Tirando a virgindade da prima #1

Um conto erótico de Micael
Categoria: Heterossexual
Contém 2000 palavras
Data: 20/03/2026 22:14:17

Quem nunca sentiu desejo por uma prima, tia ou até mesmo pela própria mãe. Nunca fui de negar desejo, se os dois querem não veio problemas.

Me chamo Micael, 27 anos. Sou alto, de pele negra e porte atlético, com o tipo de presença que não passa despercebida. O corte de cabelo impecável, no estilo americano, e as tatuagens que fecham meus braços denunciam um cara que sabe exatamente o efeito que causa.

Lembro de quando tirei a virgindade da minha prima. Eu tinha 24 anos e ela 20.

Estávamos reunidos em um churrasco de família, aquele caos de gente bebendo e conversando besteira. Larissa estava encolhida em um canto, mexendo no celular. Ela sempre usava roupas leves como saia que deixava em destaques suas curvas, mostrando cada movimento das coxas grossas e do quadril pesado. As tranças compridas que balançam no ritmo do seu caminhar, um estilo que, somado àquela silhueta corpulenta, atraía olhares indiscretos onde quer que ela estivesse.

Não é estranho na família ter alguém mais introvertido, mas para Larissa, aquilo era bizarro. Ela sempre foi a que dançava balançando aquele rabão enorme, sorrindo para todos. Vê-la quieta naquele dia me causou estranheza. Levei um prato com carne e me aproximei.

​Estendendo o prato para ela, com um pedaço de carne ainda pingando gordura. Larissa nem se deu ao trabalho de olhar. Ficou ali, encarando o brilho da tela, o polegar rolando o feed sem qualquer interesse.

​— E aí, prima? Vai encarar?

​Ela deu de ombros, sem tirar os olhos do celular, e o tom saiu meio arrastado, sem ânimo nenhum.

​— Hoje não, Micael. Valeu.

​Estranhei. Larissa não negava comida nem se estivesse de dieta. Ela continuou ali, meio encolhida, como se a música alta e a risada do resto da família estivessem acontecendo em outro planeta.

-Hoje você tá mais quietinha

-Só tô pensando em umas coisas

-Quais coisas?posso ajudar?

-Não quero falar aqui e agora

Saímos do quintal e o barulho do churrasco ficou para trás, abafado pela distância. Caminhamos em silêncio pela calçada por um tempo.

​— Vai falar o que tá pegando? — perguntei

​Ela parou, olhou para os dois lados da rua antes de responder, a voz quase sumindo com o vento

​— Promete que não vai rir?

​— Fiquei até preocupado agora. Pode falar.

​— Você já teve experiência com sexo? — ela soltou a pergunta, sem me encarar.

​Eu mantive o passo constante. Na minha cabeça, a lista de experiências que eu acumulava por ser tatuador,desde clientes casadas até situações mais complicadas, como a mãe dela/minha tia, mas aquilo não era o momento pra falar

​— Algumas, Por que a pergunta?

​—Meu namorado me traiu porque eu não cedi— ela deu de ombros, como se tentasse esconder o impacto da frase. — Eu ia fazer, estava me preparando. Mas, um dia antes, vi ele saindo de um motel com outra.

​— Pô, que droga — respondi, dando um esbarrão leve no ombro dela para tirar aquele peso. — Mas esquece esse cara. Se fosse eu, esperaria o tempo que fosse só para ter você. Uma gata desse nível não se desperdiça

​Ela soltou uma risada curta, o semblante fechando um pouco menos

​— Só você mesmo para me animar, Micael. Talvez se fosse você eu não hesitaria em dar minha primeira vez

Com um clima mais amoroso e um pouco sexual entre a gente, voltamos com algumas caixas de cerveja

​Assim que pisamos de volta no quintal, o barulho nos atingiu como uma onda. Minha tia — que já tinha visto o suficiente do que eu era capaz em encontros passados para saber que eu nunca precisei de esforço para conseguir o que queria — soltou um riso alto lá do fundo:

​— Olha só, a minha princesa deu um jeito na cara! — ela gritou, estendendo um copo de cerveja. — Viu, Micael? Você é um santo, conseguiu tirar essa menina da depressão em cinco minutos

​Dei um gole na cerveja, mantendo a postura relaxada. O olhar que ela me lançou por cima da borda do copo não era de surpresa, mas de reconhecimento. Ela sabia exatamente o que estava acontecendo, mas não havia julgamento ali, apenas uma espécie de divertimento frio, como quem observa um predador jovem aprendendo a caçar. Eu não era santo, e a gente sabia disso. Na verdade, ela parecia achar graça que o sobrinho estivesse seguindo o roteiro que ela conhecia tão bem

​Larissa soltou uma risada genuína e pegou o copo da mãe, piscando para mim. Era um jogo perigoso, mas com o aval silencioso de quem mandava naquela casa, tudo parecia permitido. A gente passava um pelo outro, um esbarrão proposital aqui, uma troca de olhar rápida ali. Para o resto do mundo, éramos apenas primos; para nós, o caminho estava livre

A música batia forte, mas a tensão entre nós dois era mais alta. Sentei no banco ao lado dela.

Estávamos tão perto que o cheiro do perfume dela, misturado com o calor da pele, entrava direto no meu nariz. Eu não perdi tempo. Apoiei minha mão na coxa dela, entrando com os dedos por debaixo do tecido da saia. Senti o calor e umidade da sua buceta que mostrava que ela estava ficando molhada

Larissa não se afastou. Pelo contrário, ela inclinou o corpo na minha direção, diminuindo o espaço que já era quase zero. Ela passou a língua nos lábios, um movimento lento que me deu a certeza de que ela estava jogando o mesmo jogo que eu.

— Tá melhor? — perguntei, baixinho, enquanto apertava um pouco mais a perna dela.

Ela soltou um ar pela boca e me olhou fixo. O desânimo de antes tinha sumido, substituído por uma expressão de quem estava pronta para qualquer coisa. Ela encostou a coxa na minha com força, sentindo a pressão.

— Tô melhor agora — ela respondeu, com a voz rouca. — Mas ainda tem muita gente aqui perto

— Eu sei um jeito de resolver isso — respondi.

Me levantei, puxando ela pelo braço. Larissa não hesitou. Ela se levantou rápido, o corpo colado no meu por um milésimo de segundo antes de começarmos a caminhar. A gente passou pelo meio da galera, eu com a mão firme na cintura dela, sentindo cada curva sob o tecido. Ninguém desconfiou de nada, achavam que era apenas mais uma conversa de primos, mas o aperto que eu dava na cintura dela dizia o contrário.

Entramos no corredor escuro que dava para os quartos, longe do barulho e dos olhares.

A porta mal fechou e ela já veio para cima, sem a menor cerimônia. Larissa tem um corpo farto, sem espaços vazios, e o que me deixava mais aceso era saber que aquela era a minha prima, a menina que a família toda tratava como uma princesa no quintal. Eu só precisei levantar a saia para ver aquela abundância de pele clara e macia que agora era só minha.

Ela já estava com a mão lá embaixo, tocando a própria intimidade carnuda e quente, que estava completamente encharcada. Dava para ver que ela guardava aquela urgência desde o início do churrasco, bem debaixo do nariz da mãe dela. Eu me aproximei e segurei um dos seus seios pesados, sentindo toda a densidade daquela carne contra a minha palma. O contraste era nítido: minha mão tatuada sumindo na maciez da minha própria prima.

Enquanto eu apertava em cima, minha outra mão desceu com firmeza, entrando direto naquela fenda apertada que latejava a cada toque. O que mais me excitava era o som; o barulho da pele batendo na pele, o estalo úmido da gordura macia das coxas dela. Ela é toda feita de curvas, um centro de prazer que parecia ter o tamanho exato para mim. Não precisei de esforço; foi só conduzir aquele corpo proibido e sentir como ela se entregava inteira na minha mão, esquecendo qualquer laço de sangue.

Quando ela finalmente atingiu o ponto de orgasmo, o corpo curvilíneo dela travou contra o meu, arqueando em uma convulsão de prazer que ela não conseguiu conter. Eu a segurei firme, sentindo o pulsar quente daquela intimidade apertada, sabendo que ela estava ali, rendida e completamente dominada pela minha vontade.

O silêncio no quarto só era quebrado pela nossa respiração ainda descompassada. Larissa, com o rosto encostado no meu peito, parecia finalmente ter drenado aquela ansiedade que a consumia desde o início do dia. Ela não era apenas a garota quieta do churrasco; agora, era a mulher que acabava de começar a se entregar a mim

Peguei uma toalha de banho, mantendo a calma de quem domina o cenário. Com uma delicadeza que contrastava com a intensidade de minutos atrás, comecei a limpá-la. Ela fechou os olhos e suspirou, o corpo ainda vibrando levemente com o resquício do prazer. A pele dela estava quente, marcada pelo nosso atrito, e eu observava cada curva, cada dobra, sentindo um prazer silencioso em ser o único a ver aquela entrega total.

— Você está bem? — perguntei, a voz baixa, quase um rosnado satisfeito

Ela abriu os olhos e me encarou. Não havia mais o brilho de incerteza da manhã; agora, o que eu via era uma malícia nova, uma confiança que me dizia que ela tinha adorado cada segundo

— Nunca me senti tão bem na vida — ela respondeu, passando a mão pelo meu rosto, o toque leve, mas possessivo. — Você sabia exatamente o que estava fazendo, não sabia?

Dei um sorriso de canto, beijando a testa dela.

— Eu sabia que você só precisava do jeito certo

Ela soltou uma risada baixa, rouca, e se afastou apenas o suficiente para ajeitar a saia. A intimidade ali era quase palpável; não precisávamos de mais palavras. O quarto, que antes parecia um refúgio, agora era o nosso território

Ela se levantou, ajeitou o cabelo e me deu um último olhar por cima do ombro, um olhar que prometia que quando a noite caísse e a festa acabasse, o churrasco seria a menor das nossas preocupações

Ajeitei minha roupa, compondo a postura, enquanto ela abria a porta com uma naturalidade que beirava o cinismo. Estávamos prontos para voltar, prontos para atuar como primos, enquanto lá dentro o ar ainda cheirava a nós dois

Voltamos para o quintal. O som da música estava alto, mas o que importava era o silêncio entre a gente. Larissa caminhou na frente, com aquele jeito que ela tem de andar, pesada e decidida, o quadril balançando sem esforço. Ela não se escondia mais; estava com o rosto um pouco corado e aquele brilho no olho de quem tinha acabado de ganhar um presente

Minha tia bateu o olho na gente assim que pisamos no círculo de cadeiras. Ela soltou uma risada debochada, aquela risada de quem sabe exatamente como as coisas funcionam

— Micael fez milagre, hein, Larissa? Parece até outra pessoa

Larissa não recuou. Ela deu um gole na cerveja, me olhou de canto e respondeu, com a voz baixa, mas firme:

— O Micael tem lá os métodos dele, mãe. E pelo visto, ainda tem muita carne pra mim - Respondeu dando uma leve risada e colocando um pedaço enorme de Toscana na boca

Eu só soltei uma risada, peguei minha cerveja e me encostei no muro, observando o movimento. O churrasco ia rolando, o pessoal bebendo e falando alto, mas a gente estava em outro nível. Cada vez que ela passava por mim ou encostava o braço no meu, era um choque

A gente fingia que era só conversa de primo, mas eu sabia que ela estava sentindo o mesmo que eu: aquela vontade de sumir de novo.

O sol começou a baixar e o clima no quintal mudou, a galera estava ficando mais solta com a bebida, e eu vi minha prima me dar aquela última piscada antes de ir em direção ao banheiro, passando por mim e deixando um toque proposital na minha mão

Eu sabia o que aquilo significava. O jogo não tinha terminado, tinha acabado de virar. Enquanto a noite caía e as luzes do quintal acendiam, eu só pensava em uma coisa: o próximo round ia ser muito mais intenso.

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