Peguei Meu Pai Comendo Minha Irmã - 4

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Grupal
Contém 1016 palavras
Data: 18/02/2026 16:40:49
Assuntos: Filha, Grupal, Incesto, irmã, Pai

Acordei no dia seguinte com o corpo todo dolorido. Eu me mexi na cama e senti um arrepio gostoso subir pela espinha. Estava molhada só de lembrar. Mas hoje era diferente. Hoje eu não ia mais só sonhar ou fantasiar. Hoje eu ia atrás dele.

Era sábado. Pai não trabalhava. O cheiro de carvão já vinha do quintal — ele tava preparando churrasco, como fazia nos fins de semana pra gente relaxar. Desci de shortinho jeans curtinho e uma regatinha branca fina, sem sutiã.

No quintal, ele tava de bermuda e camiseta regata, virando as carnes na churrasqueira. Quando me viu, sorriu daquele jeito carinhoso de sempre.

— Bom dia, filhota. Dormiu bem?

— Dormi sim, pai — respondi, me aproximando. — Posso ajudar?

Ele riu.

— Claro. Pega as linguiças ali na geladeira.

Eu me inclinei pra pegar, empinando a bunda de propósito. Quando voltei, "acidentalmente" rocei o braço nele ao passar o prato. Ele ficou quieto, mas a respiração mudou.

Laura apareceu logo depois, de biquíni por baixo de uma saída de praia transparente. Piscou pra mim quando o pai não viu e sussurrou no meu ouvido enquanto ajudava a arrumar a mesa:

— Vai devagar, mas vai fundo, maninha. Ele tá louco pra ceder.

Durante o churrasco a gente riu, comeu, bebeu refrigerante. Meu pai contava histórias do trabalho, Laura brincava com ele, eu fingia inocência. Mas sempre que eu tinha oportunidade, eu passava meu corpo de leve no dele.

Depois do almoço, Laura disse:

— Pai, vou ali na padaria comprar pão de alho pra completar. Volto já.

Ela me deu um beijo na bochecha, sussurrou "é com você agora" e saiu.

Ficamos só nós dois.

Eu esperei uns minutos, depois fui até ele na cozinha, onde ele lavava a louça.

— Pai… me ajuda a escolher uma roupa pro rolê com as meninas hoje à noite?

Ele secou as mãos, sorriu.

— Claro, filhota. Mostra o que você tem.

Subimos pro quarto juntos. Meu coração batia tão forte que eu achava que ele ia ouvir. Abri o armário e peguei umas roupas simples: uma blusinha básica, saia jeans na altura do joelho. Mostrei pra ele.

— O que acha dessa, pai?

Ele olhou, coçou a barba rala.

— Tá bonitinha, filhota… mas tá muito sem graça. Você é jovem, podia usar algo mais… vivo.

Eu sorri por dentro. Fechei o armário.

— Tá bom. Espera aí que eu troco.

Entrei no banheiro anexo ao quarto, tranquei a porta e troquei rápido. Quando voltei, tava com um vestidinho preto justo que mal chegava no meio da coxa, decote em V que mostrava o vale entre os peitinhos (sem sutiã, claro), e uma calcinha fio-dental por baixo. Passei batom vermelho clarinho e soltei o cabelo.

Ele arregalou os olhos quando me viu.

— Meu Deus, Aline… Nem parece você.

Eu me aproximei devagar, parando bem na frente dele.

— Você não gostou?

Ele desviou o olhar, voz tensa.

— Não é isso… é que… você tá muito… exposta.

Segurei no braço dele, sentindo os músculos duros.

— Então você acha que eu tô bonita?

Ele engoliu em seco, olhou pra mim de novo.

— Você é linda, filhota.

Eu me aproximei mais, quase colando o corpo no dele.

— Então… se eu não fosse sua filha… você me comeria?

O rosto dele mudou na hora. Ficou branco, depois vermelho.

— Aline… o que é isso? Você bebeu? De onde veio essa conversa?

Eu não recuei.

— Eu sei de você e da Laura, pai. Eu vi vocês… e eu fiquei louca de tesão.

Ele deu um passo pra trás, encostou na parede.

— Meu Deus…

— Eu sei que eu não sou tão bonita quanto a Laura… os peitos dela são maiores, a bunda é mais empinada…

— Não é isso, Aline. Não fala assim.

— Então você não tem vontade? Nem um pouquinho? De me tocar… de me foder como fode ela?

Ele fechou os olhos, respirando pesado.

— Isso é errado… você é minha filha…

Eu fui pra cima dele. Toquei o pau por cima da bermuda — tava duro pra caralho, pulsando na minha mão. Beijei ele na boca. Primeiro ele ficou parado, mas logo correspondeu, língua na minha, mãos hesitantes na minha cintura.

Me ajoelhei devagar, puxei a bermuda pra baixo. O pau saltou na minha cara. Lambi a cabeça melada, chupei devagar, descendo até onde conseguia. Ele gemeu alto, mão no meu cabelo.

— Porra… Aline…

Eu chupei com vontade, babando, subindo e descendo, língua pressionando a veia por baixo. Ele fodia minha boca devagar, gemendo rouco.

A porta abriu. Laura entrou sorrindo, olhos brilhando.

— Achei que vocês iam precisar de ajuda… mas vejo que tão se resolvendo muito bem sem mim.

Ela se aproximou, se ajoelhou do meu lado e lambeu o pau junto comigo. Duas bocas no pau dele, línguas se tocando na cabeça. Pai gemia alto, controlando nossas cabeças.

Laura sussurrou pra mim:

— Pede pra ele te comer, maninha.

Eu olhei pra cima, boca cheia de pau.

— Me come, pai… por favor… quero sentir você dentro de mim.

Ele me levantou, me deitou na cama. Tirou minha calcinha devagar, abriu minhas pernas. Laura se posicionou perto de mim, chupando meus peitinhos, mordendo os mamilos. Meu pai se posicionou entre minhas pernas, o pau na entradinha.

— Tem certeza, filhinha?

— Mete tudo.

Ele empurrou devagar. A cabeça grossa abriu minha entrada, rompendo o hímen com uma dorzinha aguda que virou prazer imediato. Eu gemi alto, unhas nas costas dele.

— Ai, pai… tá todo dentro…

Ele começou devagar, saindo quase todo e voltando fundo. Ritmo lento, me deixando sentir cada centímetro, cada pulsar. Laura chupava meus peitinhos com força, mão no meu grelo circulando rápido.

Ele acelerou aos poucos, metendo mais forte, batendo fundo. O som molhado enchia o quarto, pele batendo em pele. Eu rebolava embaixo dele, apertando a buceta no pau.

— Isso, pai… me fode… me faz gozar…

Ele não aguentou — meteu fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo tudo. Eu senti a porra escorrendo lá no fundo.

Ele ficou parado, ofegante, ainda dentro. Laura beijou minha boca, depois a dele.

— Bem-vinda ao clube, maninha.

Eu sorri, corpo mole, coração explodindo.

— Da próxima vez… quero mais. Quero tudo.

E eu sabia que ia ter.

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