Meu namorado havia exagerado na bebida. Na verdade, ele sempre exagerava e ficava nas minhas costas a obrigação de carregar ele para casa sempre que saímos para fazer algo com nossos amigos. Dando mais ou menos 1h da manhã, chamei o uber. Assim que abri a porta para que meu namorado entrasse ele se jogou sobre o banco e deitou-se.
- Moço, me desculpa. Deixa sóm eu ajeitar ele - falei tentando esconder a vergonha. O motorista me analisou de cima a baixo, como se estivesse decidindo se nos largaria ali ou não. Ele então abriu um sorriso de canto de olho e disse:
- Nada, deixa ele dormindo aé e senta aqui na frente. - falou - só me garante que ele não vai vomitar, beleza?
- Nossa, obrigado. Ele não faz isso não, só exagerou um pouco.
- Ele é seu namorado? - perguntou enquanto eu me ajeitava no banco.
- Sim - falei receosso, não sabia quais eram as intenções dele.
- Beleza, só não deixa ele vomitar, acabei de lavar o carro - falou enquanto começava a dirigir.
Senti meu rosto corar, não sabia o que ele queria dizer. Foi quando uma notificação surgiu em seu celular "amor, hoje não vai dar".
- Nossa... que merda - falou.
- Problemas com a namorada?
- E quando não tem, né? - disse, apontando para o meu - tava doido para fazer umas loucuras com ela hoje, mas pelo jeito não dei sorte. - falou enquanto ajeitava o short. Um volume se evidenciava sobre o tecido.
- É verdade, parece que hoje também não é meu dia de sorte.
- Cara, um amigo meu ficou falando que tomava tadala para ficar acordado durante o uber, mas isso só me deixou em ponto de bala - falou.
- Eu tô vendo, você tá bem animadinho, né?
- Cara, só uma mamada me salvaria. Não acredito que não vou ter uma bucetinha para meter - falou.
Sentia o clima esquentar. Não conseguia tirar os olhos daquilo. O volume parecia me chamar.
- Pô cara, se vai ficar encarando vou acabar com vergonha.
- Foi mal - desviei o olhar.
Nesse momento, ele estacionou o carro, se virando para mim e disse.
- Você não quer me dar uma ajudada não? - só uma mamadinha rapida.
- Como é? - disse - meu namorado tá bem aqui e eu nem te conheço.
- Cara, fala sério - disse - eu tenho uma peça bem incrivel, saca só,
Ele então tirou a pika para fora. Não era apenas grande, era muito grossa e cheia de veia.
- É só uma favor rápido - falou - você coloca sua boquinha aqui e eu dou umas três socadas na sua boca para esvaziar as bolas.
- Não cara, não vou fazer isso - no mesmo instante ele me agarrou pela nuca e me puxou para seu pau.
- Chupa logo essa porra, caralho - disse de forma agressiva - eu vou te encher de leite e você ainda tá reclamando? - ele esfregava meu rosto em sua pika até posicionar meus labios sobre a sua cabeçona. O cheiro de pika enchia meu nariz me fazendo alucinar. Não aguentava mais. Abri a boca e engoli o maximo que conseguia - isso porra, eu com um viadinho do lado não vou ficar de pau duro a toa.
Ele socava minha nuca me fazendo engasgar cada vez mais.
- Porra, você é viado mesmo, nem minha namorada me engole assim, ele não tá te alimentando bem, não? - falou apontando para meu namorado - caralho, desse jeito vou acabar gozando.
- Você é uma delícia - disse.
- Ah é, então engole meu leite agora e se deixar uma gota vazar eu te meto a porrada - disse enquanto forçava minha boca para ainda mais fundo gozando no fundo na minha garganta - cara, você tem umas mamadas dos deuses, fazia tempo que não recebia uma mamada assim.
- Também amei - disse.
- Nem pensa em tirar a boca daí - disse - vou ficar duro de novo e quero que você sinta meu pau aumentando dentro de você.
- Entendi - disse, voltando a engolir seu pau mole.
- Vou te levar para casa junto com seu namoradinho - disse rindo - porra, eu fodi a sua boca e o cara continua no terceiro sono. Agora a gente vai ver se com minha pika no seu cu ele vai acordar.