Me deu na telha de usar roupa íntima sexy: tangas, calcinhas, minúsculas e transparentes, cada uma mais escrota do que a outra, substituíram minhas cuecas – que eu já nem costumava usar mais. Delícia sentir o fio enfiado no entre nádegas, roçando ao caminhar. Maravilha!
Meu primo é fotógrafo. Talento da porra. Habituado a produzir books sensuais de mulheres. Perguntei se ele topava me fotografar vestindo as peças. Ele topou. O modelo não é dos mais atraentes, falou (vai te foder, fresco!!!), mas a ideia das tangas pode render boas fotos. Marcamos para um sábado à tarde. Veio até meu apartamento.
Recebi-o já com uma das roupas. Ele olhou, fez que não viu, entrou e foi arrumando o equipamento. Meu primo é uma incógnita sexual. Há quem diga que é gay enrustido, outros afirmam que é um puta garanhão (dos que se fazem de defunto pra comer o coveiro). Mas quando está trabalhando, é puro respeito, pura dedicação.
Coloquei as roupas sobre a cama e ele foi escolhendo. É metódico: das mais sérias às mais sensuais. Coloquei a primeira, ele sugeriu a porta de entrada e a pose: fotografou-me indo (mostrando a rola) e voltando, focando na bunda, com o fio enterrado no rego.
Senti-o interessado demais nas peças, para além de um ritual meramente profissional. Mais de uma vez flagrei-o arrumando a própria rola, sob a calça. Mas... na dele; também fiquei na minha. Obedecia a suas orientações como podia.
Posições as mais diversas: em pé, sentado, bunda empinada, deitado de costas, de bruços, na cama, no sofá, no chão. Eu já não conseguia controlar a semiereção, com tanto chamego. Sem falar que cada vez que eu tirava uma roupa, a sensação do cordão descolando-se da bunda é avassaladoramente deliciosa.
Até que chegou a uma realmente minúscula. Diferente das demais masculinas, esta era um minimicrofio-dental feminino, e, óbvio, não coube, na parte da frente, meu e pau e as bolas – estas ora caindo de um lado ora de outro. Ficava esteticamente feio e ele se recusava a fotografar.
Então ele vinha, ficava de cócoras diante de mim, baixava a peça até a base da rola, arrumava tudo pacientemente dentro do pequeno espaço. Claro que seu toque ia atiçando meu pau, que foi crescendo, crescendo, endurecendo e assim ficando cada vez mais difícil de ser acomodado ali.
Até que se liberou da prisão de pano e mostrou-se rígido, atirado para a frente. Meu primo, silentemente, tocou com delicadeza na cabeça de minha rola, alisou o corpo dela com a ponta do dedo, depois fechou a mão envolvendo-a, passando a punhetar bem devagar. Eu só olhava, fechava os olhos vez em quando, para melhor sentir a carícia.
Uma umidade na cabeça da rola fez-me abrir os olhos: sua língua passeava devagar, dava voltas, e a rola ia entrando devagar em sua boca. Era lindo vê-lo de cima, me boqueteando. Sua rola também estava escandalosamente ereta, sob a bermuda.
Ele parou um pouco para colocar o equipamento em segurança, sobre a mesa. Ao retornar, abaixou-se sobre o sofá, para catar uma fivela que se soltara. Minha pica dura exigiu ação. Avancei sobre seu rabo voltado para mim, baixei de supetão a bermuda... O fresco também estava sem cueca.
Enfiei minha cara dentro de sua bunda e lambuzei seu buraquinho rugoso, enfiando a língua, molhando bem. Ele remexia discretamente os quadris. Então forcei um pouquinho e o deitei sobre a cama, por cima das minhas peças de roupa; ele escancarou as pernas, seu cu brilhoso me chamava.
Aprumei minha pica naquela caverna e fui enterrando-me nela. Ele remexia-se, mas aceitava a invasão sem reclamar. Quando minha tora estava toda dentro dele, passei a estocar suavemente, enquanto ele cheirava algumas calcinhas que eu havia usado. Isso me excitava ainda mais. Acelerei os movimentos e explodi em agonia e em jatos dentro do meu primo.
Reviramo-nos na cama, e sua vara tesa buscou meus lábios: lambuzei-a com a língua e fui engolindo aquele mastro feito pedra. Tinha gosto de macho limpo. Eu queria que ele gozasse na minha boca, para sentir todo o seu gosto. Mas seus planos eram outros.
Revirou-me, pondo-me de cu para cima, afastou o fio dental para o lado, chupou-me o ânus em profusão, apontando a cabeça da rola em seguida e começando a forçar para descer. Incomodou um pouco porque sua vara é grossa, mas ele foi colocando devagar e suavemente, até que estava toda dentro.
Movimentos cadenciados, eu sentia a cabeça de se pau tocando na minha próstata, e experimentava algo parecido com o toque do urologista, que me fazia a pica babar. De repente, ele parou de enfiar, e eu senti nitidamente sua rola pulsando dentro do meu cu, para em seguida, esguichar com força e repetidamente.
Quando ele se retirou, sua gala foi descendo aos borbotões do meu cu, que se movimentava involuntariamente. Pediu que não me mexesse; pegou a câmara e focou de perto no meu rabo borbulhando sua porra, o fio dental torcido e ensopado – aquilo tudo criava um clima de extrema excitação.
E ele fotografou tudo minuciosamente...
