De novo aqui com mais um de meus relatos – este não é um conto de ficção ou criado por IA, mas uma história que vivi e detalho – nesta série "o outro lado" (cujo nome dá a ideia de seu intuito). Conheci Juh pelo Grinder... uma gatinha trans, morena sexy, rosto bonito e exótico que parecia uma egípcia, tudo isso num corpo de ninfeta magrelinha mas deliciosa nos lugares certos, um tesão ela. Me parecia também um tanto andrógena e, esse contraste me instigava ainda mais tesão nela, alguém cuja imagem muito feminina me atraía demais - tinha também um tanto cara de mulher má kkkkkk... o que me preocupava um pouco mas segui em frente no contato logo desfazendo essa impressão e começamos a conversar.
Juh era uma morena de pele, bem magra (acho que pesava uns 47kg) e alta (pelos seus 1,70m - pouco menos da minha altura) - como quase todas as trans são, né? - dos cabelos pretos lisos e bem compridos (na metade das costas - o que adoro, na cama mais ainda rs) corpo todo durinho e bem sinuoso (cintura fina - acho que extraiu um par de costelas) peitinhos bicudos que são uma delícia de chupar e 'mamar', quadris pronunciados, pernas longas torneadas, bunda perfeita, redondinha, não saliente mas sim bem grandinha, como de mulher — com ela em seus vinte aninhos (na época, eu já tinha meus 'quarentas') logo perguntei se nossa diferença de idade não seria problema (e ela dizia "adoro homem mais velho" 🤤ssssss) — e, o melhor dela, era – bastante – ousada (nosso papo logo foi dando a real um pro outro)...
Ela queria encontrar um namorado, mas não tinha nada contra sair e conhecer, talvez só transar, ou mesmo só trocar uns beijos e amassos... ou seja, topava curtir algo como ficante, amante ou "só uma noite".
Eu queria só curtição, como deixava claro pra ela; mas também falava que, se nos curtíssemos, poderíamos eventualmente sair mais vezes mas sem que aquilo fosse um compromisso...
— Por mim, tudo bem. Se pararmos, é porque eu, você ou nós quisemos parar; e tudo certo. - me disse ela...
Perfeito pra mim... desde o início, ela ia com as palavras que queria ouvir. Não queria mesmo nada sério. Ainda que totalmente solteiro, sem saco pra ficar torrando grana em noite de 0x0, já me bastavam meus problemas e aborrecimentos pessoais diversos, estava ótimo. Ficava ansioso e de pau duro de vontade dela sempre que falávamos rs...
O papo com ela era bem legal, aberto, por vezes descarado, e safado demais; e isso me excitava um monte, melando minhas cuecas pelo meu pau duro um tempão em nossos papos longos acabando sempre quentes kkkk... Não via a hora de falarmos de novo (obs.: não era paixão, era tesão puro)...
Ela queria encontrar logo comigo, e eu também com ela, e depois de tanto desencontro atrás de desencontro, enfim conseguimos combinar algo em um Sábado frio e chuvoso, dia péssimo pra sair pra qualquer coisa, mas pra gente valia rs...
Marquei de buscá-la perto de casa, de onde morava com os pais, irmã, irmão, cachorro... ela queria que eu fosse buscar ela na porta da casa dela mas não topei (aí já é demais, né? Me grilava ser armação ou ela entrar numa de me mostrar pra família - e "apresentar o comedor" ou ficante dela no momento pra pai, mãe, sei lá) e propus nos encontrarmos na esquina da rua que me passou, onde tinha uma árvore gigante que fazia enorme sombra sobre o carro. Assim, ninguém conseguiria ver dentro do meu carro (filmado) e eu conseguiria ver bem à toda volta de onde parei, inclusive quando ela chegando.
Ela veio atrasada (confesso que eu já pensava que ela tinha me enganado e em ir embora) e entrou no carro usando, apesar do frio, uma micro-saia, mínima mesmo (daquelas que mostram a polpinha da bunda atrás e quase a 'buceta' - ou, no caso, o 'grelo' - da gata)... e estava super, uma super putona. Elogiei com cara de safado, e ela também agradeceu com a mesma cara, passando a língua nos lábios. Tesão da por... a Juh tinha um ar de piranha que me atiçava profundamente. Ao sentar no carro, falei um "Uau, Juh... assim você acaba comigo" e ela sorriu cachorra...
Em seguida, talvez ainda sem acreditar, comecei a passar as mãos no corpo dela (começando por aquelas pernonas macias, lisinhas, sem pelinho nenhum, de fora da micro-saia que usava) enquanto a puxava para um beijo na boca... e QUE BEIJO era aquele. A Juh beixava (muito) gostoso, beijo guloso, cheio de língua na boca um do outro... ao mesmo tempo que eu, ela também já passava as mãos em mim e ia percebendo meu pau endurecendo, enquanto eu (que alisava entre as pernas dela) também sentia um 'grelo' já duro, porém virado na calcinha, e aquilo me excitou ainda mais. Nossos beijos e nossas mãos continuavam a provocar um ao outro... e logo paramos com ela pedindo pra sairmos dali, já que muita gente ali a conhecia.
Liguei o carro e fomos pra 'serra' (a estrada Grajaú-Jacarepaguá) em direção a um 'drive-in' que eventualmente funcionava por lá enquanto íamos observando um ao outro no caminho (eu como podia já que dirigia, apreciando aquelas pernonas lindas com a calcinha quase aparecendo; e ela parecendo me despir me olhando por inteiro).
Chegamos, paguei a entrada, entrei com o carro em uma das 'vagas' (basicamente um espaço fechado por 3 muros pros carros) e desliguei o carro...
Começamos a conversar sobre amenidades (de tudo, do site, das pessoas ali, do que queríamos, do que gostávamos, de nossas experiências - ela tinha interesse em saber das que tive com mulheres trans e cis - essas coisas) enquanto íamos nos acariciando sentindo a eletricidade entre a gente ir aumentando (quase dando choque rs)...
Em certo momento, após muito papo entre beijos, mãos, algum calor (quando eu religava o carro pra nos refrescarmos com o ar-condicionado, desligando este quando já muito frio de novo rs) e tentando nos agarrarmos vez ou outra, por ela ser muito alta, me sugeriu que fôssemos pro banco de trás (tinha tentado puxar ela pro meu colo mas, diferente de como foi com a Fabí — sobre quem conto noutros de meus relatos — não achávamos jeito de trepar no meu banco de motorista) e assim fizemos...
No banco de trás, ela já ficou (bem) mais à vontade e voltamos a nos agarrar (muito) mais intensamente ali, já tirando nossas roupas enquanto se deliciando com as mãos pelo corpo do outro no que ia sendo revelado.
Já sem camisa, sentia ela me passando as mãos e lambendo meu peito e parte dos braços (um pouco) cabeludos e acariciando meus pelos; enquanto eub apertava e torcia os peitinhos dela que logo me pus a dedilhar os biquinhos, depois lamber, chupar, 'mamar' (enquanto ela se dizia arrepiada)...
Depois ela arrancava minha calça após liberada do cinto indo pro chão do carro ple revelando minha cueca (uma slip branca - surpresinha minha pra ela que dizia adorar ver homem de cueca branca😈) e ela, visivelmente feliz e excitada após me apreciar com aquele visual, não mais do nude que havia mandado pelo app mas REAL. na frente dela, veio tambem me puxar a cueca liberando meu pau já super duro por tudo que estávamos tendo... e então caindo de boca a me chupar...
PQP! E que chupada!!!!... ela tinha uma boca deliciosa, quente, macia, passava os lábios no meu pau duraço e engolia (literalmente) meu pau todo - eu ADORO ISSO, adoro uma 'garganta profunda' e sentir meu pau pressionado pela garganta da gata enquanto me chupa.... fecho os olhos assim e vejo estrelas de tesão... gostoso demais (experimentem!) - enquanto passava as mãos pelo minha barriga, bunda, quadril, me apertando e puxando como que querendo que eu entrasse com o corpo todo naquela boca (imagem que me dava um tesão absurdo) e eu acariciava aqueles cabelos macios e lisos dela.
Eu me sacudia como que querendo foder a boca dela e ela deixava, abrindo a boca e eu ouvindo os barulhos da minha piroca socando na goela dela... eu deitado, como dava no banco de trás, ela meio que ajoelhada no assoalho e, com uma das minhas pernas pra baixo esfregava o grelo dela super duro percebendo que era comprido, looongo... um tesão misto muito pirado e tentador...
Juh não me largava e eu me segurava no gozo (adoro demais ser chupado e seguro o quanto posso minha gozada que, quando vem, vem intensa e cheia de leite)... Juh chupava, chupava, chupava... quando cansava e soltava a boca do meu pau, eu a puxava pelo rosto para nos beijarmos na boca e sentir nela o gosto do meu pau e aquele meladinho que fica saindo no tesão. Nos beijávamos gulosos enquanto ela não deixava meu pau 'sossegar' me tocando punheta e, com os corpos mais juntos, eu senti um (possível - ou certamente rs - muito grande) pau se esfregando dentro da calcinha dela junto ao meu... sim, o tesão era insano... e voltava a descer para me chupar...
Em um desses momentos, sem falar, ela decidiu se dedicar ainda mais, chupava gulosa, enfiava tudo, me fazia resfolegar com a garganta me apertando a piroca, engolia tudo, me babava o pau todo... aquele tesão deixando os vidros do carro 'suados', eu gemendo, ela com a mão dentro da calcinha se punhetando sem largar a boca e a língua que se divertiam com meu pau (e me divertiam junto ainda mais) ia aumentando, aumentando, aumentando....
— PQP, Juh, sua safada.... vou gozar, puta.... aaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!!!!
Juh ficou ainda mais rápida naquele boca, indo com a boca da base à cabeça do meu pau, sua cabeça subindo e descendo com velocidade, enquanto segurava juntando os cabelos dela e acariava o rostinho dela, gulosa e dedicada na minha pica... e não aguentei mais muito - claro!
Enchi a boca dela... quer dizer, enchia; e enchia de novo, e de novo... meu pau não parava de pulsar porra e mais porra naquela boca quente e macia... eu segurava a cabeça dela pra ela não fugir (aquela puta que se 'afogasse' com minha porra) e ela não fugia, engolia tudo, sem soltar meu pau da boca com os lábios envoltos na cabeca da minha piroca... a percebia surpresa quando vinha nova golfada laaaaaarga de leite, e ela instintivamente recuava a cabeça, eu não deixava ela largar, ela respirava fundo pelo nariz e engolia mais porra... foram umas 2, 3 ou 4 'jatadas' de 'creme' naquela boca macia, naquela goela apertada, e ela estava alucinada na punheta dela (não lembro se gozou ali)... na última ejaculada falei pra ela guardar na boca e não engolir; e, logo em seguida, a puxei pela cabeça... ela, obediente (gostei) veia com a boca fechada sorrindo safada e nos beijamos gulosos com minha porra entre nossas bocas...
Juh gostava de beijos longos, sem fim... daqueles que a gente respira pelo nariz (não pela boca, obviamente - afinal, nem tem como sem se soltar - aprendam! rs) e não se soltam os lábios, as línguas... aquele 'mousse' da minha porra ia sendo devorado pelos dois em nossas bocas se engolindo, línguas se enroscando, num beijo longo e devasso (pqp! Que tesão me dá só de lembrar) enquanto eu sentia o pau duro dela me cutucando e melando a barriga...
* como prometido, continuando minha história...
Nossos paus não desciam, continuando super duros... naquele pude descobrir o dela. Minha menina de pau era "roluda" e tinha um pau bem grande.
Eu tenho uma vara de bom tamanho (uns 17cm) mas a dela, apesar de mais fina que a minha (meu pau é meio "grossinho" como me dizem 😈 rs) era um tanto maior. Eu diria que seriam uns 20cm... ela, morena descendente de pais de raça negra, mostrava que mantinha a "tradição" rs...
Fiquei extasiado vendo o quando era longa aquela pirocona e - após um olhar bem safado pra piroca um do outro e de voltar pros nossos olhos - começamos, como que instintivamente combinado, sem qualquer palavra, a nos masturbar mutuamente e voltarmos a nos beijar...
Juh era realmente uma putinha deliciosa e aquilo me alucinava de tesão (algumas trans sabem direitinho, e algumas mulheres por vezes esquecem de ser mais ousadas - fica uma dica pras cis... é delicioso esse clima, não deixem isso de lado)... estávamos os dois visivelmente de novo excitadíssimos, ela me dizia que ainda não tinha gozado o que me deixava um pouco aflito (adoro dar prazer para minha companheira - e me sentia na dívida) e então propus melhorarmos aquela delícia...
** Continuarei aqui (neste mesmo conto) depois porque preciso tocar uma punheta e gozar com as lembranças dessa foda... voltem, e verão - inclusive pra entender o "quase, quase"! 😈😈😈
