Casal Moderno - Capítulo 1 - Descoberta

Um conto erótico de Inc Fantasy
Categoria: Heterossexual
Contém 2185 palavras
Data: 18/02/2026 16:56:10
Última revisão: 18/02/2026 17:09:06

A sorte sorriu para mim muito cedo na vida, sempre tive disciplina financeira e, aos 20 anos, usei todas as economias de mesada e trabalho de jovem aprendiz que tive para aplicar em uma ação de criptomoeda durante o boom de NFT. Isso me rendeu um dinheiro muito bom que permitiu que eu tivesse independência financeira aos 24 anos. Hoje trabalho poucas horas por semana.

Me chamo Pedro, sou um rapaz relativamente comum, não sou forte e nem gordo, tenho um porte atlético por me exercitar, mas não sou nenhum rato de academia, apenas cuido para não ficar desleixado e estou casado com Ana Paula e essa sim merece uma atenção.

Ana Paula tem 23 anos, olhos verdes, cabelos pretos até a cintura, ela é recém formada em educação física, têm 1,66 de altura, pernas bem grossas, uma bunda escultural, daquelas que fazem a curva perfeita com a perna, barriga lisa e peitos médios que alguns considerariam grandes. Ana Paula é atlética, gosta de se exercitar e gosta que percebam o quanto ela é gostosa.

Aninha, como a chamo carinhosamente, e eu nos conhecemos na escola aos 15 anos, não namoramos nem nada na época, mas fazíamos parte do mesmo grupo de amigos, então convivíamos bastante, nós sempre fomos muito unidos e gostávamos dos mesmos assuntos. Conheci namorados de Ana Paula e ela conheceu namoradas minhas. Foi só aos 18 anos, que, em um dos eventos de amigos, ficamos e acabamos namorando, nossos amigos diziam que já esperavam isso a algum tempo, que todos percebiam que nos gostávamos, menos nós mesmos.

Quando meu investimento deu um fruto significativo e percebi que dinheiro nunca seria um problema na minha vida, pedi Aninha em casamento e ela aceitou sem nenhuma hesitação, fizemos uma festa de noivado e tudo estava indo maravilhosamente bem. Como eu disse, a sorte sorriu cedo para mim na vida.

Quando estava com 23 anos, minha querida avó faleceu e sua casa foi a inventário, eu amava aquela casa, foi onde eu cresci, basicamente, era em uma rua tranquila, bem localizada no bairro e estava bem conservada com exceção de alguns detalhes que eram facilmente resolvíveis. Meu irmão mais velho e meu pai não se importavam muito com a casa e disseram que, se eu quisesse, era minha, mas que eu deveria conversar com meu tio.

Meu tio Sérgio era um cara complicado, vivia metido em trambique e sempre estava ferrado de grana, meu irmão e ele não se davam muito pois meu irmão sempre foi curto e grosso e nunca mediu palavras, meu pai é um cara pacifico, então sempre apaziguava as coisas, minha mãe nunca quis se meter. Comigo era um pouco mais tranquilo, mas ainda era complicado, pois com a noticia de que eu havia conquistado uma pequena fortuna se espalhando pela família, ele vinha sempre com ideias mirabolantes de ficar milionário, que era só eu investir com ele que eu triplicaria meu dinheiro. Eu sempre desconversava, dizia que eu estava muito bem com o que eu tinha e que não tinha intenção nenhuma de arriscar, mas a verdade é que eu simplesmente não confiava nele.

Quando conversei com ele sobre a casa da avó, ele relutou um pouco, pois não sabia se queria ficar lá ou se queria vender, usei a ganancia dele e disse que compraria a casa e daria o valor que daria a meu irmão e a meu pai a ele, então ele logo aceitou e, assim, conquistei minha primeira casa própria.

Aninha assistiu a essa parte da minha vida de perto, sempre me apoiava e me tranquilizava com relação a meu tio, dizendo que tudo ia dar certo. Então, quando os documentos da casa ficaram prontos, a primeira coisa que fiz foi chamá-la para morarmos juntos, ela relutou um pouco pois não queria sentir que estava sempre sendo carregada por mim, mas a assegurei que eu jamais tentaria obstruir ela de alcançar seus objetivos pessoais e que eu, como futuro marido, estava ali para impulsionar ela sempre. Em um momento lindo, ela aceitou.

Comecei as obras na casa com uma empreiteira, pois, além de retocar e remodelar um pouco a casa, queria instalar uma piscina nos fundos, a obra durou cerca de 6 meses e eu, por ter tempo de sobra, estava na obra quase todos os dias. Foi em um desses dias que as coisas começaram a tomar um rumo interessante.

Num dos dias não fui na obra, recebi a ligação do responsável por ela.

Pedro - Alô? Seu Saulo?

Seu Saulo - Bom dia Pedro, desculpa incomodar.

Pedro - Bom dia, seu Saulo, sem problemas, aconteceu alguma coisa?

Seu Saulo - Então Pedro, a gente ta com um senhor aqui que tá fazendo muita reclamação da obra, dizendo que a gente não pode cavar por conta de algum problema estrutural da casa, eu queria saber se haveria a possibilidade do senhor vir aqui conversar com ele.

Fiquei incrivelmente irritado com a situação, não queria sair de casa naquele dia, mas me acalmei ao pensar que era apenas um problema no meio de tanta coisa dando certo.

Pedro - Ah... Ok, seu Saulo, chego ai em meia hora.

Ao chegar lá, vejo um homem de mais ou menos 55 anos com short quase sem elástico, com o cofrinho aparecendo, meio careca, alto, barrigudo e sem camisa conversando com seu Saulo.

Pedro - Olá, bom dia! Prazer, me chamo Pedro, tudo bem? - Falei com calma na voz, estendendo a mão para um aperto.

Beto - Bom dia rapaz, tudo bem? Eu sou Humberto, mas pode me chamar de Beto - Disse apertando minha mão

Confesso que a atitude me quebrou um pouco, pois achei que ele falaria com grosseria comigo e aquilo se desenvolveria em uma discussão acalorada.

Beto - Pedro, o que acontece aqui é o seguinte, olha - Disse desenrolando um papel amarelado que segurava em sua mão. - Olha aqui, essa é a planta da minha casa. Vê aqui?

Concordava com a cabeça, mas não fazia a mínima ideia do que significava aquilo, eu não entendia nada sobre arquitetura, então o deixava falar.

Beto - Essa parte aqui é referente aonde esta aquele pessoal - Falava apontando pros trabalhadores que aguardavam tomando café, encostados no muro que dividia nossas casas. - Se você fizer essa piscina dessa forma, o muro que divide as casas vai ceder e vai causar um acidente que pode machucar alguém.

Olhei para o seu Saulo que assentia com a cabeça.

Beto - Olha, sei que você é um rapaz novo, eu conhecia a dona Hermínia (minha avó) e já te vi por aqui quando você era moleque, mas tem coisas que a gente tem que planejar muito antes de fazer.

Pedro - Nossa... Tá... Caramba - Assentia decepcionado, pois Aninha sempre quis morar em casa com piscina.

Beto - Me desculpa por isso, filho. Mas é pra segurança de nós dois, com esse muro ai, não da pra fazer dessa forma - Lamentou o vizinho.

Então um estalo veio na minha cabeça.

Pedro - Então... Por que a gente não remove ele?

Beto - Como assim?

Pedro - É... Tipo... Tira o muro e substitui por uma cerca... Teria problema? - Negociei.

Humberto olhou pro muro, que já estava gasto e era muito feio, tanto que eu já tinha até comprado a tinta para pintá-lo do meu lado. Ele pensou um pouco e respondeu

Beto - Olha.... Eu não tenho problema com isso não... Eu moro sozinho ai, por mim tudo certo. Só não quero ter problema em limpar alguma coisa nem de pagar nada.

Pedro - Não! Jamais, pode deixar que fica por minha conta - Exclamei feliz.

Beto - Então tudo certo, espero que não tenha me levado a mal, garoto. - Disse estendendo a mão

Pedro - Claro que não, seu Beto, o senhor tava preocupado com segurança, tá tudo bem! - Apertei a mão dele.

E assim a obra seguiu, renegociei alguns valores e o tempo da obra aumentou, mas ainda estava dentro do orçamento que eu tinha disponibilizado. Ana Paula não gostou muito da ideia de ter que quase dividir um quintal, mas a tranquilizei dizendo que Beto era só um coroa que não tinha cara de que ia incomodar a gente. Logo ela aceitou, mas disse que não queria se preocupar com pudor, disse rindo.

O problema foi que essa fala dela causou algum efeito em mim e eu fiquei excitado.

Em um sábado, estava nos fundos da casa limpando um pouco da bagunça excessiva que tinha na obra, quando Aninha veio visitar. Ela estava linda, como estávamos no pico do verão, ela usava poucas roupas, um shortinho jeans que deixava um pouco da polpa da bunda de fora, nada muito vulgar, mas relevante por sua bunda ser um monumento e um topzinho que amarra no meio, mas deixa o centro do torso e a barriga a amostra, deixando seu decote incrível.

Aninha - Nossa amor, tá ficando lindo! - disse enquanto admirava a piscina

Pedro - Você acha? Que bom, eu tô fazendo tudo pra isso ficar do jeito que você falou! - Respondi com entusiasmo

Aninha - Não precisa se esforçar tanto, vida. Sabe que qualquer lugar que estivéssemos eu estaria feliz! - Disse enquanto enrolava os braços no meu pescoço

Dei um longo beijo nela, mas logo desvencilhei.

Pedro - Calma amor, tô todo suado e fedorento, deixa eu tomar um banho

Aninha - Hmmm... Tá com cheiro de homem... Adoro...

Começamos a nos pegar mais forte, segurava a bunda perfeita dela, o clima esquentou até que ouvimos alguém chamar.

Beto - Pedro! Tá ai?

Eu e Aninha nos desvencilhamos e fomos falar com beto.

A cerca batia somente no peito dele, qualquer coisa mais alta tinha risco de cair, era quase como se compartilhássemos o quintal. Ao aparecermos, percebi que Beto paralisou com a presença da Ana, ele secou o corpo dela dos pés a cabeça e falou comigo sem tirar os olhos dela.

Beto - Ô filho... desculpa, não sabia que tava acompanhado.

Pedro - Tá tudo bem, seu Beto, essa aqui é minha esposa Ana Paula.

Aninha - Oi, prazer! - Disse sorridente.

Beto - Prazer é meu filha - Disse tentando não olhar pros seios dela - Escuta, queria só avisar que eu vou fazer um churrasco aqui em casa pro jogo do Vasco amanhã, e o pessoal é meio barulhento, tudo bem?

Pedro - Se for do Vasco, tudo bem - Disse brincando

Beto - Porra, graças a Deus, tava com medo de você ser flamenguista - Disse, finalmente desvencilhando os olhos de Ana Paula.

Aninha - Amor, vou lá dentro ver os quartos, ta? - Disse entediada

Pedro - Ta bem amor, daqui a pouco vou lá.

Aninha se virou e percebi que o short dela ainda estava um pouco levantado por conta da pegação de antes. Vi Beto cravar os olhos na bunda perfeita da minha noiva e aquilo me deixou perplexo. Meu pau endureceu na hora e eu percebi que estava desejando que ela estivesse vestindo ainda menos.

Conversei sobre futebol com Beto durante uns 10 minutos e então me despedi, segui para a casa e encontrei Aninha mexendo em algumas partes do nosso quarto que já estava pronto e mobiliado.

Pedro - Viu amor, o Beto é tranquilo

Aninha - Pode ate ser, mas o cara ficou me secando muito... Fiquei desconfortável. - Falou cabisbaixa

Pedro - Ah vida... Ele é um coroa solteirão, não é todo dia que ele tem a oportunidade de ver uma deusa como você com pouca roupa assim! - Disse excitado.

Aninha - Ai amor... Desculpa, é que tá muito quente hoje, quando eu vier da próxima vez, eu venho mais comportada

Pedro - Não precisa pedir desculpa! Na verdade, pode até usar menos roupa, a casa é sua, você não pode se privar da sua liberdade, deixa o velho olhar! - Disse animado.

Houve um pequeno silêncio.

Aninha - Deixar ele... olhar? - Disse incrédula, mas curiosa

Pedro - Não... digo... Ah, sei la... Eu não ligo, se você quiser.

Aninha me encarou, deu de ombros.

Aninha - Hmmm - Gemeu divertidamente - Então tá, não vou me preocupar com isso - Disse provocante.

Nossa vida seguiu normal. Apesar da provocação da Ana Paula, ela veio vestida normal nos dias que se seguiram, o churrasco do Beto nem foi tão barulhento assim e sentimos confiança para nos mudarmos logo. Porém, depois desse dia, comecei a ver mais coisas sobre exibicionismo e uma coisa levou a outra e comecei a ver coisas sobre cuckold e acabei me excitando com aquilo, na ausência de Ana Paula, toda punheta que batia era pensando nela fazendo putaria com outros homens. O principal sempre era Beto, mas cheguei a imaginar ela com meu tio Sérgio e até com o seu Saulo.

A mudança aconteceu logo no dia do nosso casamento. Deixamos a casa pronta e decidimos que nossa lua de mel seria na nossa nova casa, foi um dia incrível e muito emocionante para nós dois, a última palavra de Ana Paula para mim antes de dormirmos naquele dia foi "De agora em diante eu sou sua e você é meu... pra sempre" dormi com olhos marejados tendo certeza que minha vida estava perfeita.

><

Obrigado por lerem até aqui. Escrevi no site a muitos anos e hoje to voltando com o hobby. O feedback é muito importante. O capítulo 2 vai começar a ter situações envolvendo Ana Paula e ele já esta escrito e publicado!

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