A Lingerie de Natal - Parte 2

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 2937 palavras
Data: 20/03/2026 20:07:49

A imagem estava queimada na minha retina. Minha sogra estava totalmente nua, na beira da cama dela. A penumbra do quarto, cortada pela luz dourada do abajur, fazia sua pele morena parecer seda polida. Pela primeira vez eu via o tamanho daquela bunda que eu tanto sentia tesão. Não era só uma visão de longe, de calça jeans apertada. Era a coisa real, exposta, em sua glória completa. Linda, com curvas que desafiavam a gravidade, com uma tatuagem nas costas – um coração estilizado, pequeno e discreto, logo acima do cóccix, que eu nunca tinha visto antes. Uma bunda grande e morena. Aquela bunda de cavalona mesmo. Meus olhos percorreram cada centímetro, do início das costas largas até o ponto onde as nádegas se encontravam com as coxas poderosas. Era uma obra de arte em carne viva.

O pau que já estava duro começou a explodir dentro da minha bermuda. Latejava, pressionando o tecido como se quisesse furá-lo. Aquela mulher me deixava louco de tesão. Era uma mistura de desejo puro, admiração estética e a perversidade profunda de saber que aquilo era proibido em todos os níveis possíveis.

Ela se moveu. Ela estava colocando uma lingerie vinho, provavelmente a lingerie que tinha comprado para o marido. O tecido era escuro, luxuoso, e contrastava brutalmente com a pele dela. Vi as mãos dela pegando a calcinha, um fio dental minúsculo. Ela se inclinou para vesti-la, e eu tive uma visão de tirar o fôlego do meio das pernas, do triângulo escuro e denso sem pelos, antes que o tecido vinho o cobrisse. Dava para ver as dimensões daquela mulher. A largura dos quadris, a cintura fina que ainda se afunilava, a plenitude dos seios que ainda estavam livres, balançando levemente.

Puta que pariu, que vontade de comer ela. A frase martelou na minha cabeça, primitiva e incontestável. Se eu já tinha, agora estava ficando maluco. O desejo era um animal vivo, rosnando dentro de mim.

Ela já tinha colocado a calcinha e agora colocava a parte do sutiã. Era um sutiã daqueles de bojo, que levantava e unia os seios, criando um decote profundo que, mesmo sozinho, prometia um vale perfeito. Ela se virou de frente para o espelho, se ajustando, passando as mãos pelas laterais, puxando as alças. Eu tinha paralisado com aquela cena. Era hipnótico. Mas a razão, um fio tênue que ainda resistia, gritou dentro de mim. Não podia ficar mais ali. Não podia correr o risco dela me ver espiando ela. Aquele sorriso ambíguo que ela tinha dado no espelho ainda me assombrava. Será que ela já tinha me visto?

Saí de fininho, um passo de cada vez, me afastando da porta como um ladrão. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que o som ecoaria pelo corredor. Fui até o banheiro. Tranquei a porta e me apoiei na pia, olhando para o meu reflexo pálido no espelho. Precisava me acalmar. Tentei me masturbar com aquela cena, pensando em como seria tirar aquele sutiã vinho com os dentes. Abri o zíper, peguei meu pau na mão, mas a ansiedade era maior que o tesão. Estava muito nervoso, muito perto do precipício. Talvez demoraria muito. Resolvi só lavar o rosto com água gelada, que me deu um choque. Me concentrar para poder baixar meu pau. Respirei fundo, pensei em impostos, em fila de banco. Funcionou, um pouco. O monstro recuou, mas não dormiu.

Voltei para a sala e, ao passar pelo quarto da minha sogra, a porta já estava fechada. Um alívio e uma frustração imensa ao mesmo tempo.

Sentei no sofá, tentando parecer normal. Minha namorada veio, se enroscou do meu lado, mas eu mal conseguia prestar atenção no que ela dizia. A imagem do corpo nu da Sônia dançava atrás dos meus olhos. Depois de uns 10 minutos, minha sogra apareceu.

Nossa, ela estava muito gostosa, mano. Vestia um vestido curto de festa, também na cor vinho, que combinava com a lingerie que eu sabia estar por baixo. O decote era generoso, mostrando aquele vale que o sutiã criava. O tecido caía sobre o corpo dela como uma segunda pele, marcando cada curva, parando bem acima dos joelhos, mostrando as pernas torneadas e bronzeadas. E agora, quando olhava para ela, eu só imaginava ela nua na minha frente. Cada gesto, cada risada, cada vez que ela se inclinava para pegar algo na mesa, minha mente tirava o vestido num piscar de olhos.

Passamos a noite bebendo, comendo e nos divertindo. A Sônia, apesar da tristeza do início, parecia se soltar com o vinho e a nossa companhia. Rimos muito. Foi um dos melhores natais em anos para mim. Mas era um prazer duplo: a companhia agradável e a tortura deliciosa de ter o objeto do meu desejo mais intenso a um metro de distância, rindo, brindando, sem ter a menor ideia do furacão que ela causava dentro de mim.

Minha namorada e minha sogra, como eram fracas de bebidas, em poucos copos já estavam alegres, para não dizer bêbadas. O vinho tinto era traiçoeiro. Paula ficou abraçada em mim, com os olhos pesados. Sônia ficou mais solta, rindo alto de coisas bobas, os olhos brilhando, um rubor nos ossos do rosto.

Logo minha namorada e minha sogra estavam cochilando no sofá, uma de cada lado, pesadas e satisfeitas. Já tinham bebido demais e coube a mim levar cada uma para cama. A responsabilidade do homem sóbrio. Meu coração acelerou de novo.

Levei primeiro minha namorada. Ela estava mole, praticamente dormindo em pé. A apoiei, subimos os degraus devagar, e a deixei no quarto dela, em sua cama, dormindo feito um anjo. Beijei sua testa, sentindo uma pontada de culpa. Desliguei a luz e saí.

Agora era a vez da grande provação. A segunda foi minha sogra. Ela estava mais pesada, e menos cooperativa. “Eu consigo, eu consigo”, ela dizia, cambaleando. Pela primeira vez eu a tinha nos meus braços. Não completamente, mas com meu braço em volta das costas dela, segurando seu braço sobre meus ombros. Mesmo que ela cambaleasse, mas eu consegui sentir o cheiro dela tão perto de mim. Era um perfume amadeirado, caro, misturado com o aroma do vinho e algo essencialmente feminino, dela. Seu corpo quente pressionava o meu lado. Meus dedos tocaram a pele nua de seu braço. Foi um choque elétrico. Subimos a escada com dificuldade, cada passo uma eternidade.

Chegamos à porta do quarto dela. Abri e a guiei até a cama. Deitei-a na cama com cuidado. Ela caiu de costas sobre o edredom, com um suspiro profundo. Era minha deixa para ir embora. Mas então…

Foi aí que tudo mudou naquela noite.

Minha sogra, subitamente, começou a tirar o vestido que usava. Não com elegância, mas com a urgência desajeitada de quem está bêbada e com calor. Pegou a barra do vestido vinho e puxou para cima, sobre os quadris, sobre a cintura. Eu não sabia se ela estava consciente ou não. Fiquei parado, petrificado, na porta. Em segundos, ela ficou só com aquela lingerie vinho. O sutiã de bojo, a calcinha fio dental. O corpo que eu tinha visto em pedaços antes, agora estava quase todo exposto, deitado na cama, sob a luz suave do abajur. Meu pau ficou instantaneamente duro, dolorido.

Ela me olhou. Seus olhos estavam vidrados, o olhar turvo do álcool. Mas ele se fixou em mim. E do nada, com uma voz rouca e sonolenta, ela falou:

“Amor, você veio para o Natal.”

Meu sangue congelou. Amor. Ela estava me confundindo com o Cláudio, meu sogro. O marido dela. A ausência dele, a bebida, a lingerie comprada para ele… tudo se encaixou numa confusão alcoólica perfeita.

E assim começou a me beijar. Não foi um convite. Foi uma tomada. Ela puxou meu rosto para o dela, e me deu um beijo de cinema. Seus lábios estavam macios, quentes, e sabiam a vinho tinto. A língua dela encontrou a minha com uma familiaridade assustadora. Foi um beijo profundo, molhado, de anos de intimidade conjugal que não eram meus. Eu estava paralisado novamente, mas por um motivo diferente. O choque, o tesão avassalador, a oportunidade surreal… tudo se misturou.

Me deu uma vontade de fazer o errado. A frase era um eufemismo. Foi um tsunami de desejo que varreu qualquer resquício de moral, de culpa, de medo. Era a chance. A única chance. Entrei no clima e deixei rolar. Respondi ao beijo, minha mão, tremendo, tocou o ombro dela, depois desceu pela lateral do corpo, sentindo a curva da cintura por cima da renda vinho.

Ela gemeu no beijo, um som de aprovação. Suas mãos começaram a se mover. Logo ela estava pegando no meu pau sobre a bermuda jeans. Sentiu o volume enorme e duro e apertou, com uma naturalidade que me fez gemer contra sua boca.

E eu finalmente iria realizar o meu sonho sexual. O pensamento era claro, nítido, no meio do turbilhão: É agora.

Ela apertava o meu pau sobre o short, massageando através do tecido. Para logo em seguida desabotoar minha bermuda com uma destreza surpreendente para alguém tão bêbada. O zíper desceu, o botão abriu, e ela puxou minha cueca para baixo. Botou meu pau para fora. O ar frio do quarto tocou na pele sensível, mas o olhar dela, quente e pesado, era mais intenso.

Ela olhou para ele, para mim, e então se ajoelhou na minha frente, ainda na beirada da cama. Me punhetou algumas vezes, devagar, apreciando, e então o levou à boca. Mas parou. Em vez disso, soltou meu pau e deitou na cama, toda aberta. Abriu os braços, abriu as pernas, sobre o edredom. Um convite mudo, primitivo. A lingerie vinho era a única barreira.

Eu avancei sobre ela, meu corpo cobrindo o dela. Minhas mãos trementes foram aos ganchos do sutiã, mas eram complicados. Decidi pelo caminho mais fácil. Com os dedos, coloquei aquela calcinha de lado, puxando o fino cordão de renda para expor o que eu mais queria. Vendo tão de perto a bucetinha dela pela primeira vez. Era morena como o resto dela, os lábios grandes, carnudos, úmidos já de excitação ou do próprio calor. Um cheiro adocicado e musky subiu até mim, intoxicante.

Cai de boca naquela bucetinha gostosa e cheirosa. Enterrei o rosto entre suas pernas. Chupei feito um louco a minha sogra. Minha língua explorou cada dobra, cada centímetro, procurou o clitóris inchado e circulou, depois penetrou fundo. Ela arqueou as costas na cama, um grito abafado saindo da garganta. Seus quadris começaram a se mover, procurando meu rosto. Finalmente eu tinha aquela mulher para mim. Na minha boca, tremendo sob minha língua. Era real. Era mais do que eu jamais tinha imaginado.

Levantei, ofegante, meu rosto molhado dela. Fiquei em pé do lado da cama. Minha sogra ficou de quatro agora, apoiada nos cotovelos, aquele traseiro monumental empinado no ar, a lingerie vinho fazendo um contorno obsceno. Ela olhou para trás, os olhos meio fechados, e veio pegar meu pau. Guiou-o até sua boca. Já colocou na boca.

Que delícia de boca. Era quente, úmida, e ela chupava feito uma profissional. Não era a técnica hesitante de quem está bêbada e confusa. Era a técnica de uma mulher que conhecia aquele pau – ou pensava conhecer – e sabia como deixá-lo feliz. Sugava a cabeça, descia pelo comprimento, massageava as bolas com a mão livre. Uma verdadeira puta e gostosa. A visão era de cair o queixo: aquela mulherão, de quatro, de lingerie, me chupando com devoção, enquanto eu via a tatuagem do coração e a bunda gigante balançando levemente.

Às vezes, quando ela olhava para mim, por cima do ombro, seus olhos encontravam os meus. E nesses breves momentos de conexão, eu sentia que ela sabia que era eu que estava ali. Havia um lampejo de lucidez, de reconhecimento, misturado com o desejo e a confusão alcoólica. Isso me confundia. Será que ela estava fingindo? Aceitando? Mas eu só queria sentir a boca da minha sogra me sugando. Então fechava os olhos e me entregava à sensação, afogando as dúvidas no prazer.

Não aguentei mais. Virei ela de quatro completamente, para que ficasse de frente para a cabeceira da cama. Sem tirar aquela lingerie vinho – aquilo era parte da fantasia agora –, coloquei na bucetinha dela. Guiei meu pau até a entrada, que estava escorregadia da minha saliva e da umidade dela, e empurrei.

Agora eu comia minha sogra. A frase ecoava na minha cabeça a cada estocada. Com aquela bunda gigante virada para mim, tremendo a cada impacto. Eu a segurava pelos quadris, metendo com força, profundamente. Que delícia de mulher, que delícia de buceta, cara. Era apertada, quente, e me envolvia de um jeito que parecia feito sob medida. Eu estava enlouquecendo com aquela foda. O som da nossa pele batendo, dos gemidos dela abafados no travesseiro, do rangido leve da cama.

Minha sogra estava cada vez mais ativa naquela transa. Ela empurrava os quadris para trás, encontrando meu ritmo. Falava besteiras: “Assim, amor… mais fundo… me come, seu gostoso.” E sempre chamando o nome do meu sogro. “Cláudio… assim, Cláudio…” Cada vez que o nome dele saía, era um misto de triunfo perverso e um desconforto agudo. Ela não sabia. Ela realmente não sabia. Mas eu sabia. E isso era parte do jogo doentio.

Puta que pariu, que foda gostosa, cara. Era a realização de todos os meus desejos mais sujos, e era mil vezes melhor do que qualquer fantasia.

Mudei o ângulo. Fiquei em pé do lado da cama de novo, puxando ela para a beirada. Puxei ela de lado agora para mim, deitada de costas na beirada do colchão, as pernas para fora. Penetrei novamente na bucetinha dela, dessa vez entrando por cima. Usando minha força total naquela buceta. Metia com um ímpeto selvagem, segurando seus tornozelos, abrindo-a completamente para mim. A visão dos seios quase saindo do sutiã vinho, do rosto dela contorcido de prazer, era avassaladora.

Ela começou a gemer mais alto. Gemidos guturais, que não tentavam mais ser abafados. “Ai, caralho! Isso! Goza comigo!”, ela gritou. O volume me assustou. Comecei a me preocupar com minha namorada, que estava no quarto ao lado, profundamente adormecida. Mas o medo foi rapidamente engolido pela fúria do tesão. Ela estava tão bêbada que não escutaria nada, me convenci. Apenas continuei a meter cada vez mais forte, mais rápido, tentando abafar os próprios gemidos que queriam sair da minha garganta.

Queria ver aquela bunda de novo. Joguei ela de quatro novamente no meio da cama. E voltei a meter. Desta vez, eu me debrucei sobre suas costas, metendo por trás, meu peito contra suas costas. A tatuagem de coração no meio do seu reginho me deixava louco. Beijei aquela pequena marca, mordisquei a pele ali. As carnes da bunda dela balançavam lindamente a cada investida, um espetáculo hipnótico de carne morena e renda vinho.

Eu estava no limite. A sensação era inacreditável, mas o orgasmo era uma pressão insuportável na base da minha espinha. Eu estava chegando ao meu limite. Eu queria gozar. Precisava gozar. Mas queria fazê-lo do meu jeito.

E eu cheguei lá. Com um gemido rouco, tirei da sua bucetinha num movimento rápido. Arranquei a camisinha – sim, em algum momento de lucidez bestial eu tinha colocado uma, ainda na sala, prevendo… algo? – e comecei a me masturbar freneticamente, em pé ao lado da cama.

Ela entendeu. Logo ela estava ajoelhando na minha frente, ainda de lingerie, os seios quase pulando para fora do sutiã. Ela os tirou completamente, libertando aqueles peitos pesados e perfeitos que eu tanto admirava. Mostrando os peitos que logo receberiam minha porra. Ela os apertou, oferecendo-os, com um olhar submisso e desejoso.

Que não demorou muito a sair. Com mais algumas punhetadas, olhando para aquele corpo oferecido, para o rosto da minha sogra esperando minha gozada, gozei feito um louco nos peitos dela. Jatos quentes e espessos pintaram a pele morena, escorreram pelos mamilos, pingaram no colchão. Foi uma descarga violenta, que me esvaziou física e emocionalmente. Meu corpo tremeu, e eu caí de joelhos na frente dela, ofegante, vendo meu trabalho escorrer sobre a pele da mulher que era o meu maior tabu.

Minha sogra levantou, sem limpar-se, e foi deitar na cama, se afundando no meio do colchão. Sem falar mais nada. Apenas deitou de bruços e dormiu. Em segundos, a respiração dela ficou profunda e regular. O álcool, o esforço, tudo a tinha levado para um sono pesado.

Eu fiquei ali, ajoelhado no chão, olhando para ela. O quarto cheirava a sexo, a vinho, a perfume caro. Meu pau, agora mole e sensível, pendia entre minhas pernas. A realidade começou a voltar em pedaços.

Eu não sei se ela tinha consciência de que era eu. Os lampejos nos olhos dela… talvez. Talvez, no fundo, ela soubesse. Mas a conveniência da confusão alcoólica era um álibi perfeito para os dois. As bebidas provavelmente fizeram ela pensar que era meu sogro. Era o que eu precisava acreditar para não enlouquecer de culpa.

Mas olhando para aquela mulher adormecida, com a minha porra secando nos seios e a lingerie vinho desarrumada, uma certeza cresceu dentro de mim, suja e excitante.

Mas aquela história estava longe de acabar. O Natal tinha passado, mas a chama que aquela noite acendeu não se apagaria fácil. E, por mais errado, perigoso e condenável que fosse… eu ia adorar tudo aquilo.

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