A sala de reuniões no último andar da Segurança Pública estava mergulhada em um silêncio opressor, quebrado apenas pelo tique-taque do relógio de parede e pelo som pesado da respiração do Diretor Goro. Aos 49 anos, o homem era uma massa disforme de carne e autoridade, comprimida em um terno que parecia implorar por liberdade.
Makima permanecia de pé, a postura impecável e o olhar dourado fixo na janela, observando a garoa que caía sobre Tóquio.
— Sente-se, Makima-san — a voz de Goro saiu arrastada, carregada de uma satisfação viscosa.
Ele não esperou que ela se movesse. Goro levantou-se pesadamente, o couro da cadeira rangendo em protesto. Ele caminhou até ela, cada passo fazendo o assoalho de madeira estalar sob seus pés. Ao parar atrás da mulher que todos temiam, o contraste era brutal: a elegância etérea de Makima contra a figura oleosa e suada do Diretor, cuja pele brilhava sob a luz fluorescente.
— Você achou que seus cães seriam o suficiente para protegê-la da hierarquia? — Goro sussurrou, aproximando o rosto do pescoço dela. O cheiro de tabaco barato e suor antigo invadiu os sentidos de Makima.
Pela primeira vez em anos, Makima sentiu um tremor sutil nas pontas dos dedos. Não era medo, era algo mais profundo e perturbador. O contrato que Goro mantinha com o alto escalão não era apenas burocrático; era uma amarra mística que começava a agir sobre o sistema nervoso dela.
Goro estendeu a mão gorda e úmida, segurando o queixo de Makima e forçando-a a encará-lo. O rosto dele estava a poucos centímetros do dela, os poros dilatados expelindo uma oleosidade que parecia refletir a alma do homem.
— O controle é uma ilusão, querida. E eu acabei de puxar a sua coleira.
Makima tentou formular uma ordem, um comando mental que deveria reduzir aquele homem a uma mancha de sangue no tapete. Mas sua mente encontrou apenas uma estática densa. O suor começou a brotar em sua testa, não pelo calor da sala, mas pela pressão interna de sua vontade sendo esmagada.
Os olhos dourados de Makima começaram a vacilar, as pupilas dilatando enquanto ela observava o sorriso amarelado de Goro. Ele não era um demônio poderoso ou um herói destemido; ele era apenas um homem desprezível, velho e grotesco que, de alguma forma, agora possuía as chaves de sua mente.
— Isso... — Goro riu, o som vibrando em seu peito avantajado enquanto ele pressionava o corpo contra o dela, forçando-a contra o vidro frio da janela. — Deixe a realidade afundar. Você não é mais a mestre de nada.
A respiração de Makima tornou-se curta, um arquejo sibilante. A elegância estava sendo lavada por uma onda de calor febril. Ela sentia a pele dele contra a sua, pegajosa e opressora, e a aceitação de sua nova posição começou a se manifestar da forma mais humilhante possível: seus olhos começaram a revirar levemente para cima, perdendo o foco na realidade, enquanto sua língua buscava ar de forma involuntária.
O domínio do Diretor Goro estava apenas começando.
A pressão contra o vidro da janela tornou-se insuportável. Goro, apesar de ser quase uma cabeça mais baixo que Makima, usava seu peso e o domínio místico para dobrar a vontade da mulher. A diferença de altura criava uma dinâmica perversa: ela era forçada a olhar para baixo, para o topo da cabeça calva e brilhante de suor do Diretor, enquanto ele a mantinha subjugada com a força de seus braços curtos e grossos.
— Incline-se — Goro ordenou, a voz saindo como um rosnado úmido.
Makima obedeceu. Seu corpo não era mais seu; cada músculo respondia aos comandos dele antes mesmo que sua mente pudesse processar o asco. Ela se apoiou na mesa de reuniões, a saia social subindo enquanto a respiração de Goro se tornava um chiado frenético atrás dela.
O calor que emanava dele era opressor, um vapor de suor que parecia cozinhar o ar ao redor. Quando Goro se livrou das roupas que o apertavam, a realidade do que ele escondia sob aquele terno barato se revelou como um golpe final na psique de Makima.
Diferente de tudo o que sua aparência sugeria, Goro carregava uma dotação monstruosa. Eram 25 centímetros de uma virilidade brutal e desproporcional ao seu tronco largo e pernas curtas. O contraste era uma aberração visual: a figura baixa e obesa de um homem de 49 anos ostentando um membro que parecia desenhado para destruir.
Makima arregalou os olhos, as pupilas tremendo em choque. A mente dela, já fragilizada pelo Mind Break, estilhaçou-se completamente diante daquela visão. O contraste entre a face nojenta de Goro e o poder que ele exibia agora criava um curto-circuito em sua percepção.
— O que foi, Makima-san? — Goro riu, agarrando os cabelos ruivos dela com uma mão suada e puxando sua cabeça para trás, forçando-a a olhar para ele por cima do ombro. — Achou que eu seria pequeno em tudo?
O suor de Goro pingou no rosto de Makima, misturando-se às lágrimas involuntárias que começavam a escapar de seus olhos dourados. Ela sentiu a presença colossal dele encostar em sua coxa, um calor invasivo que prometia nada menos que a ruína total de sua dignidade.
— Olhe bem... — ele sussurrou, a saliva espessa saltando de sua boca enquanto ele falava. — Esse é o único mestre que você vai servir de agora em diante.
A boca de Makima se abriu, a língua pendendo em um gesto de rendição absoluta. O Ahegao tomou conta de suas feições de forma definitiva; a imagem de Goro, com toda a sua feiura e seu poder desmedido, tornou-se a única coisa que importava. Ela não era mais a diretora, não era mais o Demônio do Controle. Diante dos 25 centímetros de Goro, ela era apenas um recipiente pronto para ser corrompido.
Goro não teve piedade. Ele avançou com a brutalidade de quem esperou décadas por aquele momento de posse. O grito de Makima foi abafado pela palma da mão gorda e salgada de Goro, que cobriu sua boca enquanto ele a reivindicava, transformando a sala de reuniões no palco de sua degradação final.
O silêncio da sala agora era preenchido apenas pelo som rítmico e úmido da degradação. De joelhos sobre o tapete caro, Makima não oferecia mais resistência. O Diretor Goro permanecia em pé, as pernas curtas e grossas levemente afastadas, enquanto sua mão gorda pressionava o topo da cabeça ruiva dela, forçando-a a manter o rosto colado à sua virilidade desproporcional.
A visão era grotesca. A mulher que personificava a elegância e o medo estava agora reduzida a uma servidão primitiva. O membro de 25 centímetros de Goro, uma presença massiva e brutal, contrastava violentamente com as feições delicadas de Makima. Cada vez que ela era forçada a avançar, seus olhos dourados reviravam totalmente, restando apenas o branco, enquanto o suor de Goro pingava sobre suas pálpebras.
— Use essa boca que dava ordens para algo útil agora, Makima — Goro rosnou, o abdômen avantajado balançando conforme ele ditava o ritmo.
Makima ofegava, o som abafado pela carne dele. O cheiro de suor acre e o calor que emanava do corpo do homem de 49 anos nublavam qualquer resquício de sua consciência superior. Ela sentia a textura áspera da pele dele contra seus lábios, uma sensação que deveria causar nojo, mas que, sob o efeito da corrupção mental, tornava-se o centro de seu novo mundo.
A saliva escorria pelos cantos de sua boca, misturando-se à oleosidade que cobria o corpo do Diretor. Goro soltou um gemido gutural, sentindo o calor da cavidade oral daquela que antes o olhava com desprezo. Ele apertou os dedos entre os fios ruivos dela, puxando com força, expondo o pescoço pálido de Makima enquanto ela tentava acomodar toda aquela extensão monstruosa.
— Isso... — ele arfou, o rosto vermelho e brilhante de transpiração. — Engula o seu orgulho junto com cada centímetro meu.
A mente de Makima estava em frangalhos. A cada movimento, a imagem de Goro — baixo, gordo e implacável — se fundia com o prazer forçado que percorria seu sistema nervoso. Ela estava se afogando na submissão. O reflexo de mordaça era suprimido pela necessidade compulsiva de agradar o ser que a havia quebrado.
Ela não era mais o Demônio do Controle; era apenas um instrumento de prazer para um homem que a sociedade consideraria insignificante, mas que ali, naquela sala abafada, era seu mestre absoluto. Goro inclinou a cabeça para trás, observando de cima a figura submissa da mulher mais poderosa do mundo, deliciando-se com a imagem de sua língua buscando desesperadamente o contato com sua pele suada.
Goro soltou uma risada ranhosa, o peito sacudindo de forma descompassada enquanto ele sentia a sucção desesperada de Makima. Ele não tinha pressa; o prazer de ver a "Deusa da Segurança Pública" reduzida àquela tarefa servil era maior do que qualquer alívio físico.
O Diretor tateou a mesa de reuniões atrás de si, pegando seu celular com os dedos gordos e trêmulos. Com um clique seco, ele ligou a câmera. O flash iluminou por um segundo o rosto de Makima, capturando a imagem que destruiria qualquer reputação: os olhos revirados em um Ahegao profundo, a maquiagem levemente borrada pelo suor e pela saliva que escorria livremente, e o contraste obsceno entre a boca dela e os 25 centímetros de carne bruta que ela tentava, inutilmente, abrigar por completo.
— Continue... — ele ordenou, a voz falhando pelo tesão. — Mostre para a câmera como você gosta do cheiro do meu suor. Mostre como o seu novo dono é maior do que qualquer coisa que você já teve.
Makima emitiu um som gutural, um arquejo que vibrou contra o membro dele. Seus dedos, finos e pálidos, apertavam as coxas grossas e peludas de Goro, buscando estabilidade. Ela estava em transe. O Mind Break havia atingido o estágio onde o corpo dela passara a idolatrar a própria fonte de sua humilhação. Cada vez que Goro empurrava o quadril para frente, forçando-a ao limite, ela respondia com um movimento de cabeça ainda mais frenético, entregando-se àquela simbiose de asco e êxtase.
O suor de Goro agora caía em gotas pesadas sobre o cabelo ruivo de Makima, ensopando as mechas que emolduravam seu rosto em transe. O ambiente cheirava a luxúria barata e poder corrompido. Goro começou a ofegar mais alto, a face ficando arroxeada enquanto ele chegava ao seu limite.
— Isso... engula tudo... — ele rosnou, a mão gorda apertando o pescoço dela com força, sentindo os espasmos da garganta de Makima. — Engula a sua derrota, Makima!
No auge do prazer, Goro não teve qualquer delicadeza. Ele a manteve presa, forçando o contato final enquanto Makima recebia a carga da corrupção absoluta. Seus olhos se arregalaram por um instante, o brilho dourado desaparecendo sob uma névoa de submissão completa, enquanto ela aceitava cada gota da essência daquele homem de 49 anos como se fosse sua única razão de existir.
Ela permaneceu ali, imóvel, mesmo depois que ele recuou. Makima continuou de joelhos, o rosto manchado, o olhar perdido no teto, enquanto Goro limpava o suor da testa com a manga do terno, observando sua obra de arte arruinada.
Goro não deu tempo para que ela recuperasse o fôlego. Com um movimento bruto, ele a agarrou pelos ombros, forçando-a a se virar de costas e se apoiar contra a mesa de carvalho. Makima, com os sentidos completamente nublados, obedeceu com uma passividade assustadora, empinando o quadril enquanto seus dedos buscavam apoio na madeira fria.
O Diretor, ofegante e com a pele brilhando de suor, posicionou-se atrás dela. A disparidade física era chocante: o corpo esguio e escultural da "arma perfeita" de Tóquio sendo dominado pela silhueta massiva e desproporcional do homem de 49 anos. Sem qualquer preparo ou carinho, Goro avançou, invadindo a intimidade de Makima com a força de seus 25 centímetros.
O grito que escapou da garganta de Makima foi agudo, transformando-se rapidamente em um gemido longo e sibilante. A entrada foi violenta, uma reivindicação de território que parecia rasgar não apenas o corpo, mas o que restava da alma da mulher.
— Olhe para você... — Goro rosnou entre dentes, sentindo o calor apertado dela. — Tão poderosa, tão divina... e agora servindo de receptáculo para um velho como eu.
Ele começou a ditar um ritmo frenético e pesado. A cada estocada, o abdômen avantajado de Goro colidia contra as nádegas de Makima com um som úmido e rítmico. O suor dele agora ensopava as costas da camisa dela, transferindo o cheiro acre e a oleosidade de sua pele para o tecido fino. Makima estava em colapso; sua cabeça balançava para a frente e para trás, o cabelo ruivo chicoteando o rosto enquanto o Mind Break atingia seu ápice.
Os olhos dela, antes as janelas de um demônio controlador, estavam agora fixos no vazio, revirados em um êxtase de dor e submissão. A saliva escorria de sua boca aberta, pingando na mesa de reuniões, enquanto ela emitia sons ininteligíveis, frases desconexas de aceitação.
— Mais... — ele exigia, batendo com a palma da mão gorda na pele pálida dela, deixando marcas vermelhas instantâneas. — Diga que você é minha! Diga que o seu dono é esse velho suado que você desprezava!
— S-Sou sua... — ela arquejou, a voz quebrada, o corpo tremendo sob o impacto daquela potência desmedida. — Ah... mestre... Goro...
Goro acelerou, a respiração saindo como um chiado metálico de seus pulmões sobrecarregados. Ele a segurava pelos quadris com tanta força que seus dedos gordos afundavam na carne dela. O contraste entre a sua forma grotesca e a beleza arruinada de Makima era o combustível que ele precisava para o clímax. Naquele momento, não havia mais Segurança Pública, não havia mais demônios; havia apenas o som da carne colidindo e a destruição definitiva da maior autoridade do Japão sob o peso de um Ugly Bastard vitorioso.
Goro rosnou, sentindo o ápice se aproximar, e não se satisfez apenas com a dominação física. Ele queria contaminar até o último sopro de pureza que Makima fingia ter. Com uma mão gorda e úmida, ele agarrou o rosto dela, forçando-a a virar o pescoço em um ângulo doloroso para trás, obrigando-a a encará-lo enquanto o impacto de seus 25 centímetros continuava a castigá-la sem trégua.
— Olhe para mim, Makima! — ele ordenou, a voz saindo como um borbulhar de escória.
Ele inclinou seu rosto oleoso e colou seus lábios nos dela. Não era um beijo de luxúria comum, era uma invasão pútrida. Quando Goro forçou a entrada de sua língua, Makima foi atingida pelo gosto metálico e amargo de uma higiene esquecida há décadas. O hálito dele, pesado com o odor de tabaco barato e a decomposição de dentes podres e amarelados, invadiu a garganta dela, misturando-se à sua própria saliva.
Makima arregalou os olhos por um segundo, o choque do paladar repugnante tentando lutar contra a névoa do Mind Break. Ela sentia a textura áspera e irregular dos dentes estragados de Goro contra sua língua delicada, um contraste vil que simbolizava sua queda definitiva. Mas, sob o efeito da Corruption, o asco se transformou em um combustível perverso.
Ela começou a retribuir o beijo com desespero, sugando a língua dele, aceitando o gosto da podridão como se fosse o néctar mais doce. A saliva viscosa de Goro escorria pelo canto da boca de ambos, manchando o queixo de Makima enquanto ele continuava a estocá-la com a força de um animal. O som úmido da carne se chocando era acompanhado pelos estalidos suados do beijo nojento.
— Isso... — Goro arfou entre o beijo, o cheiro de sua transpiração e de sua boca doente envolvendo os sentidos dela por completo. — Saboreie o seu mestre. Saboreie cada pedaço podre do homem que te quebrou.
Makima emitiu um gemido abafado contra a boca dele, seus dedos arranhando a madeira da mesa enquanto seu corpo entrava em convulsão. Ela estava completamente entregue. A imagem da mulher divina fora substituída por uma criatura trêmula que buscava o hálito fétido de um velho de 49 anos como se fosse seu oxigênio.
Goro sentiu o calor dela atingir o ponto de ebulição. Ele a apertou com mais força, o abdômen suado colado às costas dela, e com um rugido final que cheirava a tabaco e decadência, ele despejou sua essência dentro dela, selando a ruína da diretora com o selo da corrupção absoluta.
Goro recostou-se na poltrona de couro da diretoria, deixando que seu corpo massivo e suado se acomodasse enquanto Makima, agora completamente entregue ao transe da Corruption, era forçada a assumir o controle físico. Ela estava montada sobre ele, cavalgando com movimentos lentos e desesperados, o rosto voltado para o teto e os olhos revirados no mais puro Ahegao.
A cada vez que ela descia sobre os 25 centímetros de Goro, o corpo esguio da Caçadora tremia. O suor que emanava do Diretor grudava na pele dela, criando uma película brilhante e oleosa que unia os dois corpos em uma simbiose grotesca.
— Isso... trabalhe para o seu dono — Goro rosnou, a voz saindo por entre seus dentes podres enquanto ele pegava o celular com uma das mãos gordas.
Com a outra mão, ele apertava o pescoço pálido de Makima, forçando-a a inclinar a cabeça para trás. Enquanto ela cavalgava freneticamente, emitindo gemidos que variavam entre o prazer e a quebra total de sua sanidade, Goro começou a disparar fotos.
O flash iluminava a cena obscena: o contraste da pele alva de Makima com os pelos e a gordura do abdômen de Goro; o rosto dela, desfigurado pela luxúria forçada e pelo hálito fétido dele; e a imagem clara de sua submissão absoluta.
— Vamos ver o que o Japão acha da sua "Deusa" agora — Goro riu, um som ranhoso e vitorioso.
Com alguns toques na tela suada do celular, ele selecionou as fotos mais degradantes e as enviou diretamente para os servidores da rede interna da Segurança Pública e para fóruns abertos da internet. Em segundos, as imagens de Makima, a mulher mais poderosa do mundo, agindo como um brinquedo descartável para um velho de 49 anos, estavam circulando pelo globo.
Makima sentiu a vibração do celular no colo de Goro e, por um breve segundo de lucidez, percebeu o que estava acontecendo. Ela viu a própria imagem no visor — suada, com a língua para fora, sendo usada por aquele homem desprezível. Mas, em vez de horror, o Mind Break transformou a vergonha em êxtase.
Ela acelerou o ritmo, cavalgando com ainda mais força, enquanto o mundo inteiro começava a assistir à sua queda em tempo real. Ela não queria mais ser respeitada; ela queria que todos vissem o quanto ela pertencia àquela podridão.
— Sim... mostre para todos... — ela arquejou, o suor de Goro escorrendo por seus lábios enquanto ela buscava mais um beijo contaminado.
Goro guardou o aparelho, satisfeito. A reputação dela estava morta, mas a utilidade dela como seu objeto particular estava apenas começando. Ele a agarrou pela cintura, ditando o ritmo final daquela cavalgada, enquanto as notificações de compartilhamento não paravam de subir na tela do celular, selando para sempre o destino da ex-diretora como o troféu público de um Ugly Bastard.