O AMIGO PRETO DA ROLA GRANDE

Um conto erótico de YURI
Categoria: Gay
Contém 1525 palavras
Data: 20/03/2026 19:50:54
Assuntos: Amigos, Bissexual, Gay

Meu nome Yuri, e eu vou contar a minha história desde quando eu comecei a descobrir os prazeres sexuais da vida.

Bom eu moro em uma cidade do interior nordeste e quem é do Nordeste, sabe como é a vida de crianças, brincar na rua, nas praças até tarde de chicotinho queimou, esconde esconde, travinha e dentre várias outras brincadeiras. Bom tudo começou, quando eu tinha mais ou menos 16 anos. Estava brincando com alguns amigos e nessa idade todos começávamos a querer namorar, brincávamos de verdade ou desafio, caiu no poço e por ai vai. Eis que um certo tempo começou a pegar sinal de celular na nossa cidade e ai todo mundo tinha aqueles celular simples, mas que dava para gravar vídeo, tirar fotos, nada com muita qualidade, mas que dava para muita criança se divertir.

Eu tenho um amigo chamado Rafael, nessa época estava com 13 anos. Rafael é aquele negro malhadinho, cabelo cacheado, armado e já se mostrava um grande namorador nessa idade.

Um dia estava com Rafael e João, um outro amigo nosso, esse um moreno, cabelo raspado, conversando sobre tamanho de pau, cada um dizendo quanto media, e etc.

RAFAEL – Rapaz, eu fiz uma foto aqui para mostrar a Maria, to com vontade de ficar com ela e acho que depois que ela ver, acho que ela não vai resistir.

YURI – ih ala, o cara agora é fazendo fotos.

JOÃO – Mostra ai, mostra ai pra gente.

Eis então que eu vi a coisa mais linda do mundo. Um pau grande e grosso, que eu jamais imaginei que um menino de 13 anos pudesse ter, o meu é grande, mas o dele já era maior que o meu. Fiquei fascinado e acho que ele percebeu, pois segurei um pouco demais o celular, enquanto ele me mostrou. Depois ele recolheu o celular, as meninas chegaram e fomos brincar, como fazíamos todos os anos.

Ao ir embora e chegar em casa, imaginei novamente o que tinha visto naquela foto, me masturbei e dormir sonhando com aquela imagem, sem imaginar que aquilo mudaria minha vida.

Os dias e anos foram passando e nunca mais vi uma foto ou vídeo se quer, mas falávamos de sexo sempre, as vezes era com João presente, ou com Leo, um outro também amigo nosso.

Depois de 1 ano praticamente, eu com 17 e ele com 14, celulares melhores, com whatsapp e etc, estávamos sentados na frente da casa minha avó, conversando.

RAFAEL – Mano, comi Andressa ali atrás da igreja na festa. Morrendo de medo, mas a bicha era safada demais, so subiu um pouco o vestido e deixou eu meter.

YURI – Meu irmão, tu é muito doido.

RAFAEL – Véi, eu não vou perder a oportunidade e pior que nesse dia peguei ela e Julia. Só que Julia não quis dar não, ai fiquei mais de boas.

Nisso comecei a lembrar da foto que ele tinha me mostrado a algum tempo atrás. Lembrando, ele sempre foi meu melhor amigo, sempre conversávamos de tudo um com o outro, menos sobre essa questão de eu sentir desejo nele.

YURI – Eu não sei como elas aguentam tu, porque tu é um jumento.

RAFAEL – Metendo com jeitinho, sempre entra fácil.

Enquanto conversávamos ambos mexíamos no celular, então eis que criei coragem para fazer algo que nunca imaginei. Peguei meu celular, escrevi uma mensagem e mostrei a ele.

MENSAGEM – POSSO VER TEU PAU?

Meu coração começou a acelerar, pois não sabia como isso iria afetar nossa amizade, como ele iria receber, engoli a seco e fiquei esperando ele dizer algo. Sem me olhar ele apenas balançou a cabeça de forma positiva. Ali a adrenalina começou a ficar maior, meu coração acelerou mais, minha mão soou, porém ficamos conversando e falando sobre várias asnerias que dois amigos falam durante a madrugada. Então, eis que deu 2:30 da manhã.

RAFAEL – Bora entrar véi, a policia já passou aqui duas vezes, já já eles vão querer corrigir a gente achando que tamo fazendo algo de errado.

YURI – Menino relaxa, qualquer coisa a gente entra pra casa de vó.

RAFAEL – Beleza, mas acho melhor a gente ir.

YURI – Você não vai me mostrar?

RAFAEL – Beleza.

YURI – Eu vou entrar em casa, deixo o portão tu entra, qualquer coisa digo que tu foi beber água.

Nisso levantamos os dois, caminhamos até a minha casa, abri o portão, ele entrou, com bastante medo do meu pai acordar e assim fomos para o meu quarto. Hoje fico imaginando, porque eu deixei a porta do meu quarto aberta, mas enfim. Ele entrou, ficou perto da parede perto do meu guarda roupa e mostrou o pau sem muito arrodeio. Eu apenas fiquei muito feliz por estar vendo tudo aquilo que imaginei, ali na minha frente, do jeito que eu mais queria, porém tinha um problema, estava mole.

YURI – Posso ver ele duro?

RAFAEL – Vou ter que me masturbar.

Ele então começou a se masturbar e o pau foi ganhando vida, nisso meu pau estava completamente duro, já estava doendo dentro da cueca, assim como meu cuzinho começava a piscar a minha boca a salivar. Era enorme, para um garoto de 14 anos. Eu olhei pra ele, pro pau e sorri.

YURI – Posso pegar?

Ele acenou que sim, apenas me ajoelhei e fiquei sentindo, minha mão estava tremendo, mas foi a melhor sensação do mundo. Eu apenas esqueci do resto, esqueci da porta do quarto aberta, esqueci que meus pais poderiam acordar, eu não pensava em nada, pensava em apenas viver e sentir aquele momento. Comecei a masturbar ele, enquanto olhava, me inclinei e fiz sinal que iria cuspir e ele fez sinal que sim. Então cuspi no pau dele e comecei a masturbar um pouco mais rápido, ele fechou os olhos por alguns segundo e em seguida me olhou, eu não resisti, abri minha boca e engoli aquele pau.

RAFAEL – Cuidado com os dentes.

Comecei a chupar, enquanto masturbava com a outra mão, tirei meu pau para fora e comecei a me acariciar enquanto eu agora estava com o pau mais gostoso do mundo dentro da minha boca. Chupava com vontade, com bastante desejo e ele estava apenas deixando que eu matasse minha vontade e minha curiosidade, porque por mais que ele tivesse 14 anos e eu 17, ele sempre foi mais experiente que eu no sexo. Depois de um tempo, fiquei olhando o pau dele, me levantei, baixei meu short e empinei minha bunda e olhei pra ele.

YURI – Me come, por favor.

RAFAEL – Tem certeza? Com a porta aberta?

YURI – Melhor assim, porque da pra ouvir quando a porta do quarto do meu pai abrir.

Ele então abri minhas pernas, cuspiu bastante na cabeça do pau dele, deixando ela bem lubrificado, cuspiu nos dedos e começou a acariciar meu cuzinho, que estava pegando fogo, estava sedento para receber ele e perder a minha virgindade com o cara que eu sempre quis e sempre desejei. Ele segurou na minha cintura, encaixou o pau e foi enfiando, enfiando de forma lenta, com todo cuidado por que ele já era bastante grosso e grande, vim descobrir depois que ele já tinha 19 centímetros.

YURI – Eu quero ver, seu pau entrando no meu cuzinho.

Então ele pegou minha perna, levantou e virou para o espelho do meu guarda roupa, inclinei, para poder ver e assim que ele enfiou tudo, ficou esperando alguns momentos.

RAFAEL – Tu é muito louco.

Apenas sorri e rebolei no pau dele, foi o sinal que ele precisava para começar a socar de forma lenta, pois ele sabia que era minha primeira vez e não queria me machucar. Começou a me abrir, eu sentia ele me abrindo, seu pau entrando ainda com dificuldade. Doia bastante, mas neu não queria parar, era um sonho sendo realizado, eu jamais desistiria.

YURI – Ahhhh que gostoso, mas ta doendo pra caralho.

RAFAEL – Vem, senta que você consegue controlar melhor.

Como ele era hetero, eu fiquei com vergonha de sentar de frente pra ele, então sentei de costas e comecei a sentar de forma lenta no pau dele, até sentir suas bolas batendo na minha bunda. Ele começou a meter e eu comecei a sentar, foram momentos prazeroso, que eu nunca imaginei a sentir. Enquanto ele metia, eu comecei a me masturbar e acabei gozando rápido, comecei a apertar o pau dele com meu cuzinho, ele tirou o pau, disse que precisava gozar, mas não quis gozar em mim e como era minha primeira vez, eu não tinha desejo ainda de engolir o leite dele, então limpei meu gozo com a cueca, fui até a porta, vi que tava livre, ele correu para o banheiro, começou a se masturbar e acabou gozando la. Lavou seu pau, voltou para o quarto e eu apenas sorri.

YURI – Obrigado.

RAFAEL – Agora eu preciso ir, se seu pai acorda e me vê aqui, ele me mata.

Nisso apenas sorrimos, eles saiu com todo cuidado, eu fechei o portão, ele saiu e eu fui dormir, com o gosto do pau mais gostoso do mundo na boca e com meu cuzinho dolorido, por ter sentindo aquele pau de 19 cm, preto, grosso que eu sempre sonhei dentro do meu cuzinho.

CONTINUA

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