Andressa, Marcelo, Adriane e Leonardo descobriram um convite anônimo no grupo privado: uma festa exclusiva chamada "Herança Proibida", realizada numa mansão colonial restaurada nos arredores de Curitiba, cercada por matas densas e portões de ferro forjado que isolavam o mundo exterior. O anfitrião era Victor, um herdeiro excêntrico de 45 anos — viúvo alto e tatuado, com pau grosso e veiudo sempre dominante, ex-amante de Carla que garantia suprimentos ilimitados de cocaína premium de pureza excepcional. Novos participantes entravam no rolê: Larissa, irmã de Victor, 32 anos, loira peituda e bissexual insaciável com piercings prateados nos mamilos rosados e clitóris, corpo voluptuoso marcado por tatuagens tribais; e Rafael, amigo hétero-flex de 38 anos, corpo malhado de CrossFit com abdômen tanquinho e pau médio curvo versátil, mas focado exclusivamente em foder mulheres com selvageria calculada. O tema inédito girava em torno de um leilão erótico de "heranças" familiares secretas — roupas íntimas históricas bordadas à mão dos 1800s, óleos afrodisíacos coloniais extraídos de receitas ancestrais, relíquias de prazer como vibradores de marfim e algemas de veludo vendidas em rodadas químicas intensas e orgíacas, evoluindo organicamente para uma orgia coletiva insana com anal profundo, DP sempre com mulher no centro preenchendo duplo estiramento, lesbianismo voraz amplificado, oral babado e finalizações explosivas na cara com jatos quentes e grossos. Marcelo e Leonardo limitavam-se a vaginal e oral com mulheres, mantendo sua dinâmica hétero feroz. "Único dia pra herdar vícios novos e inesquecíveis... a mansão vira nosso abismo eterno", provocou Andressa no carro, coxa grossa roçando o pau semi-ereto de Marcelo pelo short, enquanto Adriane sussurrava comandos submissos no ouvido de Leonardo, mãos finas traçando veias salientes no antebraço dele.
A mansão imponente erguia-se como relíquia viva, com salão principal vasto de teto abobadado, candelabros de cristal veneziano pendurados tremeluzindo luzes douradas sobre tapeçarias antigas desbotadas retratando cenas eróticas coloniais, paredes de pedra fria exalando umidade terrosa misturada a perfume de incenso e couro velho. No centro, uma mesa de granito negro polido exibia um zip lock opaco repleto de 25g de pó branco fino e cristalino ultra puro — a "herança familiar secreta" de Victor, colhida de plantações ancestrais bolivianas via contatos de Carla. Linhas de 12 perfeitas e longas traçavam-se num relicário de prata art nouveau, polvilhadas com minúcia ritualística por Victor, seus olhos castanhos predatórios devorando os corpos convidados. As vestes temáticas acentuavam cada curva e volume: eu vestia lingerie colonial de renda rasgável, decote profundo realçando seios cheios e pesados com mamilos castanhos endurecendo sob o tecido fino, bunda carnuda e empinada marcada por leves vergões dos dias anteriores marcando o fio dental enfiado; Marcelo usava colete de couro preto aberto no torso musculoso peludo, pau grosso delineado no short folgado com veias pulsando visíveis; Adriane exibia corset vitoriano de veludo vermelho apertado nas curvas esguias de pilates, mamilos rosados pequenos perfurando o tecido translúcido, cabelos loiros em coque frouxo; Leonardo, calça justa de linho submissa marcando pau médio ereto, olhos baixos mas famintos; Victor, smoking negro aberto revelando torso tatuado com dragões tribais e pau meia-bomba grossa veiuda tensionando o zíper; Larissa, espartilho de couro preto com piercings prateados brilhando nos mamilos peitudos e no clitóris sob a calcinha mínima, coxas grossas tatuadas; Rafael, camisa branca rasgada nos ombros malhados e abdômen tanquinho, pau curvo médio delineado na calça cargo baixa.
O ritual do leilão iniciou-se com aspiração coletiva num canudo de ouro maciço cravejado, passado de mão em mão como taça sagrada. O pó fino e ultra ardente subia pelo septo queimando como fogo líquido inicial nuclear, intensificado pela umidade úmida da mansão que grudava na pele suada. Um zumbido quente e elétrico irradiava das narinas à cabeça, trazendo clareza hiperaguda e foco predatório de laser, coração disparando em batidas fortes e ritmadas prestes a explodir o peito, pupilas dilatando ao máximo até ficarem quase pretas captando cada detalhe microscópico — veias saltando nos paus eretos pulsando sincronizadas e forte sob tecidos finos, suor perolando clavículas de todos e brilhando sob candelabros em gotas que rolavam lentas pelas curvas, pele arrepiada em ondas táteis orgasmicas insanas e intensas como choques, mamilos endurecendo como diamantes perfurando tecidos rasgando sutilmente, bocetas inchando carnudas e úmidas latejantes com pulsar vivo incontrolável, ânus franzidos piscando e arreganhando em expectativa latejante, tesão primal coletivo amplificado a 30x num frenesi heráldico palpável no ar denso carregado de feromônios e cheiro químico metálico sutil.
O primeiro lote — a calcinha de renda bordada da avó de Victor datada dos 1800s, ainda com manchas amareladas de fluidos ancestrais — foi arrematado por mim e Larissa com 5g extra de pó como "lance vencedor". O lesbianismo explodiu instantaneamente no salão vasto: eu, Larissa e Adriane rolávamos no tapete persa antigo macio e áspero, espartilhos e lingeries rasgados com sons secos de tecido cedendo, seios expostos balançando livres — meus cheios e pesados com mamilos castanhos duros como pedras, os de Larissa peitudos com piercings prateados frios roçando pele quente, os de Adriane pequenos e firmes rosados endurecendo ao ar — sugados vorazmente com unhas longas cravando carne carnuda, deixando sulcos vermelhos sangrentos leves. "Lambe essas tetas da herança, sua vadia peituda!", gemíamos em beijos urgentes e famintos, línguas grossas dançando molhadas com gosto residual de pó amargo-metálico misturado a saliva doce, evoluindo para devorar bocetas expostas — eu mergulhava a língua nos lábios carnudos e depilados de Larissa, sugando com força animal o clitóris piercingado em espirais rápidas e torturantes que a faziam arquear gritando rouca, mel salgado e viscoso jorrando abundante pelo meu queixo pingando na tapeçaria desbotada em poças brilhantes; Larissa retribuía chupando a boceta peituda e rosada de Adriane, lábios pequenos sugados vácuo insano, língua ávida lambendo o ponto G crocante com crocâncias molhadas obscenas, sucos translúcidos pingando no candelabro de cristal abaixo em fios longos e pegajosos; Adriane devorava a minha boceta carnuda e inchada, grandes lábios sugados barulhentos, dois dedos finos curvados mergulhando violento no canal apertado bombeando o ponto G com violência ritmada, polegar roçando ânus franzido para faíscas extras, baba abundante misturada aos sucos jorrando no rosto elegante dela em cascata. Os homens — Victor, Marcelo, Rafael e Leonardo — roçavam paus semi-eretos nas nossas coxas grossas e esguias, rosnando grave "Lambe essas bocetas lésbicas com pó na mansão, suas putas heráldicas!", mãos calejadas apertando nádegas e seios possessivamente, veias nos paus pulsando visíveis sob o couro e tecidos finos.
O oral quádruplo insano fluiu naturalmente das bocetas para os paus, ajoelhadas no mármore frio e irregular do salão em poças crescentes de mel e baba: chupávamos Victor, Marcelo, Rafael e Leonardo alternando vorazmente como lobas famintas — eu devorava primeiro a glande vermelha salgada e inchada de Victor com língua plana quente em círculos babados largos e devoradores, sugando a cabeça grossa com vácuo profundo ritmado na garganta até engasgar violentamente, bolas pesadas e peludas esmagando o queixo suado, saliva jorrando em fios grossos babados pelo queixo pingando nos seios pesados formando poças reluzentes no mármore, mão livre bombeando a base veiuda extra grossa com torções brutas e firmes enquanto a outra massageava as bolas cheias tensionadas roçando dedos no períneo; troquei para Rafael malhado, glande curva média engolida garganta violenta com estocadas autoimpostas curtas e impiedosas, baba escorrendo abundante pelo comprimento inteiro em cascatas; Adriane usava maestria controlada em espiral na glande de Marcelo, língua flexível circulando ritmada e torturante sugando cabeça vácuo maestria profunda, mãos finas uma massageando bolas possessivas outra bombeando base torções precisas calculadas, saliva translúcida fioando longa e brilhante até o chão; Larissa alternava voraz entre Leonardo e Victor, piercings nos lábios roçando veias pulsantes intensificando sensações, garganta profunda engasgando baba poças. Eles retribuíam com brutalidade primal: ajoelhados ou de pé, línguas ávidas e grossas chupando nossos clitóris hipersensíveis em espirais rápidas e sugadas barulhentas, dedos grossos e finos mergulhando alternados nos canais apertados bombeando ponto G com crocâncias molhadas obscenas e ritmadas, polegares pressionando ânus dilatando sutilmente para faíscas elétricas extras, sucos quentes viscosos jorrando nos rostos barbudos e lisos em poças misturadas a baba e suor pingando no relicário de prata central.
O leilão avançou fluido para o lote de óleo colonial afrodisíaco, arrematado pelo grupo inteiro em uníssono frenesi, óleo viscoso e morno despejado generoso em bocetas, ânus e paus brilhando sob candelabros. A penetração múltipla irrompeu na mesa de granito negro em caos absoluto: Victor me posicionava de pé contra a borda fria, metendo vaginal brutal com glande grossa rompendo a entrada esticada e sensível em fricção ardente imediata, veias salientes roçando as paredes internas pulsantes e encharcadas de pó, bombadas profundas e impiedosas como pilhas de martelo fazendo quadris colidirem em palmadas secas e úmidas ecoando o salão vasto, mãos tatuadas apertando nádegas carnudas dedos afundando carne; Larissa lambia clitóris inchado voraz com piercings frios roçando intensificando dilatação e prazer elétrico, língua ávida sugando vácuo animal; Rafael roçava pau curvo na minha coxa grossa gemendo rouco olhos famintos; troquei fluidamente para Rafael em vaginal cowgirl na mesa, glande curva socando direto o colo do útero com quadris girando selvagem e circulares triturando clitóris na base áspera dele, unhas longas minhas sangrando costas malhadas em riscas profundas vermelhas "Fode a herança com pó, seu malhado fudedor!"; Victor dava tapas médios quentes na bunda empinada corando pele ardendo delicioso. A rotativa de quatro na mesa granito fazia relíquias ancestrais quebrarem estilhaçando: Marcelo metia vaginal fundo por trás primal, mãos grandes calejadas puxando meus quadris largos com brutalidade possessiva dedos cravando carne macia; Leonardo fodia a boca com estocadas curtas violentas na garganta profunda baba e saliva jorrando nos seios pesados em poças reluzentes; Adriane chupava clitóris e bolas alternando voraz, dedos finos dilatando ânus pressionando crocante "Abre pra rola heráldica, vadia!". Gritos roucos e animais preenchiam o salão ecoando tapeçarias: "Arromba o leilão... boceta explode em pó!". Meu gozo explodia primeiro em convulsão violenta, grito gutural liberando ondas espasmódicas apertando Marcelo como torno vivo ritmado, leite grosso quente jorrando pelas coxas trêmulas bambas em poças no granito misturado óleo colonial viscoso e sucos melados.
A preparação anal coletiva transcorreu suave mas intensa na adega adjacente de mármore fresco e úmido, ar parado carregado de cheiro de pedra e óleo, dedos alternados em ritual meticuloso — Victor introduzia dois grossos ásperos no meu ânus esticando ritmado bombeando fundo com óleo escorrendo coxas "Relaxa pra DP da herança, aguenta dupla grossa!"; Rafael usava um versátil curvo no ânus de Larissa com piercings roçando glande interna intensificando "Versátil abre pra mim, peituda!"; gemidos roucos preenchiam o espaço confinado "Ardor bom queimando... dilata mais com pó, fode ânus!", dilatação progredindo lenta com óleo sucos água condensada misturados em poças no mármore vapor subindo sutil.
O salão principal elevava-se ao apoteótico com candelabros tremendo vibrações, o anal rotativo me colocava no centro de quatro no tapete persa macio amarrada com corda relicária grossa mordendo pulsos, Victor lubrificando generoso com óleo colonial glande grossa veiuda pressionando ânus rompendo anel muscular em estiramento ardor lancinante inicial virando êxtase cru insano bombadas lentas profundas glande beijando fundo intestino fricção veias roçando paredes apertadas insanas pó, mãos tatuadas na bunda carnuda dando tapas corando ardendo delicioso "Aguenta anal rola grossa vadia heráldica!"; Marcelo entrava vaginal simultânea por baixo em DP duplo absoluta preenchendo estiramento insano paredes finas separando paus pulsando sincronizadas veias roçando ritmadas bombadas alternadas profundas "DP do leilão me quebra dupla boceta ânus explodem pó!", Larissa tribava clitóris piercingado língua voraz unhas sangrando coxas grossas intensificando dilatação anal Rafael chupava mamilos duros mordendo leves sangrentos. A rotação fluía selvagem: Adriane recebia anal Rafael versátil comando firme "Obedece ritmo herança abre devagar!", Victor vaginal DP preenchendo duplo eu devorava lésbico Larissa língua mergulhando G crocante mel jorrando; Larissa pegava anal Marcelo piercings roçando glande insano bombadas violentas. Gozos cascateavam explosivos: meu grito primal gutural convulsões violentas espasmódicas ondas apertando paus duplos leite grosso jorrando tapete persa em poças pegajosas; finalizações caras eu Adriane Larissa jatos espessos quentes inundando rostos abertos bocas sugando cremoso pingando seios piercings rindo lambendo mutuamente baba sêmen misturada.
O clímax final consumiu a mesa granito central pó ilimitado railado contínuo fresco linhas infinitas, todos emaranhados caos relicário total suados peles coladas: eu centro DP final Victor anal glande grossa fundo bombadas sincronizadas Rafael vaginal curvo socando útero insanas velocidade força máxima fricção dupla paredes finas pulsando pó 50x euforia nuclear, Adriane Larissa tribo lésbico clitóris punho G piercings explosão sucos jorrando rostos bebendo voraz unhas cravando seios; Marcelo Leonardo unem paus garganta eu babados poças mármore baba saliva jorrando. Gritos uníssonos roucos animais rugiam salão "Herda gozo leilão eterno pacto expandido!", explosões nucleares cascata — meu gozo tsunami grito primal convulsões terremoto apertando paus duplos leite coxas granito poças enormes misturado tudo, Victor Rafael Marcelo Leonardo arrancam paus finalização cara quíntupla jatos quentes grossos espessos inundando todos rostos abertos bocas sugando sêmen cremoso vento mansão carregado rindo lambendo mutuamente "Engole herança porra final vadia!", Adriane Larissa gozos lésbicos punhos G crocante explosões sucos jorrando bebendo. Colapso salão caos pegajoso absoluto suados ofegantes exaustos abraçados tapeçarias destruídas impregnadas sêmen suor coca óleo leite baba, risos roucos suspiros profundos selando dia único abismo heráldico eterno — Victor Larissa Rafael viram laços novos pacto expandido seis desejo inescapável herança proibida selada mansão colonial para sempre.