Os colegas do trabalho insistiram tanto que eu acabei cedendo. Foi o Cezar, o cara da consultoria tributária que toca guitarra na banda indie que todo mundo do escritório finge conhecer, que começou: “Vai lá, Henrique, é só um lançamento, relaxa um pouco, você tá parecendo um zumbi depois dessa sprint infernal”. Depois veio a Ana, a secretária, com o “Você precisa relaxar e trabalhar menos, vai ser divertido, tem open bar e a galera toda vai”. No final, entre mensagens no grupo do WhatsApp e olhares de pena no café da manhã, eu disse sim só pra eles pararem de encher. Então lá estava eu, numa quinta-feira à noite, descendo a escada estreita de concreto de um porão escondido no Baixo Augusta, o ar já quente e denso antes mesmo de entrar, cheirando a cigarro eletrônico, suor fresco e cerveja derramada.
Paguei a entrada simbólica, recebi um carimbo fluorescente na mão e empurrei a porta pesada. O som me acertou como um soco, baixo pesado, bateria acelerada, guitarras distorcidas. Luz baixa, quase só vermelha e azul escura, spots girando devagar no teto, fumaça artificial subindo em nuvens densas. O público dançava apertado na pista pequena, corpos colados, movimentos livres.
Peguei uma long neck no bar improvisado no canto, o garçom com tatuagens subindo pelo pescoço me entregou sem sorrir, só um aceno. Encostei na parede lateral, de onde dava pra ver a pista inteira sem ficar no meio da bagunça. Tomei um gole longo, sentindo o gelo descer pela garganta, e fechei os olhos por um segundo, deixando o grave da música vibrar no peito.
Foi aí que o DJ trocou o track. As luzes baixaram um pouco mais, o vermelho ficou mais intenso, e o riff de guitarra inconfundível começou. Kings of Leon. “Sex On Fire”.
A pista reagiu na hora, um grito coletivo, braços no ar, corpos se movendo mais rápido, mais soltos. O refrão explodiu nos alto-falantes:
“Your sex is on fire… Your sex is on fire…”
Abri os olhos e varri a pista com o olhar. E então a vi.
Ela estava no meio da multidão, dançando sozinha, mas como se o mundo inteiro girasse em torno dela. Era a Carol do RH. Sim, a mesma Carol que todo dia no escritório sorria educada atrás da mesa, com planilhas de férias e e-mails sobre benefícios, sempre impecável no blazer cinza e coque baixo. Mas ali, sob as luzes vermelhas pulsantes, ela era outra, morena de pele bronzeada brilhando de suor, cabelo longo preto solto caindo pelas costas em ondas selvagens, balançando no ritmo da música. O vestido preto justo grudava no corpo suado, curto o suficiente pra mostrar as coxas firmes e torneadas quando ela girava, decote profundo revelando o colo dourado e o contorno dos seios se movendo livres com cada respiração acelerada. Os braços erguidos, olhos semicerrados de prazer, lábios entreabertos como se cantasse junto à música, ou como se estivesse sentindo cada palavra da letra queimando na pele.
A Carol que eu conhecia era a que organizava happy hours corporativos e lembrava o aniversário de todo mundo com um e-mail simpático. Nunca imaginei que por baixo daquela fachada profissional existia essa versão, solta, sensual, com movimentos que pareciam feitos pra incendiar o ar ao redor.
Nossos olhares se cruzaram de novo, e dessa vez o reconhecimento foi mútuo. Ela piscou devagar, o sorriso torto se abrindo mais largo, como se dissesse “surpreso, Henrique?”. E continuou dançando na minha direção, sem pressa, o corpo ondulando como se a música fosse só pra nós dois.
Ela parou bem na minha frente, o corpo ainda ondulando levemente no ritmo residual da música.
O suor escorria devagar pela clavícula dela, sumindo no decote do vestido preto, e o cheiro quente de pele misturado ao perfume de baunilha me envolveu como uma nuvem. Carol, a Carol do RH, a que eu via todo dia distribuindo formulários de férias e organizando treinamentos motivacionais, estava ali, olhos escuros brilhando sob as luzes vermelhas, sorriso torto e confiante.
Ela se aproximou mais um passo, as coxas roçando nas minhas, e inclinou o rosto até a boca ficar perto do meu ouvido de novo.
“Você tá com essa cara de quem não acredita no que tá vendo”, sussurrou, a voz rouca de tanto gritar junto na pista mais cedo. “Relaxa, Henrique. Eu também tenho vida fora do escritório.”
Eu ri baixo, tentando disfarçar o quanto meu coração batia acelerado.
“Eu sei. Só não imaginava que a vida fora do escritório incluía…” nem termino a frase e já solto de uma vez:”nossa você está linda!.”
Ela riu baixo, o som rouco e gostoso misturando-se ao barulho da pista, e inclinou a cabeça de lado, os olhos escuros brilhando com uma mistura de surpresa e diversão.
“Nossa, também não esperava uma cantada sua, hahaha… mas gostei.”
Ela deu um tapinha leve no meu peito, como se estivesse testando se eu era real, e continuou:
“A banda do Cezar deve tocar daqui a pouco. Vamos pegar uma cerveja antes? Tô morrendo de sede depois de dançar tanto.”
Eu assenti na hora, sem nem pensar duas vezes. Pra ser sincero, eu nem queria ver a banda. Tinha vindo só pra calar a boca dos colegas, tomar uma ou duas e ir embora cedo. Mas agora… agora eu estava interessado nela.
Caminhamos juntos até o bar improvisado, os corpos ainda roçando de leve no meio da multidão que se mexia. Ela pediu duas long necks geladas, pagou as duas sem pestanejar e me entregou a minha com um sorriso cúmplice.
“Saúde”, disse ela, batendo o gargalo no meu. Tomamos um gole longo, o gelo descendo frio e contrastando com o calor que subia pela minha barriga.
Ela encostou na mureta ao meu lado, o quadril roçando no meu de propósito, e olhou pra mim de lado.
“As meninas comentam de você no escritório, sabia? Tem até boato que você pegou a Jéssica, a gerente de auditoria.”
Eu quase engasguei com a cerveja, mas consegui disfarçar com uma risada.
(It has people talkin')
“Ah, todo mundo fala bastante de tudo por lá. Metade é invenção, a outra metade é exagero.”
Ela ergueu uma sobrancelha, mordendo o lábio inferior por um segundo, como se estivesse decidindo o quanto ia cutucar.
“Vou te falar que me deu uma curiosidade quando fiquei sabendo. Você parece tão comportadinho… trabalha tanto, chega cedo, sai tarde, sempre com aquela cara de focado. Nunca imaginei que tivesse esse lado.”
Eu dei de ombros, sentindo o tesão misturado com uma pontada de adrenalina por estarmos falando disso ali, no meio da festa.
“Ah, como você diz… Eu também tenho vida fora do escritório.”
Ela riu de novo, dessa vez mais baixo, mais íntimo, e se aproximou um pouco mais, o perfume de baunilha quente invadindo meu espaço.
“Pelo visto, dentro e fora, né?”
Os olhos dela desceram devagar pelo meu rosto, pelo pescoço, pelo peito, e voltaram pros meus. O sorriso era safado agora, sem disfarce.
“Então me conta, Henrique… o que mais a galera não sabe sobre você? Ou melhor… o que eu ainda não sei?”
Ela tomou outro gole da cerveja, os lábios úmidos brilhando sob a luz vermelha, e esperou, o corpo inclinado na minha direção como se o resto da festa tivesse desaparecido. O som da multidão, a música de fundo, tudo virou ruído branco. Só restava ela, o calor da pele dela perto da minha, e a promessa de que aquela noite ia muito além de uma cerveja rápida antes da banda do Cezar tocar.
De repente, as luzes piscaram mais forte e um burburinho animado subiu da multidão. O Cezar e a banda subiram no palco improvisado, guitarras afinadas, bateria batendo um teste rápido. O som explodiu num riff pesado, a voz rouca do vocalista cortando o ar, e a pista ganhou vida de novo. Carol virou pra mim com um sorriso travesso, pegou minha mão sem pedir e me puxou direto pro meio da bagunça. “Vem, não vai ficar só olhando”, disse ela, a voz quase sumindo no barulho.
Ela se posicionou na minha frente, de costas pra mim, o corpo colado no meu enquanto pulava no ritmo da música. No começo, parecia inocente, o quadril dela balançando solto, a bunda firme roçando de leve na minha virilha a cada salto, o vestido subindo um pouco mais nas coxas suadas. Eu senti o pau dar um pulo imediato, endurecendo rápido dentro da calça, pressionando contra o tecido justo.
Ela continuou pulando, o movimento ficando mais ritmado, mais deliberado, agora era intencional, sem dúvida. A bunda dela rebolava devagar contra mim, esfregando com pressão controlada, sentindo exatamente o volume que crescia ali. Meu coração disparou, o tesão subindo quente pela barriga, o pau latejando forte, preso e dolorido de tanto desejo.
Ela virou o rosto de lado por um segundo, os olhos semicerrados encontrando os meus, um sorriso safado nos lábios úmidos.
Sem dizer nada, deslizou a mão para trás discretamente, os dedos roçando a frente da minha calça, traçando o contorno duro do pau por cima do tecido. Apertou de leve, o polegar circulando a cabeça inchada uma vez, duas, antes de voltar pra frente como se nada tivesse acontecido. O toque foi rápido, mas elétrico, deixou meu corpo inteiro tenso, o pau pulsando desesperado, implorando por mais.
O set da banda terminou num final explosivo, aplausos e assobios ecoando. As luzes subiram um pouco, a multidão começou a se dispersar.
Carol se afastou devagar, virando de frente pra mim com a expressão mais inocente do mundo,, cabelo bagunçado, rosto corado de suor e dança, como se os últimos minutos tivessem sido só uma brincadeira coletiva. “Ufa, que show bom!”, disse ela, rindo leve, como se não tivesse acabado de me deixar louco de tesão.
Pegou minha mão de novo, entrelaçando os dedos nos meus com naturalidade, e me puxou de volta pro bar. “Vem, vamos pegar outra cerveja. Tô precisando me refrescar.”
Ela caminhava na frente, o quadril balançando sutil, o vestido ainda grudado no corpo suado, e eu a seguia, o pau ainda semi-duro dentro da calça, o corpo inteiro carregado de uma tensão que ela fingia não notar, mas o brilho nos olhos dela quando olhou pra trás dizia o contrário.
Bebemos a cerveja, flertamos mais um pouco, até então sem nenhum beijo. Quando a pista começou a esvaziar ela levantou me puxando pela mão em direção à saída, sem dizer uma palavra a mais.
O ar da rua bateu fresco no rosto suado quando saímos do porão, o barulho da Augusta à noite nos envolvendo, buzinas, risadas, música vazando de outros bares. Ela ergueu o celular, abriu o app e pediu um Uber Black em segundos.
“Vamos pro seu apê?”, perguntou ela, os olhos brilhando sob a luz dos postes. Eu assenti, o pau ainda latejando da provocação na pista, o corpo inteiro carregado de expectativa.
O carro chegou rápido, um sedã preto reluzente, motorista discreto de uns 40 anos, óculos escuros mesmo à noite, vidro fumê total nas janelas laterais e traseira. Entramos no banco de trás, as portas se fecharam com um clique suave, e o carro deslizou para o trânsito.
Mal o motorista confirmou o endereço, Carol subiu no meu colo sem cerimônia, as coxas abertas encaixando nas minhas, o vestido subindo até a virilha. O cheiro dela, suor, baunilha, tesão puro, me envolveu inteiro.
Ela colou a boca na minha num beijo faminto, língua invadindo devagar, quente e molhada, enquanto rebolava sutil no meu pau já duro pra caralho por cima da calça. O atrito era lento, torturante, a bunda firme dela pressionando, subindo e descendo devagar, sentindo cada centímetro do volume pulsar contra o tecido fino do vestido.
Eu deslizei as mãos pelas coxas dela, subindo por baixo do vestido, e descobri o que já suspeitava, sem calcinha.
A buceta quente e encharcada roçava direto na minha calça, os lábios inchados deixando um rastro úmido no tecido. Ela gemeu baixo na minha boca, o som abafado pelo beijo, e apertou mais forte o quadril, rebolando em círculos lentos que me faziam perder o ar.
O motorista seguia em silêncio, olhos fixos na rua, mas de vez em quando dava uma olhada rápida no retrovisor, só um segundo, mas suficiente pra disparar a adrenalina.
Carol percebeu, sorriu contra meus lábios e sussurrou: “Finge que a gente tá só se beijando”. Virou o rosto pro lado, colou a boca no meu pescoço como se fosse um beijo inocente, mas a mão dela já descia pela minha barriga, abrindo o zíper da calça com dedos ágeis e firmes.
Ela libertou o pau devagar, quente e inchado na palma dela, e se inclinou mais, o corpo escondendo o movimento do motorista.
A boca quente envolveu a cabeça de uma vez, língua pressionando a parte de baixo, chupando devagar, ritmada, como se tivesse todo o tempo do mundo. O carro balançava leve no trânsito, faróis passando pelas janelas escuras, e eu tentava controlar a respiração, as mãos apertando a bunda dela por baixo do vestido, dedos cravando na carne macia.
(Head while I'm drivin')
O motorista olhou de novo pelo retrovisor, dessa vez demorou um segundo a mais. Carol não parou.
(I know they're watchin')
Pelo contrário, desceu mais fundo, a garganta relaxando pra me receber inteiro, a sucção quente e apertada me levando ao limite. Eu gemi baixo contra o cabelo dela, o corpo tenso, o orgasmo subindo rápido demais com o risco, com o movimento do carro, com a cidade passando lá fora.
“Porra… Carol…”, avisei rouco, as mãos tremendo na bunda dela.
Ela acelerou só o suficiente, chupando forte, língua girando na cabeça a cada subida, e quando eu explodi, jorrou quente e grosso direto na garganta dela. Ela engoliu tudo sem soltar, gemendo baixo ao redor do pau, sentindo cada pulso, cada jato. O corpo dela tremia levemente de tesão próprio, a buceta escorrendo nas minhas coxas.
Só então ela subiu devagar, limpando os lábios com a língua, o olhar safado e satisfeito. Colou a boca no meu ouvido, a voz um sussurro rouco enquanto o carro virava na rua do meu prédio:
O motorista parou em frente ao prédio, voz neutra: “Chegamos.”
Carol desceu do colo devagar, ajeitou o vestido como se nada tivesse acontecido, e me deu a mão pra sair do carro.
Entramos no elevador em silêncio, o pau ainda sensível na calça, o gosto dela na boca, o corpo dela colado no meu espelhado nas paredes de metal. As portas se abriram no meu andar, e ela me puxou pra dentro do apê sem acender a luz principal , só o abajur da sala ficou ligado, luz amarelada e suave.
Ela virou pra mim, os olhos brilhando no escuro.
“Agora só nós dois. Me mostra o que você queria fazer lá no carro, mas não pôde.”
Entramos no apê e mal fechei a porta, Carol já estava colada em mim de novo, as mãos subindo pelo meu peito, puxando a camisa pra cima enquanto nos beijávamos com fome.
A boca dela era quente, urgente, língua dançando na minha como se quisesse devorar tudo de uma vez. Eu a empurrei devagar contra a parede da sala, as mãos descendo pelas costas dela, apertando a bunda firme por cima do vestido, sentindo a pele quente e suada ainda do show. Ela gemeu na minha boca, mordendo meu lábio inferior de leve, o corpo arqueando contra o meu.
“Quero você agora”, sussurrou rouca, os olhos escuros brilhando no escuro da sala. “Mas primeiro… me faz gozar na sua boca.”
Não precisei de mais convite. Peguei ela no colo, as pernas dela se enrolando na minha cintura , e a levei direto pro quarto, jogando-a na cama com um pouco mais de força do que o necessário.
Ela riu alto, safada, deitando de costas e abrindo as pernas devagar, o vestido subindo até a cintura. Sem calcinha, como eu já sabia, a buceta rosada e inchada brilhava de lubrificação, os lábios abertos, o clitóris duro pulsando visível. O cheiro dela subiu forte: tesão puro, misturado ao suor da noite.
Ajoelhei na beira da cama, puxei as coxas dela pros meus ombros e mergulhei de uma vez. A língua deslizou devagar pelos lábios inchados, provando o gosto salgado e doce dela, subindo até o clitóris e circulando devagar, depois mais rápido. Ela gemeu alto na hora, as mãos enfiando no meu cabelo, puxando forte.
“Assim… porra, assim… lambe gostoso…”, murmurou, a voz já tremendo.
Eu chupei o clitóris com sucção firme, alternando com lambidas longas e lentas, dois dedos entrando devagar na buceta quente e apertada, curvando pra cima pra acertar o ponto certo. Ela arqueou as costas, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça, os gemidos virando gritos roucos e sem filtro.
“Caralho… Henrique… vai… me chupa mais forte… tô quase… ahhh!”
O corpo dela convulsionou, as paredes da buceta apertando meus dedos em espasmos violentos, a lubrificação escorrendo grossa pela minha mão e pelo lençol. Ela gritou alto, sem vergonha nenhuma, o som ecoando pelo quarto: “Tô gozando… gozando na tua boca… porraaaa!”
Deixei ela descer devagar das ondas, lambendo suave até ela parar de tremer, depois subi beijando a barriga, os seios ainda cobertos pelo vestido, até chegar na boca dela de novo.
Ela me beijou com gosto de si mesma nos meus lábios, faminta.
“Agora… sacada. Quero sentir o vento enquanto você me come.”
Levantei da cama, o pau duro latejando na calça aberta, e a puxei pela mão. A sacada tinha parapeito de vidro fumê, vista da cidade acesa lá embaixo, prédios iluminados, carros passando, o barulho distante da avenida. A noite estava quente, vento leve soprando.
Ela se inclinou no parapeito de frente pra cidade, as mãos apoiadas no vidro, o vestido já levantado até a cintura, bunda empinada pra mim, as coxas abertas. Virei ela de costas, abri a calça de novo e encaixei o pau na entrada molhada dela de uma vez, empurrando devagar até o fundo. Ela gemeu alto, a cabeça caindo pra trás.
“Me fode forte… aqui… onde todo mundo pode ver se quiser…”
Entrei e saí com ritmo crescente, as mãos agarrando os quadris dela, batendo fundo a cada estocada. O som molhado ecoava na sacada, misturado aos gemidos dela, e ela era escandalosa mesmo, sem freio. Gritava rouco a cada investida:
“Ahhh… isso… me arromba… mais fundo… caralho… tô sentindo tudo… me fode… me fode!”
O corpo dela tremia, as unhas arranhando o parapeito, os seios balançando livres por baixo do vestido. Eu acelerava, uma mão descendo pra apertar o clitóris inchado, circulando rápido enquanto entrava forte. Ela gozou de novo, gritando alto o suficiente pra ecoar no prédio ao lado:
“Porra… gozando… gozando no teu pau… ahhhh… não para… continua… me enche!”
Eu iria demorar para gozar depois do que aconteceu no Uber. Ficamos ali, ofegantes, corpos colados, suor escorrendo, a cidade pulsando lá embaixo como se nada soubesse do que tinha acabado de acontecer.
Ela virou o rosto de lado, ainda ofegante, os lábios roçando nos meus num beijo lento e preguiçoso, o corpo tremendo em réplicas suaves contra o meu. O vento da sacada soprava leve, carregando o cheiro de sexo e suor misturado ao ar da cidade. Ela se afastou só o suficiente pra me olhar nos olhos, um sorriso safado e satisfeito curvando os lábios inchados.
“Então é isso que a gente não sabe sobre você, Henrique?”, murmurou rouca, a voz ainda carregada de prazer.
“Aquele cara quietinho do escritório… mas quando quer, fode como se não houvesse amanhã. Eu já sabia que você tinha pegado a Jéssica, as fofocas no RH correm soltas, e ela mesma deu umas indiretas no banheiro feminino. Mas aposto que a gente está indo bem melhor aqui. Ela sempre se acha a rainha, né? Toda controlada, toda poderosa. Ponto para mim, e bem grande.”
O tom saiu competitivo, provocante, com um brilho de vitória nos olhos, como se estivesse marcando território e fechando uma conta antiga que nem eu sabia que existia. Ela riu baixo, mordendo o lábio inferior, o corpo ainda colado no meu, suado e quente.
“Vem pra dentro. Tá quente demais aqui fora, e eu tô pegando fogo de um jeito que nem o vento resolve.”
Puxei ela devagar, saindo de dentro dela com cuidado. Ela entrou primeiro, parou no meio do cômodo, iluminada pela luz amarelada do abajur. Virou pra mim, os olhos fixos nos meus.
“Tô morrendo de calor… esse vestido tá grudando em tudo.”
Sem esperar resposta, cruzou os braços na frente do corpo, agarrou a barra do vestido e puxou pra cima devagar, revelando tudo centímetro por centímetro. O tecido deslizou pelas coxas firmes e torneadas, passou pela cintura fina marcada por horas de academia, subiu pelos seios pequenos mas cheios, mamilos rosados endurecidos pelo ar fresco do quarto e pela excitação residual. O cabelo longo preto caiu bagunçado pelas costas quando ela jogou o vestido no chão, ficando completamente nua na minha frente.
O corpo dela era atlético e irresistível, pele bronzeada uniforme, abdômen definido com linhas suaves de tanquinho que se contraíam a cada respiração, cintura estreita que se abria em quadris largos e curvilíneos, bunda redonda e empinada, coxas musculosas mas femininas, com definição visível nos músculos quando ela mudava o peso de uma perna pra outra. Os braços eram tonificados, veias discretas marcando os antebraços quando esticou os braços pra cima numa espreguiçada preguiçosa, fazendo os seios se erguerem com o movimento. Entre as pernas, a buceta ainda inchada e brilhante de lubrificação, os lábios rosados entreabertos, um fio fino escorrendo pela coxa interna. Ela era o tipo de mulher que treina porque ama sentir o corpo forte, vivo, capaz de tudo, e ali, nua, suada e confiante, parecia uma deusa saída direto de uma sessão de treino que terminou em sexo selvagem.
Ela se aproximou devagar, os quadris balançando natural, parou bem na minha frente e passou as mãos pelo meu peito, descendo até a calça ainda aberta.
“Você ainda não gozou depois daquela no carro… tá segurando tudo pra mim. E eu quero tudo.”
Eu assenti, o pau endurecendo de novo só de olhar pra ela assim.
“Quero te dar tudo. Mas antes… quero te sentir em outro lugar.”
Ela ergueu uma sobrancelha, o sorriso voltando, safado e curioso.
“Outro lugar?”
Passei a mão pela bunda dela, apertando firme, o dedo médio deslizando devagar pela linha entre as nádegas até roçar o anel apertado. Ela estremeceu, mas não recuou, pelo contrário, empinou mais o quadril, como se estivesse convidando.
“Eu nunca… com ninguém do escritório. Mas com você, hoje, eu quero tudo. Me diz que você aguenta, Carol. Me diz que quer sentir eu te abrindo inteira, devagar, até o fundo.”
Ela mordeu o lábio, os olhos escurecendo de tesão. Virou de costas devagar, apoiou as mãos na cabeceira da cama, empinando a bunda perfeita pra mim, as pernas ligeiramente abertas.
“Então vem. Mas devagar no começo.”
Eu peguei o lubrificante na gaveta da mesinha, passei generosamente no pau e nos dedos, e comecei devagar, um dedo circulando o anel apertado, depois entrando com cuidado, sentindo ela relaxar aos poucos, gemendo baixo e rouco. Ela era escandalosa como sempre, sussurrando safadezas enquanto eu preparava:
“Assim… abre devagar… porra, tô sentindo… continua… quero você todo dentro da minha bunda…”
Quando entrei, centímetro por centímetro, o aperto era insano, quente, pulsante. Ela gritou rouco, as unhas cravando no lençol, o corpo tremendo de prazer misturado com a sensação nova e intensa. Comecei devagar, saindo e entrando ritmado, uma mão na frente apertando o clitóris inchado pra ajudar no prazer. Ela gozou rápido assim, gritando alto sem vergonha:
“Caralho… tô gozando… gozando com teu pau na minha bunda… me fode mais… me enche!”
Eu acelerei, batendo fundo, o som da pele contra pele ecoando no quarto, até explodir dentro dela, jorrando quente e grosso, sentindo cada pulso apertado ao meu redor.
Caímos na cama exaustos, suados, rindo baixo entre suspiros. Ela virou de lado, colou o corpo no meu, a mão traçando círculos preguiçosos no meu peito.
“Agora sim… ponto definitivo pra mim contra a Jéssica. E pra você… bem-vindo ao clube dos que não são tão comportadinhos assim.”
Rimos juntos, o corpo dela ainda tremendo de leve, e ficamos ali, abraçados.