O sol de São Paulo começava a se pôr entre os arranha-céus da Avenida Paulista, mas dentro do apartamento de cobertura nos Jardins, o clima já era de uma tensão luxuriosa. Ricardo, um executivo de sucesso no ramo de investimentos, estava sentado em sua poltrona de couro italiano, com um tablet em mãos. Ele não estava analisando ações. Ele estava revisando a fatura do cartão de crédito que acabara de chegar.
Seus olhos passaram pelos itens: uma jaqueta de couro legítimo de 4 mil reais, um relógio esportivo de última geração e uma reserva em um motel de luxo na saída da cidade. Nada daquilo era para ele. Tudo fora comprado para Rodrigo, um personal trainer de 24 anos que era, há seis meses, o amante principal de sua esposa, Alessandra.
Alessandra surgiu no corredor, e o tempo pareceu parar. Ela era a definição de uma mulher "gostosa demais" para os padrões comuns. Aos 32 anos, possuía um corpo esculpido por genética e procedimentos caros que Ricardo pagava com prazer. O quadril era largo, contrastando com uma cintura milimetricamente fina; as coxas eram grossas, firmes, e o busto farto balançava levemente sob o robe de seda transparente que ela usava. A pele era bronzeada uniformemente, exalando um perfume caro de baunilha e pecado.
— Viu o que eu comprei para o Rodrigo, querido? — a voz dela era doce, mas carregada de um desdém que excitava Ricardo. — Ele ficou tão grato... disse que com aquele relógio ele vai cronometrar quanto tempo consegue me manter gritando hoje à noite.
Ricardo sentiu o sangue fugir do rosto e se concentrar na virilha, mas a frustração era biológica. Ao ajustar sua calça, o volume era inexistente. O segredo que alimentava aquela dinâmica era o contraste cruel: Ricardo, o homem que provia milhões, nasceu com uma dotação de apenas 2 centímetros. Uma condição que o transformara, ao longo dos anos, em um espectador da própria vida íntima.
— Eu vi, meu amor. Ele merece. Se ele te faz feliz, eu compro o que for preciso — respondeu Ricardo, a voz falhando levemente.
— Ótimo, porque ele está chegando. E ele quer usar a nossa cama hoje. Você vai ficar no seu canto, certo? — Alessandra caminhou até ele, sentando-se no braço da poltrona. O cheiro dela era inebriante. Ela abriu o robe, revelando uma lingerie de renda preta que mal cobria os mamilos eretos. — Olhe para mim, Ricardo. Olhe para este corpo que você banca, mas que homem nenhum com o seu... "tamanho" poderia satisfazer.
Minutos depois, a campainha tocou. Era Rodrigo. Ele entrou no apartamento com a arrogância de quem era o verdadeiro dono do lugar. Alto, ombros largos e uma musculatura funcional. Ele usava a jaqueta que Ricardo pagou.
— E aí, pagador? — Rodrigo deu um tapa no ombro de Ricardo, um gesto de domínio. — A patroa disse que hoje o bicho vai pegar. Valeu pelo relógio, hein?
Sem cerimônias, Rodrigo puxou Alessandra pela cintura, colando o corpo dela ao seu. A diferença era humilhante. Enquanto Ricardo assistia da cadeira de canto, Rodrigo começou a se despir. Quando a calça dele caiu, a realidade do fetiche se materializou. Ali, erguendo-se como uma coluna de carne bruta, estavam 27 centímetros de uma virilidade intimidadora. Era grosso, venoso e latejava com uma força que fazia o estômago de Ricardo revirar de prazer e dor psicológica.
Rodrigo jogou Alessandra na cama de casal de fios egípcios.
— Olha só o que um homem de verdade tem para te dar, Alessandra — Rodrigo rosnou, a voz ecoando no quarto enquanto Ricardo observava, com seus 2cm escondidos pela vergonha.
— Meu Deus, Rodrigo... é tão grande... — Alessandra gemia, já puxando o membro de 27cm para a boca, os olhos fixos no marido humilhado no canto. — Ricardo, olhe! Olhe como ele me preenche! Você nunca saberia o que é sentir isso dentro de mim!
A partir dali, o quarto virou um santuário de humilhação. Rodrigo não tinha delicadeza. Ele usava o corpo de Alessandra com a posse de quem sabia que era o único capaz de domar aquelas curvas.
— Fala para o seu marido, Alessandra — Rodrigo ordenava, enquanto a penetrava com força, fazendo a cabeceira da cama bater contra a parede. — Fala para ele quem é que manda nessa buceta agora!
— É você, Rodrigo! — ela gritava, o rosto enterrado no travesseiro, o corpo suado e frenético. — Você é o meu macho! O Ricardo é só o meu banco! Ele só serve para pagar as contas enquanto você me rasga com esse pau gigante! Olhe, Ricardo! Veja como ele me estica!
Ricardo assistia a tudo, as mãos trêmulas segurando o tablet onde, ironicamente, ele já começava a procurar o próximo presente que daria ao homem que estava destruindo sua esposa naquela cama.
A humilhação atingia o seu ápice conforme o ritmo de Rodrigo se tornava frenético. O quarto, um ambiente que deveria ser o refúgio de Ricardo, transformara-se no palco de sua maior derrota biológica.
— Olha para cá, Ricardo! — Rodrigo ordenou, a voz saindo entre dentes, carregada de um prazer animalesco. — Veja como a pele dela estica. Você gasta milhares com cremes e tratamentos para deixar esse corpo perfeito, e sou eu quem tenho o privilégio de deformar tudo isso.
Alessandra estava de quatro, com o rosto enterrado nos lençóis de cetim. Suas nádegas, redondas e firmes, balançavam violentamente a cada estocada dos 27 centímetros de Rodrigo. O contraste era pornográfico: a pele branca e macia de Alessandra sendo golpeada pelo membro bronzeado, venoso e monstruoso do amante.
— Aahhh! Rodrigo! — ela gritava, as mãos apertando as bordas do colchão. — Mais fundo! Eu sinto você batendo no meu útero... Ricardo, você está vendo? Você está vendo como o pau dele é grosso? Parece que eu vou rasgar... é tão bom!
Ricardo não conseguia desviar o olhar. Seus 2 centímetros de masculinidade estavam retraídos, quase invisíveis, enquanto ele observava o balanço rítmico do saco escrotal pesado de Rodrigo batendo contra a entrada de Alessandra. O som — um estalo úmido e constante — ecoava como uma sentença de sua inutilidade como macho.
— Ele é o meu investimento, não é, querido? — Alessandra debochou, virando o rosto para olhar o marido. Seu rímel estava levemente borrado, e o suor fazia suas mechas de cabelo grudarem no rosto, dando-lhe um ar de devassidão total. — Você banca a academia, a dieta, as roupas... tudo para ele ficar assim, forte e dotado, só para me usar desse jeito na sua frente. Você é um ótimo provedor, Ricardo. O melhor corno que eu poderia ter.
Rodrigo soltou um riso sombrio e segurou Alessandra pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás com força.
— Sabe o que é o melhor, pagador? É que enquanto eu estou aqui dentro, eu só penso no próximo presente que você vai me dar. Aquela viagem para o Nordeste que a Alessandra mencionou... eu quero o melhor resort. Quero beber do champanhe mais caro enquanto eu fodo a sua mulher na varanda, olhando para o mar que você pagou para eu ver.
— Eu... eu pago, Rodrigo. Eu já reservei — balbuciou Ricardo, sentindo um misto de náusea e um prazer doentio ao ser humilhado daquela forma. — Só continue... não para... olha como ela está gozando...
E era verdade. O corpo de Alessandra entrou em espasmo. As coxas grossas tremiam e ela soltou um grito agudo, perdendo a força nos braços. A visão dos 27 centímetros entrando e saindo de sua esposa, levando-a a um patamar de prazer que Ricardo jamais sonharia em proporcionar, era o seu ápice pessoal.
— Vou despejar tudo dentro dela, Ricardo — avisou Rodrigo, a voz ficando gutural conforme o clímax se aproximava. — Vou encher esse corpo que você sustenta com o meu leite. E depois, você vai vir aqui limpar, como o bom empregado que você é.
Rodrigo deu as últimas estocadas, brutais e profundas, enterrando-se até a base. Ele rugiu enquanto liberava uma quantidade obscena de sêmen dentro de Alessandra. Ela arqueou as costas, chorando de exaustão e prazer, sentindo a inundação quente do amante.
Quando Rodrigo finalmente saiu, o som de sucção foi humilhante. Ele se levantou, caminhando nu e imponente até o frigobar do quarto, pegando uma água como se estivesse em sua própria casa.
— Valeu pela foda, Alessandra. Valeu pelo "patrocínio", Ricardo — Rodrigo disse, vestindo a jaqueta cara por cima do corpo suado. — Amanhã te mando o link daquela moto que eu gostei. Quero que você pague a primeira parcela ainda essa semana.
Ricardo apenas assentiu, trêmulo, enquanto via o amante sair. Ele então se levantou e caminhou até a cama. Alessandra estava jogada, ofegante, com o líquido de Rodrigo escorrendo por suas pernas.
— Ele foi incrível, não foi? — ela perguntou, sem um pingo de remorso, olhando para o marido. — Agora, pegue a toalha, Ricardo. Limpe o que o homem de verdade deixou em mim. Eu quero estar limpinha para quando você me levar para jantar e me comprar aquele anel que eu vi na vitrine hoje.
Ricardo, em silêncio, ajoelhou-se. Ele era o dono da cobertura, o dono do dinheiro, mas ali, no chão do quarto, ele sabia que era apenas o zelador do prazer de sua esposa e dos homens que ela escolhesse para substituí-lo.
O jantar no restaurante mais exclusivo da cidade, localizado no topo de um hotel de luxo, era a extensão pública da humilhação doméstica. Ricardo vestia um terno sob medida que custava o preço de um carro popular, mas sentia-se nu sob o olhar de Alessandra. Ela estava deslumbrante em um vestido de seda preta com um decote que desafiava a gravidade, exibindo os seios que Ricardo pagara para esculpir, agora marcados discretamente por uma pequena mancha roxa no colo — um "presente" de Rodrigo que ela fazia questão de não esconder.
— O champanhe está excelente, não acha, querido? — Alessandra perguntou, girando a taça de cristal. — O Rodrigo adora essa marca. Ele disse que o gosto combina com o meu suor depois que ele me usa.
Ricardo engoliu em seco, sentindo o nó da gravata apertar. Ao redor deles, a elite de São Paulo conversava baixo, sem imaginar que aquele homem poderoso, capaz de decidir o destino de empresas, era reduzido a nada entre quatro paredes.
— Sim, meu amor. Ele tem bom gosto — Ricardo respondeu, a voz submissa.
A humilhação subiu de nível quando o garçom, um jovem alto e de ombros largos chamado Marcos, aproximou-se para servir o prato principal. Alessandra não apenas sorriu; ela o devorou com os olhos, deixando cair o guardanapo de propósito. Quando Marcos se abaixou para pegar, ela inclinou-se, permitindo que o rapaz tivesse uma visão privilegiada de seu decote.
— Obrigada, Marcos... — ela disse, a voz aveludada, passando os dedos de leve no pulso do rapaz. — Você parece ser um homem muito forte. Deve ser difícil carregar bandejas o dia todo com esses braços.
O garçom sorriu, percebendo o jogo. Ricardo, sentado à frente, sentia o rosto queimar. Seus 2 centímetros pareciam encolher ainda mais dentro da cueca de seda, uma lembrança constante de que ele era apenas o financiador daquele espetáculo.
— Ricardo, querido, por que não entrega o seu cartão para o Marcos? — Alessandra sugeriu, com um brilho cruel nos olhos. — Quero que você pague uma garrafa do melhor vinho para ele levar para casa depois do turno. Um homem com esse porte precisa relaxar... e quem sabe, um dia desses, ele não passa lá em casa para nos ajudar com aquela "reforma" no quarto?
Ricardo obedeceu. Ele retirou o cartão Black de sua carteira e o estendeu para o garçom.
— Tome, Marcos. Escolha a garrafa que quiser. É um presente da minha esposa.
— Muito obrigado, senhor — o rapaz respondeu, olhando para Ricardo com uma mistura de pena e deboche, antes de piscar para Alessandra e se retirar.
— Viu só, Ricardo? — Alessandra sussurrou, inclinando-se sobre a mesa. — É assim que funciona. Você ganha o dinheiro, e eu seleciono os homens que realmente sabem o que fazer com uma mulher. O Rodrigo me deixou exausta hoje, aqueles 27 centímetros realmente me destruíram por dentro... mas olhar para rapazes como esse garçom me faz lembrar que o mundo está cheio de machos dispostos a gastar o que você ganha.
A conta chegou: 4.500 reais entre o jantar e o vinho de presente para o estranho. Ricardo pagou sem pestanejar, assinando a nota com a mão trêmula.
Ao saírem do restaurante, enquanto caminhavam para o carro blindado, Alessandra parou diante de uma vitrine de joalheria que ainda estava iluminada.
— Aquele anel de diamante, Ricardo. O de 50 mil. Eu quero ele como prêmio por ter sido uma "boa menina" para o Rodrigo hoje.
— Eu compro, Alessandra. Amanhã de manhã — ele respondeu prontamente.
Ela sorriu, vitoriosa, e entrou no banco de trás do carro, deixando que Ricardo fechasse a porta para ela. Durante todo o trajeto de volta, ela não tocou no marido. Ela estava ocupada enviando áudios para Rodrigo, detalhando como o jantar foi caro e como ela mal podia esperar para que ele a possuísse novamente usando o anel que o "corno" ia comprar.
Ricardo olhava pela janela, vendo as luzes da cidade passarem. Ele era o dono do império, mas no reino de Alessandra, ele era apenas o súdito que pagava para ver sua rainha ser devorada por homens de verdade.
O ponto de vista muda para o predador. Rodrigo não sente um pingo de remorso; para ele, o apartamento de luxo é apenas o seu vestiário e Ricardo é o seu caixa eletrônico particular.
O Ponto de Vista de Rodrigo: O Dono do Jogo
Rodrigo terminou de abotoar a camisa de linho que Ricardo havia pago na semana passada. Ele se olhou no espelho da suíte master, ajeitando o cabelo e sentindo o peso do relógio de ouro no pulso. No reflexo, ele viu Ricardo parado à porta, com os ombros encolhidos, parecendo um intruso na própria casa.
Um sorriso de escárnio brotou nos lábios de Rodrigo. Ele caminhou até a cômoda e, com uma naturalidade insultuante, pegou a carteira de Ricardo que estava sobre o móvel. Ele retirou dois cartões de crédito — os sem limite — e os guardou no bolso da calça.
— Vou precisar desses, pagador. O limite do meu já estourou com aquela festa que dei para os meus parças ontem. Mas relaxa, você cobre, né? — Rodrigo deu um tapinha no rosto de Ricardo, um gesto que misturava desprezo e uma intimidade forçada.
Em seguida, ele pegou a chave da Mercedes-Benz que brilhava sobre a mesa.
— E a chave da nave também vai comigo. Carro desse nível não foi feito para homem que não tem... volume para preencher o banco, entende? — Rodrigo riu, uma gargalhada rouca que ecoou pelo quarto, fazendo os 2 centímetros de Ricardo parecerem ainda menores sob o tecido da calça cara.
Alessandra apareceu logo atrás, já com uma mala de grife pronta. Ela olhou para o marido com um desdém gelado, antes de se jogar nos braços de Rodrigo. O amante a segurou pela cintura, as mãos grandes apertando a carne firme das nádegas dela, reivindicando sua posse diante do provedor.
— Escuta aqui, Ricardo — Rodrigo disse, parando diante do executivo antes de sair. — Estou levando a Alessandra. Vamos para aquela casa de praia que você comprou em Angra. Vou ficar com ela o tempo que eu quiser. Talvez uma semana, talvez um mês... talvez ela nem volte mais para esse apartamento sem graça.
Ele inclinou a cabeça, encarando Ricardo nos olhos.
— Mas tem um detalhe: você vai continuar bancando tudo. Cada jantar, cada garrafa de espumante, cada massagem que eu der nela naquele deck. E se eu decidir que ela precisa de um carro novo lá, eu te ligo e você faz o Pix na hora. Sacou?
Ricardo engoliu em seco, as mãos trêmulas ao lado do corpo.
— Eu... eu entendi, Rodrigo. Só... cuida bem dela.
Rodrigo soltou outro riso debochado e puxou Alessandra para um beijo profundo, daqueles que deixam claro quem manda no corpo dela.
— Eu cuido, Ricardo. Eu cuido de um jeito que você nem saberia por onde começar com esses seus 2 centímetros. Vou usar cada milímetro dos meus 27 para garantir que ela esqueça que você existe, enquanto você trabalha dobrado para pagar o nosso luxo. Fica aí com a sua conta bancária... eu fico com o que realmente importa.
Rodrigo girou a chave da Mercedes no dedo, passou o braço pelo pescoço de Alessandra e saiu batendo a porta, deixando Ricardo sozinho no silêncio da cobertura, com a conta bancária cheia e a vida completamente vazia.