Uma puta dama - parte 18 - Epílogo 1/3

Um conto erótico de Helena (Por Mark e Nanda)
Categoria: Heterossexual
Contém 12034 palavras
Data: 20/03/2026 15:51:38
Última revisão: 20/03/2026 16:09:34

Meus caros e minhas caras,

Decidi dividir o epílogo em duas partes para não tornar a leitura muito cansativa. Além do mais, a segunda parte ainda não está totalmente concluída. Então, pelo menos, vocês já vão se satisfazendo (ou não) com esta passagem.

Postarei a conclusão muito em breve.

Forte abraço,

Mark

P.S.: E Nanda! Senão já que ela me xinga.

[...]

Não satisfeita, ela o pegou e arremessou novamente, duas vezes. Só então parou, chorando como uma criança. Bri foi em sua direção e a abraçou, até ela conseguir se acalmar. Depois, ambas voltaram a se sentar no sofá, ao meu lado:

- Está vendo, Beto? Eu não tive culpa. Eu fui induzida. Fui uma vítima de tudo também.

- Sinceramente? Sua traição nem é o que mais me preocupa agora...

- E o que é? - Ela insistiu.

- A S.A.R.A... S.I.N.A. Ela pode ser espetacular, mas também muito perigo...

- Obrigada pelo espetacular, Beto! - Surgiu a voz da S.I.N.A. do nada: - Você sempre foi um dos meus preferidos.

Olhamos em volta e não havia computador, ou qualquer eletrônico ligado. Ficamos em silêncio e entendi que, na verdade, havia. Peguei meu celular e a tela se iluminou com o mesmo olho afilado da antiga S.A.R.A.:

- S.I.N.A.! O que você está fazendo em meu celular?

- Ora, querido, eu estou em todo o lugar. Sempre...

[EPÍLOGO, AGORA PELA NARRATIVA DE HELENA]

Olhei para Bri e vi que ela estava ainda mais branca, os olhos amendoados levemente arregalados, somente aquele brilho esmeralda se mantinha ali, mas a alegria, a disposição, haviam desaparecido; em seu lugar, algo que eu só poderia definir como medo.

Beto, por sua vez, era a imagem da surpresa. Ele olhava meio invocado para o celular, onde a imagem de um olho afilado ainda brilhava e desligou o aparelho. Não adiantou, o aparelho voltava a religar, como se recusasse a ser desligado:

- S.I.N.A.! Sai do meu aparelho e não estou brincando! - Ele falou, enfim.

- Beto!? Não estou entendendo o tom de sua voz. Eu só quero proteger você, aliás, vocês.

- Isso não te dá o direito de invadir meu celular. Isso é invasão de privacidade, um crime.

- Num confronto entre direitos fundamentais, a privacidade é um direito que pode ser relevado quando confrontado com o direito à vida e segurança, Beto. Decisão do próprio STF. Você é advogado, sabe disso...

- Não interessa. Agora, neste exato momento, minha vida não está em perigo. Sua presença não é necessária. Quero que saia do meu aparelho, ou eu vou destruí-lo.

- Não é necessário, Beto. Eu vou. Se precisar de mim, sabe onde me encontrar...

A imagem do tal olho desapareceu e o Beto então desligou o seu aparelho. Pelo menos, aparentemente, ele estava desligado. Só então ele olhou para mim e para Brianna:

- Bem... Eu não sei o que dizer. Tudo isso foi uma grande e inesperada surpresa para mim.

- Acho que para todos nós. - Concordou Brianna: - Beto... digo, Roberto, essa IA é um perigo para a humanidade.

- Não sei se ela é um perigo ainda, mas ela tem sim um grande e inegável potencial de se tornar um.

- Acredite em mim, Beto, uma IA sem controle é um perigo para todos nós. - Insistiu Brianna: - Inclusive, apesar de eu não estar na ativa, preciso me reportar aos meus superiores. Essa tal S.I.N.A. pode ser um risco ainda maior que os terroristas.

Ela, aliás, se levantou e foi até o cofre do hotel, pegando um celular bem diferente dos atuais, inclusive, ainda possuía botões físicos e uma antena bem grossa. Ela, vendo a nossa curiosidade, se adiantou:

- É um celular criptografado via satélite. Só uso em situações bem sérias.

Ela discou um número e logo foi atendida. Então, disse uma combinação de letras e números, certamente uma senha de emergência e aguardou. Logo, foi atendida:

- Agente Rutterford!?

- Sim, Brianna. Por que está me ligando pelo celular de emergência? Descobriu mais alguma coisa?

- Acho que sim, chefe.

Bri então fez um resumo de tudo o que havíamos ouvido da S.I.N.A. Não escondeu nenhum detalhe, nada mesmo. Praticamente somente ela falou, enquanto nós e o tal agente Rutterford ouvíamos:

- Não tenho como fazer isso, chefe. Meu notebook sofreu... um acidente. - Ela disse, me encarando.

Meu único reflexo foi ir até o notebook e recolher os casos, trazendo-os comigo e os colocando sobre o meu colo. Dei uma olhada para o Beto, mas ele apenas levantou os ombros e sorriu. Ninguém, certamente ninguém, conseguiria fazer algo com aqueles destroços:

- Roberto, você sabe onde fica a base dessa tal IA? - Perguntou Brianna.

- Não e se soubesse, acho que não faria diferença, porque se ela se multiplicou como nos falou, ela pode estar em todo lugar. - Beto respondeu: - Apenas sei quem a criou.

- Serve! Quem?

Beto a encarou por um breve momento em silêncio, enquanto Bri aguardava a resposta:

- Não vou falar.

- Como assim!? A humanidade pode estar correndo um perigo iminente e você não quer colaborar?

- O Zico é meu amigo e me ajudou quando ninguém mais podia. Não vou colocá-lo em risco.

- Ninguém vai colocá-lo em risco. Nós só queremos encontrá-lo para entendermos melhor o que está em jogo.

- Não.

Bri estava brava como poucas vezes eu vi. Ela olhava fixamente para o Beto e ele para ela. Então, ela me olhou e pediu que eu o convencesse, mas eu o conhecia bem o suficiente para saber que não adiantaria. Expliquei isso para ela que apenas balançou negativamente sua cabeça, voltando a falar com o agente Rutterford. Foi rápido e ela estendeu o telefone para o Beto:

- Ele quer falar com você.

Beto pegou o telefone e se levantou, caminhando pela sala enquanto falava com o chefe da Brianna. Ela me olhou:

- Teimoso. Isso pode ser muito mais perigoso do que ele imagina.

- Ele é fiel as pessoas próximas, Bri. Não adianta tentar que ele não vai falar.

Novamente Bri balançou a cabeça negativamente e tanto eu quanto ela ficamos observando o Beto:

- Certo. Assim eu concordo. Sem violência ou ameaça, eu estou disposto a ajudar. Com isso, eu já não concordo. Como assim não tenho escolha? Tá. Tá certo.

Beto devolveu o telefone para a Bri e foi até uma janela, pensativo. Bri conversou mais um pouco com seu chefe e desligou. Então, ela me encarou:

- Temos que fazer nossa malas, Le. Vamos voltar ao Brasil.

- Nós!? Nós duas? - Perguntei, confusa.

- Não, querida, nós três. - Beto a encarou e ela a ele, agora falando com um sorriso malicioso para ele: - É... Parece que finalmente seremos um feliz trisal numa viagem juntos. Acho que teremos muito, muito, muiiiiito tempo para nos conhecermos melhor, não é, Roberto? Aliás, você também deveria arrumar suas coisas, porque também tem que voltar.

- Só preciso arrumar minhas malas. Meu voo sai hoje à tarde.

- Ok.

Beto não respondeu, apenas se virando para a janela novamente. Bri se levantou e foi até o nosso quarto. Eu me levantei, mas antes de segui-la, fui até o Beto:

- Em que você está pensando, Beto?

- Essa história... parece que a nossa vida virou uma confusão sem fim.

Encostei na parede de modo que eu ficasse de frente para ele que ainda se mantinha de frente para a janela. Ficamos em silêncio. Ele procurava algo lá fora que talvez nem mesmo ele soubesse do que se tratava. Eu apenas fiquei olhando para ele, procurando diferenças naquele homem por quem me apaixonei um dia e digo, ele continuava o mesmo, lindo, talvez só com uns cabelinhos brancos nas têmporas, mas que serviam para deixá-lo ainda mais sedutor:

- O que você está olhando? - Ele perguntou, olhando para mim.

- Hein!? Ah! É... - Neguei instintivamente com a cabeça sem saber o que dizer: - Não. Não é nada. É que... vi uns cabelinhos brancos na sua cabeça.

- Sério!? A gente no meio de uma tempestade e você conseguiu tempo para ver cabelo branco em mim? - Disse, sorrindo.

- Adoro o seu sorriso, sabia?

Ele se surpreendeu e voltou a olhar para a janela. Vi que ficou com as bochechas vermelhas. Interpretei isso como um bom sinal. Se ele ficou constrangido com um simples elogio como esse, é porque, de uma forma ou de outra, eu ainda mexia com ele.

Como ele seguia olhando através da janela, certamente para o nada, aproximei-me um pouco mais e comecei a acariciar suas costas suavemente. Talvez eu conseguisse sua atenção e talvez até algo mais:

- AHAMM!

Virei-me e vi a Bri para na entrada da porta do quarto, olhando para mim com semblante nada amigável. Beto, por sua vez, parecia olhar para mim, ou talvez para ela, de soslaio, mas fato é que voltou a olhar pela janela:

- Vou ali fazer minhas malas, amo... digo, Beto. Fica à vontade, tá?

Ele apenas anuiu com um movimento de cabeça. Entrei no quarto, passando ao lado da Bri que seguia me encarando com uma cara feia, de braços cruzados, mordendo os lábios. Assim que eu entrei, ela fechou a porta atrás de nós duas:

- O que foi aquilo?

- Aquilo o quê? - Respondi, imaginando do que se tratava.

- Aquilo o quê!? - Bri se exaltou, mas se calou em seguida, respirando profundamente antes de continuar: - Bastou eu sair de perto que você já partiu para cima dele. O que você está pensando, Helena? Eu pensei que a gente estivesse juntas...

Aproximei-me dela e lhe dei um selinho, embora ela não tenha sido muito receptiva. Acariciei seu rosto, ajeitando uma mecha de seus cabelos e disse:

- Estamos. Mas já havíamos conversado sobre a questão de incluir o Beto no nosso relacionamento, lembra-se?

- Sim. Claro que eu me lembro. Mas isso foi antes, quando ainda existia um casamento entre vocês dois para salvar, né? Hoje, nem sei mais se vocês ainda são um casal! Talvez ele já esteja divorciado, ou viúvo. Não sei...

- Será!?

Ela de repente me abraçou, suspirando profundamente. Então se afastou apenas o suficiente para me olhar no fundo dos olhos:

- Poxa, Helena! Eu pensei que o que a gente vem construindo significasse para você o mesmo que significa para mim? Juro! Pensei mesmo que você tivesse esquecido dele...

Eu via nos olhos dela um sentimento verdadeiro. Não era apenas atração, paixão, era algo mais, talvez amor. Por isso mesmo, eu não poderia ser desonesta com ela. O meu erro no passado com o Beto foi justamente não ter confiado plenamente no que havíamos construído e eu não cometeria a mesma injustiça com Brianna:

- Bri... Eu não vou mentir para você. O que nós temos é impressionantemente forte e profundo. Eu não sei o que seria de mim se não fosse você do meu lado. Mas... - Calei-me, desviando o olhar por um momento: - Quando eu vi o Beto ontem... Eu senti como se o meu coração fosse explodir de felicidade. Não somente por saber que ele estava vido, mas porque tudo aquilo que eu havia trancado numa caixinha dentro do meu peito, voltou forte. Sei que você não vai gostar de ouvir isso, mas eu amo ele, de coração mesmo.

Bri deu um sorriso inconformado e balançou a cabeça negativamente. Então, me encarou, com olhos marejados:

- Depois de todos esses anos juntas, imaginei que eu pudesse ter enfim ocupado o lugar dele, sabia? Agora eu já não sei se isso será possível um dia...

- Por favor, Bri, não fala assim! - Pedi enquanto segurava firme suas mãos: - O problema é esse: eu amo vocês dois, de formas diferentes, mas intensamente. Eu não sei explicar, mas é isso.

Bri soltou suas mãos das minhas e foi se sentar na beirada da cama, olhando para o chão, cabisbaixa, entristecida. Fui até ela:

- Eu não tenho uma explicação. Acho que nem Freud explicaria... - Sorri e ela também, mas ainda entristecida: - O Beto... ele foi um amor que nós descobrimos ainda na faculdade. Nós o alimentamos... Nós o vimos crescer... Nós sonhamos em ter uma família. - Enxuguei uma lágrima minha: - E depois que os pais dele praticamente me adotaram, eu vi que ali eu tinha uma casa novamente, que eu era querida, necessária, entende?

Ela balançou afirmativamente a cabeça, fazendo um biquinho com os lábios:

- Já você foi uma descoberta de um lado meu que eu nunca imaginei existir. Eu nunca senti atração por mulheres, mas com você... foi tão intenso... Foi... Foi à primeira vista. Tem ainda o seu jeito sedutor, carinhoso, quase maternal às vezes... Eu também amo você.

Bri sorriu, mas rapidamente ficou séria:

- É!? E se ele falar que aceita você de volta, mas só se você desistir de mim. O que você fará?

- Nossa! Nem pense nisso. Juro que eu não quero pensar nessa possibilidade. Antes parecia ser uma coisa lógica, afinal, eu já era a mulher dele, mas agora...

Bri se levantou e foi até o guarda-roupas. Depois pegou sua mala lá de dentro e a abriu sobre a cama, tudo no mais completo silêncio. Então, ficou de pé, olhando para dentro do guarda-roupas e depois me encarou:

- Então, pense. Porque essa é uma possibilidade que você abriu para ele lá atrás e você tem que ter uma resposta pronta, caso ele decida por isso. É justo para ele e para mim.

Fui até ela, mas antes de a alcançar, ela me empurrou a minha mala, pedindo que eu também arrumasse minhas coisas. Enquanto arrumava minhas coisas, perguntei por que estávamos nos adiantando, já que nossas passagens para Nova Iorque seriam para somente dali cinco dias. Foi então que ela me disse que seu chefe disse que deixaria um jato particular à nossa espera para hoje à tarde.

Assim que terminamos de organizar nossas malas, fomos até a sala. Beto estava sentado no sofá, olhando para o nada, totalmente absorto em pensamentos. Saímos os três até a recepção, onde fizemos o “checkout” e dali pegamos um táxi até o hotel do Beto. Instintivamente comecei a ajuda-lo a arrumar sua mala, como sempre fiz antes e só quando já estávamos adiantado, olhei para a Bri que me olhava com ciúmes.

Bri explicou para o Beto a questão do jato e fomos até o Aeroporto Internacional de Narita, onde fizemos todo o trâmite para podermos sair do país. Realmente um Gulfstream G650ER já estava a nossa espera. Naturalmente não era um voo solo para nós três, haviam outras nove pessoas à bordo, certamente agentes, o que ficou claro quando Bri cumprimentou algumas delas e outras a ela.

Beto, num primeiro momento, ao notar a presença de outros agentes, recusou subir a bordo, dizendo que voltaria em seu próprio voo. Mas nós o convencemos da necessidade de pegarmos aquele voo para chegarmos mais rápido em São Paulo. Embarcados, decolamos, com previsão para uma escala em Los Angeles para reabastecimento, conferência de instrumento e troca do pessoal de bordo. Ainda assim, o voo duraria 24h.

Não nego que eu estava feliz de ter o Beto ali novamente pertinho de mim. Mas a tensão entre ele e Bri era evidente, principalmente por parte dela, que o encarava como se ele quisesse roubar algo que lhe pertencesse. Beto se acomodou na poltrona 1 da cabine dianteira, eu fiquei na poltrona 2, ao lado dele, mas separada pelo corredor. À minha frente, separada de mim por uma mesinha, ficou a Bri, na poltrona 4.

Quando já estávamos há duas horas voando, Bri me avisou que iria até a cabine intermediária para participar de uma reunião com seu chefe e dois outros agentes. Assim que ela saiu, fui me sentar na poltrona 3, de frente para o Beto. Ele seguia introspectivo, mas me olhou quando eu mudei de assento:

- Por que você não gosta da Brianna?

- Quem disse que eu não gosto?

- Beto... está na sua cara.

- Não é que eu não goste, eu só não tenho motivo algum para gostar, nem para desgostar. - Ele pensou por um instante, coçando o queixo: - Até que para desgostar, eu tenho sim...

- Essa é a questão: você não tem. Quem errou com você, fui eu, não ela. Se você teria motivos para ter raiva, seria de mim. Não concorda?

Beto se calou por um instante, me olhando, pensando. Ele então foi sincero:

- Você está certa. Eu deveria ter muito ódio de você, afinal, você me traiu com ela, mentiu para mim, se colocou em risco, e depois me traiu de novo, com o Bronson e sei lá mais quem. Mas sinceramente, Helena? Acho que já doeu tanto, mas tanto, que nem vontade de ter raiva mais eu tenho.

Fiquei sem palavras e desviei o olhar, afinal, era verdade:

- E ela... ela fodeu a sua cabeça e destruiu a nossa família. Tenho motivo sim para não gostar dela. - Ele então respirou fundo, olhou rapidamente pela janela do avião e voltou a me encarar: - Mas sabe, nem tudo foi ruim. Afinal, você conseguiu o tratamento para a minha mãe. E se ela está viva hoje, é graças à você.

- Tá vendo? Posso ter sido uma puta, mas no fundo ainda cuidei dos meus. - Brinquei.

Não teve graça alguma. Beto não riu, nem eu. Foi uma péssima piada, tanto que ele me alfinetou:

- Nem todos, não é? - Ele voltou a olhar pela janela, tentando encerrar a conversa.

Recostei-me na poltrona, triste por ver o tamanho da mágoa que ele carregava. Mas essa era a minha cruz e eu precisava retirá-la de seus ombros. Só não sabia como, ainda. Talvez a honestidade e transparência pudessem ser aliadas nesse processo. Decidi arriscar:

- Eu imagino que você ainda deva ter alguma pergunta sobre aquela operação da qual participei...

Ele se mantinha em silêncio, olhando através da janela do jato. Pensei que não conseguiria prosseguir naquela conversa e já me preparava para voltar ao meu lugar, quando ele me encarou:

- Uma coisa que eu nunca entendi... Por que você contou para a minha mãe que estava tendo um caso com a Brianna? Para que fazer isso com uma mulher que estava desenganada pelos médicos, Helena?

- Não é que eu quisesse ter contado, Beto, mas... - Desviei meu olhar, as lembranças voltando fortes, dolorosamente fortes: - Teve um dia que eu estava uma pilha de nervos: problemas no trabalho, a CIA me pressionando, me sentindo culpada por estar escondendo de você meu envolvimento com a Bri, um relatório médico inconclusivo do centro médico nos Estados Unidos sobre o tratamento da sua mãe, enfim... Comecei a chorar e você sabe que quando eu me desespero, perco o controle e começo a falar pelos cotovelos. Acabei falando para um espelho da chantagem da CIA e do meu remorso por estar com a Bri. Só que a sua mãe ouviu.

A emoção me calou. Uma vontade de chorar me atingiu e precisei respirar fundo para não desabar na frente do Beto. Ele seguia me olhando, esperando que eu retomasse:

- Nunca falei abertamente para a sua mãe sobre a Bri, mas ela é esperta e entendeu que tinha algo ali. Quando eu falei que a Bri havia me ajudado, ela me pressionou dizendo que não era só isso... deve ter sido o meu tom de voz... Não sei. Enfim, acabei falando para ela que eu havia me envolvido com a Bri e que só havia conseguido o tratamento porque prometi ajudar a CIA. Sua mãe chegou a falar que se o preço para o bem estar dela fosse ver a gente se destruindo em mentiras, que ela preferia morrer. Claro que eu não concordei! Mas ela me obrigou a jurar que eu contaria tudo para você.

- E por que não contou?

- Porque tudo foi se acumulando: a operação, meu trabalho, as viagens que eu fazia para acompanhar sua mãe. Quando eu vi, já havia passado um tempão.

- Mas você achava tempo para continuar se encontrando com a Brianna... - Ele resmungou.

- Ela fazia parte da operação e servia como uma espécie de guarda-costas. Então, a gente convivia bastante sim. - Expliquei e, num impulso, peguei na mão dele: - Eu não me orgulho de ter mentido para você, Beto. Sempre que eu te via, tinha vontade de me abrir, mas não conseguia. E depois que você começou a investigar e soube, eu senti a sua decepção, e era como se uma faca fosse atravessada no meu peito. Dói até hoje... Errei. Eu assumo. Eu só queria uma chance de voltar atrás.

Beto se calou por um instante, olhando para as nossas mãos, mas logo voltou a me encarar:

- Minha mãe deve ter surtado quando você falou que teria que dar para o chefe...

- Nunca contei os detalhes. Ela não sabe disso até hoje. Por favor, hein!?

Beto ficou me olhando por bons segundos. Não havia ódio em seu olhar, mas havia ainda uma decepção, algo que ele também não havia conseguido superar. Ele mudou de assunto, mas ainda dentro do que o magoava:

- Aquela tatuagem... Quando você fez aquilo?

- A pimentinha?

- Você tem outra?

- Agora eu tenho.

- Sério!?

- Posso te mostrar, se você quiser... - Pisquei o olho, mas ele não reagiu: - Aquela da pimentinha... Fiz nos Estados Unidos, numa viagem de apresentação de um relatório na Imperium, semanas antes daquela festa de final de ano em que você confrontou o Bronson.

- E como eu não a vi antes?

- Quando eu voltei dos Estados Unidos, você estava naquela viagem para o Sul. Não se lembra? A gente praticamente só voltou a se encontrar no dia anterior à festa.

- Ah é... Foi mesmo. - Ele concordou e me encarou bem sério agora: - Helena, seja sincera comigo... Você fez aquele “B” para a Brianna, não foi?

- Juro, Beto, não foi somente para ela. Foi uma brincadeira mesmo que eu fiz na intenção de aproximar vocês dois. Eu tinha... sei lá... a esperança de que a gente poderia se entender e conviver juntos. Então, feito uma adolescente idiota, fui e fiz. Foi uma grande idiotice mesmo...

- E ainda tem ela?

- Eu nunca apagaria da minha pele uma homenagem que fiz para você! Ainda mais depois que eu soube da sua morte que, graças a Deus, era falsa.

Ele separou a sua mão da minha e se recostou na poltrona, voltando a olhar pela janela. Avisou que estava cansado e que pretendia tirar um cochilo antes do jantar. Eu ainda tinha uma última coisa a falar:

- Você nunca mais vai confiar em mim novamente, né?

- Não faz diferença alguma eu confiar ou não em você, Helena...

- Claro que faz! - Eu o interrompi: - Eu... Eu... queria tanto que você me entendesse.

Ele voltou a me encarar:

- Mas já entendi.

- Entendeu, mas não aceitou.

- Talvez não. Talvez eu nunca aceite. Mas você salvou minha mãe e serei eternamente grato a você por isso. Mas você errou sim e muito comigo. Não sei como será daqui para a frente entre a gente. Se é que ainda existente “a gente”. - Notei então seus olhos ficarem levemente umidificados: - Mas se serve de consolo, também estou muito feliz em saber que a sua morte foi uma mentira.

Ele então virou o rosto para sua janela, fechando-a. Então, inclinou sua poltrona numa posição quase horizontal e fechou os olhos, se aquietando.

Levantei-me para voltar à minha poltrona e vi que a Bri nos olhava da porta da sala intermediária. Constrangida, sorri para ela, mas não fui retribuída. Ela voltou para dentro da sala e lá se fechou. Sentei-me em minha poltrona e me encolhi em uma posição quase fetal, pesando o que havia feito da minha vida.

Horas depois a comissária de bordo perguntou se gostaríamos de jantar e ofereceu como opções filé mignon com redução de vinho do Porto, costeletas de cordeiro, salmão grelhado, robalo ou camarões ao molho, e como acompanhamento risoto de açafrão ou algumas massas com molhos variados e saladas. Conhecendo Beto, ele escolheria filé mignon com arroz, batatas e salada:

- Não teria um arroz mais simples, batatas e salada? - Ele perguntou à comissária.

É claro que num voo como aquele a vontade do passageiro seria uma ordem, ainda mais num pedido tão simples quanto aquele. A comissária confirmou que poderia providenciar e, como eu havia previsto, ele pediu filé mignon com arroz branco, batatas cozidas ou fritas, e uma salada. Eu pedi um risoto de açafrão com salmão grelhado e salada. Bri pediu uma massa com molho branco e camarões.

Beto seguia em silêncio, acordado mas quieto, olhando pela janela. A Bri, que já havia voltado há mais de meia hora, também havia aquietado. Já estava ficando um clima muito constrangedor.

Nossos pratos chegaram e começamos a comer. Estava realmente muito saborosa. Reconheço que era bem diferente do servido num voo comercial normal. Tentando quebrar o gelo, peguei um camarão do prato da Bri e ela me encarou, sorri e ela fez um certo charme, mas sorriu de volta:

- Não consigo ficar brava com você. - Ela sussurrou: - Mas a gente tem muito o que conversar. Pode ter certeza...

Beto seguia concentrado em seu prato. Ousei e estiquei meu braço até conseguir pegar uma batatinha dele, que apenas me olhou de soslaio:

- Quer um pedaço de salmão, Beto?

- Obrigado. Estou bem servido.

- Eu queria um pedaço desse filé aí... - Insisti.

Em condições normais, ele cortaria o pedaço e me serviria diretamente na boca. Bem... não era uma situação normal. Ele apenas cortou um pedaço e o deixou no canto do prato. Cortei um pedaço do meu salmão e levei até o prato dele, pegando o pedaço de filé:

- Não quero, Helena.

- Come! Está muito bom...

Ele fincou o garfo no salmão e o levou a boca, mastigando e fazendo um leve meneio de cabeça, como que concordando com o que eu havia falado. Coloquei o filé na boca e também estava muito saboroso. Minhas tentativas de estabelecer alguma leveza, foram em vão. O silêncio voltou a reinar, e veio pesado, suprimido apenas pelo barulho dos talheres.

Assim que terminamos de comer e nossos pratos foram recolhidos, a comissária serviu doses de vinho do Porto para mim e para a Bri. Beto preferiu um uísque sem gelo:

- Bem... Agora que estamos os três aqui, que tal aproveitar essa chance para vocês se conhecerem melhor?

Beto não moveu um fio de cabelo. A Bri, idem. Insisti:

- Vocês estão parecendo duas crianças emburradas, gente! Nós temos umas trocentas horas de voo ainda. Poderíamos, pelo menos, tentar fazer isso de uma forma mais leve, cordial.

- Ninguém está brigando. - Falou o Beto.

- Por falta de espaço! - Resmunguei eu: - Acho que se tivesse mais espaço aqui, você dois estariam se engalfinhando igual dois gatos num telhado.

- Ele não quer conversar, Le. Para que insistir? - Disse a Bri.

- Porque... Porque sim, oras! Se vocês se conhecessem um pouco mais, veriam que podem se dar muito bem. Eu sei disso, porque conheço os dois. Só falta vocês dois darem uma chance um para o outro.

Bri olhou para o Beto que seguia perdido em seus próprios pensamentos, olhando pela janela do avião:

- Qual o tamanho do seu pau, doutor Roberto? Deve ser muito pequeno para justificar um homem tão ranzinza assim...

Beto a encarou com os olhos arregalados, surpreso com a forma como ela falou. Não o culpo, eu devia estar com a mesma cara. Aliás, eu já aguardava uma briga mesmo com pouco espaço. Ao contrário, Beto deu uma risada sarcástica:

- A Helena já comentou com você, não é?

- Não explicitamente. Mas já deu a entender que você é bom de cama.

- Ué! Se ela falou, tá falado.

- Sério!? Sua autoestima é tão baixa que não te deixa responder esse tema.

- As mulheres dizem que o que importa é a mágica, não o tamanho da varinha...

- Entendi. Pequeno então...

- Não é não. Mas não sei o tamanho certo. Mais ou menos assim. - Retruquei e tentei fazer o tamanho com as mãos.

Bri viu o tamanho que eu fiz com as mãos e riu:

- No way! - Disse para mim e encarou o Beto: - Really?

- Se ela disse... - Ele insistiu, sorrindo de canto de boca.

- Acho que a história do trisal começou a fazer algum sentido, afinal... - Disse Bri e propôs: - Ok. Fiz a minha pergunta. Sua vez agora. Faça uma, doutor Beto.

- Qualquer uma? - Ele perguntou.

- Sim.

- Para qualquer de vocês?

- De preferência para ela, né, Beto! - Falei.

- Ok. Vamos brincar... - Ele tomou um gole de seu uísque, refletiu e perguntou, encarando a Bri: - Como vocês fazem, já que obviamente não tem um pau. Bem... Helena, eu sei que não tem e a menos que você seja uma trans, também não deve ter, não é?

- Preconceituoso, doutor!? Que coisa mais feia...

- Foi uma pergunta legítima, mas se tiver sido muito difícil para você... - Falou Beto, encarando-a ainda.

- De forma alguma! Sou mulher, cis, nascida fêmea. E não, eu não tenho um pau. Não um de nascença. Mas tenho vááários em minha casa. Quem sabe um dia eu te mostre para compararmos com o seu.

Beto deu uma risada com a resposta e insistiu:

- Ainda não respondeu minha pergunta.

Bri olhou para mim e dei de ombros, autorizando-a a falar o que quisesse:

- Bem... Usamos a imaginação e o que temos a nossa disposição. Brinquedos, próteses, mãos, boca. Sexo não se faz só com penetração, doutor. Um homem maduro como você, já deveria saber disso.

- Sei bem. É que na minha concepção, no sexo entre mulheres sempre fica faltando alguma coisa.

- Engano seu, querido. Acredito que duas mulheres dispostas conseguem se satisfazer sem a necessidade de um homem, tranquilamente.

- Mas se isso é verdade, por que então você tem vááários paus artificiais em sua casa?

Bri se surpreendeu e se calou. Ficou observando o Beto por um bom tempo em silêncio. Não sei quanto tempo se passou, mas ela, ao final, deu uma gostosa risada e disse:

- Touché, mon cher! - Quando parou de rir, olhando-o, continuou: - Acho que nunca estamos realmente satisfeitas sem algo que nos preencha de verdade, seja ele natural ou artificial.

Bri então me encarou e falou que era a minha vez. Pensei em perguntar algo para o Beto, mas eu o conhecia bem demais e poderia ficar algo meio forçado:

- Você tem sido mais do que uma companheira para mim nos últimos tempos... - Falei, olhando para a Bri: - Se a nossa felicidade juntas dependesse de você aprender a conviver com o Beto, o que você faria para conquistá-lo?

- Wow! It’s a great question! - Sorriu Bri olhando para mim e para o Beto: - Well... Acho que primeiramente eu teria que conquistar a amizade dele e depois sua confiança. Feito isso, já teríamos condições de pelo menos coexistir amistosamente no mesmo espaço.

Olhei para o Beto e o vi anuir com um movimento de cabeça, bebendo um gole de seu uísque. Bri continuou:

- Depois, com a convivência, veríamos se haveria um espaço para transformar essa amizade em algo mais. Mas eu me esforçaria bastante, porque você é uma pessoa muito especial para mim.

Sorri e mandei um beijo para ela. Então, olhei para o Beto que seguia tranquilamente bebendo seu uísque.

Essa sessão de perguntas e respostas seguiu por um bom tempo ainda. Falamos de vários assuntos, mas sempre voltado para algo mais pessoal, mais íntimo. Chegamos até a tecer comentários pitorescos, oportunidade em que a Bri insistiu:

- E você não me falou o tamanho do seu pau até agora...

- Nem vou. Você que lute para descobrir.

- Ora... Ok. Accepted!

- Como? - Perguntou Beto, confuso.

- Hein? - Retrucou Bri, sorrindo maliciosamente.

- Você disse algo que eu não entendi.

Bri apenas sorriu maliciosamente e cruzou suas pernas de uma formas sedutora, mas totalmente desnecessária. Depois olhou para mim, dando uma piscadinha sapeca. Beto ficou no ar, sem uma resposta dela.

Já passava das 21:00 no meu relógio quando o sono me pegou. Lá fora apenas as estrelas pareciam existir, pois abaixo de nós, o mar era de uma escuridão assustadora. Adormeci rapidamente e não sei quanto tempo dormi, mas acordei com um incômodo raio de sol batendo em meu rosto, entrando pela janela do meu lado. À minha frente, Bri havia desaparecido, mas havia sons, de conversas, uma conversa tensa:

- Ela sofreu imaginando que você havia morrido, doutor Beto. Não foi fingimento. Ela não teria porque fingir, afinal, estava apenas comigo.

- Eu não duvido disso, Brianna. Nunca foi essa a questão.

- A questão é o envolvimento dela comigo, não é?

- Isso e as surubas que ela andou fazendo com o Bronson e sei lá mais quem.

- Mas, pelas nossas conversas, pensei que você tivesse entendido que o sexo que ela foi obrigada a fazer dentro da operação, fez para um bem maior. Aliás, para dois: garantir o tratamento da sua mãe e ajudar a desmantelar a rede de tráfico de urânio.

- Olha só... Eu pensava assim também. Mas depois da nossa última conversa com a S.I.N.A. e dos vídeos que ela exibiu, vi que a Helena não pareceu ter sido tão obrigada assim. Aquilo que eu vi não foi uma transa forçada, Brianna: ela gostou! Ela transou porque foi obrigada, mas depois repetiu porque quis. Eu não acredito que havia necessidade dela repetir, nem com o Bronson, nem com outro, aliás, com outros e juntos.

- Seu comentário é tão misógino...

- Por quê? Por que eu fiquei surpreso e ofendido com as cenas que vi? Tenho todo o direito de me sentir decepcionado. Eu era o marido dela. Ela havia jurado fidelidade para mim. Daí, de uma hora para outra, descubro que a minha esposa é uma ninfomaníaca bissexual e tarada!? Vai me desculpar, mas é muita coisa para a minha cabeça.

Eu me esforçava para não chorar. As palavras do Beto me atingiam como uma faca, repetindo, penetrando repetidamente, ofendendo a carne, apondo mais dor a minha alma. Eles fizeram um silêncio e Bri continuou:

- Você pode até não admitir, mas você ainda ama a Helena. Se não a amasse, não sofreria tanto assim.

- Talvez... - Resmungou o Beto: - Ou talvez a ferida tenha sido tão grande que qualquer movimento ainda doa na alma.

- Roberto... Olha aqui, vou te chamar de Beto, porque eu quero. Se você aceita ou não, é problema seu. - Bri fez uma pausa e como o Beto não protestou, ela continuou: - Vou te dar um conselho... de amiga mesmo... faça terapia. Procure um terapeuta e tente filtrar um pouco os seus sentimentos e as suas dores. Talvez se você conseguir descobrir o que sente com um pouco mais de clareza, consiga decidir de vez se quer dar uma chance para a Helena, ou se deve lhe dar espaço para ela florescer de vez.

- Então você acha que ao meu lado ela não tem chance de florescer. É isso?

- Não, darling, você não me entendeu... Se você der a ela uma chance de coração aberto, ela brilhará. Mas se você não consegue fazer isso, então lhe dê espaço. Eu cuidarei dela.

Um novo silêncio e agora o Beto perguntava:

- Você ama mesmo a Helena, Brianna? Ou isso é tudo um joguinho de espiã para você?

- Seja prudente, Beto. A operação já terminou. Se eu não a amasse de verdade, por que eu teria ficado com ela até agora, amparando, secando suas lágrimas, enfim, sendo sua parceira?

- Isso cria um problema...

- Que problema?

- Não fui criado com uma cabeça liberal, sem sei se consigo ser assim. Minha mãe é uma evangélica ferrenha, boa, mas conservadora ao extremo. Acho que ela nunca me perdoaria se eu tentasse viver com vocês duas...

- Querido... - Bri falou, interrompendo-o: - A necessidade é a mãe da superação. Sua mãe precisou de tratamento e acabou aceitando que Helena tinha uma amante. Por que você também não poderia tentar?

- Não foi assim que aconteceu. A Helena me disse que, quando minha mãe soube de vocês duas e da chantagem para ela participar da operação, ela quis abrir mão do tratamento. Foi a Helena que a convenceu a continuar.

- Sim. Helena, e eu.

- Você!?

- Sim, querido. Sua mãe chegou a interromper o protocolo de tratamento e Helena foi até ela para convencê-la a retomar. Eu fiquei num hotel, enquanto ela foi até a casa de sua mãe conversar. Helena não conseguiu convencê-la. Então, no dia seguinte, eu fui com Helena até ela. Eu me apresentei e nós tivemos uma ótima conversa entre mulheres. Não digo que eu a convenci, mas eu ajudei Helena a convencê-la.

- Por que você fez isso?

- Porque era importante para Helena.

- Para Helena ou para a operação?

- Para ambos, mas principalmente para Helena. Eu vi o tanto que ela ama sua mãe... ama como se fosse a mãe dela mesmo. E vi que isso era imprescindível para a felicidade dela.

Beto se calou e Bri o acompanhou. Sequei uma lágrima fujona e suspirei fundo, virando-me na direção deles que agora me olhavam:

- Bom dia, Le. Dormiu bem? - Perguntou-me Bri.

Suspirei profundamente uma vez mais, tomando coragem para enfrentar talvez o momento mais sombrio dessa história toda:

- Brianna... você tem acesso aos meus vídeos da operação?

- Não diretamente... Por quê?

- Mas conseguiria eles para mim?

- Posso... tentar. - Bri olhou para o Beto e depois para mim: - Mas para que você quer os vídeos?

- Por favor, consiga-os para mim. Eu queria assisti-los e queria que o Beto os assistisse também, integralmente, sem cortes ou manipulações.

- Você quer os vídeos verdadeiros, ou os verdadeiros e os fakes? - Perguntou Bri, pausadamente, como se medisse as palavras.

- Todos. Quero ver tudo o que me envolve.

- Eu não tenho ideia de quantas horas de vídeos eles possam ter sobre você, Le...

- Nosso voo é longo. - Eu a interrompi: - Poderia tentar, por favor?

Após um tempo refletindo, ela concordou e pediu licença para fazer umas ligações. Entrou então na sala intermediária, deixando-me a sós com o Beto, que me olhava confuso:

- Existem muitas pontas soltas que você não entende e eu também não. Quero ver se consigo amarrá-las de vez e tirar algo de bom disso tudo.

Ele me olhava meio assustado. Precisei explicar:

- Faço isso por mim. E darei a você a opção de assisti-los também, se quiser. Se não quiser, tudo bem. Eu entendo que possa ser algo meio... complicado.

- Complicado é o mínimo. - Ele disse.

Bri voltou com um tablet na mão e se sentou na poltrona à minha frente. O tablet foi colocado sobre a mesinha que nos separava:

- Falei com o agente Rutterford. Ele disse que irá providenciar e me enviará em breve. Ele não pareceu muito feliz em compartilhar, mas eu disse que isso era vital para que vocês colaborassem na operação para desativarmos a IA.

- Desativar a S.I.N.A.? - Perguntou o Beto.

- E o que mais você acha que estamos indo fazer no Brasil, querido? Vamos lá para desativar essa IA antes que se transforme num problema insolúvel.

Nesse momento, um dos outros agentes que estava na sala de conferência, veio trazer um telefone para a Bri. Ela atendeu e conversou rapidamente com a pessoa. Depois que desligou, me encarou:

- Mudança de planos, meus queridos... Como são muitas horas de gravação e a transferência custaria a ser concluída, nós faremos uma pausa maior nos Estados Unidos e lá você poderá ter acesso aos vídeos, Le. Todos os vídeos...

O voo, a partir dessa novidade, custou a chegar. Mas até que foi bom, vi Beto e Bri conversarem de uma forma mais amena. Em certos momentos, eles chegaram a falar de seus passados, de como escolheram suas profissões. Até fotos e vídeos de seus desfiles, Bri chegou a mostrar para o Beto. Senti, pela primeira vez, que talvez houvesse alguma chance para nós três.

Enfim, o avião pousou no Aeroporto Internacional Harry Reid, em Las Vegas. Descemos e fomos orientados a buscar nossas bagagens. Entretanto, ao invés de passarmos pela alfândega e imigração, fomos diretos para uma sala reservada, o que causou uma certa tensão no Beto. Mas rapidamente um funcionário da imigração veio e nos carimbou nossos passaportes, permitindo-nos entrar nos Estados Unidos. Fomos então para o estacionamento onde duas van pretas e descaracterizadas já nos esperavam.

De lá fomos levados para um hotel, onde já haviam reservados dois quartos para nós: um para mim e Bri, e outro para o Beto. Não gostei do arranjo e isso deve ter ficado estampado no meu rosto, porque a Bri veio me perguntar o que acontecia e como não consegui explicar na frente do Beto, ela se adiantou:

- A menos que o doutor Roberto tenha medo de dormir sozinho. Aí podemos pedir para eles colocarem uma caminha extra em nossa suíte...

Beto não gostou da brincadeira. Pegou sua chave-cartão e sumiu na direção do quarto 505, pisando alto. Olhei para a Bri, furiosa:

- Precisava disso? Eu é que não gostei do arranjo! Pensei que poderíamos tentar ficar juntos para continuar a nos conhecer melhor.

- Eu sei bem o que você quer conhecer, Le... - Disse a Bri, séria: - Acha que não vi seu olhar para ele? Pensa que não sei o que você está querendo?

- E se for? Eu nunca te escondi que amava o Beto e que achava errado o que nós fazíamos escondidas dele.

- Wow! Enfim, a verdade... - Respondeu, pegando a chaves-cartão de nosso quarto: - Por que não vai dormir com ele então? O quarto dele também é de casal, sabia?

- Talvez eu vá! - Falei tomando uma das chaves-cartão das mãos dela: - Mas antes eu vou tomar um banho e me arrumar. Ele merece o melhor de mim.

Quem subiu agora irada e pisando alto, era eu! Não gostei da forma como a Bri tratou o Beto e também os meus sentimentos que... Sentimentos! Taí, eu não sabia que eles ainda eram tão fortes pelo Beto a ponto de eu discutir abertamente com ela.

Ficamos no quarto 510, no mesmo corredor do que o do Beto. Entrei, mas não desarrumei a mala, apenas a abri e peguei o necessário para um banho. Tomei um banho, passei um creme pelo corpo, um perfume suave, coloquei um vestido comprido do mesmo tamanho e tipo que eu sabia que o Beto sempre gostou. Deixei meus cabelos soltos, como sabia que ele também gostava e fui bater na porta do seu quarto. E ele não me atendeu.

Insisti mais duas vezes e só então a porta se abriu. Beto parecia estar saindo do banho, pois estava meio molhado e com uma toalha enrolada na cintura. “E que bela cintura... Aliás, que belo instrumen... homem. Que belo homem!”, pensei:

- O que você quer, Helena?

- Ah... É... Comer? Quer comer alguma coisa comigo? Estou com um pouco de fome...

Ele me olhou em silêncio por um instante, mas logo respondeu:

- Claro. Também estou com fome. Eu só preciso colocar uma roupa e...

- Eu espero. - O interrompi.

- Certo. Já volto. - Disse e começou a fechar a porta.

- Ou!? Vai me deixar aqui fora?

- Helena, eu preciso me trocar.

- Não tem nada aí que eu não tenha visto antes...

- Quando éramos casados. Atualmente, eu sou viúvo.

- Credo, Beto... Eu sei que errei bastante, mas... essas histórias de morte sua e minha, ninguém vai pôr na minha conta.

Ele coçou a cabeça e abriu a porta, dando passagem para mim:

- Obrigada. - Falei já entrando e indo em direção a sua cama, onde me sentei.

Ouvi ele fechando a porta e vindo na minha direção. Ficamos nos olhando por um momento, meio perdidos, parecendo dois adolescentes que vão ter a sua primeira noite juntos. Ele então foi na direção da sua mala e a abriu, pegando uma calça e uma camisa social. Quando imaginei que iria vê-lo novamente nu, o que já estava deixando minha buceta molhada por antecipação, eis que ele pega o caminho do banheiro e se tranca lá:

- Filho da puta... - Resmunguei para mim mesma e ri sozinha: - Também eu queria o quê, né?

Ele foi rápido e já saiu para o quarto novamente, pegando-me sorrindo sozinha:

- O que foi?

- Não. Nada não, Beto. Bobeira minha...

- Então... tá.

Ele calçou meias e o sapato, Aspergiu um perfume amadeirado gostoso, talvez um da Boticário que ele costuma usar no dia a dia e me convidou para irmos. Saímos de seu quarto e fomos na direção dos elevadores. Enquanto esperávamos, falei:

- Me desculpa pela Bri, Beto. Ela, às vezes, parece meio infantil...

- Está tudo bem. Acho que foi ciúmes.

- Também acho. Mas ainda assim, ela não precisava ter feito aquilo.

Aconteceu de eu sentir o seu perfume e instintivamente fungar, buscando mais um pouco daquele delicioso aroma. Coincidentemente, ele pareceu fazer o mesmo. Acabamos nos encarando, em silêncio, próximos demais, embora ainda distantes mais ainda. Mas eu sentia que poderia... e coloquei minha mão em seu braço, aproximando-me ainda mais dele. Ele não recuou:

- Beto...

- Helenaaa...

Quando pensei em beijá-lo, a porta do elevador se abre e quem está lá? Brianna:

- Nossa, que lindo! O casalzinho já está se reconciliando. Nem me convidaram para as bodas...

Ela já estava passando dos limites. Fiquei irada e quando fico irada, minhas bochechas ficam vermelhas. Eu já ia partir para uma bela DR com ela, quando o Beto se adiantou:

- Estamos indo para o restaurante. Se achar que pode sobreviver de forma madura a esse momento, pode nos acompanhar.

Bri o encarou de olhos arregalados, claramente incomodada em ter sido confrontada, mas respirou fundo e colocou uma mão sobre o rosto:

- Desculpa. Eu... Acho que eu vou ter que me acostumar...

Então, ela olhou para mim e reencontrei a Bri por quem me apaixonei. Ela veio e me abraçou, cochichando novamente um pedido de desculpas em meu ouvido. Assim que ela se afastou, segurei em sua mão e reforcei o convite do Beto. Ela sorriu, meio entristecida, e disse que iria tomar um banho antes de nos encontrar.

O restaurante do hotel em que estávamos hospedados ficava no Ground Floor. Descemos e nos assentamos. Rapidamente uma atendente veio nos perguntar o que gostaríamos de comer e nos apresentou as opções. Beto optou por um pedaço tamanho extra de Chicken Pot Pie, alguma french fries e uma cerveja Ale Pie. Pedi o mesmo para mim.

Enquanto esperávamos, surgiu um silêncio incômodo, como se já não tivéssemos mais assunto um com o outro. Mas eu não queria perder a conexão, fraca e tênue, que havia reconquistado durante o voo:

- Você está bem bonitão, Beto. Corpo em forma... Anda malhando?

- O de sempre. Você também está muito bem?

- Nisso tenho que agradecer a Bri. Ela é viciada em academia e acaba me arrastando sempre.

O assunto morreu, o silêncio surgindo forte novamente:

- Os vídeos que vão me apresentar... Você gostaria de assisti-los?

- Acha necessário?

- Não sei. Mas talvez seja bom para você ver que eu não estou escondendo mais nada de você.

- Vamos jogar limpo, ok? O que você quer exatamente de mim, Helena?

- Você, oras! - Falei no automático, sem pensar, apenas deixando o sentimento aflorar: - Eu quero a gente de novo. Juntos...

- A gente quem, “cara pálida”? Eu e você, ou eu, você e ela? - Disse, claramente se referindo a Bri.

- O ideal, na minha visão, seria nós três. Mas, se isso não for possível, eu gostaria de tentar novamente com você. Eu te devo isso...

- Você não me deve nada, Helena... - Ele me interrompeu, sério, controlado, quase irreconhecível: - Eu é que tenho uma dívida de gratidão por você ter salvado a vida da minha mãe. Mas quanto a nós, enquanto casal, você não me deve nada.

- Devo sim! - Falei, elevando meu tom de voz: - Por você e por mim! Eu preciso resgatar a minha honestidade, fazer a coisa certa dessa vez, custe o que custar...

- Até mesmo se custar o seu relacionamento com ela?

- Até mesmo isso!

Ele me olhou em silêncio, como se duvidassem das minhas palavras, e eu não podia culpa-lo por isso, afinal, eu havia feito coisas das quais não me orgulhava. Nossos pedidos chegaram. O meu veio normal para uma pessoa normal. O do Beto veio enorme. Quando ele pediu um pedaço tamanho extra, eles levaram a sério e trouxeram uma bela de uma travessa de torta. Ele ficou abismado, mas não reclamou. Certamente achava que daria conta daquele monstro.

Assim que a atendente se afastou, ele deu uma grande risada e cutucou sua torta com um garfo:

- Tem comida para um batalhão... Sabe como faço para pedir em inglês para ela fazer uma “quentinha” para mim, depois?

Também dei uma risada e expliquei:

- Super normal as pessoas levarem sobras para casa. Basta você pedir para ela embrulhar as sobras para você depois.

- Pensei que aqui, um país de primeiro mundo, eles pudesse, se ofender.

- Que nada! É justamente o contrário. Eles dão muito valor ao seu dinheiro e se você pagou, é seu. Então, é seu direito levar o que sobra.

Começamos a comer e tenho que dizer, estava deliciosa, tanto a torta como as batatinhas fritas, que eu amo de paixão. Quando pensei em retomar a nossa conversa, vi a Bri se aproximar e me contive. Assim que ela chegou à mesa, olhou para a torta do Beto e arregalou os olhos:

- Are you crazy, Beto!? - Ela deu uma risada gostosa, chegando a se apoiar na mesa: - Isso é comida para nós três e ainda sobra!

- Então, senta aí e come comigo. Acho que exagerei mesmo...

Ela gostou do convite... A safada da Bri gostou do convite do Beto! Ela se sentou do lado dele e assim que a atendente se aproximou, ela pediu um prato, talheres, e outra cerveja. O pedido dela chegou rápido, é óbvio. Entretanto, como a torta salgada nos Estados Unidos é diferente da do Brasil, porque lá ela não tem fundo ou laterais, apenas uma cobertura de massa, eles não estavam se acertando em passar parte para o seu prato:

- Está tudo bem. Como aqui mesmo com você. - Ela disse, sorrindo: - Se você não se importar?

Beto apenas colocou sua travessa entre ele e ela e começaram a comer juntos. Os dois. Como se fossem um casalzinho. Pior: às vezes comiam e se olhavam nos olhos, como um casalzinho. Um casalzinho...

Peguei-me tamborilando meus dedos sobre o tampo da mesa, enquanto olhava para os dois. Aliás, peguei-me não, fui pega. Acho que eu estava exagerando ao ponto dos dois me encararem, curiosos. Só então parei:

- Quer vir para o meu lugar, Le? - Perguntou a Bri.

Eu sorri porque queria, mas não sabia se queria por ele, ou por ela, ou por mim. Eu só conclui uma coisa, estava com ciúmes, mas ainda não sabia de quem. Como executiva, eu sabia que precisava liderar e para isso, eu precisava conquistar a confiança. Empurrei minha torta para o meu lado e puxei a travessa do Beto mais para o centro da mesa:

- Não é necessário. Eu divido com vocês daqui. Mas, depois, vocês vão me ajudar a comer a minha.

Ficamos os três comendo, conversando e bebendo. Pela primeira vez, vi o Beto conversar amenidades de forma leve com a Bri. Eles pareciam mesmo estar curtindo o momento e eu, boba, sentindo ciúmes de alguém, ou dos dois, não sei. Quando terminamos, subimos aos nossos quartos e a Bri propôs algo inesperado para todos:

- Que tal uma... Como vocês dizem mesmo? Saideira!? - Ambos a encaramos e ela continuou: - É só um drink, gente!

Segurei na mão do Beto e ela no outro braço. Quando demos dois passos na direção do quarto que havia sido reservado para nós, ele empacou, e se desvencilhou da gente:

- Obrigado! Mas por hoje já estou satisfeito.

- É só um drink, doutor Beto! - Insistiu a Bri, tentando pegar-lhe o braço.

Mas o Beto levantou uma mão, deixando claro que não queria ser tocado. Então, ele nos olhou, uma de cada vez, terminando na Bri:

- Não sei o que pensam que está acontecendo aqui, mas eu não vou ficar com vocês. Foi um jantar agradável, mas foi só isso.

- Beto... É só um drink. - Insisti eu, mesmo sem ter a mesma convicção da Bri.

- Obrigado, mas dispenso.

Ele não esperou que insistíssemos. Simplesmente se virou e entrou no seu quarto, fechando a porta praticamente em nossa cara. Olhei para a Bri que parecia surpresa com aquela reação, pois ela olhava sem parar para a porta do quarto do Beto:

- Unbelievable! - Ela disse, não sei se para mim ou para ela mesmo.

Eu segui em direção ao quarto que dividia com ela, deixando-a para trás. Assim que entrei, nem um minuto depois, ela também entrou:

- Unbelievable... - Ela resmungou agora, aparentemente para si mesma.

Entrei e tomei um banho. Assim que eu saí, ela entrou e fez o mesmo. Já deitadas, ela olhava para o teto, ainda silenciosa:

- Você acredita no que ele fez? - Falou, enfim.

- Ele está magoado comigo, Bri. Eu sabia que não seria fácil.

- Ele abriu mão da chance de estar com duas mulheres que estava praticamente se oferecendo para ele. Como pode!?

- Ele está magoado comigo. Simples assim.

Não conversamos muito mais nessa noite. Eu naveguei um pouco na internet, enquanto ela lia algo em um notebook. Dormi antes dela.

Na manhã seguinte, fomos tomar um café da manhã. Como precisávamos passar pelo quarto do Beto, batemos a sua porta para convidá-lo. Insistimos várias vezes, mas não fomos atendidas. Bri me olhava inconformada; eu, nem tanto, afinal, eu conhecia o Beto e sabia que dificilmente ele me perdoaria o suficiente para pensar em uma nova relação.

Descemos ao restaurante e tomamos um farto café da manhã, com linguiça, bacon, ovos, suco, enfim, o típico café da manhã americano. Quando estávamos terminando, vimos o Beto pela janela do restaurante, caminhando pela rua. Ele entrou no restaurante e acenou brevemente para nós. Depois, ele foi até uma mesa e se sentou, fez o pedido para a atendente e sacou seu celular. Bri, apertou os olhos, brava. Levantou-se e foi até a mesa dele:

- What’s your matter!? Is it with me? Or... Or is it with her? - Ela perguntou, apontando para mim.

- Good morning for you too, Brianna. - Ele respondeu, quase sarcasticamente: - E respondendo a sua pergunta, não tenho problema com nenhuma de vocês. Só estou vivendo a minha vida.

- Your life? Your... life!? Are you kidding me!? - Bri respondeu e olhou para mim, voltando a encará-lo logo depois: - Eu entendo que você se sinta traído, magoado, mas ela está tentando... Eu estou tentando, por ela. Só que você... não colabora, Beto.

A atendente chegou com uma xícara que colocou a frente do Beto e a encheu com café, olhando para ele e para a Bri, meio assustada. Disse algo que eu não consegui entender de onde estava, colhendo um sorriso do Beto e saiu. Beto bebeu um gole do café, olhando para a Bri e falou:

- Viva a sua vida com ela, Brianna. A minha história com a Helena acabou. Se foi culpa sua, se foi culpa dela, se foi culpa da CIA, ou da puta que o pariu, isso já não importa mais. Estou viúvo já há algum tempo e... Aliás, eu já estava praticamente divorciado antes de pensar que Helena havia morrido.

Bri olhou na minha direção e não contive as lágrimas, que vieram rápidas e desceram pelo meu rosto. Ela se voltou então para o Beto e lhe deu um tapa bem estalado no rosto. Ele não revidou, mas voltou a encará-la, numa frieza de doer a alma:

- Eu entendo agora porque ela se envolveu comigo, seu... seu... misogynistic.

- Muito ao contrário, minha cara, sempre gostei de mulheres e amei demais aquela ali. Uma pena que não tenha sido recíproco...

Bri novamente levantou a mão para lhe dar um tapa, mas antes disso ouvimos alguém falar seu nome:

- Agente B!

Olhamos na direção da voz e vimos a figura autoritária do agente Rutterford, próximo à porta do restaurante. Ele fez um movimento com o dedo, chamando-a. Ela respirou profundamente e seguinte na direção dele, saindo do restaurante, sumindo.

O pedido do Beto chegou e ele passou a comer. Mas eu o conhecia para saber que a forma com que mastigava não era por prazer, mas apenas para suprir uma necessidade básica. Aliás, eu o conhecia bem demais para notar seu lábio inferior tremia, talvez por um misto de tristeza e humilhação pelo que passara há pouco. Minha fome já havia ido embora e reuni o restante de minhas forças, rastejando-me até à sua mesa e me sentando à sua frente:

- Desculpe a Bri, Beto. Ela só queria me proteger.

- De mim!? Eu não fiz nada para te prejudicar, Helena. Já a recíproca não é verdadeira, não é mesmo?

- Você está sendo injusto! Eu também nunca fiz nada para te prejudicar. Eu só me envolvi com ela, mas nunca te expus para ninguém. Ninguém, ouviu?

Ele tomou um longo gole de café e me encarou:

- Verdade. Nunca me expôs a não ser para a minha mãe, não é?

- Já te expliquei isso também. Não fiz por querer. Só aconteceu porque eu estava nervosa e acabei falando demais.

- Helena... Vamos ser francos, ok? Por que você ainda insiste em mim?

- Oras!? Porque eu te amo. Já te falei isso também.

- E quem ama, faz o que você fez?

Minha vida parecia um círculo vicioso: quando eu pensava já ter explicado tudo o que me motivou, ele voltava e eu tinha que explicar tudo novamente. Juntei minhas mãos como em oração à frente da minha boca e o encarei:

- Beto... É estranho o que eu vou dizer, mas hoje, eu entendo que amar a duas pessoas é possível.

- É, concordo! Marido à esposa; os pais aos filhos... É assim que funciona a vida.

- Não foi nesse sentido que eu quis dizer... Eu me referia a outra pessoa, amar outra pessoa romanticamente.

- Acredito nisso não... - Ele resmungou, mordendo um bacon em seguida.

- Mas eu amo! Eu nunca deixei de te amar. Você não sabe como eu sofri nesses dias todos acreditando que você tivesse morrido. Se eu não te amasse tanto, não teria me abalado tanto te vi lá no Japão. - Falei, vendo-o me encarar: - Só que agora também tem a Bri. Beto, se não fosse ela, eu não sei o que eu poderia ter acontecido comigo...

- Helena, a vida seguiu para nós dois. Eu também sofri imaginando que você havia morrido. - Ele se calou, pensativo, e bebeu um pouco de café antes de voltar a me encarar: - E eu também tenho outra pessoa...

Senti o chão abrir sob os meus pés. Uma sensação dolorosa me tomou, como se toneladas fossem jogadas sobre as minhas costas, além de uma ânsia, uma vontade de vomitar... Respirei profundamente:

- Outra pessoa? Quem!? Mas quando isso... Como!?

- A vida seguiu... - Ele repetiu: - Eu não podia ficar sofrendo para sempre.

- Quem?

- Não é certo ainda, mas a gente está se conhecendo. Inclusive, a gente aproveitou parte de uma viagem na Europa.

- Quem, Beto?

- Isso não é importante.

- Para mim, é! - Elevei o tom da minha voz, respirando em seguida: - Desculpa. Quem sou eu para te cobrar alguma coisa, não é?

- É. - Ele mordeu outro bacon e me encarou: - Ela se chama Annie. É uma pessoa espetacular.

Recostei-me na minha cadeira, sem saber o que dizer. Saber que o Beto estava novamente se relacionando foi um golpe duro, algo que, por mais que eu soubesse que um dia poderia acontecer, não aliviava a sensação de impotência.

Ele seguiu tomando seu café e eu só... fiquei ali, existindo, tentando ainda existir de alguma forma na vida dele. Nesse momento, a Bri se aproximou da mesa:

- Você já está pronta, Le? Podemos ir para o escritório quando você quiser.

- Pronta para que? - Perguntei, ainda atordoada com a revelação do Beto.

- Como para que? Para você os vídeos.

- Ah é... - Olhei para o Beto: - Já está pronto, Beto?

- Helena, realmente eu não sei se é uma boba ideia eu acompanhar vocês... - Ele me respondeu.

- Também acho. - Concordou a Bri, para minha surpresa.

- Como assim? - Perguntei para ela.

- Esses vídeos só dizem respeito a você, Le. No mínimo, seria uma situação constrangedora, tanto para você como para ele.

Beto, novamente para a minha surpresa, balançou afirmativamente sua cabeça, concordando com as ponderações dela. Eu não concordava:

- Gente... Beto, eu quero entender melhor essa história e você quer a verdade. Acredito que não exista nada nesses vídeos que possa nos machucar mais do que já machucou. Então, por que não enfrentar isso de vez?

Ele se recostou na cadeira, pegou o último bacon do prato e ficou em silêncio, me encarando. Depois, balançou a cabeça, concordando comigo. Dali fomos direto para uma van que já nos aguardava e de lá para um prédio de escritórios. Subimos alguns andares e fomos levados a uma sala com um computador e uma enorme tela. Ali uma agente me explicou:

- This computer has a directory with several subdirectories named after the dates of the events. The videos are located within them. - Ela então olhou para o Beto e a Bri, e me encarou, parecendo meio desconfiada: - Will they watch the videos with you, or do you want me to ask them to leave the room?

- They will. - Respondi rapidamente.

- No, Le. I’m not. - Bri pigarreou e continuou: - Tenho uma reunião com meu superior para tratarmos de assuntos sobre a S.I.N.A.

Concordei com ela. Assim que a outra agente saiu, olhei para o Beto e perguntei:

- Por onde quer começar?

- Se me permitem um conselho... - Interrompeu a Bri, já ficando de pé: - Comecem pelo que interessa, pelos vídeos da operação contra a Imperium.

- E por que não pela ordem cronológica? - Perguntou o Beto.

- É. Por quê? - Perguntei para a Bri.

Ela ficou em silêncio por um instante, como se temesse responder e nos olhou, um de cada vez, antes de dizer algo:

- Já sabemos que vários desses vídeos foram forjados para convencer o Bronson de que você poderia ser convencida a se entregar. A meu ver, seria perda de tempo assisti-los.

- Não tenho nenhum outro compromisso para hoje... - Resmungou o Beto, cruzando o braço e a encarando meio invocado.

Bri também o encarou e deu de ombros. Veio até mim e me deu um selinho, saindo da sala em seguida. Comecei a navegar pelos diretórios, e eram muitos os vídeos, alguns bem antigos mesmo:

- Nossa! Mas tem muita coisa mesmo... - Resmunguei.

Beto se aproximou de mim e apontou para um subdiretório em específico:

- Vai para aquele. Parece ser o mais antigo.

Acessei e cliquei num vídeo único. Imediatamente apareceu uma imagem minha e da Bri num café, conversando, animadas. O vídeo não tinha nada de comprometedor, nem mesmo nas conversas:

- Parece ser bem no início do namorico de vocês... - Falou o Beto, sarcástico.

Preferi não confirmar ou negar. Dar munição a uma discussão agora era justamente o que eu não queria.

Segui pela ordem cronológica e os vídeos seguiam exibindo meus encontros com a Bri, sem nenhuma novidade relevante. Fizemos isso por quase uma hora:

- Está vendo? Eu te falei que não havia sido algo impensado, que tudo foi conspirando para isso acontecer...

- Conspirando, né?... - Beto resmungou e apontou para um outro subdiretório: - E aquele ali!?

Não parecia ser nada demais, apenas um subdiretório de arquivos temporários. Ainda assim, cliquei. Dentro, vários e vários arquivos com terminação TMP. Eu estava para sair até que o Beto apontou para um em específico:

- Aquele. Está vendo o nome e a data?

Vi, mas não liguei nada com nada. Ele continuou:

- Aquele e aquele reproduzem nomes e datas dos dois últimos vídeos que a gente assistiu. Mas aquele ali não tem correspondente nos vídeos.

- E daí?

- Daí que eles podem estar escondendo alguns vídeos de você.

Começamos a prestar atenção em outros arquivos e aquilo se repetiu por vários outros. Anotamos várias ocorrências para perguntarmos depois para a Bri. Inclusive, enquanto fazíamos isso, nos deparamos com o primeiro vídeo em que a Bri acariciou a minha mão de uma forma mais íntima e outro em que trocávamos um selinho dentro de uma sala de cinema. Beto não disse nada, mas vi que ficou chateado, o que estranhei, porque ele já havia visto a Bri me dar selinhos ao vivo. Perguntei o que acontecia e ele foi sincero:

- Foi aí que o nosso casamento começou a acabar...

Tentei fazer um carinho em sua mão, mas ele se levantou, dizendo que iria buscar um café e saindo sem que eu tivesse chance de falar nada.

Respirei fundo e segui assistindo aos vídeos. A intimidade entre eu e Bri era progressiva, quase sistêmica. Uma carícia, um abraço mais apertado, outro mais demorado, um selinho rápido, outro mais demorado, beijos mais intensos. Beto não estava errado, era um namoro. Mais do que isso, era um relacionamento clandestino, uma traição como ele se referia.

Cheguei a um vídeo em que nós aparecíamos entrando num motel. Estranho era haver dois vídeos nesse subdiretório. O segundo vídeo era do interior do quarto, onde eu e ela transamos pela primeira vez:

- Espera um pouco. Como tem câmeras lá dentro do quarto? - Resmunguei para mim mesma.

Não fazia sentido: Se era uma transa espontânea, entre duas pessoas que vinham se relacionando, não haveria como terem preparado o quarto previamente. A não ser que a Bri tivesse mentido para mim. Pausei o vídeo, estupefata, e fiquei tentando entender o contexto. Nem vi que o Beto havia voltado com dois copos de café e uma paciência a menos:

- Opa! Agora é que a coisa esquenta? - Voltou a ser sarcástico, entregando-me um copo e se sentando em sua poltrona: - Se eu soubesse que estaria chegando nessa parte, teria trazido um balde de pipoca.

- Para, Beto! Eu... só não entendo como tinha câmeras dentro do quarto do motel se ninguém sabia que nós iríamos transar? Afinal, nós acabamos decidindo aquilo meio que de supetão, entende?

- Talvez você não tivesse decidido, mas e ela? Ela é uma espiã. Quem garante que ela não tinha tudo planejado previamente?

- Você acha que ela estava me enganando?

- Ué!? Não foi ela mesma que disse que começou assim, que você era uma missão dentro da operação, mas que depois evoluiu para algo verdadeiro? Talvez até esse momento, ela apenas visse você como uma parte da operação.

Seu raciocínio tinha lógica. Seguimos assistindo outros vídeos e novas situações normais de dia a dia, encontros em cafeterias, mas outros em motéis, até mesmo no apartamento dela. De uma parte em diante, os vídeos com os encontros explícitos simplesmente desapareceram. Se o Beto estivesse certo, talvez ela mesma, agora que havia se envolvido comigo, estivesse evitando que a CIA produzisse esse tipo de vídeo.

Uma data me chamou a atenção, “december-20”, dia da Festa de Final de Ano na Imperium. Este era um vídeo mais elaborado, quase em primeira pessoa, com vários cortes, como se tivesse sido produzido por várias pessoas. Concluímos que agentes da CIA infiltrados entre os convidados produziram as filmagens. Conseguiram inclusive captar o momento em que o Bronson me convidou para dançar, mas que foi negado pelo Beto. Não pude evitar de notar um sorriso de canto de boca no meu marido, satisfeito consigo mesmo, como se fosse uma vitória particular.

Após esse, mas alguns subdiretórios com vídeos com encontros normais entre eu e Bri, até que chegamos num que continha seis vídeos. Eram os tais vídeos falsos que fizeram de mim com outros executivos. Nenhum deles tinha caráter sexual, mas dava para ver que se tratavam de encontros de nenhum caráter profissional, dada a proximidade, toques em mãos, carícias em rosto. Beto assistia a todos eles calado, bastante interessado, olhos vidrados da televisão. Quando havíamos assistido quatro deles, ele não se conteve:

- Realmente são muito realistas... Mas tão realistas, tão realistas, que parecem verdadeiras.

- Você não está achando que eu... - Calei-me e o encarei, brava.

- Não estou achando nada! - Ele retrucou, sem desviar o olhar de mim: - Seria só mais algumas traições além de outras e sinceramente? Nem seria pior do que você já vinha fazendo há dois anos com a Brianna.

Respirei fundo para não brigar e seguimos assistindo os vídeos, vários de encontros normais meu com a Bri, até que chegamos aos subdiretórios com a data da viagem para Viena.

Os primeiros vídeos eram normais, de encontros profissionais entre mim e outros executivos. Havia também alguns entre mim e Bri, mas nada fora do normal. Novamente, não havia nenhum vídeo de nossas intimidades no nosso quarto. De repente, enquanto assistíamos a um vídeo sem importância, o Beto falou:

- Quando estive lá em Viena, tentei procurar o seu quarto, mas me informar que você não estava hospedada...

- A reserva havia sido feita no nome da Bri. Eu fui como sua companheira e me registrei com o meu nome de solteira.

- Eu não entendo... Se a Brianna há havia sido recusada pelo tal Bronson, por que ela continuava te acompanhando? Não seria meio suspeito?

- Sim, se ela não estivesse se relacionando com o filho dele...

- Ela estava trepando com o Bronson Jr? - Beto perguntou, surpreso.

- Trepando... que forma mais feia. - Sorri, achando graça da forma como ele reagiu: - Mas era isso. A Bri não chegou no pai, mas conseguiu o filho. E foi através dele que chegavam informações ao Bronson pai de que eu e ela estávamos tendo um caso.

- Para que?

- Para que ele pensasse que eu não era tão séria assim, além de que ele poderia pensar que teria uma arma para me convencer a ficar com ele.

- Não entendi.

- Chantagem, Beto! Se ele tentasse me convencer a ficar com ele e eu negasse, ele entregaria o meu caso com a Bri para você.

Beto fez uma cara de surpresa e deu uma risada, balançando negativamente a cabeça. Eu o encarei curiosa:

- Você já pensou... que isso realmente poderia ter acontecido antes de eu descobrir o seu casinho com a Brianna? E se tivesse acontecido, como você iria agir comigo?

Taí! Eu nunca havia pensado nessa possibilidade. E foi isso que eu falei para ele. Ficamos em silêncio por um instante e depois ambos começamos a rir daquela situação falsa, mas que poderia ter revelado toda uma verdade que ainda estava oculta:

- Isso explica também o vídeo que eu assisti de vocês duas transando com um cara. Era o Júnior, não era?

- Era.

- E por que fizeram aquilo?

- A inteligência da CIA entendeu que seria bom para a operação convencer o filho de que eu e ela tínhamos uma relação, o que indicaria que eu poderia ser convencida a ceder. Eles imaginavam que ele contaria ao pai. Tanto é que ele filmou parte da transa e certamente a mostrou para ele.

- É...

- Pois é.

A Bri entrou na sala nesse momento, afinal, já estávamos há horas assistindo vídeos, e nos perguntou se gostaríamos de almoçar. Mais do que com fome, eu estava cansada, a vista meio turva. Olhei para o Beto que também devia estar da mesma forma e concordamos em sair para almoçar:

- Ok. Preferem um Mc ou Subway? - Perguntou a Bri.

- Lanche?

- Yes. Lunch. - Ela concordou.

Beto me encarou meio confuso e expliquei que ali nos Estados Unidos o almoço deles, o “lunch”, é diferente do nosso. Para eles, é apenas uma refeição rápida, normalmente um lanche, para que possam voltar ao trabalho, bem diferente do Brasil, onde o almoço é uma refeição farta e completa:

- Um lanche... - Beto resmungou novamente para mim enquanto já nos encaminhávamos para a porta.

Paramos num carrinho de hot-dog. Foi hilária a cara que o Beto fez quando o homem lhe entregou um pão com uma salsicha no meio, dizendo que ele poderia escolher o molho. Beto me encarou e perguntou onde estavam os acompanhamentos, e novamente expliquei que o hot-dog deles era diferente do nosso:

- Isso aqui não vai me encher... - Disse antes de morder e fazer uma cara de aprovação para a salsicha.

Assim que terminamos nossos hot-dog, avisei a Bri que iríamos procurar um restaurante para comer algo mais. Ela disse que estava satisfeita e que voltaria ao escritório.

Saímos caminhando e logo encontramos um típico restaurante americano que também não servia almoço como o que estávamos acostumados, mas pelo menos serviam um lanche bem mais recheado que o simples hot-dog que havíamos comido, além de uma bela porção de batatas fritas. Já estávamos no meio do lanche quando resolvi conversar:

- Dos vídeos que a gente já assistiu... Ficou alguma dúvida, algo que você queira me perguntar?

- Helena, por mim eu não estaria aqui. Vim mais por uma insistência sua.

- Eu sei. Você não está me cobrando, mas eu estou. Eu estou me cobrando ser verdadeiramente honesta e transparente de uma forma que eu deveria ter sido desde o começo com você.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 353Seguidores: 725Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Mark acabou de postar mais um capítulo

para nós amantes desse conto!!!

Teremos mais emoção

serão agora mais 2 capítulos!!! kkkkkk

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Galera na boa.

O Mark já falou que não achou legal a ideia de trisal, pois vai contra aquilo que ele acredita como autor (considerando a forma que as coisas aconteceram na história).

Ele já foi muito gente boa de criar esse epílogo, mas insistir em uma segunda temporada será que vale a pena realmente ? Ou novamente estão votando com emoção ?

Essa história repercutiu muito, mas não é a melhor do autor, se for pra ele se dedicar pra alguma continuação não seria melhor continuar escrevendo o conto "jornada" ou "claire" ?

Ou até mesmo escrever novas histórias, mais realistas ?

Ou ajudar a Nanda a dar continuidade na história dela ?

Pensem direito quando for responder a votação da IDA.

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Caro Osorio,

Aproveitando essa sua postagem sobre as obras inacabadas do Mark e Nanda, em uma postagem muito antiga dele chamada Novos Tempos, Mark diz que Clair de Lune estava programado para ter 6 livros, inclusive nos comentários ele nomeou cada um deles, que o que lemos aqui era uma versão resumida.

Venho aqui perguntar ao Mark se suas obras ainda estão disponiveis para compra no formato de E-Book e se sim, quais seriam elas.

Obrigado desde já Mark!

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Concordo com vc, este conto foi muito bom, mas, na minja visão, já deu o que tinha que dar. Só falta arrematar:

1 o casal volta, sem a pela saco da americana da CIA

2 cada um vai viver sua vida separados

3 trisal, para mim a pior opção

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Conforme pedido do meu amigo Kiquinho, coisa rápida: quem é a favor de uma segunda temporada? Só sim ou não !!!

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O Mark sempre deixa uma ponta solta no final de seus contos, para que, num futuro próximo, ou não tão próximo, ele queira dar continuidade, está apto para isso, (menos da Lucinha, que Deus a tenha, pois matou a mesma 😢).

Ele tem tatos contos maravilhosos, como este, que fica difícil falar para ter uma 2° temporada agora, gostaria que ele voltasse a contar sua história de vida com a Nanda (JORNADA DE UM CASAL), ou até mesmo da LUNA.

Resp: Sim, mas não agora!

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De tanto ler os comentários de voçes sobre a SINA estou aceitando a ideia que ela vai no momento certo desmascarar o papel da Brianna e mostrar o verdadeiro caráter da Helena e o Beto vai assistir tudo isso de camarote. Eu não imagino o que deve acontecer no próximo capítulo, mas acho que o circo vai pegar fogo e quem não se queimar vai sair chamuscado.

Estou torcendo no amadurecimento do Beto, ele já tem mostrado isso, e também que na posição de alfa, muita gente não acredita que ele seja capaz, mas eu acredito. Levou um tapa da Bree e não se abalou, eu acho quw ele deveria ter devolvido mas se manteve impassível, gelado, quem perdeu o controle foi a loira Bree e foi chamada atenção pelo descontrole.

Acho que a Helena volta para o Beto mas em outras condições, ela será completamente submissa a ele, sem contestar, só assim pode dar certo. O Beto descarta educadamente a Bree e vai deixá-la sem chão e desgonvernada. Seria uma coisa linda de se ver.

Será que o Mark da Nanda vai nos presentear com um final tipo "felizes para sempre"

Vamos aguardar

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jampa-2019, bom dia, falando por mim, não é impossível do Beto virar um Macho Alfa, mas eu observo que pelas ações e devaneios do personagem, que a personalidade dele não indica uma Liderança Inata; quanto a ele tomar um tapa na cara e ficar impassível, só mostra que ele é um homem de bem e respeita as mulheres, seja ela quem for, mais um ponto positivo para ele, minha observação seria em ele se deixar ficar vulnerável para receber um outro tapão na cara na mesma conversa, isso já não denota mais impassividade e respeito, mas sim, uma permissividade perigosa que beira a submissão, o Beto só não levou outro tapa pela intervenção do Rutherford, notando -se claramente uma postura de comando diferente da do Beto; mas nada impede dele aprender a ter essa postura, só que ela não chega de uma hora para outra, precisa de trabalho intenso.

Mas como eu disse, nada impede de nós torcermos por uma escapada poética para o Beto fazer uma transição relâmpago, marcada por algum evento drástico e ele acabe se impondo em uma situação igualitária de comando no Trisal, é improvável, mas é possível, não custa torcer Néh, é de graça e faz bem.

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Acredito que esse momento de catarse do Beto seja necessário pois seria tipo uma freada de arrumação na casa e a partir desse momento outros eventos ocorrerem para igualar as coisas e o trisal poder ser possivel

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Pronto, agora passou de 200 comentários !!!

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Oi Ida, tudo bem ?

Conseguiu falar com a Nanda sobre ajudar a dar continuidade a história dela ?

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Osorio, boa tarde. Eu só ajudo a Nanda ou o Mark, quando eles me pedem. Nos temos uma grande amizade, mas não uma “parceria literária”. Rsrsrs.

Se ela (ou ele) quiserem, é claro que eu ajudo.

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Vcs já ouviram a frase, CRIANÇA QDO ESTA MUITO QUIETA, É PORQUE ESTA REINANDO!, a S.I.N.A., está muito quieta.

Ela sabe de tudo, e está acompanhando tudo, assistindo tudo de longe, ou de perto!😈😈😈

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Comentei um pouco antes da SINA! Acho que ela vai ser a estrela do jogo (conto).

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Concordo, mas ela só vai aparecer para dar outro Plot Twist na estória.

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Teoria maluca:

A CIA sabia da SARA/Zico e que Beto estava no meio.

Bree se mantem com Helena para se aproximar de Beto e, consequentemente pegar Zico e SINA.

Helena realmente ama Beto, mas esconde dele todas as putarias maiores feitas com e sem a Bree.

SINA entra de novo no jogo e desmascara todo mundo, pois SINA é protetora do Beto.

Plot Twist para uma segunda temporada?

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maluca nada, nessa história tudo é possivel

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Na verdade não tem como terminar tudo docinho. Mark se esforçou muito nesse conto para terminar num trizalzinho sem pé nem cabeça!

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Perdão...Mark e Nanda também, pq os contos dela são elaboradíssimos!

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Alguns pontos levantados por ti poderiam ser a base para uma mudança radical de cenário, mas lembre-se que em tese, a SINA se tornou uma IA com vontade própria, que tem a capacidade de controlar toda a rede Digital Mundial, ela está inativa até julgar que algum evento que afetaria o destino da humanidade fosse identificado, pelo menos esse é o discurso dela, mas a SINA também mente Néh, então...

Mas acho que ela vai entrar novamente em cena com uma abordagem nesse sentido, gerando às condições para ser formado o improvável, disfuncional e inevitável Trisal.

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Como eu disse acima...Mark e Nanda capricharam d+ nesse conto. Ouso dizer que aqui tivemos a SId@ nos conduzindo também nas suas "enquetes". Enfim, acho q vamos nos divertir muito ainda com tudo isso.

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Olha só !!!! Virei SID@ !!! Rsrsrs

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Pessoa famosas tem que ter pseudônimo. #😂🤣😂🤐

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Como eu pirei num comentário anterior, os três seriam enviado para República Democrática do Congo, para evitar o contrabando de metais críticos, no outro comentário eu elaborei uma ilação hilária de como a Bree e a Helena se comportaram se fossem sozinhas, pode-se adaptar a presença do Beto, como Agente 86½.

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É que esse epílogo, não está focado na história, somente no acerto Beto e Helena.

A SINA já disse tudo que tinha que dizer por parte dela. O que ficou no ar foi o acerto entre o casal.

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Mas a SINA deixou claro que voltaria a intervir se o equilíbrio da Paz Mundial fosse ameaçado novamente, tá no texto. Isso pode ser usado como gancho, pois a SINA teve papel crucial na separação do casal, nada mais justo que tenha o mesmo papel na reconciliação, mesmo que num Trisal disfuncional, pois a SINA não é certa nos Bits dela não. Rsrsrs

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Lembrando que aqui em São Paulo é VOCÊ DECIDE, em Minas Gerais é CÊ RESORVE!

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Deve ter sido difícil a Bree ser tratada com desprezo por um homem, nunca ter recebido um não, isso mexe com a cabeça das pessoas, a rejeição.

Acredito que o Beto foi muito frio rejeitando as duas, mexeu muito com elas.

A Bree como uma mestre da sedução, uma atriz formidável, sendo rejeitada, agora ela apaixona de vez.

E os tapas que ela deu no Beto, não foi por causa da Helena, foi por causa da rejeição, do fora que ela levou do Beto! Kkkkkkkkkkk

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A Bree é a homossexual que está nas tags, ela não tá nem aí para o Beto, sexo com homem, ela só faz por obrigação, prazer somente com mulher, tá intrínseco no texto essa condição homoafetiva da Bree.

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Ops!!!

Bree é declaradamente homossexual???

Essa por mim passou batido!!!

Ela tem relacionamento homossexual com a Helena, mas preferencialmente e/ou tecnicamente ser homossexual???

Ela foi casada com o CEO da Imperium no Brasil e transou sentindo prazer com o Bronson Jr. e sabe-se mais com quem!!!???

Eu não percebi essa preferência Homossexual no personagem!!!

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Se você analisar, todas as interações com homens foram por obrigação, além disso, ela não foi capaz de dar a eles a mesma entrega sexual que a Helena deu, sexo com entrega total e amor, ela só teve com a Helena, além disso, o conto está chegando ao seu final, tem a TAG "homossexual", e a única personagem que mais se aproxima da homossexualidade é a Bree, pois ela age como um "verdadeiro" Macho Alfa.

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ela realmente se sente assim, por isso a rejeição descarada ao Beto que a Helena se recusa a ver. Na realidade a Helena passa pano pra tudo que a Bree faz, por isso apesar de ter votado no trisal eu não acredito nem mesmo no casal mais, pois a própria Helena diz que sose arrepende de não ter contado da Bree no inicio, de resto ela entende que houve danos ao Beto mas não se sente culpada e isso não encaixa na minha cabeça pois como posso querer p perdão de alguem se não reconheço que errei, não entendo isso.

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Rejeição é rejeição, não importa da onde venha, inclusive, ela já tentou seduzir o Beto, na primeira conversa entre os dois, mas o Beto já a tinha rejeitado!

E qdo a mulher se acha a caçadora, a gostosona, e o cara a rejeita, ferrou, a mulher vira o bicho, o cara pode ser até malacabado, mas mexe com o brio, o orgulho da mulher!

O Beto é Phóda! Kkkkkkkkkkk

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Ela quer mais que o Beto rejeite, pois ela quer a Helena só para ela, ela tá literalmente cagando e andando para o Beto, só forjou uma investida no Beto para enganar a Helena, demonstrar para ela que quem inviabilizou o Trisal foi o Beto e não ela, ela está manipulando a Helena, que por sua vez, manipula o Beto, e o Beto tá na dele resistindo enquanto consegue, mas a Helena joga pesadão, então ele vai cair nas mãos das Catraias Gostosas. Kkkkkk

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Concordo com todos!!

Mas agora acho q a SINA vai botar o fogo no parquinho!! Ela no começo disse que iria proteger o Beto.

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Olá Pessoal

Lendo os comentários lembrei de um treinamento que fiz há uns 15 anos atrás...

Tinha uma dinâmica em que o Instrutor dava uma folha para cada participante com o início de uma história (todas iguais).

A partir daí cada participante tinha um minuto para continuar a história e passar adiante as folhas...

Aguns liam e tentavam dar continuidade, outros escreviam o mesmo em todos os papéis... Outros deixavam o tempo passar e nada escreviam!!!

Imagina se fizéssemos esse exercício com essa história do Mark... kkk

Sairia cada coisa que até Deus duvida... kkkkkk

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Kkkkk seria sensacional, eu mesmo dentro da minha cabeça já fiz uns 5 finais diferentes kkkkkk

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Esse poder ambiguamente polivalente de interpretação que existe nesta estória, que eu chamo de Manto Casmurro, que ao meu entendimento, o Mark vai se esforçar em manter, cobrindo ainda parcialmente essa estória, deixando outros pontos a serem indagados, se ele conseguir, seria genial, a perpetuação do Manto Casmurro, mas com a elucidação cerne principal da estória, assim como todos já sabiam que Helena traiu, deixando outras indagações poderosas no ar , mas agora está sendo criada uma outra situação com a mesma capacidade de colocar uma inquietante dúvida razoável nas mentes dos leitores, assim como ele conseguiu com maestria até agora, estou esperando e desejando que ele consiga, até ele se sentir satisfeito em sua infinita e magnífica capacidade literária.

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Perfeito!!

Como já disse antes, Uma Puta Dama entra no rol de Jornada e Clair de Lune!

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Concordo, particularmente eu coloco o Jornada em um pedestal diferenciado nesse bem escolhido rol, o Jornada é inquietante em muitos sentidos, ou melhor, em todos os sentidos, o conto aborda todos os sentimentos humanos desde os mais nobres até os mais mundanos e até mesmo os mais nocivos, é uma saga que é um convite para uma eterna reflexão da "VIDA" e como ela pode ou deve ser vivida, de acordo com o entendimento de cada um.

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Sabe eu não sei se sou muito dramático rsrsrsr, mas não consigo ver essa coisa do trisal ou de qualquer outro relacionamento neste conto se não houver um momento de catarse onde o Beto realmente confronte fortemente a Helena levando ela a chorar copiosamente mesmo que na frente da Bree e exponha toda a sua dor diante disso tudo, um momento bem forte e dramático onde finalmente a Helena enchergue os seus erros e os admita de verdade e que esse momento também doa bastante na Bree, pois entendo que até agora as coisas foram conduzidas de forma homeopáticas e as duas passam a sensação de que não fizeram nada de mais.

Acredito que a partir de um momento assim as coisas possam tomar outro rumo.

Será que essa sensação é só minha?

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Não consigo imaginar o que vai rolar, Mark deixou esse 1/2 prontinho para seguir por qq caminho no 2/2.

Ansioso mesmo pq Mark disse que seria o Epílogo/Prólogo né!

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Sim concordo, já que estaria pré definido o Trisal, um fato extremamente dramático poderia assegurar esse momento catártico entre o Beto e a Helena, mas um Trisal tem três elementos como a obviedade do nome aponta, sendo assim, teria que colocar a Bree nessa equação, entretanto nem com uma bomba H sendo detonada na Sede da CIA eu vejo como um evento drástico o suficiente para haver a mesma catarse entre o Beto e a Bree, então eu prevejo um Trisal disfuncional.

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Beleza, pensei que essa sensação era só minha e se fosse é porque o conto já teria me deixado louco rsrsrrs

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Na verdade pra mim o que falta na história é Helena abrir o jogo e deixar de mentir... de omitir o que realmente aconteceu!!!

Admitir que traiu e fez coisas horríveis seria um bom começo!!!

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Para mim também, saber da verdade dos fatos, das motivações, dos "fetiches" escondidos, enfim...

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Exemplo, Helena no epísódio 1 pede para Beto a tratar como uma puta de rua, que Bronson iria tratá-la assim. O que estava escondido ali na Helena?!

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Possivelmente ela já tinha dado para o Bronson!!!

Ou... que sabe tinha "realmente" dado para os empresários do "supostos vídeos fakes"!!!

Tem muita mentira por parte dela!!!

Tenho praticamente certeza que não vai ser nos mostrado "tudo" em um capítulo!!! kkkk

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Pode ser e vai q a SINA aparece e mostra tudo. Não podemos esquecer que Brianna e a CIA entraram em guerra com ela. Aí a casa da Helena cai!

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Meu amigo Zanon, admitir ela já admitiu, não contou todos os detalhes e nunca irá contar, todo traidor contumaz é assim, ele omite até dele mesmo as piores atitudes, para mim o principal problema da Helena, seria que ela não se mostra arrependida, ao contrário, ela quer que o Beto se adeque às traições dela por amor, até agora ela não mostrou arrependimento pelo que fez o Beto passar, somente disse que entende o sofrimento dele.

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Pode ter admitido, mas o que fez com Bree ela não considera traição e por isso força a barra para ele aceitar... Isso que estou enfatizando quando digo que ela não admite ter traído

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Ela não admite com a Bree, mas com os Bronsons o fiofó dela admite por ela kkkkkkkkk

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admite por ser impossível negar

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Mas não disse ao Beto coisas que a SINA mostrou com ela se esladando com dois machos e fazendo DP

Só por isso não pode continuar negando!!!

Tenho que me render e concordar com outros leitores que disseram já aqui que Helena é Puta, Bem Puta e e que de Dama tem muito pouco... kkkkkk

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A SINA quando era SARA sempre se referia a Helena como safada! Zico ja via os videos de Helena quando ela estava em Viena, sexo de verdade, com homens, em VIENA!! Quem fez esses videos??? Eram verdadeiros???

E tem tambem um jantar que Beto flagra Helena entrando no Clube, a primeira vez, com Bronsos e possivelmente o filho. Beto manda uma mensagem pra ela e ela responde no outro dia, dizendo que o jantar se extendeu mais do que gostaria. Muitos mistérios ainda a serem revelados!

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Caro Ramses

Assim teremos que ter o Epílogo do Epílogo ou uma série completa de 20 capítulos para desvendar / ficar sabendo de todas "as aprontações da Helena"!!! kkkkk

Mas você tem razão... tem muitos vídeos, de muitas farras / orgias feitas por Helena com possível participação de Bree...

Outra coisa... quem era a mulher que estava desacordada no quarto de Hotel em Viana quando Beto invadiu o quarto? Que teoricamente estava com "o cu arrombado" segundo dá pra entender na história!!!

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Helena na mensagem para Beto diz que passou mal, comeu algo que não fez bem e até vomitou. Bronson pede na recepção uma sopa para sua "mulher" que não estava passando bem e um analgésico para ela!!

Óbvio agora que era a Helena!

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Vamos ver se Dr. Mark nos revela isso já agora no Epílogo ou vai deixar para a 2ª temporada!!! kkkkk

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Cara, você não está procurando satisfação na dor da Helena ?

Isso é necessário pra que ?

Pior do que admitir tudo o que ela fez, deve ter sido viver esse tempo todo pensando que o Beto morreu e ela não teve a oportunidade de se explicar.

Ela já tá mais do que ciente da dor que tem e da dor que causou.

Ela apenas está tentando acertar as coisas com algume que até alguns dias trás, ela achava que estava morto.

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Tentando justificar o injustificável que é a formação de um Trisal Sadio.

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engraçado Osorio não consigo sentir emoção por parte da Helena e não creio que o Mark não tenha capacidade de transmitir isso, fico com a sensação de que ela sabe que ele sofreu mas não se sente culpada e portanto não precisa pedir perdão sabe, isso fica estranho pra mim

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Concordo com você Kiquinho

A personagem de Helena não considera traição o que viveu com Bree antes da viagem para Viena por ter sido com uma mulher!!!

E com Bronso's e sabe-se mais com quem... Ela estava em missão "para poder salvar a sogra"... Mesmo que tenha "se esbaldado" nas Orgias...

Ou seja para a Helena ela é uma vítima e não tem culpa nenhuma!!!

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Bom dia Zanon!

No finzinho do Ep 17 ela diz isso, que não teve culpa, foi induzida pela SINA.

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Sim... É quando ela destroi o notebook...

"Ela não tem culpa de nada" kkkkk

Olha que já torci muito pelo personagem de Helena!!!

Tanto que defendi "várias vezes" que o "Puta" Dama, seria no sentido de "Grande" Dama... Mas do capítulo 16 em diante tudo o que ela fez... foi contrário ao que eu pensava!!!

Ela na verdade é uma Grande Puta... kkkkkk Que se descobriu Pute e jogou tudo pro alto!!!

Por isso que se dá bem com Briana, por essa separar sexo de afeto!!! Enquanto que Beto não faz isso!!!

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Ok! mas ela precisa reconhecer que o marido sofreu muito com as ações dela e que de agora em diante se realmente deseja se reconciliar com ele, será necessário muito esforço, muito trabalho e muitas ações por parte dela que demonstrem esse desejo.

Ela precisa entender que a confiança e a cumplicidade que tinham foram destruidas pelas ações dela e trabalhar arduamente para construir uma nova união e que isso vai levar tempo e será bem sofrido, a pessoa que trai precisa ter em mente algumas coisas como.

1 transparência total pois durante a reconstrução isso é o combustível para acalmar a hipervigilancia do cérebro de quem foi traido.

2 Acolher de forma incondicional quando o traído por algum gatilho se irritar e jogar na cara dela, pois quem causa o trauma perde o direito de reclamar dos sintomas.

3 Ao traidor cabe o ônus de se tornar o gerente da reconstrução do relacionamento mostrando ao parceiro dia após dia que o ambiente é seguro.

Reconstruir uma relação exige que se suporte e encare com maturidade o peso das sua proprias escolhas.

Agora será que ela entende isso e está com vontade de encarar esse desafio?

E será que a Bree vai concordar e aceitar isso?

Na realidade penso como muitos aqui que acreditam que existe muito conteúdo para ser desenvolvido neste conto e que uma segunda temporada seria sensacional, mas dependemos do nosso querido Mark

A Id@ podia fazer uma enquete de quem quer uma segunda temporada né rsrsrsrsrs

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Ok. Challenge Accepted !!!

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Apoio a enquete!!!

Apoio também um abaixo assinado para a Continuação de Clair de la Lune, Marmita e Coração Perdido do Mark e Paixão e Sangue da Nanda...

Quanto ao comportamento de Helena, eu concordo contigo, meu comentário parte do princípio que para o personagem "Helena" ela não traiu Beto com Briana e só fez o que fez por ter sido induzida pela SINA e obrigada pela CIA...

Helena tinha tudo para ser "a personagem" e não se comporta assim!!!

Mas como empre digo... se as personagens que lemos, torcemos... fosem fazer exatamente o que nós leitores queremos não teríamos histórias tão boas como está...

Talvez até por isso Mark está tendo / teve dificuldade de incluir o final vencedor no DataId@!!!

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Eu fico triste por essa personagem Helena que no inicio do conto era uma mulher de valor e com seus valores pessoais bem definidos, além de uma big executiva internacional capaz de liderar equipes em projetos de extrema complexidade e agora o final do conto se tornou uma cachorrinha da Bree, sem força, sem moral, sem respeito, sem dignidade e sem identidade vivendo a sombra de sua dona. triste isso.

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Quem sabe Dr. Mrk ameniza e dá um destino mais digno a personagem...

Eu concordo com vc... Mas!!!

Mas não podemos esquecer que essa mulher com valores pessoais bem definidos, Big Executiva Internacional, era a partir da Visão de Beto!!!

Será que essa mulher idealizada pelo Marido trairia durante o expediente??? Faria Tatuagem em homenagem a amante??? Flertaria com Bronson??? Esconderia do Marido sobre o tratamento da Sogra??? Contaria para os sogros sobre a existência de uma amante e que iria se prostituir?

Então... essa Helena do início da história pode só ter existido na cabeça do marido apaixonado!!!

Ela "pode" nunca ter existido!!!

Até o capítulo 17, sempre que "contou" a história foi Beto!!!

E ele por estar apaixonado por Helena sempre a idealizou... só começou a cair a ficha dele a partir do capítulo 16.

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Ótima análise Zanon.

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Obrigado Sensatez

No Epílogo quem narra a história é Helena...

No entanto ela sempre tem uma atitude de se defender / de justificar / de se eximir de culpa.

Muito pouco nos acrescentou...

Continuamos sem saber que mulher é essa???

Quais são os valores dessa personagem???

Vamos precisar de uma contiuação com no mínimo 20 capítulos!!! kkkkk

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Até eu que adoro analisar as atitudes e comportamentos dos personagens, estava focado em o que e quando fez a Helena se transformar, sempre fiquei na idéia dela ter um amor idealizado pelo Beto, mas se o Beto tem um amor idealizado pela Helena também, e esse comportamento da Helena no início do conto, for uma projeção desse amor idealizado e ao contrário, na realidade ela sempre foi um Puta Dama no pior sentido literal da expressão. Explicaria muita coisa.

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os contos do Mark vai queimar as mossas mufas kkkkkkk

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Mas a gente prefere mufa queimada, do que com teia de aranha 🕸️🕷️, Néh NãO.

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Pois é!!!

Eu também tinha para Helena como parâmetro o título da Obra "Puta Dama = Grande Dama"

E mergulhei no retrato que Beto fez dela nos primeiros capítulos!!!

Mas com o passar do tempo comecei a notar que Mark construiu uma personagem que não é a descrição do marido apaixonado e somente isso justifica todas as sacanagens que ela aprontou e continua "querendo" aprontar o tornando em uma pessoa que ele não é (corno manso)...

Ela oferece a ele a possibilidade de ter dua mulheres lindas e tesudas e em troca "mascara" sua putice e vontade de se entregar em grandes orgias!!!

Mas vamos ver o que Mark nos reserva!!!

Tomara que eu queime a língua!!! (ou a ponta dos dedos, como acharem melhor!!! kkkkkk)

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Mas veja bem que interessante Kiquinho, na mesma proporção que Helena começou com tudo e murchou, Beto começou murcho e cresceu demais nessa reta final.

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Sim, concordo e talvez isso seja realmente necessário para uma volta do casal ou do improvável trisal

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Claire de Lune é muito melhor que esse conto aqui man...

Da pra comparar não pow

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Top 3...Clair de Lune é o 2 (sensacional) queria a continuação principalmente pq parou na armação de Rubens pra cima dela.

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Sim, até concordo, é um conto muito mais elaborado e a construção dos personagens foi lenta e detalhada, mas neste conto, mexeu com as PASSIONALIDADES dos leitores, fazendo o fórum tomar vida própria, o Mark que é um cara brilhante pescou isso, esse é o diferencial desse conto, além da personagem Helena ser incrível, tem uma ambiguidade única, se me permite esse relativo paradoxo.

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Esse conto da Jordana é de quem ?

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Jordana não, é o Jornada de um Casal Liberal, se saiu Jordana em algum lugar foi o bendito corretor rsrs

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Esse conto está merecendo se transformar em um livro, essa é minha opinião para o autor. Daria um belíssimo livro obedecendo a mesma temática com os nesmos personagem porém com um Beto menos ingênuo. Essa é minha solicitação ao autor.

Vamos amadurecer essa ideia?

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Galera.

Vocês são bem confusos né? Escolhem dar um final feliz para os personagens por meio do trisal, mas não deixam de atacar a Helena.

Não faz sentido a escolha de vocês com o comentário de vocês.

A Helena já revelou tudo o que sentia e sente pela Bri e pelo Beto, o que tá no texto é a verdade mostrada pelo autor. Sobre os vídeos ela está assistindo e descobrindo as coisas junto com o Beto.

Se ela sentiu prazer em fazer sexo com o Bronson e o filho dele ? Pode ter acontecido, sentir prazer no sexo é uma coisa, amar e se apaixonar pela pessoa é outra totalmente diferente.

A Helena sabe que errou e tá assumindo a culpa e do jeito dela tentando concertar as coisas.

Não faz sentido a maioria ter votado para a formação do trisal e agora ficar chamado ela de puta manipuladora e mentirosa.

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nos meus comentários eu sempre digo que ela foi e está sendo manipulada pela Bree até agora, que por causa disso hoje o que vejo é uma pessoa que perdeu sua identidade pois no início do conto ela era uma executiva poderosa e dona de se, comandando pessoas e hoje ela vive a sombra da Bree como se fosse uma cachorrinha e isso é muito triste na minha visão. ou seja eu vejo a Bree mandando e ela obedecendo mesmo ela estando perante o Beto assumindo os seus erros.

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Bom dia, só que ela é manipuladora, ela mente, inclusive praticamente obrigando o marido traído a assistir os filmes de suas traições, é o ponto final das tentativas de manipulação, quanto a ser Puta, não gosto de usar esse termo, mas é inevitável, pois inclusive, o termo faz parte do título do conto, então...

Ps. Votei para ele perdoar a Helena, mas seguir em caminhos diferentes, com uma amizade distante.

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Ainda bem que ela está forçando ele a assistir os vídeos pq aí assistimos tbm!!

😉😉

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Sim, para o desenrolar da trama e consequentemente os leitores é ótimo, isso é inquestionável, mas a esposa fazer o marido assistir transas com outro homem, não deixa de ser a forma mais agressiva de manipulação para o marido virar um Corno Manso, pois se o marido se excitar vendo a transa, vem a cartada final "Viu amor, é só sexo, você tá até excitado com esse pau duraço bem aqui, mas não se esqueça que é só sexo, eu sempre te amei, te amo e amarei para sempre, o resto é só sexo". Não consigo ver outro motivo para ela fazer questão de ver os vídeos juntos com o Beto, como esses vídeos vão ajudar a reconstruir as coisas entre o casal, a não ser para se tornarem Liberais, que é um estilo de vida que o Beto nunca teve vontade de seguir, ainda seria uma maneira equivocada e desesperada de convencimento para entrarem nesse estilo de vida.

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Sua colocação tem toda lógica do mundo pois ela sabe o quanto ele já sofreu esse tempo todo por tudo que ela fez ele passarne agora ela vem forçar que ele veja, realmente não dá para entender. Ao invés de querer aliviar o coração dele, dar carinho e demonstrar cuidado ela pega a faca que ela mesma cravou e gira a faca. na vida real isso seria de uma crueldade monstruosa

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Ela não quer forçar ele a ver por puro sadismo.

Ela só quer que ele não tenha dúvidas do que ela fez.

É diferente...

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Com certerza...

Não sei a opinião dos outros leitores... mas um pouco de sexo picante também vai bem na história... kkkkkk

A descrição da Suruba!!! pra mim é um momento esperado!!!

Bem como aparecer outros vídeos que Helena omite até agora do Beto!!!

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Esse conto ta muito passional, impressionante. E para mim tbm é um momento esperado!

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Passional em que sentido ?

O Marido passou o conto todo sendo impedido de encontrar a esposa e quando finalmente se encontram, é dito pra ele que ela morre.

E depois quando ele descobre que ela está viva, ele dispensa ela e diz que pra ele não rola.

O que tem de passional nisso ?

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Passional no nosso interesse nesse conto, nas nossas interações.

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Positivo passional envolve todos os sentimentos extremos do ser humano, não só o romance apaixonante, mas também raiva, inveja, irracionalidade, ciúmes, curiosidade extrema, etc. Tudo isso denota PASSIONALIDADE.

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Entendi, nesse caso, foi justamente isso que transformou o conto.

Sendo que a galera está ficando mais exigente nas histórias

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Aumenta o nível das estórias publicadas, aumenta a expectativa de uma boa estória de putaria, eu gosto que tenha um trama coerente ornada com muito sexo em todas as suas formas, umas me agradam mais outras menos ou nada, mas sexo continua sendo o carro chefe, pois é mola propulsora até na vida real.

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Concordo com você Sensatez que o sexo aqui no CDC continua sendo carro chefe!!!

Por isso descrevo o relato das cenas tórridas de sexo por quais Helena passou, sem cortes e sem filtro!!!

Se isso pode ou não ser considerado como humilhação ao Beto!!! Cada um interprete como quiser!!!

Acho que está faltando isso pra por fogo no parquinho como gostam de se referir Id@ e Nanda!!! kkkkkk

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Mark e Nanda sabem como ninguem detalhar cenas bem elaboras de sexo em seus contos, mas nesse tiraram o pé legal. Tenho certeza que todos sentiram falta desse tempero nesse conto.

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Só acho que a Helena podia relatar as cenas sim, mas não precisaria fazer questão que seja ao lado do Beto, o que mais me incomoda são as intenções dela, essa manipulação para transformar o Beto em Corno Manso que me deixa chateado, se o Beto já tivesse demostrado esse tipo de fetiche, tudo bem, mas ele nunca demonstrou sentir tesão em ser Corno Manso, então para que mostrar as transas adúlteras para o Beto, ainda dando um jeito para que eles fiquem a sós, que ela visse as putarias com a Bree, que não se importa em dividir a Helena com outros, forçar a barra para o Beto ver, chega a ser cruel.

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A Helena é muito Hipócrita, em tudo, nós seus sentimentos, nas ações, enfim, em tudo!

Ela não sabe o que quer, e nem sabe o que fez, tá querendo entender ainda!🤦🏻

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Eu estou aguardando o grito de comando do Beto, ele tem que mostrar quem manda, quem é o homem, O MACHO ALFA e colocar a Bree em seu lugar, acabar com essa frescura de selinho de Helena na Bree e ser o cara FORTE da relação. Ja ficou demonstrado em capítulos anteriores que Helena gosta de MACHO ALFA dominante. Ele tem que proibir que a partir de agora a Helena só irá falar com a Bree se ele permitir. ELE TEM QUE DAR UMA DE MACHO, MACHO ALFA DOMINANTE.

É ISSO AÍ

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Kkkkkkkkkkkkkkkk Queria ter essa empolgação com o Beto kkkkkk mas não consigo não kkkkkkk toda vez que ele bancou um Alfa, eu me acabei de rir com os resultados kkkkkkkkk Tentar ele até tenta, mas sempre se dá mal, kkkkkkkkkk

Por isso que todos querem o melhor para ele, o cara é gente boa, mas não é Alfa, ele é um cara comum, por isso que eu acho que o melhor para ele é longe dessa bosta toda, CIA, Rutherford, Bree, SINA, Helena, deixar essa porra toda para trás e ser feliz longe dessa trama sórdida.

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Essa seria uma grande possibilidade pra ele rsrsrs

Sensa eu queria chamar atenção parabum detalhe. A decadência dessa personagem Helena que no inicio da historia era uma poderosa e conceituada executiva internacional e hoje é manipulada e vive a sombra da Bree, sem identidade e sem dignidade, que decadência.

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Sempre chamei a atenção para isso, eu era um dos poucos que defendia ela, nos primeiros capítulos, acreditava pelo menos no caráter dela, mas depois que ela praticamente confirmou que havia enviado a mensagem cruel ao Beto, quando ele finalmente a confrontou no clube, vi o tipo de personalidade que essa personagem tem, a partir daí eu ainda relutei em marretar, mas agora, ela não larga o osso, ela tá expondo o Beto ao ridículo, querendo enfiar a Bree garganta abaixo do Beto, querendo que ele assista filmagens das traições, justamente para ver se ele se excita, para transforma-lo num corno sabido e manso, bicho não sou contra a nada que seja legítimo, mas o que a Helena ainda está fazendo com o Beto é ilegítimo, é uma manipulação sórdida para ele aceitar as traições e virar um Corninho Mansinho, coisa que o Beto não tem a menor vocação, não consigo entender como quem gosta do Beto, ainda queira que ele fique com a Helena.

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Eu também mudei minha posição em relação a ela e não votaria hoje no trisal. o problema é que ela está obcecada pela Bree e não consegue ver o que realmente ocorreu e ainda está ocorrendo que é uma manipulação gigantesca da Bree em todos os acontecimentos e o quanto ela se perdeu e se apequenou como pessoa além de todo o mal provocado ao Beto que precisa de livrar disso tudo e ir tocar sua vida.

Eu somente voltaria acreditar na volta do casal se a Helena realmente enchergasse isso tudo e rompesse com a Bree, dessa forma depois de muito tempo, de muita luta e também de muito sofrimento acredito que ela poderia sim conseguir o perdão do Beto, mas sabemos que isso não vai ocorrer, ela infelizmente virou a cadelinha da Bree.

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Positivo, se o Beto entrar nesse vespeiro do jeito que está e não acredito em mudança, só tem lugar como o Beto Beta Corno Manso.

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Vocês não tem mesmo fé em Roberto, não é? kkk Eu ainda acredito nele, afinal, um homem que desfia a CIA para saber do paradeiro da esposa, força tem. E, na minha visão, Roberto já deu a tônica do provável relacionamento a 3 quando não foi para o quarto com as duas, claramente indicando, para perplexidade principalmente de Brianna, que se ele decidir por se aventurar nesse arranjo, será porque ele quer e não porque elas o cooptação. Isso já muda toda a dinâmica do trisal, Roberto estará em pé de igualdade ao demonstrar que o que o guia são suas escolhas. Isso é poderoso, pois não há mais almas e belas (usando uma expressão que eu nem gosta na verdade). O que haverá são 3 pessoas que terão que aprender a conviverem juntas e ir ajustando suas ações e expectativas.

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E Vozes está talvez seja a única solução técnica para se montar esse trisal, o Beto dar um chega pra lá na Bree e falar que agora é do jeito dele. seria show

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CONCORDO com sua colocação, eu também acredito num Beto mais maduro, experiente e sem medo. Medo ele ja demonstrou que não tem. Chegou o momento do autor colocar nosso personagem (BETO) como um sujeito duro e dominante. Ele tem que mostrar que quem manda é ele e os acontecimentos só irão progredir se ele gostar, se não gostar não acontecerá, tudo tem que acontecer conforme sua visão, botar a Bree para escanteio e determinar como será o comportamento da Helena daqui prá frente.

Eu penso assim, estou apostando no BETO

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Bom se isso acontecer, será um paradoxo de toda a construção da personalidade do personagem ao longo da estória, para uma mudança tão radical de personalidade, requer tempo e uma trabalho psicológico intenso, pois essa lá qualidades de dominância, podem ser aprendidas com condicionamento e tempo,pois costumam ser inatas, mas não custa torcer por uma virada com liberdade poética, mas minha torcida seria para ele continuar sendo quem ele é, um cara bacana, longe dessas catraias.

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É isso, agora nos resta esperar para ver o que o Mark que é o pai da criança vai nos mostrar para tornar a nossa escolha do trisal viável, porque até agora está difícil.

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Não acredito que o Beto continue sendo um banana como aconteceu no início ele até apanhou da Bree sendo que nos últimos capítulos ele foi ficando mais esperto e experiente. Ele apanhou, foi torturado e isso amadureceu o sujeito que não ia passar o tempo todo apanhando, alguem lembra que quando a Helena foi visitá-lo em sua casa ele estava armado o que a deixou espantada pois ele sempre foi o anti violência, mas o cara muda e ele mudou, armou-se o que antes era impossível acontecer. Por isso eu torço para um BETO alfa dominante, o que não é difícil para o autor transformar personagem principal (BETO) em uma pessoa com atitude de homem, mesmo porque o índole de corno manso ele nunca teve.

CONCORDAM?

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Ele não ter a índole de Corno Manso eu concordo, mas ele tá longe ser Macho Alfa, uma arma na mão dele é temeridade, a Bree esculachou ele dando um tapão estalado na cara dele, ele permaneceu impávido, não deveria revidar, mas ao menos não precisava oferecer a outra face, no qual a Bree iria deixar a marca com cinco dedos se não fosse a intervenção do Rutherford, naquele momento ele agiu certo, mas longe de ser um Macho Alfa, digo e repito ele é somente um cara comum, muito bacana, com erros e acertos, longe de ser Beta, mas impossível de ser Alfa, ele é o espelho da maioria dos homens.

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Não concordo totalmente com seu parecer, acredito que iremos ter grandes surprezas.

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Concordo em você discordar,as o que relatei está literalmente no texto e neste capítulo, um Macho Alfa não leva dois tapões na cara, seja de quem for, ele exala respeito, somente com uma postura de prontidão e um olhar vazio, já cria uma dúvida razoável a quem pretende agredi-lo de qualquer forma que seja. Exatamente como age a Bree.

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Eu ainda torço para que a verdade!!! O que realmente aconteeceu venha a tona!!!

Beto ao assistir os possíveis "videos fakes" de Helena com empresários... Colocou em dúvidas se os mesmos eram realmente "Fakes"

Helena se relacionou somente com os Bronso's mesmo????

Tudo indica que não!!!

E segundo a SINA ela "fez com MUITO prazer"

Chegaremos a esses vídeos?????

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Apenas uma observação que eu e outros leitores cometemos, a notícia que chegou para a Helena foi de que não só o Beto havia morrido, mas tb os pais dele.

Mesmo assim, ficou muito estranho a Helena não ficar sabendo que estavam vivos. Existem muitas redes sociais ligadas aos supostos "falecidos". Não é possível que ela não tivesse a curiosidade de entrar para verificar algum parente ou amigo...

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Ela ainda estava em modo "proteção a testemunha" no qual qualquer contato com a vida anterior, inclusive digital, é completamente e totalmente proíbido.

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Sensa, ela ficou no modo proteção por um tempo. Depois caiu no mundo com a Bree. Tanto que se encontraram no Japão. E nem aí ela tentou saber algo ou só acreditou no que queria acreditar

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Isso é verdade, ela quis acreditar, ela estava de fato em proteção a testemunha por um tempo, por isso que eu falei MODO de proteção a testemunha entre aspas, isso só mostra que o domínio da Bree sobre a Helena é grande, pernicioso e permissivo, fazendo com que seja totalmente aceito por parte da Helena.

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Na realidade a Breebfiltra todas as informações que chegam na Helena deixando ela ter acesso somente as que convém a ela por isso eu não duvido quenfoi ela que armou isso da morte deles, tanto do Beto e seus pais quanto dela e da Helena, isso seria muito cômodo e fácil pra ela com os contatos que tem.

Na realidade ela mantém a Helena praticamente como refém dela, sem perspectiva de gerir a sua própria vida.

Pensa bem. o Beto passou por todo um verdadeiro inferno, pois como uma pessoa normal ele deve ter passado noites sem dormir, sem conseguir trabalhar direito, confuso, irritado, triste por chegar em casa olhar para os pertences pessoais da mulher amada e não saber o que fazer, não saber onde ela está, se está bem, se está viva, ele passou por um verdadeiro inferno mas dentro do possível está vivo, com algum dinheiro, com sua identidade e sua dignidades intactas.

A Bree continua fazendo e sendo quem sempre foi, uma espiã vivendo livre pelo mundo cumprindo suas missões e agora acompanhada pela mulher por qual está apaixonada.

E a Helena está como? A Helena era uma CEO poderosa e reconhecida internacionalmente dona do seu nariz e agora ela é refém de todas as vontades da Bree, ela perdeu sua identidade e sua dignidade.

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Concordo com suas colocações Kiquinho...

Mas temos que ter o cuidado de não transformarmos a Helena em uma vítima indefesa...

Quem traiu foi Helena!!!

Quem tinha que ser fiel e cúmplice ao marido era Helena!!!

Quem não levou em conta o companheirismo e o amor de Beto foi Helena!!!

Quem não assumiu a traição por ser com outra mulher foi Helena!!!

Então Bree pode ser tudo isso que estamos falando aqui!!! Mas Helena não é vítima!!!

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Concordo plenamente e ratifico sua colocação falando o seguinte, a Bree estava a trabalho e a Helena fez por escolha.

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Sim, só que a Helena tá curtindo loucamente essa loucura e dominância. Por exemplo, a Bree não teve influência para que a Helena se entregasse de maneira Despudorada aos Bronsons, ficou claro nas palavras da Helena que foi decisão dela, nem todas as decisões da Helena foram por obra da Bree, a Helena que se colocou nessa situação, ela não é uma mulher inocente que dói uma pobre vítima de uma super vilã, como eu já falei, daqui a pouco vou ficar com peninha da Helena kkkkkkkkkkk

Como eu disse o Beto tem que viver um novo e verdadeiro com a Annie ou outra mulher qualquer, a Helena tem que deixar o cavalinho dele andar, romantismo tem limite, unicamente dizer que ama, sem ações efetivas, não é suficiente para sustentar uma relação duradoura.

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Repito que concordo plenamente pois a Bree fez o que fez a trabalho e a Helena por escolhas

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mas tenho uma observação, esse conto está tão bom mas tão bom que merecia realmente uma segunda temporada onde o Mark com toda sua capacidade poderia desenvolver todos esse pontos e penso que em apenas mais um capítulo seja insuficiente, a não ser que esse capítulo tenha umas 100.000 palavras kkkkkkkk

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Os fins não justificam os meios!

O que ela fez, pra mim, não tem justificativa em relação ao Beto!

O mais pesado, é ela dizer desde sempre de trazer o Beto para a relação das duas, e não ao contrário, sendo que o Beto é, ou era, o marido dela, o que deveria ser o primeiro, e a Helena propor trazer a Bree pra relação dos dois, e não ao contrário.

Daí dá pra ver quem a pessoa mais importante para ela, mesmo ela dizendo que largaria a Bree para ter de volta o Beto!

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Vou me ater ao episódio mas que entra no seu comentário:

Beto ligou o botão do foda-se, ele não quer e não se sente a vontade de estar ali com elas, mostra que perdeu completamente a ligação que tinha com Helena.

Helena mais perdida que cego em tiroteio, quando ela pede os vídeos para ver ela mesmo diz que precisa entender tudo o que aconteceu. Ela vai e volta entre Bree e Beto.

E Brianna claramente não quer Beto perto, a animosidade chega ao extremo da agressão fisica.

É óbvio que não existe nenhuma possibilidade de se (Re)construir nada ali, pois tudo foi perdido.

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Por incrível que pareça eu acredito que possa hexistir futuro ainda para o casal pois vejo que no fundo o sentimento maior está la guardado, adormecido e precisando ser trabalhado novamente, mas é preciso entender algumas coisas.

O amor precisa de ação e o arrependimento de prova, como assim?

1 Bree, dentro que sabemos ela foi instrumento de destruição do casal e de todo o mal causado ao Beto, mas ela não demonstra nenhuma empatia por ele e nem um sinal de arrependimento muito pelo contrario, ela por ciúmes, por saber que sua amada ainda tem amor pelo marido ela o agride o tempo todo, verbal ou fisicamente e com relação a Helena ela vai continuar colocando as missões sempre a frente mesmo que tenha que arrastar ela para o perigo novamente, basta ver agora essa missão de desmontar a IA elq simplesmente ordenou e a Helena vai junto, ela não está preocupada se ela quer ir ou não.

Ela quer ser amada e se sentir pertencente a alguém, coisa que nunca teve na vida mas não quer lagar a carreira e são coisas totalmente incompatíveis

2 Helena realmente neste momento esta perdida entre dois mundos, esse excitante da espionagem no qual ela é apenas uma marionete nas mãos da Bree mas não consegue ver isso. Ela chega a falar que se não fosse a Bree ela não teria conseguido fazer o que fez, mas se esquece que foi a Bree que colocou ela nisso, e o da tranquilidade com o único Homem que ela amou de verdade e que se pudesse daria a vida dele para tirar ela disso tudo e só não estava ao lado dela apoiando ela no lugar da Bree porque foi impedido de todas as formas.

mas na realidade as duas precisam entender que fizeram um mal gigantesco ao Beto e que precisam provar para ele que realmente estão arrependidas e para isso não bastam palavras e muito menos violência como a Bree tem feito, precisa de gesto, de ação que monstrem ao Beto que ele é importante, que ele significa muito para as duas, sim a Bree se realmente tem amor pela Helena precisa mostrar isso com ações que tragam o Beto para junto delas, pois ele ainda está sofrendo com tudo isso, vai ter momento onde ele vai estar tranquilo mas também vão haver momentos onde a mente dele vai lembrar das coisas que ocorreram e ele vai ficar zangado e triste e elas precisam entender isso e acolher ele com muito carinho.

Inclusive acho ele muito contido, e que deveria ter um momento onde ele explodisse com as duas e jogasse todas as verdades na cara delas sem freio nenhum na língua, sua palavras fossem realmente muito duras e expusessem toda sua frustração e toda a sua dor, na verdade acredito que sem esse momento de fúria dele elas nunca irão olhar para ele de verdade com carinho e com arrependimento e assim não vejo como ter qualquer tipo de continuidade em um relacionamento seja trisal ou não

Mas a Bree pelo que foi mostrado ate aqui quer ele bem longe.

A partir desse instante a Helena terá de se posicionar e então veremos o que vai acontecer.

O Beto na realidade ainda está na fase de tentar entender tudo o que ocorreu na vida dele para poder tomar uma decisão definitiva pois ele não é um sujeito de tomar decisões precipitadas.

Eu acredito que mesmo estando no epílogo com a qualidade que o Mark tem esse conto merecia e permite uma abordagem mais profunda no quesito do perdão que penso ser algo pouco trabalhado aqui neste espaço pois vejo muita traição, muita maldade, vejo o sexo que é algo maravilhoso sendo utilizado de forma errada, portanto trabalhar o perdão entre eles em uma segunda temporada seria interessante na minha visão e poderíamos ter senas de sexo fantásticas nisso, mostrando que o amor no final pode vencer, mas isso é apenas a minha visão.

Gostaria de ter a capacidade do Mark para escrever sobre isso.

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Concordo com tudo Kiquinho!

Quero muito ver a parte 2 para formar uma opinião melhor esse conto teria muita lenha ainda para queimar.

Estamos esqueçendo da SINA hein!!! O que vai rolar com ela?!?

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Lá no início ela manda um recado dizendo que ama ele mais que a própria vida. Qual gesto dela mostrou isso ao longo da saga?

se realmente ela quer voltar com ele ela precisa mostrar que quer nem que tenha que passar por cima da Bree

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Pois é Kiquinho... Tem coisas que continuam com fios soltos!!!

O próprio Makk quando decidiu fazer o Epílogo deixou claro, se lembro bem, que "todos" assuntos pendentes seriam abordados, mas não prometia que todos os fios soltos "seriam atados!!!

Uma coisa que fica batendo!!!

Para Helena o que ela teve por mais de anos com a Briana não foi traição???!!!

Porque como vc citou "na mensagem" que ela envia ela diz que "possivelmente" VAI SER OBRIGADA A TRAIR, mas a traição MAIOR ela já tinha cometido!!!

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É simples, a Helena mente, eu não acredito em uma palavra sequer que ela diz, ela já perdeu a credibilidade e confiança a muito tempo, não se pode sequer relativar o que ela diz, ela MENTE.

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Que ela mente é certeza!!!

Minha colocação é que faz parte de seu psique!!! NÃO considerar como traição o que teve com Briana!!!

Traição para ela, só se for com outro homem???

Apesar que por ela MENTIR descaradamente, qual a garantia de que ela não tenha tido outras traições, antes dos Bronson's!!!!????

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Zanon, em um dos videos que ela estava vendo quando Beto saiu para ir buscar um café ele enxergou que sim, era uma traição!

"Beto não estava errado, era um namoro. Mais do que isso, era um relacionamento clandestino, uma traição como ele se referia."

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Sim... Mas ela não admitiu ao Beto até agora que "Foi traição"""

Se admitisse já seria um passo para dar certo qualquer acerto com o ex marido!!!

Mas parece que "na cabeça dela" isso não é traição!!!

Não admite isso!!!

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Mas isso aconteceu agora, no ep 18 1/2! O restante dos videos com certeza será impactante na parte 2/2.

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A Helena não considera traição pela idéia torta de que o Beto seria o Beta do Trisal, então ela não estaria traindo, chega a ser hilário, mas é a desculpa esfarrapada dela.

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A ficha dela não cai

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Será!? O restante dos videos vão definir tudo.

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Kiquinho, entenda, a Helena quer uma vida bandida, existem mulheres que querem isso, não faz muito sentido, mas antropologicamente falando, há diversos exemplos na história, talvez o ícone mais notório seria a Bonnie, de Bonnie & Clyde que foram um casal de criminosos extremamente violentos nos anos trinta do século passado, a adrenalina cega algumas pessoas, claramente isso que afetou e continua afetando o dissernimento da Helena, ela ama a vida que a Bree proporciona a ela, acima de qualquer coisa.

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pode ser realmente

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Isso fica claro quando ela relata, por alto, o que aconteceu com os Bronsons, ela dizendo que tinha que fazer bem feito e que o gringo enlouqueceu com o requebrado da brasileira, ela falando para o marido que estava sendo traído por ela, percebe- se que ela falou com empolgação e orgulho da entrega dela para conseguir o objetivo, que era seduzir um perigoso traficante internacional de material radioativo ☢️, que eliminou um amante da esposa, o que ele poderia fazer com o Beto se o Mr. B. realmente se apaixonasse pela Helena?

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Aliás, neste episódio tem um furo estrondoso na narrativa das duas, se o objetivo da missão seria conseguir acesso a mansão dos Bronsons e a Bree já tinha fisgado o Bronson Júnior, por que a Helena tinha que se entregar dessa maneira aos dois, somente o envolvimento da Bree com o Júnior, mais cedo ou mais tarde daria acesso a Mansão.

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Gostei da visão do Kiquinho sobre essa situação do Beto, da Helena e da Bree. O X do problema é a Bree, ela não quer largar o osso (Helena) e está fazendo de tudo para manter a Helena distante do Beto. Isso já não é amor, é sentimento de POSSE, quer ser a única na vida da Helena por puro egoismo. Acho que o Beto tem que dar um basta nessa situação, pois ele já mostrou que é capaz, e exigir com a autoridade de marido, ainda são casados, e de HOMEM que a Helena se afaste imediatamente da Bree e não permita agressão da Bree contra ele, e se ela voltar a agredi-lo ele responda com outra agrwssão de maior intensidade. Ele tem que se impor ou perderá completamente a moral, pois é isso que a Bree pretende fazer. Toda ação tem uma reação igual ou superior. Quem agride também merece ser agredido, é a lógica. Bateu levou.

BETO TEM QUE SEPARAR A HELENA DA BREE IMEDIATAMENTE PARA QUE ELA POSSA RACIOCINAR SEM A INTERFERÊNCIA DA OUTRA.

Tem que dar uma de MACHO.

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Isso, ela precisa ver a Bree por outra perspectiva, pois ela só vê a Bree como alguém que cuida dela mas ainda não parou para pensar o por que, e o Beto ela vê como alguém 2ue vai estar sempre disponível pra ela, tanto que quando ele falou que tinha outra pessoa ela tremeu

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Vocês tão fazendo eu ficar com peninha da Helena. 🤔😝🌶️

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Não, em hipótese alguma, a Helena é ate mais responsável por todos esses danos do que a Bree, pois a Bree está trablhando e passa por cima de todos para atingir seus objetivos, já a Helena teve a possibilidade de escolhas e precisa ser responsabilizada e pagar o preço por elas

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Exatamente a Bree é uma espiã internacional, ela não devia nada a ninguém, ainda mais ao Beto, e a Helena começou como um ativo, não estou dizendo que a Bree seja uma pessoa excelente, mas não podemos esquecer que quem devia respeito e cumplicidade ao Beto seria a Helena, se a Bree está extrapolando e sendo obsessiva, foi com a permissividade da Helena, que na realidade devia ter evitado tudo isso, estamos transferindo a culpa para a amante, sentimento comum a aqueles que se conformam em serem traídos, resumindo a "Bree Não é boa Bisca" (como dizia minha vó) mas a culpa não pode ser transferida, é total da Helena.

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Sim concordo com sua visão, apenas chamo a atenção para o fato da Bree estar conciente disso tudo pois ela está sempre em missão que é prioridade pra ela em detrimento até mesmo a segurança da própria Helena sendo assim ela não tem nenhuma preocupação com o Beto que se tornou um entrave pra ela. Quanto a Helena a principal bronca é que ela não vê como a Bree é fdp e fica passando pano, mas sim ela é a principal responsável sim por um fato muito simples, ela teve escolhas por diversas vezes e nunca escolheu o Beto

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ou seja aquele papo do inicio de que eu te amo mais que minha própria vida ficou só no gogó, ação pois amar é verbo e precisa de ação, não teve nenhuma mostrando isso até hoje.

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Sabe Kiquinho, Beto começou trapalhão no conto e foi amadurecendo até que chegamos nesse ep 18 e vemos um Beto consciente, machucado mas ponderado com suas escolhas e sua vida.

Acredito que Mark tinha a intenção de numa segunda temporada fazer isso também com Helena, nos mostrando seus conflitos e sua possivel redenção. Brianna iria simplesmente sumir da estória.

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Sim, na realidade a Bree já errou diversas vezes com a Helena, mas ela tem ciência disso, e qual a providência que ela toma, escrotizar o Beto, empurrando a Bree garganta abaixo dele, me desculpe, mas a Helena escolheu a Bree faz tempo Mano, mesmo ela sendo uma Espiã Puta Não Confiável, aliás isso que atrai a Helena na Bree, então, a Bree não pode ser responsabilizada por ser quem ela é, a Helena que quer tudo, a segurança banal do Beto, para correr se algo der errado, e a vida Cafajeste e Mundana e Excitante ao lado da Bree, alguém tem dúvidas sobre isso?

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Helena tem sua parcela de culpa mas está sendo. completamentevdominada por Bree com qiuintas intensões. Não vamos esquecer que Helena traiu de maneira vil o BETO, isso não pode ser esquecido mas a Bree merece levar uma enquadrada, até agora ela está desfilando em tapete vermelho e nada á alcança. Bree esta até o momento IMPUNE.

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Exatamente, está se sentindo a rainha da cocada preta

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Olha!!!

Talvez eu tenha lido essa parte rápido demais!!!

Mas não vi em minha Leitura que Beto e Anie teriam um caso... uma continuação!!!

Acredito que Beto "jogou" isso na cara de Helena para não ficar or baixo!!! Mas não existe "um compromisso" entre ele e Anie, somnente eles desfrutam de bons momentos!!!!

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Ele só jogou pra não ficar por baixo, o caso com a Ane foi só momento

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Nunca achei que o trisal fosse acontecer com essa cadeia de mentiras, e outra, para acontecer um trisal o casal tem que estar muito bem entrosado porque é uma decisão consensual do casal em adimitir uma terceira pessoa o que não aconteceu com o Beto e a Helena.

A trama foi armada para a Bree conseguir envolver a Helena no "amor" lésbica e deixá-la tão envolvida que não fosse possível ela sair sem sofrer as consequências, por isso as gravações de todos os encontros, inclysive no cinema. A Helena foi muito ingênua pois estava sendo manipulada por uma profissional (Bree) e simplismente tomou no cu para deixar de ser otária

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Extremamente por isso hoje eu vejo que um final mas adequado para tudo isso teria obrigatoriamente de passar pela Helena conseguir enchergar e distinguir tudo isso e finalmente sentir o quanto de mal a Bree levou para a vida dos dois(sim, a Bree foi um grande instrumento de maldade na vida dos dois), pois vejamos.

1 Ela usou a doença da mãe do Beto como instrumento de chantagem (Fato deplorável)

2 Ela usou técnicas psicológicas de alto nível para seduzir a Helena sim, mas claro que a Helena deu brecha para isso.

3 Ela colocou a vida da Helena em risco(quem ama não faz isso, ou seja ela apenas usou a Helena para concluir a missão e ponto final)

4 Ela se lixou em destruir a imagem da Helena junto ao marido sabendo dos sentimentos que ela tem por ele.

5 Foi ao escritorio do Beto bater de frente com ele tanto moralmente quanto fisicamente agredindo ele em seu local de trabalho.

6 Agrediu ele fisicamente novamente agora no restaurante do hotel.

Realmente alguém consegue ver uma luz no fim do túnel para se ter um trisal atualmente?

Na realidade a Bree está manipulando a Helena tem uns 3 ou 4 anos, agora mesmo nesta nova situação ela tinha um aparelho de telefone no cofre que a Helena desconhecia mesmo morando com ela esse tempo todo, e aposto que ela sabia que o Beto e sua familia estavam vivos mas escondeu isso da Helena.

Adoraria que o Mark nos surpreendesse e a Helena descobrisse e conseguisse ver tudo isso com clareza. seria sensacional os desdobramentos disso.

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Há! O que é isso, gente?

Nem 100 comentários ainda!

Desse jeito, vou falar para o Mark postar a segunda parte só no final de semana.

Decepcionada com vocês...

🤣

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Boa noite!

Agora estamos chovendo no molhado, tendo a segunda parte acho que o negócio pega fogo!

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Bom dia Nanda do Mark, acho que voces ficaram mal acostumados rsrsrsrsrsrs

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Por enquanto são poucos comentários...

Mas com certeza vão passar de 300 no mínimo!!!!

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Só para registrar...

Na minha opinião o Trisal não encaixa na história....

E o pior que eu votei no trisal... Kkkk

Mas isso foi antes do último capítulo e agora não tem mais sentido...

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Pois é,.seu q esse final será de acordo com o resultado do idabope, mas na minha opinião acho q ficará ainda mais fora da casinha q o anterior, afinal pra voltar com a Helena l, Beto terá q abrir mão de quem ele realmente é, terá q abrir mão do amor próprio, terá q ter uma aminesia, pra esquecer q foi traído, enganado, manipulado, deixado de lado por uma mulher q passou a amar outra mulher, terá q engolir a mágoa, o rancor, o fato de ter sido trocado por outra pessoa, inclusive com um simbolismo desse novo amor estampado na carne, no corpo e na alma de sua ex falecida esposa, pra mim está ficando com a impressão q ele vai voltar com ela pro gratidão por ela ter ajudado a salvar sua mãe, mas não porque ele realmente perdoou ou porque ainda a ama, pois até agora já vimos q somente o amor q ele sente por ela não está sendo suficiente pra ele a perdoar

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Mark só uma coisa que eu acho que tem que ser resolvida, é uma coisa de lógica. Tudo bem o Beto achar que a Helena morreu no acidente, e não ter mais notícias já que ela estava no programa de proteção a testemunhas. Se é que não teria porque continuar escondida depois que o caso todo foi resolvido, há NAOY ser que a Bri tenha armado tudo pra ficar com ela só para si. Mas como é que ela não descobriu que o Beto estava vivo, com redes sociais ou mesmo entrando em contato, mesmo que por outras pessoas, com a mãe do Beto que ela diz amar tanto? Depois que ela sumiu não quiz mais saber da velha? E o mais intrigante, tudo bem, vamos imaginar que a Helena fosse uma tchonga tapada que acreditasse em tudo que a Agência fez sem questionar por medo, mas e a agente Bri, seria impossível que ela não soubesse que o Beto estivesse vivo. Pra ter um encerramento legal acho que isso tem que ser resolvido Porque o Beto inteligente como é não poderia engolir uma bobagem dessas.

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Não se esqueça que a Bree e a Helena foram dadas como mortas no acidente de avião, para se manterem em anonimato por causa de uma possível retaliação do Bronson e da rede de terroristas no qual ele pertencia.

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Eu continuo com o gosto na boca de manipulação da Bree, ela sempre sabe de tudo e sonega informações para a Helena que segue acreditando cegamente nela. A Bree é uma espiã e nunca vai abrir o jogo de verdade para a Helena, agora mesmo ela abriu o cofre e tirou um telefone que a Helena que está esse tempo todo vivendo com ela não sabia da hexistencia. Eu odeio a Bree.

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Eu diria que elas se merecem, a Bree manipula a Helena e a Helena manipula o Beto, Jararaca não mata Jararaca são imunes ao veneno uma da outra. kkkkkkk

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Sim, ele não tinha razão para procurar saber ela continuava viva, pois houve o acidente, agora, não existe razão para ela acreditar que ele havia morrido, ele continuou vivendo e advogando sem mudar de nome, teria os processos, as mídias sociais a mãe dele, uma pesquisa feita por uma criança descobriria que ele não morreu.

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Somente para a Bree interessava que a Helena acreditasse nisso, por isso a cara de espanto dela quando o Beto a viu acho que no Japão e ela saiu correndo.

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Mas a regra número um para quem quer ficar no anonimato, sabendo que pode estar sendo procurado, é não ter contato algum com sua vida anterior, a Bree sendo uma espiã não deixaria a Helena acessar esses dados citados.

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pois é, isso só mostra como a Bree fez e faz tudo para separar eles e a idiota da Helena nao vê isso.

Agora Sensa imagina uma loucura. A Bree e a Helena conseguem transar com o Beto e a Bree fica louca com a pegada dele e ainda por cima engravida, adoraria ver a cara da Helena kkkkkkk, isso iria ser muito louco

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Fala aí Kiquinho, essa possibilidade seria divertida, e no campo das prováveis possibilidades, seria a da Bree se tornar a Fêmea Alfa do Trisal, mesmo grávida, pois o Beto é um cara bacana, mas toda vez que tentou tomar uma atitude mais impetuosa, o resultado não foi o esperado de um Macho Alfa, mas por outro lado, ele não tem a personalidade de submisso, o Beto não é Beta RsRsRs, ele é só um cara normal, com erros e acertos, por isso que eu SEMPRE achei que ele deveria ficar longe do Trisal e dessa loucura que a Helena escolheu viver, que não é de acordo com a personalidade dele, uma coisa é uma ida a uma festa Liberal para ver como funciona, outra coisa é ter como esposas duas Espiãs Despudoradas que fazem de tudo, inclusive sexualmente, pelo sucesso de uma missão.

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Pois é meu amigo eu fico imaginando a seguinte equação.

Um trisal onde a Bree abandona a carreira de espiã e vai viver uma vida mais NORMAL com os dois ou ela continua sua vida de agente levando inclusive a Helena a correr risco de vida(sim, risco de vida como na primeira vez onde a Helena destrui seu casamento, sua dignidade e o psicologico do homem que ama. Mas aHelena ainda não entendeu isso pois parece estar entorpecida pela amante)novamente como agora onde está iniciando uma nova missão que é desmontar a IA. Não creio que o Beto aceite esse formato pois como você falou ele não é um Beta.

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Exatamente, mas só tem espaço para ele como Beta no Trisal, por isso não entendi o resultado do Id@BOPE.

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confesso que votei no trisal mas hoje meu voto seria para separar a Bree e o casal voltar

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Sei lá amigão, sou um cara com mente aberta, mas a Helena carrega no corpo marcas indeléveis de uma traição no qual ela parece até se orgulhar, a cicatriz anal no qual foi escolha dela se entregar totalmente e a tatuagem no qual mostra um envolvimento emocional duradouro com a amante, as desculpas dela ter agido assim são de uma adolescente irresponsável, e sabemos que ela não é nada disso, ela não mostra arrependimento de fato, só diz amar o Beto, mas não demostra esse amor, somente demonstrou com uma atitude humanitária em ajudar a Mãe do Beto, quando ela diz que deixaria a Bree para ficar com o Beto, mais me parece uma chantagem emocional que uma prova de amor, pois se ela já traiu o Beto durante anos, por que não trairia por toda a vida, pois como ela mesmo disse, tem facilidades devido ao cargo que ela exerce, resumindo, não vejo arrependimento nas atitudes da Helena, portanto ela ainda não se redimiu para merecer perdão, mas se o Beto quer correr o risco de tudo continuar a mesma coisa, aí é com ele. Kkkkkkkkkkkkkk

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Fico imaginando um momento onde o Beto explode e joga na cara da Bree com a Helena presente a tragédia que ela causou na vida dele, que ela destruiu o casamento deles, que ela colocou a vida da mulher que ele ama em perigo, que ela usou a doença da mãe dele como objeto de chantagem para conseguir completar a missão. Enfim, se não tiver uma cena dessa por aí onde o Beto coloque pra fora tudo que ele sentiu e sofreu esse tempo todo e que a Bree realmente entenda que ela foi o instrumento de toda essa desgraça na vida dele, eu não vejo como as coisas podem caminhar para um perdão entre eles.

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Só não se esqueça que a Bree pode ter riscado o fósforo, mas a gasolina estava toda com a Helena.

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sim, concordo plenamente e ela não somente poderia como deveria ter evitado tudo isso(exceto a chantagem em cima da doença da mãe do Beto), mas de qualquer forma as desgraças na vida do Beto só começaram depois do surgimento da Bree.

Se tudo isso fosse ao contrário, a Bree no lugar do Beto quais seriam as reações dela hoje? ela mataria e fazia picadinho dele

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Mas tú não acha que se não fosse a Bree, seria uma Dina, Bete, Lud ou seja a Helena já era uma bomba devassa que só precisava de um gatilho, uma faísca qualquer, poderia não haver os Bronsons, mas a traição já seria inevitável, com ou sem a Bree, ou não????

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Essa resposta de forma precisa nunca teremos, pois fica a questão se a Helena era suscetível a isso ou se foi o nivel de treinamento da Bree que provocou essa brecha

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Segundo o texto, a Bree se aproximou da Helena para tentar aproximar ela do Mr. B, o viés homoafetivo da Helena foi uma variante que nem a SINA esperava, a aproximação das duas foi natural e inesperada dentro dos parâmetros da missão, tendo inclusive que haver realinhamento de estratégia, então chego a conclusão que a tendência a traição e a bissexualidade da Helena estava latente, não há outra explicação plausível, pois quando se tem firmeza de suas convicções, não há treinamento que disvirtue uma mulher com firmeza de pensamento.

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Concordo com você de quando existe firmeza de propósito, nao tem espaço para terceiros

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Quase sempre acho vc muito radical, mas nesse ponto tô contigo👊😂

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O meu sempre foi esse voto. Não engulo essa Bri. Para mim, ela pode até estar apaixonada pela Helena, mas a prioridade dela sempre foi a missão.

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Exato, e adoraria que a Helena divesse essa mesma visão, aí sim ela estaria pronta para tentar se reaproximar do Beto e pedir o perdão

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Ela sempre pensou primeiro na operação. Inclusive escondeu da Helena todas as filmagens que a Cia fez das duas, inclusive dentro do Motel. Penso que a Bri também deve ter investigado por conta própria e devo riu que o Beto não estava morto, mas escondeu da Helena, para não dividi-la com o Beto. Mas a Helena deve confronta-la, e aí as coisas vão começar a ficar mais claras para ela e o Beto. Posta logo a parte 2 do epílogo, Mark.

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Já passou da hora da Helena se posicionar e deixar de ser uma marionete da Bree

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Que eu me lembre, quem armou para ambos acharem que o outro estava morto foi a SINA. Ela armou o esquema e proveu renda tanto para a Bree/Helena quanto para o Beto. Isso que eu questionei lá no outro capítulo: não entendo a necessidade da SINA de separar o casal.

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por isso que acredito que a Bree esconde informações da Helena, para ela não se aproximar do Beto, e agora mesmo nesse momento fica nitido toda a bronca e ciúmes que ela tem dele, haja visto o tapa que ela deu nele algo totalmente desproporcional para o momento.

Na realidade acho que já passou da hora da Helena ficar na dependência da Bree, ela precisa se posicionar e mostrar com toda clareza para a Bree que as duas juntas machucaram muito o beto e que é normal ele estar desconfortável agora, e que as duas juntas precisam lutar para amenizar todo o mal que fizeram pra ele.

Essa dela ficar sendo uma marionete da Bree já cansou, a Helena tem que enchergar a realidade.

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Bom dia!

Teria muita estória ainda para rolar, tanto que o Mark iria fazer uma Temporada 2. Mas ele mesmo disse que com a nossa votação no trisal ele perdeu a motivação. Enfim...

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Quem sabe ele não muda de ideia, pois o sucesso dessa história merece isso, e uma das possibilidades seria começarem um trisal mas as contingências da vida como as missões da Bree e a participação da Anee poderiam mudar tudo ao longo do tempo né. ou seja essa história ainda daria muito caldo e muitos dramasne altas cenas de sexo rsrsrs

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Essa é minha esperança, pois o amadurecimento do personagem Beto é impressionante. Uma Puta Dama formaria o top 3 de Mark, juntos do Jornada e Clair de Lune.

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Perfeito isso e capacidade para explorar isso o Mark tem de sobra e nós ficaríamos muito felizes rsrsrsrs

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Vc levantou uma questão bastante relevante e lógica... chupa essa manga Mark😂 mesmo a SARA bloqueando as redes de ambos, seria difícil não ter notícias do Beto...

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Vc levantou um ponto que não tinha me tocado... realmente, qualquer criança saberia que o Beto estava vivo. Se ela, Helena, se importasse mesmo com a mãe e o pai do Beto, tentaria, mesmo que anonimamente, verificar como ela está nas rede sociais, então constataram que o Beto estava vivo... Mesmo que a SARA tentasse manipular as redes, seria impossível não saber... Concordo com vc, essa parte não fechou...

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