A CARCEREIRA

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 971 palavras
Data: 18/02/2026 14:38:28
Assuntos: Cadeia, Grupal, prisão

Aos 28 anos, eu trabalhava como agente penitenciária no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro. Segurança máxima, pavilhão daqueles que ninguém entra sem colete e spray de pimenta. Eu era casada fazia sete anos, tinha dois filhos pequenos que ficavam com a minha mãe enquanto eu fazia plantão. Meu marido e eu... bom, a gente brigava mais do que transava. Ele chegava cansado do trampo na construção, eu voltava cheirando a suor de detento e desinfetante, e no fim do dia era só TV e silêncio. Eu tava me sentindo velha, gorda, desleixada. Mas na prisão? Na prisão eu era a rainha.

Os caras lá dentro não viam mulher bonita faz tempo. Todo dia era cabelo ruim ou não, eu entrava no pavilhão e sentia os olhares queimando. "Ô, loirinha gostosa", "Vem cá me revistar, vai". Eu fingia ignorar, mas por dentro aquilo me dava um fogo. Confiança pura. Eu precisava daquilo, porque em casa ninguém me olhava mais.

Um detento se destacava de longe. Diego. Negão lindo, 1,90 de altura, corpo de quem malhava todo dia na cela com barra improvisada de ferro. Peitoral estufado, braços grossos tatuados com caveiras e nomes de família, olhos castanhos que pareciam me comer viva. Ele era ex-jogador de várzea, caiu por tráfico pesado, cumpria pena longa. Todo mundo no pavilhão respeitava ele – era quieto, mas quando falava, calava geral.

No começo eram só olhares. Depois veio o primeiro bilhete, dobrado discreto na grade da cela dele: "Você é a mulher mais linda que eu já vi aqui dentro. Me dá um sorriso que eu aguento mais um mês." Eu não denunciei. Guardei no bolso, coração acelerado. Me sentia lisonjeada pra caralho. Em casa meu marido mal me tocava, e ali um cara daqueles me chamando de linda? Eu acreditava em cada palavra.

Aos poucos foi escalando. Eu fazia buscas "não programadas" na cela dele, só pra ficar uns minutos a sós. Ele contava da vida dele, eu contava da minha – dos filhos, das brigas com o marido. Ele ouvia tudo, olhos fixos nos meus, e falava: "Você merece mais, Carla. Merece um homem que te trate como rainha." Eu saía dali molhada, buceta latejando só de imaginar.

Beijos roubados começaram na cela dele, quando eu "revistava" de noite. Ele me encostava na parede fria, língua na minha, mão apertando minha bunda por cima do uniforme. Depois em corredores sem câmera, a gente se esfregava forte, eu sentia o pau dele duro contra minha barriga, grosso, enorme. Eu queria transar com ele tanto que doía. Ele nunca forçava, só provocava: "Quando você quiser, eu tô aqui."

Depois de meses, veio a notícia: Diego ia sair. Progressão de regime, liberdade condicional. Eu fiquei destruída. Na noite antes da saída, ele pediu pra me ver na cela Charlie, um canto mais isolado. Eu inventei uma busca de rotina, entrei com ele e mais um parceiro dele que "tava precisando de revista". Meu coração batia na garganta.

Antes que eu percebesse, tava nua na cama de baixo da cela, o uniforme jogado no chão. Diego me beijava inteiro, chupava meus peitos fartos, mordia o pescoço. Eu tava tão excitada que a buceta pingava. O risco era louco – qualquer agente podia passar, as câmeras podiam pegar, mas isso só aumentava tudo. Alguns detentos do pavilhão vizinho paravam na grade, olhavam, e eu não ligava. Pelo contrário, sorria pra eles enquanto Diego me comia.

Ele tirou a roupa, o pauzão preto saltou – grosso, veias saltadas, cabeça brilhando. Enfiou devagar na minha buceta molhada, abrindo tudo. Eu gemi alto, mordendo o braço pra abafar. "Porra, Diego... me fode forte." Ele meteu fundo, socando ritmado, meia hora sem parar. Quando gozou, empurrou tão forte que minha cabeça bateu na parede e eu apaguei por uns segundos.

Acordei com vários caras ao redor da cama. Não senti medo – senti tesão. Um deles, Jeferson, negão enorme, pau monstruoso quase na minha boca. Eu peguei, lambi devagar da base até a cabeça, engolindo o que cabia. Era gigante, me fazia engasgar, mas eu chupava com fome, saliva escorrendo. Ele gemeu, tirou da boca e mandou: "Empina essa bunda, gata."

Eu virei de quatro, empinei. Ele roçou o pau na entrada, eu pedi: "Me fode." Ele enfiou tudo de uma vez. Eu gritei, sentindo a buceta se abrir toda. Nunca me senti tão cheia. Ele metia forte, tapas na bunda, puxando meu cabelo. Diego assistia do canto, sorrindo sexy, punhetando devagar. Eu gozei louca, jorrando na cama, molhando as bolas dele. Ele gozou dentro, quente, enchendo tudo, depois mordeu meu ombro forte, sangue escorrendo. "Te marquei, Carla. Nunca esquece."

Diego sussurrou algo pra Jeferson. Ele deitou na cama de baixo, me puxou por cima. O pau dele entrou na buceta de novo, eu cavalguei devagar. Diego subiu atrás, esfregou o pau na fenda da bunda. Jeferson me segurou, Diego enfiou no cu devagar – só a cabeça primeiro, depois fundo. Dois paus me fodendo ao mesmo tempo. Eu gozei na hora, apertando os dois, líquido escorrendo. Eles meteram forte, sincronizados, Jessie chupando meus mamilos, Diego batendo na bunda e puxando o cabelo. Os paus roçando dentro de mim, me deixando louca.

Gozei de novo quando os dois explodiram juntos – porra quente na buceta e no cu, enchendo tudo. Eu tremia, quase desmaiando de prazer. Nunca me senti tão saciada.

Enquanto vestia o uniforme, agradeci os dois. Beijei Diego uma última vez: "Te vejo lá fora." Saí sorrindo, terminei o turno como se nada tivesse acontecido.

Dias depois, ele saiu. A prisão ficou vazia sem ele. Uma semana depois, veio o telefonema. Duas semanas depois, me separei do marido. Três meses depois, o relacionamento acabou de vez. Mas eu nunca esqueço daquela noite na cela de Bangu – o risco, os olhares, os paus me rasgando, a porra escorrendo. Foi o melhor sexo da minha vida.

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