Parte 18: Apresentações e Desculpas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 753 palavras
Data: 21/03/2026 20:44:05

Gislaine então apresenta João para Rufus e Sara, voz desafiadora, mas trêmula: "Mãe, Rufus… esse é o João, meu novo namorado." Ele, meio sem graça, guarda rápido o pau na calça, ajustando a roupa, e se estica para apertar a mão de ambos com um jeito delicado, quase tímido: "Prazer… ouvi falar muito bem da senhora, Sara. E o nome 'Rufus' eu conheço irritantemente bem." Rufus franze a testa, não entendendo à princípio – seria ciúme ou algo mais? –, mas deixa quieto, apenas apertando a mão dele: "Prazer, sou o João." - ele se apresenta. Sara questiona, cruzando os braços: "Por que vocês tavam fazendo isso na sala? Porque não foram pro quarto?" Gislaine rebate: "E vocês? Chegaram cedo… são 4h da manhã! Pensei que só voltariam de manhã, por isso não tive pressa pra ir pro quarto." O ar fica tenso, mas logo Gislaine e João partem pro quarto dela, e Rufus segue com Sara pro dela, os dois exaustos mas felizes.

No dia seguinte, João partiu cedo, deixando um bilhete fofo pra Gislaine (ele a beijou, mas ela não chegou à acordar, então não se lembra). Rufus se levanta com Sara, que está muito animada – rindo, preparando o café: "Bom dia, namorado… dormiu bem?" Ele sorri: "Com você do lado, sempre."

Durante o café da manhã, Sara anuncia, voz radiante: "Gislaine, oficializamos o namoro ontem… Rufus e eu somos um casal agora!" Gislaine só resmunga, mexendo no café: "Parabéns… que sejam felizes." Sara não deixa passar: "Agora que você tem outro namorado, para de fingir que não gosta do Rufus. Parece adolescente de 12 anos, filha." Gislaine arregala os olhos, surpresa: "Mãe!" Mas, contrariada, suspira: "Desculpa por te ignorar, Rufus… e desculpa, mãe, por ficar estranha esse mês todo. Admito… ainda gosto de você, Rufus, mas tô feliz por vocês namorarem. Sei que se amam." Sara a abraça forte, dando um beijo na testa: "A sinceridade é sempre melhor, filha. Acima de tudo, somos mãe e filha… te amo muito." Rufus adiciona, voz suave: "Eu também ainda gosto muito de você, Gislaine… muito. Mas nunca vai ser mais do que eu gosto da Sara, porque eu a amo." Sara admite: "Ouvir isso me incomoda um pouco, mas gosto… é a verdade, sem segredos e traições. Isso é o que importa."

Gislaine então conta como conheceu João: "Foi na faculdade, durante as visitas em janeiro. Ele tá indo pro 7º semestre de Enfermagem, e eu decidi fazer o mesmo curso. Numa festa que ele me convidou, a gente ficou… fui me afeiçoando. Ontem à noite, ele me pediu em namoro, e eu aceitei." Sara ri: "Que coincidência haha… Nós duas começamos à namorar na mesma noite. E vocês dois na mesma área, que legal!" Rufus acaba rindo também: "É, parece destino." Gislaine assente: "Verdade, coincidência ou não. Tô decidida a não ser mais uma putinha… pra não estragar o meu novo namoro. Mas ele é aberto, então, numa das festas, transamos com uma amiga dele da faculdade. Foi incrível… vou ter uma vida sexual ativa com ele, mas chega de traições."

Gislaine conta como foi esse sexo gostoso a três – na festa na casa de um amigo dele, música alta, gente dançando e bebendo no quintal, mas eles se isolaram num quarto escuro no andar de cima. "Começou com beijos… eu e a amiga, Ana, despindo o João devagar, lambendo o peito dele enquanto ele nos dedava. Ele me deitou na cama e me penetrou de missionário, estocadas ritmadas na minha bocetinha, enquanto Ana chupava meus peitos – ahh, gozei rápido! Depois a Ana montou nele, rebolando furiosa no pau, gemendo alto, e eu sentei na cara dele, boceta pulsando na língua enquanto ele lambia faminto. Depois, enquanto ele me comia de novo, vi a Ana fazendo fio terra nele e lambendo o cu apertado dele com a língua, circulando e enfiando devagar, o pau dele ficando 2x mais duro e me deixando doida! Eu mesma fiz depois, lambendo ao redor do anelzinho dele, sentindo ele pulsar de tesão. Ele nos colocou de quatro, uma ao lado da outra, revezando estocadas fortes nas bocetas e cus, tapas ecoando, nos fazendo gozar gritando. No final, gozou na boca da Ana, jatos quentes, e a gente dividiu num beijo molhado, línguas se entrelaçando com porra."

Sara apenas ri do fio terra e do beijo grego: "Gosto é gosto… não julgo, filha." E anuncia: "Já conversei com o Eliseu. Vamos oficializar o divórcio no final de fevereiro, na próxima visita dele ao RJ. É o melhor pra todos."

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