Olá, me chamo Leandro(23) e tenho um namorado que sou extremamente apaixonado chamado Marcelo(25), essa é a minha história de como eu descobri que o amor da minha vida me fez de corno.
Nós namoramos faz 1 e 5 meses, relacionamento fechado, eu sou monogâmico e ele não-mono mas disse que me amava demais e conseguia ter um relacionamento mono comigo. Eu sou passivo e gay, ele, bissexual e ativo, desde então temos um relacionamento lindo e saudável, nunca duvidei da índole dele pois ele foi sempre muito fofo e uma pessoa incrível, 1,75 de altura, 21cm de rola bem grossa mas sempre teve muito cuidado comigo, bronzeado, um shape de invejar, seios bem definidos e uma bunda bem grande. Eu tenho 1,70, tenho um corpo comum, nem gordo e nem magro e 13cm, que nunca foi problema pra mim já que sou passivo. Tudo começa quando um dia estávamos conversando no bar com vários amigos mas o que importa é o nosso amigo Levi, que é twink, 1,64 de altura, magrelo definido e uma bunda bem gostosa, meu namorado bem bêbado vira para mim e fala baixinho:
- O que você acha de a gente fazer algo especial hoje?
- Como assim? Tipo o quê? – Encaro confuso o rosto dele, o que faz ele olhar para o nosso amigo com uma cara de safado e olha para mim de volta. Eu entendo e faço uma cara de nojo.
- Não? Ele é nosso amigo? Vai ser muito estranho.
- Tá bom então.
- E nosso relacionamento é fechado e eu não gosto dessas coisas.
- Ah, ok. Desculpa, amor, não vai se repetir eu juro.
Depois dessa tentativa dele que eu comecei a desconfiar, alguma hora ele ia querer abrir nosso relacionamento, mas eu não quero isso, nunca gostei desse negócio de relacionamento aberto, só de me imaginar com outras pessoas além dele já fazia eu me sentir meio mal.
Se passa um mês desde esse rolê e eu me encontro com esse amigo na rua, o Levi, no Shopping durante meu horário de almoço.
- Oi, querido? Como vai?
- Vou bem Lê, como vai o namorado?
- Tá em casa hoje.
- Vish, e você aqui trabalhando né?
- Pois é, vida de CLT né.
- É, nossa tenho novidade louca.
- Qual?
- Desencalhei!!! – ele diz mostrando um anel de namoro
- Meu deus quem foi o azarado? – digo em tom irônico
- Você não conhece ainda, mas quando conhecer vai ficar facionado por ele, acho que vocês iam se dar bem.
- Sério? Temos que marcar um date duplo então.
- Claro! Bom, foi um prazer te ver, beijinhos, vou comprar algo pra mim que ele me deu o cartão de crédito sem limites pra eu comprar um agrado pra mim, xauzinhooo!
- Eita! Hahaha, ele é bom mesmo viu
- O melhor, beijo, te vejo por aí.
- Beijo amigo.
Depois de comer eu voltei ao trabalho, mas não fiquei muito tempo, tinha acelerado grande parte do meu trabalho administrativo pela manhã que pela tarde consegui sair mais cedo.
Depois de uma exaustiva volta de metrô, finalmente chego no nosso apartamento, logo de fora escuto um som esquisito, meu namorado devia estar escutando alguma música estranha, entro e fecho a porta, mas não anuncio minha chegada, escuto um som ainda estranho do quarto e vou chegando perto, no corredor já consigo escutar melhor, são gemidos, meu coração dá uma pontada, isso não pode estar acontecendo comigo, não pode ser, meu namorado não pode estar fazendo isso comigo. Eu volto para sala e me sento, desolado, sem saber o que fazer, eu invado lá dentro e acabo com essa merda agora? Vou embora de fininho e finjo que nada está acontecendo, terminando com ele depois, meu coração batia forte, era uma ansiedade angustiante, ainda escutando aquelas estocadas, com medo do que estava rolando dentro daquele quarto eu ouço a voz:
- Vai caralho, mete sem dó desse cuzinho. – Era o Levi.
Meu namorado estava comendo meu amigo, na nossa cama, o que ele queria fazer algo junto mas eu disse que não gostava disso. E ele estava amando
- Cala a boca putinha, se acha que eu tenho dó de vagabunda?
Escutar meu namorado falar isso pro meu amigo, era loucura, alguém que sempre foi tão amável comigo na cama, sempre perguntava se eu estava bem, sempre fazia questão do meu bem estar...
- É bom né? O namorado do teu amigo abusando do teu cuzinho?
- Sim, é muito bom, puta que pariu, rola gostosa do caralho.
Aquele não era meu namorado, era outro cara, eu só pedia pra parar mas não conseguia sair, só fui andando até a porta, fiquei atrás dela e coloquei meu ouvido nela.
- Cuzinho macio da porra, teu corno não te come não. – Marcelo diz ofegante
- Não, aquele corno não presta pra nada.
Coitado do namorado do Levi, ainda tinha isso, não sei o que eu fazia, será que eu contava? Aquilo estava me deixando tonto.
- Vou gozar dentro putinha, vou te engravidar.
- Tá vendo corno? – Então escuto uma voz digital saindo pelo celular
- Isso, amor, deixa o Marcelo gozar dentro desse cuzinho por favor.
?
- Ele é muito corno Hahahah. Não sei como tu namora esse otário, o cara até comprou sua calcinha pra eu rasgar. – Marcelo diz e então eu ligo os pontos, era isso que o Levi foi comprar no shopping... desde o começo ele sabia que ele ia dar pro meu namorado... desde que ele falou comigo e perguntou sobre ele...
- E o seu então? Que nem sabe que é corno Hahahaha.
- Não fala assim do meu corninho, hehehe.
Eu estava sem poder, sem conseguir formar mais nenhum pensamento, estava aflito, com ódio, triste e com... tesão? Estava tão focado no que eles estavam fazendo que quando me dei conta... meu pau estava duro como pedra.
-Aahhnnnnn vai amor, mete sem dó porra.
Não consegui, tive que bater uma ali mesmo, estava tão confuso, eu amo tanto meu namorado... como posso estar sentindo tanto tesão por ele estar comendo nosso amigo?
- Vou gozar dentro porra... caralho... nossa putinha... to chegando lá...
“Isso amor... goza fundo no meu amigo” pensei na minha cabeça... eu estava perdido. Até que finalmente ouvi os gemidos indicando a finalização, eles tinham transado, sem camisinha, na nossa cama.
- Caralho Marcelo, tu gozou muito, que pena que eu não estou aí pra beber todo esse leite de macho que tu descarregou na minha putinha.
O namorado do Levi adorava aquilo... como?
- KKKKKKK, mesmo se estivesse aqui eu não ia deixar tu beber esse leite aqui otário, ia mandar a putinha guardar até vocês chegarem em casa só pra te deixar angustiado. Agora a gente vai tomar banho e eu vou bater o leite na sua putinha mas não quero que você veja, falou corno otário.
- Não! Esp-
Desligou.
- Vamos, cadela.
- Vamos, só um momentinho, quero ficar abraçado aqui contigo.
- A bixinha é romântica ainda, vou esperar só um momento porque olha, já to duro de novo.
Eu precisava sair de lá sem fazer barulho, peguei minha mochila, abri a porta bem devagar, fechei e tranquei, fui até a escadaria do prédio, e lá finalmente bati minha punhetinha, que nem um corno otário... Meu namorado, com um dos meus amigos me traindo, e não parecia que era a primeira vez e muito menos a última... O que está acontecendo comigo? ... Eu vou ... eu vou gozar....
Depois que gozei, voltei ao meu estado normal e finalmente percebi
Eu sou um corno manso.
Olá gente, espero que tenham gostado desse conto, talvez eu continue algum dia, espero que tenham gostado e gozado bem gostoso, obrigadoooo