Passamos a semana nos adaptando de morar juntos, e começamos a preparar o quarto de hospedes para o filho dela morar conosco, o dia a dia ficou diferente depois de um fds intenso e que agora moraríamos juntos parecia mais casal, do que o clima safado que tínhamos antes e só percebemos, quando fomos deitamos na quinta umas 11 da noite:
- Amanhã a tarde sua mãe chega com o seu filho. - ela me olhou com um pouco de espanto - Sim, passou uma semana num piscar de olhos - ela concordou com a cabeça, deitando no meu peito. Eu fiz carinho no seu cabelo, ela sorriu me olhando.
- Nossa, eu jurava que eu ia ficar pelada o tempo todo que estivesse aqui - soltou ume risada e eu fiquei olhando para ela - mas a gente ficou organizando as coisas e trabalhando o tempo todo - olhou para a porta - e arrumando o quarto do pequeno. - eu consenti com a cabeça.
- Entendi e você tem razão - eu me levantei e coloquei uma bermuda e uma camiseta - levanta e põe um vestido sem nada por baixo, vamos dar uma volta - ela sorriu maliciosa e não questionou eu fui para a sala enquanto ela colocava o vestido - Não podemos começar a morar juntos deixando o dia a dia ganhar da gente.- ela colocou um vestido que ia até as coxas, azul marinho e saímos.
Fomos para um bar que ficava a três quarteirões do apartamento, era quinta, tinha bastante gente mas não estava lotado, eu conhecia os donos, e os garçons, pedi uma cerveja, e sentamos numa mesa na varanda. Ficamos namorando ali na mesa, mão na mão, beijos e conversando, um clima gostoso, as vezes batia uma brisa fria e ela mordiscava meu ombro ou pescoço, talvez o frio entrando onde não deveria, ela não estava relaxada mas não estava tensa, na nossa frente um grupo grande, casais e pessoas sozinhas comemoravam algum aniversário e no canto, mas também, de frente haviam 3 homens jovens bebendo cerveja e falando alto, nós estávamos sentados um do lado do outro e de frente com as outras pessoas na varanda. Ela estava sempre com as pernas juntas ou cruzadas eu fui no seu ouvido.
- Você ficou contrariada quando entramos no bar, porque? - ela fez um movimento com o ombro querendo dizer que nada - Fala a verdade seja honesta comigo. - Ela me olhou e sorriu.
- Sei lá, eu que pensei besteira, pela forma como pediu para eu sair, mas eu gosto desses nossos momentos românticos - eu ri e encostei a boca no seu ouvido.
- Hummm, então você achou que eu iria sair de casa te encostar uma parede na rua e te comer? - ela riu e me abraçou dando a respiradinha e balançando a cabeça num sim - mas não teria graça sem fazer uma loucura antes, né? - ela só sorriu encostada no meu pescoço - E eu sei que tem alguém aqui que ama uma loucura. - ela me beijou e e falou entre meus lábios.
- Gosto de loucuras - e riu da própria resposta - você sabe que gosto de loucuras, se não, não teria saído assim. - eu olhei para baixo e peguei na sua mão trançando os dedos.
- Assim como? - e olhei para as pernas dela, ela riu nervosa dessa vez.
- Você sabe - ela mordeu o lábio - foi você quem falou para eu vir assim. - eu sorri.
- Não sei do que está falando - beijei sua orelha e seu pescoço, ela se encolheu arrepiada - ou vai ter que mostrar ou levar minha mão para eu sentir - apertei meus dedos entrelaçados nos seus. Ela olhou para nossas mãos e olhou em volta. Depois olhou de novo para baixo.
- Você é doido, agente vem sempre aqui, conhecemos todo mundo. - eu sorri para ela e lhe dei um beijo.
- Então nada te impede, estamos em um ambiente seguro. - ela arregalou o olho antes de sorrir me xingando, mas pegou a mão com os dedos entrelaçados e foi levando para o meio de suas pernas, bem devagar, ela olhava para os lado e depois resolveu que era melhor não olhar, e encostou no meu ombro, dava para sentir o calor entre suas coxas e minha mão estava muito perto então sussurrou.
- Estica o dedo , já da para você perceber - eu ri fazendo carinho com a outra mão em sua cabeça, e fiz um não ela me xingou baixinho de novo e moveu a mão até tocarmos juntos no seu clitoris, ela deu um gemido abafado, quase um miado - viiiuuuu. - eu ri sabendo que ia tomar um tapa.
- Mamãe, ia ficar orgulhosa desse gemido. - Ela não conseguiu não rir antes de me pedir para parar com isso -Se você me disse que te provocar com esse e outros assuntos não te deixar mais excitada eu paro - ela só moveu o dedo e deu um novo gemido com nosso toque junto em seu clitoris - eu sabia, putinha. - ela soltou um riso e tirou a mão de la, olhou em volta e me beijou. O pessoal que estava em grupo começou a sair, e vi que um dos 3 homens da outra mesa estava olhando mais para nossa mesa, ele era o único sentado de frente para nós, e olhava pra nós e para baixo da mesa. Eu fui no ouvido dela e falei baixinho acho que aquele cara viu alguma coisa ele não para de olhar para cá, então seja discreta, mas coloque a perna sobre a mim um pouco e tire “ ela riu balançando a cabeça mas 30 segundos depois estava com a perna sobre a minha, o cara não parava de olhar, quando ele pegou o celular ela abaixou a perna, e eu chamei o garçom por uma nova cerveja, um dos cara foi no banheiro e ele chamou para sentar ao seu lado. Nós dois estamos rindo e nós divertindo. E ela continuou brincando de mostra e insinua, eles se revezavam para ver indo ao banheiro e um cara na ponta da mesa do pessoal da empresa, que estava acompanhado, também olhava discretamente.
Ela foi no banheiro e eles ficaram olhando ela ir e voltar, quando ela voltou, rindo, meio bebada falou no meu ouvido, alisando meu pau duro na bermuda e deixando as pernas meio abertas.
- Você gosta de ver as pessoas me olhando né. - e mordiscou minha orelha eu ri e a beijei.
- Deixa eu pensar nessa sua afirmação. - eu alisei sua coxa, apertando um pouco o que fez ela abrir um pouco mais, atraindo mais olhares dos dois que estavam na mesa da frente a ponto do terceiro se virar de forma rápida e nada discreta, então continuei- Eu estou namorando e morando com um Puta exibicionista, que deve estar encharcada sabendo que esta sendo olhada - ela sorria com a boca no meu pescoço e a cabeça balançando levemente em um sim, - E eu amo esse seu sorriso quando está aprontando. - ela mordeu meu ombro e voltou para a posição normal.
Ficamos nessa brincadeira mais um pouco então eles se levantaram e saíram o bar estava quase vazio e uns 10 minutos depois saímos, dois dos três homens estavam do outro lado da rua, conversando esperando um Uber ou algo assim, nós saímos e em seguida um ficou sozinho nós olhando de longe e começou a andar pelo outro lado da calçada na mesma direção. Era bem tarde, a rua estava vazia, eu encostei ela numa parede, em frente a entrada de uma loja, e comecei a beijar ela, ele parou atras de um carro e ficou olhando., eu puxei ela para o recuo da porta da loja, ela abaixou minha bermuda até minhas coxas e guiou meu pau até sua buceta ele entrou fácil e rápido.
- Ta molhada assim porque ficou exibindo essa buceta para desconhecidos, foi - ela gemia baixinho e balançava a cabeça em um sim - E agora você sabe que esta sendo assistida né - ela levantou a cabeça num movimento rápido olhando em volta - Atras do carro do outro lado da rua, ele viu sua buceta e agora esta vendo você dando no meio da rua - eu escutava e a porta da loja balançava fazendo um barulho de batida leve - Ele deve estar pensando que você é uma puta - ela começou a se mover mais intenso e deitou a cabeça no meu ombro as vezes levantava para olhar - E se ele vier aqui, e quiser comer essa Puta, o que você vai fazer? - ela me aperta mais e gemia mais abafado, - Imaginou ele sabendo que você é uma mãe de família, e está no meio da rua de pernas abertas, depois de se exibir para ele e para os amigos dele. - ela gemia mais intenso e olhava para outro lado da rua, não respondia mas me apertava e rebolava mais - Gosta de ouvir eu te chamando de Puta né - ela gemia mordendo meu pescoço.
- Sim, eu gosto quando você me chama assim, gosto de ser sua Puta. - ela continuou rebolando e olhando em volta - gosto de ser vista com você, fazendo sexo, ou só me exibindo quando você manda - ela começou tremer e gemeu mordendo meu ombro - Gosto de como você me faz feliz, sua Puta feliz - ela me apertou com as coxas enquanto eu começava gozar - Eu te amo, eu amo a gente junto. - eu gozei segurando meu pau bem no fundo da sua buceta.
Ficamos abraçados ofegantes um pouco, e nos beijando entre respirações engasgadas. Quando viramos o cara não estava lá do outro lado da rua, rimos, abracei ela e quando começamos a andar ela sorriu.
- Acho melhor andarmos rápido - ela apertou o vestido entre as pernas e ele manchou na hora, eu segurei ela e comecei a andar de vagar, ela riu - Voce adora me deixar assim né. - e fomos andando o quarteirão que faltava para chegar no prédio. Olhamos da esquina e o cara que estava no bar e nos olhou fazendo sexo na porta da laja estava entrando prédio. Nós olhamos rindo, esperamos um pouco e entramos, eu fui com ela até a guarita perguntar se tinha chegado algo e ela ficou roxa de vergonha esperando com o vestido sujo bem na frente da buceta. O porteiro olhou umas duas vezes mas não falou nada, ainda mais tinha um brilho escorrido pela sua perna. Ela foi me batendo no elevador, quando descemos eu sorri para ela.
- Sabe que o porteiro viu pelas câmera você me batendo e esses respingos caindo no chão, - ela ficou roxa de vergonha mas assim que entramos em casa me agarrou me chamando de FDP e me beijando até entrarmos no chuveiro.