Esvaziando o saco com Mika - parte 1

Um conto erótico de moreno_gostoso
Categoria: Heterossexual
Contém 903 palavras
Data: 18/02/2026 00:42:08

Boa noite!

Sou Rafael, 43 anos, 185 cm, 90 kg. Depois de semanas de trabalho insano, pedi folga e vim pro sítio respirar. O que era pra ser só descanso virou um final de semana de tesão puro e carinho intenso.

Últimos tempos tem sido de um volume de trabalho absurdo, e pedi uns dias para meu diretor, e para minha equipe e fizemos um bem bolado para todos poderem aproveitar o carnaval onde quiserem. Eu vim para o sítio, tinha atividades pendentes a tratar com o caseiro

Sexta, 13/02, 8h da manhã. O portão abre e lá vem ela: Mika. Loira, olhos azuis que iluminam tudo, sorriso que me desarma. Saia-short curta, blusinha leve, chinelo, mochila pequena. Mesmo com o céu nublado quase chovendo, o dia ficou quente só de vê-la. Com Mika, sempre tem sol por dentro.

Aos 43, ela ainda me deixa sem ar: pele branca que cora fácil, curvas que parecem esculpidas, seios firmes que desafiam a gravidade, bucetinha lisinha e rosada que eu já conheço de cor. Já morou meses comigo aqui — e o corpo dela continua me deixando louco como na primeira vez.

Abraço apertado, selinhos que viram beijo lento. Eu suado, sujo de mato, short colado. Ela inala fundo meu pescoço e solta, rouca:

— Que cheiro de homem, seu cachorro…

Meu pau deu um pulso só com isso. Rimos de forma leve, tomamos um café juntos na área externa, e Minha sunga vermelha na mesa, estava pronta para ser usada após uma ducha na área externa. Mika foi para casa se trocar, tomar um banho quente.

Tomei banho frio rápido, vesti a sunga. Quando Mika voltou, estava enrolada numa toalha, segurando o vidro de óleo de massagem. Olhar direto, sem rodeio:

— Faz uma massagem completa em mim? Bem gostosa?

- Claro meu amor!

Meu coração acelerou. Deitei ela no colchonete, tirei a toalha devagar e pude ver que pelada, o corpo brilhando mesmo sem sol. A buceta rosinha, as curvas do seu corpo ainda eram as mesmas de sempre. Comecei pelas costas: óleo escorrendo devagar, minhas mãos deslizando pela pele macia que ia ficando rosada sob os dedos.

Quando cheguei na bunda, ela arqueou levemente, soltando um gemidinho baixo de prazer que foi direto pro meu saco. Coxas internas, virilha… já estava melada antes de eu tocar de verdade. Meu pau começou a latejar na sunga...

Virei ela de frente. Pescoço, seios — mamilos endurecendo sob as palmas —. Mika me acariciava levemente a coxa, em retribuição à massagem. A massagem seguiu com os seios, barriga, pernas, em que Mika soltava pequenos gemidos de prazer. Derramei óleo na virilha e desci os dedos devagar, acompanhando escorrendo. Dois entraram fácil naquela bucetinha quente apertada. Mika arfava, olhos revirando de tesão, adorando, e massageei o clítoris lentamente em círculos lentos, os lábios, até que gozasse. Nessa hora Mika já apertava meu pau com força, implorando rouca

- Que delícia caralho! Me foda gostoso, vem!

Ignorei, e continuei a massagem, agora dividido entre os seios e o ponto G com pressão firme. Mika implorava para ser fodida cada vez mais

— Me fode gostoso hoje… quero tudo com você.

Mika gozou duas vezes só na massagem, e a buceta contraindo forte enquanto ela gritava baixo “delícia…”. Beijei a boca dela quente, molhada, sem pressa. Ela relaxada, lambuzada de óleo e gozo, olhos semicerrados de prazer.

Fomos para a ducha, e Mika iniciou um boquete gostoso, profundo, com seus lábios percorrendo meu pau e as bolas, mas logo parou.

- A primeira do dia quero toda porra dentro da bucetinha, meu gostoso

Fomos pra piscina rasa, abraçados, pelados, minhas mãos segurando sua bunda grande, colando seu corpo no meu, na piscina morna.

Ali, em vez da ansiedade do tesão imediato, veio a conversa íntima, e beijos quentes e já conhecidos. Ela desabafou saudade, frustrações com ex imaturo. Dei conselhos leves, rimos das histórias. Mika comentou inclusive que acabou transando com dois amigos que foram prestar condolências sobre o término. Fiquei curioso e ela deu detalhes da aventura, e o papo quente fez meu pau endurecer de novo, cutucando a entrada dela.

Olhares se cruzaram, com um sorriso safado e cúmplice. Ela mordeu o lábio, mexeu o quadril devagar… e de repente ele estava lá dentro: quente, escorregadio, apertado até o talo. Soltei um “caralho” rouco.

Agora sim, beijos profundo, exploradores, línguas dançando, mãos buscando todos detalhes do corpo. Ela começou a cavalgar devagar, rebolado molhado fazendo água espirrar, enquanto segurava sua bunda firmemente, acompanhando seu ritmo.

Levantei com ela no colo, ainda encaixada, e a levei pra parte mais funda. Apoiei as costas dela na borda e comecei a bombar: lento e fundo, depois rápido e raso, alternando ritmos. Ela gemia no meu ouvido: “não para… quero gozar junto com você…”. Apertei o corpo dela contra o meu, meti mais forte, mais fundo. Buceta pulsando, apertando meu pau como se quisesse sugar tudo. E dessa vez gozamos juntos — sincronizados, intensos. Jatos quentes enchendo ela enquanto ela tremia, apertando meu pau ao máximo que podia, e suas unhas nas minhas costas, gemendo alto no meu ouvido. Ao fim, Mika diz:

— Nossa… que delícia… — ela sussurrou, ainda ofegante, me beijando devagar.

Ficamos ali abraçados, rindo, enquanto meu pau ia lentamente escorrendo pra fora, misturando porra e água. Entre beijos e carícias saímos da piscina, e caímos no colchonete, ainda molhados, e Mika nem esperou secar para fazer um boquete maravilhoso, como sempre, mas continuo na próxima parte.

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