Como virei uma vadia

Um conto erótico de Júlia
Categoria: Heterossexual
Contém 680 palavras
Data: 18/02/2026 10:44:12

Estava aqui pensando comigo mesma, como acabei virando essa vadia que eu sou?

Eu me chamo Júlia, sou loira, branca, tenho cabelos compridos, bumbum e seios médios.

Quando o assunto é sexo, eu sou um pouco diferente das minhas amigas casadas. Algumas confessam que fogem do marido, mesmo casadas a menos tempo que eu.

Eu, muito pelo contrário, tô sempre disponível pro meu marido. Se fico mais de 3 dias sem eu subo pelas paredes.

Desde virgenzinha, eu já adorava que tocassem o meu corpo. Tínhamos um grupo de amigos e jogávamos vídeo game na casa de um deles, normalmente eu ficava abraçada a quem tivesse esperando a hora de jogar, e era comum mãos entrarem dentro do meu shorts ou vestido ou que minha mão entrasse dentro do shorts dos meninos.

Eu vivia no amasso com o meu primeiro namoradinho, eu o masturbava com a mão dentro do shorts, ele gozava que chegava a melar fora.

Ele também me tocava com os dedos e eu ia as nuvens com isso, deixava minha calcinha molhada, mas eu tinha medo de perder a virgindade.

Infelizmente ele foi impaciente e acabou transando com outra e eu descobri.

Foi aí que resolvi superar o medo e dei para um novo namoradinho. Fabio, japonesinho, da minha altura, corpo atlético. Escolhi um japonês pensando que ia ter vida fácil, mas ele tinha um pau bem normal.

Ele foi super carinhoso, apesar do desconforto inicial, foi ficando gostosinho, não fui aos céus, mas adorei ter perdido a virgindade com ele.

Logo eu já queria explorar as posições do kamasutra com ele.

Antes de conhecer meu marido, era normal dormir fora, na casa de qualquer homem que eu mal havia conhecido. Principalmente na época da faculdade, nem sei em quantos paus eu sentei.

Eu já cheguei a ter uns 3 ficantes. Sendo que dei pra 2 no mesmo dia.

O Rafa, meu marido, me conheceu após essa época, ele também era bem safado, inclusive namorava outra garota quando uma quando nos conhecemos.

Tivemos um caso, fomos ficando íntimos, eu contei todas ou quase todas loucuras que fiz. Nos apaixonamos, ele terminou com a mulher e resolvemos ter uma relação só entre a gente.

Ele me entende, sabe a vadia que eu sou. Do quando gosto de sexo.

Por 10 anos eu fui a vadia exclusiva do meu marido, desde que começamos a namorar mais seriamente, só dava pra ele. Nunca havia sentido mais vontade de dar para outro. Ele me come de um jeito que nunca fui comida por ninguém, me deixa de pernas bambas, me faz gozar e gemer feito louca. Seja no papai mamãe básico a uma sentada, ele me faz gozar muito.

Porém de uns tempos pra cá, comecei a sentir um tesão absurdo pelo meu "sobrinho", o Diego.

O Diego é novinho, corpo sarado, me trata como uma vadia, gosta de socar forte, tem um pau grande que me preenche.

Dar para o Diego, me fez querer reviver meu passado de vadia, de querer sentir outros homens sobre o meu corpo.

Eu e o Rafa acabamos fazendo um swing com um casal de amigos. Foi maravilhoso, foi diferente do Rafa, foi diferente do Diego.

Depois desse dia percebi que não vai ser mais só o Rafa a entrar no meu corpo. Percebi que quero libertar aquela vadia que vive dentro de mim, mas quero o Rafa ao meu lado nessa viagem.

No aniversário dele, eu chamei a Alana, namorada do Diego, de 18 anos, pra ser o presente de aniversário dele.

Foi uma delícia de noite. Ver o meu maridinho socando forte nela. A Alana é bem magrinha, pele branca e cabelos escuros.

Meu tesão anda tão a flor da pele que eu e a Alana além de nos beijarmos, tive o prazer de ser chupada por ela. Eu e ela nunca havíamos sequer beijado outra mulher, mas o tesão do momento nos fez querer experimentar. Foi inesquecível.

Estou adorando essa nova fase, mais vadia, com o meu amor me apoiando.

Conforme for acontecendo novas experiências volto aqui pra relatar a vocês.

Bjos

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