De Deusa à Cadela Pública

Um conto erótico de Corruptor_OC
Categoria: Heterossexual
Contém 3158 palavras
Data: 18/02/2026 00:57:20

A sala de reuniões no último andar da Segurança Pública estava mergulhada em um silêncio opressor, quebrado apenas pelo tique-taque do relógio de parede e pelo som pesado da respiração do Diretor Goro. Aos 49 anos, o homem era uma massa disforme de carne e autoridade, comprimida em um terno que parecia implorar por liberdade.

​Makima permanecia de pé, a postura impecável e o olhar dourado fixo na janela, observando a garoa que caía sobre Tóquio.

​— Sente-se, Makima-san — a voz de Goro saiu arrastada, carregada de uma satisfação viscosa.

​Ele não esperou que ela se movesse. Goro levantou-se pesadamente, o couro da cadeira rangendo em protesto. Ele caminhou até ela, cada passo fazendo o assoalho de madeira estalar sob seus pés. Ao parar atrás da mulher que todos temiam, o contraste era brutal: a elegância etérea de Makima contra a figura oleosa e suada do Diretor, cuja pele brilhava sob a luz fluorescente.

​— Você achou que seus cães seriam o suficiente para protegê-la da hierarquia? — Goro sussurrou, aproximando o rosto do pescoço dela. O cheiro de tabaco barato e suor antigo invadiu os sentidos de Makima.

​Pela primeira vez em anos, Makima sentiu um tremor sutil nas pontas dos dedos. Não era medo, era algo mais profundo e perturbador. O contrato que Goro mantinha com o alto escalão não era apenas burocrático; era uma amarra mística que começava a agir sobre o sistema nervoso dela.

​Goro estendeu a mão gorda e úmida, segurando o queixo de Makima e forçando-a a encará-lo. O rosto dele estava a poucos centímetros do dela, os poros dilatados expelindo uma oleosidade que parecia refletir a alma do homem.

​— O controle é uma ilusão, querida. E eu acabei de puxar a sua coleira.

​Makima tentou formular uma ordem, um comando mental que deveria reduzir aquele homem a uma mancha de sangue no tapete. Mas sua mente encontrou apenas uma estática densa. O suor começou a brotar em sua testa, não pelo calor da sala, mas pela pressão interna de sua vontade sendo esmagada.

​Os olhos dourados de Makima começaram a vacilar, as pupilas dilatando enquanto ela observava o sorriso amarelado de Goro. Ele não era um demônio poderoso ou um herói destemido; ele era apenas um homem desprezível, velho e grotesco que, de alguma forma, agora possuía as chaves de sua mente.

​— Isso... — Goro riu, o som vibrando em seu peito avantajado enquanto ele pressionava o corpo contra o dela, forçando-a contra o vidro frio da janela. — Deixe a realidade afundar. Você não é mais a mestre de nada.

​A respiração de Makima tornou-se curta, um arquejo sibilante. A elegância estava sendo lavada por uma onda de calor febril. Ela sentia a pele dele contra a sua, pegajosa e opressora, e a aceitação de sua nova posição começou a se manifestar da forma mais humilhante possível: seus olhos começaram a revirar levemente para cima, perdendo o foco na realidade, enquanto sua língua buscava ar de forma involuntária.

​O domínio do Diretor Goro estava apenas começando.

A pressão contra o vidro da janela tornou-se insuportável. Goro, apesar de ser quase uma cabeça mais baixo que Makima, usava seu peso e o domínio místico para dobrar a vontade da mulher. A diferença de altura criava uma dinâmica perversa: ela era forçada a olhar para baixo, para o topo da cabeça calva e brilhante de suor do Diretor, enquanto ele a mantinha subjugada com a força de seus braços curtos e grossos.

​— Incline-se — Goro ordenou, a voz saindo como um rosnado úmido.

​Makima obedeceu. Seu corpo não era mais seu; cada músculo respondia aos comandos dele antes mesmo que sua mente pudesse processar o asco. Ela se apoiou na mesa de reuniões, a saia social subindo enquanto a respiração de Goro se tornava um chiado frenético atrás dela.

​O calor que emanava dele era opressor, um vapor de suor que parecia cozinhar o ar ao redor. Quando Goro se livrou das roupas que o apertavam, a realidade do que ele escondia sob aquele terno barato se revelou como um golpe final na psique de Makima.

​Diferente de tudo o que sua aparência sugeria, Goro carregava uma dotação monstruosa. Eram 25 centímetros de uma virilidade brutal e desproporcional ao seu tronco largo e pernas curtas. O contraste era uma aberração visual: a figura baixa e obesa de um homem de 49 anos ostentando um membro que parecia desenhado para destruir.

​Makima arregalou os olhos, as pupilas tremendo em choque. A mente dela, já fragilizada pelo Mind Break, estilhaçou-se completamente diante daquela visão. O contraste entre a face nojenta de Goro e o poder que ele exibia agora criava um curto-circuito em sua percepção.

​— O que foi, Makima-san? — Goro riu, agarrando os cabelos ruivos dela com uma mão suada e puxando sua cabeça para trás, forçando-a a olhar para ele por cima do ombro. — Achou que eu seria pequeno em tudo?

​O suor de Goro pingou no rosto de Makima, misturando-se às lágrimas involuntárias que começavam a escapar de seus olhos dourados. Ela sentiu a presença colossal dele encostar em sua coxa, um calor invasivo que prometia nada menos que a ruína total de sua dignidade.

​— Olhe bem... — ele sussurrou, a saliva espessa saltando de sua boca enquanto ele falava. — Esse é o único mestre que você vai servir de agora em diante.

​A boca de Makima se abriu, a língua pendendo em um gesto de rendição absoluta. O Ahegao tomou conta de suas feições de forma definitiva; a imagem de Goro, com toda a sua feiura e seu poder desmedido, tornou-se a única coisa que importava. Ela não era mais a diretora, não era mais o Demônio do Controle. Diante dos 25 centímetros de Goro, ela era apenas um recipiente pronto para ser corrompido.

​Goro não teve piedade. Ele avançou com a brutalidade de quem esperou décadas por aquele momento de posse. O grito de Makima foi abafado pela palma da mão gorda e salgada de Goro, que cobriu sua boca enquanto ele a reivindicava, transformando a sala de reuniões no palco de sua degradação final.

O silêncio da sala agora era preenchido apenas pelo som rítmico e úmido da degradação. De joelhos sobre o tapete caro, Makima não oferecia mais resistência. O Diretor Goro permanecia em pé, as pernas curtas e grossas levemente afastadas, enquanto sua mão gorda pressionava o topo da cabeça ruiva dela, forçando-a a manter o rosto colado à sua virilidade desproporcional.

​A visão era grotesca. A mulher que personificava a elegância e o medo estava agora reduzida a uma servidão primitiva. O membro de 25 centímetros de Goro, uma presença massiva e brutal, contrastava violentamente com as feições delicadas de Makima. Cada vez que ela era forçada a avançar, seus olhos dourados reviravam totalmente, restando apenas o branco, enquanto o suor de Goro pingava sobre suas pálpebras.

​— Use essa boca que dava ordens para algo útil agora, Makima — Goro rosnou, o abdômen avantajado balançando conforme ele ditava o ritmo.

​Makima ofegava, o som abafado pela carne dele. O cheiro de suor acre e o calor que emanava do corpo do homem de 49 anos nublavam qualquer resquício de sua consciência superior. Ela sentia a textura áspera da pele dele contra seus lábios, uma sensação que deveria causar nojo, mas que, sob o efeito da corrupção mental, tornava-se o centro de seu novo mundo.

​A saliva escorria pelos cantos de sua boca, misturando-se à oleosidade que cobria o corpo do Diretor. Goro soltou um gemido gutural, sentindo o calor da cavidade oral daquela que antes o olhava com desprezo. Ele apertou os dedos entre os fios ruivos dela, puxando com força, expondo o pescoço pálido de Makima enquanto ela tentava acomodar toda aquela extensão monstruosa.

​— Isso... — ele arfou, o rosto vermelho e brilhante de transpiração. — Engula o seu orgulho junto com cada centímetro meu.

​A mente de Makima estava em frangalhos. A cada movimento, a imagem de Goro — baixo, gordo e implacável — se fundia com o prazer forçado que percorria seu sistema nervoso. Ela estava se afogando na submissão. O reflexo de mordaça era suprimido pela necessidade compulsiva de agradar o ser que a havia quebrado.

​Ela não era mais o Demônio do Controle; era apenas um instrumento de prazer para um homem que a sociedade consideraria insignificante, mas que ali, naquela sala abafada, era seu mestre absoluto. Goro inclinou a cabeça para trás, observando de cima a figura submissa da mulher mais poderosa do mundo, deliciando-se com a imagem de sua língua buscando desesperadamente o contato com sua pele suada.

Goro soltou uma risada ranhosa, o peito sacudindo de forma descompassada enquanto ele sentia a sucção desesperada de Makima. Ele não tinha pressa; o prazer de ver a "Deusa da Segurança Pública" reduzida àquela tarefa servil era maior do que qualquer alívio físico.

​O Diretor tateou a mesa de reuniões atrás de si, pegando seu celular com os dedos gordos e trêmulos. Com um clique seco, ele ligou a câmera. O flash iluminou por um segundo o rosto de Makima, capturando a imagem que destruiria qualquer reputação: os olhos revirados em um Ahegao profundo, a maquiagem levemente borrada pelo suor e pela saliva que escorria livremente, e o contraste obsceno entre a boca dela e os 25 centímetros de carne bruta que ela tentava, inutilmente, abrigar por completo.

​— Continue... — ele ordenou, a voz falhando pelo tesão. — Mostre para a câmera como você gosta do cheiro do meu suor. Mostre como o seu novo dono é maior do que qualquer coisa que você já teve.

​Makima emitiu um som gutural, um arquejo que vibrou contra o membro dele. Seus dedos, finos e pálidos, apertavam as coxas grossas e peludas de Goro, buscando estabilidade. Ela estava em transe. O Mind Break havia atingido o estágio onde o corpo dela passara a idolatrar a própria fonte de sua humilhação. Cada vez que Goro empurrava o quadril para frente, forçando-a ao limite, ela respondia com um movimento de cabeça ainda mais frenético, entregando-se àquela simbiose de asco e êxtase.

​O suor de Goro agora caía em gotas pesadas sobre o cabelo ruivo de Makima, ensopando as mechas que emolduravam seu rosto em transe. O ambiente cheirava a luxúria barata e poder corrompido. Goro começou a ofegar mais alto, a face ficando arroxeada enquanto ele chegava ao seu limite.

​— Isso... engula tudo... — ele rosnou, a mão gorda apertando o pescoço dela com força, sentindo os espasmos da garganta de Makima. — Engula a sua derrota, Makima!

​No auge do prazer, Goro não teve qualquer delicadeza. Ele a manteve presa, forçando o contato final enquanto Makima recebia a carga da corrupção absoluta. Seus olhos se arregalaram por um instante, o brilho dourado desaparecendo sob uma névoa de submissão completa, enquanto ela aceitava cada gota da essência daquele homem de 49 anos como se fosse sua única razão de existir.

​Ela permaneceu ali, imóvel, mesmo depois que ele recuou. Makima continuou de joelhos, o rosto manchado, o olhar perdido no teto, enquanto Goro limpava o suor da testa com a manga do terno, observando sua obra de arte arruinada.

Goro não deu tempo para que ela recuperasse o fôlego. Com um movimento bruto, ele a agarrou pelos ombros, forçando-a a se virar de costas e se apoiar contra a mesa de carvalho. Makima, com os sentidos completamente nublados, obedeceu com uma passividade assustadora, empinando o quadril enquanto seus dedos buscavam apoio na madeira fria.

​O Diretor, ofegante e com a pele brilhando de suor, posicionou-se atrás dela. A disparidade física era chocante: o corpo esguio e escultural da "arma perfeita" de Tóquio sendo dominado pela silhueta massiva e desproporcional do homem de 49 anos. Sem qualquer preparo ou carinho, Goro avançou, invadindo a intimidade de Makima com a força de seus 25 centímetros.

​O grito que escapou da garganta de Makima foi agudo, transformando-se rapidamente em um gemido longo e sibilante. A entrada foi violenta, uma reivindicação de território que parecia rasgar não apenas o corpo, mas o que restava da alma da mulher.

​— Olhe para você... — Goro rosnou entre dentes, sentindo o calor apertado dela. — Tão poderosa, tão divina... e agora servindo de receptáculo para um velho como eu.

​Ele começou a ditar um ritmo frenético e pesado. A cada estocada, o abdômen avantajado de Goro colidia contra as nádegas de Makima com um som úmido e rítmico. O suor dele agora ensopava as costas da camisa dela, transferindo o cheiro acre e a oleosidade de sua pele para o tecido fino. Makima estava em colapso; sua cabeça balançava para a frente e para trás, o cabelo ruivo chicoteando o rosto enquanto o Mind Break atingia seu ápice.

​Os olhos dela, antes as janelas de um demônio controlador, estavam agora fixos no vazio, revirados em um êxtase de dor e submissão. A saliva escorria de sua boca aberta, pingando na mesa de reuniões, enquanto ela emitia sons ininteligíveis, frases desconexas de aceitação.

​— Mais... — ele exigia, batendo com a palma da mão gorda na pele pálida dela, deixando marcas vermelhas instantâneas. — Diga que você é minha! Diga que o seu dono é esse velho suado que você desprezava!

​— S-Sou sua... — ela arquejou, a voz quebrada, o corpo tremendo sob o impacto daquela potência desmedida. — Ah... mestre... Goro...

​Goro acelerou, a respiração saindo como um chiado metálico de seus pulmões sobrecarregados. Ele a segurava pelos quadris com tanta força que seus dedos gordos afundavam na carne dela. O contraste entre a sua forma grotesca e a beleza arruinada de Makima era o combustível que ele precisava para o clímax. Naquele momento, não havia mais Segurança Pública, não havia mais demônios; havia apenas o som da carne colidindo e a destruição definitiva da maior autoridade do Japão sob o peso de um Ugly Bastard vitorioso.

Goro rosnou, sentindo o ápice se aproximar, e não se satisfez apenas com a dominação física. Ele queria contaminar até o último sopro de pureza que Makima fingia ter. Com uma mão gorda e úmida, ele agarrou o rosto dela, forçando-a a virar o pescoço em um ângulo doloroso para trás, obrigando-a a encará-lo enquanto o impacto de seus 25 centímetros continuava a castigá-la sem trégua.

​— Olhe para mim, Makima! — ele ordenou, a voz saindo como um borbulhar de escória.

​Ele inclinou seu rosto oleoso e colou seus lábios nos dela. Não era um beijo de luxúria comum, era uma invasão pútrida. Quando Goro forçou a entrada de sua língua, Makima foi atingida pelo gosto metálico e amargo de uma higiene esquecida há décadas. O hálito dele, pesado com o odor de tabaco barato e a decomposição de dentes podres e amarelados, invadiu a garganta dela, misturando-se à sua própria saliva.

​Makima arregalou os olhos por um segundo, o choque do paladar repugnante tentando lutar contra a névoa do Mind Break. Ela sentia a textura áspera e irregular dos dentes estragados de Goro contra sua língua delicada, um contraste vil que simbolizava sua queda definitiva. Mas, sob o efeito da Corruption, o asco se transformou em um combustível perverso.

​Ela começou a retribuir o beijo com desespero, sugando a língua dele, aceitando o gosto da podridão como se fosse o néctar mais doce. A saliva viscosa de Goro escorria pelo canto da boca de ambos, manchando o queixo de Makima enquanto ele continuava a estocá-la com a força de um animal. O som úmido da carne se chocando era acompanhado pelos estalidos suados do beijo nojento.

​— Isso... — Goro arfou entre o beijo, o cheiro de sua transpiração e de sua boca doente envolvendo os sentidos dela por completo. — Saboreie o seu mestre. Saboreie cada pedaço podre do homem que te quebrou.

​Makima emitiu um gemido abafado contra a boca dele, seus dedos arranhando a madeira da mesa enquanto seu corpo entrava em convulsão. Ela estava completamente entregue. A imagem da mulher divina fora substituída por uma criatura trêmula que buscava o hálito fétido de um velho de 49 anos como se fosse seu oxigênio.

​Goro sentiu o calor dela atingir o ponto de ebulição. Ele a apertou com mais força, o abdômen suado colado às costas dela, e com um rugido final que cheirava a tabaco e decadência, ele despejou sua essência dentro dela, selando a ruína da diretora com o selo da corrupção absoluta.

Goro recostou-se na poltrona de couro da diretoria, deixando que seu corpo massivo e suado se acomodasse enquanto Makima, agora completamente entregue ao transe da Corruption, era forçada a assumir o controle físico. Ela estava montada sobre ele, cavalgando com movimentos lentos e desesperados, o rosto voltado para o teto e os olhos revirados no mais puro Ahegao.

​A cada vez que ela descia sobre os 25 centímetros de Goro, o corpo esguio da Caçadora tremia. O suor que emanava do Diretor grudava na pele dela, criando uma película brilhante e oleosa que unia os dois corpos em uma simbiose grotesca.

​— Isso... trabalhe para o seu dono — Goro rosnou, a voz saindo por entre seus dentes podres enquanto ele pegava o celular com uma das mãos gordas.

​Com a outra mão, ele apertava o pescoço pálido de Makima, forçando-a a inclinar a cabeça para trás. Enquanto ela cavalgava freneticamente, emitindo gemidos que variavam entre o prazer e a quebra total de sua sanidade, Goro começou a disparar fotos.

​O flash iluminava a cena obscena: o contraste da pele alva de Makima com os pelos e a gordura do abdômen de Goro; o rosto dela, desfigurado pela luxúria forçada e pelo hálito fétido dele; e a imagem clara de sua submissão absoluta.

​— Vamos ver o que o Japão acha da sua "Deusa" agora — Goro riu, um som ranhoso e vitorioso.

​Com alguns toques na tela suada do celular, ele selecionou as fotos mais degradantes e as enviou diretamente para os servidores da rede interna da Segurança Pública e para fóruns abertos da internet. Em segundos, as imagens de Makima, a mulher mais poderosa do mundo, agindo como um brinquedo descartável para um velho de 49 anos, estavam circulando pelo globo.

​Makima sentiu a vibração do celular no colo de Goro e, por um breve segundo de lucidez, percebeu o que estava acontecendo. Ela viu a própria imagem no visor — suada, com a língua para fora, sendo usada por aquele homem desprezível. Mas, em vez de horror, o Mind Break transformou a vergonha em êxtase.

​Ela acelerou o ritmo, cavalgando com ainda mais força, enquanto o mundo inteiro começava a assistir à sua queda em tempo real. Ela não queria mais ser respeitada; ela queria que todos vissem o quanto ela pertencia àquela podridão.

​— Sim... mostre para todos... — ela arquejou, o suor de Goro escorrendo por seus lábios enquanto ela buscava mais um beijo contaminado.

​Goro guardou o aparelho, satisfeito. A reputação dela estava morta, mas a utilidade dela como seu objeto particular estava apenas começando. Ele a agarrou pela cintura, ditando o ritmo final daquela cavalgada, enquanto as notificações de compartilhamento não paravam de subir na tela do celular, selando para sempre o destino da ex-diretora como o troféu público de um Ugly Bastard.

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