos lugares, e por fim a Catia me abraçou, e pude notar um perfume espetacular, ela usava um vestido casual grudado ao corpo esculpido da academia, cabelos loiros, apresentava ter uns 40 anos, a fisionomia dela lembrava muito a atriz Flavia Alessandra.

- Cauã, como você tá enorme garoto, tá um gato, ainda lembra de mim? Disse Cátia.

- Claro que sim tia Cátia, apesar de ter muito tempo que não vejo a senhora, fico feliz em ter vindo, entre por favor!

- Que senhora o que... Tá me chamando de velha garoto rsrs. Soube que meu sobrinho vai ser médico, é um orgulho para nós, já temos quem cuide de nós kkk !

- Perdão tia Catia, não foi o que quis dizer, você está muito bem cuidada por sinal. Falei olhando-a da cabeça aos pés, e percebi pela expressão do seu rosto que ela havia gostado do elogio. Quando todos passaram por mm e seguiram em direção a porta da casa, notei que tia Cátia tinha uma raba espetacular, mas ao mesmo tempo sabia que tinha que deixar meu instinto garanhão de lado, já que era a ex do meu tio. Pude observar também que minha mãe estava na porta observando tudo, com cara de poucos amigos, mesmo assim ela manteve a postura, cumprimentou todos e os guiou até a sala.

- Gente, fiquem à vontade, já preparei a churrasqueira, a cerveja tá gelada, vou tomar um banho rápido e já volto. Falei com o povo e subi as escadas em direção ao meu quarto.

Enquanto eu tomava banho notei que o cheiro de Catia havia impregnado na minha roupa, um perfume absurdo, cheiro de mulher rica, mulher confiante, e aquilo me deixava excitado, principalmente quando eu lembrava dela de costas pra mim, quadril largo e cintura fina, tio Guilherme foi uma cara de sorte, era o que eu pensava. Isso me motivou a usar o meu melhor perfume, e roupas que valorizavam meus músculos, um short de linho e uma camiseta regata, além de uma lupa que havia colocado na cabeça.

Enquanto descia as escadas, observei que a minha mãe e tio Julio estavam sentados de costas, Cátia e meu Pai de frente, em uma posição que dava pra me ver descendo.

- Eita homem bonito da zorra, puxou ao pai. Disse meu pai.

- Se enxerga, tem tudo da mãe meu garoto! Disse minha mãe radiante.

- Realmente, ele é um diamante negro! Disse tia Catia hipnotizada, olhando nos meu olhos.

- E o homem é cheiroso viu Priscila! Tio Julio exclamou.

- O que é isso gente, assim vocês me deixam sem graça, queria eu chegar na idade de vocês com essa saúde! Tá calor aqui dentro, vamos lá pro fundo.

Chegamos no fundo da casa e sentamos, entre uma cerveja e outra o papo ia fluindo, até que em determinado momento, eu tirei a camiseta, estava muito calor, e pude notar a tia Catia mordendo os lábios inferiores, olhando nos meus olhos, e com isso mais uma vez lá estava eu excitado, percebi que minha mãe havia notado os olhares de Cátia, meu semblante mudou, meio envergonhado com a situação, coloquei os óculos escuros pra disfarçar. A cerveja do cooler havia acabado, e logo a Cátia se voluntariou a pegar no freezer que ficava na parte de dentro da casa, decidi ir ajudá-la. Tia Catia se levantou, pegou o cooler e dirigiu até a cozinha, eu a segui observando aquela raba maravilhosa, que ela fazia questão de rebolar, ao chegar na cozinha eu não resisti e decidi "avançar o sinal".

- Tio Guilherme foi um homem de muita sorte. Falei baixo, bem atrás dela.

- Porque você acha isso meu sobrinho?

- Você entendeu o que eu quis dizer.

Tia Catia sorriu e inclinou no freezer pra pegar a cerveja, ela fazia questão de pegar uma lata de cada vez, empinada para que eu pudesse lhe observar.

- Quer ajuda aí Tia?

- Seria bom meu sobrinho.

Eu já estava duro, e descaradamente passei por trás dela, roçando meu pau naquela raba enorme para que ela pudesse sentir o volume.

- Parece que não é só o seu tio que tem seus privilégios...

- O que?

- Você entendeu o que eu quis dizer sobrinho rsrs.

O clima só esquentava entre eu e Cátia, estávamos com segundas intenções literalmente. Após encher o cooler nos encaramos por alguns segundos, o silêncio tomou conta, até que eu decidi elogiar o perfume que ela usava.

- Você gostou?

- Sim! Posso sentir de perto.

- Fica à vontade.

Eu me aproximei dela, virei para que ela pudesse ficar de costas pra min, afastei o cabelo e dei um cheiro na nuca dela.

- Que delícia tia... Falei sussurrando no ouvido dela, que já estava toda arrepiada de olhos fechados.

Tia Catia estava entregue, eu já beijava e mordiscava seu pescoço, enquanto ela fazia questão de empurrar a bunda contra mim.

- Nossa, esse volume tá me deixando louca!

- Pode pegar se quiser tia.

- Eu quero! Disse Cátia gemendo bem baixinho.

Cátia já estava entregue, imediatamente ela segurou meu pau sobre o short, enquanto isso uma mão minha avançou em seus seios fartos e a outra até sua calcinha, que já estava ensopada.

- Nossa tia, você está molhadinha.

- Ela está assim desde quanto você me recebeu no portão seu gostoso.

Nesse momento eu virei tia Catia, e dei um beijo de língua, ao mesmo tempo em que levantei seu vestido, agarrando a bunda macia e enorme. Foi quando uma voz lá do fundo da casa nos interrompeu.

- Cauã! Algum problema aí filho?

-Já tá indo, só um instante.

-Ah não! Continua por favor, tava uma delícia meu amor. Disse tia Catia cheia de tesão.

- Minha mãe tá desconfiando, a gente continua mais tarde sua safada. Fica de joelhos, quero que você me chupe um pouco, só um minuto.

Rapidamente tia Catia me obedeceu, ela puxou meu pau pra fora e pra surpresa dela era enorme, ela abriu a boca espantada, segurou na base, admirou alguns segundos e colocou a cabeça na boca, enquanto eu a segurava pelo cabelo, aos poucos ela ia ganhando cada centímetro do meu pau em sua boca, passando a língua em volta. Eu fechei os olhos e sentia a boca quente e molhada da tia Catia me devorar, mais alguns minutinhos e eu iria encher ela de leite. Por um segundo eu lembrei que tinha que voltar com a cerveja, interrompi aquele boquete maravilhoso, peguei o cooler cheio e retornei ao quintal.

- Foram no mercadinho comprar a cerveja rsrs ? Perguntou tio Julio fazendo ironia devido a demora.

- Não não tio, tivemos que tirar as cervejas do freezer e pôr nas prateleiras da geladeira, pois já estavam congeladas.

Tia Catia ficou em silêncio para que ninguém imaginasse que segundos atrás ela estava engolindo meu pau todinho. O semblante dela tinha mudado, ela estava inquieta na cadeira, suponho que ela tava transbordando de tesão, pois eu não estava diferente. O papo entre as pessoas fluía enquanto eu e Cátia apenas bebia e observava, em um momento ela pegou o celular e eu lembrei que tinha o contato dela no grupo da família, e decidi mandar uma mensagem.

- Ainda não terminamos titia.

- Eu sei disso. Você acendeu, agora vai ter que pagar seu gostoso.

- Peça pra ir ao banheiro e diga que não sabe onde fica, eu vou lhe acompanhar, vamos pro meu quarto no andar de cima.

- Aff, já estou molhada com essa ideia, me pega de jeito.

- Não vejo a hora de fazer isso sua gostosa!

Tia Catia deu um sorriso, ela tinha adorado a ideia, era arriscado, mas eu tava doido pra foder aquela safada.

- Se prepara, vou pedir pra ir ao banheiro agora. Tia Catia mandou no ZAP.

- OK!

Tia Catia levantou da cadeira e fez o teatro que tínhamos armado no WhatsApp:

- Gente, tô muito apertada, onde fica o banheiro?

Antes que alguém se oferecesse eu me antecipei.

- Vamos tia, eu mostro o caminho a senhora.

Tia Catia foi uma bela atriz, saiu de pressa como se tivesse apertada, assim que entramos na casa a encenação acabou, eu aguarrei ela por trás, guiando-a até às escadas. Entramos no meu quarto e eu a empurrei na cama fazendo ela ficar de quatro, e cai de boca na buceta gostosa da tia.

- Aaaaiiih Cauã, isso, chupa minha buceta seu gostoso.

Eu caí de boca nos lábios carnudos e rosados da Cátia, ela empurrava minha cabeça nela desesperadamente, ao perceber que ela já ia gozar eu dei uma pausa, queria provar mais da chupada gostosa dela.

- Vem Cátia, chupa minha pica sua puta gostosa, engole a pica do teu sobrinho.

- Você gostou seu safado, dar aqui essa piroca.

Cátia se posicionou de quatro em cima da cama e caiu de boca em meu cacete, ela chupava como ninguém, me fazia delirar, era impressionante a experiência dela, com uma mão segurava a base me punhetando e sua boca macia me engolia. Sem dúvidas era o oral mais gostoso que eu havia recebido, o jeito que ela fazia não teria como segurar por muito tempo, e novamente eu a interrompi, sabia que não tinha muito tempo, já estava louco pra foder aquela buceta com vontade.

Tia Cátia entendeu e mudou de lado, a buceta dela visgava, a bunda dela era maior ainda quando estava de quatro, eu comecei a pincelar a cabeça na portinha, ela rebolava sedenta pela minha pica, eu colocava a cabeça e tirava, cada estocada ia mais fundo, quando eu senti que tinha invadido até o final comecei um movimento de entra e sai frenético, tia Cátia gemendo e rebolando a raba feito louca, ela era muito gostosa.

- Vai Cauã, me fode com força, aaaahn. Fode a buceta da sua tia safada hummmmm.

- PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT...

Eu estocava com força, fazendo o que ela pediu, era um privilégio comer uma coroa gostosa como a Cátia, era diferente das garotas da minha idade, ela era uma puta na cama.

- Aiiiiiiih, não para, vou gozar na sua pica.

Eu metia feito louco na tia Catia, sentia que o gozo não iria demorar muito, eu agarrei ela pelo cabelo e aumentei ainda mais a velocidade, eu estava determinado a encher aquela buceta de leite.

- Aiii Cauã, eu tô gozado na sua pica meu amor, hmmmmm, ohhhhh, não paraaaaa.

Quando Catia gozou eu não tinha mais como segurar, e o primeiro jato saiu com tudo, seguido de vários outros.

- Oooh toma sua vadia, toma leite do seu sobrinho.

Quando eu estava delirando em êxtase gozando na buceta de Cátia, olhei no reflexo do espelho e meu coração parou de bater por alguns segundos, minha mãe observava de camarote aquela foda que havíamos acabado de dar, eu fiquei sem reação, e pro meu espanto pude notar que minha mãe estava com as costas apoiada na parede, com uma mão embaixo do vestido que ela usava, e a outra no peito, ela mordia os lábios, minha mãe estava se tocando enquanto observava nosso sexo, nós nos encaramos através do espelho, aos poucos fui retirando o pau de dentro daquela buceta , e junto veio o gozo, percebi que minha mãe havia saído de onde estava, era a gozada mais gostosa da minha vida, Cátia se virou e tratou de limpar meu pau todinho em mais uma chupada deliciosa.

Cátia se ajeitou e desceu como se nada tivesse acontecido, ela não viu que tínhamos plateia. Fiquei no quarto por um tempo processando o que tinha acontecido, não imaginava qual seria a reação quando me encontrasse, na minha mente havia ficava a imagem da minha mãe se tocando, e isso me excitava só em pensar.

Levantei da cama, me vesti e decidi retornar onde estava o pessoal, ao chegar lá, minha mãe não estava, isso me deixou preocupado, meu pai, tio Julio e Cátia já estava em clima de despedida, já era fim de tarde.

- Estava esperando por você filhão, nós já estamos indo. Disse meu pai.

- Perdão pai, tive que resolver um assunto lá da faculdade.

Ele me deu um abraço, meu tio fez o mesmo e por último a Cátia que sussurrou no meio ouvido, cravando as unhas.

- Tchau sobrinho, até mais ver, espero que tenha resolvido o seu problema da faculdade.

- Ficou algumas coisas pendentes, mas em outra oportunidade término de resolver.

Tia Catia deu um sorriso de canto e piscou. Todos eles saíram andando em minha frente, Cátia era a última dos três, enquanto ela andava, segurou meu pal e eu apertava a bunda gostosa dela, quando passamos pela sala só eu observei minha mãe no todo da escada, eu não disfarcei a secagem que estávamos fazendo, pelo contrário, o tesão só aumentou. Chegamos no portão, eles novamente se despediram, mas dessa vez minha mãe havia acabado de chegar, e pra minha surpresa, com um sorriso estampado no rosto.

- Mas vocês já vão embora, ainda é cedo. Cátia, você gostou do nosso date? Espero que venha mais vezes.

Minha mãe falou isso, em seguida passou um braço sobre o meu pescoço.

- Não é mesmo meu filho. Priscila perguntou a mim, no mundo eu sabia que ela estava fazendo uma cena digna de cinema, e isso me preocupava.

- Sim, sim mãe, espero que todos vocês não demorem de vim em nossa casa novamente.

- Adorei sua casa Priscila, certamente irei retornar.

Todos foram embora, e antes mesmo do carro sair eu entrei em casa e fui pro meu quarto processar o que havia acontecido

Continua!

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Comentários

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Maravilhoso!!! Tem que ter continuação

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