Meu pai me deu uma lição... e me deixou arrombado

Um conto erótico de garoto do papai
Categoria: Gay
Contém 2149 palavras
Data: 18/02/2026 07:28:47

Eu não era gay, ou pelo menos não me considerava assim. Na verdade, até tive uma namorada na escola, que não durou muito. Mas foi tempo o bastante pra fazermos muita coisa: uns amassos, um dedo lá dentro e até um boquete uma vez, que acabou com uma bela gozada na boca. A única coisa que não rolou foi penetração.

Claro que isso encheu meu pai de orgulho do filhão. Ele só não sabia que a minha grande paixão era ele mesmo. Depois da noite passada, e tudo o que aconteceu, as coisas pareciam ter mudado entre nós. Eu me sentia mais próximo dele, e de repente uma vontade irresistível me dominava, de dar o primeiro passo e me revelar pra ele... só não sabia qual seria a sua reação.

Meu pai sempre me incentivava com as garotas, embora não soubesse que eu não via problemas em experimentar outras coisas com meu primo. Não sei como ele teria reagido se em vez de estar recebendo um boquete ele tivesse me flagrado chupando um pau. Talvez as coisas tivessem sido bem diferentes.

Pela manhã, quando ele foi levar o Fabinho pra casa, eu vi a oportunidade perfeita pra tocar no assunto. Entramos no carro e eu sentei do seu lado, no banco da frente, esperando a minha chance.

— Espero não ter te machucado ontem à noite, filho... — ele dizia pro meu primo, sentado no banco de trás.

— Não, tio... mas o senhor tem um pauzão! — e nós rimos.

— Se for dormir lá em casa de novo, a gente pode repetir.

— Junto com o Leo? — e o meu primo começava a falar demais.

— Claro... por que não? — ele fez uma pausa por um instante. — Os dois costumam fazer muito juntos?

— Ahã... mas só quando dá. Geralmente a gente fica só no boquete mesmo.

— E você gosta mais de chupar ou prefere no cuzinho? — meu pai parecia estar entrevistando o meu primo, meio excitado.

— Por mim tanto faz, eu gosto de chupar, mas também quando o Leo me chupa — e ele acabou me entregando.

— Ah é...? — ele pareceu meio surpreso. — Também costuma chupar o seu primo, filho?

— É... umas vezes... — eu não conseguia nem olhar pra ele.

Admitir aquilo pro meu pai me deixou meio embaraçado. Eu sentia que aquele seu silêncio significava que ele estava um tanto desapontado; como se eu não tivesse correspondido às suas expectativas de masculinidade. Uma coisa é flagrar seu filho recebendo um boquete, mas saber que ele também gosta de chupar um pau pode não ser fácil pra um pai assimilar.

Mas, o que estava ruim podia ficar ainda pior, graças ao linguarudo do meu primo.

— Depois do acampamento ficou melhor... agora que o meu pai sabe de tudo — ele tinha que contar!

O Fabinho podia muito bem ter ficado de boca fechada. Mas agora era tarde demais.

— Ah é? — meu pai olhou pelo espelho de novo. — Seu pai levou vocês pra acampar?

— Foi. Semana passada.

E então, seguiu-se de novo um silêncio gritante. Se eu conhecia bem o meu pai, ele devia estar juntando os pontos. Imagino que pra ele e pro tio Beto, sair pra acampar significava passar um tempo se divertindo no meio do mato... e isso envolvia muito boquete e sexo anal.

Não sei por que ele não insistiu muito quando eu não quis entrar pros escoteiros, quando era mais novo, mas fazia muito tempo que ele não saía pra acampar. E pelo resto do caminho, aquele silêncio continuou entre nós. Ele parou o carro em frente à casa do tio Beto e nem quis entrar, deixando o meu primo sem se despedir.

No caminho de volta, o mesmo silêncio. Enquanto se concentrava no trânsito, ele parecia meio distante. De repente, eu simplesmente não sabia como falar com ele. Queria me abrir, me revelar pra ele, e, mais do que tudo, queria o seu pau.

Até que finalmente chegamos em casa. Por sorte, minha mãe tinha ido ao mercado, o que me dava algum tempo pra tentar alguma coisa... só não sabia o quê. Mas quando eu vi meu pai entrando no banheiro com a toalha no ombro, era a chance que eu precisava.

— Posso falar com você, pai? — eu fui atrás dele.

— Não dá pra esperar, filho?

— Pode tomar o seu banho, não vou atrapalhar.

Ele então começou a tirar a roupa, e eu de repente me perdia no que tinha pensado em falar, diante da sua nudez. Vendo o seu pau semi-flácido pendendo entre as pernas, eu tentava me conter. Acho que nunca o seu corpo coberto de pêlos me pareceu tão delicioso, com a água escorrendo pelo seu contorno.

Me esforcei para ser o mais sério possível, tentando disfarçar minha tenção. Então, depois de um silêncio constrangedor, eu tive que me igualar a ele, pra que pudéssemos conversar como dois homens, naturalmente... tomando banho junto — e comecei a tirar a roupa.

Ele não disse nada, mas eu o peguei me olhando enquanto eu baixava a cueca. Olhei bem nos olhos dele pra ver a sua reação ao meu pau, de tamanho respeitável, pra minha idade. As sobrancelhas dele se ergueram num olhar que dizia "interessante". Continuei observando-o enquanto ele se ensaboava. Não sei se ele estava tentando esconder algo de mim — como uma ereção —, ou se estava envergonhado, ou o quê, mas ele virou de costas.

Sem problemas, por mim tudo bem, já que ele tinha uma bunda firme e empinada, e valeu a pena dar uma olhadinha. Era bem peluda e não dizia da sua idade. Era quadrada, com músculos, e se contraía de forma sexy a cada movimento do seu corpo.

Então, quando me virei, percebi que ele ficou olhando pra minha bunda. Ótimo, eu tinha a atenção dele. Eu realmente não pensei que fosse rolar alguma coisa, só estava sendo provocativo.

Bem, isso foi um bom começo, mas ele era muito sério, e eu pensava bem nas palavras. Tenho certeza de que ele tinha sentido muito tesão ontem à noite, mas com o meu primo, e não comigo.

Vi seu quadril e nádegas peludas, subindo pelo seu torso quadrado e igualmente coberto de pêlos. Me virei um pouco e olhei nos seus olhos. Talvez fosse só um desejo meu. Mas CARAMBA! O que estava acontecendo? Eu sei que era o meu pai, mas não dava pra evitar o que eu sentia!

Pensando no que dizer, eu media o seu corpo de cima a baixo. Ele tinha pele morena e aquela sua pelagem grisalha cobria seu corpo sem lhe aparentar a idade que tinha. Mesmo com a pelagem, ele era forte, mas não do tipo que malha.

Eu estava tão hipnotizado que não conseguia me mexer nem dizer nada. Apenas fiquei ali, sonhando acordado, imaginando tocá-lo, lambê-lo. Minha mente fervilhava com as infinitas possibilidades sexuais. Ao vê-lo com a mão no seu pau, eu consegui vislumbrar a cabeça de um vermelho intenso. Digamos que ele não tinha nada a esconder, nem se quisesse. Era um membro generoso, mesmo estando apenas semi-ereto. E eu queria muito fazer aquilo por ele, nem que fosse só uma punhetinha.

Na hora eu nem percebi que estava de pau duro, só de ver o seu pau. E quando ele notou, eu fiquei meio corado e tentei disfarçar a minha ereção. Mas, quando me virei, senti o pau dele roçar em mim. Estava quase totalmente ereto, com pelo menos 20 cm, talvez um pouco mais. Ele permaneceu em silêncio, como se soubesse muito bem do que eu queria falar.

— Sobre ontem à noite... — eu comecei.

— Eu não tava pensando direito ontem à noite.

— Mesmo assim foi incrível! — eu insistia. — Por falar nisso... e se... — eu não sabia com dizer.

— Fala de uma vez, filho.

— E se eu também quisesse...?

— Como assim? — ele me olhou nos olhos pela primeira vez.

— O mesmo... o que você fez com o Fabinho...

— Mas que história é essa, garoto? Eu sou seu pai.

— E daí? Eu tenho a mesma idade que o meu primo.

— Não posso fazer isso... você é meu filho.

— Que foi? Tá com medo de gostar? — eu deslizava a mão pelo seu peito, descendo pela sua barriga até o seu pau. — Acho que você ia gostar... como nos velhos tempos, quando era escoteiro. O tio Beto contou tudo.

— Pára, filho! — ele suspirava, enquanto eu continuava a masturbá-lo, deixando o seu pau duro feito pedra.

— Ou será que tem medo de que eu goste? Se quer saber, eu ia gostar muito!

— Não faz isso, garoto! — ele gemia.

— Eu podia contar pro tio Beto, sabia? — eu fazia uma voz bem sacana, quase de uma putinha.

— Depois do que vocês fizeram juntos, quando foram acampar? — ele rebateu. — Acho que agora o seu tio e eu estamos quites.

— Ainda tem uma pessoa pra quem eu posso contar... — agora eu o tinha onde queria. — A mamãe... — enquanto olhava pra ele, eu aumentava a intensidade da punheta que fazia no seu pau. — Vai, faz comigo! Do mesmo jeito!

— Já que é isso o que você quer... vem cá, moleque! — e me virou de costas abruptamente, com o rosto colado no azulejo da parede.

Segurando os meus dois braços, ele me mantinha contra a parede, ficando debaixo do chuveiro. Ele se aproximou por trás e, com os pés, afastou um pouco os meus para poder ficar entre eles. Olhei para baixo e vi seus joelhos dobrarem um pouco e senti um arrepio... era a cabeça do seu pau bem na minha entrada!

Ele estava indo direto ao ponto. Sem beijos, sem sexo oral, sem lamber o cu... ele só queria me dar uma lição. Ok, pensei, era isso o que eu queria, não era?

Ele então empurrou os quadris para frente, testando a resistência do meu cu. E, de um jeito meio bruto, ele me penetrou; nem tinha colocado saliva pra lubrificar o pau, como fez ontem... mesmo assim, com meu corpo molhado, ele atravessou meu esfíncter e deslizou para dentro de mim facilmente.

De repente, quando senti aquilo me preencher quase que completamente, eu vi que não tinha como escapar. E só agora me dava conta de que o seu pau talvez fosse alguns centímetros maior do que tinha medido. Mordi o lábio e respirei fundo para controlar o grito e me adaptar à intrusão, enquanto ele continuava a me penetrar.

Ambos ofegamos de surpresa, ele por não encontrar muita resistência no meu cu, e eu de puro êxtase. Soltei um leve gemido e ele levou a mão à minha boca, como se aquilo estivesse acontecendo num beco escuro no meio da noite.

Ele colou no meu corpo, com o pau enterrado fundo dentro de mim, e permaneceu ali. Quando teve certeza de que eu estava quieto, colocou as mãos na parede, uma de cada lado das minhas. E eu estendi o dedo pra tocar o seu.

Podia sentir seu peito úmido e furioso contra as minhas costas. E então aquele homem bestial começou a me foder, quase me empalando e por vezes me tirando do chão. Ele pressionava o seu corpo contra o meu, me levando ao êxtase. Então, começou a mover os quadris ainda mais intensamente com fortes estocadas, aumentando o ritmo e a sua duração. Eu estava simplesmente sendo currado pelo meu pai.

Eu me sentia como um buraco quente para ele preencher. Mas mesmo com toda aquela aparente indiferença, havia algo mais. Havia uma atração. Uma força magnética animalesca entre nós.

Ele não gozou imediatamente, mas também não foi uma sessão longa. Dava pra perceber que ele precisava gozar. Ele estava determinado e, depois de uns 10 minutos de penetração anal intensa, ele gemeu forte e gozou dentro de mim. Ele agarrou meus quadris e se impulsionou para dentro de mim com espasmos violentos, em meio ao seu hálito quente na minha nuca.

Mesmo com a água fria, ele ainda tinha no corpo o calor de todo aquele esforço. Então, ele diminuiu o ritmo e se manteve dentro de mim por mais um minuto enquanto recuperava o fôlego... suspirando ofegante e se dando conta do que tinha acabado de fazer.

Eu ainda estava de pé, com as pernas abertas, encostado na parede de azulejos, quando o pau dele saiu de mim. Pensei que tinha acabado e olhei na parede a minha porra escorrendo. Só agora percebi que tinha gozado; aquilo foi tão intenso que acho que estava meio anestesiado. E ao me virar, pude ver na sua expressão algo novo, que não estava lá antes.

— Espero que tenha aprendido a lição, garoto! — ele me olhou direto nos olhos, e pude sentir na boca a sua respiração ofegante.

Assim que ele se enrolou na toalha e saiu, eu fiquei ainda ali por um instante. Ainda podia sentir a sua porra me escorrer por entre as pernas, tamanho foi o seu orgasmo dentro de mim. Nossa, com um pau daquele acho que tinha porra pra me saciar por um bom tempo... e é claro que eu queria mais!

Continua...

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive garoto do papai a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Eu amei, estava ansioso por essa continuação, espero que não demore muito pra próxima, esse pai, ainda deveria se apaixonar por esse filho e aproveitar, hehe.

0 0