Vejo por aqui sequências de contos em capítulos, mas eu não tenho paciência para lê-los, prefiro relatos até longos, mas que têm começo, meio e fim, por isso que vou narrar agora um episódio que rolou logo após a minha aventura no sítio de um casal de amigos.No período em que fiquei hospedado, Iago, um dos filhos desse casal, ficava sempre na tocaia pra me seguir no meio do mato e lá a gente consumar nossos desejos. Por incrível que pareça, esses encontros não foram percebidos pelos demais, principalmente porque a gente não costumava parar no mesmo local e, pelo silêncio na área, dava pra gente perceber algum movimento que não fosse o nosso. Aquele macho já ficava de pau duro só na caminhada e isso me deixava louco!
Um dia após a minha primeira experiência com Iago, quando levamos um cacho de bananas pra casa e ele colocou seus centímetros de pica no meu rabo, chegaram três novos convidados ao sítio. Dois eu já esperava porque me falaram que dividiriam o espaço comigo num dos anexos, mas veio a namorada de um deles e isso acabou mudando a configuração dos hóspedes. Como ainda haviam mais quartos na casa principal, o casal acabou ficando em um deles e eu fiquei com o rapaz, que depois me explicou que a namorada dele viria, mas os pais dela a arrastaram pra um outro local e ele decidiu não ir com ela pois julgou que os pais da moça achavam que ele poderia tentar algo mais íntimo com ela, como se eles não já estivessem praticando.
Ian, esse é o seu nome, me pediu permissão para deixar as coisas dele no quarto.
- Menino, você é tão convidado quanto eu! - Eu o tranquilizei. Você pode ficar à vontade.
Ele deu um sorriso super tímido, até encabulado e começou a colocar suas coisas num canto e, como eu já havia me instalado numa cama que ficava próximo à parede, ele preferiu ocupar a que ficava próxima a porta da rua deixando a do meio vaga que acabou sendo ocupada por nossas coisas.
- Você quer comer alguma coisa? - Perguntei e Ian concordou balançando a cabeça.
Fomos até à casa principal e encontramos com o resto dos hóspedes e a família anfitriã. Havia uma mesa numa grande varanda e era impressionante que ela sempre estava farta! O pessoal sempre substituia os lanches apesar do almoço tudo ser recolhido tão logo o último se servisse, dando lugar a novas brevidades para o período dos lanches. Creio que faziam isso pelo fato de termos muitos jovens e algumas crianças. O pessoal sempre estava saciado e até tiravam um cochilo vespertino e isso deixava o local com uma atmosfera bucólica e gostosa. Dava pra sentir o vento sussurrando no nosso ouvido. Essa trilha sonora nos convidava a deitar um pouco e resolvi fazer isso. Deitei-me e quase estava pegando no sono quando ouvi um barulho e era Ian entrando. Dei um 'Oi' e ele retibuiu com um sorriso tímido. Ele começou a mexer na própria sacola e eu me virei de bruços tentando encontrar um pouco de sono, nisso percebi ele se dirigindo ao banheiro, fechando a porta e ouvi a água do chuveiro caindo. Voltei a tentar cochilar. Ian saiu do banheiro apenas de cueca box e deitou-se. Eu passei a observá-lo. Era um rapaz bem branco, parecia lisinho pois nem suas pernas tinham pelos, apenas um pouco nas axilas e uma breve penugem no umbigo descendo em direção à pélvis, mas ele tinha coxas suntuosas e não pude perceber um volume significativo entre suas pernas. Ele pegou o celular e ficou a buscar algo nele que nunca soube o que era...Peguei no sono.
Despertei quase duas horas depois e percebi que começava a escurecer, creio que já era final de tarde e estava sozinho no quarto. Levantei e fui tomar um banho para despertar, quando voltei para trocar de roupa, Ian entrou e me falou que tinha ido até o córrego para conhecer e acabou tomando um banho razão pela qual estava molhado. O rapaz estava apenas de short, mas apesar de molhado, não estava pingando dentro do ambiente. Fui surpreendido quando ele tirou o short e ficou só de cueca, não esperava que ele se sentisse tão à vontade, mas fingi que era algo natural pra mim. Ele enrolou o short de modo que ficou cabendo em suas mãos e se dirigiu ao banheiro enquanto eu me trocava. Peguei a toalha e passei a me enxugar e Ian apareceu pelado dizendo que iria pegar a toalha dele e acabou me pegando ainda nu. O clima mudou no ambiente...Percebi que ele estava depilado e ele sorriu para mim pois me pegou olhando para o seu membro. Fiquei sem graça e peguei minha cueca para me vestir, ele voltou ao banheiro. Eu não sabia o que fazer a partir daquele momento daí deitei e fiquei me distraindo no celular. Ian voltou após alguns minutos e, ainda pelado, passava a toalha sobre o seu corpo e puxou conversa. Eu não consegui me concentrar no que estava fazendo e só observava aquele garoto nitidamente se exibindo para mim e eu passei a corresponder. Eu mirava em seu pau e respondia às suas brincadeiras sem se importar se eram condizentes com o assunto. Aos poucos seu membro foi ganhando volume e Ian parecia gostar de se sentir desejado. Eu não tinha como negar que fiquei interessado nele e aguardava que algo acontecesse pois meu pau já estava duro e dava pra qualquer um perceber. Ian jogou a toalha na cama e seu membro era o melhor sinal de que ele queria o mesmo que eu, então eu acenei para que ele chegasse até mim e ele veio se curvando para que seu pau viesse até minha boca. Correspondi. Comecei a chupar devagar enquanto alisava seu saco e o rapaz gemia de forma tímida, mas se sentia feliz naquele momento. Levantei e fui até a porta para trancá-la, assim ficamos soltos para nossas fantasias. Ajoelhei e passei a chupar bastante seu membro deixando-o bem molhadinho e ele puxava minha cabeça de encontro ao seu corpo para que eu engolisse sua pica que não era grande, aliás esse tipo de caceta que gosto. Sugava e punhetava seu membro até que ele gozou em minha boca e eu engoli seu néctar todinho e ele se contorcia de prazer. Deixei-o todo limpinho e o rapaz satisfeito. Ele foi pro banheiro e eu corri para destrancar a porta para que ninguém desconfiasse de nada já que sabiam que eu era gay e eu não queria que pairasse alguma desconfiança ou especulação a respeito do que poderia estar acontecendo algo entre nós. De maneira discreta, me vesti e saí do quarto me dirigindo para a varanda para me juntar aos demais hóspedes e Ian apareceu cerca de meia hora depois.Ficamos nos divertindo, conversando e, principalmente, degustando do que era servido. Eu me senti um tanto bombardeado pelos olhares de Iago e senti que Ian evitava cruzar o olhar ou até interação com diálogos comigo, mas não me preocupei muito com essas situações.
Perto das 22h boa parte da galera já tinha ido dormir, ficando apenas alguns que de alguma forma sinalizavam que o cansaço se avizinhava. Iago se juntou à esposa e filhos e deu 'boa noite' seguindo para dormir; Ian pediu licença e tomou o rumo do quarto e eu acabei ficando com o casal que havia chegado junto com Ian e nossa conversa foi muito divertida, principalmente pela namorada do rapaz que se mostrou uma pessoa muito inteligente. As horas avançaram e o casal anunciou que precisava ir dormir pois pretendiam fazer uma caminhada pela propriedade, eu até me ofereci a acompanhá-los. Eu ainda dei um tempo pra terminar a bebida e refletir sobre os acontecimentos dos últimos dias no sítio. O som dos grilos me acompanhava até eu ser surpreendido.
- Tá sem sono?
Era Iago que surgiu inesperadamente com um copo na mão e vestindo apenas com uma cueca de seda. Seu corpo sarado brilhava, então perguntei:
- Tá suado?
- Um pouco. A mulher não gosta de ar condicionado e eu às vezes deito no chão porque hoje esta muito quente, nem as folhas se mexem, percebeu?
- Não sinto muito calor e a noite pra mim esta ótima! - Respondi.
- Queria dar um mergulho no riacho, o que acha?
- Posso até te acompanhar, mas não vou entrar na água.
E assim fomos.
Chegamos e Iago logo ficou pelado e entrou na água sempre recomendando para não deixar sua cueca molhar. Conversávamos num tom que não denunciasse que estávamos por alí e eu tinha plena certeza que Iago queria mesmo era me comer e eu estava doido pra abrir as pernas pra ele! O local e as circunstâncias eram perfeitas para uma foda deliciosa.
De dentro da água, ele inventava assunto, mas não jogava na conversa o elemento 'sexo' e eu tão pouco alimentava, esperava que ele tivesse a iniciativa. Isso é algo meu e eu adoro. Iago saiu da água e já de pau duro! Chegou até mim e comentou:
- Não posso voltar pra casa desse jeito, né?
- Lembre-se do horário, de repente sua mulher pode despertar e te procurar.
- Ela tem sono de pedra, não se preocupe.
Assim, comecei a chupá-lo e dando um trato especial em seu saco, coisa que percebi que ele adorava! Iago tem a pica linda! É um mastro robusto, com a cabeça grande e o talo na medida. Coloquei-o na boca e tratei de deixá-lo lambuzadinho; busquei uma árvore para me encostar, baixei o short e ele veio tateando minha bunda até encontrar meu orifício, depois conduziu o seu pau até estar todo engatado em mim. Começou a socar e arfava em minhas costas enquanto eu gemia baixinho; ele metia e eu rebolava pressionando minha bunda contra seu pau e isso foi lhe dando mais tesão tanto que só senti ele apertar meu rabo e explodir num gozo tão intenso que escorreu pelas minhas pernas.
- Porra, estava doido pra gozar desde cedo! Meu saco até doia, mas eu queria era o seu cu. - Iago Confessou.
Ele ainda ficou com o pau dentro do meu cu e só tirou quando estava amolecendo. Ele voltou pra água para se lavar enquanto eu limpava minhas pernas com algumas folhas. Ele esperou se secar um pouco e conversamos amenidades até que decidimos voltar. Ao chegar em casa tudo parecia tranquilo e nos despedimos. Segui pro meu quarto. Entrei com cuidado para não acordar Ian e fui direto pro banheiro, mas não sem conferir se o rapaz dormia mesmo. Ele estava coberto até o pescoço e deitado de lado, mas não parecia estar em sono profundo, mesmo assim busquei ser discreto para não incomodá-lo. Fechei o banheiro e joguei água no corpo principalmente para escorrer os vestígios de que havia dado o rabo naquela noite. Como não havia levado roupa para me trocar, coloquei a toalha, apaguei a luz e deitei-me. A cama fez algum barulho e percebi que Ian despertou e bocejou alto. O rapaz levantou e foi ao banheiro, alguns minutos depois voltou e pegou-me o observando; ele estava de cueca e não pude deixar de admirar aquele homem.
- Que horas são? - Ele me perguntou.
- Não faço a menor ideia, mas creio que já deve ser perto da meia-noite. Respondi.
- Fui dormir cedo, estava um pouco cansado. Estava mesmo precisando relaxar...Ian falou e pegou no pau.
- Quer relaxar? Provoquei me levantando e indo de encontro a ele.
Ele me olhava com desejo e eu cheguei já metendo a mão em sua cueca e tirando seu pau de dentro. Comecei a punhetá-lo e ele sussurrou:
- Hoje posso comer seu cu?
- Hoje e quando você quiser, pode meter em todos os meus buracos!
Abaixei e segurei sua pica já iniciando um boquete frenético enquanto Ian segurava minha cabeça, apoiando-se para tirar a cueca. Como já disse, eu adoro quando o macho fica completamente nu! É como se ele se entregasse totalmente e se sentisse desejado.
Deixei sua pica pronta pra receber cu, aí pedi pra ele deitar na cama e fui sentando devagar até estar tudo dentro de mim; rebolei para que o pau se sentisse agasalhado e comecei a cavalgar. Comecei a provocar o rapaz falando muita sacanagem e ele retribuiu segurando minha bunda, abrindo-a como se quisesse conferir que estava todo atolado no meu cu. Minhas pernas estavam ficando dolorosas e mudamos de posição, dessa vez de ladinho e pude sentir Ian beijando meu pescoço enquanto fazia questão de não sair de dentro de mim.
- Quero que você me possua, sugeri.
O rapaz ficou sem entender e eu então me desvencilhei dele me colocando na posição frango assado e assim ele já sabia o que fazer. Se encaixou e eu olhando pra ele, conferindo que era algo novo para aquele lolito.
- Fode meu cu, Ian! Me dá leite...Quero sentir seu leite quente dentro de mim...Me faz de sua puta, de sua cachorra...
- Aiii, ele murmurou, vou gozar! Vou gozar...
- Isso, meu macho! Joga leite dentro dessa cuceta..
Ian jorrou seu leite todo e eu sentia sua pica pulsando. Eu já tinha levado rola mais cedo, precisava gozar e me masturbei ainda com o pau do rapaz atolado em mim. Foi mágico.Ian deitou-se sobre mim e nem se incomodou com minha gala sujando sua barriga.
Por incrível que pareça, adormecemos...
Despertamos por volta das cinco da manhã com o sol brilhando e aquecendo o quarto. Ian ainda dormia ao meu lado, não sei como coubemos numa cama de solteiro, mas foi tudo muito ótimo. Fui me levantando e o ajeitando na cama. Segui pro banheiro, tomei um banho e ele apareceu para mijar. Conversamos amenidades e logo que saí do chuveiro, ele veio se banhar. Tudo havia voltado ao ponto antes de nossa aventura durante a noite e eu acho essa a melhor parte. Saímos para tomar café juntando-nos aos outros e, enquanto Ian era bem discreto, Iago me comia com os olhos.
Durante esse feriadão levei pica desses dois machos e foi o início de uma amizade com bônus. Enquanto Iago era o macho viril, casado, devorador de cu; Ian era mais delicado e um aprendiz excelente da arte do sexo. Após esse final de semana não tive mais experiências com Iago, mas com Ian rolou mais algumas vezes em que o convidei para ir em minha casa para tomar umas cervejas. Numa dessas visitas ele confidenciou que o colega ficou indagando se havia rolado alguma coisa entre nós e ele não dizia nem que sim e nem que não, mas que o colega até confessou que ele tinha vontade de 'foder' um viado. Eu recomendei:
- Diga a ele que é pra tomar cuidado pois cu vicia e de viado mais ainda!
Rimos.