Depois de um sábado fofinho, feito para me recuperar de uma semana cansativa, eu percebi o quão mal estava acordando nua na minha cama, noites, sem dormir, pulando refeições, trabalhando além do horário para ocupar minha mente, meu corpo estava bastante fraco, eu acordei nua sozinha na cama, preocupada que estivesse totalmente sozinha, que tudo tivesse sido um sonho.
Mas uma mensagem dele no celular avisava que só foi comprar café da manhã, estava tudo bem, ao menos por enquanto… Então eu resolvi tomar um banho e me preparar para o meu namorado, a verdade é que eu queria ser dele, eu queria que ele apagasse qualquer traço de outro homem ter tocado no meu corpo, meu plano era esperar ele cheirosinha e convidativa.
Espero ele arrumando a casa de camiseta e calcinha, sem maquiagem descalça no chão de madeira, os cabelos soltos, quando escuto ele chegando eu corro para arrumar a cama, como ja disse meu apartamento é um cômodo só, então enquanto coloca o café no balcão da cozinha inglesa, ele me vê abaixada sobre a cama arrumando os lençois, de camiseta expondo o minúsculo fio dental para ele.
Quando me viro ele está olhando fascinado, “Você faz de propósito né?”, eu sorrio com a pergunta enquanto nos aproximamos um do outro. “O que?”, eu sorri para ele e me aproximei beijando a boca dele, ele acariciando meu corpo todo enquanto me beija, apertando alisando, sentindo meu corpo por baixo da camiseta só com uma minúscula calcinha.
“Tem certeza?”, ele me pergunta um pouco sério, afinal nos últimos dois dias eu não estava no clima, eu estava sentindo meu corpo usado, sentindo minha mente confusa e culpada, mas hoje o meu pensamento era outro, “Eu preciso disso, preciso de você, preciso que meu corpo te pertença ou nunca vou ter paz.”, ele sorriu e voltou a me beijar com todo o carinho do mundo.
Começamos a nos beijar, eu guio ele para o sofá, fazendo ele se sentar no meu sofá, olhando nos seus olhos, removo a camiseta, com cuidado e com jeitinho, estou sem sutiã por baixo e quero que os gêmeos dê aquele pulinho quando eu terminar de removê-la, olhando para a cara dele, enquanto repara nos gêmeos, no seu movimento e depois percebe que a calcinha minúscula que eu estou é a que ele não vê desde Maio.
“Você é muito gostosa e safada.”, eu sorrio vermelha, olhando para ele que colocou as mãos no meu quadril, “Sua safada.”, comecei a rebolar devagarinho, descendo meu quadril, dobrando meus joelhos, até estar ajoelhada entre as pernas dele, meus olhos azuis fixados nos seus, “Dá pra mim, me mostra ele.”, eu sorrio, pedindo meu brinquedo com cara de safada.
Ele libera seu membro e eu sorrio, coloco uma lâmina de menta na boca, seguro os gêmeos e coloco nele, começando a subir e descer os gêmeos ao redor do membro dele, usando os gêmeos para masturbar ele bem devagarinho, com carinho, ele relaxa no sofá, abrindo os braços curtindo a visão da namorada, branquinha cheia de sardas, segurando os gêmeos ao redor do membro dele que vai e volta fodendo meus gêmeos com cuidado.
E então eu reparo no olhar de prazer e surpresa, quando ele percebe o detalhe… Olhando por cima da minha cabeça está o espelho de corpo inteiro, que dá uma outra visão, ele sentado no sofá, de frente para o espelho, as pernas abertas, a namorada ajoelhada entre as pernas dele, a cabeça subindo e descendo, os cabelos vermelhos, descendo soltos e rebeldes até o meio das costas, no bumbum uma calcinha fio dental minúscula, onde logo acima do bumbum se lê, (HOJE TEM CU), eu percebo o pau dele pulsar e ele suspirar de prazer com a visão.
Quando eu sinto os gêmeos cansadinhos, eu solto eles, olho para ele com um sorriso e coloco a boca, o hálito de menta, subindo e descendo minha boca ao longo do pau dele, girando a cabeça só um pouquinho para aumentar o prazer, brincando com a língua, sentindo ele estremecer e gemer alto de tesão com o pau na minha boca, alisando meus cabelos, acariciando minha cabeça.
Até que ele não aguenta e explode enchendo minha boca e eu bebo tudinho sugando lambendo, me satisfazendo, me ajoelho na frente dele com sorrisinho sapeca, “Gostou?”, ele sorri, tentando achar as palavras, eu sorrio e me levanto, virando de costas para ele, deixando ele ver minha bundinha indo rebolando até a cama, deitando na borda, da cama, abrindo as pernas, alisando por dentro das coxas, ainda de calcinha, puxo ela para o ladinho.
“Me mostra o quanto.”, claro que ele não iria me decepcionar, ele levanta do sofá e vem tirando a roupa, eu puxo minhas pernas em franguinho assado na borda da cama box alta, ele apoiou um joelho sobre a cama, apoia na entrada da menininha sorri para mim, “Soca tudo.”, eu peço, não imploro e ele obedece me arrancando um grito alto, tremendo dos pés a cabeça, ele me segura como um franguinho assado e me dá o que eu pedi.
Socando forte, fundo, me arrancando gritos de prazer, a dorzinha suave da entrega, me fazendo querer mais e mais dele em mim, suas mãos segurando minhas coxas, minhas mãos segurando as cobertas da cama, um dos seus joelhos sobre a cama, o outro com o pé apoiado no chão para ter mais força no quadril, socando com força e eu pedindo mais.
“Mais forte Alê, mais forte.”, implorando aos gritinhos e dando gritos de prazer, até que gozei, violentamente, me contorcendo toda na cama, aos gritos, gozando várias vezes enquanto ele não para de socar, mesmo depois de ter começado a gozar, sentindo meu cérebro entrando em pane, revirando os olhos perdendo completamente a noção do mundo, do tempo, dos meus problemas de tudo.
Ficamos um tempo deitados na cama trocando carícias… “Quero mais...” eu anuncio e me levanto, olho para trás, convidativa caminhando até o sofá, como um último sinal, eu dou uma ajeitadinha na calcinha fio dental, passando meus dedos sobre o que está escrito, oferecendo meu bumbum para ele, enquanto caminho rebolando para o braço do sofá.
Paro no sofá em frente ao pé da cama e apoio um joelho no sofá e as mãos no encosto, ficando de quatro para ele, (como falei meu apartamento é um estúdio com uma cozinha inglesa, não têm muitos cômodos), e olho para trás com um sorriso ele se levanta e se aproxima de mim, e dando um tapa no bumbum, dou um pulinho estremecendo… “Você quer mesmo isso não é sua safada.”, “Você ainda não entendeu?”, eu retiro minha calcinha dobrando os joelhos para pegar ela na pontinha do pé e arremesso nele.
“Eu quero que você tome posse do que é seu e apague qualquer vestígio de que outro homem possa ter me tocado.”, ele acompanha cada movimento meu, com um desejo crescente visível, percebo meu poder sobre esse homem, “Se é assim…”, ele me segura pela cintura e me levanta me colocando na cama de barriga para cima, eu olho para ele, um pouco confusa, “Eu vou dar o que você quer, mas quero que seja olhando nos seus olhos de menina má, quero ver seu rostinho de dor.”, eu me sinto ficar molhada na hora e sorrio concordando com a cabeça.
Ele dobra minha perna com muito cuidado, praticamente um franguinho assado, levantando meu quadril o máximo possível antes de meter a boca no meu bumbum, me fazendo gemer manhosa, tremendo inteira, me entregando, suspirando de prazer, sentindo sua língua quente, macia, molhada, babando tudo, molhando tudo pelo seu caminho, quase tive um orgasmo na sua boca, mas ele parou olhando para mim e sorriu.
Ele passou saliva na cabecinha do pau e eu fecho os olhos sentindo um frio na barriga, quando ele encaixa, sinto o ritual de empurrar, relaxar, esperar eu me acostumar e empurrar de novo, dói, dói intensamente, eu dou um tapa no colchão, ele segura firme minhas pernas que querem se esticar, querem fugir, me mantendo na posição, olhando para ele, ele olhando para meus olhos, eu vejo nos olhos dele fascinação, desejo, poder, meu poder, eu vejo ele começar a ficar com dó da minha cara de dor, de estar me arrombando o bumbum na base da saliva.
“Não para Alê quero tudo!”, eu ordeno e ele empurra mais fundo, me arrancando um grito e outro, estremeço sentindo que chegou no fundo, ele para, minha respiração está acelerada com o caralho socado no fundo do bumbum, olhando para ele, as lágrimas escorrendo, eu vejo ele olhando para mim, ele está com pena, mas também com desejo, acima de tudo ele está na minhas mãos, eu vejo nos olhos dele, que ele fará o que eu pedir e isso me faz sorrir.
Ele começa um vai e vem lentinho me fazendo tremer inteira arrepiar inteira, doendo, gritinhos, até que sinto que para de doer, que meu corpo se acostuma, tocando minha menininha sentindo ela mais e mais molhada, “Vai Alê fode que nem homem!!!”, ele obedeceu imediatamente, me arrancando um grito e outro e mais outro, me fodendo como eu pedi, literalmente me fodendo o cu, me fazendo gritar e babar, chorando olhando para ele até gozar dentro de mim, socando, gozando e socando.
Ele tira do meu bumbum e eu estou chorando e tremendo, ele me abraça e só então percebe que eu ainda estou com a mão na minha menininha, a boca aberta gemendo, dor e choro, mas também prazer, nos braços dele, olhando nos olhos dele, com o bumbum todo arrombado eu gozei tremendo inteira nos braços dele, olhos nos olhos, aí sim eu relaxei inteira e chorei no peito dele até a dor aliviar, ali tínhamos exorcizado qualquer fantasma, ali após isso tudo eu tinha retomado o controle do meu corpo, MEU para dar para quem EU quiser.
Depois ele me ajuda no banho, comigo ainda trêmula, ainda toda molinha, dolorida, judiada, sentindo minha menininha e bumbum reclamando de como eu os fiz serem tratados, os gêmeos sensíveis pelo que eu fiz segurando eles com força para dar prazer para o pau do meu namorado, mas estava sorrindo, feliz, completamente entregue, completamente pertencente ao homem que eu escolhi me entregar.
Na cama toda molinha com ele, “Raquel?”, “Hmm”, “Posso te pedir uma coisa?”, eu olho para ele, devo ter parecido uma criança ansiosa devido ao tom sério depois do que acabamos de fazer, “Promete não usar sexo para se machucar, BDSM é uma coisa boa, fetiche, não uma autopunição.”, eu sorrio e beijo a boca dele, “Prometo meu amor. Não foi sobre punição, foi sobre eu tomar o controle do meu corpo e ter o que quero e como quero.”,ele apenas sorri e sinaliza com a cabeça, depois me dá um beijinho no alto da cabeça.
“Não quero voltar na empresa amanhã.”, eu reclamo manhosa, “Raquel sobre seu trabalho.”, eu olho para ele, de olhos arregalados, eu não queria que ele me proibisse, eu, ia ficar sem renda. Eu estava assustada, mas, ainda não sabia o que queria, ele percebe meu olhar e suspira, “Deixa anjo, deixa pra lá.”, eu deito no peito dele, “Só não estou pronta para uma decisão hard.”, “Tudo bem Raquel, eu… Te explico outra hora.”.
… … … … … … … … …
Na segunda feira cheguei impecável para o trabalho, a saia social curta um pouco abaixo do meio das coxas, marcando meu quadril, que não é tão impressionante, então fica com um ar sério, apesar de curta, uma camisa folgada que não chama atenção para os gêmeos, toda fechada, um blazer, exceto a camisa branca, toda de cinza escuro.
Os cabelos impecáveis, maquiagem leve, passo pela catraca sem olhar para os lados, mas dessa vez, o segurança falou comigo, de uma forma que nunca tinha feito antes, “Srta Raquel?”, eu me viro para ele, imaginando que pode ser algo importante, ou não pode ser só mais uma gracinha.
“Eu vi que a senhorita está um pouco na defensiva com os engravatados, se precisar de algo, pode me falar, ou ficar por aqui enquanto espera o carro, eu tenho uma filha da sua idade e estou achando uma escrotice como estão te tratando.”, eu esperava, algo diferente, mas, eu lembrei que ele sempre me passou confiança e era exatamente isso que eu precisava.
Eu aceno com um sorriso contente que positivo para ele, o que faz ele relaxar a postura, ele nunca ficou olhando ou me assediou e isso é ótimo, eu estava preocupada, hoje o EVP estaria aqui, o Vice Presidente Executivo, acima dele só o CEO da Matriz, eu tinha que ser perfeita, mas logo na entrada as coisas já complicam, eu estou chegando no elevador, quando sinto uma mão me puxar bruscamente pelo ombro.
“Então é você que além de dar para qualquer funcionário, está saindo com o meu noivo Alessandro?”, eu levo uns segundos para entender o que a morena, vestida de terninho social, com cabelos curtinhos está falando, ela é bastante bonita e eu seria uma idiota se negasse, “O gato comeu sua língua!”, ela aproveita minha confusão, para continuar fazendo uma cena no prédio da empresa, olho em volta, os funcionários cochichando entre si.
“Ele não têm noiva senhora, com licença.”, saio caminhando rápido para o elevador, ainda escuto ela gritando atrás de mim, “É ISSO AÍ PIRANHA APRENDE A SE COLOCAR NO SEU LUGAR.”, eu tapo os ouvidos, percebendo os cochichos, as risadinhas, entro no levador, chorando a respiração acelerada, ouvindo na minha cabeça as palavras do meu pai, “Ignora filha, você não é isso que falam…”, mas como ignorar, isso poderia destruir minha carreira.
Eu cheguei na minha mesa e um pouco depois veio o Diretor Geral, eu estava nervosa contendo o choro, “Oi anjinho fiquei sabendo do escândalo no Hall.”, eu olho para ele, “Eu não fiz nada.”, já preocupada com o meu emprego, “Como não garota, eu não sabia que era tão assim.”, ele alisa a aliança na minha frente. “Sempre achei que o problema era ser casado, mas parece que não é assim né?”,
Eu fico puta, ia gritar com ele, mas meu emprego já está na corda bamba, bem no dia que o Vice Presidente, vai chegar, eu estremeço e sinto as lágrimas escorrerem livres pelo meu rosto, “Não precisa chorar Raquel, veja, te garanto que a minha mulher não liga… Só pensa nisso.”, e saiu. Logo após eu corro para o banheiro para chorar, me tranco chorando, me sentindo um lixo, tomando a decisão de ir embora.
Olho o celular e há uma mensagem do Cleiton, “Raquel, que história é essa que seu namorado é comprometido?”, “Ele não é… Longa história, ela é ex.”, “Não é o que todo mundo está falando mulher, a gente pode conversar.”, “Não.”, “Raquel por favor, eu estou livre e você com um cara casado e já estão falando da gente também.”. Eu estremeci o medo e a raiva crescendo no meu peito.
Eu olho para a mensagem do Cleiton, pensando quando chega outra, “Raquel você sabe que eu gosto de você.. Responde.”, “Eu já falei que tenho namorado e a gente não têm mais nada.”, “Como assim ruivinha, você prefere um homem comprometido? Mesmo sabendo que a gente têm um lance entre nós, tipo, desde sempre?” ele me manda uma cópia da tela do celular o papel de parede somos nós dois, eu bem nova, nos braços dele, ele cheirando meus cabelos, em um espelho de corpo inteiro, eu de minissaia e uma blusinha justa, meu corpo exposto como poucas vezes eu deixo hoje em dia, eu respiro fundo olhando a foto.
“Um cara aqui do setor viu a foto e te reconheceu. Todo mundo até acha que a gente forma um lindo casal.”, eu fiquei olhando a mensagem por um tempo, me sentindo tão frágil, tão pequenininha, isso tudo estava me esmagando, estava me matando por dentro, quando eu respondi ele, “Eu vou pedir demissão…”, e saí do banheiro, olhando as outras mensagens, tinha uma mensagem DELE, do EVP e ele queria me ver. Agora!
Estava tão distraída passando pelo corredor que não vi a tal noiva do Alê, quando ela me puxou com força e bateu contra a parede, “Pensa bem garota, isso é só o começo, se não parar de dar para homem comprometido.”, eu me solto dela, empurro ela com força para trás e abro espaço entre nós, suficiente para ela receber o primeiro golpe se tentar mais uma gracinha assim. Percebo que ela entendeu e deu um passo para trás.
“Não respondo a você! Nem aqui, nem lá fora.”, eu respondo seca e direta, ela olha para mim debochada, “Não te falaram?”, uma risadinha de escárnio, “Minha mãe é sócia do ramo brasileiro da empresa, a mãe do Alê também, se você acha que está segura aqui dentro, te aconselho a repensar garota.”, eu olho para ela em pânico, começando a entender, que estou muito em perigo e que o que aconteceu na festa, teve mandante.
Ela dá uma risada que continua ecoando na minha cabeça e sai andando, eu fico paralisada de medo em pânico, começando a pensar onde começa e onde termina a influência dessas mulheres? O assédio crescente do diretor geral… O que aconteceu na festa… Onde está as mãos delas? Eu chorando comecei a andar pelo corredor, sentindo minhas pernas querendo falhar de pânico, dias sem dormir, refeições que faltaram, sábado me regenerou, mas não suficiente para isso.
E se o EVP também for um joguete? Eu penso comigo mesma e tomo a grande decisão, eu vou me demitir e acabar com isso, é o único jeito de eu escapar delas. É o único jeito de eu não começar uma guerra, que eu não tenho como ganhar. Não tenho armas para competir com isso, não com as donas da empresa que eu trabalho.
Talvez fosse isso que o Alê quisesse me avisar e eu não deixei, talvez ele não quisesse que eu soubesse assim, meses em que ele parecia desconsertado quando eu falava do trabalho, quando eu reclamava do trabalho e sempre achei que era só porque não era hora de falar de assunto de trabalho, mas talvez, ele só se sentisse um pouco culpado de não poder fazer as coisas melhorarem.
Eu caminho para a sala do EVP e bato na porta, quando ele me permite entrar, eu entro com tudo isso na cabeça, já resolvida com o que vou fazer, eu entro de cabeça baixa, não é como eu queria que meu primeiro chefe me visse pela primeira vez, destruída por dentro, “Senhor Jiang eu queria dizer que… Eu quero pedir minha d…”, eu tomo coragem e olho para ele antes de ficar paralisada e as palavras morrerem em meus lábios.
Ali na minha frente, olhos nos olhos, estava o Alê, ele é o senhor Jiang, nome chinês, comigo ele sempre usou só o nome brasileiro, ele é o nosso EVP, eu abro a boca para falar alguma coisa, mas não consigo, minhas pernas falham, meus olhos escurecem, finalmente cedendo ao estresse de uma semana inteira, eu desmaiei na sala do Presidente da Companhia.
=== === === … … … FIM … … … === === ===
Pois é... Joguei a bomba de trocentos megatons como foi falado nos comentários do conto anterior, a coisa literalmente virou de cabeça para baixo para nossa secretária, mas estamos no ponto de virada de nossa saga espero que gostem, todas as cartas estão na mesa, todos os segredos, no mínimo sinalizados, o mundo da nossa secretária virou de pernas para o ar, mas isso pode ser bom, se ela ao menos sobreviver a virada.
Pois é gente se chegaram até aqui, votem, comentem, façam uma escritora feliz. ;)
Espero que todos estejam gostando dessa saga, está sendo deliciosa de escrever.
